Ex-Dirigentes do Sporting Clube de Portugal

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Segundo a noticia premium do record, o bruno mascarenhas e o rui caeiro recusam sair de representantes do SCP na FPF. A direção ja lhes fez pedido e pelos vistos eles recusam se a sair.

Se isso é verdade, não passam de dois parasitas agarrados a um tacho e com pretensões de prejudicar o Sporting.

Para já, estou de pé atrás com esta noticia.. O timing não é inocente, ha uma AG dia 15.. Pode fazer parte dum esquema de desgaste/ descredibilizar e até ser mentira..

Vou aguardar por mais desenvolvimentos.. Não confio na CS
Em 1º sempre o grande Sporting!!
Segundo a noticia premium do record, o bruno mascarenhas e o rui caeiro recusam sair de representantes do SCP na FPF. A direção ja lhes fez pedido e pelos vistos eles recusam se a sair.

Se isso é verdade, não passam de dois parasitas agarrados a um tacho e com pretensões de prejudicar o Sporting.

Uma autêntica vergonha, dois parasitas radicais que servem os seus ideais, e em nada se preocupam com os superiores interesses do Sporting clube de Portugal. A representação do clube nas instâncias desportivas é vital para a voz do clube se fazer ouvir e sabendo eles disso o seu único interesse é prejudicar o clube. É uma vergonha inqualificável.

Em 1º há que averiguar a veracidade da noticia. Lembrem se que a AG de dia 15 esta perto, e pode muito bem ser uma estratégia da CS.

Caso se confirme, é uma vergonha e não ha desculpas para esta atitude. Isto não é ajudar os interesses do clube, mas os pessoais. Mas como disse, aguardar.. O timing desta notícia não é inocente..

Sim exato, estamos só a comentar a informação que nos é dada pela CS, mas isso não nos tira o direito a opinar sobre o tema. Que repito uma vergonha inqualificável.

Resta saber se é mesmo verdade..
Em 1º sempre o grande Sporting!!
Segundo a noticia premium do record, o bruno mascarenhas e o rui caeiro recusam sair de representantes do SCP na FPF. A direção ja lhes fez pedido e pelos vistos eles recusam se a sair.

Se isso é verdade, não passam de dois parasitas agarrados a um tacho e com pretensões de prejudicar o Sporting.

Uma autêntica vergonha, dois parasitas radicais que servem os seus ideais, e em nada se preocupam com os superiores interesses do Sporting clube de Portugal. A representação do clube nas instâncias desportivas é vital para a voz do clube se fazer ouvir e sabendo eles disso o seu único interesse é prejudicar o clube. É uma vergonha inqualificável.

Em 1º há que averiguar a veracidade da noticia. Lembrem se que a AG de dia 15 esta perto, e pode muito bem ser uma estratégia da CS.

Caso se confirme, é uma vergonha e não ha desculpas para esta atitude. Isto não é ajudar os interesses do clube, mas os pessoais. Mas como disse, aguardar.. O timing desta notícia não é inocente..

Sim exato, estamos só a comentar a informação que nos é dada pela CS, mas isso não nos tira o direito a opinar sobre o tema. Que repito uma vergonha inqualificável.

Resta saber se é mesmo verdade..

Para ver que não deve corresponder a verdade nenhuma, basta ver que a CS não falou com eles.. Isto para mim é só estratégia desta direcção e de LPM...

Ontem disseram que a culpa de não termos pago ao clube de jovane em cabo verde pela sua formação era da direcção anterior (surgiu essa frase na noticia). Mas Jovane só tinha feito um jogo nos A's (taça da liga acho) e só agora eles falaram com o Sporting quando jovane foi efectivamente lançado na equipa A.

Isso são estratégias do Luís Paixão Martins, com o objectivo lançado para abrir confusão para a AG do dia 15, e pressionar as pessoas a votar contra os recursos apresentados...

Nem sei como classificar o «unir o sporting» desse LPM. Acho que só começaremos a sarar as feridas quando conseguirmos que essa gentalha da LPM (cheia de benfiquistas) saia do Sporting... Até lá temos de os aturar...
« Última modificação: Dezembro 06, 2018, 14:06 pm por polik »
A mim o "Medo" é uma cena que não me assiste...
Segundo a noticia premium do record, o bruno mascarenhas e o rui caeiro recusam sair de representantes do SCP na FPF. A direção ja lhes fez pedido e pelos vistos eles recusam se a sair.

Se isso é verdade, não passam de dois parasitas agarrados a um tacho e com pretensões de prejudicar o Sporting.

Uma autêntica vergonha, dois parasitas radicais que servem os seus ideais, e em nada se preocupam com os superiores interesses do Sporting clube de Portugal. A representação do clube nas instâncias desportivas é vital para a voz do clube se fazer ouvir e sabendo eles disso o seu único interesse é prejudicar o clube. É uma vergonha inqualificável.

Em 1º há que averiguar a veracidade da noticia. Lembrem se que a AG de dia 15 esta perto, e pode muito bem ser uma estratégia da CS.

Caso se confirme, é uma vergonha e não ha desculpas para esta atitude. Isto não é ajudar os interesses do clube, mas os pessoais. Mas como disse, aguardar.. O timing desta notícia não é inocente..

Sim exato, estamos só a comentar a informação que nos é dada pela CS, mas isso não nos tira o direito a opinar sobre o tema. Que repito uma vergonha inqualificável.

Resta saber se é mesmo verdade..

Para ver que não deve corresponder a verdade nenhuma, basta ver que a CS, não falou com eles.. Isto para mim é só estratégia desta direcção e de LPM...

Basta ver que ontem disseram que a culpa de não termos pago ao clube de cabo verde da formação de jovane era da direcção anterior (surgiu essa frase na noticia). Quando o Jovane só tinha feito um jogo nos A's anteriormente (taça da liga acho) e só agora o tal clube falou com o Sporting quando jovane foi efectivamente lançado na equipa A.

Para mim isto são estratégias do parvo do Luís Paixão Martins...

Por isso é que eu estou de pé atrás com esta noticia.. O timing dela não é inocente.
Em 1º sempre o grande Sporting!!
Segundo a noticia premium do record, o bruno mascarenhas e o rui caeiro recusam sair de representantes do SCP na FPF. A direção ja lhes fez pedido e pelos vistos eles recusam se a sair.

Se isso é verdade, não passam de dois parasitas agarrados a um tacho e com pretensões de prejudicar o Sporting.

Uma autêntica vergonha, dois parasitas radicais que servem os seus ideais, e em nada se preocupam com os superiores interesses do Sporting clube de Portugal. A representação do clube nas instâncias desportivas é vital para a voz do clube se fazer ouvir e sabendo eles disso o seu único interesse é prejudicar o clube. É uma vergonha inqualificável.

Em 1º há que averiguar a veracidade da noticia. Lembrem se que a AG de dia 15 esta perto, e pode muito bem ser uma estratégia da CS.

