Grupo de Vândalos invade Academia e agride Jogadores

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#NasciLeaoNaoLampiao
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#NasciLeaoNaoLampiao
Se isto fosse um país sério, esse cavalheiro de nome Rui Pereira, há muitos anos que já estava a responder perante um tribunal pelo crime de tráfico de influências.
Mas como isto é um circo, continua com carta branca.
"If you can survive disappointment, nothing can beat you."

(...) But my dreams have been stolen away.
Se isto fosse um país sério, esse cavalheiro de nome Rui Pereira, há muitos anos que já estava a responder perante um tribunal pelo crime de tráfico de influências.
Mas como isto é um circo, continua com carta branca.
Eu propunha outra coisa.
Maçonaria what else... o que não invalida que os grunhos que foram à Academia lixaram o clube.
Achas que alguém que está há 11 anos no futebol, que tem curso de treinador, que está diariamente no balneário, com dirigentes, treinadores, jogadores, staff, dos seniores aos iniciados, não tem toda uma experiência e conhecimento que, sei lá, um gestor, um advogado, um trolha, ainda têm que ir aprendendo ao longo de anos quando chegam à presidência de um clube?
Deparei-me ontem com este video, nem me lembrava desta situação.
Da saga nunca se viu isto em lado nenhum.

Incredulidade e estupefação geral (excepto entre lampiões, G71 e fedricas)
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Causou alguma incredulidade, senão mesmo estupefação, nos meios judiciais, académicos e entre especialistas que investigam e estudam o terrorismo, quando este crime foi apontado aos acusados pela invasão da Academia Sporting, em maio de 2018 - logo na noite da detenção, garantindo que ficavam em prisão preventiva, quando na realidade estavam prestes a ser libertados pela GNR.

O que não se sabia era de onde tinha partido a ideia - contrariada por vários especialistas. Ora, de acordo com o criminalista e fundador do PS, Magalhães e Silva, membro do Conselho Superior do Ministério Público, a tese tem um autor: Rui Pereira, ex-ministro da Administração Interna de José Sócrates.

A teoria de Rui Pereira, lampiurso e paineleiro da CMTV
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O jurista assinala que "nada surpreende" que tal tenha sucedido e atira a segunda "coincidência": um texto de Rui Pereira, publicado em 2004 na revista do MP, no qual escreveu "um agrupamento de duas pessoas que se proponham esbofetear agentes de polícia para os intimidar constitui uma organização terrorista".

O advogado sustenta que "é aqui que, textualmente, vai beber o despacho de acusação (conhecido em novembro passado), incluindo a delirante referência ao "(...) agrupamento de adeptos de uma associação desportiva que se proponham esbofetear atletas para os intimidar", em servil paráfrase da associação de duas pessoas para esbofetear polícias da versão Rui Pereira". Assinala ainda que a mesma "doutrina" que defendeu na televisão foi depois reiterada a 17 de novembro, num artigo intitulado "Crimes de Alcochete".

Insólito: Terrorismo sem investigação da Polícia Judiciária
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Nunes, doutorado em Terrorismo pela Universidade Nova, resume a invasão da academia a um "ato de vandalismo e agressões realizadas por um grupo de pessoas que se juntaram em associação criminosa - ilícitos do foro comum". O que "é muito estranho" para o dirigente do OSCOT é que "tendo o MP diagnosticado este crime não tenha pedido apoio à única polícia com altíssima especialização nesta matéria e que tem competência exclusiva para investigar este crime: a Polícia Judiciária".

Alcochete nas estatísticas de terrorismo: a gargalhada na Europol  :lol:
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"Terrorismo há zero", concorda José Manuel Anes, perito em segurança e criminalidade. "Em lugar nenhum do mundo este caso seria considerado terrorismo. Será uma gargalhada na Europol se ficar registado como tal nas estatísticas internacionais", salienta.
José Manuel Anes desconhece "outro país do mundo" onde alguma vez se tenham "confundido hooligans com terroristas" e avisa: "Não banalizemos o terrorismo!", apela.

