Consultor Motivacional

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Há anos que é preciso. Tanto ou mais que a água e o ar no futebol profissional.
Consultor Motivacional? WTF?!  ^-^

O Miguel Gonçalves está desempregado é isso? E nós precisamos de "bater punho"!

Quem tem que motivar, liderar e inspirar as tropas é o treinador c******!

Para que é que querem estas m***** new age?

Há psicólogos e há psiquiatras devidamente credenciados pertencentes aos quadros do Sporting, se há alguma coisa que não está a funcionar bem na cabeça de um jogador é para isso que eles servem f***-**!

Deixem-me adivinhar o clube XPTO da liga inglesa tem um consultor motivacional, logo nós também temos que o ter.  :wall:
@massiveman, então esclarece-me. Eu fiz aqui uma série de perguntas, esclarece-me. Dizes na sua área, eu perguntei que área é essa. Além de um modelo dos anos 80, sem qualquer ligação com uma abordagem, instrumentos, existe mais alguma coisa? Além de resultados avulso, sem contextualização, episódicos e que podem tanto dever-se a isso como a outra coisa qualquer, existe mais alguma coisa?

E se é tão douto, porque foi destratado pelos jogadores da selecção brasileira? Diz-me grandes clubes europeus onde tenha trabalhado? Apresenta-me treinadores europeus de elevado nível que o recomendem?

Eu posso apresentar nomes de psicólogos desportivos, onde estudaram, o que fizeram e pelo qual são avaliados. Posso apresentar nomes que escrevem sobre modelos e sobre actuações. Eu percebo o que eles fazem e o que querem fazer. Que me podes tu dizer sobre esse "consultor"?

Já agora, o Éder anda onde? O objectivo do coach é tornar-se omnipresente na carreira do atleta? Se não vês uma mudança e a capacidade do atleta em ser autónomo (embora recorra ao coach em outras situações), atingiu-se o objectivo traçado?

Eu quero ser iluminado por essa lógica e racionalidade em formato PowerPoint ou frases feitas, de outras pessoas. Ou ainda que temos de ser com o o japoneses. Ilumina-me mestre!



Consultor Motivacional? WTF?!  ^-^

O Miguel Gonçalves está desempregado é isso? E nós precisamos de "bater punho"!

Quem tem que motivar, liderar e inspirar as tropas é o treinador c******!

Para que é que querem estas m***** new age?

Há psicólogos e há psiquiatras devidamente credenciados pertencentes aos quadros do Sporting, se há alguma coisa que não está a funcionar bem na cabeça de um jogador é para isso que eles servem f***-**!

Deixem-me adivinhar o clube XPTO da liga inglesa tem um consultor motivacional, logo nós também temos que o ter.  :wall:


Os psicólogos em Portugal têm uma actuação muito restrita e/ou esporádica. Além do mais, a actuação de um psicólogo desportivo nvai muito além pdo "bater punho", do "motivar" (que é uma coisa que ninguém consegue fazer do ar) ou tratar de depresões e afins.

Há comportamento técnicos que podem ser melhorados. Há comportamentos tácticos que podem se melhorados. Há aspectos cognitivos que podem ser alterados ou até "implantados".
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
@massiveman, então esclarece-me. Eu fiz aqui uma série de perguntas, esclarece-me. Dizes na sua área, eu perguntei que área é essa. Além de um modelo dos anos 80, sem qualquer ligação com uma abordagem, instrumentos, existe mais alguma coisa? Além de resultados avulso, sem contextualização, episódicos e que podem tanto dever-se a isso como a outra coisa qualquer, existe mais alguma coisa?

E se é tão douto, porque foi destratado pelos jogadores da selecção brasileira? Diz-me grandes clubes europeus onde tenha trabalhado? Apresenta-me treinadores europeus de elevado nível que o recomendem?

Eu posso apresentar nomes de psicólogos desportivos, onde estudaram, o que fizeram e pelo qual são avaliados. Posso apresentar nomes que escrevem sobre modelos e sobre actuações. Eu percebo o que eles fazem e o que querem fazer. Que me podes tu dizer sobre esse "consultor"?

Já agora, o Éder anda onde? O objectivo do coach é tornar-se omnipresente na carreira do atleta? Se não vês uma mudança e a capacidade do atleta em ser autónomo (embora recorra ao coach em outras situações), atingiu-se o objectivo traçado?

Eu quero ser iluminado por essa lógica e racionalidade em formato PowerPoint ou frases feitas, de outras pessoas. Ou ainda que temos de ser com o o japoneses. Ilumina-me mestre!



Consultor Motivacional? WTF?!  ^-^

O Miguel Gonçalves está desempregado é isso? E nós precisamos de "bater punho"!

Quem tem que motivar, liderar e inspirar as tropas é o treinador c******!

Para que é que querem estas m***** new age?

Há psicólogos e há psiquiatras devidamente credenciados pertencentes aos quadros do Sporting, se há alguma coisa que não está a funcionar bem na cabeça de um jogador é para isso que eles servem f***-**!

