A guerra não está perdida.

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Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
Not without a fight...
Temos é de começar a pensar rápido nisto, que a "candidatuga" do "goutog" varandas já está pensada há 2 ou 3 meses como se viu e por incrível que pareça.
Com JJ, jogadores, até E. Barroso e D. Sampaio.

J´há pouco tempo para se arranjar 1 candidato.

#unigospogting
Concordo com muitas das ideias que aqui são apresentadas.

Mas as mesmas terão de ser postas em prática o mais rápido possível!!

Não podemos deixar que a questão das rescisões caiam por terra!!!

Uma questão.

O que acontece se o orçamento for chumbado?

Provavelmente a CT irá preparar um orçamento de austeridade que será votado em futura AG.
A próxima batalha é mesmo a AG de dia 30 é fundamental que este orçamento seja aprovado e não outro.
Concordo com muitas das ideias que aqui são apresentadas.

Mas as mesmas terão de ser postas em prática o mais rápido possível!!

Não podemos deixar que a questão das rescisões caiam por terra!!!

Uma questão.

O que acontece se o orçamento for chumbado?

Provavelmente a CT irá preparar um orçamento de austeridade que será votado em futura AG.
A próxima batalha é mesmo a AG de dia 30 é fundamental que este orçamento seja aprovado e não outro.

Uma pergunta provocatória.

E se os sucessivos orçamentos apresentados forem chumbados?
Concordo com muitas das ideias que aqui são apresentadas.

Mas as mesmas terão de ser postas em prática o mais rápido possível!!

Não podemos deixar que a questão das rescisões caiam por terra!!!

Uma questão.

O que acontece se o orçamento for chumbado?

Provavelmente a CT irá preparar um orçamento de austeridade que será votado em futura AG.
A próxima batalha é mesmo a AG de dia 30 é fundamental que este orçamento seja aprovado e não outro.

Uma pergunta provocatória.

E se os sucessivos orçamentos apresentados forem chumbados?

Há uns anos a CML teve o orçamento chumbado pela Assembleia Municipal e teve que gerir o orçamento durante esse ano mês a mês com duodécimos do orçamento do ano anterior, suponho que aqui se passasse algo de semelhante. Mas isso não vai acontecer.
Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
 :arrow:
 >:D >:D
Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
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 >:D >:D

Ouvi esta mesma conversa em 2013.
Estão enganados, os sócios já não vão nessas cantigas.
Umas coisa é uma AG de destituição outra são eleições.
Os sócios não querem croquetes, apoiam logo outra candidatura seja de BdC ou outra.
Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
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 >:D >:D

Ouvi esta mesma conversa em 2013.
Estão enganados, os sócios já não vão nessas cantigas.
Umas coisa é uma AG de destituição outra são eleições.
Os sócios não querem croquetes, apoiam logo outra candidatura seja de BdC ou outra.


E o que restará quando chegarmos as eleições?
"De todos os presidentes que tivemos neste percurso, o mais explícito foi Bruno de Carvalho, que já na campanha eleitoral teceu rasgados elogios à nossa caminhada, talvez por conhecer a nossa forma de estar e o nosso trajeto. O atual presidente esteve connosco três anos, de 2006 a 2009, e apoiou-nos como sportinguista e empresário, numa equipa onde jogavam José Diogo, Pedro Delgado e André Pimenta, que ainda estão connosco, e outros que já saíram, como Gonçalo Alves, Miguel Rocha ou Diogo Neves. Este presidente prometeu e cumpriu!"

Engenheiro Gilberto Borges 13/05/2019
Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
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 >:D >:D

Ouvi esta mesma conversa em 2013.
Estão enganados, os sócios já não vão nessas cantigas.
Umas coisa é uma AG de destituição outra são eleições.
Os sócios não querem croquetes, apoiam logo outra candidatura seja de BdC ou outra.


E o que restará quando chegarmos as eleições?

Pois, isso é que já não sei se haverá tempo.
Esqueçam, podem mesmo desistir!...

O clube até está entregue aos sócios, e o problema é mesmo esse... Os sócios.

O Varandas ou outro fantoche qualquer limpa isto fácil. O BdC não volta a ser presidente, tal como eu não volto a pagar quotas.
Os meninos da linha e os seus paizinhos e tios e avós e toda aquela gente que trata os filhos por você, vão eleger o próximo presidente, alguém da laia deles.
O Sporting do povo, dos 3,5 milhões infelizmente não consegue existir porque eles não deixam.

Não se iludam, eu, 26 anos de sócio depois e de Sporting desde que me conheço, desisto.

O clube vai continuar a ser deles, devíamos ter reduzido as diferenças na estrutura de número de votos...

Saudações
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 >:D >:D

Ouvi esta mesma conversa em 2013.
Estão enganados, os sócios já não vão nessas cantigas.
Umas coisa é uma AG de destituição outra são eleições.
Os sócios não querem croquetes, apoiam logo outra candidatura seja de BdC ou outra.


