Formula 1

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Até pode ser o caso, mas isso não prova nada, continua a ser possível que a maior diferença possa estar no chassi e que o motor Ferrai mesmo sendo superior não compense esse ganho.
É que então praticamente todas as equipas sem motor alemão afinam o carro com menos apoio aerodinâmico que a Mercedes, porque praticamente todos os fins-de-semana atingem velocidades superiores.
Isso é uma falácia; em quantas provas é que os Racing Point e os Williams foram mais rápidos que os Mercedes?
É óbvio que a diferença entre os motores oficiais e os fornecidos aos clientes não está apenas na potência máxima, mas sim em toda a curva de entrega de potência. E, numa pista como a da Hungria, em que só se atingem velocidades muito elevadas na recta da meta, a potência a todos os regimes, sobretudo os mais baixos, é o mais importante, dado que a aceleração é fundamental nesse traçado.

«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
Só disse que esteve taco a taco até à última paragem na box do Hamilton, a partir daí como também escrevi a diferença esteve sobretudo nos pneus, ou seja, na estratégia tomada pela Mercedes e pela RB.

O Hamilton tinha pneus frescos, de um composto mais rápido que o Max nas voltas restavam e o holandês nas voltas antes de ser ultrapassado tinha os pneus destruídos, aliás ele mesmo disse no rádio que com aqueles pneus não acabava a corrida.

A diferença que permitiu ao Hamilton ganhar um segundo por volta por vezes esteve aí.
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
Só disse que esteve taco a taco até à última paragem na box do Hamilton, a partir daí como também escrevi a diferença esteve sobretudo nos pneus, ou seja, na estratégia tomada pela Mercedes e pela RB.
O Hamilton tinha pneus frescos, de um composto mais rápido que o Max nas voltas restavam e o holandês nas voltas antes de ser ultrapassado tinha os pneus destruídos, aliás ele mesmo disse no rádio que com aqueles pneus não acabava a corrida.
A diferença que permitiu ao Hamilton ganhar um segundo por volta por vezes esteve aí.
Vejamos, Hockenheim - Racing Point com mais velocidade de ponta, Williams não;
Spielberg - Racing Point e um Williams com mais velocidade de ponta.
Ou seja duas provas, em 12 já disputadas, supondo que esses números são resultados finais dos fins de semana. Até tu reconhecerás que isso não demonstra peva.
Se queres acreditar que as diferenças de potência são irrisórias, é contigo. Lembro-me de ver Hamilton passar Vettel - sem DRS - em Austin, como se este estivesse parado, logo no início (Vettel arrancou melhor e o outro foi buscá-lo), ou seja, com os pneus dos dois, iguais, ainda novinhos em folha. E isso voltou a acontecer no México e não só.
(em Monza Hamilton esmagou os dois Ferrari e não só, na recta)
Mas não, não é mais potência... ...
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Boa corrida do Hamilton e desta vez boa estratégia da Mercedes desta vez.

Deve ter havido ali um Boost a nível de motor nas voltas finais pois foi no sector 1 que o hamilton começou a ganhar, mas o max já se estava a queixar dos pneus por isso a há que dar mérito á Mercedes pela estratégia.
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
Só disse que esteve taco a taco até à última paragem na box do Hamilton, a partir daí como também escrevi a diferença esteve sobretudo nos pneus, ou seja, na estratégia tomada pela Mercedes e pela RB.
O Hamilton tinha pneus frescos, de um composto mais rápido que o Max nas voltas restavam e o holandês nas voltas antes de ser ultrapassado tinha os pneus destruídos, aliás ele mesmo disse no rádio que com aqueles pneus não acabava a corrida.
A diferença que permitiu ao Hamilton ganhar um segundo por volta por vezes esteve aí.
Vejamos, Hockenheim - Racing Point com mais velocidade de ponta, Williams não;
Spielberg - Racing Point e um Williams com mais velocidade de ponta.
Ou seja duas provas, em 12 já disputadas, supondo que esses números são resultados finais dos fins de semana. Até tu reconhecerás que isso não demonstra peva.
Se queres acreditar que as diferenças de potência são irrisórias, é contigo. Lembro-me de ver Hamilton passar Vettel - sem DRS - em Austin, como se este estivesse parado, logo no início (Vettel arrancou melhor e o outro foi buscá-lo), ou seja, com os pneus dos dois, iguais, ainda novinhos em folha. E isso voltou a acontecer no México e não só.
(em Monza Hamilton esmagou os dois Ferrari e não só, na recta)
Mas não, não é mais potência...
...