Deixem-me adivinhar o clube XPTO da liga inglesa tem um consultor motivacional, logo nós também temos que o ter.  :wall:


Os psicólogos em Portugal têm uma actuação muito restrita e/ou esporádica. Além do mais, a actuação de um psicólogo desportivo nvai muito além pdo "bater punho", do "motivar" (que é uma coisa que ninguém consegue fazer do ar) ou tratar de depresões e afins.

Há comportamento técnicos que podem ser melhorados. Há comportamentos tácticos que podem se melhorados. Há aspectos cognitivos que podem ser alterados ou até "implantados".

Tornar-se omnipresente ?? O Éder está no lokomotiv porque depois de ter marcado aquele golo nenhum francês o podia ver e estava no lille, para mim até foi um salto qualitativo porque vai à europa agora com o lokomotiv querias que a psicóloga fosse com ele para a Rússia ?

Não queres perceber que a ciência e o aspecto motivacional não funciona igual com todas as pessoas como deves de calcular, mas nem aceitar o motivacionamismo nem sei o que pensar. Isto é como a questão do quem tem curso de treinador ou não e é por causa disso que são menos capazes na sua função ? Um psicólogo estuda distúrbios normalmente para ajudar as pessoas a superar um problema , um agente motivacional (psicólogo ou não) trabalha com a capacidade de cada um pode nem existir um problema mas motivar para ganhar nem toda a gente pode ter essa força mental mas se não queres perceber é lá contigo, o Patrício disse que lhe ajudou imenso vá-se lá saber porquê mas o ravanelli é que sabe.

Para terminar deixo aqui pequenos excertos do porquê já ter trabalhado na seleção brasileira e estar por lá novamente deve ser porque são todos parvos no Brasil.

Citar
Ministrou cerca de 600 cursos na área de desenvolvimento pessoal para mais de 100 mil pessoas em todo país. Ex-atleta de natação, futebol, basquete, futebol de praia e futebol de salão, Mota, desde 1982, vem desenvolvendo treinamentos de mobilização de grupos para várias equipes esportivas, Seleções Brasileiras e atletas de alto nível de diversas modalidades esportivas.

Participou da preparação das Seleções Brasileiras de futebol Tetra Campeã do Mundo (1994) e Vice Campeã (1998) e nas Eliminatórias da Copa de 2006.

Evandro Mota é o autor dos livros:
– Algumas Maneiras de Fazer Alguém Feliz – 7ª edição (Editora Luz)O Prazer da Vitória – Na vida pessoal e profissional – 4ª edição (Editora Gente)
– Nada do que Foi Será… A competência existencial no século XXI
– Escolhas e Conseqüências

A partir da analogia com a sua vivência esportiva, ele desenvolve palestras nas áreas empresarial e educacional visando obter a melhoria de desempenho e a obtenção de melhores resultados.

“Meu trabalho é de mobilização de grupo, que envolve motivação, conscientização e mentalização. Quando as pessoas me chamam de motivador, parece aquela história de ficar só passando pensamento positivo”, argumenta.

 

E argumenta com a experiência de quem já trabalhou em 32 clubes de futebol e também na seleção brasileira, nas Copas do Mundo de 1994 e 1998. Ao todo, participou de 13 campanhas vitoriosas em campeonatos estaduais, Campeonatos Brasileiros das Séries A, B e C, Copas Libertadores e Mundial de Clubes. A última Libertadores e o Mundial foram com o Inter.

Há cerca de 25 anos desempenhando essa função, ele explica como faz para lidar com grupos em momentos tão distintos e que possuem como único fator comum a realidade do futebol. Também destaca que seu trabalho não tem a pretensão, e muito menos a missão, de substituir qualquer outra área dentro de uma comissão técnica.

 

“Meu trabalho é um complemento, não substitui nada que já existe, inclusive a psicologia esportiva. Já trabalhei várias vezes juntamente com psicólogos”, diz Mota, que começou a mobilizar grupos no vôlei, na década de 1980, na extinta equipe do Supergasbrás. Seu primeiro trabalho no futebol foi no Fluminense de Branco, Ricardo Gomes e Assis, que se tornou tricampeão carioca entre 1983 e 1985.


Tem 4 livros publicados sendo eles:


– Algumas Maneiras de Fazer Alguém Feliz – 7ª edição (Editora Luz)O Prazer da Vitória – Na vida pessoal e profissional – 4ª edição (Editora Gente)
– Nada do que Foi Será… A competência existencial no século XXI
– Escolhas e Conseqüências

Secalhar devias de os ler antes de falares mal dos métodos do homem que já vários profissionais do desporto comprovaram por isso a tua opinião é muito relativa. Não quero dizer que é o melhor da sua área (motivacionismo) mas que na minha opinião é importante sem dúvida, o facto de nunca ter trabalhado em.nemhum grande clube europeu deve de ser o mesmo de o JJ nunca ter treinado clubes fora de portugal dificuldades linguísticas de certeza.

PS: excertos dessa entrevista são de 2007 já bastantes desactualizada do contexto mas as funções desempenhadas são as mesmas.
« Última modificação: Abril 11, 2018, 12:26 pm por massiveman »
Blábláblá e não respondeste a nada. Nada!

