Drama do preço das rendas das casas em Lisboa

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Mas olhem que isto não é só em Lisboa.
Eu vivo num concelho próximo, Torres Vedras, e vejo uma bolha enorme no que toca ao arrendamento.
Como há poucas habitações para arrendar, as que existem têm subido de preço de uma forma vertiginosa.
Vamos lá a ver. O meu problema não é o facto de viver em Lisboa estar vedado a quem tem rendimentos menores. Há um espaço limitado e portanto tem que haver uma forma de diferenciar quem pode ou não, estou longe da doutrina comunista.

O problema é que o mercado é deturpado por "players" que não jogam no mesmo campeonato. Não são os habitantes que têm menos rendimentos que são impedidos de viver em lisboa em detrimento de habitantes que têm maiores rendimentos. São todos os habitantes no geral, tirando uma pequena franja, que é impedido de arrendar uma casa no seu país, na cidade onde vivem, em detrimento de arrendamento temporário e um mercado imobiliário dominado por poder de compra externo.
Isto faz sentido para ti? Epa para mim não.

E não eu não sou especialista, não sei as consequências nem tenho soluções. Mas sou habitante. Sou cidadão. Sou contribuinte. E tenho o direito que não quero isto e que não apoio o caminho para onde vamos.

Esse argumento do "ai e tal agora as pessoas investiram não se pode fazer nada" faz-me lembrar a lei do tabaco dentro de estabelecimento "ai e tal agora investimos em extractores de fumo não se pode proibir de vez". f***-** isso. Isto também não do dia para a noite. É um processo. Não podemos ficar reféns de um erro ou da inacção do passado.

O problema mesmo é que não vejo este debate a acontecer. Só vejo promessas vagas. Discussões de ocasião. E enquanto isso, a maioria dos habitantes continua a perder qualidade de vida (falo sobretudo quem vive em Lisboa, claro está).

Edit: Já agora "vossas ideias iluminadas canalizadas pelo ressentimento e inveja que tolda o julgamento"  :rotfl: :rotfl: É mesmo isso, ressentimento e inveja. Nada tem a ver com opinião própria e espirito crítico.

Citar
E tenho o direito que não quero isto e que não apoio o caminho para onde vamos.
Tens o direito? Mas a que proposito te julgas ter o direito? E que direito? O de expropriar? O de quereres mandar nos bens das outras pessoas?

Sim é mesmo ressentimento e inveja. Talvez também mesquinhez. O que até me parecem sentimentos naturais dada a situação. Não sei se eu tivesse uma vida diferente em que não pudesse ter uma boa casa e uma boa qualidade de vida se sentimentos desses não viriam também ao de cima.

A questão é que não resolvem problema nenhum. Este problema que muitas pessoas vivem é um sintoma de problemas estruturais mais graves do que a "especulaçao(!) imobiliaria"

A tua capacidade de aceitar opiniões de outras pessoas é fascinante. É uma questão política. Desculpa lá se me posiciono bem mais à esquerda do que tu.

Tens de pedir desculpa é ao povo venezuelano e outros. Eles é que sofrem com politicas dirigistas de controlos de preços.
Vamos lá a ver. O meu problema não é o facto de viver em Lisboa estar vedado a quem tem rendimentos menores. Há um espaço limitado e portanto tem que haver uma forma de diferenciar quem pode ou não, estou longe da doutrina comunista.

O problema é que o mercado é deturpado por "players" que não jogam no mesmo campeonato. Não são os habitantes que têm menos rendimentos que são impedidos de viver em lisboa em detrimento de habitantes que têm maiores rendimentos. São todos os habitantes no geral, tirando uma pequena franja, que é impedido de arrendar uma casa no seu país, na cidade onde vivem, em detrimento de arrendamento temporário e um mercado imobiliário dominado por poder de compra externo.
Isto faz sentido para ti? Epa para mim não.

E não eu não sou especialista, não sei as consequências nem tenho soluções. Mas sou habitante. Sou cidadão. Sou contribuinte. E tenho o direito que não quero isto e que não apoio o caminho para onde vamos.

Esse argumento do "ai e tal agora as pessoas investiram não se pode fazer nada" faz-me lembrar a lei do tabaco dentro de estabelecimento "ai e tal agora investimos em extractores de fumo não se pode proibir de vez". f***-** isso. Isto também não do dia para a noite. É um processo. Não podemos ficar reféns de um erro ou da inacção do passado.