É isto mesmo.
Toda a gente fala que o motor da Ferrari tem maior potência mas ninguém vê o porquê.
A Ferrari só é rápida porque tem um carro que saiu um completo erro. O carro não tem o downforce necessário e não tem sido fácil corrigir essa falha uma vez que continuam os problemas como se viu esta semana. Ficaram a 1 min do primeiro classificado! Nas primeiras 15 voltas perderam 17s o que mostra a falta de apoio que aquele carro tem. Em pistas onde o downforce é mais importante eles ficam totalmente para trás.

Eu acho que este ano eles tentaram fazer isto para conseguir ficar a frente da Mercedes na classificação e assim poderem sair da pole. Tiveram de meter o carro sem downforce a pensar que conseguiam ser mais rápidos para combater a mercedes que tem um motor muito mais potente e consegue usar muita mais apoio que toda a gente. Vejam só a energia que eles metiam nos pneus do ano passado onde os rebentavam todos porque os amassavam tanto que o pneu rebentava por causa do calor interno (a filosofia deles é "esmagar" o pneu) e mesmo assim conseguem ser muito rápidos. Para haver este esmagar é preciso muito mais downforce

Ainda ontem o Ham com pneus duros (depois da 1 paragem o max tinha parado há 8 voltas) faz 2 voltas e tira 5s ao Max. O carro é muito mas muito mais rápido que todos os outros (em corrida e geralmente em classificação) o que torna quase impossível competir com eles.

Vejam o Canada, uma pista para a Ferrari deste ano onde é só reta e o Ham faz uma corrida toda colado ao Vettel (e com um ritmo muito superior). Só mostra quão mais rápidos são de todas as maneiras e quando libertam aquele motor não ha muito a fazer
Monza e Spa vão ser a prova dos nove a este motor da Ferrari.
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
Só disse que esteve taco a taco até à última paragem na box do Hamilton, a partir daí como também escrevi a diferença esteve sobretudo nos pneus, ou seja, na estratégia tomada pela Mercedes e pela RB.
O Hamilton tinha pneus frescos, de um composto mais rápido que o Max nas voltas restavam e o holandês nas voltas antes de ser ultrapassado tinha os pneus destruídos, aliás ele mesmo disse no rádio que com aqueles pneus não acabava a corrida.
A diferença que permitiu ao Hamilton ganhar um segundo por volta por vezes esteve aí.
Vejamos, Hockenheim - Racing Point com mais velocidade de ponta, Williams não;
Spielberg - Racing Point e um Williams com mais velocidade de ponta.
Ou seja duas provas, em 12 já disputadas, supondo que esses números são resultados finais dos fins de semana. Até tu reconhecerás que isso não demonstra peva.
Se queres acreditar que as diferenças de potência são irrisórias, é contigo. Lembro-me de ver Hamilton passar Vettel - sem DRS - em Austin, como se este estivesse parado, logo no início (Vettel arrancou melhor e o outro foi buscá-lo), ou seja, com os pneus dos dois, iguais, ainda novinhos em folha. E isso voltou a acontecer no México e não só.
(em Monza Hamilton esmagou os dois Ferrari e não só, na recta)
Mas não, não é mais potência...
...

