Krassimir Balakov

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Um grande prazer ter visto o Balakov muitas vezes ao vivo que grandissimo jogador que era e tambem um gajo bem porreiro entro uma vez no Kiss em Albufeira e esta la o Bala (sem consumir alcool) com um amigo estendo-lhe a mao e ele sorri e aperta-me a mao cordialmente e temos 2 dedos de conversa pronto tinha a noite ganha ja nem queria saber da caca as camones  ;D ando com o meu amigo Armando por sinal tambem um grande Sportinguista uns passos mais a frente e deparo-me com uns gajos a levarem um homem de cor em bracos perdido de bebado mas mesmo assim nao largava o copo de whiskey aproximo-me mais um pouco e trata-se do rei dos tremocos Eusebio a ser levado em bracos,grandes tempos grande noite.
Agora como jogador amigos o Bala era de finissima agua que grande equipa tinha o nosso SCP nessa altura o homem jogava e fazia jogar livres passes de 30-40 metros a regua e esquadro golos enfim tinha tudo no futebol de hoje 80 milhoes no minimo. Obrigado pelos grandes momentos Bala que prazer ter-te visto vestido de Verde e Branco.

Saramago, és tú? :D Mas belas histórias ...
Um grande prazer ter visto o Balakov muitas vezes ao vivo que grandissimo jogador que era e tambem um gajo bem porreiro entro uma vez no Kiss em Albufeira e esta la o Bala (sem consumir alcool) com um amigo estendo-lhe a mao e ele sorri e aperta-me a mao cordialmente e temos 2 dedos de conversa pronto tinha a noite ganha ja nem queria saber da caca as camones  ;D ando com o meu amigo Armando por sinal tambem um grande Sportinguista uns passos mais a frente e deparo-me com uns gajos a levarem um homem de cor em bracos perdido de bebado mas mesmo assim nao largava o copo de whiskey aproximo-me mais um pouco e trata-se do rei dos tremocos Eusebio a ser levado em bracos,grandes tempos grande noite.
Agora como jogador amigos o Bala era de finissima agua que grande equipa tinha o nosso SCP nessa altura o homem jogava e fazia jogar livres passes de 30-40 metros a regua e esquadro golos enfim tinha tudo no futebol de hoje 80 milhoes no minimo. Obrigado pelos grandes momentos Bala que prazer ter-te visto vestido de Verde e Branco.

Saramago, és tú? :D Mas belas histórias ...

Haha e pa nao sou tao velho como isso  ;D Mas olha que essa noite foi em grande mesmo  ;D
tive a felicidade de ver jogar o krassimir.
Não tenho dúvidas em afirmar que "nos dias de hoje" o Adrien quanto muito apertava as botas ao búlgaro (com todo o respeito que o actual capitão mereça)

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Eles não jogariam nunca na mesma posição. O Bala era um 10, um médio ofensivo que deambulava pelo meio-campo todo. Poderia pelas suas características, no futebol de hoje jogar como 2º avançado facilmente. Ele tinha golo nos pés, e um pontapé (principalmente com a perna esquerda) fenomenal.

O Bala era um génio, contratado por sorte e por cassete. As pessoas do Clube pensavam que ele era avançado-centro. :lol:

Hoje era jogador para jogar em qualquer clube do mundo, e valer uma fortuna. Ele era mais jogador que por exemplo, e só para termos um ponto de comparação, Hazard, Modric ou Ozil. Estes sim, é que limpavam as botas do Bala! :twisted:

Tens toda a razao o Bala nos tempos de hoje com o mercado que paga milhoes por jogadores banais new sei bem o que valeria olha eu diria uns 100 milhoes de Euros para comecar a conversa!

O golo que faz na luz aos nojentos e aquele ao setubal (?) em que finta toda a equipa e faz golo.. sem palavras..

Outro jogao que me fica na retina foi contra o Celtic em Alvalade ganhamos 2-0 depois de ter perdido em Celtic park 1-0 isto um entre outros outro golao do grande Balakov em Alvalade contra o Boavista pica a bola sobre o Alfredo foi no mesmo jogo em que o Juskowiak marca um golao de Bicicleta ao corresponder a um centro do Figo. Que grande equipa tinhas nessa Altura. Figo Balakov Stan Valckx Paulo Sousa...
tive a felicidade de ver jogar o krassimir.
Não tenho dúvidas em afirmar que "nos dias de hoje" o Adrien quanto muito apertava as botas ao búlgaro (com todo o respeito que o actual capitão mereça)

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Eles não jogariam nunca na mesma posição. O Bala era um 10, um médio ofensivo que deambulava pelo meio-campo todo. Poderia pelas suas características, no futebol de hoje jogar como 2º avançado facilmente. Ele tinha golo nos pés, e um pontapé (principalmente com a perna esquerda) fenomenal.