Eu sei quem é o José Maria Buceta. Sei os métodos, sei a prática, sei a teoria. Do Evandro, para além de escritos sobre um modelo japonês trazido para cá nos anos 80, tem o quê? Diz-me. Explica-me. É que tu nem isso me disseste. Não disseste nada.

Para além de copy-paste, sabes mais alguma coisa?

Isso dos cursos de formação que dá interessam-me pouco. Os livros de auto-ajuda também vendem como água no deserto e espremidos dá zero. Funcionam em determinadas pessoas, em determinados momentos e porque as pessoas procuram algo a que se agarrar. Tanto assim que quem mais compra livros de auto-ajuda, é quem já comprou e continua a comprar na busca de um método que funcione. Depois vão ao psicólogo e desistem à 2ª sessão. Demora muito tempo. Vão ao psiquiatra e desistem, afinal ele disse para fazer mudanças na vida e na rotina, mas não aquelas bonitas que vêm nos livros cheios de frases fortes e cheias de poder.

O Patrício diz que a ajuda foi de quem? Se calhar tu é que tens de começar a ler as m***** que estão para trás e as m***** que comentas antes de comentar.

Ah, já agora, tudo o que disseste acerca do Éder é um disparate pegado. Nem me vou dar ao trabalho. Pior ainda quando vem aquela do "queria ir atrás dele". É não perceber minimamente o que é um coach.

Mas pronto, agora vamos meter toda a gente a ter motivação externa e a funcionar assim durante toda a vida, porque o massiveman acha boa ideia. O teu despertador também é uma frase forte no tecto? Um diapositivo PowerPoint?

Chamem ao homem o que quiserem e metam-no a fazer palestras no que quiserem. Pode até trabalhar nos clubes e nas selecções que quiser. Eu, por mim, no Sporting quero competência e modelos funcionais. Quem é o "consultor motivacional" do Real Madrid? Do Barcelona? Da Juventus? Do Bayern? Como se trabalha nesse clube formador chamado Ajax?

Mas eu falo de psicologia de performance e tu vens-me com especialistas em desabafos e frases feitas?
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Citação de: Ravanelli

...

Caro Ravanelli, como eu lhe disse o papel do motivador, do líder, da criação de uma mentalidade vencedora e competitiva cabe ao treinador, caso contrário, não está lá a fazer nada. Nenhum treinador se limita a definir a táctica e a escolher um onze.

O treinador tem que liderar e motivar a equipa, tem de perceber os jogadores e explicar-lhes porque é que este ou aquele joga e o outro fica no banco. Caso contrário perde o pulso da equipa e fica sem perceber o que falha nos resultados.

Quaisquer problemas ou situações do foro psicológico cabe ao departamento clínico.

Consultor Motivacional ou Motivational Speakers e outros vendedores da banha da cobra não fazem falta ao clube... O que precisamos mesmo é de um DD.


Blábláblá e não respondeste a nada. Nada!

Eu sei quem é o José Maria Buceta. Sei os métodos, sei a prática, sei a teoria. Do Evandro, para além de escritos sobre um modelo japonês trazido para cá nos anos 80, tem o quê? Diz-me. Explica-me. É que tu nem isso me disseste. Não disseste nada.

Para além de copy-paste, sabes mais alguma coisa?

Isso dos cursos de formação que dá interessam-me pouco. Os livros de auto-ajuda também vendem como água no deserto e espremidos dá zero. Funcionam em determinadas pessoas, em determinados momentos e porque as pessoas procuram algo a que se agarrar. Tanto assim que quem mais compra livros de auto-ajuda, é quem já comprou e continua a comprar na busca de um método que funcione. Depois vão ao psicólogo e desistem à 2ª sessão. Demora muito tempo. Vão ao psiquiatra e desistem, afinal ele disse para fazer mudanças na vida e na rotina, mas não aquelas bonitas que vêm nos livros cheios de frases fortes e cheias de poder.

O Patrício diz que a ajuda foi de quem? Se calhar tu é que tens de começar a ler as m***** que estão para trás e as m***** que comentas antes de comentar.

Ah, já agora, tudo o que disseste acerca do Éder é um disparate pegado. Nem me vou dar ao trabalho. Pior ainda quando vem aquela do "queria ir atrás dele". É não perceber minimamente o que é um coach.

Mas pronto, agora vamos meter toda a gente a ter motivação externa e a funcionar assim durante toda a vida, porque o massiveman acha boa ideia. O teu despertador também é uma frase forte no tecto? Um diapositivo PowerPoint?

Chamem ao homem o que quiserem e metam-no a fazer palestras no que quiserem. Pode até trabalhar nos clubes e nas selecções que quiser. Eu, por mim, no Sporting quero competência e modelos funcionais. Quem é o "consultor motivacional" do Real Madrid? Do Barcelona? Da Juventus? Do Bayern? Como se trabalha nesse clube formador chamado Ajax?

Mas eu falo de psicologia de performance e tu vens-me com especialistas em desabafos e frases feitas?