O problema mesmo é que não vejo este debate a acontecer. Só vejo promessas vagas. Discussões de ocasião. E enquanto isso, a maioria dos habitantes continua a perder qualidade de vida (falo sobretudo quem vive em Lisboa, claro está).

Edit: Já agora "vossas ideias iluminadas canalizadas pelo ressentimento e inveja que tolda o julgamento"  :rotfl: :rotfl: É mesmo isso, ressentimento e inveja. Nada tem a ver com opinião própria e espirito crítico.

Citar
E tenho o direito que não quero isto e que não apoio o caminho para onde vamos.
Tens o direito? Mas a que proposito te julgas ter o direito? E que direito? O de expropriar? O de quereres mandar nos bens das outras pessoas?

Sim é mesmo ressentimento e inveja. Talvez também mesquinhez. O que até me parecem sentimentos naturais dada a situação. Não sei se eu tivesse uma vida diferente em que não pudesse ter uma boa casa e uma boa qualidade de vida se sentimentos desses não viriam também ao de cima.

A questão é que não resolvem problema nenhum. Este problema que muitas pessoas vivem é um sintoma de problemas estruturais mais graves do que a "especulaçao(!) imobiliaria"

A tua capacidade de aceitar opiniões de outras pessoas é fascinante. É uma questão política. Desculpa lá se me posiciono bem mais à esquerda do que tu.

Tens de pedir desculpa é ao povo venezuelano e outros. Eles é que sofrem com politicas dirigistas de controlos de preços.

 :rotfl: É isso mesmo
Mas olhem que isto não é só em Lisboa.
Eu vivo num concelho próximo, Torres Vedras, e vejo uma bolha enorme no que toca ao arrendamento.
Como há poucas habitações para arrendar, as que existem têm subido de preço de uma forma vertiginosa.

Morei lá nos últimos 2 anos e pagava 390€ por um T0 em frente ao mercado municipal que era um cubiculo com para aí 40m2 no máximo. Nunca estive tão tentado a comprar casa como agora. As rendas estão a tornar-se incomportáveis. E é isso que o @Hayek não percebe. Não é uma questão socialista de ter direito ou não há habitação é uma questão de regulação do mercado, onde não tarda voltamos aos incentivos perversos que levaram à bolha imobiliária anterior, onde qualquer borra botas se vai endividar até ao pescoço para comprar casa porque há esta conjugação de empréstimos acessíveis com rendas a preços completamente desfasados porque não há incentivo ao arrendamento por parte dos proprietários apesar de haver muitos propriedades vagas.
Não estou a ver como é que se há-de regular uma coisa dessas. Neste momento há um montão de empresas internacionais a fixarem-se em Lisboa e a financiar valores máximos para fixar os seus quadros completamente absurdos para a realidade portuguesa (p.ex. até 5000€ por mês em algumas empresas). Até nem são nada de estapafúrdio noutras capitais europeias, mas chegam e sobram para meter a um canto a classe média portuguesa.
Não estou a ver como é que se há-de regular uma coisa dessas. Neste momento há um montão de empresas internacionais a fixarem-se em Lisboa e a financiar valores máximos para fixar os seus quadros completamente absurdos para a realidade portuguesa (p.ex. até 5000€ por mês em algumas empresas). Até nem são nada de estapafúrdio noutras capitais europeias, mas chegam e sobram para meter a um canto a classe média portuguesa.

Não é preciso inventar nada. Em cidades em que a pressão é igual ou maior, com muitos estrangeiros com poder de compra muito superior à média dos nacionais, já se resolveu o problema. É fazer igual ou parecido.

Exemplo: Londres: não se resolveu nem se quer resolver o problema, um T2 no centro pode custar 3 ou 4 mil... ou mais.

Exemplo: Viena: resolveu-se, com habitação camarária, muita e distribuída em todas as zonas incluindo as mais nobres, a preços controlados apesar de não propriamente baratos. O mercado acaba por praticar preços uns 20% acima dos camarários.
Não estou a ver como é que se há-de regular uma coisa dessas. Neste momento há um montão de empresas internacionais a fixarem-se em Lisboa e a financiar valores máximos para fixar os seus quadros completamente absurdos para a realidade portuguesa (p.ex. até 5000€ por mês em algumas empresas). Até nem são nada de estapafúrdio noutras capitais europeias, mas chegam e sobram para meter a um canto a classe média portuguesa.