É isto mesmo.
Toda a gente fala que o motor da Ferrari tem maior potência mas ninguém vê o porquê.
A Ferrari só é rápida porque tem um carro que saiu um completo erro. O carro não tem o downforce necessário e não tem sido fácil corrigir essa falha uma vez que continuam os problemas como se viu esta semana. Ficaram a 1 min do primeiro classificado! Nas primeiras 15 voltas perderam 17s o que mostra a falta de apoio que aquele carro tem. Em pistas onde o downforce é mais importante eles ficam totalmente para trás.
Eu acho que este ano eles tentaram fazer isto para conseguir ficar a frente da Mercedes na classificação e assim poderem sair da pole. Tiveram de meter o carro sem downforce a pensar que conseguiam ser mais rápidos para combater a mercedes que tem um motor muito mais potente e consegue usar muita mais apoio que toda a gente. Vejam só a energia que eles metiam nos pneus do ano passado onde os rebentavam todos porque os amassavam tanto que o pneu rebentava por causa do calor interno (a filosofia deles é "esmagar" o pneu) e mesmo assim conseguem ser muito rápidos. Para haver este esmagar é preciso muito mais downforce
Ainda ontem o Ham com pneus duros (depois da 1 paragem o max tinha parado há 8 voltas) faz 2 voltas e tira 5s ao Max. O carro é muito mas muito mais rápido que todos os outros (em corrida e geralmente em classificação) o que torna quase impossível competir com eles.
Vejam o Canada, uma pista para a Ferrari deste ano onde é só reta e o Ham faz uma corrida toda colado ao Vettel (e com um ritmo muito superior). Só mostra quão mais rápidos são de todas as maneiras e quando libertam aquele motor não ha muito a fazer
A tal falta de apoio foi atempadamente identificada e assumida. Tem efeito sobretudo sobre a frente (o resto escapa), o que prejudica imenso o estilo de condução de Vettel. Leclerc adaptou-se um pouco melhor, passou a travar mais tarde, aumentando o apoio na frente, mas perdendo na saída das curvas. Já Vettel, quando não confia na frente, não sabe o que fazer, e isso tem-se notado bastante.
(Isso notou-se bastante em 2014, em Spa, quando Ricciardo se revelou bem mais à vontade com o RBR do que Vettel.)
Mesmo tendo um dos maiores orçamentos da F1, é impossível (quanto mais não seja por causa da burocracia) fazer um carro novo a meio da época. Assim, esta está mais do que perdida. Resta-lhes esperar ter sorte numa ou outra prova.
Agora, quererem acreditar que o motor Mercedes não tem potência para dar e vender, ou seja, muito mais que os adversários... Repare-se num pormenor: A superioridade do motor Mercedes advém da componente híbrida, concretamente do MGU-H. Isso permite-lhes depender menos do motor de combustão interna. E, com isso conseguem consumos de combustível muito inferiores aos dos outros. Ou seja, os outros não conseguem andar tanto tempo a fundo, por causa dos consumos. E, outro aspecto onde a superioridade do motor Mercedes é enorme, é nas acelerações, precisamente graças ao MGU-H.
Se não chover, como aconteceu em Hockenheim, basta aos pilotos dos Mercedes premir o acelerador, para irem buscar os outros todos. E, mesmo chovendo, podem andar confortavelmente à frente. Em Hockenheim perderam a prova devido a despistes e não por falta de potência.
A Honda conseguiu, misteriosamente (dum ano para o outro), bastante potência (onde andava isso no ano passado?!) e bons consumos. Mas ainda está uns bons furos abaixo da Mercedes. A Ferrari até pode ter um motor de combustão interna melhor, mas, no conjunto dos 300 quilómetros duma prova, os pilotos têm que tirar o pé, para conseguirem chegar ao fim.
Por isso tudo é que não há competição da F1 actual. Já não bastava a aerodinâmica quase impedir as ultrapassagens, há também um gritante desequilíbrio a nível de motores.
Não se veja nesta constatação um retirar de mérito aos engenheiros alemães. Só que... A vantagem foi em parte obtida na secretaria, com a aprovação duma tecnologia sugerida precisamente pelos alemães (que já tinham o desenvolvimento feito). Andando a correr atrás do prejuízo, os engenheiros japoneses terão conseguido aproximar-se, mas é uma missão impossível, dado o avanço dos alemães (que já tinham os dossiers na gaveta).
Por isso, essa potência muito superior, não serve de nada a nenhuma equipa, produzir um chassis melhor, pois serão sempre batidos em aceleração.
Para o ano muda o regulamento técnico, entre outras coisas com a abolição do MGU-H, julgado consensualmente caro de mais. Isso trará mais competitividade, mas até lá continuará a ser um passeio para os Mercedes.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
O chassi da Mercedes não deve ficar muita atrás, mas até às últimas voltas e ao momento em que a Mercedes decide colocar médios para terminar a corrida, o Mercedes não estava a voar, estava taco a taco a discutir a corrida com o Max.
Foi esse momento que decidiu a vitória.
Ganhar mais que um segundo por volta, durante uma boa quinzena de voltas seguidas, é taco a taco?!
Só disse que esteve taco a taco até à última paragem na box do Hamilton, a partir daí como também escrevi a diferença esteve sobretudo nos pneus, ou seja, na estratégia tomada pela Mercedes e pela RB.
O Hamilton tinha pneus frescos, de um composto mais rápido que o Max nas voltas restavam e o holandês nas voltas antes de ser ultrapassado tinha os pneus destruídos, aliás ele mesmo disse no rádio que com aqueles pneus não acabava a corrida.
A diferença que permitiu ao Hamilton ganhar um segundo por volta por vezes esteve aí.
Vejamos, Hockenheim - Racing Point com mais velocidade de ponta, Williams não;
Spielberg - Racing Point e um Williams com mais velocidade de ponta.
Ou seja duas provas, em 12 já disputadas, supondo que esses números são resultados finais dos fins de semana. Até tu reconhecerás que isso não demonstra peva.
Se queres acreditar que as diferenças de potência são irrisórias, é contigo. Lembro-me de ver Hamilton passar Vettel - sem DRS - em Austin, como se este estivesse parado, logo no início (Vettel arrancou melhor e o outro foi buscá-lo), ou seja, com os pneus dos dois, iguais, ainda novinhos em folha. E isso voltou a acontecer no México e não só.
(em Monza Hamilton esmagou os dois Ferrari e não só, na recta)
Mas não, não é mais potência...
...

