Noticias sobre o Cosmos/Espaço/Universo

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We're used to cheques getting lost in the mail – but moon dust? A recent report blasts NASA for losing hundreds of rock and dust samples from the moon and elsewhere – and the space agency says in some cases the postal service was to blame.

Seria giro um dia receber umas rochas lunares no correio, por engano.  :mrgreen:

Resto do artigo:
http://www.newscientist.com/article/dn21281-nasa-blasted-for-losing-space-samples-in-the-mail.html
Bem no livro "Anjos e Demónios" do Dan Brown, a partícula de Deus e o CERN são centro das atenções, ou parte.

a ciência nesse livro é tratada abaixo de cão. E o CERN é descrito como uma coisa ultra-futurística... não é, do lado acima da terra aquilo é como os labs são, ou seja uns barracões feios com equipamento lá dentro. Nada futurístico. Depois nos pontos experimentais, se se tiver a sorte de lá ir em tempo de paragem, com um detector aberto, e passear no meio (eu tive no tempo do LEP, estava lá quando foi ligado pela primeira vez), é giro, isso sim, e talvez possa ser considerado futurístico. Mas nada como descrito no livro.

@Delatio: a maior parte dessas rochas deve ter sido surripiada pelos funcionários... não é surripiar, mas lembro-me quando apareceram os diamantes artificiais e eu tinha uns para analisar, sobrou um pedacito de meio cm, sem valor comercial e com valor científico esgotado (tínhamos-lhe feito tudo o que queríamos fazer), bem, ofereci-o à minha futuramulher :) e até agora é o único diamante que lhe ofereci!  :mrgreen:
« Última modificação: Janeiro 14, 2012, 23:42 pm por nunoni »
 :mrgreen: Bem jogado nunoni

Para quem o Sol tenha interesse, a nasa tem sempre estes GIFs do que se passa nas últimas 48 horas, várias versões para tipos de observações diferentes, imagino o que pensa o "senhor" do canal história em relação ao objecto sinistro que se aproxima do Sol no LASCO c3, no fim do dia 14  :angel::

http://sohowww.nascom.nasa.gov/data/realtime/gif/
Estava hoje a caminho de casa e no radio do carro ouvi um cientista a falar da tal ''particula de Deus'' , ele afirmou que para o ano certamente devem saber tudo sobre isso.



 :mrgreen: Bem jogado nunoni

Para quem o Sol tenha interesse, a nasa tem sempre estes GIFs do que se passa nas últimas 48 horas, várias versões para tipos de observações diferentes, imagino o que pensa o "senhor" do canal história em relação ao objecto sinistro que se aproxima do Sol no LASCO c3, no fim do dia 14  :angel::

http://sohowww.nascom.nasa.gov/data/realtime/gif/

Brutal , nao tinha conhecimento disso. Obrigado Delatio :great:
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Mais uma curiosidade

“Estrelarremotos” revelam segredos internos dos astros

Terremotos estelares – que podem ir até o coração dos gigantes vermelhos – agora revelam que os núcleos das estrelas giram muito mais rápido do que as superfícies.
 
Essa descoberta pode ajuda a entender como o interior das estrelas evolui com o tempo. Gigantes vermelhas representam o destino de estrelas como o nosso sol, quando começam a ficar sem seu combustível: o hidrogênio. Quando isso começa a acontecer, o núcleo contrai e o exterior expande e resfria.
 
Daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos, esse processo vai forçar nosso sol a aumentar mais de 100 vezes seu tamanho atual, transformando-o em um gigante vermelho.
 
O encolhimento do núcleo deveria fazer com que ele girasse mais rápido. Mas, até agora, os cientistas tiveram pouca evidência desse evento.
 
Ao analisar terremotos estelares, pesquisadores descobriram que o centro dessas estrelas gira pelo menos dez vezes mais rápido do que a parte externa.
 
“Estrelarremotos”
 
Estrelas experimentam tremores violentos que geram ondas de som. Essas ondulações chegam até o interior e causam pequenas variações rítmicas em seu brilho. Ao estudar essas mudanças, cientistas podem compreender melhor o núcleo estelar – um campo científico emergente, chamado de astrosismologia.
 