Caso se confirme, é uma vergonha e não ha desculpas para esta atitude. Isto não é ajudar os interesses do clube, mas os pessoais. Mas como disse, aguardar.. O timing desta notícia não é inocente..

Sim exato, estamos só a comentar a informação que nos é dada pela CS, mas isso não nos tira o direito a opinar sobre o tema. Que repito uma vergonha inqualificável.

Resta saber se é mesmo verdade..

Para ver que não deve corresponder a verdade nenhuma, basta ver que a CS, não falou com eles.. Isto para mim é só estratégia desta direcção e de LPM...

Basta ver que ontem disseram que a culpa de não termos pago ao clube de cabo verde da formação de jovane era da direcção anterior (surgiu essa frase na noticia). Quando o Jovane só tinha feito um jogo nos A's anteriormente (taça da liga acho) e só agora o tal clube falou com o Sporting quando jovane foi efectivamente lançado na equipa A.

Para mim isto são estratégias do parvo do Luís Paixão Martins...

Por isso é que eu estou de pé atrás com esta noticia.. O timing dela não é inocente.

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Apesar destes dois membros terem sido indicados pela então direcção do Sporting, estes não estão lá por inerência do cargo que ocupavam ao contrário do que a notícia sugere. Acresce que caso Caeiro e Mascarenhas se demitissem os seus substitutos não seriam indicados pela actual direcção do Sporting, seriam os suplentes da lista que concorreu a eleições em 2016, o que com toda a probabilidade significa que seriam pessoas afectas a outros clubes.
Ou seja a sua demissão de Rui Caeiro e Bruno Mascarenhas significaria o enfraquecimento da representação do Sporting nos órgãos da FPF até às eleições de 2020. Não acredito que algum sportinguista defenda isto.
Enfim Cofina a dar tudo até dia 15!

retirado de https://www.forumscp.com/index.php?topic=70130.msg5600352#msg5600352
A mim o "Medo" é uma cena que não me assiste...
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Paulo de Andrade: cidadão, comentador e sócio com uma visão esclarecida sobre o Sporting

ENTREVISTA À TRIBUNA LEONINA ONDE PAULO DE ANDRADE MOSTRA A SUA HABITUAL CLARIVIDÊNCIA

Formado em Finanças e com Mestrado em Gestão do Desporto e Mestrado Europeu em Gestão de Organizações Desportivas, Paulo de Andrade desempenhou o cargo de administrador executivo da Sporting SAD na época de 2004/05.
Foi Presidente da Federação Portuguesa de Ténis.
No âmbito da Sporting TV surge como comentador.
É colunista e faz parte do painel de comentadores do programa O Dia Seguinte, na SIC.
Muitas vozes disseram que poderia ter sido candidato a Presidente do Sporting, mas a verdade é que não avançou. Não menos verdade, muitas outras admitiram que algumas das candidaturas que se apresentaram queriam contar com ele.
É um homem estimado no universo sportinguista e é comum vê-lo em eventos organizados pelos Núcleos sportinguistas. Tem um capital de sportinguismo invejável. Há dias, numa churrasqueira em Brejos de Azeitão, vi uma fotografia sua plasmada na parede, orgulhosamente colocada pelo dono evidenciando um destacado cliente.

E começamos por aqui.
Boa noite, Paulo de Andrade. Obrigado por ter acedido a esta entrevista da Tribuna Leonina. Como é o cidadão Paulo de Andrade na sua rotina diária? 
Um madrugador que começa o dia procurando estar atento às últimas notícias, TV aberta e consulta na net de todos os jornais diários. Um cidadão preocupado com a evolução da sociedade mundial, profundamente afectada por uma dramática falta de líderes com qualidade. Desde sempre atento ao mundo das empresas e do desporto procuro manter-me actualizado, identificar novos caminhos no âmbito da gestão e da liderança. O Sporting e o futebol sempre presentes no meu dia-a-dia. O fim-de-semana e a segunda-feira condicionados pela preparação do Dia Seguinte. Ocupa-me todas as semanas muitas horas. Nos tempos livres procuro descontrair em conversas com amigos, uns quilómetros de footing e trabalho agrícola numa quinta que possuo perto de Lisboa.

O ténis ainda faz parte da sua vida? Conte-nos um pouco da vida do tenista, do Professor na Faculdade de Motricidade Humana e do Gestor e dirigente empresarial.
Deixei a prática do ténis há cerca de 4 anos mas tenciono voltar em breve. Fui convidado já há muitos anos para dar aulas no Mestrado de Gestão do Desporto da Faculdade de Motricidade Humana algo que continuo a fazer, pontualmente, sempre que a minha colaboração é solicitada. Quanto à actividade enquanto gestor e dirigente empresarial foi toda uma vida. Comecei a trabalhar em 1973 numa empresa do meu pai quando ainda frequentava o 4º ano de Económicas. Em meados dos anos 80 envolvi-me no dirigismo empresarial, fui eleito para Presidente da Federação do Comércio Grossista por duas vezes, Vice-Presidente da Confederação do Comércio, Vice-Presidente da Federação do Comércio Grossista Europeu. No final dos anos 90 nomeado para o Comité Económico e Social Europeu tendo-me mantido em Bruxelas até que António Capucho me desafiou em 2002 para entrar na gestão pública assumindo a presidência de uma empresa municipal. De então para cá mantive-me no sector empresarial público tendo tido como última responsabilidade presidir ao IMT Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

Posso ser atraiçoado pela memória e corrigir-me-á se equivocado estiver. Tem relação com a aviação? Tires, por exemplo…
No sector da aviação comecei por presidir durante 6 anos à Arcascais, empresa municipal responsável pela gestão do Aeródromo de Cascais, localizado em Tires. Durante parte do período em que aí estive acumulei funções com a de Director do aeródromo. Posteriormente fui nomeado para a administração do INAC tendo ficado responsável pelas Direcção que supervisiona as infraestruturas aeroportuárias, aeroportos e aeródromos, e pelo espaço aéreo. Durante os últimos anos em que lá estive fui porta-voz de Portugal para o Céu Único Europeu e um dos responsáveis do Bloco Funcional do Espaço Aéreo do Sudoeste.
 
É uma pessoa que interage com o cidadão comum. Gosta de comunicar na rua? Que abordagens lhe fazem?
É de facto verdade que estou sempre disponível para trocar opiniões com qualquer pessoa que me aborde. Acontece de facto frequentemente e com adeptos de todos os clubes.

É comum dizerem-lhe, “doutor não se esqueça de dizer isto e aquilo” nos órgãos de comunicação social?
Ainda que não seja frequente já me aconteceu por várias vezes ter esse tipo de abordagem.
 
Qual é a sua visão e relação com os Núcleos do Sporting Clube de Portugal?
Os Núcleos são extremamente importantes e considero que há muito trabalho a fazer nesse domínio. São os nossos embaixadores não apenas em Portugal mas também no estrangeiro. Uma das primeiras medidas que considero que deviam ser tomadas liga-se à decoração dos espaços. Devia haver uma lógica de franchising, ou seja, uma imagem única, um tipo de decoração patrocinada pelo Sporting que desse aos espaços uma imagem de grande qualidade. A partir daí há que activar inúmeros domínios: como atrair os adeptos ao espaço, como interagir com os adeptos da região, promoção do clube junto dos mais jovens, angariação de sócios, merchandising, scouting na região, tudo devidamente apoiado por uma estrutura a ser criada no clube.

