Alfredo Augusto das Neves Holtreman (Visconde de Alvalade)

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ETERNA GRATIDÃO
 
:venia:
Muitos Parabéns!
 :beer:

E Muito Obrigada!!!
 :venia:
QUE O LEÃO VOLTE A RUGIR MAIS ALTO QUE NUNCA
Este senhor devia ter mais posts do que apenas 2, afinal se não tivesse sido o dinheiro dele e terrenos cedidos, hoje não haveria o Sporting.

ETERNA GRATIDÃO.

Já agora e apenas a titulo de curiosidade, pesquisei um pouco sobre ele, e à parte de tudo o que se sabe do titulo de Nobreza consedido por D. Carlos I, e da sua descendencia de familias , a verdade é que era um Empresário e Advogado de Sucesso, segundo uma investigação da revista Sabado, à data da sua morte, deixou 23 prédios, e terrenos e uma enorme fortuna.

Achei curioso a seguinte parte do texto escrito na revista Sábado acerca da elaboração do testamento do Visconde:

(...) o receio de que qualquer parte da fortuna pudesse vir a ser de alguma forma gerida pelo marido ou pelo sogro da sua neta mais velha, Julieta Holtreman, casada com Luís Ricciardi, filho de Vicenzo Ricciardi – respectivamente avô e bisavô de José Maria Ricciardi. Ambos deviam ser excluídos do conselho de família: "São jogadores de jogos de azar e têm outros vícios que lhes tiram a indispensável confiança", justificou. (...)

Mais, desconhecia que José Roquette (Antigo Presidente do Sporting) e José Maria Ricciardi (Antigo gestor do BES) eram parentes, mais, não deixa de ser curioso/interessante que o Visconde aos 82 anos de idade e uns meses antes de falecer, ter receio que após a sua morte tudo o que lhe custou a ganhar em vida fosse entregue a familiares cujo o ultimo nome (Ricciardi), passados quase 100 anos, iriam estar ligados a um falir de banco.

Tirando isso, acho que está muito incompleta a informação referente ao Visconde, há espaços temporais que não se encontra facilmente noticias.

Uma das situações que não encontro explicação, é se o Visconde teve de sair de Portugal algures em 1910 dado a implatação da Republica, refugiou-se em Londres, passados 10 anos estava no Registo na Baixa em Lisboa a redigir o seu Testamento. O que se passou nesses 10 anos? Estava em Lisboa quando o neto faleceu?

Enfim, estou com algum tempo livre por isso escrevi isto tudo ;D, mas como tenho gosto e tenho interesse em Historia, caso alguem que leia isto sabia algo. Chegue-se à frente.

Aqui fica a apresentação da investigação da revista Sabado.
http://www.sabado.pt/vida/detalhe/a_vida_dupla_do_primeiro_presidente_do_sporting.html
O objectivo da reportagem era a Sabado fazer-se de Revista Maria de outros tempos, mas enfim...
Este senhor devia ter mais posts do que apenas 2, afinal se não tivesse sido o dinheiro dele e terrenos cedidos, hoje não haveria o Sporting.

ETERNA GRATIDÃO.

Já agora e apenas a titulo de curiosidade, pesquisei um pouco sobre ele, e à parte de tudo o que se sabe do titulo de Nobreza consedido por D. Carlos I, e da sua descendencia de familias , a verdade é que era um Empresário e Advogado de Sucesso, segundo uma investigação da revista Sabado, à data da sua morte, deixou 23 prédios, e terrenos e uma enorme fortuna.

Achei curioso a seguinte parte do texto escrito na revista Sábado acerca da elaboração do testamento do Visconde:

(...) o receio de que qualquer parte da fortuna pudesse vir a ser de alguma forma gerida pelo marido ou pelo sogro da sua neta mais velha, Julieta Holtreman, casada com Luís Ricciardi, filho de Vicenzo Ricciardi – respectivamente avô e bisavô de José Maria Ricciardi. Ambos deviam ser excluídos do conselho de família: "São jogadores de jogos de azar e têm outros vícios que lhes tiram a indispensável confiança", justificou. (...)

Mais, desconhecia que José Roquette (Antigo Presidente do Sporting) e José Maria Ricciardi (Antigo gestor do BES) eram parentes, mais, não deixa de ser curioso/interessante que o Visconde aos 82 anos de idade e uns meses antes de falecer, ter receio que após a sua morte tudo o que lhe custou a ganhar em vida fosse entregue a familiares cujo o ultimo nome (Ricciardi), passados quase 100 anos, iriam estar ligados a um falir de banco.

Tirando isso, acho que está muito incompleta a informação referente ao Visconde, há espaços temporais que não se encontra facilmente noticias.

Uma das situações que não encontro explicação, é se o Visconde teve de sair de Portugal algures em 1910 dado a implatação da Republica, refugiou-se em Londres, passados 10 anos estava no Registo na Baixa em Lisboa a redigir o seu Testamento. O que se passou nesses 10 anos? Estava em Lisboa quando o neto faleceu?

Enfim, estou com algum tempo livre por isso escrevi isto tudo ;D, mas como tenho gosto e tenho interesse em Historia, caso alguem que leia isto sabia algo. Chegue-se à frente.

Aqui fica a apresentação da investigação da revista Sabado.
http://www.sabado.pt/vida/detalhe/a_vida_dupla_do_primeiro_presidente_do_sporting.html
O objectivo da reportagem era a Sabado fazer-se de Revista Maria de outros tempos, mas enfim...

Sim, concordo. Deveria se tentar descobrir um pouco mais. Se não fosse ele dar o $ e terrenos, o neto, iria ter dificuldades na altura.. Mas se já na altura, este HOMEM, não tinha confiança nos Ricciardi, alguma coisa queria dizer.. Mal ele sabia que 100 anos depois essa familia tinha levado um banco à falência..
É um crime este tópico só ter uma página!

Parabéns,avô !
Parabéns visconde de alvalade! E obrigado!  :venia:

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Um dos fundadores do nosso grande amor completaria hoje 180 anos!
#SportingTV #EstamosEmCasa
71%, depois não venham fingir que não votaram Sim.

"Viva o Sporting Clube de Portugal ... É Nosso Outra Vez!" - Presidente Bruno de Carvalho

"Um dia vocês hão-de perceber que o objectivo de Pinto da Costa e do Porto nunca foi destruir o Benfica mas sim o Sporting." - Viridis
Pergunta: Cor?
Joaquim Agostinho: Verde. Porque representa a natureza e eu sou um homem da terra. E branco. Porque é a cor da pureza, da simplicidade. E também porque são as cores do Sporting.
Pergunta: Uma conclusão para a vida...
Joaquim Agostinho: Que a vida é curta, que se nasce, que se vive e que se morre depressa e por isso é aproveitar todos os minutos para amar o nosso semelhante como a nós mesmos e partir tranquilamente, sem queixas, orgulhoso de ter amado e de ter sido amado.