Política Internacional

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O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

E quanto à tua pertinente dúvida sobre o "troll", podes esclarecê-la aqui:  :great:

http://www.forumscp.com/index.php?action=profile;area=statistics;u=20535

http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Invictus

No teu caso essa dúvida já foi dissipada...  8)
« Última modificação: Fevereiro 10, 2018, 11:44 am por Invictus »
A cara do 1º britânico foi revelada.




Cara do 1º britânico?... Os britânicos ou bretões foram um povo celta que chegou às atuais ilhas britânicas quando elas já eram habitadas. Os celtas foram um povo da antiguidade que habitaram partes da Europa entre os séculos II e III a.C... Logo, o que é que a cara de um habitante de há 10.000 anos atrás tem a ver com povos que só chegaram às ilhas em causa há cerca de 2.500 anos atrás?

Aqui também podemos apresentar algum resto de homens de neandertal e dizer que é o 1º português... O que é simplesmente ridículo.

Na realidade, esses povos pré-arianos ou pré-indoeuropeus foram exterminados pelas invasões sucessivas indoeuropeias de celtas, romanos, anglossaxões, viquingues, normandos... Nos atuais britânicos pouco ou quase nada remete para eles...

« Última modificação: Fevereiro 10, 2018, 12:24 pm por Erdos »

O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

Não por acaso faltou foi um ponto de interrogação.
Mas justin o macho alfa é bom.

O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

Não por acaso faltou foi um ponto de interrogação.
Mas justin o macho alfa é bom.

Se tu o dizes...

O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

Não por acaso faltou foi um ponto de interrogação.
Mas justin o macho alfa é bom.

Se tu o dizes...
Claro que digo. Justin o machão


O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

Não por acaso faltou foi um ponto de interrogação.
Mas justin o macho alfa é bom.

Se tu o dizes...
Claro que digo. Justin o machão




O Trudeau é o corno máximo. Sei que podia literalmente chegar a casa dele e comer-lhe a mulher que ele não fazia nada, até era capaz de lhe agradecer por me ajudar a "integrar" na cultura hospitaleira canadiana.

E o pior é que isto era perfeitamente capaz de acontecer.

Que contraste com o seu vizinho do Sul... Para além de ser um macho alfa descomplexado este é um verdadeiro paladino dos grandes valores da CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

Faz-nos falta um estadista desta envergadura na EVROPA.
Nunca percebo nada do que tu dizes  :lol:

Esclarecem-me isto é uma conta de troll e eu fui o único que ainda não tinha reparado?

Não é "esclarecem-me".  é "esclareçam-me".  :P

Não por acaso faltou foi um ponto de interrogação.
Mas justin o macho alfa é bom.

Se tu o dizes...
Claro que digo. Justin o machão



A cara do 1º britânico foi revelada.




Cara do 1º britânico?... Os britânicos ou bretões foram um povo celta que chegou às atuais ilhas britânicas quando elas já eram habitadas. Os celtas foram um povo da antiguidade que habitaram partes da Europa entre os séculos II e III a.C... Logo, o que é que a cara de um habitante de há 10.000 anos atrás tem a ver com povos que só chegaram às ilhas em causa há cerca de 2.500 anos atrás?

Aqui também podemos apresentar algum resto de homens de neandertal e dizer que é o 1º português... O que é simplesmente ridículo.

Na realidade, esses povos pré-arianos ou pré-indoeuropeus foram exterminados pelas invasões sucessivas indoeuropeias de celtas, romanos, anglossaxões, viquingues, normandos... Nos atuais britânicos pouco ou quase nada remete para eles...
Existem sim, alguns remanescentes da Antiga UK.

Basta veres a relação genética entre Bascos/Espanhóis do Nordeste, e Britânicos (especialmente Galeses, pessoal da Cornualha...), ambos os povos são 85%-90% R1b, mas os Galeses/Cornualhos/Irlandeses falam (históricamente foi tudo Anglicizado entre o inicio do Renascimento e o inicio do Seculo XX) uma língua celta indo europeia, e os Bascos falam uma língua isolada, provavelmente pré indo europeia.