E o que restará quando chegarmos as eleições?

Pois, isso é que já não sei se haverá tempo.

O orçamento do Clube para mim é a grande preocupação do momento ... Marin , Rocha, Guitta, lateral direito para o andebol.

Não podemos pôr isto em causa por tostões e estragar tudo o que se fez pelas modalidades nestes últmos anos ...
Era isto. Miguel Albuquerque a cabeça de lista.
Carlos Vieira - Finanças

Rodeados de pessoas muito bem capacitadas e com uma postura comunicacional completamente diferente da do BdC.

Talvez com um Rui Calafate pelo meio, por exemplo.
«Não é o Sporting que se orgulha do nosso valor. Nós é que nos devemos sentir honrados por ter esta camisola vestida.» - Francisco Stromp
:shhh:  :whistle:  ::)


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Sporting preparou queixa à FIFA, pedia indemnização de 54,7 milhões por rescisão de Patrício mas processo pode “parar”

Equipa de advogados do Sporting liderada por Juan de Dios Crespo Pérez preparou queixa à FIFA com pedido de indemnização de 54,7 milhões por Patrício. Novos responsáveis podem "congelar" o caso.

O Sporting preparou um extenso documento com mais de 60 páginas que terá entretanto enviado para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, a propósito da rescisão unilateral de contrato de Rui Patrício, guarda-redes que entretanto já se vinculou com o Wolverhampton, da Premier League inglesa. No documento, onde são explicados e rebatidos vários pontos dos motivos que levaram o jogador a revogar o seu vínculo, é pedida uma indemnização acima dos 54 milhões de euros. No entanto, os novos responsáveis da SAD leonina poderão “congelar” este pedido, numa decisão que deverá ser tomada muito em breve.
 
Na carta assinada pelos advogados verde e brancos, a que o Observador teve acesso, a equipa liderada pelo espanhol Juan de Dios Crespo Pérez explica o valor do ordenado do antigo capitão no contrato que tinha até 2022, a cláusula de rescisão que estava previsto no mesmo e tentar rebater vários argumentos invocados pelo internacional português para a cessação do vínculo. Logo à cabeça, o Sporting pede o valor integral da cláusula prevista, 45 milhões de euros, mais os salários a receber até ao final da ligação, que ascendem a mais 9,7 milhões de euros, incluindo os quatro anos ainda em falta (cerca de 9,5 milhões) mais uma pequena verba relativa a subsídios de férias e de Natal, de pouco menos do que 200 mil euros.

Em paralelo, são referidos assuntos que foram amplamente debatidos após a rescisão, nomeadamente as mensagens escritas que Bruno de Carvalho enviou aos jogadores e a Patrício, enquanto capitão (; a ação prevista e falhada para apoiar o lançamento de uma campanha da Fundação Sporting; a ausência do antigo líder verde e branco no jogo em Madrid por doença; e, no ponto mais destacado, a falta de uma ligação “concreta” entre o ataque na Academia e os responsáveis verde e brancos.

Na carta que foi também enviada ao Wolverhampton e à Gestifute, existe ainda outro dado curioso: na argumentação de que é normal dirigentes fazerem algumas críticas públicas aos jogadores, são apresentados vários exemplos como Michael Zorc, diretor desportivo do B. Dortmund, depois de um empate dos germânicos; Mauricio Pochettino, treinador do Tottenham, que falou do profissionalismo de Luke Shaw; ou… José Mourinho, atual técnico do Manchester United, quando referiu que a equipa não tinha sido tão consistente como devia porque não perdeu pontos para os rivais mas acabou por somar alguns resultados menos positivos frente a equipas como o West Bromwich Albion, o Stoke City ou o Southampton, ao mesmo tempo que tocou em desempenhos mais fracos de alguns jogadores em alguns encontros. “Como fica bem ilustrado, as declarações feitas pelo presidente não são tão incomuns quanto isso. Esta mensagem não constitui qualquer violação do dever profissional do funcionário nem deve fazer com que o jogador termine um contrato com justa causa”, argumenta a missiva.

Mais à frente, após ser garantido que o Sporting “partilha a mesma indignação” sobre o que aconteceu na Academia, ao mesmo tempo que especifica os novos procedimentos de segurança, são também reveladas mensagens enviadas (e respondidas) a alguns jogadores a 21 de abril, casos de Fredy Montero, Rúben Ribeiro ou Lumor, para destacar que “ao mostrar tamanha confiança na equipa, numa clara tentativa de apaziguar e reconciliar” (“Acredito na equipa que escolhi para representar nas quatro linhas. Vamos ganhar, ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas quatro vitórias, vamos erguer juntos a Taça de Portugal! Saibam distinguir os inimigos de quem só quer o maior e o melhor para nós!”, escreveu Bruno de Carvalho). É também referido que “os atacantes procuraram especialmente o jogador de futebol Marcos Acuña e atacaram Bas Dost”.