O Bala era um génio, contratado por sorte e por cassete. As pessoas do Clube pensavam que ele era avançado-centro. :lol:

Hoje era jogador para jogar em qualquer clube do mundo, e valer uma fortuna. Ele era mais jogador que por exemplo, e só para termos um ponto de comparação, Hazard, Modric ou Ozil. Estes sim, é que limpavam as botas do Bala! :twisted:

 O Balakov actualmente era jogador para jogar como 2º avançado no esquema de Jorge Jesus e, arrisco a dizer, tornar-se-ia muito facilmente num dos melhores do mundo. Tinha tudo; inteligência, drible, remate, bolas paradas e sentido posicional. Um verdadeiro fora-de-série!

19/12/1990
Sem sobra de duvida um dos maiores que passou pelo Sporting no dia em que assinou.
O maior mágico que me lembro de ver jogar com a nossa camisola. Adorava. Ainda era puto, mas ficava fascinado com o jogador, mesmo sem entender nada de futebol. Lembro-me de ainda ser miúdo e fazer uma caderneta de cromos e na selecção portuguesa, estar a colar jogadores e colocar lá o Balakov. Engraçado que estava com um primo meu que já faleceu que olha para mim, tipo paternal e diz. "pronto, vamos lá naturalizar esse jogador como português". :)
Parabens grande Bala o maior! Quanto e que nao valeria um jogador desta categoria no mercado louco dos nossos dias??
Muito Obrigado por tudo!

Parabéns! Saudades do mágico!
Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. Eis o Sporting

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Hoje é o Aniversário do Meu Ídolo de adolescência. O meu único ídolo. O Melhor Jogador que vi atuar com a Verde e Branca. O melhor estrangeiro que vi passar pelos relvados portugueses. O Único que me fez escrever o seu Nome numa das minhas Camisolas que tinha do Sporting. Aquele que eu tentava imitar nas ruas com aquele festejo único de dedo no Ar. Que Classe....

🥇169 Jogos no Sporting
⚽ 60 Golos

#GrandeBala
Génio. Qualquer modric ou isco (foram os primeiros que me vieram à cabeça) não chegam ao calcanhares deste craque, hoje em dia jogaria nos reais e barças deste mundo indiscutivelmente. :venia:
« Última modificação: Março 29, 2018, 18:27 pm por Astherion »
Lembro-me bem desse golo em Setúbal, ganhámos 3-2 :venia:
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Este Sr faz, hoje, 52 anos

É só fechar os olhos e imaginar esta equipa a jogar à bola. Michel Preud’homme, Jorginho, Márcio Santos, Paolo Maldini, Dunga, Krasimir Balakov, Gheorghe Hagi, Tomas Brolin, Romário, Hristo Stoichkov e Roberto Baggio. Whaaat? Foi assim mesmo, o dream team escolhido no Mundial 1994, nos Estados Unidos.

Pelo meio, estava um tal de Balakov, um génio que bailava em Alvalade. O homem faz esta terça-feira 50 anos, mas será eterno, nem que seja para quem suspira pelo Sporting. O búlgaro jogou de leão ao peito entre 1990 e 1995. Apesar da muita magia, dos muitos golos e assistências, daquela chapelada a Preud’homme, do golo ao Benfica aos 20 segundos, dos dribles impossíveis, da jogada à Maradona contra o Vitória de Setúbal, conquistou apenas uma Taça de Portugal. Foi em 1995: 2-0 ao Marítimo, com bis de outro búlgaro, Iordanov.

A sua melhor época de verde foi precisamente aquela que culminaria no EUA 94, no qual chegaria às “meias” com a super Bulgária, mas já lá vamos. Nessa temporada, Krasimir marcou a muitas equipas: Vitória de Setúbal, Estrela (2), Belenenses (2), Vitória de Guimarães (3), Sp. Braga, Paços de Ferreira, Gil Vicente (2), Boavista, Estoril Praia e Benfica, no famoso 3-6. Foram 15 no total. Na época anterior havia festejado 11; na última seriam apenas sete.

Claro que a decisão de Sousa Cintra substituir Bobby Robson por Carlos Queiroz terá sempre lugar em qualquer conversa de café mais calorosa, mas aquela era uma senhora equipa e surpreende como ganhou tão pouco. Afinal, a canhota poeta de Balakov juntava-se a meninos como Paulo Sousa, Peixe, Cherbakov, Capucho, Pacheco, Iordanov, Cadete e Juskowiak, por exemplo.