Enviado do meu CAM-L21 através do Tapatalk
« Última modificação: Fevereiro 10, 2018, 16:57 pm por PJM »
Volto a 2008 para dar uma ajuda aos iluminados que não perceberam a eleição de trump

 "He won't do anything better than McCain" but they're STILL voting for Obama.The two most unreal moments of my professional life of watching focus groups:54 year-old white male, voted Kerry '04, Bush '00, Dole '96, hunter, NASCAR fan...hard for Obama said: "I'm gonna hate him the minute I vote for him. He's gonna be a bad president. But I won't ever vote for another god-damn Republican. I want the government to take over all of Wall Street and bankers and the car companies and Wal-Mart run this county like we used to when Reagan was President."
Onde anda o tópico sobre o muculmano arabe liberal comunista alt-right trump supporter que "acabou" de matar 17 adolescentes numa escola na Florida?
"O bom ambiente é sempre necessário, mas só acredito em bons grupos quando existem vitórias. No dia em que existir no Sporting um bom grupo e não existirem vitórias é porque são todos uns bons rapazes e andam aqui a enganar o Clube. Quando não se ganha, as pessoas têm de estar chateadas.

João Benedito
Onde anda o tópico sobre o muculmano arabe liberal comunista alt-right trump supporter que "acabou" de matar 17 adolescentes numa escola na Florida?

A religião da paz... a invasão... os milhões de potenciais terroristas... ooops, tópico errado.  :shifty:
Friedrich Hayek’s Burkeanism

When Friedrich Hayek announced his personal political philosophy as an “unrepentant Old Whig” in his magnum opus Constitution of Liberty, he was reaching deep into the well of the Greco-Roman and Judeo-Christian traditions, even if he had originally spoken these words against his friend, Russell Kirk, in their famous Mont Pelerin debate of 1957.[1]  While the Old Whigs founded themselves rather spontaneously as a coherent movement during the 1680s in England, they drew their inheritance and patrimony from the great republican and Stoic thinkers of the Occident.  As with other liberally-educated persons of his generation, Hayek frequently referenced the great thinkers of the ancient world, especially Aristotle and Cicero, in his own works, and, of course, he also cited a number of other thinkers who helped develop the Whig and republican movements during the Glorious Revolution of 1688, including James Harrington, Algernon Sidney, and John Locke.  And, finally, he discussed intellectuals following the events of 1688, including Commonwealth men such John Trenchard and Thomas Gordon, Edmund Burke, Adam Smith, James Madison, Alexis de Tocqueville, and Lord Acton.  Hayek rightfully viewed himself in a line of succession with these profound social critics and philosophers.[2]

While Hayek openly rejected the label “conservative,” he did, for example, find and identify with many of the same heroes of the past as did self-professed conservatives such as Kirk and R.A. Nisbet.  Indeed, with the very important exceptions of Locke, Mill, and Acton, the primary influences on all three men were nearly identical.  That Hayek came from Central Europe and Kirk and Nisbet from America probably helps explain, in many ways, the desire on Hayek’s part to avoid the label “conservatism.”  Its American (and English) manifestation was quite different from the continental variety.  Hayek, of course, knew its twentieth-century English and American types, but he had seen much in Europe that almost certainly shaped his distaste for the term, “conservative.”

Regardless, I think it’s critically important for those of us who identify with imaginative conservatism to give Hayek his due as a thinker and a man.  While Hayek has much to tell us about many things (he was, after all, accomplished in philosophy, economics, law, and psychology), I’ll offer just two of his most important ideas: the necessity of voluntary community and the fatal conceit.

