Formula 1

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Grande grande grande Charles!!! Quase perfeito.
Bottas a ser Bottas.. loser all the way.
Hamilton, apesar de não ser seu fã, é um monstro.
Vettel.... espero que para o ano faça companhia ao Alonso.
Sou só eu que não consigo gostar do Leclerc? Para mim é um chorinhas. Da Malta nova, não consigo gostar deste gajo, adoro o Lando e o Max mas este ... dou por mim a querer que o gajo perca o que nunca aconteceu com ninguém


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Sou só eu que não consigo gostar do Leclerc? Para mim é um chorinhas. Da Malta nova, não consigo gostar deste gajo, adoro o Lando e o Max mas este ... dou por mim a querer que o gajo perca o que nunca aconteceu com ninguém


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chorinhas, porquê?



"Grandes resultados requerem grandes ambições."
Situação com o Max na Áustria ( para mim o verdadeiro caso de faz-t homem ) . Mesmo a situação de bandeira branca e preta do link que meteste veio logo para o rádio... virgem ofendida mode, se não estou em erro.

Não vou a bola com o gajo. É daquelas coisas que não dá para explicar.


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O Leclerc aprendeu bem a lição na Áustria e tem sido muito mais agressivo. Mostrou-o em Silverstone, mostrou em Monza. E bem...

Adoro a postura dele. Muito talento e pouca mania. Um senhor...
Situação com o Max na Áustria ( para mim o verdadeiro caso de faz-t homem ) . Mesmo a situação de bandeira branca e preta do link que meteste veio logo para o rádio... virgem ofendida mode, se não estou em erro.

Não vou a bola com o gajo. É daquelas coisas que não dá para explicar.


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Acho que aqui estás sozinho 😬

Actualmente é o meu favorito.... só pelo número que usa gosto dele 😂
Fórmula E: Stoffel Vandoorne e Nyck de Vries na Mercedes
"Grandes resultados requerem grandes ambições."
Fui a Itália assistir ao Grande Prémio.
Tinha um Passe VIP da FIA, mas esse passe só dava direito a circular por todo o lado menos boxes e linha de largada. Pior, não dava acesso a bancadas numeradas, ou seja, todas...
Na Sexta não houve crise, ninguém controlava as bancadas. Fui para a bancada 8, em frente à primeira variante, uma das travagens mais violentas de todos os circuitos. Azar, choveu um pouco, mas nada de outro mundo.
No Sábado já controlavam as bancadas, pelo que fiquei a seguir à nº8. Estava um dia magnífico, apesar de não se ver tão bem como numa bancada, foi fixe.
No Domingo, como era possível que chovesse (o que não se verificou), comprei bilhetes para a bancada nº6, em frente à primeira variante, mas do lado de dentro da pista.
Para quem considere ir a Monza pela primeira vez, convém ter em conta alguns pormenores:
O autódromo não é em Monza, mas a mais de 5 quilómetros a pé, 10 de carro.

Só os mais jovens percebem alguma coisa de inglês, de resto quase ninguém fala outra língua que não o italiano. O italiano é uma língua relativamente fácil, mas é preferível falar inglês, até porque se é bem melhor tratado.

O desenho da pista que se vê em todo o lado não tem a orientação geográfica correcta, tem que se rodar 90 graus no sentido dos ponteiros do relógio (a meta é a Oeste, Della Roggia a Norte, Ascari a Oeste, Parabólica a Sul). Isto tem impacto nos transportes de e para o autódromo.


A organização é uma m*rda. Transportes públicos nem vê-los (apesar de anunciados), os taxistas são preguiçosos e insolentes, fazem uma corrida e vão para casa, deixando o pessoal apeado. Havia lama por todo o lado, no circuito, fora poças de água (no Estoril enchê-las-iam de brita dum dia para outro). As filas para a comida e os WC eram enormes. Aliás, entrar e sair do autódromo é um suplício.

Nos restaurantes de Monza carregam imenso no sal. Atendendo a que as bebidas são caras… Em Milão não notei o mesmo.

Os italianos não percebem muito de F1, ao contrário do que seria de esperar. Torcem doentiamente pela Ferrari, mas não sabem sequer os pontos fortes e fracos da mesma. Ficam excitadíssimos quando passa um carro vermelho, sobretudo quando um Ferrari faz o melhor tempo, mas não me pareceu que soubessem ao certo quem eram os outros. Fora isso são simpáticos.

