Acções da Sporting SAD - Psi-Geral

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EMISSÃO OBRIGACIONISTA DO SPORTING "CONGELADA" À ESPERA DE ESTABILIZAÇÃO NA SAD
CMVM esclarece que está a analisar o processo

O prospecto da emissão obrigacionista da SAD do Sporting não deverá ser aprovado enquanto se mantiver a instabilidade em torno do clube, apurou o Negócios. Isto significa que a operação ficará "congelada" até que haja sinais de estabilidade. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) apenas esclarece que está a analisar o processo.

A sucessão acelerada de desenvolvimentos em torno da SAD do Sporting está a ter impacto nos planos de avançar com uma emissão obrigacionista. Isto porque a instabilidade vivida no seio da SAD sportinguista deverá dificultar a aprovação do prospecto da emissão, sendo necessária alguma estabilidade para que se considere que há condições para avançar com a operação.

"A emissão do empréstimo obrigacionista encontra-se sujeito a autorização prévia da CMVM que implica também a aprovação de um prospecto. O emitente já entregou uma proposta de prospecto na CMVM", adiantou fonte oficial da CMVM ao Negócios. "Entretanto foram pedidos esclarecimentos adicionais sobre o mesmo à SAD do Sporting. É normal que o processo conducente à aprovação de um prospecto conheça várias interacções entre a CMVM e os emitentes, no caso em apreço convém ter em conta que têm ocorrido quase diariamente desenvolvimentos informativos em torno da sociedade emitente", acrescentou a mesma fonte.

A direcção do Sporting anunciou, na sexta-feira, que iria avançar com a emissão obrigacionista de 15 milhões de euros, originalmente prevista para finais de Maio ou início de Junho.  No comunicado onde informou ter criado uma Comissão Transitória da Mesa da Assembleia Geral, substituindo a actual Mesa da Assembleia Geral, que se encontra demissionária, o Conselho Directivo do clube refere que as várias medidas deliberadas asseguram "o normal funcionamento do clube".

A direcção liderada por Bruno de Carvalho assegurava que, com estas medidas, garantia a "continuidade de processos como o empréstimo obrigacionista da SAD e a contratualização da reestruturação financeira".

Bruno de Carvalho já tinha, a 24 de Maio, referido que a convocatória de uma assembleia geral para destituir a direcção do clube colocava em causa o empréstimo obrigacionista, bem como a preparação da época, a contratação e venda de jogadores e a nova reestruturação financeira.

A emissão obrigacionista prevista para esta altura pela direcção do Sporting destinava-se a financiar a gestão de tesouraria e investimentos em estruturas, como a Academia Sporting, em Alcochete. Esta emissão, no valor de 15 milhões de euros, destina-se ao público em geral, tem uma maturidade de dois anos e meio e uma taxa de juro proposta de 6%.


Record
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E se o Sporting não conseguir emitir dívida?

Jogadores com salários em falta, fornecedores e banca com pagamentos em risco. Se o Sporting falhar a emissão de dívida, Bruno de Carvalho terá de enfrentar muito mais do que uma crise diretiva.

Se o empréstimo obrigacionista do Sporting não avançar, Bruno de Carvalho arrisca-se a enfrentar muito mais do que uma crise diretiva. A SAD leonina dificilmente terá como pagar salários dos seus trabalhadores e colaboradores, incluindo dos jogadores. Não haverá dinheiro para fazer face a encargos imediatos como faturas da luz e da água, por exemplo. E banca e Estado também poderão fazer parte da lista de “lesados do Sporting”.

Mas estas serão apenas consequências mais imediatas caso a emissão de dívida de 15 milhões permaneça na gaveta. Outras consequências poderão passar pela venda de ativos ao desbarato ou pela entrada de investidores abutres. Enquanto o prospeto desta operação continua parado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) devido à turbulência que tem afetado a vida do clube nos últimos dias, este parece ser um cenário bem real. É que a vida continua e há contas para pagar.