 

Economies and Communities

Importantly, Hayek argued that while “each man knows his interests best,” one’s gifts should be used in community, where reason is “tested and corrected by others.”[3]  Daniel Rush Finn has done an excellent job of contrasting Hayek’s and John Paul II’s economics in his 1999 article, “The Economic Personalism of John Paul II: Neither Right nor Left,” so I won’t try to rehash that or make the attempt to claim that Hayek’s understanding is fully commensurate with Catholic social teaching.[4]  It’s clearly not, though John Paul II held Hayek in great respect.  John Paul consulted Hayek on some issues in 1980; but that’s another story.

Hayek’s views on community and the role of the individual within community, however, are very western, if not completely Catholic.  This is a very long passage from Hayek, but I think it’s worth quoting all of it:

This entails certain corollaries on which true individualism once more stands in sharp opposition to the false individualism of the rationalistic type.  The first is that the deliberately organized state on the one side, and the individual on the other, far from being regarded as the only realities, which all the intermediate formations and associations are to be deliberately suppressed, as was the aim of the French Revolution, the noncompulsory conventions of social intercourse are considered as essential factors in preserving the orderly working in human society.  The second is that the individual, in participating in the social processes, must be ready and willing to adjust himself to changes and to submit to conventions which are not the result of intelligent design, whose justification in the particular instance may be recognizable, and which to him will often appear unintelligible and irrational.  I need not say much on the first point.  That true individualism affirms the value of the family and all the common efforts of the small community and group, that it believes in local autonomy and voluntary associations, and that indeed its case rests largely on the contention that much for which the coercive action of the state is usually invoked can be done better by voluntary collaboration need not be stressed further.  There can be no greater contrast to this than the false individualism which wants to dissolve all these smaller groups into atoms which have no cohesion other than the coercive rules imposed by the state, and which tries to make all social ties prescriptive, instead of using the state mainly as a protection of the individual against the arrogation of coercive powers by the small groups.  Quite as important for the functioning of an individualist society as these smaller groupings of men are the traditions and conventions which evolve in a free society and which, without being enforceable, establish flexible but normally observed rules that make the behavior of other people predictable in a high degree.  The willingness to submit to such rules, not merely so long as one understands the reason for them but so long as one has no definite reasons to the contrary, is an essential condition for the gradual evolution and improvement of the rules of social intercourse; and the readiness ordinarily to submit to the products of a social process which nobody may understand is al so an indispensible condition if it is to be possible to dispense with compulsion.  That the existence of common conventions and traditions among a group of people will enable them to work together smoothly and efficiently with much less formal organization and compulsion than a group without such common background, is of course, a commonplace.  But the reverse of this, while less familiar, is probably not less true: that coercion can probably only be kept to a minimum in a society where conventions and traditions have made the behavior of man to a large extent predictable.[5]

Hayek’s understanding, after all, agrees with Aristotle’s (and St. Paul’s and Marcus Aurelius’) belief that “man is by nature an animal intended to live in a polis.”  That is, man must employ his particular gifts within community to make and render them meaningful.[6]  Hayek was anti-utopian regarding this, however.  Man is a “very irrational and fallible being,” Hayek wrote, “whose individual errors are correct only in the course of the social process, and which aims at making the best of a very imperfect material.”[7]  The market process, and, consequently, the social process help attenuate the problems of man’s inherent flaws, but it does not erase them or make somehow good.  The system of private property rewards virtue and punishes vice, at least to a great extent, as well as allows entrepreneurs to try and fail and try again.  As an additional advantage, private property also brings a considerable amount of harmony to a community.  In this, Hayek sounds as much like Adam Smith as he does Burke.  As the great Anglo-Irish statesman had argued, commerce reconciled “conflicting interests without giving one group power to make their views and interests always prevail over those of others.”[8]  But, it was more to Bernard Mandeville and Adam Smith that Hayek turned, arguing that commerce and virtue were not incompatible.  Certainly, Mandeville and Smith each recognized that man is fallible.  One can neither reshape nor redesign the human person.