Tudo isso não impediu que tivesse passado uns dias fabulosos.
« Última modificação: Setembro 15, 2019, 16:53 pm por one_o_six »
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Fui a Itália assistir ao Grande Prémio.
Tinha um Passe VIP da fia, mas esse passe só dava direito a circular por todo o lado menos boxes e linha de largada. Pior, não dava acesso a bancadas numeradas, ou seja, todas...
Na Sexta não houve crise, ninguém controlava as bancadas. Fui para a bancada 8, em frente à primeira variante, uma das travagens mais violentas de todos os circuitos. Azar, choveu um pouco, mas nada de outro mundo.
No Sábado já controlavam as bancadas, pelo que fiquei a seguir à nº8. Estava um dia magnífico, apesar de não se ver tão bem como numa bancada, foi fixe.
No Domingo, como era possível que chovesse (o que não se verificou), comprei bilhetes para a bancada nº6, em frente à primeira variante, mas do lado de dentro da pista.
Para quem considere ir a Monza pela primeira vez, convém ter em conta alguns pormenores:
O autódromo não é em Monza, mas a mais de 5 quilómetros a pé, 10 de carro.

Só os mais jovens percebem alguma coisa de inglês, de resto quase ninguém fala outra língua que não o italiano. O italiano é uma língua relativamente fácil, mas é preferível falar inglês, até porque se é bem melhor tratado.

O desenho da pista que se vê em todo o lado não tem a orientação geográfica correcta, tem que se rodar 90 graus no sentido dos ponteiros do relógio (a meta é a Oeste, Della Roggia a Norte, Ascari a Oeste, Parabólica a Sul). Isto tem impacto nos transportes de e para o autódromo.


A organização é uma m*rda. Transportes públicos nem vê-los (apesar de anunciados), os taxistas são preguiçosos e insolentes, fazem uma corrida e vão para casa, deixando o pessoal apeado. Havia lama por todo o lado, no circuito, fora poças de água (no Estoril enchê-las-iam de brita dum dia para outro). As filas para a comida e os WC eram enormes. Aliás, entrar e sair do autódromo é um suplício.

Nos restaurantes de Monza carregam imenso no sal. Atendendo a que as bebidas são caras… Em Milão não notei o mesmo.

Os italianos não percebem muito de F1, ao contrário do que seria de esperar. Torcem doentiamente pela Ferrari, mas não sabem sequer os pontos fortes e fracos da mesma. Ficam excitadíssimos quando passa um carro vermelho, sobretudo quando um Ferrari faz o melhor tempo, mas não me pareceu que soubessem ao certo quem eram os outros. Fora isso são simpáticos.

Tudo isso não impediu que tivesse passado uns dias fabulosos.

A única vez que vi F1 ao vivo foi em Spa 2017 e foi qualquer coisa do outro mundo. No Sábado fiquei à entrada do Pouhon e no Domingo na Kemmel Straight. Queria ver se ia a Monza em 2020, ou então a Barcelona. Aquilo não é suposto ter comboios de Milão para Monza seguidos?

Quanto deste por uma brincadeira dessas? Ou foi convite?
Se tudo correr bem vai ser um dos melhores mercados dos últimos anos.
Fui a Itália assistir ao Grande Prémio.
Tinha um Passe VIP da fia, mas esse passe só dava direito a circular por todo o lado menos boxes e linha de largada. Pior, não dava acesso a bancadas numeradas, ou seja, todas...
Na Sexta não houve crise, ninguém controlava as bancadas. Fui para a bancada 8, em frente à primeira variante, uma das travagens mais violentas de todos os circuitos. Azar, choveu um pouco, mas nada de outro mundo.
No Sábado já controlavam as bancadas, pelo que fiquei a seguir à nº8. Estava um dia magnífico, apesar de não se ver tão bem como numa bancada, foi fixe.
No Domingo, como era possível que chovesse (o que não se verificou), comprei bilhetes para a bancada nº6, em frente à primeira variante, mas do lado de dentro da pista.
Para quem considere ir a Monza pela primeira vez, convém ter em conta alguns pormenores:
O autódromo não é em Monza, mas a mais de 5 quilómetros a pé, 10 de carro.

Só os mais jovens percebem alguma coisa de inglês, de resto quase ninguém fala outra língua que não o italiano. O italiano é uma língua relativamente fácil, mas é preferível falar inglês, até porque se é bem melhor tratado.