Usando a nave Kepler, da NASA, e telescópios terrestres, pesquisadores observaram três gigantes vermelhas por mais de 500 dias. Variações na luminosidade, causadas por vibrações, mostraram a velocidade dos núcleos.
 
Para quantificar essa velocidade, eles procuraram por impressões digitais dos elementos dos astros, que aparecem como linhas negras no espectro de sua luz, espalhados entre os vários comprimentos de ondas.
 
Conforme uma estrela gira, uma face se mostra pra nós e outra não. A luz do lado que está para nós aparece azul, e a que está indo para longe como vermelha. Isso forma as linhas negras, que revelam a velocidade do movimento.
 
A superfície das gigantes vermelhas leva cerca de um ano para completar a rotação. Em comparação os núcleos giram muito mais rápido, completando a rotação em um mês.
 
O trabalho interior de uma estrela influencia sua evolução, e a rotação influencia como o interior se comporta. “Entender como uma estrela gira ajuda a compreender como nosso sol vai envelhecer”, comenta o pesquisador Paul Beck.
 
Beck espera analisar mais gigantes vemelhas, de diferentes idades, e verificar se a rotação dos núcleos e superfícies muda com o tempo.
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Nunca tinha pensado na vertente, tremor de terra (ou estrela) num corpo da dimensão como o Sol ou qualquer outra estrela, a escala de Richter deve sentir vergonha nos seus limites ao pé desses colossos. Essa forma de compreender melhor o funcionamento interior de uma estrela é genial   :drool:.

Nunca tinha pensado na vertente, tremor de terra (ou estrela) num corpo da dimensão como o Sol ou qualquer outra estrela, a escala de Richter deve sentir vergonha nos seus limites ao pé desses colossos. Essa forma de compreender melhor o funcionamento interior de uma estrela é genial   :drool:.



É de facto algo bastante curioso e interessante. Ainda estou a tentar imaginar um ''Estrelarremoto'' :lol:
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Cometa passa perto do sol e sobrevive

A coroa solar, que é algo como a atmosfera de nossa estrela, é uma região cujas temperaturas chegam a 1,1 milhão de graus Celsius. Nesta área, onde os cientistas duvidariam que algum corpo celeste seria capaz de entrar sem ser destruído, um cometa ingressou e saiu “vivo”. O cometa Lovejoy, como foi batizado, foi fotografado passando “raspando” a 140 mil quilômetros do sol.

A imagem em questão foi tirada a partir de um observatório que se dedica exclusivamente à observação do sol. Para verificar o fenômeno, foram necessários 18 instrumentos em cinco satélites diferentes, ligados à NASA e à Agência Espacial Europeia. Mas o que foi registrado ainda impressiona os cientistas.
 
O cometa Lovejoy foi descoberto em 27 de novembro pelo astrônomo amador Terry Lovejoy, da Austrália. Ele pertence a uma “espécie” de cometas chamada de “Kreutz sungrazer” (literalmente, arranha-sol de Kreutz). É uma série de cometas, provavelmente originados da explosão de um maior, no passado, cuja órbita passa bem perto do sol.

Descobertos no século XIX pelo astrônomo alemão Heinrich Kreutz, todos esses cometas já observados viraram poeira espacial quando ingressaram na coroa solar. Mas o Lovejoy conservou praticamente todo o seu núcleo de mais de 200 metros de diâmetro ao passar pela área perigosa.

http://hypescience.com/wp-content/uploads/2011/12/comet-lovejoy-soho-lasco-near-perihelion-e1324560944756.jpg

Mais uma noticia impressionante sobre o espaço.
« Última modificação: Janeiro 03, 2012, 15:17 pm por GreenBlood »
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Lovejoy!
Era o cometa que estava a passar o sol no outro dia, quando meti aqui o link para o SOHO.

