Caso E-Toupeira

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- "Basta que os homens de bem nada façam, para que o mal prevaleça"
- "Prefiro morrer de pé a viver ajoelhado"
- "Pior do que perder é não dar tudo para vencer"
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Quando a defesa assume que a acusação era forte diz muito do que é todo este processo E-Toupeira
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https://tribunaexpresso.pt/benfica/2018-12-22-Ministerio-Publico-recorre-no-caso-e-toupeira

Ministério Público recorre no caso e-toupeira
Procurador Valter Alves insiste no julgamento do Benfica e vai recorrer da decisão da juíza Ana Peres, que ilibou a SAD de todos os trinta crimes de que era acusada
RUI GUSTAVO 22.12.2018 ÀS 14H49

O Ministério Público não se conforma com a decisão da juíza de instrução Ana Peres e vai recorrer da não-pronúncia da SAD do Benfica, que era acusada de trinta crimes, incluindo corrupção.

De acordo com uma fonte judicial, o procurador Valter Alves, que na fase de instrução argumentou que poucos casos de corrupção eram tão claros como este, vai insistir no julgamento do Benfica junto do Tribunal da Relação de Lisboa, que irá apreciar o recurso.

Na decisão instrutória que ilibou a SAD, a juíza argumentou que os indícios de corrupção eram "vagos e imprecisos" e que o Benfica não estava obrigado a vigiar os atos do seu assessor jurídico Paulo Gonçalves, que irá ser julgado por corrupção, tal como o funcionário judicial José Augusto Silva, que deixou de estar em prisão domiciliária.

Júlio Loureiro, que é escrivão e foi observador de árbitros, também foi despronunciado dos crimes de que era acusado.

O Ministério Público sustenta que todos os arguidos montaram "uma teia de interesses" que beneficiou todos. Paulo Gonçalves terá tido acesso a documentos judicias cedidos por José Augusto Silva a troco de camisolas e bilhetes para jogos do Benfica. A juíza destruiu quase toda a argumentação do MP, mas a palavra final será agora dada pelos desembargadores da Relação.

Contactado pelo Expresso, o advogado do Benfica, João Medeiros, disse que o recurso é "um direito que assiste ao Ministério Público".
“Sempre que o Luisão tinha um problema, daqueles que tinha todos os anos, lá ía PG a correr para o Brasil para resolver o problema”

RGS

Turma do Fisgas


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Ele está a falar em pedir aumento salarial sob coação de sair.

Pelo menos é por isso que o Luisão é conhecido...


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E-toupeira: Sporting não recorreu da decisão em relação à SAD do Benfica
https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/sporting-nao-recorreu-da-decisao-em-relacao-a-sad-do-benfica-no-processo-e-toupeira
Apenas o Ministério Público (MP) e Perdigão da Silva, ex-árbitro e também assistente no processo, é que apresentaram recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa
E-toupeira: Sporting não recorreu da decisão em relação à SAD do Benfica

O Sporting, que se constituiu assistente no processo 'e-toupeira', não recorreu da decisão do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) de não levar a julgamento a SAD do Benfica por nenhum dos 30 crimes pelos quais foi acusada.

Segundo um despacho da juíza de instrução criminal Ana Peres, do TCIC, a que a agência Lusa teve hoje acesso, apenas o Ministério Público (MP) e Perdigão da Silva, ex-árbitro e também assistente no processo, é que apresentaram recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa.

A 21 de dezembro do ano passado, dia em que a juíza Ana Peres proferiu despacho de não pronúncia (decisão de não levar a julgamento) quanto à SAD do Benfica, o Sporting classificou de “incompreensível” a decisão instrutória e admitiu “recorrer” da mesma com o objetivo de "repor a verdade desportiva", o que não veio a acontecer.

Contactado pela Lusa, Paulo Sá e Cunha, advogado do escritório que representou o Sporting neste processo, confirmou que o clube não apresentou recurso, sem adiantar mais pormenores.

Segundo a acusação do MP, Paulo Gonçalves, enquanto assessor da administração da Benfica SAD, e no interesse da sociedade, solicitou aos funcionários judiciais Júlio Loureiro (que também não foi pronunciado) e José Silva (pronunciado) que lhe transmitissem informações sobre inquéritos, a troco de bilhetes, convites e 'merchandising' do clube.

Paulo Gonçalves foi pronunciado por corrupção, por violação do segredo de justiça, por violação do segredo de sigilo e por acesso indevido, enquanto José Silva foi pronunciado pelos mesmos crimes, mais o de peculato. O TCIC não deu como provados os crimes de favorecimento pessoal, de falsidade informática e de oferta ou recebimento indevido de vantagem.