O desenho da pista que se vê em todo o lado não tem a orientação geográfica correcta, tem que se rodar 90 graus no sentido dos ponteiros do relógio (a meta é a Oeste, Della Roggia a Norte, Ascari a Oeste, Parabólica a Sul). Isto tem impacto nos transportes de e para o autódromo.


A organização é uma m*rda. Transportes públicos nem vê-los (apesar de anunciados), os taxistas são preguiçosos e insolentes, fazem uma corrida e vão para casa, deixando o pessoal apeado. Havia lama por todo o lado, no circuito, fora poças de água (no Estoril enchê-las-iam de brita dum dia para outro). As filas para a comida e os WC eram enormes. Aliás, entrar e sair do autódromo é um suplício.

Nos restaurantes de Monza carregam imenso no sal. Atendendo a que as bebidas são caras… Em Milão não notei o mesmo.

Os italianos não percebem muito de F1, ao contrário do que seria de esperar. Torcem doentiamente pela Ferrari, mas não sabem sequer os pontos fortes e fracos da mesma. Ficam excitadíssimos quando passa um carro vermelho, sobretudo quando um Ferrari faz o melhor tempo, mas não me pareceu que soubessem ao certo quem eram os outros. Fora isso são simpáticos.

Tudo isso não impediu que tivesse passado uns dias fabulosos.
A única vez que vi F1 ao vivo foi em Spa 2017 e foi qualquer coisa do outro mundo. No Sábado fiquei à entrada do Pouhon e no Domingo na Kemmel Straight. Queria ver se ia a Monza em 2020, ou então a Barcelona. Aquilo não é suposto ter comboios de Milão para Monza seguidos?
Quanto deste por uma brincadeira dessas? Ou foi convite?

Quando me atribuíram o Passe VIP, deram-me a escolher o Grande Prémio. Espanha e França, os mais próximos (e os cuja língua falo), já tinham tido lugar. Restavam Hungria, Alemanha, Reino Unido, Bélgica e Itália (ir aos ultramarinos seria muito mais caro).
Descartei quase todos por ter medo da chuva. Spa-Francorchamps é um must, mas o medo da chuva era grande. Monza também é um must e tinha menos probabilidade de chuva. Por acaso foi ao contrário, mas não o podia adivinhar.
Assisti a todos os 13 Grandes Prémios que tiveram lugar no Autódromo do Estoril. Por isso é que digo que a organização de Monza é uma m*rda.
A única borla que tive foi o Passe VIP, mas para Domingo tive que comprar bilhetes.
A ida saiu-me por mais que 1000€ por pessoa, fora bilhetes.
Como disse, não vi os supostos autocarros...


«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Fantástico! Obrigado pela partilha👏
Já agora (image heavy):

Porsche Super Cup:



Spa 2017 (Sauber) - FP3:



Qualificação (Pouhon):





Corrida - Kemmel Straight:



Verstappen a retirar-se mesmo à nossa frente durante a corrida:




Se tudo correr bem vai ser um dos melhores mercados dos últimos anos.
"Grandes resultados requerem grandes ambições."
Haas mantém os pilotos para o ano.
Kubica vai sair da Williams.
Haas mantém os pilotos para o ano.
Kubica vai sair da Williams.
Espanta-me a continuidade de Grosjean.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
E o Hulk sem um lugar para o ano.
Se tudo correr bem vai ser um dos melhores mercados dos últimos anos.
Haas mantém os pilotos para o ano.
Kubica vai sair da Williams.
Espanta-me a continuidade de Grosjean.
Sim, também me faz confusão qual a utilidade do Grosjean neste momento. Ele estava bom era para se sentar num Sport-Protótipos de Le Mans e dar o lugar a outro mais jovem.
      SPORTING mais que um clube uma Paixão!        «O SPORTING SOMOS NÓS»
E o Hulk sem um lugar para o ano.
Só estou mesmo a ver a Red Bull, e mesmo essa é muito difícil...

Force Stroll já renovou com o Perez, o lugar do Giovanazzi é sempre da Ferrari e a Williams só aceita um piloto pagante.

Como é alemão sempre podia aceitar ser piloto de testes da mercedes e esperar que o Bottas saia...
Haas mantém os pilotos para o ano.
Kubica vai sair da Williams.
Espanta-me a continuidade de Grosjean.
Sim, também me faz confusão qual a utilidade do Grosjean neste momento. Ele estava bom era para se sentar num Sport-Protótipos de Le Mans e dar o lugar a outro mais jovem.
A razão pela qual eu correria com ele é ser um azarado crónico.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»