Está aqui a compilação em vídeo, dá para vê-lo a atravessar o sol e aparecer pelo outro lado

http://sohodata.nascom.nasa.gov/cgi-bin/data_query_search_url?Session=web&Resolution=2&Display=Movie&Start=2011-12-14&Finish=2011-12-17&Instrument=LASCO&Detector=C3

Que nunca venha na direcção da terra  :pray:
"Sporting! Minha vida é o Sporting, minha paixão é o Sporting, meu amor é o Sporting, é o Sporting é o Sporting é o Sporting! Meu vício é o Sporting, minha família é o Sporting, Sporting, Sporting, Sporting, é o meu Sporting!"
Lovejoy!
Era o cometa que estava a passar o sol no outro dia, quando meti aqui o link para o SOHO.

Está aqui a compilação em vídeo, dá para vê-lo a atravessar o sol e aparecer pelo outro lado

http://sohodata.nascom.nasa.gov/cgi-bin/data_query_search_url?Session=web&Resolution=2&Display=Movie&Start=2011-12-14&Finish=2011-12-17&Instrument=LASCO&Detector=C3

Que nunca venha na direcção da terra  :pray:

Ainda não tinha visto esse video :o

Já estou como o Matías Fernández , 2012 está a í... :mrgreen:

Acho que já devem ter conhecimento, mas aproveito para deixar isto.

Destroços de sonda espacial russa vão cair na Terra

Destroços de 20 a 30 fragmentos de 200 quilos cada, pertencentes à sonda russa Phobos-Grunt vão cair na Terra na próxima semana.

De acordo com a agência espacial europeia, a nave está desgovernada em órbita desde uma falha que ocorreu após o seu lançamento no início de novembro, impedindo assim a aeronave de continuar a sua missão, a de estudar uma das luas de Marte.

Segundo informou a Roscosmos, a agência espacial da Rússia, entre 20 a 30 pedaços da nave com cerca de 200 quilos cada, deverão cair sobre o nosso planeta. Entre as peças que atingirão a Terra está a cápsula de regresso, esta que tinha função de trazer amostras da superfície da lua marciana e foi construir para resistir a quedas.

A queda da sonda já está a ser monitorizada, mas ainda é cedo para identificar o local onde vai cair. De acordo com cálculos de reentrada feitos pelo Apolo11-Satview, a sonda deverá reentrar na atmosfera terrestre na noite do dia 15 de janeiro.

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Resgatar o tópico e acrescento a seguinte noticia, que acaba de vez com a especulação dos anos 90, sobre se poderiam existir planetas em torno de estrelas e em que escala isto seria.


Planets around stars are the rule
A six-year study that surveyed millions of stars using the gravitational microlensing technique has concluded that planets around stars are the rule rather than the exception, with every star in the Milky Way predicted to host a planet.

Desfrutem da leitura:
http://www.astronomynow.com/news/n1201/11microlens/

A vida anda aí!
Resgatar o tópico e acrescento a seguinte noticia, que acaba de vez com a especulação dos anos 90, sobre se poderiam existir planetas em torno de estrelas e em que escala isto seria.


Planets around stars are the rule
A six-year study that surveyed millions of stars using the gravitational microlensing technique has concluded that planets around stars are the rule rather than the exception, with every star in the Milky Way predicted to host a planet.

Desfrutem da leitura:
http://www.astronomynow.com/news/n1201/11microlens/

A vida anda aí!

Tem de andar ! Eu acredito !

Noticia que parece interessante, vou ler agora. :great:

Entretanto aproveito para deixar aqui uma outra curiosidade:

Encontradas as mais distantes (e antigas) galáxias do universo

O telescópio Hubble descobriu um agrupamento de galáxias em seus estados iniciais de desenvolvimento. São as galáxias mais distantes e antigas já observadas no universo.
 
Uma pesquisa em luz quase infravermelha revelou cinco pequenas galáxias a 13,1 bilhões de anos luz de distância de nós. Elas estão entre as mais brilhantes dessa era e são muito jovens – cerca de 600 milhões de anos após o Big Bang.
 