Não é preciso inventar nada. Em cidades em que a pressão é igual ou maior, com muitos estrangeiros com poder de compra muito superior à média dos nacionais, já se resolveu o problema. É fazer igual ou parecido.

Exemplo: Londres: não se resolveu nem se quer resolver o problema, um T2 no centro pode custar 3 ou 4 mil... ou mais.

Exemplo: Viena: resolveu-se, com habitação camarária, muita e distribuída em todas as zonas incluindo as mais nobres, a preços controlados apesar de não propriamente baratos. O mercado acaba por praticar preços uns 20% acima dos camarários.

Habitação camarária não é regulação. No máximo podemos dizer que é tentativa de regulação. Mas não é esse tipo de regulação que tem sido falado.

Mas olhem que isto não é só em Lisboa.
Eu vivo num concelho próximo, Torres Vedras, e vejo uma bolha enorme no que toca ao arrendamento.
Como há poucas habitações para arrendar, as que existem têm subido de preço de uma forma vertiginosa.

Morei lá nos últimos 2 anos e pagava 390€ por um T0 em frente ao mercado municipal que era um cubiculo com para aí 40m2 no máximo. Nunca estive tão tentado a comprar casa como agora. As rendas estão a tornar-se incomportáveis. E é isso que o @Hayek não percebe. Não é uma questão socialista de ter direito ou não há habitação é uma questão de regulação do mercado, onde não tarda voltamos aos incentivos perversos que levaram à bolha imobiliária anterior, onde qualquer borra botas se vai endividar até ao pescoço para comprar casa porque há esta conjugação de empréstimos acessíveis com rendas a preços completamente desfasados porque não há incentivo ao arrendamento por parte dos proprietários apesar de haver muitos propriedades vagas.

Mas que regulação? Tu não consegues regular efectivamente (leia-se os preços do mercado baixarem) isto sem causares consequencias brutais. É impossível.
Mas olhem que isto não é só em Lisboa.
Eu vivo num concelho próximo, Torres Vedras, e vejo uma bolha enorme no que toca ao arrendamento.
Como há poucas habitações para arrendar, as que existem têm subido de preço de uma forma vertiginosa.

Morei lá nos últimos 2 anos e pagava 390€ por um T0 em frente ao mercado municipal que era um cubiculo com para aí 40m2 no máximo. Nunca estive tão tentado a comprar casa como agora. As rendas estão a tornar-se incomportáveis. E é isso que o @Hayek não percebe. Não é uma questão socialista de ter direito ou não há habitação é uma questão de regulação do mercado, onde não tarda voltamos aos incentivos perversos que levaram à bolha imobiliária anterior, onde qualquer borra botas se vai endividar até ao pescoço para comprar casa porque há esta conjugação de empréstimos acessíveis com rendas a preços completamente desfasados porque não há incentivo ao arrendamento por parte dos proprietários apesar de haver muitos propriedades vagas.

Mas que regulação? Tu não consegues regular efectivamente (leia-se os preços do mercado baixarem) isto sem causares consequencias brutais. É impossível.

Não consegues? É bastante simples até. Incentivar o arrendamento em detrimento da compra. Baixar o imposto dos atuais 28% que é um roubo já seria uma medida em condições. Facilitar os despejos também. A própria câmara/estado colocarem os seus imoveis parados para arrendamento, além de ajudar às contas públicas, ainda pressionava o mercado. Neste momento na periferia de Lisboa, fica mais do dobro o valor mensal do arrendamento comparado com o custo de um empréstimo. E isto é surreal.
Não estou a ver como é que se há-de regular uma coisa dessas. Neste momento há um montão de empresas internacionais a fixarem-se em Lisboa e a financiar valores máximos para fixar os seus quadros completamente absurdos para a realidade portuguesa (p.ex. até 5000€ por mês em algumas empresas). Até nem são nada de estapafúrdio noutras capitais europeias, mas chegam e sobram para meter a um canto a classe média portuguesa.

Não é preciso inventar nada. Em cidades em que a pressão é igual ou maior, com muitos estrangeiros com poder de compra muito superior à média dos nacionais, já se resolveu o problema. É fazer igual ou parecido.

Exemplo: Londres: não se resolveu nem se quer resolver o problema, um T2 no centro pode custar 3 ou 4 mil... ou mais.