Ou seja estás a chamar de incompetente quem o contratou para este clube e que achou que o trabalho dele seria importante ao ponto de o contratar. E que eu saiba ele saiu por mútuo acordo não porque estivesse a desempenhar mal as suas funções mas tu pelos vistos é que sabes a teoria a prática e o modelo japonês que claramente em 2018 ainda funciona pelos vistos.

Mas agora tenho de te descrever os métodos utilizados por um especialista da área? És profissional dessa área também? É que enquanto andou por cá estávamos em primeiro. E algum jogador queixou-se da presença dele ? Causou algum incómodo?

Já tinha referido que o mental coach não é igual para todas as pessoas nem toda a gente necessariamente precisa mas continua lá com o despertador e com o PowerPoint porque a tua opinião é relativa e não é suportada em testemunhos de ninguém nem de nada a referir que o trabalho do evandro mota foi incompetente.

O Patrício foi uma psicóloga mas o motivacionismo é um complemento descrito pelo Evandro se queres ir descontextualizando estás à vontade.

O Éder é um disparate pegado porque ? Fui assistir a uma palestra numa faculdade com a consultora motivacional do Éder já há 2 anos e como em conjunto pensaram o golo que nos deu o Europeu mas aquilo que tu sabes para mim vale zero enquanto não encontrares quem da área do desporto que desvalorize o seu trabalho ou este tipo de trabalho.

Não me vou alongar mas discordo da tua opinião, também eu quero competência e resultados no Sporting e por isso acho importante este complemento.

SL









Isto para mim é simples. A motivação, tusa, garra, wtv, é fundamental no desporto e tem de estar presente no atleta e no grupo para que este se supere e ultrapasse momentos complicados durante a época.

Se o treinador for capaz de incutir este espírito e gerir o grupo nesse aspeto fantástico, mas se não tiver essa valência tem de vir alguém de fora.




Aquele brasileiro quando esteve nos lamps introduziu aquilo de forrar o balneário da equipa, nos jogos fora, para que o grupo sinta menos o efeito de jogar num ambiente diferente. No Sporting acho que se passou a fazer a mesma coisa.

É uma estratégia interessante. Mais haverão. Não é só à base de palestras.
« Última modificação: Abril 11, 2018, 14:24 pm por Dealer16 »
Quem acha que a psicologia nada faz é porque ainda vide debaixo de uma pedra. A diferença que é ter um bom psicólogo desportivo num clube profissional é brutal. E não é só do lado dos jogadores, é necessário ao lado do treinador.
Vocês estão se a focar muito no papel de psicólogo, quando a pessoa que o Sporting precisa na estrutura pode nem ser um gajo desses.

O treinador pode ter esse papel? Claro que pode, mas o que aqui se discute é mais que motivação e garra. É sentirem o peso SPORTING, a fome que temos de vencer. Até o Capitão da equipa pode ter esse papel. No Sporting temos alguém com essas características? William? Rui? Muitos anos de casa mas não têm a fibra necessária para representar esse papel. Vejo no BFernandes essa mentalidade, mas ainda é um miúdo e não deve de ter muita voz.

Porque acham que o benfica não manda embora o Luisão? Jogador que já não conta para as contas há 2 ou 3 épocas?
Porque o gajo é um líder, o gajo é capaz de sentar todos no balneário e por tudo em sentido num pior momento da época.

É isto que se pede! Mentalidade! Mentalidade vencedora, Mentalidade de Sporting! Agora se é um psicólogo, consultor ou o que for.. A meu ver o melhor gajo para esse cargo na próxima época é o Inácio.. Já falou deste tema há pouco tempo, quando encontrou a equipa quando foi Campeão. Teve de ir ao encontro da mentalidade dos jogadores, teve que contar com 1 ou 2 para galvanizarem os outros. É um leão como poucos e tem tudo o que é necessário. Seria esta a hierarquia:

BdC

Inácio

JJ (?) Geraldes (?)

Jogadores

Mais, qualquer pessoa que já tenha praticado desporto de competição sabe que a mentalidade é um dos factores mais importantes para o sucesso. Quem acha que não serve de nada, é porque não sabe o que diz..
« Última modificação: Abril 11, 2018, 15:00 pm por nuno_rufio »
S C P - 1 9 0 6
What does a sports psychologist do? The man who works for Eddie Jones explains

Sports psychologist Jeremy Snape helped prepare the England rugby union team before their 3-0 win against Australia. But what does he actually do?

Eddie Jones has transformed the England rugby union team since their inglorious failure at the Rugby World Cup last year. Under his leadership the team has won their first grand slam at a Six Nations for 13 years and whitewashed Australia 3-0. Among the changes Jones made when he took over was the appointment of former England cricketer and qualified psychologist Jeremy Snape, who flew out to Australia before the three-match series to help the team prepare.

Snape founded his consultancy Sporting Edge in 2005 to “share the practical tools which fast-track success in business, sport and education” and he has worked with various businesses, the England cricket team and Crystal Palace, who reached the second FA Cup final in their history in May. Snape specialises in the “mental side of high performance” but what does he actually offer to athletes?

Is the role of the sports psychologist more widely accepted than it was a decade ago, when you set up Sporting Edge?