Os agrupamentos de galáxias são as maiores estruturas do universo, unindo centenas de milhares de corpos a partir da gravidade. Esse agrupamento, em desenvolvimento, aparece como tendo 13 bilhões de anos. Provavelmente já cresceu até virar uma cidade galáctica, comparável ao grupo Virgo, com mais de duas mil... http://hypescience.com/encontradas-as-mais-distantes-e-antigas-galaxias-do-universo/
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Então nessa caso bastaram 600M de anos para se formarem essas galáxias, após o Big Bang, com milhões e milhões de estrelas, e possivelmente biliões de planetas!
berm, aquilo diz "nos estádios iniciais de desenvolvimento", ora nos estádios iniciais, há muito poucos elementos pesados, aquilo é hidrogénio e pouco mais! Ou seja, imagino uma gigantesca nuvem de hidrogénio  com sítios onde já há reacções de fusão ou seja estrelas, para formar planetas, é preciso que algumas das estrelas evoluam formando elementos mais pesados e morram, expelindo-os para outros sítios onde acabam por se formar em planetas.
berm, aquilo diz "nos estádios iniciais de desenvolvimento", ora nos estádios iniciais, há muito poucos elementos pesados, aquilo é hidrogénio e pouco mais! Ou seja, imagino uma gigantesca nuvem de hidrogénio  com sítios onde já há reacções de fusão ou seja estrelas, para formar planetas, é preciso que algumas das estrelas evoluam formando elementos mais pesados e morram, expelindo-os para outros sítios onde acabam por se formar em planetas.

Certo, mas acho muito interessante existirem inícios de galáxias com apenas 600M de anos no universo, prova que tudo anda mais rápido do que se julga, creio que as mais antigas até agora tinham 9b a 10b (o artigo menciona 11b, mas nunca tinha visto nenhuma notícia referente a uma galáxia com 11b, por isso não sei).

Se pensarmos no tempo que a nossa estrela vive (5b), imagina-te que as estrelas deste agrupamento antigo já tenham passado por 2 ciclos inteiros, ou perto disso, de formação e morte de estrelas (isto é se não tiverem dispersado ou expelido os elementos essenciais para outro lado qualquer por via de um buraco negro), e isso multiplica as chances para que a vida se tenha desenvolvido até graus bastante superiores ao da nossa, embora isso só possa vir do exercício da especulação. É sempre bom sonhar  :mrgreen:

para teres vida precisas de elementos pesados, para teres elementos pesados precisas de estrelas que tenham atingido o seu fim de vida. Só na 2ª geração é que vais conseguir ter a tabela periódica à disposição... numa galáxia  com 600 Manos (que aliás, tinha essa idade há 13.1 Ganos, é o tempo que demorou a sua luz a chegar cá), praticamente é só hidrogénio, não tens vida. No entretanto, as estrelas que lá se formaram já morreram todas, e hão-de haver novas galáxias - provavelmente parecidas com a nossa actual, que também não surgiu do nada. Uma vez que nós temos a tabela periódica toda, a nossa galáxia não é 1ª geração, antes havia "por aqui" outras, que morreram e ao morrerem libertaram os elementos que nos constituem.

Penso eu de que, se calhar isto foi tudo criado há uns 7 ou 8 mil anos, assim tudinho de uma só vez :)
Notícia do PÚBICO sobre as erupções solares:

Maior erupção solar desde 2005 está a chegar à Terra
24.01.2012 - 16:00 Por Helena Geraldes


Imagem distribuída pela NASA, captada pelo Solar Dynamics Observatory, mostra a erupção solar (NASA/AFP)

A erupção solar ocorrida ontem, a mais forte desde uma tempestade solar em 2005, está a enviar em direcção à Terra partículas com carga eléctrica. Mas a maior parte está a ser desviada pelo campo magnético do planeta, sem ter impactos na superfície, diz a NASA.

As partículas ionizadas, expelidas pela erupção no hemisfério Norte do Sol, estão a viajar a uma velocidade superior a dois mil quilómetros por segundo, informa o Centro espacial Goddard, da agência espacial norte-americana (NASA). Os protões (partículas com carga eléctrica positiva) começaram a chegar à Terra ontem e deverão continuar a fazer-se sentir nos próximos dias.