Exemplo: Viena: resolveu-se, com habitação camarária, muita e distribuída em todas as zonas incluindo as mais nobres, a preços controlados apesar de não propriamente baratos. O mercado acaba por praticar preços uns 20% acima dos camarários.

Habitação camarária não é regulação. No máximo podemos dizer que é tentativa de regulação. Mas não é esse tipo de regulação que tem sido falado.

O que é que interessa o nome que se lhe dá. ... funciona, se bem feito.
Mas olhem que isto não é só em Lisboa.
Eu vivo num concelho próximo, Torres Vedras, e vejo uma bolha enorme no que toca ao arrendamento.
Como há poucas habitações para arrendar, as que existem têm subido de preço de uma forma vertiginosa.

Morei lá nos últimos 2 anos e pagava 390€ por um T0 em frente ao mercado municipal que era um cubiculo com para aí 40m2 no máximo. Nunca estive tão tentado a comprar casa como agora. As rendas estão a tornar-se incomportáveis. E é isso que o @Hayek não percebe. Não é uma questão socialista de ter direito ou não há habitação é uma questão de regulação do mercado, onde não tarda voltamos aos incentivos perversos que levaram à bolha imobiliária anterior, onde qualquer borra botas se vai endividar até ao pescoço para comprar casa porque há esta conjugação de empréstimos acessíveis com rendas a preços completamente desfasados porque não há incentivo ao arrendamento por parte dos proprietários apesar de haver muitos propriedades vagas.

Mas que regulação? Tu não consegues regular efectivamente (leia-se os preços do mercado baixarem) isto sem causares consequencias brutais. É impossível.

Não consegues? É bastante simples até. Incentivar o arrendamento em detrimento da compra. Baixar o imposto dos atuais 28% que é um roubo já seria uma medida em condições. Facilitar os despejos também. A própria câmara/estado colocarem os seus imoveis parados para arrendamento, além de ajudar às contas públicas, ainda pressionava o mercado. Neste momento na periferia de Lisboa, fica mais do dobro o valor mensal do arrendamento comparado com o custo de um empréstimo. E isto é surreal.
Pronto era o que eu estava a dizer, quando se fala em regulação não é dessas medidas. Se querem fazer alguma coisa concordo contigo - que essas medidas parecem as mais lógicas e menos danificantes.


Não estou a ver como é que se há-de regular uma coisa dessas. Neste momento há um montão de empresas internacionais a fixarem-se em Lisboa e a financiar valores máximos para fixar os seus quadros completamente absurdos para a realidade portuguesa (p.ex. até 5000€ por mês em algumas empresas). Até nem são nada de estapafúrdio noutras capitais europeias, mas chegam e sobram para meter a um canto a classe média portuguesa.

Não é preciso inventar nada. Em cidades em que a pressão é igual ou maior, com muitos estrangeiros com poder de compra muito superior à média dos nacionais, já se resolveu o problema. É fazer igual ou parecido.

Exemplo: Londres: não se resolveu nem se quer resolver o problema, um T2 no centro pode custar 3 ou 4 mil... ou mais.

Exemplo: Viena: resolveu-se, com habitação camarária, muita e distribuída em todas as zonas incluindo as mais nobres, a preços controlados apesar de não propriamente baratos. O mercado acaba por praticar preços uns 20% acima dos camarários.

Habitação camarária não é regulação. No máximo podemos dizer que é tentativa de regulação. Mas não é esse tipo de regulação que tem sido falado.

O que é que interessa o nome que se lhe dá. ... funciona, se bem feito.

Eu acho que não funciona bem. Acabam por haver algumas pessoas a beneficiar dessas rendas e levantam-se outras questões: quem decide quem é que tem direito a essas rendas? Quais os criterios? etc

Mas pronto, se a camara brincar às casinhas é a alternativa a andarem com controlos de preços, regulação do tempo por ano que alguém pode aplicar ao alojamento local etc, estou com vocês.
O meu cunhado está a estudar em Lisboa paga 400 euros por um quarto, em um apartamento que na minha terra valia uma ninharia
QUEREMOS VOLTAR A SER INDOMÁVEIS!!!!!
O meu cunhado está a estudar em Lisboa paga 400 euros por um quarto, em um apartamento que na minha terra valia uma ninharia
Acabei de vir de uma semana na suiça e com o que lá gastei era o maior da minha aldeia.
O meu cunhado está a estudar em Lisboa paga 400 euros por um quarto, em um apartamento que na minha terra valia uma ninharia
Acabei de vir de uma semana na suiça e com o que lá gastei era o maior da minha aldeia.