Na leitura da decisão instrutória, a juíza Ana Peres realçou que, à luz da lei, "os factos atribuídos a Paulo Gonçalves não podiam ser imputados diretamente à SAD do Benfica", explicando que o responsável "não fazia parte dos órgãos sociais da pessoa coletiva, nem representava a pessoa coletiva", sendo, apenas, um "subalterno", isto é, um funcionário da SAD 'encarnada'.

Logo, "não é possível imputar a responsabilidade" à SAD do clube da Luz pelos atos cometidos pelo antigo assessor jurídico, justificou a juíza de instrução criminal.

No recurso para a Relação de Lisboa, o ex-árbitro Perdigão da Silva pede que a SAD do Benfica seja pronunciada apenas por um crime corrupção ativa, em coautoria com Paulo Gonçalves, "em nome e no interesse" de quem o antigo assessor jurídico "sempre agiu", deixando cair os restantes 29 crimes imputados à SAD 'encarnada'.

Já o procurador do Ministério Público Valter Alves reitera no seu recurso que a SAD violou o "dever de vigilância".

“A decisão é contraditória quando afirma que no caso concreto os crimes que estão imputados ao arguido Paulo Gonçalves, nada têm a ver com o prosseguimento do interesse e objeto de ente coletivo", sustenta o recurso do MP, acrescentando que a SAD ‘encarnada' deve ser responsabilizada por violar “o dever de vigilância”.

Nesse sentido, e mantendo a argumentação apresentada na acusação, o procurador Valter Alves assegurou que “a sociedade arguida não diligenciou para que, no interesse da sociedade, utilizando os seus bens, os seus colaboradores e estrutura, não fossem praticados ilícitos por parte de colaboradores, neste caso, colaborador/subordinado, especial e imediatamente ligado à administração e ao seu presidente”.

O MP recorreu ainda da não pronúncia dos funcionários judiciais Júlio Loureiro, este pelos crimes de corrupção passiva e de recebimento indevido de vantagem, e de José Silva, por violação de segredo por funcionário, por favorecimento pessoal, por falsidade informática e por acesso ilegítimo.

Todos os arguidos estão em liberdade com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
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E-toupeira: Sporting não recorreu da decisão em relação à SAD do Benfica
https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/sporting-nao-recorreu-da-decisao-em-relacao-a-sad-do-benfica-no-processo-e-toupeira
Apenas o Ministério Público (MP) e Perdigão da Silva, ex-árbitro e também assistente no processo, é que apresentaram recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa
E-toupeira: Sporting não recorreu da decisão em relação à SAD do Benfica

O Sporting, que se constituiu assistente no processo 'e-toupeira', não recorreu da decisão do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) de não levar a julgamento a SAD do Benfica por nenhum dos 30 crimes pelos quais foi acusada.

Segundo um despacho da juíza de instrução criminal Ana Peres, do TCIC, a que a agência Lusa teve hoje acesso, apenas o Ministério Público (MP) e Perdigão da Silva, ex-árbitro e também assistente no processo, é que apresentaram recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa.

A 21 de dezembro do ano passado, dia em que a juíza Ana Peres proferiu despacho de não pronúncia (decisão de não levar a julgamento) quanto à SAD do Benfica, o Sporting classificou de “incompreensível” a decisão instrutória e admitiu “recorrer” da mesma com o objetivo de "repor a verdade desportiva", o que não veio a acontecer.

Contactado pela Lusa, Paulo Sá e Cunha, advogado do escritório que representou o Sporting neste processo, confirmou que o clube não apresentou recurso, sem adiantar mais pormenores.

Segundo a acusação do MP, Paulo Gonçalves, enquanto assessor da administração da Benfica SAD, e no interesse da sociedade, solicitou aos funcionários judiciais Júlio Loureiro (que também não foi pronunciado) e José Silva (pronunciado) que lhe transmitissem informações sobre inquéritos, a troco de bilhetes, convites e 'merchandising' do clube.

Paulo Gonçalves foi pronunciado por corrupção, por violação do segredo de justiça, por violação do segredo de sigilo e por acesso indevido, enquanto José Silva foi pronunciado pelos mesmos crimes, mais o de peculato. O TCIC não deu como provados os crimes de favorecimento pessoal, de falsidade informática e de oferta ou recebimento indevido de vantagem.