O que o MP não demonstra, mas Rui Pereira produz, CMTV amplifica para consumo de G71 e fedricas
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O analista de risco político Diogo Noivo também contraria Rui Pereira, declarando ter "sérias dúvidas que o ocorrido em Alcochete seja terrorismo". Tem quatro argumentos, que, no seu entender, estão por demonstrar nos acontecimentos de Alcochete:

1 - O terrorismo é, por definição, político. A violência, ou a ameaça do seu uso, destina-se a inocular o medo para, dessa forma, condicionar comportamentos sociais e políticos. Estará por demonstrar que a violência em Alcochete esteve ao serviço de um projeto de poder.

2 - Mais importante para o caso em apreço, os alvos diretos do terrorismo nunca são os seus reais destinatários. As vítimas são um símbolo, uma representação daquilo que a organização terrorista entende ser o inimigo (i.e. um agente da polícia enquanto representante da autoridade do Estado, ou um cidadão europeu enquanto símbolo de uma sociedade alegadamente hedonista e "infiel"). Isto dificilmente se verificou em Alcochete, uma vez que os reais destinatários terão sido os jogadores.

3 - Uma das características que distinguem o terrorismo de outras formas de criminalidade organizada é o facto de este precisar de publicidade. Uma organização dedicada ao tráfico de armas não deseja atenção sobre a sua atividade, mas, pelo contrário, o terrorismo precisa de ampla divulgação da sua ação - sob pena de não disseminar o medo, que é o principal objetivo imediato de qualquer terrorismo. Está por demonstrar que os indivíduos envolvidos nas agressões em Alcochete desejassem a ampla divulgação do crime que cometeram.

4 - Por fim, o objetivo último das organizações terroristas não estatais é o Estado e as suas instituições, bem como a sociedade - ou pelo menos uma parte dela. Daí o terrorismo ser tão grave e insidioso. Também este critério dificilmente se verifica no caso de Alcochete.
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/12-jan-2019/interior/ex-ministro-rui-pereira-inspirou-acusacao-de-terrorismo-na-invasao-da-academia-sporting-10428767.html
"Quem, ali do outro lado, tinha definido o ataque ao Benfica como principal instrumento da sua promoção individual, foi corrido pelos que achava serem seus. Espero que este gesto seja o princípio de uma regularização da vivência institucional que deve caracterizar os maiores clubes nacionais" (Luís Filipe Vieira, presidente de SAD acusada de vários crimes no E-Toupeira, explica, a 28-09-2018, o papel de Marta Soares, Henrique Monteiro, Torres Pereira, Sousa Cintra e G71).


Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Parece-me que esse assassino já está em liberdade.



Terrorismo? Pois não interessa a ninguém, o gajo também já vai em liberdade com defesa paga pelo benfica. Já agora, porque é que LFV não é preso por autoria moral deste crime? Afinal de contas incentivou ao ódio ao rejeitar o convite para a tribuna e ao perguntar o que fazia o adepto sportinguista lá aquela hora.



Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Quantos detidos?



Será que os jogadores de futebol têm estatuto especial? Ou será que há lampiões que fizeram o mesmo ou pior e nada lhes aconteceu? O porto pode ter corrompido, pode ter feito um monte de m**** com o PdC como cara disso tudo, mas nunca vi o PdC a gozar com a morte de um adepto rival. O LFV é do pior tipo de escumalha que anda por este país.

#NasciLeaoNaoLampiao
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MATHIEU RECORDA ALCOCHETE: «NÃO SE PODE METER TUDO EM CAUSA POR 50 PESSOAS»
SPORTING 15-01-2019 21:56
Por
Redação
Ainda na entrevista ao Foot Mercato, Mathieu não deixou de recordar o triste episódio do ataque à Academia de Alcochete, em maio passado.

 

«Esse acontecimento arruinou o final da temporada porque não treinámos durante uma semana. Estávamos todos assustados, foi um momento difícil de ultrapassar. Agora as coisas estão melhores, mais calmas... A relação com os adeptos está melhor e não podemos meter tudo em causa por causa de 40 ou 50 pessoas.»

A Bola



Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Parece-me que esse assassino já está em liberdade.