“Em abril último, a direção da SAD do Sporting aludia a este empréstimo como respondendo a necessidades decorrentes da dívida e de tesouraria. A tesouraria está afeta à liquidez mais imediata de uma entidade e serve para cumprir com as obrigações de curto prazo perante terceiros”, explica o professor de Economia da Universidade do Minho, Paulo Reis Mourão, especialista em finanças desportivas.

“Serão afetados por uma falta de liquidez de tesouraria os fornecedores de bens e serviços priorizados e em segunda ordem (por exemplo, fornecedores com o prazo de pagamento em atraso há dois e três meses), mas sobretudo funcionários e colaboradores e, em última análise, entidades bancárias e o próprio Estado nos impostos devidos no horizonte do momento crítico”, acrescenta.

Talvez por isso se perceba aquilo que tem sido a dramatização das declarações de Bruno de Carvalho a propósito da convocação de uma assembleia geral extraordinária com vista à sua destituição.

Houve quem achasse uma chantagem da parte do presidente leonino quando disse, a 24 de maio, que o “agendamento precipitado de uma assembleia com o propósito de discutir a continuidade do atual conselho diretivo trava de imediato o lançamento do empréstimo obrigacionista, sem o qual o clube e a SAD deixarão de ter capacidade para fazer face a compromissos imediatos“.

Porém, fonte oficial do clube havia adiantado ao Correio da Manhã que essa chantagem de incumprimento pode ser mais do que simples bluff. Isto porque os salários de junho e pagamentos à banca e fornecedores se encontram totalmente dependentes desta emissão obrigacionista. E esta quarta-feira o administrador que negou que o Sporting estava em risco de insolvência abandonou a SAD…

Este problema de falta de dinheiro traz um outro consigo. Sem dinheiro, a SAD vê-se obrigada a vender os anéis à pressa e com desconto para evitar o default a todo o custo.

“Não me espantaria que no próximo setembro estejamos a concluir que o Sporting perdeu mais de 50% do potencial de transferências previsto no último março“, diz Reis Mourão. “O mercado de transferências não tem pena dos clubes e vai aproveitar a situação em seu favor. Imagine-se que alguém precisa de vender a casa para liquidar dívidas maiores. Obviamente que, a menos que encontre um comprador piedoso, os agentes imobiliários vão aproveitar-se da urgência“, sublinha este especialista em finanças desportivas.

Que futuro?
O Sporting já pediu para adiar seis meses o reembolso de 35 milhões de euros por manifesta falta de capacidade de se financiar hoje em dia no mercado num clima de alta instabilidade. Assim, em novembro próximo, quando estiver a vencer o prazo deste empréstimo, a SAD vai colocar um outro no mesmo montante para proceder ao chamado roll over da dívida, em que substitui um empréstimo por outro. Mas a que custo?

Adiar o reembolso “obviamente obriga a uma reflexão maior destes detentores de capital para um segundo investimento no Sporting”, considera o professor de Economia. E talvez os 6,25% de taxa de juro que pagou naquela emissão sejam agora insuficientes para voltar convencer os investidores.

Posto isto, o futuro encaminha-se para uma indefinição no seio de um dos três maiores clubes portugueses “e, em última análise, uma eternização da situação empobrecerá a indústria desportiva profissional do nosso país”, diz Reis Mourão.

No caso do Sporting, o docente minhoto acredita que “vários desenhos de direção estejam decerto suportados por investidores e grupos de financiamento”. Mas o académico lembra-se muito bem como se costuma desenrolar a história quando uma crise se abate sobre empresas ou país. “E as Finanças desportivas estão recheadas destes especuladores que há muito reservaram estadia perto de Alvalade“, conta Reis Mourão.

Por outras palavras, há quem queira aproveitar-se da carcaça do leão.


Sapo
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SAD DO SPORTING COM 40% DOS PRÉMIOS DA ÉPOCA PASSADA
Resultados financeiros contaram

A administração executiva da SAD terá ficado com 40% dos prémios referente à época passada. Os administradores Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, Rui Caeiro e Guilherme Pinheiro preenchiam estes cargos até à passada quarta-feira.