Vamos agora entrar no mundo Sporting.
 Como vê o Sporting actual?
Um clube a sair de um dos momentos mais difíceis da sua história. A grande afluência de sócios à Assembleia Geral eleitoral foi uma importante resposta à instabilidade em que vivemos durante vários meses. Agora temos de deixar trabalhar os novos dirigentes apoiando-os na difícil tarefa com que estão confrontados.
 
Foi apoiante de Bruno de Carvalho. Em Abril de 2018 deu uma entrevista onde disse que “neste momento não votava em Bruno de Carvalho”. Que leitura faz do segundo mandato de Bruno de Carvalho?
Nunca integrei nenhuma Comissão de Honra ou listas candidatas a eleições. Sempre entendi dever privilegiar uma situação de independência face a quem ao longo dos anos foi dirigindo clube e SAD. No que respeita a Bruno de Carvalho nos primeiros quatro anos do mandato fui um dos muitos que elogiou o trabalho desenvolvido e a história não deixará de enumerar o que fez de positivo. E votei nele nas duas últimas eleições em que concorreu. Nada fazia prever o que aconteceu em 2018. Criou fracturas graves entre os nossos adeptos, desestabilizou a equipa principal de futebol, aumentou substancialmente os custos na SAD desequilibrando a situação económica e financeira, tomou uma série de decisões que colocaram clube e SAD numa grave crise.

Defende a sua expulsão?
Depois de tudo o que originou, em particular um extremar de posições que gerou uma profunda instabilidade na família sportinguista, graves rupturas entre os adeptos, algumas iniciativas que os tribunais vieram a considerar ilegais, o texto que escreveu após a Assembleia Geral que o destituiu onde admitiu deixar de ser adepto do clube, irei votar pela ratificação da proposta do Conselho Fiscal e Disciplinar.

Paulo de Andrade, esteve ou não em cima da mesa ser candidato à Presidência do Sporting?
Da minha parte nunca esteve. Surgiram inúmeras candidaturas e entendi que os sócios já tinham opções de escolha suficientes. Não nego no entanto que fui alvo de muitos contactos nesse sentido.

Por outro lado, a Tribuna Leonina sabe ter sido abordado por candidaturas. Por que não se uniu a nenhuma?
Porque entendi dever manter a minha posição de sempre, a minha ligação ao Dia Seguinte obriga-me a manter independência face a todos os candidatos.

Como analisa o mandato de Frederico Varandas até ao momento?
Herdou uma situação muito difícil. Nestes poucos meses de exercício de funções conseguiu não só pagar o empréstimo obrigacionista como avançar com a reestruturação do futebol profissional e da Academia nomeadamente contratando técnicos da sua confiança. É muito cedo para proceder a avaliações mas não pode deixar de se avaliar positivamente o trabalho até agora desenvolvido.

José Peseiro esteve pouco tempo à frente do comando técnico do Sporting. Há quem diga que o futebol atractivo de 2004 não foi conseguido em 2018 e consequentemente os resultados desportivos. Concordou com o despedimento do treinador?
Mudou radicalmente o seu modelo de jogo face aquilo a que nos habitou em 2004/05. Não tendo sido um treinador escolhido pela nova Administração tem de se aceitar a decisão.

O Sporting tem novo treinador, Marcel Keizer. Como o vê?
Não o conhecia mas a qualidade do futebol praticado melhorou claramente.

Paulo de Andrade, Frederico Varandas quer voltar a apostar na formação onde houve um grande desinvestimento no anterior mandato. Como vê a Academia e que caminhos de sucesso aponta para voltarmos a ter uma Academia forte?

Quando cheguei ao Sporting surpreendeu-me a quantidade de observadores que tínhamos por todo o território nacional, cerca de 100. Com uma rede desta dimensão, exemplarmente liderada pelo Sr. Formação, Aurélio Pereira, era evidente que conseguíamos chegar primeiro aos talentos, uma enorme vantagem face à concorrência, que era posteriormente desenvolvida na Academia por técnicos de grande valia. A situação mudou radicalmente. A concorrência disparou. Todos os clubes estão atentos à evolução dos jovens da sua região dificultando imenso as contratações dos mais talentosos. Continuo a considerar fundamental que mantenhamos a aposta na formação mas temos de alargar o âmbito do scouting para fora da nossa fronteira.

Há sportinguistas que corroboram a tese de que a Academia de Alcochete deveria ser consignada apenas e somente ao futebol profissional e que o Sporting deveria ter uma outra em Lisboa para o futebol juvenil. O que pensa?
Uma decisão desse tipo teria de passar por uma análise aprofundada das consequências económicas que daí adviriam. Uma outra hipótese, a meu ver mais viável, poderia passar por vender as instalações de Alcochete, construindo uma nova infraestrutura mais perto de Lisboa, com melhores meios públicos de transporte.

Foi dirigente do Sporting tendo sido responsável pelo departamento de futebol em 2004/05. Como foi? E tendo passado mais de uma década, que diferenças encontra para o futebol actual?
Sublinharia duas grandes diferenças. Em primeiro lugar um aumento substancial a nível das receitas com origem não só na decisão da NOS e da MEO de apostarem no futebol como também no aumento substancial de prémios nas competições europeias. Uma segunda diferença decisiva para o Sporting tem a ver com a verdade desportiva. Tanto o Apito Dourado como tudo o que se tem passado recentemente com o Benfica e a introdução do VAR trouxeram mais verdade ao futebol.
 
Lembra de alguma história curiosa que connosco possa partilhar?
Logo após ter entrado em funções fomos jogar o Troféu Teresa Herrera. Perdemos os dois jogos por 2-0 contra o Deportivo da Corunha e o Saragoça. Tínhamos a apoiar-nos umas dezenas de adeptos que face às exibições decidiram manifestar-se ruidosamente na porta do balneário. Contrariando a opinião de outros responsáveis decidi abrir a porta e sair para falar com eles. Foi aí que aconteceu algo que me marcou profundamente. Um dos nossos adeptos disse-me que tinha decidido deslocar-se contra a vontade do patrão, que quando chegasse estava convencido que seria despedido, tinha a mulher e filhos em casa e não sabia como iria sustentar a sua família. Quando o autocarro da equipa saiu o portão vi-o do outro lado da rua, sozinho, sentado numas escadas com as duas mãos na cabeça. Quem anda no mundo do futebol a ganhar milhões não pode deixar de recordar permanentemente a existência de situações como esta aqui relatada.