“Estou orgulhoso. O meu trabalho durante cinco anos, afinal, deu frutos. Sinto-me muito feliz. Quero aproveitar aqui para dar os parabéns aos adeptos do Sporting, que apoiaram durante todo o jogo e durante os cinco anos. Quero dizer que este clube fica no meu coração para toda a vida”, disse Balakov aos microfones da TVI, após a conquista no Jamor.

Lá fora, com a camisola 10 do Estugarda também não seria muito mais feliz. Ganharia apenas uma Taça da Alemanha também — conseguiu um digno segundo lugar em 2003. Foi em junho de 1997, perante quase 77 mil adeptos no Olímpico de Berlim, que Krasimir e companhia bateram o Energie Cottbus, por 2-0. Um bis de um craque chamado Élber. O treinador era o atual selecionador alemão, Joachím Löw.

A glória europeia quase chegou a 13 de maio de 1998, mas não seria dessa que o palmarés do génio da Bulgária chegaria aos calcanhares do seu talento. O Chelsea roubou a Taça das Taças ao Estugarda, em Estocolmo. O herói dos ingleses foi o suplente Gianfranco Zola, um italiano pequenote que driblava como era (e é) raro ver-se. E depois colocava a bola como quem encolhe os ombros, era uma brincadeira. O treinador-jogador dos blues era Gianluca Vialli. Conclusão: as únicas vitórias europeias de Balakov resumiram-se à Taça Intertoto, em 2000 e 2002.

Mas o universo reservar-lhe-ia um conto de fadas. Foi em 1994, no tal Campeonato do Mundo na terra do Tio Sam. Nesta peça da BBC fica bem explícito o nível daquela seleção búlgara, assim como o estatuto e talento de Balakov. Passemos a bola à BBC: “Depois do temperamental Stoichkov, o sagaz Balakov era considerado de longe o segundo melhor jogador da Búlgaria, o seu ritmo e olho para o passe assinalou-o como uma grande ameaça. Já no Sporting na altura do Campeonato do Mundo, mudou-se para o Estugarda em 1995, com 29 anos de idade, e desfrutou do feitiço estelar durante os oito anos em Die Roten.”

O tal conto de fadas começou no Grupo D, juntamente com Nigéria, Argentina e Grécia. E a história até começa com uma derrota pesada por 3-0 contra os africanos, com golos de Yekini, Amokachi e Amunike. O caráter daquela gente treinada por Penev viria ao de cima em Chicago. A Grécia pagou a fatura: chapa 4! Stoichkov (2), Letchkov e Borimov trataram da limpeza.

A seguir era a vez de Sensini, Redondo, Simeone, Batistuta e Claudio Cannigia sentirem a pujança dos homens que seguiam o dedo de Balakov — Maradona estava fora de combate, graças ao escândalo de doping. Dois-zero à Argentina de Basile, com golos de Stoichkov e Sirakov. O sonho continuaria a viver lá bem alto. A seguir, os búlgaros despacharam o México com dificuldades, depois de penáltis. Épico foi o que aconteceu nos “quartos” contra a Alemanha de Berti Vogts. As coisas até começaram bem para os alemães, com um golo de Lothar Mattäus, mas Stoichkov (okay, já cansa!), de livre direto, e o careca Letchkov, com um cabezazo, dariam a volta ao texto.

O sonho teria um ponto final nas meias-finais, por causa de outro génio: Roberto Baggio. O italiano do rabo-de-cavalo, que fingia que chutava e metia para dentro, que batia livres como ninguém, que tinha velocidade e aguentava as pancadas, que deixou Florença em caos quando trocou a Fiorentina pela Juventus, bisou nessa partida. Stoichkov ainda reduziu, de penálti, mas o marcador não mexeria mais.

Ao jornal i, numa entrevista descontraída, Balakov falou do seu golo aos 90′ contra a França, que ditou o apuramento para o EUA-94. Tem a palavra um dos melhores jogadores da história do Sporting: “Foi um percurso lindo. Na fase de qualificação passámos no último minuto e depois a fase final foi um espanto. Juntou-se ali uma equipa de sonho. No mesmo Mundial ganhámos à Argentina e à Alemanha. É muito bom. Só fomos eliminados pela Itália do Roberto Baggio, nas meias-finais.” Baggio, já se sabe, chutaria para as nuvens o penálti na final contra o Brasil de Mário Zagallo.