One significant difference between Hayek and his republican and Whig ancestors is that the Nobel-prize winning economist believed democracy to be a strong safe-guard against tyranny.[9]  Most seventeenth and eighteenth-century republican and Old Whig thinkers abhorred democracy as nothing more than mob rule.  Certainly Plato challenged the concept in The Republic, arguing that democracy always devolved into the leadership of a morally suspect tyrant, because he represented the lowest common denominator.  The people were too easily swayed by their emotions and passions, foregoing their rationality for the sake of the moment.[10]  As with most of those in the Whig tradition, though, Hayek did call for balance within government as well as arguing for strict limitations on the actual functions of government.[11]

Importantly, though, we should return to Hayek’s relationship with de Tocqueville.  Hayek, as noted above, saw himself as a de Tocquevillian, and he especially advanced de Tocqueville’s arguments regarding the voluntary association.  It is only through voluntary association, whether in the private (that is, market) or the independent sector, that society experiences true progress.  As Hayek wrote, paraphrasing the eighteenth-century Scot, Adam Ferguson, society develops not by human design, but rather by human action.[12]  When man acts alone, he acts with only limited knowledge.  This natural restriction applies equally to the entrepreneur and the politician.  “This is the constitutional limitation of man’s knowledge and interests, the fact that he cannot know more than a tiny part of the whole of society and that therefore all that can enter into his motives are the immediate effects which his actions will have in the sphere he knows,” Hayek explained.[13]  Because the world is so complex, it is only through human action, rather than human design, that societies grow, evolve, and truly progress.[14]  Indeed, Hayek concluded, it is the knowledge problem and the price system that allows for a division of labor and, hence, a civilization to occur.[15]

The Fatal Conceit

Hayek’s second great contribution to the understanding of republicanism and whiggery is that by trying to create heaven on earth, man will instead create a hell.  Hayek called this the “Fatal Conceit,” the belief that an individual can reshape the world in his own image, overturning centuries of finely-evolved history, morality, and philosophy.

In the modern world, one may trace the origins of the “Fatal Conceit” and its resulting widespread destruction of lives to the French Revolution.  Burke described it well: “Have we not produced it ready made and ready armed, mature in its birth, a perfect goddess of wisdom and of war, hammered by our blacksmith midwives out of the brain of Jupiter itself.”[16]  In turn, the goddess will devour its creators.

At the end of the nineteenth century, many thinkers in the Whig tradition feared the twin intellectual evils of their time, nationalism and socialism.  They rightly feared these evils would individually or intertwined wreak widespread destruction upon the world in the twentieth century.  Whig historian Lord Acton stressed that the end of Christendom and the western ideals would mean the rise of nationalism.  “Christianity rejoices at the mixture of races,” he wrote in his famed essay, “Nationalism.”  Paganism, however, “identifies itself with their differences, because truth is universal, errors various and particular.”  Though written in 1862, Acton seemingly understood that a Nietzsche would soon arise.  “By making the State and the nation commensurate with each other in theory,” Acton continued.  Those deemed inferior, the historian argued, will be “exterminated, or reduced to servitude, or outlawed, or put in a condition of dependence.”[17]  Hayek made a similar point in his December 1945 lecture in Dublin:

Whether even the small countries will escape will depend on whether they keep free from the poison of nationalism, which is both an inducement to, and a result of, that same striving for a society which is consciously organized from the top. . . . nationalism. . . is but a twin brother of socialism.[18]

The twentieth century–whether described as fatally conceited or Nietzschean–has witnessed the greatest shedding of blood of any century in world history.  The sheer numbers of those killed by their own governments are simply mind boggling.  According to demographer and political scientist R.J. Rummel, governments murdered nearly 170 million persons between 1901 and 1987.  The Soviet Union slaughtered 62 million; China nearly 45 million (Mao and Chang Kai Check taken together); and National Socialist Germany 21 million.  By contrast, war took the lives of only 35 million between 1901 and 1987.[19]  More recent estimates show these figures to be much higher—roughly 205 million executed by their own states, another 50 million killed in war.