É comentador na SIC. A vivência de comentador provoca ou não desgaste?
Defende, ou não, a rotatividade periódica?
Há desde logo uma natural preocupação com estar bem preparado para conseguir defender em cada programa os superiores interesses do Sporting. Trata-se de um programa de duas horas, em directo, com largos milhares de espectadores espalhados por 21 países. Ainda esta semana recebi uma mensagem de Cabinda. Para lá deste sentimento de enorme responsabilidade há o fenómeno da notoriedade que dá. Só quem convive bem com frequentes abordagens por parte de cidadãos que não conhece pode estar nestes programas. A escolha dos comentadores é da exclusiva responsabilidade dos canais televisivos.

O clima de instabilidade no futebol português deve-se em parte ao comentário televisivo?
Claro que não. As opiniões transmitidas pelos comentadores estão muito longe de terem para os adeptos a influência de Presidentes, treinadores e responsáveis pela comunicação dos clubes.

O Sporting ganhou tudo nas modalidades, mas, simultaneamente, gastou qualquer coisa como € 20M em 2017/18. Como vê as modalidades, o seu sucesso, a formação e se entende que devem permanecer como estão ou que deve ser criada uma SAD para todas ou uma SAD para cada uma delas?
O sucesso tem de fazer sempre parte de um clube com a dimensão do Sporting, seja no futebol seja nas modalidades. A aposta na formação no futebol e o nível de gastos que temos nesse domínio justificam-se nomeadamente porque investir num jogador de qualidade implica investimentos altíssimos para a realidade económica do futebol português. Nas modalidades a situação é completamente diferente pelo que a estratégia a seguir tem forçosamente de a ela se adaptar.

Terminamos com a comunicação. O Sporting tem canais próprios, tais sejam a Sporting TV, o Jornal Sporting, o site e as demais redes sociais. Fazemos duas perguntas. Por um lado, como analisa a actual comunicação do Sporting e por outro, como vê o surgir de outros espaços afectos ao clube como seja, por exemplo, a Tribuna Leonina?
O Sporting só tem a ganhar com a existência de uma comunicação atenta, activa, defensora da verdade desportiva, sempre preocupada com a defesa dos interesses do Sporting e com a promoção dos valores que nos guiam. Os inúmeros espaços afectos ao clube, como a Tribuna Leonina, acabam por reflectir uma nova forma de estar na sociedade actual, onde as redes sociais assumem um papel muito importante. As últimas eleições em países com a dimensão dos EUA e do Brasil mostraram bem a sua importância.


Tribuna Leonina
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Paulo de Andrade: cidadão, comentador e sócio com uma visão esclarecida sobre o Sporting

ENTREVISTA À TRIBUNA LEONINA ONDE PAULO DE ANDRADE MOSTRA A SUA HABITUAL CLARIVIDÊNCIA

Formado em Finanças e com Mestrado em Gestão do Desporto e Mestrado Europeu em Gestão de Organizações Desportivas, Paulo de Andrade desempenhou o cargo de administrador executivo da Sporting SAD na época de 2004/05.
Foi Presidente da Federação Portuguesa de Ténis.
No âmbito da Sporting TV surge como comentador.
É colunista e faz parte do painel de comentadores do programa O Dia Seguinte, na SIC.
Muitas vozes disseram que poderia ter sido candidato a Presidente do Sporting, mas a verdade é que não avançou. Não menos verdade, muitas outras admitiram que algumas das candidaturas que se apresentaram queriam contar com ele.
É um homem estimado no universo sportinguista e é comum vê-lo em eventos organizados pelos Núcleos sportinguistas. Tem um capital de sportinguismo invejável. Há dias, numa churrasqueira em Brejos de Azeitão, vi uma fotografia sua plasmada na parede, orgulhosamente colocada pelo dono evidenciando um destacado cliente.

E começamos por aqui.
Boa noite, Paulo de Andrade. Obrigado por ter acedido a esta entrevista da Tribuna Leonina. Como é o cidadão Paulo de Andrade na sua rotina diária? 
Um madrugador que começa o dia procurando estar atento às últimas notícias, TV aberta e consulta na net de todos os jornais diários. Um cidadão preocupado com a evolução da sociedade mundial, profundamente afectada por uma dramática falta de líderes com qualidade. Desde sempre atento ao mundo das empresas e do desporto procuro manter-me actualizado, identificar novos caminhos no âmbito da gestão e da liderança. O Sporting e o futebol sempre presentes no meu dia-a-dia. O fim-de-semana e a segunda-feira condicionados pela preparação do Dia Seguinte. Ocupa-me todas as semanas muitas horas. Nos tempos livres procuro descontrair em conversas com amigos, uns quilómetros de footing e trabalho agrícola numa quinta que possuo perto de Lisboa.

O ténis ainda faz parte da sua vida? Conte-nos um pouco da vida do tenista, do Professor na Faculdade de Motricidade Humana e do Gestor e dirigente empresarial.
Deixei a prática do ténis há cerca de 4 anos mas tenciono voltar em breve. Fui convidado já há muitos anos para dar aulas no Mestrado de Gestão do Desporto da Faculdade de Motricidade Humana algo que continuo a fazer, pontualmente, sempre que a minha colaboração é solicitada. Quanto à actividade enquanto gestor e dirigente empresarial foi toda uma vida. Comecei a trabalhar em 1973 numa empresa do meu pai quando ainda frequentava o 4º ano de Económicas. Em meados dos anos 80 envolvi-me no dirigismo empresarial, fui eleito para Presidente da Federação do Comércio Grossista por duas vezes, Vice-Presidente da Confederação do Comércio, Vice-Presidente da Federação do Comércio Grossista Europeu. No final dos anos 90 nomeado para o Comité Económico e Social Europeu tendo-me mantido em Bruxelas até que António Capucho me desafiou em 2002 para entrar na gestão pública assumindo a presidência de uma empresa municipal. De então para cá mantive-me no sector empresarial público tendo tido como última responsabilidade presidir ao IMT Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

Posso ser atraiçoado pela memória e corrigir-me-á se equivocado estiver. Tem relação com a aviação? Tires, por exemplo…
No sector da aviação comecei por presidir durante 6 anos à Arcascais, empresa municipal responsável pela gestão do Aeródromo de Cascais, localizado em Tires. Durante parte do período em que aí estive acumulei funções com a de Director do aeródromo. Posteriormente fui nomeado para a administração do INAC tendo ficado responsável pelas Direcção que supervisiona as infraestruturas aeroportuárias, aeroportos e aeródromos, e pelo espaço aéreo. Durante os últimos anos em que lá estive fui porta-voz de Portugal para o Céu Único Europeu e um dos responsáveis do Bloco Funcional do Espaço Aéreo do Sudoeste.
 
É uma pessoa que interage com o cidadão comum. Gosta de comunicar na rua? Que abordagens lhe fazem?
É de facto verdade que estou sempre disponível para trocar opiniões com qualquer pessoa que me aborde. Acontece de facto frequentemente e com adeptos de todos os clubes.

É comum dizerem-lhe, “doutor não se esqueça de dizer isto e aquilo” nos órgãos de comunicação social?
Ainda que não seja frequente já me aconteceu por várias vezes ter esse tipo de abordagem.
 