Para justificarem esta divisão, os quatro responsáveis da SAD terão assumido o critério de juntar os resultados desportivos aos resultados financeiros, uma decisão que possibilitou aos quatro administradores terem ficado com quase metade do bolo. Recorde-se que os prémios, por norma, são distribuídos entre os atletas, técnicos, staff e equipa médica.

Destes três elementos, os únicos que se mantêm em funções são Bruno de Carvalho, Carlos Vieira e Rui Caeiro após a demissão de Guilherme Pinheiro, anunciada na passada quarta-feira. O administrador nomeado pela Holdimo, Nuno Correia da Silva, não recebeu qualquer prémio pois é um administrador não executivo, logo não tem direito a qualquer verba.

Record

Este tópico não é enganador? Já não estão em queda.
Por ti contra tudo e todos!
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SPORTING EM FALÊNCIA TÉCNICA EM TERMOS CONTABILÍSTICOS
Depois da rescisão de Bruno Fernandes

A 31 de março, o Sporting tinha um ativo total na SAD de 275,392 milhões de euros, 78,599 milhões dos quais relativos ao valor do plantel, e um passivo ligeiramente inferior, de 267,896 milhões de euros. Contas feitas, resulta num capital próprio de 7,496 M€. Ora, a rescisão de contrato por parte de Bruno Fernandes, um jogador que não foi formado no Sporting, deixa a sociedade que gere o futebol dos leões em falência técnica, pois o internacional português custou 9,6 milhões de euros, valor que é subtraído ao ativo total, que fica agora em sensivelmente em 265 M€.

Com o médio a terminar o seu contrato de forma unilateral, o valor do plantel sofreu uma redução correspondente ao jogador em causa, afetando o total do ativo que, assim, fica abaixo do passivo. É esta a circunstância que, em termos meramente contabilísticos, traduz o cenário de falência técnica. A verdade é que o impacto de uma situação destas ainda pode ser facilmente contornável e sempre em termos contabilísticos. Basta que, enquanto decorrerem recursos para os tribunais, o valor do plantel não seja alterado, o que é possível. De referir também que os futebolistas da formação não entram nesta contabilidade, o que desde logo influência, negativamente, o resultado final.

Record
Estes gajos não aprendem. :lol:
O Godinho explica ...

Ou pode ser tb o @chuck_Norris  . Aguardemos !
Eu não tenho nada para explicar.

Mas se for preciso desmontar o Boneco que tu aqui és, com alguns posts do passado. Também se faz.
"Brace Yourselves, Winter is Coming. "
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AÇÕES DO SPORTING TROPEÇAM 6% APÓS ANÚNCIO DE NOVAS RESCISÕES
Foram já seis os jogadores a rescindirem

No primeiro momento de negociação em bolsa nesta terça-feira, as ações do Sporting desvalorizaram 6,15% para os 61 cêntimos, o valor mais baixo desde 4 de abril deste ano. A cotada não negociava há uma semana.

Às 10h30 da sessão de hoje foram negociadas 1.562 acções do Sporting, o que está perto da média diária de negociação da cotada. A queda das acções acontece um dia depois de uma série de rescisões que voltam a penalizar as contas do clube, após as saídas de Rui Patrício e Podence. Mas ainda pode haver mais saídas: os restantes jogadores têm até dia 14 de Junho, quarta-feira, para decidir se abandonam o clube.

De acordo com o Record, ao todo, os jogadores que rescindiram até ao momento - Rui Patrício, Daniel Podence, William Carvalho, Gelson Martins, Bruno Fernandes e Bas Dost - representavam um valor de mercado de 186 milhões de euros. A cláusula de rescisão dos seis jogadores ascendia aos 370 milhões de euros.