Progressives, Hayek argued, hate the natural order and the natural law.  They demand that “everything must be tidily planned” by an “all-powerful central government.”[20]  Ironically, their attempt to create order only begets severe and violent disorder, the shattering of the soul and the world.

https://artsandsciences.colorado.edu/ctp/2014/08/friedrich-hayeks-burkeanism/
Mas como não viste o video, a conversa não vai seguir bem. Depois de veres o video falamos.

Edit: é que o video não se centra na estratificação
Tarde, mas vi o video.

Bem acho que fazes uma extrapolação enorme do que ele explica para dizer que hierarquias são genéticas. Lembra-me quando até há não muito tempo as pessoas queriam acreditar que violência era algo similar, que os nossos antepassados o eram e por isso mesmo inevitável. Nem ele está propriamente a falar de hierarquia no video. Ele está acima de tudo a explicar a plasticidade do cérebro em relação a experiências negativas ou positivas e como connosco passam processos similares.

De novo vou referir, não temos nada nos genes que nos force a algum tipo de hierarquia como pareces querer dizer. Ou então sou eu que não entendo bem que tipo de estruturas falas. A realidade é que grande parte da história da humanidade não foi fundamentada em atribuiçã e concentração de poder quase indisputável como nos últimos 7000 anos. Eramos em geral pequenas e médias sociedades com mediadores mas um mediador não é por si alguém de poder como um presidente ou general. O seu poder está na capacidade de ajudar a resolver problemas que por si depende das pessoas lhe darem valor, quando não o davam essa pessoa perdia o respeito público e influência social que tinha.

Um livro, um tanto desactualizado na linguagem e conhecimento que temos hoje em dia mas que ainda assim merece leitura para o tema é o Society Against the State do Pierre Clastres. Ele foca em comunidades indigenas das Américas (ele era acima de tudo um antropólogo da Amazónia, em especial Venezuela e Paraguai). Ele mostra como sociedades se organizam e organizaram de modo anti concentração de poder em individuos ou organizações como um Estado. De facto, e já o mencionei no fórum como brincadeira ainda que verdade, haviam profetas na Amazónia que avisavam do perigo da criação de um organismoque podesse ditar, controlar a vida das pessoas, que podesse regulamentar. O mais similar a isto é o que nós hoje chamamos de Estado e esta ideia do uno era de um repúdio enorme para estas pessoas.

Acho que nos habituámos à ideia que o sistema que temos é o único que há. Estudamos na escola coisas que são mais ou menos similares e que terminaram por influênciar a estarmos onde estamos mas a verdade é que super simplificamos essas sociedades antigas que estudamos e ignoramos outras que tinham outras estruturas de poder e relacionament humano. Como digo, não está nos genes e acho que é extrapolar um tanto demasiado o que ele disse no video para tal ideia.
Estatutos: Artigo 3º 1 - O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL É UMA UNIDADE INDIVISÍVEL CONSTÍTUIDA PELA TOTALIDADE DOS SEUS ASSOCIADOS.
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Os 10 Mandamentos do Sportinguista por Salazar  Carreira
http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=%22Os_dez_mandamentos_do_Sportinguista%22
Mas como não viste o video, a conversa não vai seguir bem. Depois de veres o video falamos.

Edit: é que o video não se centra na estratificação
Tarde, mas vi o video.

Bem acho que fazes uma extrapolação enorme do que ele explica para dizer que hierarquias são genéticas. Lembra-me quando até há não muito tempo as pessoas queriam acreditar que violência era algo similar, que os nossos antepassados o eram e por isso mesmo inevitável. Nem ele está propriamente a falar de hierarquia no video. Ele está acima de tudo a explicar a plasticidade do cérebro em relação a experiências negativas ou positivas e como connosco passam processos similares.

De novo vou referir, não temos nada nos genes que nos force a algum tipo de hierarquia como pareces querer dizer. Ou então sou eu que não entendo bem que tipo de estruturas falas. A realidade é que grande parte da história da humanidade não foi fundamentada em atribuiçã e concentração de poder quase indisputável como nos últimos 7000 anos. Eramos em geral pequenas e médias sociedades com mediadores mas um mediador não é por si alguém de poder como um presidente ou general. O seu poder está na capacidade de ajudar a resolver problemas que por si depende das pessoas lhe darem valor, quando não o davam essa pessoa perdia o respeito público e influência social que tinha.