Qual é a sua visão e relação com os Núcleos do Sporting Clube de Portugal?
Os Núcleos são extremamente importantes e considero que há muito trabalho a fazer nesse domínio. São os nossos embaixadores não apenas em Portugal mas também no estrangeiro. Uma das primeiras medidas que considero que deviam ser tomadas liga-se à decoração dos espaços. Devia haver uma lógica de franchising, ou seja, uma imagem única, um tipo de decoração patrocinada pelo Sporting que desse aos espaços uma imagem de grande qualidade. A partir daí há que activar inúmeros domínios: como atrair os adeptos ao espaço, como interagir com os adeptos da região, promoção do clube junto dos mais jovens, angariação de sócios, merchandising, scouting na região, tudo devidamente apoiado por uma estrutura a ser criada no clube.

Vamos agora entrar no mundo Sporting.
 Como vê o Sporting actual?
Um clube a sair de um dos momentos mais difíceis da sua história. A grande afluência de sócios à Assembleia Geral eleitoral foi uma importante resposta à instabilidade em que vivemos durante vários meses. Agora temos de deixar trabalhar os novos dirigentes apoiando-os na difícil tarefa com que estão confrontados.
 
Foi apoiante de Bruno de Carvalho. Em Abril de 2018 deu uma entrevista onde disse que “neste momento não votava em Bruno de Carvalho”. Que leitura faz do segundo mandato de Bruno de Carvalho?
Nunca integrei nenhuma Comissão de Honra ou listas candidatas a eleições. Sempre entendi dever privilegiar uma situação de independência face a quem ao longo dos anos foi dirigindo clube e SAD. No que respeita a Bruno de Carvalho nos primeiros quatro anos do mandato fui um dos muitos que elogiou o trabalho desenvolvido e a história não deixará de enumerar o que fez de positivo. E votei nele nas duas últimas eleições em que concorreu. Nada fazia prever o que aconteceu em 2018. Criou fracturas graves entre os nossos adeptos, desestabilizou a equipa principal de futebol, aumentou substancialmente os custos na SAD desequilibrando a situação económica e financeira, tomou uma série de decisões que colocaram clube e SAD numa grave crise.

Defende a sua expulsão?
Depois de tudo o que originou, em particular um extremar de posições que gerou uma profunda instabilidade na família sportinguista, graves rupturas entre os adeptos, algumas iniciativas que os tribunais vieram a considerar ilegais, o texto que escreveu após a Assembleia Geral que o destituiu onde admitiu deixar de ser adepto do clube, irei votar pela ratificação da proposta do Conselho Fiscal e Disciplinar.

Paulo de Andrade, esteve ou não em cima da mesa ser candidato à Presidência do Sporting?
Da minha parte nunca esteve. Surgiram inúmeras candidaturas e entendi que os sócios já tinham opções de escolha suficientes. Não nego no entanto que fui alvo de muitos contactos nesse sentido.

Por outro lado, a Tribuna Leonina sabe ter sido abordado por candidaturas. Por que não se uniu a nenhuma?
Porque entendi dever manter a minha posição de sempre, a minha ligação ao Dia Seguinte obriga-me a manter independência face a todos os candidatos.

Como analisa o mandato de Frederico Varandas até ao momento?
Herdou uma situação muito difícil. Nestes poucos meses de exercício de funções conseguiu não só pagar o empréstimo obrigacionista como avançar com a reestruturação do futebol profissional e da Academia nomeadamente contratando técnicos da sua confiança. É muito cedo para proceder a avaliações mas não pode deixar de se avaliar positivamente o trabalho até agora desenvolvido.

José Peseiro esteve pouco tempo à frente do comando técnico do Sporting. Há quem diga que o futebol atractivo de 2004 não foi conseguido em 2018 e consequentemente os resultados desportivos. Concordou com o despedimento do treinador?
Mudou radicalmente o seu modelo de jogo face aquilo a que nos habitou em 2004/05. Não tendo sido um treinador escolhido pela nova Administração tem de se aceitar a decisão.

O Sporting tem novo treinador, Marcel Keizer. Como o vê?
Não o conhecia mas a qualidade do futebol praticado melhorou claramente.

Paulo de Andrade, Frederico Varandas quer voltar a apostar na formação onde houve um grande desinvestimento no anterior mandato. Como vê a Academia e que caminhos de sucesso aponta para voltarmos a ter uma Academia forte?

Quando cheguei ao Sporting surpreendeu-me a quantidade de observadores que tínhamos por todo o território nacional, cerca de 100. Com uma rede desta dimensão, exemplarmente liderada pelo Sr. Formação, Aurélio Pereira, era evidente que conseguíamos chegar primeiro aos talentos, uma enorme vantagem face à concorrência, que era posteriormente desenvolvida na Academia por técnicos de grande valia. A situação mudou radicalmente. A concorrência disparou. Todos os clubes estão atentos à evolução dos jovens da sua região dificultando imenso as contratações dos mais talentosos. Continuo a considerar fundamental que mantenhamos a aposta na formação mas temos de alargar o âmbito do scouting para fora da nossa fronteira.

Há sportinguistas que corroboram a tese de que a Academia de Alcochete deveria ser consignada apenas e somente ao futebol profissional e que o Sporting deveria ter uma outra em Lisboa para o futebol juvenil. O que pensa?
Uma decisão desse tipo teria de passar por uma análise aprofundada das consequências económicas que daí adviriam. Uma outra hipótese, a meu ver mais viável, poderia passar por vender as instalações de Alcochete, construindo uma nova infraestrutura mais perto de Lisboa, com melhores meios públicos de transporte.

Foi dirigente do Sporting tendo sido responsável pelo departamento de futebol em 2004/05. Como foi? E tendo passado mais de uma década, que diferenças encontra para o futebol actual?
Sublinharia duas grandes diferenças. Em primeiro lugar um aumento substancial a nível das receitas com origem não só na decisão da NOS e da MEO de apostarem no futebol como também no aumento substancial de prémios nas competições europeias. Uma segunda diferença decisiva para o Sporting tem a ver com a verdade desportiva. Tanto o Apito Dourado como tudo o que se tem passado recentemente com o Benfica e a introdução do VAR trouxeram mais verdade ao futebol.
 
Lembra de alguma história curiosa que connosco possa partilhar?
Logo após ter entrado em funções fomos jogar o Troféu Teresa Herrera. Perdemos os dois jogos por 2-0 contra o Deportivo da Corunha e o Saragoça. Tínhamos a apoiar-nos umas dezenas de adeptos que face às exibições decidiram manifestar-se ruidosamente na porta do balneário. Contrariando a opinião de outros responsáveis decidi abrir a porta e sair para falar com eles. Foi aí que aconteceu algo que me marcou profundamente. Um dos nossos adeptos disse-me que tinha decidido deslocar-se contra a vontade do patrão, que quando chegasse estava convencido que seria despedido, tinha a mulher e filhos em casa e não sabia como iria sustentar a sua família. Quando o autocarro da equipa saiu o portão vi-o do outro lado da rua, sozinho, sentado numas escadas com as duas mãos na cabeça. Quem anda no mundo do futebol a ganhar milhões não pode deixar de recordar permanentemente a existência de situações como esta aqui relatada.