Terrorismo? Pois não interessa a ninguém, o gajo também já vai em liberdade com defesa paga pelo benfica. Já agora, porque é que LFV não é preso por autoria moral deste crime? Afinal de contas incentivou ao ódio ao rejeitar o convite para a tribuna e ao perguntar o que fazia o adepto sportinguista lá aquela hora.



Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Quantos detidos?



Será que os jogadores de futebol têm estatuto especial? Ou será que há lampiões que fizeram o mesmo ou pior e nada lhes aconteceu? O porto pode ter corrompido, pode ter feito um monte de m**** com o PdC como cara disso tudo, mas nunca vi o PdC a gozar com a morte de um adepto rival. O LFV é do pior tipo de escumalha que anda por este país.



Pode-se acrescentar a essa lista os "adeptos do continente", na deslocação aos Açores. Parece que um foi apanhado, os outros mergulharam em profundidade e estão já próximos da costa continental.
Rui Pereira diria "não, terrorismo não inclui ilhas, os Açores não são um estado soberano" (ou qualquer coisa pateta)

"If you can survive disappointment, nothing can beat you."

(...) But my dreams have been stolen away.
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Suspeito da invasão a Alcochete foi detido em Angola
Trata-se de Alano Silva, braço-direito do líder da Juve Leo

Um dos suspeitos da invasão a Alcochete, em maio do ano passado, foi detido em Angola. Alano Silva, braço-direito do líder da Juve Leo, Mustafá, foi capturado na sequência do mandado de detenção internacional entretanto emitido pelo DIAP de Lisboa.

O adepto estava a ser procurado pelas autoridades portuguesas desde a primeira operação realizada pela Guarda Nacional Republicana, e que terminou com a detenção de 23 adeptos. O ex-dirigente da claque leonina acabou por escapar e viajou para Angola, de forma a evitar um cenário de prisão preventiva que foi aplicada a todos os elementos detidos na citada operação.

Apesar de ter sido apanhado em Angola, é quase certo que Alano Silva não venha agora a ser extraditado para Portugal, pois tem nacionalidade angolana. A procuradora Cândida Vilar decidiu que não irá acusar este suspeito no mesmo inquérito, mas poderá acusá-lo à parte num processo em crimes que variam entre o terrorismo, sequestro, ofensas à integridade física, ameaças, dano e incêndio.


Record
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Ataque à Academia: Instrução arranca a 6 de março e Bruno de Carvalho é ouvido a 13
Para o primeiro dia estão agendadas audições de três dos arguidos

A instrução do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, inicia-se em 6 de março, no Campus da Justiça, em Lisboa, e o antigo presidente do clube Bruno de Carvalho vai ser ouvido uma semana depois.

Fonte judicial explicou esta quinta-feira à agência Lusa que o processo pertence ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro, mas, por razões de logística e de instalações, o juiz Carlos Delca determinou que a instrução, fase facultativa em que um juiz de instrução criminal decide se o processo segue e em que moldes para julgamento, decorra na nova sala do Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa.

Para o primeiro dia, 6 de março, às 10, 11 e 14 horas, estão agendadas audições de três dos arguidos e no dia seguinte será ouvido um quarto arguido e respetivas testemunhas por si arroladas.

O juiz Carlos Delca (foi o juiz da fase de inquèrito e será o juiz desta fase instrutória) marcou para dia 13 de março, às 10 horas, a audição do antigo presidente do Sporting e a inquirição de testemunhas indicadas por Bruno de Carvalho.

A fase de instrução foi requerida por mais de uma dezena de arguidos, entre os quais o ex-presidente do Sporting e o antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto.

Nuno Mendes, conhecido como 'Mustafá' e líder da claque Juventude Leonina ('Juve Leo'), ao contrário do que a sua defesa tinha anunciado no ano passado, não requereu a abertura de instrução.

Segundo a mesma fonte judicial, Fernando Mendes, ex-líder da 'Juve Leo', assim como outros arguidos, entregaram o requerimento de abertura de instrução já fora do prazo.