“Tendo em vista esta mensagem, os jogadores referidos responderam de forma positiva às palavras do presidente do clube, agradecendo e mostrando compromisso para alcançar os objetivos desportivos. Todos responderam exceto o jogador, cujo o silêncio foi particularmente ultrajante considerando a sua condição de capitão do clube”, acrescenta, antes de acrescentar mais uma SMS enviada por Bruno de Carvalho a Rui Patrício, pedindo outro comportamento por parte dos capitães de equipa. Há também relato na argumentação de outras mensagens enviadas ao guarda-redes, sem que existisse qualquer resposta.

“O comportamento do Primeiro Respondente [Rui Patrício] foi difícil de interpretar pelo clube e pode ser possível de entender apenas se considerarmos a existência prévia do desejo de sair do clube. O jogador não fez nada para resolver (potencialmente) os problemas. Nunca sugeriu qualquer solução mitigada, destinada a avaliar o desconforto, optando apenas imediatamente, e sem aviso prévio ou solução alternativa antes discutida, por comunicar a sua decisão de rescindir contrato com efeito imediato”, diz, antes de dar também o exemplo do conflito que envolveu Matuzalém, Shakhtar e Saragoça.

Agora, de acordo com informações recolhidas pelo Observador, é muito provável que este processo acabe por ficar “congelado” pelos novos responsáveis leoninos. Tudo porque, numa primeira instância, a grande prioridade é conseguir trazer de novo para o clube alguns dos jogadores que rescindiram contrato, casos de William Carvalho, Gelson Martins ou Bruno Fernandes, seja para permanecerem no conjunto leonino, seja para encontrarem uma solução que possa beneficiar todas as partes. No caso de Rui Patrício, até por já ter assinado pelo Wolverhampton, esse cenário já não se coloca, mas existe a ideia de que uma solução a bem do caso, com o pagamento de uma verba por parte dos ingleses pelo passe do internacional português, não só evita guerras que podem ser longas em tribunais mas dá também um sinal para os outros companheiros que saíram. Ao mesmo tempo, é um encaixe que pode entrar a curto prazo e que faz falta à SAD do Sporting.

Gravíssimo.

O que está a acontecer com as rescisões é a versão 2018 da venda do património.

O Sporting está a ser roubado.

O Sporting para eles é a lavandaria da esquina.

71% obrigado por acabarem com o clube.

ASNOS DE m****!

A lavagem cerebral foi demasiada acho que já nao deve dar pa voltar atras.
« Última modificação: Junho 27, 2018, 00:41 am por GizmomcS »
Frederico Varandas finalmente um Presidente com Cabeça, Membros e Pernas!
Ora aqui está um tópico objetivo e com ideias válidas.

Enviado do meu HTC 10 através do Tapatalk

Se calhar estava na hora de aqui no fórum se gerar um movimento para a Constituição de uma lista. Gente com qualidade e Sportinguismo não falta.

Ainda ontem sugeri isso.

Subscrevo.

Há aqui realmente gente muito boa, com muita capacidade e conhecimento.

Infelizmente creio que temos pouca expressão no mundo dos associados.  ???
A última vez que saiu daqui um movimento candidato ao CD, foi encabeçado pelo PPC.  :-[
O que eu sugiro é o pessoal juntar-se, mas à margem do fórum.
Trocar PMs, organizar-se em grupos onde o pessoal se conheça pessoalmente, e combinar acções concertadas.
:shhh:  :whistle:  ::)


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Sporting preparou queixa à FIFA, pedia indemnização de 54,7 milhões por rescisão de Patrício mas processo pode “parar”

Equipa de advogados do Sporting liderada por Juan de Dios Crespo Pérez preparou queixa à FIFA com pedido de indemnização de 54,7 milhões por Patrício. Novos responsáveis podem "congelar" o caso.

O Sporting preparou um extenso documento com mais de 60 páginas que terá entretanto enviado para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, a propósito da rescisão unilateral de contrato de Rui Patrício, guarda-redes que entretanto já se vinculou com o Wolverhampton, da Premier League inglesa. No documento, onde são explicados e rebatidos vários pontos dos motivos que levaram o jogador a revogar o seu vínculo, é pedida uma indemnização acima dos 54 milhões de euros. No entanto, os novos responsáveis da SAD leonina poderão “congelar” este pedido, numa decisão que deverá ser tomada muito em breve.
 