Definitely. I think sport psychology is the final frontier in performance. From the mid-1990s there was a decade of fitness, then there has been a decade of data and analytics, and now the next decade will be about optimising the mindset of players, teams and coaches. It’s a natural progression driven by technology because it’s easier to measure physical attributes and also with the negative stigma around getting psychological help, people have been reluctant to reach out. Ironically, when people reach the very top we often hear that it was their mental game that led to their success. With so many world champions speaking positively about their mindset training now it has created a new drive for people to find out what they could achieve.

Did you encounter much initial scepticism to the concept of sports psychology?

Yes. I think it’s natural. Our society celebrates iconic celebrities who are billed as gifted, talented and perfect so it’s a contradiction for those people to express any doubts or vulnerability. After winning the first IPL in 2008, I found out that Shane Warne had an exit flight booked for me after two days of the training camp in case I started waffling too much theory!

Whether it’s a business leader or a sports star, the road to mastery gets steeper and more hazardous as you progress, so we are all bound to experience fear of failure or setbacks as we push ourselves further. The scepticism has been replaced by fascination now and it’s seen as courageous, not a weakness, to explore the mental game as readily as we do the physical one.

Were there significant differences in the responses you received from different sports?

Different countries and different sports have cultural norms, which mean they will either embrace or resist open conversations around topics like psychology. In general the Olympic sports lead the way, as does golf, and then in my experience, cricket, rugby and football follow in that order. This is only my experience but I think football still sees itself as ‘different’ – that is a barrier to embracing new techniques.

Are Olympic athletes more open because their opportunities only come around every four years and they need to be especially focused?

Not sure. Maybe it’s cultural or more one-on-one type meticulous planning rather than a ‘team’ dynamic, which makes this more complex. The longer performance cycle would probably add to this too.

How much time is spent in demystifying the principles of sports psychology?

All sport is best when it’s kept simple, which isn’t as easy as it sounds given the amount of analysis and scrutiny in the modern game. Part of my role is working with the players and coaches to focus on the things that underpin success rather than being swayed by the emotional turbulence of winning and losing. By bringing the control back to them, we can create a clearer and more rational plan for success. We all want instant success but if you have the patience to develop quality long-term plans and focus on thorough preparation in the short term then you have a chance of reach your potential. As a former international sportsman, I know the importance of translating the theory into practice so that performers have something to try, practice and perfect as quickly as possible. I think most academics realise that the bridge to the applied world is a crucial one.

What are the latest key scientific discoveries and how can they help with athletes’ state of mind, such as coping with stress?

Recent developments in functional MRI scanning and neuroscience show us that our self-talk isn’t just an invisible meaningless cloud, it actually creates connections and structures in the brain which if reinforced repeatedly, create a kind of broadband connection between thought and success or failure. We therefore have a responsibility to ensure that our thinking habits are as healthy as possible. Learning concentration routines are a key skill, which athletes use to insulate themselves away from the crowd, the prize money or the opposition’s fans and stay focused on their game – mental strength is something that can be trained and developed like physical strength.

The idea of being able to work on mental conditioning as much as physical conditioning is another crucial issue. Is there enough time to do so as the vast majority of training within teams will be predominantly physical rather than mental, so how do you address that?

Yes, true, but there are mental skills running through every physical session – decision-making, understanding team strategy, confidence, focus, communication etc. When coaches place emphasis on these it really adds impact, the challenge is that they appear harder to ‘coach’ and that’s where a sport psychologist can help a coach to find new ways of reinforcing psychological skills.

It can be developed in the way a coaching message is relayed, it can be getting feedback after a skill session to check understanding or it could be facilitating a team discussion in a meeting. Forward-thinking coaches know that this is the way to engage players and build awareness and accountability. Ultimately every coach needs leaders on the pitch so they need time and practice to develop their leadership skills so that they are there when they need them under pressure. So there are a few questions – how can we integrate ‘psychology’ subtly into every session and rather than just planning a normal week by habit – would the occasional ‘psychology themed’ session be more useful than another physical one. If there are 150 physical sessions in a season - how many are mental?

How do British attitudes to sports psychology differ from other nations?

I’ve found some cultural differences across countries, regions and sports but ultimately it comes down to each individual and a balance between the amount the individual wants to stay ‘closed’ and how much they want to win. When you get someone who wants to be their best, they won’t leave any stone unturned but others would prefer to live with their anxieties and limitations rather than take a risk in exploring something new. As part of our research at Sporting Edge we have interviewed over 100 top performers in world sport and the very best have found a mental strength that others don’t even know exists.

What lessons can be learned from Leicester City winning the Premier League as underdogs and, in contrast, what can we learn from Sarah Taylor’s resignation from the English cricket team and her public acknowledgement of anxiety?

Leicester was the perfect example of a team putting team success before personal glory. The excitement of doing something special would have galvanised their individual differences, focused their minds on strategies and roles, and maintained their physical training until the very end of the season. Contrast this with a team with cliques and personal agendas who don’t want to play a certain shape and let their training and focus drift, as they have nothing to play for at the end of the season. For Leicester the hardest thing will be maintaining that hunger and selflessness when so much in their lives will have changed.