Em janeiro deste ano, o TIC do Barreiro declarou a especial complexidade do processo da invasão à Academia do Sporting, pedida pelo Ministério Público, o que, consequentemente, dilatou o prazo de prisão preventiva dos arguidos.

Esta decisão teve como consequência direta o alargamento do prazo (até 21 de setembro deste ano) para que o TIC do Barreiro profira a decisão instrutória (se o processo segue para julgamento), sem que 23 dos arguidos sejam colocados em liberdade.

Os primeiros 23 detidos pela invasão à Academia e consequentes agressões a técnicos, futebolistas e outros elementos da equipa leonina, ocorridas em 15 de maio do ano passado, ficaram todos sujeitos à medida de coação de prisão preventiva em 21 de maio.

Em 15 de novembro, exatamente seis meses após o ataque à Academia, a procuradora Cândida Vilar (que será a procuradora do Ministério Público na fase de instrução), do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, deduziu acusação contra 44 arguidos, incluindo o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e 'Mustafá'.

Dos 44 arguidos do processo, 38 mantêm-se sujeitos à medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva. Os restantes seis arguidos, incluindo o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e o líder da claque 'Juve Leo', encontram-se em liberdade, sendo que estes dois últimos estão obrigados a apresentações diárias às autoridades.

A procuradora do MP não recorreu da medida de coação aplicada a Bruno de Carvalho, mas apresentou recurso quanto à de Nuno Mendes, não havendo ainda decisão.

O antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto está entre os arguidos presos preventivamente, sendo acusado da autoria moral do ataque, tal como Bruno de Carvalho e 'Mustafá'.

Aos arguidos, que participaram diretamente no ataque, o MP imputa-lhes a coautoria de crimes de terrorismo, 40 crimes de ameaça agravada, 38 crimes de sequestro, dois crimes de dano com violência, um crime de detenção de arma proibida agravado e um de introdução em lugar vedado ao público.

Bruno de Carvalho, 'Mustafá' e Bruno Jacinto estão acusados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, 19 de ofensa à integridade física qualificada, 38 de sequestro, um de detenção de arma proibida e crimes que são classificados como terrorismo, não quantificados. O líder da claque Juventude Leonina está também acusado de um crime de tráfico de droga.

Este mês, um dos suspeitos do ataque à academia do Sporting foi detido em Angola, disse anteriormente à Lusa outra fonte judicial, acrescentado tratar-se do 'braço direito' do líder da claque 'Juve Leo'.

Segundo esta mesma fonte, Alano Silva, considerado um elemento "muito próximo" de 'Mustafá', terá viajado para Angola logo após a operação da GNR que culminou com a detenção do primeiro grupo de 23 suspeitos.

A detenção ocorreu na sequência de um mandado de detenção internacional emitido pelo DIAP de Lisboa, mas como este suspeito tem nacionalidade angolana, é "quase certo" que não seja extraditado para Portugal, ainda que possa vir a ser julgado em Angola pelo ataque à Academia.


Record
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Tribunal do Barreiro recusa ouvir Jorge Jesus e William de Carvalho na fase de instrução
'Correio da Manhã' avança que treinador e jogador só serão ouvidos em julgamento

O tribunal do Barreiro recusa ouvir como testemunhas na fase de instrução do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, o Jorge Jesus e William de Carvalho, avança o Correio da Manhã.

Ataque à Academia: Instrução arranca a 6 de março e Bruno de Carvalho é ouvido a 13

A instrução do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, inicia-se em 6 de março, no Campus da Justiça, em Lisboa, e o antigo presidente do clube Bruno de Carvalho vai ser ouvido uma semana depois.

Fonte judicial explicou esta quinta-feira à agência Lusa que o processo pertence ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro, mas, por razões de logística e de instalações, o juiz Carlos Delca determinou que a instrução, fase facultativa em que um juiz de instrução criminal decide se o processo segue e em que moldes para julgamento, decorra na nova sala do Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa.

Para o primeiro dia, 6 de março, às 10, 11 e 14 horas, estão agendadas audições de três dos arguidos e no dia seguinte será ouvido um quarto arguido e respetivas testemunhas por si arroladas.