Na carta assinada pelos advogados verde e brancos, a que o Observador teve acesso, a equipa liderada pelo espanhol Juan de Dios Crespo Pérez explica o valor do ordenado do antigo capitão no contrato que tinha até 2022, a cláusula de rescisão que estava previsto no mesmo e tentar rebater vários argumentos invocados pelo internacional português para a cessação do vínculo. Logo à cabeça, o Sporting pede o valor integral da cláusula prevista, 45 milhões de euros, mais os salários a receber até ao final da ligação, que ascendem a mais 9,7 milhões de euros, incluindo os quatro anos ainda em falta (cerca de 9,5 milhões) mais uma pequena verba relativa a subsídios de férias e de Natal, de pouco menos do que 200 mil euros.

Em paralelo, são referidos assuntos que foram amplamente debatidos após a rescisão, nomeadamente as mensagens escritas que Bruno de Carvalho enviou aos jogadores e a Patrício, enquanto capitão (; a ação prevista e falhada para apoiar o lançamento de uma campanha da Fundação Sporting; a ausência do antigo líder verde e branco no jogo em Madrid por doença; e, no ponto mais destacado, a falta de uma ligação “concreta” entre o ataque na Academia e os responsáveis verde e brancos.

Na carta que foi também enviada ao Wolverhampton e à Gestifute, existe ainda outro dado curioso: na argumentação de que é normal dirigentes fazerem algumas críticas públicas aos jogadores, são apresentados vários exemplos como Michael Zorc, diretor desportivo do B. Dortmund, depois de um empate dos germânicos; Mauricio Pochettino, treinador do Tottenham, que falou do profissionalismo de Luke Shaw; ou… José Mourinho, atual técnico do Manchester United, quando referiu que a equipa não tinha sido tão consistente como devia porque não perdeu pontos para os rivais mas acabou por somar alguns resultados menos positivos frente a equipas como o West Bromwich Albion, o Stoke City ou o Southampton, ao mesmo tempo que tocou em desempenhos mais fracos de alguns jogadores em alguns encontros. “Como fica bem ilustrado, as declarações feitas pelo presidente não são tão incomuns quanto isso. Esta mensagem não constitui qualquer violação do dever profissional do funcionário nem deve fazer com que o jogador termine um contrato com justa causa”, argumenta a missiva.

Mais à frente, após ser garantido que o Sporting “partilha a mesma indignação” sobre o que aconteceu na Academia, ao mesmo tempo que especifica os novos procedimentos de segurança, são também reveladas mensagens enviadas (e respondidas) a alguns jogadores a 21 de abril, casos de Fredy Montero, Rúben Ribeiro ou Lumor, para destacar que “ao mostrar tamanha confiança na equipa, numa clara tentativa de apaziguar e reconciliar” (“Acredito na equipa que escolhi para representar nas quatro linhas. Vamos ganhar, ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas quatro vitórias, vamos erguer juntos a Taça de Portugal! Saibam distinguir os inimigos de quem só quer o maior e o melhor para nós!”, escreveu Bruno de Carvalho). É também referido que “os atacantes procuraram especialmente o jogador de futebol Marcos Acuña e atacaram Bas Dost”.

“Tendo em vista esta mensagem, os jogadores referidos responderam de forma positiva às palavras do presidente do clube, agradecendo e mostrando compromisso para alcançar os objetivos desportivos. Todos responderam exceto o jogador, cujo o silêncio foi particularmente ultrajante considerando a sua condição de capitão do clube”, acrescenta, antes de acrescentar mais uma SMS enviada por Bruno de Carvalho a Rui Patrício, pedindo outro comportamento por parte dos capitães de equipa. Há também relato na argumentação de outras mensagens enviadas ao guarda-redes, sem que existisse qualquer resposta.

“O comportamento do Primeiro Respondente [Rui Patrício] foi difícil de interpretar pelo clube e pode ser possível de entender apenas se considerarmos a existência prévia do desejo de sair do clube. O jogador não fez nada para resolver (potencialmente) os problemas. Nunca sugeriu qualquer solução mitigada, destinada a avaliar o desconforto, optando apenas imediatamente, e sem aviso prévio ou solução alternativa antes discutida, por comunicar a sua decisão de rescindir contrato com efeito imediato”, diz, antes de dar também o exemplo do conflito que envolveu Matuzalém, Shakhtar e Saragoça.

Agora, de acordo com informações recolhidas pelo Observador, é muito provável que este processo acabe por ficar “congelado” pelos novos responsáveis leoninos. Tudo porque, numa primeira instância, a grande prioridade é conseguir trazer de novo para o clube alguns dos jogadores que rescindiram contrato, casos de William Carvalho, Gelson Martins ou Bruno Fernandes, seja para permanecerem no conjunto leonino, seja para encontrarem uma solução que possa beneficiar todas as partes. No caso de Rui Patrício, até por já ter assinado pelo Wolverhampton, esse cenário já não se coloca, mas existe a ideia de que uma solução a bem do caso, com o pagamento de uma verba por parte dos ingleses pelo passe do internacional português, não só evita guerras que podem ser longas em tribunais mas dá também um sinal para os outros companheiros que saíram. Ao mesmo tempo, é um encaixe que pode entrar a curto prazo e que faz falta à SAD do Sporting.