Estou a falar de um t2 a ser vendido por 350 000, em que chegou a cair o teto da casa de banho, e eu moro numa cidade ;)
QUEREMOS VOLTAR A SER INDOMÁVEIS!!!!!
O meu cunhado está a estudar em Lisboa paga 400 euros por um quarto, em um apartamento que na minha terra valia uma ninharia
Acabei de vir de uma semana na suiça e com o que lá gastei era o maior da minha aldeia.

Estou a falar de um t2 a ser vendido por 350 000, em que chegou a cair o teto da casa de banho, e eu moro numa cidade ;)

Se alguém pagou é porque vale.
Obviamente, mas as rendas estão com um preço absurdo, quem quiser estudar em Lisboa mensalmente é um estoiro nos rendimentos mensais de uma família! Obviamente há outras opções, só acho que se devia fazer qualquer coisa em relação a isto, um quarto 400 euros é d+ num país que o ordenado mínimo não chega aos 600 euros
QUEREMOS VOLTAR A SER INDOMÁVEIS!!!!!
Obviamente, mas as rendas estão com um preço absurdo, quem quiser estudar em Lisboa mensalmente é um estoiro nos rendimentos mensais de uma família! Obviamente há outras opções, só acho que se devia fazer qualquer coisa em relação a isto, um quarto 400 euros é d+ num país que o ordenado mínimo não chega aos 600 euros

A questão é que em Portugal o normal é os filhos viverem com os pais enquanto estudam. Se os pais não moram em Lisboa ou perto, a verdade é que há boas universidades em todo o país, e não há necessidade de vir estudar para Lisboa. Ou seja, é uma escolha pessoal, e escolhas cada um faz as que quer com os meios que tiver.

Para além disso, pode estudar em Lisboa e morar em Massamá ou Corrioios, de comboio em 30 minutos chegou a Lisboa. Qual é o problema?
Como eu disse há outras opções! No meu ponto de vista é apenas absurdo o preço para os estudantes, agora obviamente que temos que pensar que há turismo, e que este é essencial para a nossa economia.

Gosto do método Americano, os estudantes pagam a sua Universidade quando forem trabalhar, acho injusto fazermos os nossos pais abdicar de muita coisa, eu próprio fiz os meus passarem anos no limite, para me darem condições para o meu objetivo.
QUEREMOS VOLTAR A SER INDOMÁVEIS!!!!!
Como eu disse há outras opções! No meu ponto de vista é apenas absurdo o preço para os estudantes, agora obviamente que temos que pensar que há turismo, e que este é essencial para a nossa economia.

Gosto do método Americano, os estudantes pagam a sua Universidade quando forem trabalhar, acho injusto fazermos os nossos pais abdicar de muita coisa, eu próprio fiz os meus passarem anos no limite, para me darem condições para o meu objetivo.
Totalmente de acordo até porque eu conheço muito bem o panorama americano,só que o pior é que em Portugal isso até é possível mas esse tipo de empréstimos tem linhas de financiamentos muito baixos(30/40milhoes) logo não dá para ninguém já para não falar que não são eficientes a recuperar crédito....dai os States serem a terra dos sonhos e das oportunidades...

P.S:os preços em Lisboa e em certa medida no porto são de Bradar aos céus, pagar 500 euros por quartos miseráveis na situação em que se encontra o país e com esta política de salários baixos,impede muitos jovens de conseguirem estudarem ou até trabalharem,Basicamente quem se f#de são os pais desses jovens que basicamente tem que os sustentar até aos 30(como se putos de 30 anos existissem).

Se o governo não fizer nada este país rapidamente vai só servir para estrangeiros,em Lisboa o valor das casas aumentou 19% num só ano...para terem noção à 3 anos procurei uma casa em Lisboa que ainda não foi vendida e o preço dela neste momento está 50% mais cara ao da altura(3 anos 50%).

Enquanto isso o governo enche os bolsos com impostos estrangeiros e fica com défices orçamentais fantásticos mas que na realidade não existem porque as pessoas vivem pior e estruturalmente o país continua com os mesmos problemas de sempre....por outros palavras se ficarmos sem sol,bom tempo e atos terroristas noutros países atraentes este país facilmente cai outra vez nas mãos do FMI

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Atitude e Compromisso
Sporting Clube de Portugal
1906

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