Na leitura da decisão instrutória, a juíza Ana Peres realçou que, à luz da lei, "os factos atribuídos a Paulo Gonçalves não podiam ser imputados diretamente à SAD do Benfica", explicando que o responsável "não fazia parte dos órgãos sociais da pessoa coletiva, nem representava a pessoa coletiva", sendo, apenas, um "subalterno", isto é, um funcionário da SAD 'encarnada'.

Logo, "não é possível imputar a responsabilidade" à SAD do clube da Luz pelos atos cometidos pelo antigo assessor jurídico, justificou a juíza de instrução criminal.

No recurso para a Relação de Lisboa, o ex-árbitro Perdigão da Silva pede que a SAD do Benfica seja pronunciada apenas por um crime corrupção ativa, em coautoria com Paulo Gonçalves, "em nome e no interesse" de quem o antigo assessor jurídico "sempre agiu", deixando cair os restantes 29 crimes imputados à SAD 'encarnada'.

Já o procurador do Ministério Público Valter Alves reitera no seu recurso que a SAD violou o "dever de vigilância".

“A decisão é contraditória quando afirma que no caso concreto os crimes que estão imputados ao arguido Paulo Gonçalves, nada têm a ver com o prosseguimento do interesse e objeto de ente coletivo", sustenta o recurso do MP, acrescentando que a SAD ‘encarnada' deve ser responsabilizada por violar “o dever de vigilância”.

Nesse sentido, e mantendo a argumentação apresentada na acusação, o procurador Valter Alves assegurou que “a sociedade arguida não diligenciou para que, no interesse da sociedade, utilizando os seus bens, os seus colaboradores e estrutura, não fossem praticados ilícitos por parte de colaboradores, neste caso, colaborador/subordinado, especial e imediatamente ligado à administração e ao seu presidente”.

O MP recorreu ainda da não pronúncia dos funcionários judiciais Júlio Loureiro, este pelos crimes de corrupção passiva e de recebimento indevido de vantagem, e de José Silva, por violação de segredo por funcionário, por favorecimento pessoal, por falsidade informática e por acesso ilegítimo.

Todos os arguidos estão em liberdade com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.


tÊM O CLUBE DE MANSOS QUE MERECEM SEUS c****!!!
Francisco Stromp disse um dia: " O Sporting não se deve sentir honrado por nós aqui jogarmos! Nós é que nos devemos sentir honrados por vestir a camisola do Sporting!"
O último apaga a luz.
https://www.jn.pt/justica/interior/ex-arbitro-quer-sad-do-benfica-a-responder-por-corrupcao--10586854.html

Ex-árbitro quer SAD do Benfica a responder por corrupção

António Manuel Perdigão da Silva, o antigo árbitro que é atualmente colaborador do F. C. Porto em questões de arbitragem, recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa no sentido de levar a SAD do Benfica a julgamento por corrupção.

Argumenta ser irrealista dissociar a Sociedade encarnada da corrupção imputada ao ex-assessor jurídico do Benfica, Paulo Gonçalves.

Foi no final de dezembro que a juíza do Tribunal Central de Instrução Criminal decidiu não levar a julgamento a Benfica SAD. Ana Peres considerou que Paulo Gonçalves "não fazia parte dos órgãos sociais da pessoa coletiva, nem representava a pessoa coletiva", sendo um "subalterno".

LER MAIS (ASSINANTE)
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Francisco J. Marques: “O Paulo Gonçalves foi sacrificado para salvar a pele da SAD do Benfica e isso tem um preço”
Segundo Francisco J. Marques, Paulo Gonçalves, ex-assessor jurídico do Benfica, esteve envolvido no processo de renovação de Salvio

Segundo Francisco J. Marques, responsável de comunicação do FC Porto, Paulo Gonçalves, ex-assessor jurídico do Benfica, continua a interagir com as águias. Mais: esteve envolvido no processo de renovação de Salvio.

“O Paulo Gonçalves foi sacrificado para salvar a pele da SAD do Benfica e isso tem um preço. Já não foi o Paulo Gonçalves que intermediou os jogadores do Leixões? E agora vai intermediar esta renovação de um jogador com empresário. Não é mais do que pagar os bons serviços do Paulo Gonçalves”, atirou o dirigente portista, na segunda-feira, no seu programa de comentário desportivo no Porto Canal.

Salvio renovou contrato com o clube da Luz em janeiro. Na época, Paulo Gonçalves já não integrava a estrutura benfiquista, mas foi visto numa unidade hoteleira juntamente com Agustín Jiménez, empresário do extremo argentino.