Um livro, um tanto desactualizado na linguagem e conhecimento que temos hoje em dia mas que ainda assim merece leitura para o tema é o Society Against the State do Pierre Clastres. Ele foca em comunidades indigenas das Américas (ele era acima de tudo um antropólogo da Amazónia, em especial Venezuela e Paraguai). Ele mostra como sociedades se organizam e organizaram de modo anti concentração de poder em individuos ou organizações como um Estado. De facto, e já o mencionei no fórum como brincadeira ainda que verdade, haviam profetas na Amazónia que avisavam do perigo da criação de um organismoque podesse ditar, controlar a vida das pessoas, que podesse regulamentar. O mais similar a isto é o que nós hoje chamamos de Estado e esta ideia do uno era de um repúdio enorme para estas pessoas.

Acho que nos habituámos à ideia que o sistema que temos é o único que há. Estudamos na escola coisas que são mais ou menos similares e que terminaram por influênciar a estarmos onde estamos mas a verdade é que super simplificamos essas sociedades antigas que estudamos e ignoramos outras que tinham outras estruturas de poder e relacionament humano. Como digo, não está nos genes e acho que é extrapolar um tanto demasiado o que ele disse no video para tal ideia.
A mim parece-me claro que ele diz que a hierarquia faz parte do ser humano. Não estou a falar em estratificação, nem em elevar uns sobre os outros dentro de uma hierarquia piramidal, rituais com que se enterravam as pessoas etc.
Parece-me que só te estás a focar na hierarquia estratificada.
Hierarquia pode ser simplesmente um individio em relação a outro individuo. Seja na procura de comida por exemplo, o mais forte fisicamente vai ficar com a comida. Ou achas que o mais forte vai partilhar com o mais fraco? Que há muitos milhares de anos atrás, se a comida fosse escassa, o mais forte, qual madre teresa, ia partilhar com o mais fraco? Isso é um tipo de hierarquia.

Estou a ler o livro dele, e o primeiro capitulo fala logo sobre isso, à noite vou ver se me lembro de por aqui algumas fotos.
Que há muitos milhares de anos atrás, se a comida fosse escassa, o mais forte, qual madre teresa, ia partilhar com o mais fraco?

Sim, iria partilhar. Se calhar não tanto como hoje, mas tendencialmente sim, é em parte isso que define a espécie Homo sapiens (existe todo um conjunto de capacidades emocionais e de empatia que são únicas da espécie). Experimenta a ler um bocadinho do Damásio e de fundamentos da biologia e evolução do comportamento.
Que há muitos milhares de anos atrás, se a comida fosse escassa, o mais forte, qual madre teresa, ia partilhar com o mais fraco?

Sim, iria partilhar. Se calhar não tanto como hoje, mas tendencialmente sim, é em parte isso que define a espécie Homo sapiens (existe todo um conjunto de capacidades emocionais e de empatia que são únicas da espécie). Experimenta a ler um bocadinho do Damásio e de fundamentos da biologia e evolução do comportamento.
Ainda bem que o mais forte partilhava a comida então. Tem respeito por quem está abaixo na hierarquia  :twisted:
Mas como não viste o video, a conversa não vai seguir bem. Depois de veres o video falamos.

Edit: é que o video não se centra na estratificação
Tarde, mas vi o video.

Bem acho que fazes uma extrapolação enorme do que ele explica para dizer que hierarquias são genéticas. Lembra-me quando até há não muito tempo as pessoas queriam acreditar que violência era algo similar, que os nossos antepassados o eram e por isso mesmo inevitável. Nem ele está propriamente a falar de hierarquia no video. Ele está acima de tudo a explicar a plasticidade do cérebro em relação a experiências negativas ou positivas e como connosco passam processos similares.