Ainda que esta erupção tenha sido “relativamente forte” – não chega a ser severa –, não é um fenómeno raro. Segundo Filipe Pires, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, o Sol tem um ciclo regular de 11 anos. “O Sol esteve no mínimo e agora está a voltar a ter uma maior actividade. O máximo deverá ocorrer em 2013”, disse ao PÚBLICO.

Estas erupções têm origem em manchas solares, “regiões com um campo magnético muito intenso” e que ”podem ser maiores que a Terra, duas a três vezes”.

A NASA garante, em comunicado, não existir perigo para a Terra. O único efeito será a ocorrência de auroras, especialmente nas regiões perto das zonas polares. Filipe Pires diz que o centro de astrofísica e o planetário não detectaram qualquer consequência da erupção solar. “A maior parte das partículas é desviada pelo campo magnético da Terra, uma camada muito grande de atmosfera que nos protege”, acrescenta.

No espaço, o cuidado deve ser maior. “Os astronautas devem evitar saídas espaciais por estes dias. Mas tirando isso, não deverá haver problemas dentro da Estação Espacial Internacional”, disse Filipe Pires.

Ainda assim, o risco maior será para os satélites. “Podem ser induzidas correntes que podem queimar a parte electrónica dos aparelhos e danificar o software. Mas há sempre sistemas de apoio em caso de algo correr mal”.
Notícia do PÚBICO sobre as erupções solares:

Maior erupção solar desde 2005 está a chegar à Terra
24.01.2012 - 16:00 Por Helena Geraldes


Imagem distribuída pela NASA, captada pelo Solar Dynamics Observatory, mostra a erupção solar (NASA/AFP)

A erupção solar ocorrida ontem, a mais forte desde uma tempestade solar em 2005, está a enviar em direcção à Terra partículas com carga eléctrica. Mas a maior parte está a ser desviada pelo campo magnético do planeta, sem ter impactos na superfície, diz a NASA.

As partículas ionizadas, expelidas pela erupção no hemisfério Norte do Sol, estão a viajar a uma velocidade superior a dois mil quilómetros por segundo, informa o Centro espacial Goddard, da agência espacial norte-americana (NASA). Os protões (partículas com carga eléctrica positiva) começaram a chegar à Terra ontem e deverão continuar a fazer-se sentir nos próximos dias.

Ainda que esta erupção tenha sido “relativamente forte” – não chega a ser severa –, não é um fenómeno raro. Segundo Filipe Pires, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, o Sol tem um ciclo regular de 11 anos. “O Sol esteve no mínimo e agora está a voltar a ter uma maior actividade. O máximo deverá ocorrer em 2013”, disse ao PÚBLICO.

Estas erupções têm origem em manchas solares, “regiões com um campo magnético muito intenso” e que ”podem ser maiores que a Terra, duas a três vezes”.

A NASA garante, em comunicado, não existir perigo para a Terra. O único efeito será a ocorrência de auroras, especialmente nas regiões perto das zonas polares. Filipe Pires diz que o centro de astrofísica e o planetário não detectaram qualquer consequência da erupção solar. “A maior parte das partículas é desviada pelo campo magnético da Terra, uma camada muito grande de atmosfera que nos protege”, acrescenta.

No espaço, o cuidado deve ser maior. “Os astronautas devem evitar saídas espaciais por estes dias. Mas tirando isso, não deverá haver problemas dentro da Estação Espacial Internacional”, disse Filipe Pires.

Ainda assim, o risco maior será para os satélites. “Podem ser induzidas correntes que podem queimar a parte electrónica dos aparelhos e danificar o software. Mas há sempre sistemas de apoio em caso de algo correr mal”.

 :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:





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Belas imagens que já se vêm no nosso planeta da "tempestade solar". As tv´s já transmitem imagens por exemplo da Noruega!

Este pequeno video são imagens do SOL.

"http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/nasa-registra-tempestade-solar-em-video.html"