Gravíssimo.

O que está a acontecer com as rescisões é a versão 2018 da venda do património.

O Sporting está a ser roubado.

O Sporting para eles é a lavandaria da esquina.

71% obrigado por acabarem com o clube.

ASNOS DE m****!

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Vergonha . Só temos de avançar


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Se alguém tiver uma ideia de ultima hora para defender o Sporting que avance. Eu não posso nem consigo fazer nada, mas se calhar existe quem consiga.

Estamos a ser assaltados neste preciso momento e anda tudo a ver sem reagir.

Publiquei o texto que se segue no Facebook, mas achei que fazia sentido partilhá-lo aqui no Fórum.
Tenham só em atenção que era um texto que se destinava fundamentalmente a pessoas que me conhecem, muitas até pessoalmente, o que não é o caso aqui.
Peço ainda desculpa por “abalroar” este tópico, mas sinceramente não sabia muito bem como publicar isto aqui, e este tópico pareceu-me adequado.


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Durante dois meses, abstive-me propositadamente de escrever aqui sobre a situação vivida no Sporting desde meados de Abril. Tomei essa decisão por me parecer que havia demasiada “intoxicação” informativa no ar, demasiados boatos, demasiadas “notícias” logo desmentidas, demasiadas dúvidas, e preferi esperar por uma clarificação das coisas para exprimir uma posição.
Como todos sabemos, o que depois ao longo desses dois meses foi sucedendo foi tudo menos uma clarificação. Antes pelo contrário, as águas foram-se turvando ainda mais, a cada dia que passava, o que me fez recolher ainda mais convictamente a uma posição de observação e reflexão.

Mas passados estes dois meses, e principalmente depois do resultado da AGE de Sábado, sinto ser inadiável a expressão pública da minha posição. Mais que não seja por respeito pelos muitos amigos sportinguistas que eu sei que lêem as reflexões sobre o clube que aqui vou deixando de vez em quando.

Peço desde já desculpa, porque isto vai ser longo…

Algumas das ideias ou até confidências pessoais que aqui vou escrever são já do conhecimento dos que me são mais próximos, e até de quem tenha lido mais assiduamente o que aqui tenho escrito ao longo dos anos.

Tornei-me sócio do Sporting praticamente à nascença, por influência do meu avô.
Aos 5/6 anos, ia ao velhinho Estádio José de Alvalade com ele. Quase não via os jogos: punha-me a jogar à bola com outros miúdos no fundo da bancada, junto à rede, enquanto o jogo decorria.
À medida que fui crescendo fui tomando o gosto por ver os jogos e apoiar a equipa, vibrar com ela. Assisti, com 11 anos, ao Sporting sagrar-se campeão em 1982 (a última vez antes do “famoso” jejum de 18 anos…). Entretanto, pratiquei ginástica e natação no clube.
Mas continuei a crescer. O fim da adolescência trouxe-me outras preocupações, outros interesses (o teatro entrou-me pela vida adentro em 1987…) e o futebol começou a perder importância para mim. Por coincidência (ou azar…) esses anos corresponderam ao fim do consulado de João Rocha à frente do clube, e à chegada de figuras do calibre de Jorge Gonçalves… Tudo somado, deixei de ser sócio. E não só isso, como me desinteressei profundamente do fenómeno futebolístico em geral. Lembro-me bem de se passarem meses e eu nem saber quem eram os jogadores do plantel principal…
Estive assim, afastado e algo desinteressado, durante uns largos anos. Sim, tinha sempre curiosidade de saber se o Sporting tinha ganho ou perdido, mas nunca exultava nem sofria muito. E nunca como sócio, apenas mero adepto. Ir ao estádio ver um jogo estava fora de questão.
Só em meados dos anos 90, passada quase uma década, voltei a achar que a instituição Sporting poderia estar a entrar numa nova era de credibilidade e seriedade, com o chamado “Projecto Roquette”. Não voltei a fazer-me sócio, mas aos poucos voltei a dar um pouco da minha atenção e “investimento emocional” ao dia-a-dia do clube, não só como equipa de futebol mas também como instituição. Os títulos ganhos em 2000 e 2002 ajudaram a reacender essa chama. Mas pouco depois o colapso do “Projecto Roquette” (Soares Franco e Bettencourt…) voltou a fazer com que me desiludisse com o Sporting, enquanto instituição. Permaneci “mero adepto”, distante e pouco empenhado. Durante vários anos.