De novo vou referir, não temos nada nos genes que nos force a algum tipo de hierarquia como pareces querer dizer. Ou então sou eu que não entendo bem que tipo de estruturas falas. A realidade é que grande parte da história da humanidade não foi fundamentada em atribuiçã e concentração de poder quase indisputável como nos últimos 7000 anos. Eramos em geral pequenas e médias sociedades com mediadores mas um mediador não é por si alguém de poder como um presidente ou general. O seu poder está na capacidade de ajudar a resolver problemas que por si depende das pessoas lhe darem valor, quando não o davam essa pessoa perdia o respeito público e influência social que tinha.

Um livro, um tanto desactualizado na linguagem e conhecimento que temos hoje em dia mas que ainda assim merece leitura para o tema é o Society Against the State do Pierre Clastres. Ele foca em comunidades indigenas das Américas (ele era acima de tudo um antropólogo da Amazónia, em especial Venezuela e Paraguai). Ele mostra como sociedades se organizam e organizaram de modo anti concentração de poder em individuos ou organizações como um Estado. De facto, e já o mencionei no fórum como brincadeira ainda que verdade, haviam profetas na Amazónia que avisavam do perigo da criação de um organismoque podesse ditar, controlar a vida das pessoas, que podesse regulamentar. O mais similar a isto é o que nós hoje chamamos de Estado e esta ideia do uno era de um repúdio enorme para estas pessoas.

Acho que nos habituámos à ideia que o sistema que temos é o único que há. Estudamos na escola coisas que são mais ou menos similares e que terminaram por influênciar a estarmos onde estamos mas a verdade é que super simplificamos essas sociedades antigas que estudamos e ignoramos outras que tinham outras estruturas de poder e relacionament humano. Como digo, não está nos genes e acho que é extrapolar um tanto demasiado o que ele disse no video para tal ideia.
A mim parece-me claro que ele diz que a hierarquia faz parte do ser humano. Não estou a falar em estratificação, nem em elevar uns sobre os outros dentro de uma hierarquia piramidal, rituais com que se enterravam as pessoas etc.
Parece-me que só te estás a focar na hierarquia estratificada.
Hierarquia pode ser simplesmente um individio em relação a outro individuo. Seja na procura de comida por exemplo, o mais forte fisicamente vai ficar com a comida. Ou achas que o mais forte vai partilhar com o mais fraco? Que há muitos milhares de anos atrás, se a comida fosse escassa, o mais forte, qual madre teresa, ia partilhar com o mais fraco? Isso é um tipo de hierarquia.

Estou a ler o livro dele, e o primeiro capitulo fala logo sobre isso, à noite vou ver se me lembro de por aqui algumas fotos.

Por acaso o Celsus tem razão. Nós tinhamos uma ética similar a certos primatas de hoje em dia que não permitiam desigualdades entre membros de uma comunidade. De facto a primeira vez que temos exemplos de acumulo de comida ou possessões é bastante mais recente a nível da história da humanidade. É dos datos arqueológicos mais curiosos que s aprendeu recentemente é que eramos muito egalitarian a todos os níveis, incluso entre homens e mulheres.
Estatutos: Artigo 3º 1 - O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL É UMA UNIDADE INDIVISÍVEL CONSTÍTUIDA PELA TOTALIDADE DOS SEUS ASSOCIADOS.
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Os 10 Mandamentos do Sportinguista por Salazar  Carreira
http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=%22Os_dez_mandamentos_do_Sportinguista%22
https://www.joe.ie/amp/news/meet-me-at-mcdonalds-617012

Menciona ser a escola com pior performance em Norfolk. Claramente um problema de cortes de cabelo.
Sinto-me na obrigação de vir a público dizer que enfiar uma lanterna no cú não torna ninguém num iluminado. E sim, sou formado em Luminotecnia.
Mas como não viste o video, a conversa não vai seguir bem. Depois de veres o video falamos.

Edit: é que o video não se centra na estratificação
Tarde, mas vi o video.