Em reacção esta segunda-feira à noite, Bruno de Carvalho afirmou que as rescisões "não têm fundamento ao nível de justa causa". "É tão fraca a argumentação que já se percebeu que não são para serem levados até ao fim", disse o presidente do Sporting, admitindo, no entanto, que se os jogadores se comprometerem por escrito a voltar ao Sporting pode demitir-se agora. Mas para convocar eleições. E as premissas têm de manter-se se voltar a ganhar, ou seja, os jogadores não poderiam sair.

A negociação em bolsa poderá voltar a ocorrer esta tarde. Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10h30 e outra às 15h30.

Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas. Isso tem acontecido em várias sessões também por falta de correspondência entre as ordens de venda e de compra.


Record
O mais engraçado é que mesmo assim não chegaram aos .60€, quanto mais aos .55€ que foi o mínimo este ano. :rotfl:

Continuam a tentar a impingir a ideia peregrina de que isto serve para alguma coisa.
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AÇÕES DO SPORTING DISPARAM MAIS DE 29%
Desempenho surge numa altura de grande incerteza em Alvalade

As ações da SAD do Sporting subiram 29,51% para 0,79 euros, tendo trocado de mãos 3.204 acções esta sessão. Um volume que supera a média diária dos últimos seis meses (1.629).

Este desempenho surge numa altura de grande incerteza dentro do clube de futebol, com vários jogadores da equipa principal a apresentarem pedidos de rescisão de contrato, alegando justa causa, e a liderança do clube sob pressão.

A comissão de fiscalização, nomeada pela Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal (SCP), decretou esta quarta-feira, 13 de Junho, a "suspensão preventiva com efeitos imediatos" dos membros do conselho directivo do clube, liderado por Bruno de Carvalho.

Já o conselho diretivo alega que a comissão de fiscalização não tem esse poder. E Bruno de Carvalho diz que "amanhã lá estaremos a trabalhar normalmente".

Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10h30 e outra às 15h30.

Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% face à última negociação (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas.

Record
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AÇÕES DO SPORTING DESLIZAM MAIS DE 17,5%
FC Porto também a cair e Benfica a subir

As ações da SAD do Sporting desceram 17,72% para 0,65 euros, tendo trocado de mãos 787 ações. Esta queda surge um dia depois de ter terminado o prazo para os jogadores da equipa principal de futebol rescidirem contrato apresentando justa causa, devido aos incidentes em Alcochete.
Os jogadores que apresentaram o pedido de rescisão foram: Rúben Ribeiro, Rodrigo Battaglia, Rafael Leão, Bas Dost, Gelson Martins, William Carvalho, Bruno Fernandes, Rui Patrício e Daniel Podence.


Esta manhã já todas as SAD negociaram, com a do FC Porto a registar uma queda superior a 5% para 0,615 euros, com apenas cinco ações negociadas. Os títulos da SAD do Benfica sobem 1,5% 1,355 euros, tendo transacionado 125 ações.

Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10h30 e outra às 15h30.

Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% face à última negociação (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas. Contudo, na chamada seguinte a variação já pode superar os 10%, porque o valor de referência vai mudando.

Record
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SPORTING DISPARA 20% COM APENAS 145 AÇÕES NEGOCIADAS
Subida permite recuperar do tombo de 17,72% sofrido na sexta-feira

O Sporting recuperou esta segunda-feira na bolsa portuguesa, sendo que na chamada das 10:30 as acções disparam 20% para 0,78 euros. Foram transaccionados apenas 145 títulos, o que se situa bem abaixo da média diária dos últimos seis meses: 1.622 acções.

A subida de hoje permite recuperar do tombo de 17,72% sofrido na sexta-feira, em linha com a forte volatilidade registada pelos títulos nas últimas sessões (dispararam 29,51% na quarta-feira, 13 de Junho) e com os dias turbulentos vividos pelo clube nas últimas semanas.

Na sexta-feira as acções estiveram a reagir à rescisão de jogadores: Rúben Ribeiro, Rodrigo Battaglia, Rafael Leão, Bas Dost, Gelson Martins, William Carvalho, Bruno Fernandes, Rui Patrício e Daniel Podence.