Sarah Taylor’s insights into anxiety are nothing out of the ordinary; many top performers are their own harshest critics and are motivated by the fear of failure rather than the satisfaction of success. We are primed to avoid loss and the higher you go in your career, the bigger this drop seems. After interviewing World Cup winners about their emotions as the whistle blew, they report ‘relief’ – pretty neutral really. The key thing is to acknowledge and maintain a healthy drive, to put in the work in for yourself and your team and to be hungry to learn as you go. A common theme in the world’s most successful performers is that irrespective of results, they have an insatiable desire to improve.

Given elite performers are driven by this fear of failure and feel an overriding sense of ‘relief’ after they winnng, how should real success be measured?

So much of our identity is made up of what we do as a job rather than who we really are. This means we are desperate to be considered a ‘success’ and not to have let anyone down – that brings with it the ‘relief’. If we stopped to enjoy the struggle, the sacrifice and the challenge more, rather than just the result, we would see that this is actually where the fun is. I think you appreciate this after retiring! Sport is defined by results though, so we have to accept that our careers will be remembered by those moments of truth.

Exclusive interview: How Premier League champions Leicester lost Way and then a sense of direction

Ken Way has watched the increasingly bitter fallout at Leicester City since Claudio Ranieri was sacked last Thursday with growing sadness.

He has watched as Leicester’s players have been labelled “ungrateful”, “spoiled” and “treacherous”; accused of carrying out a coup against their own manager. He has seen the club’s Thai owners charged with killing romance stone dead. Listened as the sporting world has debated the tragic ending to one of the greatest fairytales the game has known. He cannot help but be full of regret.

Way was, until the start of this season, the sports psychologist at Leicester City. Originally part of Nigel Pearson’s backroom staff, along with Craig Shakespeare and Steve Walsh, Way was kept on when Ranieri arrived in 2015. But after the miracle of 2015-16, the relationship came to an abrupt and troubling end.

Way realised he was being let go only when he asked the club’s kit men for his kit allocation ahead of the season opener, and they mumbled something about his not yet being ready. “They sort of fobbed me off,” he recalls, sadly. “Told me to come back later. At the time I didn’t think much of it but I realise now that they knew I wasn’t being kept on…”

Sure enough, a few days after Leicester’s 2-1 defeat at Hull City, Way got a letter from the club thanking him for his services but telling him he would no longer be needed.

He admits the manner of his departure left him feeling “bruised” – mostly because Ranieri did not ring him to explain his decision. But he is adamant he is not speaking out of bitterness when he explains where he feels Leicester’s season went astray. “On the contrary,” he says, “I feel really sorry for Claudio. I just sent him a text message actually because first and foremost he is a gentleman. A really lovely man.

“But if I’m honest I do feel he was a bit more distanced from the players and staff than Nigel was. Without wishing to be unkind, I think Claudio rode a bit on the coat-tails of Nigel, who had really built a special bond with the players and staff. He profited from the platform they created.”

To Ranieri's credit, Way says, the Italian changed little when he arrived. He recognised that the atmosphere was good and was happy to tinker with tactics and the systems on the pitch and generally to leave things alone off it. That all changed this year, however. Not only with the high-profile departures of key players such as N’Golo Kanté, but with backroom staff as well.

“I was very sad when Steve [Walsh] left for Everton – although it was absolutely fair enough from his point of view – but that was another link to that atmosphere from the past,” he notes. “Shakey [Shakespeare] is fantastic at lightening the mood but he’s the only one [of the current coaching staff] who really injects genuine vitality into the group. He also has a lot on his plate. In my opinion you need someone who is looking out for that team spirit at all times…”

Someone like him, for instance? Way is diplomatic. “Well, It’s the role of all support staff to help create and maintain the right team spirit but I like to think I played my part in this by looking a bit further down the road, watching for warning signs of any ‘terrorist’ activity.”

Way is not referring here to some sort of sleeper cell in Leicester.

“Terrorists,” he explains, “are what I call people who, without thinking, suck the lifeblood out of a squad. If I came close to spotting any terrorist activity, I would always react right away to shut down that threat.”


If this all sounds to you like psycho-babble, then you would probably be of a mind with Ranieri. The Italian’s scepticism towards sports psychology was well known. He famously had a run-in with one psychologist at Monaco over a metaphorical “elephant” in the dressing room and was generally of the opinion that tactics were all-important and players should be big and ugly enough to take care of themselves.

“When you are young, maybe you need somebody who can help you, but now you are a man,” Ranieri said in August when asked how he intended to prepare his players for Leicester’s title defence. “In life, you need to be strong. Psychologists? No.”

Again, Way is tactful when asked about this. He is, and has been in the past, dismissive of his role in Leicester’s title success, anxious not to overstate his role, arguing he was actually busier the previous season. Nor will he identify which players he felt were the biggest “terrorists” at the King Power Stadium, or those he felt had the potential to go rogue.

It is obvious, though, that he is sad at the way it ended. That the work he did at Leicester – much of it away from the training ground and the stadium, in the homes of players and staff, and for a fraction of the money per year that the top players received per week – was under-appreciated.