Entretanto, em 2011, dá-se um acontecimento marcante: no auge da decadência desportiva, financeira e social do clube, quando os sportinguistas clamavam por uma mudança que devolvesse o Sporting à sua matriz centenária, Godinho Lopes ganha as eleições contra um desconhecido Bruno de Carvalho, num processo que ficou conhecido como “churrasquinho” (uma alegada fraude eleitoral, nunca totalmente provada, mas afirmada por muitos e respeitados sportinguistas).
Perante isto, e perante o desvario de gestão danosa que se seguiu por parte de Godinho Lopes, decidi - ao fim de quase 25 anos - voltar a tornar-me sócio do Sporting. Pareceu-me claro que só sendo sócio poderia ter voz e ajudar a fazer as mudanças necessárias para devolver o Clube à grandeza que eu lhe tinha conhecido nos anos 70 e 80, a grandeza que apaixonara o meu avô, entretanto falecido.
E foi assim que votei pela primeira vez em Bruno de Carvalho, nas eleições de 2013.
A energia renovada que BdC trouxe ao clube, e a forma como devolveu ao Sporting a dignidade e a pujança dos (meus) primeiros anos fizeram com que, pouco a pouco, eu me fosse envolvendo cada vez mais com o Sporting, numa atitude de “militância” só comparável (mas provavelmente ainda mais intensa) à da minha adolescência, de Manuel Fernandes e Jordão, da ginástica praticada com uma tshirt de alças branca com o símbolo verde bordado à mão, do meu avô que me ia buscar ao estádio com um embrulhinho de madalenas no porta-luvas do carro.

São desta época, desde 2013, as minhas intervenções públicas (especialmente aqui no Facebook) sobre futebol em geral e o Sporting em particular, a princípio surpreendendo alguns que me viam mais como “intelectual” e “artista”. Até a mim me parece difícil crer, olhando para esta “biografia” que acabei de vos relatar, que eu tenha chegado a tal nível de engajamento, de inflamação, de investimento pessoal por um clube de futebol… Mas foi precisamente esse o efeito que Bruno de Carvalho teve em mim. Não terei sido o único. Conheço directamente (até na minha família…) inúmeras pessoas que só com BdC se entusiasmaram com o Sporting, e até mesmo com o futebol e o desporto em geral. E os números, bastamente conhecidos, confirmam isso: aumento de 90.000 para 170.000 sócios, e aumento de assistências médias no estádio de menos de 20.000 para mais de 40.000. Em 5 anos.
Nunca escondi, desde então, o meu apoio a Bruno de Carvalho. Fiz parte da sua Comissão de Honra nas eleições para o segundo mandato. E no Sábado, 23 de Junho, votei pela sua não destituição.

É evidente que BdC cometeu erros nestes 5 anos, e não apenas nos últimos meses. Mas na minha opinião esses erros foram largamente compensados e ultrapassados pelo excelente trabalho desenvolvido. Vou abster-me de elencar aqui os inúmeros méritos e êxitos destes 5 anos. São amplamente conhecidos, têm sido repetidos à exaustão, e julgo que até mesmo a maior parte daqueles que nos últimos meses foram defendendo o afastamento de BdC os reconhece sem discussão.
Quanto aos “rastilhos” de tudo isto… prefiro não me alongar, porque sinceramente não é esse o ponto deste texto. Mas para que não me acusem de fugir ao assunto, ou de ter medo de assumir uma posição pública, limitar-me-ei, sucintamente, a dizer duas coisas. Primeiro, não acho, de todo, que aquele post no Facebook, a seguir a Madrid, possa ser considerado “inadmissível”, ou causador de um ambiente de insustentável “guerra contra os jogadores”. Segundo, considero o episódio de Alcochete um ataque aos jogadores mas TAMBÉM um ataque ao clube, incluindo, naturalmente a sua direcção. A menos que se prove o contrário em tribunal, o clube e a sua direcção, e o próprio BdC, são tão vítimas desse ataque quanto os jogadores.
Dirão ainda alguns que BdC falhou numa das suas principais promessas, que é simultaneamente um dos maiores anseios de grande parte dos sócios e adeptos do Sporting: a conquista do campeonato nacional de futebol sénior masculino. Não há como contestar: é um facto. E respeito a posição de tantos sportinguistas para quem essa falha é imperdoável. No meu caso, no entanto, nunca foi esse objectivo que me moveu. Não gosto do Sporting porque ganha. Não comecei a gostar do Sporting porque ganhava, nem foi porque não ganhava que estive mais afastado durante muitos anos. Gosto do Sporting por esse misto tão português de hereditariedade e paixão inexplicável de infância, e continuei a gostar do Sporting, quando passei a ter idade e discernimento para fazer escolhas, por me identificar com determinados valores e princípios. Quando senti esvaziarem-se esses valores e princípios, afastei-me. Não deixei de gostar do Sporting, ou de desejar as suas vitórias, mas claramente (como já expliquei atrás) reduzi o meu investimento pessoal e emocional. Distanciei-me. Foi o que aconteceu, repito, durante um longo período de mais de 20 anos, em que a podridão do futebol português em geral (corrupção, controlo das arbitragens, etc) e a captura do Sporting ora pela mais pura incompetência trauliteira, ora por interesses privados apostados em servirem-se do clube ao invés de o servir, reduziram o meu envolvimento com o “desporto-rei” e até com o meu clube do coração a uma mera observação à distância.