É comentador na SIC. A vivência de comentador provoca ou não desgaste?
Defende, ou não, a rotatividade periódica?
Há desde logo uma natural preocupação com estar bem preparado para conseguir defender em cada programa os superiores interesses do Sporting. Trata-se de um programa de duas horas, em directo, com largos milhares de espectadores espalhados por 21 países. Ainda esta semana recebi uma mensagem de Cabinda. Para lá deste sentimento de enorme responsabilidade há o fenómeno da notoriedade que dá. Só quem convive bem com frequentes abordagens por parte de cidadãos que não conhece pode estar nestes programas. A escolha dos comentadores é da exclusiva responsabilidade dos canais televisivos.

O clima de instabilidade no futebol português deve-se em parte ao comentário televisivo?
Claro que não. As opiniões transmitidas pelos comentadores estão muito longe de terem para os adeptos a influência de Presidentes, treinadores e responsáveis pela comunicação dos clubes.

O Sporting ganhou tudo nas modalidades, mas, simultaneamente, gastou qualquer coisa como € 20M em 2017/18. Como vê as modalidades, o seu sucesso, a formação e se entende que devem permanecer como estão ou que deve ser criada uma SAD para todas ou uma SAD para cada uma delas?
O sucesso tem de fazer sempre parte de um clube com a dimensão do Sporting, seja no futebol seja nas modalidades. A aposta na formação no futebol e o nível de gastos que temos nesse domínio justificam-se nomeadamente porque investir num jogador de qualidade implica investimentos altíssimos para a realidade económica do futebol português. Nas modalidades a situação é completamente diferente pelo que a estratégia a seguir tem forçosamente de a ela se adaptar.

Terminamos com a comunicação. O Sporting tem canais próprios, tais sejam a Sporting TV, o Jornal Sporting, o site e as demais redes sociais. Fazemos duas perguntas. Por um lado, como analisa a actual comunicação do Sporting e por outro, como vê o surgir de outros espaços afectos ao clube como seja, por exemplo, a Tribuna Leonina?
O Sporting só tem a ganhar com a existência de uma comunicação atenta, activa, defensora da verdade desportiva, sempre preocupada com a defesa dos interesses do Sporting e com a promoção dos valores que nos guiam. Os inúmeros espaços afectos ao clube, como a Tribuna Leonina, acabam por reflectir uma nova forma de estar na sociedade actual, onde as redes sociais assumem um papel muito importante. As últimas eleições em países com a dimensão dos EUA e do Brasil mostraram bem a sua importância.


Tribuna Leonina
Este Paulo Andrade e outro, que como sendo figura publica se deixou levar tambem  pela onda  anti-Bruno !!

Seguir este caminho e muito mais xique , facil e sobretudo uma forma  de conseguir deixar uma porta aberta para um futuro tacho .

Disse ele que  o Bruno de Carvalho criou   fracturas graves  com os adeptos , ou nao tera a sido ao contrario ?

Foi Bruno de carvalho que andou a colar flyers nas ruas contra ele proprio , foi Bruno de carvalho que chamou a ele proprio de drogado, foi ele que disse que  a restruturacao financeira quem a fez  foi o Godinho lopes  and so on , sao tantos o casos que nem me apetece fazer referencias a isso .

Disse tambem que  destabilizou a equipa de futebol, mentira, jorge jesus destabiizou a equipa de futebol pelo futebol  apresentado, e curiosamente Paulo Andrade era um dos maiores apoiantes do mister pastilha !!

Paulo Andrade  chegou a dizer ao vivo e em directo que a vinda de jorge jesus foi uma jogada mestre , e porque razao nao culpa o jorge jesus pelo falhanco que foi a sua passagem pelo scp ?

Muito simples, porque Paulo Andrade  era um dos maior apoiantes de jorge jesus  e claro que lhe ficava muito mal agora dar o dito pelo nao dito , e entao o que fez,  foi contra o elo mais fraco nesta altura, Bruno de Cravalho.


Estas pessoas sao pessoas sem caracter .Ele e que deveria de ser expulso de socio por falta de etica , nao Bruno de Carvalho .
Es um triste Paulo Andrade .

Estas pessoas so pensam nelas  e isto o Sporting, nao passamos disto .
Boa entrevista do Dr. Paulo Andrade.
Sempre clarividente, terra a terra e a dizer as coisas como elas efectivamente são.

Deviam haver mais Paulos Andrades
Citar
Paulo de Andrade: cidadão, comentador e sócio com uma visão esclarecida sobre o Sporting

ENTREVISTA À TRIBUNA LEONINA ONDE PAULO DE ANDRADE MOSTRA A SUA HABITUAL CLARIVIDÊNCIA

Formado em Finanças e com Mestrado em Gestão do Desporto e Mestrado Europeu em Gestão de Organizações Desportivas, Paulo de Andrade desempenhou o cargo de administrador executivo da Sporting SAD na época de 2004/05.
Foi Presidente da Federação Portuguesa de Ténis.
No âmbito da Sporting TV surge como comentador.
É colunista e faz parte do painel de comentadores do programa O Dia Seguinte, na SIC.
Muitas vozes disseram que poderia ter sido candidato a Presidente do Sporting, mas a verdade é que não avançou. Não menos verdade, muitas outras admitiram que algumas das candidaturas que se apresentaram queriam contar com ele.
É um homem estimado no universo sportinguista e é comum vê-lo em eventos organizados pelos Núcleos sportinguistas. Tem um capital de sportinguismo invejável. Há dias, numa churrasqueira em Brejos de Azeitão, vi uma fotografia sua plasmada na parede, orgulhosamente colocada pelo dono evidenciando um destacado cliente.

E começamos por aqui.
Boa noite, Paulo de Andrade. Obrigado por ter acedido a esta entrevista da Tribuna Leonina. Como é o cidadão Paulo de Andrade na sua rotina diária? 
Um madrugador que começa o dia procurando estar atento às últimas notícias, TV aberta e consulta na net de todos os jornais diários. Um cidadão preocupado com a evolução da sociedade mundial, profundamente afectada por uma dramática falta de líderes com qualidade. Desde sempre atento ao mundo das empresas e do desporto procuro manter-me actualizado, identificar novos caminhos no âmbito da gestão e da liderança. O Sporting e o futebol sempre presentes no meu dia-a-dia. O fim-de-semana e a segunda-feira condicionados pela preparação do Dia Seguinte. Ocupa-me todas as semanas muitas horas. Nos tempos livres procuro descontrair em conversas com amigos, uns quilómetros de footing e trabalho agrícola numa quinta que possuo perto de Lisboa.