Com poucos troféus na carreira, pendurou as botas sensivelmente dez anos depois de deixar o Sporting. Pouco depois, investiu na carreira de treinador, com passagens pelo Estugarda, Grasshoppers, St. Gallen, Chernomoretz, Hajduk Split, Kaiserslautern e Litex Lovech. Actualmente está como treinador dos búlgaros do Chernomorets.

Mas puxemos a fita atrás, na conversa do i com este homem que só queria uma camisola e só uma (a de Maradona, que falhou o Bulgária-Argentina por causa do doping). Com tanto, tanto talento, teria mesmo de ser o Estugarda o caminho a seguir? “Por acaso nunca pensei em jogar na Alemanha. Sempre sonhei com Espanha ou Itália, mas o Estugarda era o clube que me oferecia as melhores condições. Um ano depois do Mundial 94 tinha de aproveitar a onda. O Sporting estava a mudar de ciclo e de jogadores. O Figo, por exemplo, foi para o Barcelona e eu fiz as malas para Estugarda”, lembra o 10 que foi 20 no EUA 94. “Vivi lá oito anos maravilhosos. Ganhámos uma Taça da Alemanha, fui eleito o melhor de sempre do Estugarda e diverti-me com a malta, sobretudo com Bobic e Élber. Foi outra etapa da minha vida. Duradoura e proveitosa, como a do Sporting.”


texto original publicado, há dois anos, no Observador


A Tasca do Cherba
Que saudades do Balakov e dos seus golos.

Eu estava na bancada quando foi a sua estreia em Alvalade. Entrou na segunda parte de um jogo que já não recordo qual e viu-se logo que era especial.

Esse golo ao sport lisboa recordo como se fosse ontem, pois vi esse jogo em casa de um primo lampião.
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Lendas do Universo Leonino: Krassimir Balakov
Por Ricardo Vaz - 08/06/2018

Em 1966 nascia o búlgaro Krassimir Genchev Balakov, um jogador que representou apenas três clubes. Iniciou a sua carreira futebolística em 1982 num clube do seu país, o FC Etar. Em 1990 viajou para Portugal, para assinar pelo clube que mais visibilidade lhe deu, o Sporting CP, tendo estado ao serviço dos leões durante cinco temporadas.

Durante as cinco temporadas que envergou a listada verde e branca, Balakov realizou 138 partidas e fez balançar as redes adversárias por 43 vezes. Não sendo um jogador que ocupasse as posições mais avançadas no terreno, os seus números mostram a sua capacidade para chegar a terrenos mais ofensivos.

O número “10” era e continua a ser um jogador fundamental sobretudo nas manobras ofensivas, uma posição que exige aos seus “ocupantes” um nível técnico e magia que poucos possuem. Normalmente o número “10” na camisola também é uma das principais figuras da equipa, sendo normalmente um jogador que ocupa terrenos mais ofensivos. Agora vamos imaginar estes dois cenários, estes dois sentidos para a questão do número “10”, num jogador só. Pois bem, conseguem imaginar?! A quem não conseguiu ou teve algumas dificuldades, recomendo que (re)vejam vídeos deste búlgaro.

O médio criativo, dotado de um pé esquerdo que ainda hoje deixa saudades no universo leonino, deixa um cardápio de golos para todos os gostos (pé esquerdo, pé direito, cabeça). Mas quero destacar um, um dos melhores da história do Sporting, num jogo contra o Vitória FC, o esquerdino numa jogada individual, parte do meio campo com a bola nos pés e só termina no fundo das redes, tendo sido mesmo o pé não dominante que “empurrou” a bola para as redes da baliza sadina.

Na sua etapa em Portugal teve como colegas de equipa Luís Figo, Paulo Sousa, Jorge Cadete, Iordanov entre muitos outros. Em 1995 fez a sua despedida com a verde e branca antes de rumar ao Estugarda. No último jogo de leão ao peito, acabou por conquistar a sua única competição em Portugal, numa vitória por 2-0 sobre o Marítimo na final da Taça de Portugal.

Ao longo da sua carreira, foi ainda internacional búlgaro em 92 jogos, nos quais faturou por dezasseis vezes.  Esteve presente na equipa que fez história no Mundial de 1994 nos Estados Unidos, ao chegar às meias-finais da competição.

Em 2003 “pendurou” as chuteiras e passados três anos iniciou a sua carreira como treinador no Grasshoppers Club da Suíça, passando ainda pelo campeonato croata, búlgaro e alemão.

Um jogador que ficou e para sempre ficará na história dos leões!

Bola na Rede