A evolução das acções acontece a poucos dias da assembleia geral que pode ser decisiva para o futuro do clube. Os sócios do Sporting vão reunir-se em assembleia geral extraordinária a 23 de Junho, sendo que em cima da mesa está a destituição do conselho directivo liderado por Bruno de Carvalho.

Apesar da actual direcção estar suspensa, o Sporting já terá chegado a acordo com o treinador para a próxima época. Sinisa Mihajlovic chegou a Lisboa já depois da meia-noite e será apresentado esta segunda-feira depois de assinar um contrato de três temporadas, noticiou o Record.

Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10:30 e outra às 15:30.

Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% face à última negociação (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas. Contudo, na chamada seguinte a variação já pode superar os 10%, porque o valor de referência vai mudando.


Record
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SPORTING DISPARA 20% COM APENAS 145 AÇÕES NEGOCIADAS
Subida permite recuperar do tombo de 17,72% sofrido na sexta-feira
O Sporting recuperou esta segunda-feira na bolsa portuguesa, sendo que na chamada das 10:30 as acções disparam 20% para 0,78 euros. Foram transaccionados apenas 145 títulos, o que se situa bem abaixo da média diária dos últimos seis meses: 1.622 acções.
A subida de hoje permite recuperar do tombo de 17,72% sofrido na sexta-feira, em linha com a forte volatilidade registada pelos títulos nas últimas sessões (dispararam 29,51% na quarta-feira, 13 de Junho) e com os dias turbulentos vividos pelo clube nas últimas semanas.
Na sexta-feira as acções estiveram a reagir à rescisão de jogadores: Rúben Ribeiro, Rodrigo Battaglia, Rafael Leão, Bas Dost, Gelson Martins, William Carvalho, Bruno Fernandes, Rui Patrício e Daniel Podence.
A evolução das acções acontece a poucos dias da assembleia geral que pode ser decisiva para o futuro do clube. Os sócios do Sporting vão reunir-se em assembleia geral extraordinária a 23 de Junho, sendo que em cima da mesa está a destituição do conselho directivo liderado por Bruno de Carvalho.
Apesar da actual direcção estar suspensa, o Sporting já terá chegado a acordo com o treinador para a próxima época. Sinisa Mihajlovic chegou a Lisboa já depois da meia-noite e será apresentado esta segunda-feira depois de assinar um contrato de três temporadas, noticiou o Record.
Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10:30 e outra às 15:30.
Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% face à última negociação (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas. Contudo, na chamada seguinte a variação já pode superar os 10%, porque o valor de referência vai mudando.
Record
Poucos titulares de acções estão dispostos a vender, até para não perderem muito dinheiro.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Eu não tenho nada para explicar.

Mas se for preciso desmontar o Boneco que tu aqui és, com alguns posts do passado. Também se faz.

  Este deixou de ser boneco!
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UDITOR CONSIDERA QUE RESCISÕES SÃO AMEAÇA ÀS OPERAÇÕES DA SAD
SPORTING 08:45
Por
Redação
A PWC, auditor da Sporting SAD, considera existir ameaça concreta à continuidade das operações da sociedade na sequência das rescisões de contratos de vários jogadores, considerados como sendo dos mais valiosos em termos de mercado, e uma impossibilidade de realização do valor de venda dos ativos no curto prazo.

Comunicado na íntegra:

A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD (“Sporting SAD” ou “Sociedade”), vem, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 248º -A, nº1 do Código dos Valores Mobiliários, informar o mercado nos seguintes termos: 1. Nos termos do Estatuto da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, a PWC, na qualidade de Auditor da Sporting SAD, fez a seguinte comunicação à CMVM, no passado dia 12 de Junho: “Nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 81, Deveres de informação às autoridades competentes, da Lei n.º 140/2015, que aprova o Estatuto da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, informamos Vª Exas. que na sequência das recentes rescisões de contratos de trabalho desportivo de jogadores da Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD (“Sporting SAD” ou “Sociedade”), considerados como sendo dos mais valiosos em termos de mercado, e do consequente impacto na gestão do risco de liquidez da Sporting SAD, em virtude da impossibilidade de realização do valor de venda dos referidos ativos no curto prazo e dos impactos conexos na atividade da Sociedade, constatamos existir a esta data uma ameaça concreta em relação à continuidade das operações da Sporting SAD, para além das menções relatadas anteriormente nas Certificações Legais das Contas e Relatórios de Auditoria por nós emitidos.”;