O ténis ainda faz parte da sua vida? Conte-nos um pouco da vida do tenista, do Professor na Faculdade de Motricidade Humana e do Gestor e dirigente empresarial.
Deixei a prática do ténis há cerca de 4 anos mas tenciono voltar em breve. Fui convidado já há muitos anos para dar aulas no Mestrado de Gestão do Desporto da Faculdade de Motricidade Humana algo que continuo a fazer, pontualmente, sempre que a minha colaboração é solicitada. Quanto à actividade enquanto gestor e dirigente empresarial foi toda uma vida. Comecei a trabalhar em 1973 numa empresa do meu pai quando ainda frequentava o 4º ano de Económicas. Em meados dos anos 80 envolvi-me no dirigismo empresarial, fui eleito para Presidente da Federação do Comércio Grossista por duas vezes, Vice-Presidente da Confederação do Comércio, Vice-Presidente da Federação do Comércio Grossista Europeu. No final dos anos 90 nomeado para o Comité Económico e Social Europeu tendo-me mantido em Bruxelas até que António Capucho me desafiou em 2002 para entrar na gestão pública assumindo a presidência de uma empresa municipal. De então para cá mantive-me no sector empresarial público tendo tido como última responsabilidade presidir ao IMT Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

Posso ser atraiçoado pela memória e corrigir-me-á se equivocado estiver. Tem relação com a aviação? Tires, por exemplo…
No sector da aviação comecei por presidir durante 6 anos à Arcascais, empresa municipal responsável pela gestão do Aeródromo de Cascais, localizado em Tires. Durante parte do período em que aí estive acumulei funções com a de Director do aeródromo. Posteriormente fui nomeado para a administração do INAC tendo ficado responsável pelas Direcção que supervisiona as infraestruturas aeroportuárias, aeroportos e aeródromos, e pelo espaço aéreo. Durante os últimos anos em que lá estive fui porta-voz de Portugal para o Céu Único Europeu e um dos responsáveis do Bloco Funcional do Espaço Aéreo do Sudoeste.
 
É uma pessoa que interage com o cidadão comum. Gosta de comunicar na rua? Que abordagens lhe fazem?
É de facto verdade que estou sempre disponível para trocar opiniões com qualquer pessoa que me aborde. Acontece de facto frequentemente e com adeptos de todos os clubes.

É comum dizerem-lhe, “doutor não se esqueça de dizer isto e aquilo” nos órgãos de comunicação social?
Ainda que não seja frequente já me aconteceu por várias vezes ter esse tipo de abordagem.
 
Qual é a sua visão e relação com os Núcleos do Sporting Clube de Portugal?
Os Núcleos são extremamente importantes e considero que há muito trabalho a fazer nesse domínio. São os nossos embaixadores não apenas em Portugal mas também no estrangeiro. Uma das primeiras medidas que considero que deviam ser tomadas liga-se à decoração dos espaços. Devia haver uma lógica de franchising, ou seja, uma imagem única, um tipo de decoração patrocinada pelo Sporting que desse aos espaços uma imagem de grande qualidade. A partir daí há que activar inúmeros domínios: como atrair os adeptos ao espaço, como interagir com os adeptos da região, promoção do clube junto dos mais jovens, angariação de sócios, merchandising, scouting na região, tudo devidamente apoiado por uma estrutura a ser criada no clube.

Vamos agora entrar no mundo Sporting.
 Como vê o Sporting actual?
Um clube a sair de um dos momentos mais difíceis da sua história. A grande afluência de sócios à Assembleia Geral eleitoral foi uma importante resposta à instabilidade em que vivemos durante vários meses. Agora temos de deixar trabalhar os novos dirigentes apoiando-os na difícil tarefa com que estão confrontados.
 
Foi apoiante de Bruno de Carvalho. Em Abril de 2018 deu uma entrevista onde disse que “neste momento não votava em Bruno de Carvalho”. Que leitura faz do segundo mandato de Bruno de Carvalho?
Nunca integrei nenhuma Comissão de Honra ou listas candidatas a eleições. Sempre entendi dever privilegiar uma situação de independência face a quem ao longo dos anos foi dirigindo clube e SAD. No que respeita a Bruno de Carvalho nos primeiros quatro anos do mandato fui um dos muitos que elogiou o trabalho desenvolvido e a história não deixará de enumerar o que fez de positivo. E votei nele nas duas últimas eleições em que concorreu. Nada fazia prever o que aconteceu em 2018. Criou fracturas graves entre os nossos adeptos, desestabilizou a equipa principal de futebol, aumentou substancialmente os custos na SAD desequilibrando a situação económica e financeira, tomou uma série de decisões que colocaram clube e SAD numa grave crise.

Defende a sua expulsão?
Depois de tudo o que originou, em particular um extremar de posições que gerou uma profunda instabilidade na família sportinguista, graves rupturas entre os adeptos, algumas iniciativas que os tribunais vieram a considerar ilegais, o texto que escreveu após a Assembleia Geral que o destituiu onde admitiu deixar de ser adepto do clube, irei votar pela ratificação da proposta do Conselho Fiscal e Disciplinar.

Paulo de Andrade, esteve ou não em cima da mesa ser candidato à Presidência do Sporting?
Da minha parte nunca esteve. Surgiram inúmeras candidaturas e entendi que os sócios já tinham opções de escolha suficientes. Não nego no entanto que fui alvo de muitos contactos nesse sentido.

Por outro lado, a Tribuna Leonina sabe ter sido abordado por candidaturas. Por que não se uniu a nenhuma?
Porque entendi dever manter a minha posição de sempre, a minha ligação ao Dia Seguinte obriga-me a manter independência face a todos os candidatos.

Como analisa o mandato de Frederico Varandas até ao momento?
Herdou uma situação muito difícil. Nestes poucos meses de exercício de funções conseguiu não só pagar o empréstimo obrigacionista como avançar com a reestruturação do futebol profissional e da Academia nomeadamente contratando técnicos da sua confiança. É muito cedo para proceder a avaliações mas não pode deixar de se avaliar positivamente o trabalho até agora desenvolvido.

José Peseiro esteve pouco tempo à frente do comando técnico do Sporting. Há quem diga que o futebol atractivo de 2004 não foi conseguido em 2018 e consequentemente os resultados desportivos. Concordou com o despedimento do treinador?
Mudou radicalmente o seu modelo de jogo face aquilo a que nos habitou em 2004/05. Não tendo sido um treinador escolhido pela nova Administração tem de se aceitar a decisão.

O Sporting tem novo treinador, Marcel Keizer. Como o vê?
Não o conhecia mas a qualidade do futebol praticado melhorou claramente.

Paulo de Andrade, Frederico Varandas quer voltar a apostar na formação onde houve um grande desinvestimento no anterior mandato. Como vê a Academia e que caminhos de sucesso aponta para voltarmos a ter uma Academia forte?