Tudo isto que vos conto serve de contexto, principalmente para os que me conhecem há menos tempo, e sempre me viram inflamadamente apaixonado pelo jogo e pelo Sporting.
Na verdade, em cerca de 45 anos de sportinguista, a regra em mim foi sempre essa distância prudente, esse quase desinteresse, essa fleuma pouco engajada. Essa regra teve apenas duas excepções (e foram, claramente, excepções): o fim da infância/início da adolescência, um período de 7/8 anos, em que a paixão e o fervor foram alimentados pela alegria contagiante e militante do meu avô, pela prática de desporto no clube, e pelas vitórias no campeonato em 1980 e 1982; e os “anos Bruno de Carvalho”, em que a paixão se reacendeu… por tudo aquilo de que já falei tantas vezes. Tudo junto são só 12 anos, em 45.
Portanto, dito tudo isto, talvez já não vos espante a vocês, como não me espanta a mim, que naturalmente eu me deixe resvalar para essa postura que me é tão familiar de distância “higiénica” do triste espectáculo que é o futebol nacional, espectáculo esse a que o meu clube do coração vai agora, com toda a probabilidade, regressar (assumindo, de caminho, o papel de mansa subalternidade e serventia solícita que os poderes instituídos lhe reservaram).
Espero que com esta longuíssima exposição da história da minha relação com o Sporting possa ter afastado das vossas cabeças a ideia de que o meu afastamento seja algum tipo de “birra”, ou “tique de brunista”. Não é, de facto. E poderia demonstrá-lo com muitos argumentos, mas opto por deixar falar apenas a força desse número: já andei distante do meu Sporting durante mais de 20 anos, e nessa altura não foi porque “destituíram o Bruno”…

Se vou deixar de ser sócio? Não! Desta vez, aprendida a lição de 2011-2013 (e já que a carteira me vai permitindo essa despesa mensal), vou manter-me como sócio, mesmo que no dia-a-dia me distancie e me resguarde. Nunca se sabe quando, no futuro, pode aparecer um projecto para o clube que precise do meu voto… Ou um “projecto” que tenha de ser destituído com esse mesmo voto…

Poderá um projecto directivo, no futuro, voltar a entusiasmar-me, e a dar-me vontade de me envolver com o dia-a-dia do clube? Seguramente que sim! Durante todos aqueles “anos negros” nunca esperei que aparecesse um Bruno de Carvalho… Por isso não posso dizer agora que é impossível que um dia, daqui a um ano ou dez, apareça outro projecto semelhante, ou até diferente para melhor.

Que características teria de ter um tal projecto? A defesa intransigente do Sporting contra todo o tipo de interesses pessoais e comerciais a ele alheios (empresários, agentes, fundos, comissionistas, concessionários); a defesa de um controlo do clube e da SAD por parte dos sócios, evitando ao limite a cessão de controlo a investidores privados; a denúncia inflexível de todos os podres do futebol nacional, incluindo o controlo de órgãos federativos e da Liga, de árbitros e da comunicação social desportiva por parte de alguns clubes (neste momento, basicamente um…), já para não falar da corrupção e viciação de resultados que, felizmente, têm vindo paulatinamente a ser investigadas; a valorização da imagem e da marca “Sporting”, não só através do trabalho de marketing e de aumento da base de adeptos e sócios, mas também pelo reforço de uma relação laboral e contratual com os profissionais das várias modalidades que coloque os interesses do clube acima dos interesses do “grande carrossel” internacional de transferências e comissões; a defesa intransigente da transparência, política e orçamental, na gestão do clube e da SAD; a continuação da aposta no ecletismo, porque o Sporting - como eu sempre aqui disse - é muitíssimo mais do que apenas o futebol sénior masculino, pelo menos para mim; a continuação do assumir de uma posição negocial forte, em todas as frentes, fazendo valer a enorme força social do Sporting, com 170.000 sócios e mais de 3 milhões de adeptos, junto de patrocinadores, emissoras de tv, etc; finalmente, a defesa intransigente da verdade desportiva.
Um dia, no futuro, em que surja um projecto com estas características, apresentado por pessoas dispostas a dar todo o seu suor pelo clube, cá estarei com o meu voto de sócio.