O juiz Carlos Delca (foi o juiz da fase de inquèrito e será o juiz desta fase instrutória) marcou para dia 13 de março, às 10 horas, a audição do antigo presidente do Sporting e a inquirição de testemunhas indicadas por Bruno de Carvalho.

A fase de instrução foi requerida por mais de uma dezena de arguidos, entre os quais o ex-presidente do Sporting e o antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto.

Nuno Mendes, conhecido como 'Mustafá' e líder da claque Juventude Leonina ('Juve Leo'), ao contrário do que a sua defesa tinha anunciado no ano passado, não requereu a abertura de instrução.

Segundo a mesma fonte judicial, Fernando Mendes, ex-líder da 'Juve Leo', assim como outros arguidos, entregaram o requerimento de abertura de instrução já fora do prazo.

Em janeiro deste ano, o TIC do Barreiro declarou a especial complexidade do processo da invasão à Academia do Sporting, pedida pelo Ministério Público, o que, consequentemente, dilatou o prazo de prisão preventiva dos arguidos.

Esta decisão teve como consequência direta o alargamento do prazo (até 21 de setembro deste ano) para que o TIC do Barreiro profira a decisão instrutória (se o processo segue para julgamento), sem que 23 dos arguidos sejam colocados em liberdade.
 
Os primeiros 23 detidos pela invasão à Academia e consequentes agressões a técnicos, futebolistas e outros elementos da equipa leonina, ocorridas em 15 de maio do ano passado, ficaram todos sujeitos à medida de coação de prisão preventiva em 21 de maio.

Em 15 de novembro, exatamente seis meses após o ataque à Academia, a procuradora Cândida Vilar (que será a procuradora do Ministério Público na fase de instrução), do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, deduziu acusação contra 44 arguidos, incluindo o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e 'Mustafá'.

Dos 44 arguidos do processo, 38 mantêm-se sujeitos à medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva. Os restantes seis arguidos, incluindo o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e o líder da claque 'Juve Leo', encontram-se em liberdade, sendo que estes dois últimos estão obrigados a apresentações diárias às autoridades.

A procuradora do MP não recorreu da medida de coação aplicada a Bruno de Carvalho, mas apresentou recurso quanto à de Nuno Mendes, não havendo ainda decisão.

O antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto está entre os arguidos presos preventivamente, sendo acusado da autoria moral do ataque, tal como Bruno de Carvalho e 'Mustafá'.

Aos arguidos, que participaram diretamente no ataque, o MP imputa-lhes a coautoria de crimes de terrorismo, 40 crimes de ameaça agravada, 38 crimes de sequestro, dois crimes de dano com violência, um crime de detenção de arma proibida agravado e um de introdução em lugar vedado ao público.

Bruno de Carvalho, 'Mustafá' e Bruno Jacinto estão acusados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, 19 de ofensa à integridade física qualificada, 38 de sequestro, um de detenção de arma proibida e crimes que são classificados como terrorismo, não quantificados. O líder da claque Juventude Leonina está também acusado de um crime de tráfico de droga.

Este mês, um dos suspeitos do ataque à academia do Sporting foi detido em Angola, disse anteriormente à Lusa outra fonte judicial, acrescentado tratar-se do 'braço direito' do líder da claque 'Juve Leo'.

Segundo esta mesma fonte, Alano Silva, considerado um elemento "muito próximo" de 'Mustafá', terá viajado para Angola logo após a operação da GNR que culminou com a detenção do primeiro grupo de 23 suspeitos.

A detenção ocorreu na sequência de um mandado de detenção internacional emitido pelo DIAP de Lisboa, mas como este suspeito tem nacionalidade angolana, é "quase certo" que não seja extraditado para Portugal, ainda que possa vir a ser julgado em Angola pelo ataque à Academia.


Record


Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Parece-me que esse assassino já está em liberdade.



Terrorismo? Pois não interessa a ninguém, o gajo também já vai em liberdade com defesa paga pelo benfica. Já agora, porque é que LFV não é preso por autoria moral deste crime? Afinal de contas incentivou ao ódio ao rejeitar o convite para a tribuna e ao perguntar o que fazia o adepto sportinguista lá aquela hora.