Quando cheguei ao Sporting surpreendeu-me a quantidade de observadores que tínhamos por todo o território nacional, cerca de 100. Com uma rede desta dimensão, exemplarmente liderada pelo Sr. Formação, Aurélio Pereira, era evidente que conseguíamos chegar primeiro aos talentos, uma enorme vantagem face à concorrência, que era posteriormente desenvolvida na Academia por técnicos de grande valia. A situação mudou radicalmente. A concorrência disparou. Todos os clubes estão atentos à evolução dos jovens da sua região dificultando imenso as contratações dos mais talentosos. Continuo a considerar fundamental que mantenhamos a aposta na formação mas temos de alargar o âmbito do scouting para fora da nossa fronteira.

Há sportinguistas que corroboram a tese de que a Academia de Alcochete deveria ser consignada apenas e somente ao futebol profissional e que o Sporting deveria ter uma outra em Lisboa para o futebol juvenil. O que pensa?
Uma decisão desse tipo teria de passar por uma análise aprofundada das consequências económicas que daí adviriam. Uma outra hipótese, a meu ver mais viável, poderia passar por vender as instalações de Alcochete, construindo uma nova infraestrutura mais perto de Lisboa, com melhores meios públicos de transporte.

Foi dirigente do Sporting tendo sido responsável pelo departamento de futebol em 2004/05. Como foi? E tendo passado mais de uma década, que diferenças encontra para o futebol actual?
Sublinharia duas grandes diferenças. Em primeiro lugar um aumento substancial a nível das receitas com origem não só na decisão da NOS e da MEO de apostarem no futebol como também no aumento substancial de prémios nas competições europeias. Uma segunda diferença decisiva para o Sporting tem a ver com a verdade desportiva. Tanto o Apito Dourado como tudo o que se tem passado recentemente com o Benfica e a introdução do VAR trouxeram mais verdade ao futebol.
 
Lembra de alguma história curiosa que connosco possa partilhar?
Logo após ter entrado em funções fomos jogar o Troféu Teresa Herrera. Perdemos os dois jogos por 2-0 contra o Deportivo da Corunha e o Saragoça. Tínhamos a apoiar-nos umas dezenas de adeptos que face às exibições decidiram manifestar-se ruidosamente na porta do balneário. Contrariando a opinião de outros responsáveis decidi abrir a porta e sair para falar com eles. Foi aí que aconteceu algo que me marcou profundamente. Um dos nossos adeptos disse-me que tinha decidido deslocar-se contra a vontade do patrão, que quando chegasse estava convencido que seria despedido, tinha a mulher e filhos em casa e não sabia como iria sustentar a sua família. Quando o autocarro da equipa saiu o portão vi-o do outro lado da rua, sozinho, sentado numas escadas com as duas mãos na cabeça. Quem anda no mundo do futebol a ganhar milhões não pode deixar de recordar permanentemente a existência de situações como esta aqui relatada.

É comentador na SIC. A vivência de comentador provoca ou não desgaste?
Defende, ou não, a rotatividade periódica?
Há desde logo uma natural preocupação com estar bem preparado para conseguir defender em cada programa os superiores interesses do Sporting. Trata-se de um programa de duas horas, em directo, com largos milhares de espectadores espalhados por 21 países. Ainda esta semana recebi uma mensagem de Cabinda. Para lá deste sentimento de enorme responsabilidade há o fenómeno da notoriedade que dá. Só quem convive bem com frequentes abordagens por parte de cidadãos que não conhece pode estar nestes programas. A escolha dos comentadores é da exclusiva responsabilidade dos canais televisivos.

O clima de instabilidade no futebol português deve-se em parte ao comentário televisivo?
Claro que não. As opiniões transmitidas pelos comentadores estão muito longe de terem para os adeptos a influência de Presidentes, treinadores e responsáveis pela comunicação dos clubes.

O Sporting ganhou tudo nas modalidades, mas, simultaneamente, gastou qualquer coisa como € 20M em 2017/18. Como vê as modalidades, o seu sucesso, a formação e se entende que devem permanecer como estão ou que deve ser criada uma SAD para todas ou uma SAD para cada uma delas?
O sucesso tem de fazer sempre parte de um clube com a dimensão do Sporting, seja no futebol seja nas modalidades. A aposta na formação no futebol e o nível de gastos que temos nesse domínio justificam-se nomeadamente porque investir num jogador de qualidade implica investimentos altíssimos para a realidade económica do futebol português. Nas modalidades a situação é completamente diferente pelo que a estratégia a seguir tem forçosamente de a ela se adaptar.

Terminamos com a comunicação. O Sporting tem canais próprios, tais sejam a Sporting TV, o Jornal Sporting, o site e as demais redes sociais. Fazemos duas perguntas. Por um lado, como analisa a actual comunicação do Sporting e por outro, como vê o surgir de outros espaços afectos ao clube como seja, por exemplo, a Tribuna Leonina?
O Sporting só tem a ganhar com a existência de uma comunicação atenta, activa, defensora da verdade desportiva, sempre preocupada com a defesa dos interesses do Sporting e com a promoção dos valores que nos guiam. Os inúmeros espaços afectos ao clube, como a Tribuna Leonina, acabam por reflectir uma nova forma de estar na sociedade actual, onde as redes sociais assumem um papel muito importante. As últimas eleições em países com a dimensão dos EUA e do Brasil mostraram bem a sua importância.


Tribuna Leonina
Este Paulo Andrade e outro, que como sendo figura publica se deixou levar tambem  pela onda  anti-Bruno !!

Seguir este caminho e muito mais xique , facil e sobretudo uma forma  de conseguir deixar uma porta aberta para um futuro tacho .

Disse ele que  o Bruno de Carvalho criou   fracturas graves  com os adeptos , ou nao tera a sido ao contrario ?

Foi Bruno de carvalho que andou a colar flyers nas ruas contra ele proprio , foi Bruno de carvalho que chamou a ele proprio de drogado, foi ele que disse que  a restruturacao financeira quem a fez  foi o Godinho lopes  and so on , sao tantos o casos que nem me apetece fazer referencias a isso .

Disse tambem que  destabilizou a equipa de futebol, mentira, jorge jesus destabiizou a equipa de futebol pelo futebol  apresentado, e curiosamente Paulo Andrade era um dos maiores apoiantes do mister pastilha !!

Paulo Andrade  chegou a dizer ao vivo e em directo que a vinda de jorge jesus foi uma jogada mestre , e porque razao nao culpa o jorge jesus pelo falhanco que foi a sua passagem pelo scp ?

Muito simples, porque Paulo Andrade  era um dos maior apoiantes de jorge jesus  e claro que lhe ficava muito mal agora dar o dito pelo nao dito , e entao o que fez,  foi contra o elo mais fraco nesta altura, Bruno de Cravalho.


Estas pessoas sao pessoas sem caracter .Ele e que deveria de ser expulso de socio por falta de etica , nao Bruno de Carvalho .
Es um triste Paulo Andrade .

Estas pessoas so pensam nelas  e isto o Sporting, nao passamos disto .
Nunca confiei nesse bem falante Paulo Andrade, então o artigo dele na tertúlia é qualquer coisa de surreal.
São estes sabujos que andam a influenciar sócios.
***.

Obrigado g~"71%"