2. A comunicação da PWC, refere a incerteza material, relacionada com a continuidade das operações da Sociedade, que já constava da Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria da PWC referente a 30 de Junho de 2017 (contas anuais auditadas), bem como de reservas e ênfases, constantes de relatórios e contas de exercícios anteriores;

3. Os impactos calculados a 31 de Março de 2018, data a que reportam as últimas contas publicadas pela Sociedade, em termos do Activo Intangível – Valor do Plantel, indicam, para os jogadores comunicados pela Sociedade como factos relevantes, um valor de redução do mesmo em cerca de 16.5 milhões de euros, representando 6% do Total do Activo; da mesma forma, o impacto da possível imparidade associada ao valor do plantel, sem qualquer efeito de imposto sobre o rendimento, conduziria, na mesma data de 31 de Março de 2018, a que o total dos Capitais Próprios passasse de 7.5 milhões de euros para cerca de 9.0 milhões de euros negativos;

4. O Conselho de Administração considera que a continuidade das operações da Sociedade se encontra assegurada, encontrando-se a trabalhar com o objectivo de promover as operações necessárias à melhoria da performance económico-financeira, com a devida sustentabilidade, nomeadamente, através do crescimento das principais linhas de receita, do controlo dos gastos operacionais, mantendo um nível de investimento adequado, e da procura dos melhores negócios de venda de direitos desportivos e federativos de jogadores;

5. Em particular, e não obstante as rescisões comunicadas como factos relevantes, a Sociedade continua a dispor de direitos desportivos e federativos sobre um leque considerável de jogadores profissionais de futebol; o Conselho de Administração considera que o referido plantel permite assegurar o mesmo nível de desempenho desportivo das épocas anteriores;

6. Por outro lado, é expectável que tais rescisões, aliadas às revogações por mútuo acordo com a equipa técnica, determinem uma descida acentuada dos gastos com pessoal; ademais, o Conselho de Administração considera ilícitas as rescisões contratuais apresentadas pelos jogadores, por inexistência de justa causa, pelo que procurará responsabilizar tais jogadores e os Clubes com os quais os mesmos celebrem contrato de trabalho, pelos danos e prejuízos sofridos, tendo a expectativa de ser, em consequência, devidamente ressarcido;

7. Adicionalmente, é firme convicção do Conselho de Administração da Sociedade que a reestruturação financeira acordada e contratada em 2014, com os bancos financiadores, assenta em pressupostos económico-financeiros aceitáveis e exequíveis, pelo que a continuidade das operações da Sociedade se encontra também assegurada por esta via;

8. Em concreto, poderão ser concretizados (i) o aumento do capital social num montante total de €18.000.000, a realizar por novas entradas em dinheiro, com consequente reembolso do mesmo valor ao Novo Banco e (ii) uma nova emissão de VMOC da Sporting SAD, subscrita pelo Novo Banco e pelo Millennium BCP, no montante global de € 55.000.000,00, a emitir em moldes idênticos à emissão de 80.000.000 de VMOC com o ISIN PTSCPEZM0000, e conduzindo a uma conversão de dívida bancária em títulos contabilizados como Capitais Próprios, operações que permitirão aumentar os seus capitais próprios.

Lisboa, 18 de Junho de 2018
O Representante das Relações com o Mercado


A Bola

Acho que isto é novidade. Ou não?
18 M de aumento de capital foi falado há 2-3 anos.
Nova emissão de VMOCs no valor de 55M.
Parecem medidas alternativas ao empréstimo obrigacionista que foi parado pela CMVM.
Poderá a CMVM parar isto, também?