Terrorismo? Quantos detidos?



Terrorismo? Quantos detidos?



Será que os jogadores de futebol têm estatuto especial? Ou será que há lampiões que fizeram o mesmo ou pior e nada lhes aconteceu? O porto pode ter corrompido, pode ter feito um monte de m**** com o PdC como cara disso tudo, mas nunca vi o PdC a gozar com a morte de um adepto rival. O LFV é do pior tipo de escumalha que anda por este país.



Que raça daninha.
Veja as diferenças com Alcochete :)

https://benfica73.blogs.sapo.pt/578104.html
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Jesus conta como recebeu adeptos que “invadiram” Seixal
Novembro 14 2010



O treinador do Benfica, Jorge Jesus, revelou ontem ao nosso jornal a forma como viveu e encarou a invasão do treino matinal por parte de um grupo de mais de cem adeptos, protesto que resultou na interrupção dos trabalhos da equipa no centro de estágio do Seixal.
«Disseram-me que havia cerca de cem adeptos que queriam assistir ao treino e eu, como em ocasiões anteriores, dei autorização. Alguns deles falaram comigo e mostraram insatisfação pelo momento que estamos a viver. Ando nesta vida há muitos anos, nunca fui de me esconder, sei que o futebol é emoção e entendo o que sentem. Mas também lhes manifestei que ninguém está mais insatisfeito do que nós e que o caminho é dar a volta por cima à situação. É isso que vamos fazer!», descreveu o técnico.
O referido grupo de adeptos, alegadamente pertencente (pelo menos na sua maioria) à claque não oficial no name boys - o Benfica, note-se, não tem claques legalizadas - fez questão de mostrar, de forma clara, que não aceita o actual momento da equipa, com um rendimento global bem inferior ao da época passada e que culminou, há uma semana, com a goleada e humilhação sofridas no Estádio do Dragão, frente ao rival FC Porto (0-5).
Tudo aconteceu pela manhã, numa altura em que decorria o último treino antes da recepção de hoje à Naval. O grupo juntou-se em frente à entrada principal do complexo encarnado e ameaçou entrar a bem ou a mal. Para evitar males maiores, terá sido o próprio Jorge Jesus, pelas 11.15 horas, a autorizar o acesso dos adeptos ao campo principal, onde a equipa trabalhava, mas estes não se deslocaram para a bancada, antes directamente para o relvado, interrompendo a sessão para pedir satisfações aos jogadores e, sobretudo, ao treinador.
Ali permaneceram durante aproximadamente trinta minutos, voltando a sair pelo seu próprio pé sem que a polícia tivesse aparecido - só mais tarde os agentes da autoridade compareceram no local para tomar conta da ocorrência, mas não foi possível apurar a hora a que foram chamados.
Só violência verbal
O momento foi de elevada tensão, mas não houve qualquer tipo de violência física, apenas verbal, nomeadamente insultos. Jorge Jesus foi o principal alvo, mas também vários jogadores foram interpelados, casos dos capitães Nuno Gomes e Luisão ou dos centrais David Luiz e Sidnei, entre outros.
O treinador encarnado ouviu as críticas e pedidos de satisfação, tendo sido confrontado, por exemplo, com os três golos sofridos com o Lyon, na parte final do jogo, e as alterações no Dragão, especialmente a ausência de Saviola e a utilização de David Luiz a defesa esquerdo, apontadas como principais causas para a derrota histórica.


https://www.dn.pt/desporto/benfica/interior/claque-decidiu-invasao-do-treino-na-quarta-feira-1710276.html
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Claque decidiu invasão do treino na quarta-feira
No Name interrompem sessão e pedem explicações a Jesus.

CARLOS NOGUEIRA
14 Novembro 2010 — 01:00

Um grupo de cerca de 50 elementos da claque não oficial No Name Boys estiveram ontem no centro de estágio do Benfica, no Seixal, com o objectivo de pedir explicações ao treinador Jorge Jesus e aos jogadores, ainda devido à goleada sofrida domingo no Dragão, frente ao FC Porto, por 5-0.