Bem acho que fazes uma extrapolação enorme do que ele explica para dizer que hierarquias são genéticas. Lembra-me quando até há não muito tempo as pessoas queriam acreditar que violência era algo similar, que os nossos antepassados o eram e por isso mesmo inevitável. Nem ele está propriamente a falar de hierarquia no video. Ele está acima de tudo a explicar a plasticidade do cérebro em relação a experiências negativas ou positivas e como connosco passam processos similares.

De novo vou referir, não temos nada nos genes que nos force a algum tipo de hierarquia como pareces querer dizer. Ou então sou eu que não entendo bem que tipo de estruturas falas. A realidade é que grande parte da história da humanidade não foi fundamentada em atribuiçã e concentração de poder quase indisputável como nos últimos 7000 anos. Eramos em geral pequenas e médias sociedades com mediadores mas um mediador não é por si alguém de poder como um presidente ou general. O seu poder está na capacidade de ajudar a resolver problemas que por si depende das pessoas lhe darem valor, quando não o davam essa pessoa perdia o respeito público e influência social que tinha.

Um livro, um tanto desactualizado na linguagem e conhecimento que temos hoje em dia mas que ainda assim merece leitura para o tema é o Society Against the State do Pierre Clastres. Ele foca em comunidades indigenas das Américas (ele era acima de tudo um antropólogo da Amazónia, em especial Venezuela e Paraguai). Ele mostra como sociedades se organizam e organizaram de modo anti concentração de poder em individuos ou organizações como um Estado. De facto, e já o mencionei no fórum como brincadeira ainda que verdade, haviam profetas na Amazónia que avisavam do perigo da criação de um organismoque podesse ditar, controlar a vida das pessoas, que podesse regulamentar. O mais similar a isto é o que nós hoje chamamos de Estado e esta ideia do uno era de um repúdio enorme para estas pessoas.

Acho que nos habituámos à ideia que o sistema que temos é o único que há. Estudamos na escola coisas que são mais ou menos similares e que terminaram por influênciar a estarmos onde estamos mas a verdade é que super simplificamos essas sociedades antigas que estudamos e ignoramos outras que tinham outras estruturas de poder e relacionament humano. Como digo, não está nos genes e acho que é extrapolar um tanto demasiado o que ele disse no video para tal ideia.
A mim parece-me claro que ele diz que a hierarquia faz parte do ser humano. Não estou a falar em estratificação, nem em elevar uns sobre os outros dentro de uma hierarquia piramidal, rituais com que se enterravam as pessoas etc.
Parece-me que só te estás a focar na hierarquia estratificada.
Hierarquia pode ser simplesmente um individio em relação a outro individuo. Seja na procura de comida por exemplo, o mais forte fisicamente vai ficar com a comida. Ou achas que o mais forte vai partilhar com o mais fraco? Que há muitos milhares de anos atrás, se a comida fosse escassa, o mais forte, qual madre teresa, ia partilhar com o mais fraco? Isso é um tipo de hierarquia.

Estou a ler o livro dele, e o primeiro capitulo fala logo sobre isso, à noite vou ver se me lembro de por aqui algumas fotos.

Por acaso o Celsus tem razão. Nós tinhamos uma ética similar a certos primatas de hoje em dia que não permitiam desigualdades entre membros de uma comunidade. De facto a primeira vez que temos exemplos de acumulo de comida ou possessões é bastante mais recente a nível da história da humanidade. É dos datos arqueológicos mais curiosos que s aprendeu recentemente é que eramos muito egalitarian a todos os níveis, incluso entre homens e mulheres.
Nao consigo perceber como é que tens essa forma quase rousseliana de olhar para isto.

Eu não sou nenhum especialista neste tema. Mas nao tenho dúvidas nenhumas que se fizer uma pesquisa encontro teorias diferentes dessas.

O homem é um ser intrinsecamente hierárquico. Porque assim o é a natureza.

Edit:o segundo anexo é da página anterior