É isto mesmo.
Toda a gente fala que o motor da Ferrari tem maior potência mas ninguém vê o porquê.
A Ferrari só é rápida porque tem um carro que saiu um completo erro. O carro não tem o downforce necessário e não tem sido fácil corrigir essa falha uma vez que continuam os problemas como se viu esta semana. Ficaram a 1 min do primeiro classificado! Nas primeiras 15 voltas perderam 17s o que mostra a falta de apoio que aquele carro tem. Em pistas onde o downforce é mais importante eles ficam totalmente para trás.
Eu acho que este ano eles tentaram fazer isto para conseguir ficar a frente da Mercedes na classificação e assim poderem sair da pole. Tiveram de meter o carro sem downforce a pensar que conseguiam ser mais rápidos para combater a mercedes que tem um motor muito mais potente e consegue usar muita mais apoio que toda a gente. Vejam só a energia que eles metiam nos pneus do ano passado onde os rebentavam todos porque os amassavam tanto que o pneu rebentava por causa do calor interno (a filosofia deles é "esmagar" o pneu) e mesmo assim conseguem ser muito rápidos. Para haver este esmagar é preciso muito mais downforce
Ainda ontem o Ham com pneus duros (depois da 1 paragem o max tinha parado há 8 voltas) faz 2 voltas e tira 5s ao Max. O carro é muito mas muito mais rápido que todos os outros (em corrida e geralmente em classificação) o que torna quase impossível competir com eles.
Vejam o Canada, uma pista para a Ferrari deste ano onde é só reta e o Ham faz uma corrida toda colado ao Vettel (e com um ritmo muito superior). Só mostra quão mais rápidos são de todas as maneiras e quando libertam aquele motor não ha muito a fazer
Para o ano muda o regulamento técnico, entre outras coisas com a abolição do MGU-H, julgado consensualmente caro de mais. Isso trará mais competitividade, mas até lá continuará a ser um passeio para os Mercedes.[/font]
Só um aparte. Não é para o ano, é só em 2021.
"Grandes resultados requerem grandes ambições."

O facto de Hamilton beneficiar com isso, pontuando, é apenas uma cu-incidência (ou seja, uma incidência no cu de alguém)...
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
A Red Bull acaba de trocar o Pierre Gasly pelo Alexander Albon.
"Para mim , o Sporting é como uma mulher que se ama logo à primeira vista. Um homem pode conhecer várias mulheres , mas há sempre ‘aquela’, a especial. Independentemente de ficarmos com ela ou não, lembramo-nos dela para sempre!" - Ivone De Franceschi
A Red Bull acaba de trocar o Pierre Gasly pelo Alexander Albon.
vamos ver se o rapaz não vai ceder à pressão
"Grandes resultados requerem grandes ambições."
Gasly começava a ameaçar o protegido da Heinekken...
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Gasly começava a ameaçar o protegido da Heinekken...
A ameaçar de que maneira?
Gasly começava a ameaçar o protegido da Heinekken...
A ameaçar de que maneira?
A contestar a diferença de tratamento.
Agora passaram ao Projecto Hamilton 2.0...
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Gasly começava a ameaçar o protegido da Heinekken...
Por acaso sempre achei estranho o péssimo rendimento do Gasly. Ele não me parece ao nível de um Max ou Leclerc, mas seguramente não é piloto para com um Redbull andar apenas mais um pouco à frente que andava na Toro Rosso.

Parece-me óbvio que o carro deste ano foi todo a pensar nas características de condução do Max e o tratamento entre pilotos é diferente... O problema da Redbull é que para ultrapassar a Ferrari no campeonato precisam também dos pontos do segundo piloto... Prevejo até que esta situação não mude muito com o Albon e que este continue a lutar com os McLarens e com o Kimi.
Gasly começava a ameaçar o protegido da Heinekken...
Por acaso sempre achei estranho o péssimo rendimento do Gasly. Ele não me parece ao nível de um Max ou Leclerc, mas seguramente não é piloto para com um Redbull andar apenas mais um pouco à frente que andava na Toro Rosso.
Parece-me óbvio que o carro deste ano foi todo a pensar nas características de condução do Max e o tratamento entre pilotos é diferente... O problema da Redbull é que para ultrapassar a Ferrari no campeonato precisam também dos pontos do segundo piloto... Prevejo até que esta situação não mude muito com o Albon e que este continue a lutar com os McLarens e com o Kimi.
And now we wait...
Quero ver Albon a fazer nitidamente melhor. A questão é que nunca ninguém irá ter o mesmo material que Verstappen.
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