Mas para já, e quase que independentemente da minha vontade, por força exclusiva do esvaziar de um projecto e da energia galvanizadora que ele trazia, o afastamento vai ser real. Não estranhem. Das idas ao estádio; dos ajuntamentos com a família para ver jogos na TV; da “lide” diária de notícias, tweets, fóruns e afins; das conversas de café e picardias de Facebook; etc, etc, etc.

Estou fora. Atento, seguramente, mas fora.
Sei que o meu avô me compreenderia.

Até um dia!

VIVA O SPORTING!


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Muito honestamente e face ao que tem sido feito nos últimos 4 dias creio que já há mais que motivos para exigir o afastamento desta Comissão de Gestão!

- Uma derrota inédita na fortaleza João Rocha
- Comunicados no website indirectamente a incentivar à violência sobre árbitros
- "Presidentes de SAD" a colocarem meretrizes da CMTV à frente de um jogo do Sporting
- Tribuna presidencial vazia num jogo de título
- Miguel Albuquerque sozinho a fazer o trabalho da Comissão de Gestão
- "Os jogadores que rescindiram voltarão"....que orgulho
- Diogo Orvalho a dizer que a AG cumpriu todos os trâmites quando é de conhecimento público que não foi publicada no jornal do Sporting
- Futre possivelmente como director desportivo?
- O processo levantado por Juan Crespo contra os traidores vai cair por terra
- Contrato de Mihajlovic rasgado
- Queiroz é uma forte possibilidade para o Sporting?
- Sousa Cintra associado à SAD no período 2014-2018, ou seja, no futuro, as decisões que foram tomadas na SAD do Sporting entre 2014 e 2018 vão ser associadas também a Sousa Cintra
- Continua a não haver reacções da Comissão de Gestão sobre a vergonha do jogo 3 de futsal
- Continua a não haver reacções da Comissão de Gestão sobre a falência da SAD
- Héldon avaliado em 1,5M vendido por 300 mil euros
- Nuno Dias castigado por 8 dias falhando o jogo 4 e o jogo 5 (se houver)
- Miguel Albuquerque com um processo disciplinar
- Miguel Albuquerque novamente encarregue da comunicação institucional que compete à Comissão de Gestão
- Comissão de Gestão continua a refugiar-se no silêncio face à vergonha que atinge a equipa de futsal
- Gala Honoris cancelada
- Suspeitas que Jorge Mendes vá ficar com 20% da SAD
- Continua por se fechar os 90% da SAD
- Continua por fechar as VMOCS
- Continua por fechar o EO
- Continua por se aprovar um orçamento
- Continua por se fechar o acordo que reduziria o passivo em 100M
- Comunicações feitas na CMTV em vez da Sporting TV
- AG de 30 de Junho adiada, desrespeitando os Sportinguistas que tiveram de mudar toda a sua vida atempadamente para estarem presentes nesse dia
- Ameaças a sócios feitas por JMS
- Inácio está destituído do cargo de Director Desportivo, será mesmo o treinador?
- Bas Dost está mesmo a ser negociado por valores baixos?
- Confirma-se que Tânia Laranjo ficará na frente da Sporting TV?
- Os novos equipamentos terão um design diferente do que era previsto
- Sporting funcionará com um orçamento em duodécimos
- Comissão de Gestão que na melhor das hipóteses trabalha 6 horas por dia em prol do Sporting (das 11h as 17h e assumindo zero horas de almoço!!!)

Já são demasiados erros em apenas 4 dias!!!

Sportinguistas!!! Quiseram demitir uma Direcção competente para termos esta M*RDA à frente?

Os 71% que agora se cheguem à frente e corrijam isto!!! Ou precisam da lavagem cerebral da CS para terem personalidade e tomates?
Muito honestamente e face ao que tem sido feito nos últimos 4 dias creio que já há mais que motivos para exigir o afastamento desta Comissão de Gestão!

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Já são demasiados erros em apenas 4 dias!!!

Sportinguistas!!! Quiseram demitir uma Direcção competente para termos esta M*RDA à frente?

Os 71% que agora se cheguem à frente e corrijam isto!!! Ou precisam da lavagem cerebral da CS para terem personalidade e tomates?

Achas que os *** que votaram na destituição tinham mais alguma intenção que não fosse destituir BdC. Ouvi alguns a dizer: “depois logo se vê”. Não foi por falta de aviso.
Adiaram a AG, para ver se o pessoal desmobiliza, porque sabem que nunca lhes vamos perdoar o que fizeram (por €). Por mim ainda bem que não há, pois não podia ir (sorry) 🙂, mas quando houver, lá estarei a lutar por aquilo que acredito ser o melhor para o SPORTING
SPORTING CLUBE DE PORTUGAL
A MAIOR POTÊNCIA DESPORTIVA NACIONAL

ESFORÇO, DEDICAÇÃO, DEVOÇÃO E GLÓRIA! EIS O SCP