. Em concreto, poderão ser concretizados (i) o aumento do capital social num montante total de €18.000.000, a realizar por novas entradas em dinheiro, com consequente reembolso do mesmo valor ao Novo Banco e (ii) uma nova emissão de VMOC da Sporting SAD, subscrita pelo Novo Banco e pelo Millennium BCP, no montante global de € 55.000.000,00, a emitir em moldes idênticos à emissão de 80.000.000 de VMOC com o ISIN PTSCPEZM0000, e conduzindo a uma conversão de dívida bancária em títulos contabilizados como Capitais Próprios, operações que permitirão aumentar os seus capitais próprios
Acho que isto é novidade. Ou não?
18 M de aumento de capital foi falado há 2-3 anos.
Nova emissão de VMOCs no valor de 55M.
Parecem medidas alternativas ao empréstimo obrigacionista que foi parado pela CMVM.
Poderá a CMVM parar isto, também?

. Em concreto, poderão ser concretizados (i) o aumento do capital social num montante total de €18.000.000, a realizar por novas entradas em dinheiro, com consequente reembolso do mesmo valor ao Novo Banco e (ii) uma nova emissão de VMOC da Sporting SAD, subscrita pelo Novo Banco e pelo Millennium BCP, no montante global de € 55.000.000,00, a emitir em moldes idênticos à emissão de 80.000.000 de VMOC com o ISIN PTSCPEZM0000, e conduzindo a uma conversão de dívida bancária em títulos contabilizados como Capitais Próprios, operações que permitirão aumentar os seus capitais próprios
Mas que aumento de capital?
Quem é que vai meter dinheiro? O unico investidor é o que foi escolhido para bode expiatorio.

Em relação a VMOCS, os bancos já foram simpaticos e não querem dar mais crédito ao futebol.

Continuam em ir em propagandas e não veem a realidade.

Enviado do meu SM-J530F através do Tapatalk

"Infelizmente, o Sporting é o Clube mais divisionista, intriguista e falso-puritano que conheço. Por muito que doa aos sportinguistas, não há sentido de Corpo neste Clube. Somos todos sportinguistas, sim senhor, mas desde que o Sporting seja à medida de cada um e não à medida de todo o mundo leonino. Há quem exulte com as derrotas do clube, se isso significar estar um passo mais perto do lugar, do cargo, da posição ou, como se diz na gíria leonina, do "croquete" "
Eu li bem?
Vêem aí mais VMOCs? 55 milhões de euros?
Expliquem-me pf
Acho que isto é novidade. Ou não?
18 M de aumento de capital foi falado há 2-3 anos.
Nova emissão de VMOCs no valor de 55M.
Parecem medidas alternativas ao empréstimo obrigacionista que foi parado pela CMVM.
Poderá a CMVM parar isto, também?

. Em concreto, poderão ser concretizados (i) o aumento do capital social num montante total de €18.000.000, a realizar por novas entradas em dinheiro, com consequente reembolso do mesmo valor ao Novo Banco e (ii) uma nova emissão de VMOC da Sporting SAD, subscrita pelo Novo Banco e pelo Millennium BCP, no montante global de € 55.000.000,00, a emitir em moldes idênticos à emissão de 80.000.000 de VMOC com o ISIN PTSCPEZM0000, e conduzindo a uma conversão de dívida bancária em títulos contabilizados como Capitais Próprios, operações que permitirão aumentar os seus capitais próprios
Mas que aumento de capital?
Quem é que vai meter dinheiro? O unico investidor é o que foi escolhido para bode expiatorio.

Em relação a VMOCS, os bancos já foram simpaticos e não querem dar mais crédito ao futebol.

Continuam em ir em propagandas e não veem a realidade.

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Olá Zagalo. Já insultaste membros do fórum no facebook hoje?
Sinto-me na obrigação de vir a público dizer que enfiar uma lanterna no cú não torna ninguém num iluminado. E sim, sou formado em Luminotecnia.