When Way watches his former colleagues take on Liverpool tonight, assailed on all sides by allegations of treachery and deceit, he will bemoan that there was no one there to defuse the tension; to make them remember what got them there in the first place.

“It seems to me that what they really lost was the fun they had last year; when Christian Fuchs was posting silly YouTube videos,” he concludes. “There hasn’t been any of that this season. Unfortunately terrorists are good at recruiting other terrorists – simply by asking obvious questions: Why are we playing these tactics? Why do we keep losing? The questioning causes you to lose focus on the very essence of what got you there in the first place.

“That is when I would argue – selfishly perhaps – for the presence of a sports psychologist who can intervene early, before things go wrong.”



"He has watched as Leicester’s players have been labelled “ungrateful”, “spoiled” and “treacherous”; accused of carrying out a coup against their own manager." hehehe
Ou seja estás a chamar de incompetente quem o contratou para este clube e que achou que o trabalho dele seria importante ao ponto de o contratar. E que eu saiba ele saiu por mútuo acordo não porque estivesse a desempenhar mal as suas funções mas tu pelos vistos é que sabes a teoria a prática e o modelo japonês que claramente em 2018 ainda funciona pelos vistos.

Estou.

Quais funções? Com que modelo? Com que resultados, aferidos segundo que avaliação a médio/longo prazo?

Funciona? Quem é que o coloca em prática.

Mas agora tenho de te descrever os métodos utilizados por um especialista da área? És profissional dessa área também? É que enquanto andou por cá estávamos em primeiro. E algum jogador queixou-se da presença dele ? Causou algum incómodo?

tens. Se defendes a sua prática, tens. Eu já critiquei e apresentei porquê. Quem defende essa prática (nada me move contra o Evandro Mota ou as dezenas de Evandros que por aí andam em clubes, empresas e etc - apenas acredito que o trabalho deve ser feito de outra forma), que me explique essa prática. O problema é que eu acho que a maioria que a defende não sabe o que está a defender.

E sim, jogadores queixaram-se da sua presença. Ou melhor, chutaram a sua presença para canto.

Estávamos em primeiro... certo. Este é o ponto. Sabes que em qualquer intervenção deste género, a mudança comportamental deve ser algo que incorpora o futuro do sujeito. Daqui a uns anos, continua lá. Vamos a um exemplo mais simplista: se um terapeuta trabalhar contigo a fobia a aranhas, é bom que não tenhas apenas a mudança comportamental quando estás ao lado dele (terapeuta). Se não fo assim, não interessa.

A motivação como impulso. A motivação é daquelas m*****... muita gente fala dela, mas a maioria está-se a cagar para o que realmente é. A motivação que interessa é aquela que vem de dentro. Por isso trabalhas o poder da pessoa em tomar decisões acertadas, viver com as que não dão certo, seguir em frente e gerir o seu sucesso. A motivação vem de dentro. vem do sucesso e da percepção de poder sobre esse sucesso. Fui eu que fiz. Eu trabalho sob a capacidade desse sujeito alcançar e reconhecer o seu sucesso. A motivação por injecções é uma m****. Uma frase feita pode fazer a diferença num jogo, mas o sucesso é algo que se cultiva de dentro. A disciplina japonesa, o compromisso com o grupo e etc fazem parte de uma cultura milenar. Eu não chego em duas semanas, faço uns diapositivos e pimba, torno tugas em japoneses.

A maioria dos humanos, quando vai a uma daqueles congressos de auto-ajuda ou m***** similares, vem de lá pumped up. Tal como ir a um psicólogo, terapeuta ou a um psiquiatra, apenas ir, aliviam um pouco a ansiedade. A curto prazo, funciona. As pessoas sentem que estão acompanhadas, estão a fazer algo, que o seu estado vai ser resolvido. O problema é que por si só, o blábláblá ou a presença não chegam. Passam rápido. Só funciona a longo prazo em quem não necessitava de nada mais que um empurrãozito. E empurrõezitos a 400 mil/ano, é abuso.

Trabalhar a motivação é tanga. Se tu fores um tipo empowered, eu não te dou motivação falando-te dos exemplos de comprometimento japonês, do espírito de grupo ou mostrando-te vídeos de filmes desportivos. Nem sequer com recortes de jornais no cacifo (como treinadores fazem para aumentar a raiva e o desejo de vingança, vindo depois para as conferências dizer que foi para aumentar a motivação e a concentração). Se o fores (empowered), tu sabes que consegues. Pelo menos que tens de tentar. Tu não motivas um tipo que agora joga a 505 para na final jogar a 100%. E que mesmo assim, a 50%, chega à final. Tu não motivas quem ganha. Quem o motiva é o seu sucesso.

isto tudo para chegar a esse Sporting. Esse Sporting foi uma surpresa para todos. Essa equipa levou um enorme boost psicológico, comportamental (são o mesmo, mas pronto), na mudança de treinador. Eles já eram melhores do que a apresentavam (o treinador referiu isso), eles eram mais capazes em jogar naquele modelo do que alguém esperava (o treinador referiu isso), de repente tinham um treinador campeão, reputado, vencedor, um discurso vencedor e o estádio lotado a chamar por eles. f***-**, que boost! Das duas uma: tudo isso ou te esmaga, ou te eleva aos píncaros. Mas eles ganhavam e isso trazia confiança. Infelizmente a base é curta e não dura para sempre.