Segundo fonte oficial do clube, o grupo de adeptos terá sido autorizado a entrar na parte final do treino, que era suposto realizar-se à porta fechada. A claque interrompeu mesmo a parte final do treino e esteve à conversa com Jorge Jesus, que falou sobre o "desastre" registado com o FC Porto.

Ao que o DN apurou, os No Name Boys combinaram esta inédita invasão ao Seixal numa reunião realizada na quarta-feira ao final da tarde no Estádio da Luz, tendo sido esta a forma encontrada para chamar a atenção do grupo de trabalho para um início de época pouco conseguido e no qual a goleada perante o rival FC Porto terá sido a gota de água.

Jorge Jesus tem sido o alvo da contestação encarnada, sobretudo por causa de algumas opções tomadas no Dragão. Por isso mesmo, o presidente Luís Filipe Vieira optou ontem por defender o treinador de todas as críticas de que tem sido alvo. "Que fique bem claro para todos que Jorge Jesus não está a prazo, mas sim comprometido e empenhado em continuar a trabalhar e a dar ao Benfica o melhor do seu saber e competência", disse na Nazaré, onde inaugurou a nova imagem da casa do clube.

O líder encarnado assegurou que "não tem memória curta", lembrando que esta é "a mesma equipa e o mesmo treinador que conquistou o 32.º título de campeão", defendendo que "ninguém perdeu competência e ambição".

Vieira aproveitou ainda para apelar aos adeptos para "manterem a confiança na equipa" e deixou uma bicada aos adversários: "Não fico feliz pelo insucesso dos rivais, ao contrário de outros que se alimentam do mal alheio e fazem disso o seu principal motivo e sentido de vida." Vieira acredita que o Benfica vai "ficar mais forte" após superar este momento difícil, recordando que "a história do clube é de persistência, carácter, querer, resistência e sucesso".






PS: e os problemas no Seixal continuam, não foi facil digerir os 5-0



https://www.fcporto.ws
Há algo que eu não entendo.
Fosse eu advogado dos vândalos e já tinha levado o estado português ao tribunal europeu.
Na realidade estão presos além do que seria permitido se não fossem erradamente acusados de terrorismo.

Numa sociedade onde até já existe pelotões de salvamento a animais que nem discordo... Esquecer o ser humano e privar alguém da sua liberdade por motivos de interesses e afins se me faço entender...

 Não se pode cometer um crime com a desculpa de outro crime...
O que estão a fazer é crime, se achas que terror é ver alguém com um cinto ou tochas, que nunca tenhas de estar perante o canudo de uma arma ...

Terrorismo só faz sentido quando há um motivo político ou está envolvido e esse crime até está a ser cometido pelo próprio estado da suposta república.

« Última modificação: Fevereiro 11, 2019, 10:53 am por MIG13 »
"If you can survive disappointment, nothing can beat you."

(...) But my dreams have been stolen away.
Os últimos dias foram pródigos em ataques terroristas. Na Nova Zelândia ou na Holanda.

Nada comparável ao terrorismo de Alcochete, um dos casos mais graves e hediondos a que a humanidade assistiu.

Deve ser ultrajante para qualquer familiar das vítimas das mesquitas de Christchurch ou do eléctrico de Utrecht pensar que há um ponto no universo onde ainda hoje se chora pelos indefesos que foram barbaramente agredidos do balneário de Alcochete

Isto só mesmo num país do faz-de-conta, onde se brinca com coisas sérias para extrair benefícios manhosos :o
"Quem, ali do outro lado, tinha definido o ataque ao Benfica como principal instrumento da sua promoção individual, foi corrido pelos que achava serem seus. Espero que este gesto seja o princípio de uma regularização da vivência institucional que deve caracterizar os maiores clubes nacionais" (Luís Filipe Vieira, presidente de SAD acusada de vários crimes no E-Toupeira, explica, a 28-09-2018, o papel de Marta Soares, Henrique Monteiro, Torres Pereira, Sousa Cintra e G71).