Atletismo

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Abstenho-me de comentar mais a questão da Semenya. E os culpados disto não é a IAAF. A IAAF quando obrigou a atleta a tomar bloqueadores de testosterona (para ir para níveis normais numa mulher), os tempos dela foram normais. Desde a decisão do Tribunal do Desporto (que tal não era válido) ainda ficou pior do que era. Espero que o recurso da IAAF prove, exactamente, as diferenças antes e depois da paragem dos bloqueadores para se acabar de vez com esta história. Aliás, os 800 sempre foram assim. Para quem não conhece a ainda actual recordista mundial...era isto:




A célebre Jarmila Kratochvilova, até metia medo. Há gajos bastante menos masculinos que ela (ou ele, não sei).

Apenas por curiosidade, aqui está a Jarmila nos dias de hoje:


Bem mais feminina.
O melhor português acabar em 123º lugar é uma facada de todo o tamanho para um país que tem a tradição que tem na maratona.
Abstenho-me de comentar mais a questão da Semenya. E os culpados disto não é a IAAF. A IAAF quando obrigou a atleta a tomar bloqueadores de testosterona (para ir para níveis normais numa mulher), os tempos dela foram normais. Desde a decisão do Tribunal do Desporto (que tal não era válido) ainda ficou pior do que era. Espero que o recurso da IAAF prove, exactamente, as diferenças antes e depois da paragem dos bloqueadores para se acabar de vez com esta história. Aliás, os 800 sempre foram assim. Para quem não conhece a ainda actual recordista mundial...era isto:




A célebre Jarmila Kratochvilova, até metia medo. Há gajos bastante menos masculinos que ela (ou ele, não sei).

Apenas por curiosidade, aqui está a Jarmila nos dias de hoje:


Bem mais feminina.

Por esta imagem é que se vê que ela na altura era um pote de esteroides com pernas.
Ser do Sporting não se explica, sente-se...
A participação na Maratona e o Cross hoje foi o culminar de uma péssima prestação olímpica. Corridas de fundo onde temos tradição "conseguimos" ter dois atletas nos últimos lugares (embora um deles tivesse grandes problemas com lesões), há muito mais para além da falta de condições.

Depois é curioso verificar que os azares acontecem sempre connosco: Um dia são as "algas", outro é porque é bom estar-se na caminha de manhã, uns vêm lesionados, hoje no cross uma roda partiu-se...enfim, há sempre "algo"...mais desculpável ou não, mas acontece...já as superações são raras. Fernando Mamede é que tem razão, e no caso do atleta português ainda mais, um bom psicólogo é fundamental.

Isto é só uma componente da equação (já sobejamente falada), mas esta é tão ou mais importante e não vejo ninguém abordar isso.
“EM TÓQUIO QUERO BRILHAR AINDA MAIS”
Por Jornal Sporting
24 Ago, 2016
JOGOS OLÍMPICOS
Cátia Azevedo chegou esta quarta-feira do Rio de Janeiro, mas já olha para os Jogos de 2020 com um enorme sorriso de ambição


O aeroporto Humberto Delgado recebeu hoje alguns atletas leoninos que participaram nos Jogos Olímpicos.  Uma das quais foi Cátia Azevedo que fez um balanço extremamente positivo: “A minha competição mais calma. Estive supertranquila antes e durante a competição. Adorei o convívio”.

A atleta portuguesa falhou o apuramento para as meias-finais dos 400 metros, ao cumprir as eliminatórias em 52,38 segundos. Cátia Azevedo, que ficou a 75 centésimos de segundo do seu recorde nacional (51,63 segundos), sai do Brasil com altas expectativas para os Jogos de 2020. “Em Tóquio quero brilhar ainda mais, não ficar tão transparente e dar o ar da minha graça na pista”.

 Quem também parte com níveis de confiança elevados para Terras do Sol Nascente é Vera Barbosa, que destacou o espírito ‘on fire’ da comitiva nacional no Rio de Janeiro. “É possível pedir mais em Tóquio porque há mais experiência e mais bagagem”, referiu a atleta leonina que correu na quinta eliminatória e não foi além do sexto lugar, falhando o apuramento para as meias-finais dos 400 metros barreiras.

http://www.sporting.pt/pt/noticias/modalidades/jogos-olimpicos/2016-08-24/em-toquio-quero-brilhar-ainda-mais