Como um treinador me dizia e diz muitas vezes, tens de motivar é quem está na bancada. Esse precisa de motivação externa.


Já tinha referido que o mental coach não é igual para todas as pessoas nem toda a gente necessariamente precisa mas continua lá com o despertador e com o PowerPoint porque a tua opinião é relativa e não é suportada em testemunhos de ninguém nem de nada a referir que o trabalho do evandro mota foi incompetente.


Mas qual mental coach? Mas qual trabalho. Não me explicas que trabalho é esse.

O Patrício foi uma psicóloga mas o motivacionismo é um complemento descrito pelo Evandro se queres ir descontextualizando estás à vontade.


Ahhhhhhh. Viste, coisas inteiramente diferentes. O Patrício defendeu outra coisa. Vêm para aqui dizer coisas que não são e depois não querem o contraditório.

Ele trabalhou com psicologia de alto rendimento. Não trabalham a motivação. Isso é um outcome.

Motivacionismo? Que m**** é essa?

Qual, o de Hull? O de Skinner? Ou aquele em voga nas páginas de Facebook, nas mensagens motivacionais, no discurso motivacional, nas formações de 8  horas nas empresas sobre motivação?

f***-**, até o Skinner já dizia que a motivação está associada ao sucesso. Mas queres mesmo ir pelo motivacionismo? Mas fica giro, parece uma ciência a sério. E o nosso cérebro adora gestos enquanto falamos e sorrimos.

Complemento? Mas tens algum psicólogo desportivo a trabalhar a sério com o plantel para ainda pagares 400 mil a um complemento?

O Éder é um disparate pegado porque ? Fui assistir a uma palestra numa faculdade com a consultora motivacional do Éder já há 2 anos e como em conjunto pensaram o golo que nos deu o Europeu mas aquilo que tu sabes para mim vale zero enquanto não encontrares quem da área do desporto que desvalorize o seu trabalho ou este tipo de trabalho.


Vamos lá terminar esta m**** de uma vez por todas: o psicólogo pode ser coach. Pode ser "consultor". O coach não é psicólogo, o consultor também não. O coaching for performance é uma ferramenta usada por psi desportivos. Mas também por gestores de recursos humanos nas empresas. A PNL (que ainda assim é conhecida pela maioria da pessoas) também é uma ferramenta. Todas elas adaptadas a determinado perfil. Eu utilizo a que mais serve aquele perfil, sempre pensando o seu desenvolvimento. Cada metodologia a cada caso, como cada sapato ao seu pé. Primeiramente, antes de saber que metodologia, devo fazer diagnóstico. Se não faço, como sei que metodologia aplicar. Para quem só sabe uma, é fácil. "É GROW para toda a gente". Para quem sabe duas ou mais, vai pelo instinto. Quem souber diagnosticar e o fizer bem, acerta na metodologia.

Regra número 1: a pessoa não pode ser dependente do técnico. O interesse é que se trabalhe o desenvolvimento do do atleta, do gestor, do paciente, etc. Senão, cada vez que tiver de apertar o sapato ou tomar uma decisão, telefona ao coach?

O Éder deveria trabalhar muito mais que os objectivos de carreira e acreditar que pode chegar a determinado clube. Porque o comportamento em campo e a taxa de acerto, a ansiedade, etc, continuam os mesmos. Ele falha tanto agora como em Inglaterra ou em França.




Aquele brasileiro quando esteve nos lamps introduziu aquilo de forrar o balneário da equipa, nos jogos fora, para que o grupo sinta menos o efeito de jogar num ambiente diferente. No Sporting acho que se passou a fazer a mesma coisa.

É uma estratégia interessante. Mais haverão. Não é só à base de palestras.

E quando não o puderes fazer, borram-se todos porque nunca aprenderam a lidar com um balneário diferente.
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Os dois principais candidatos à Presidência falaram neste assunto - Motivação, fibra, liderança, compromisso, etc.. Mas quem vai passar isso no caso do Varandas é o Beto (Team Manager)?
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Ontem, Frederico Varandas disse que Tomáz Morais iria começar a trabalhar este mês no Sporting no apoio ao atleta na vertente de Liderança & Motivação.. irá ocupar um lugar que tantos aqui apontaram como importante

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"Este texto não é sobre táctica. Também não é sobre técnica. O futebol é muito mais do que o que vemos no relvado — mesmo que se tente analisá-lo como se fosse 1+1=2 — e, para o percebermos, é indispensável interiorizarmos que em cada jogador existe uma pessoa. Numa altura em que o processo de desumanização atingiu máximos históricos, o normal é pedir-se ao futebolista que seja uma máquina de rendimento constante, até porque ganha muito dinheiro e, por isso, tem essa obrigação. (...)"


https://medium.com/11-medios/li%C3%A7%C3%B5es-de-coutinho-e-vin%C3%ADcius-o-humano-antes-do-jogador-b13c63482939

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