Política Nacional

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Os enfermeiros ganham 1200 euros por mês a começar. Querem 1600. Sabes quais são os acordos da ordem com os privados? 985 euros por mês a começar. Se querem melhores condições que emigrem ou vão para o privado. Para mamar da teta do estado são todos uns coitadinhos. Convido-te a procurares as tabelas salariais actuais na Irlanda e aí, pode ser que tenhas uma surpresa (os daqui também estão em greve e, ao contrário desses, eu concordo).

 Mas é proibido querer ganhar mais e encetar negociações nesse sentido? É uma ambição perfeitamente legítima. A Ordem  sabe que consegue exigir mais ao Estado, que aos privados e daí que sejam agressivos com uns e permissivos com outros. Quando e se o Estado oferecer 1600€, podem conseguir os 1400€, podem pressionar o privado.

 Do lado do Governo da República, ao oferecer mais aos enfermeiros, tem que oferecer mais aos restantes e isso obviamente que é um problema, dado que pretendem oferecer mais a quem ganha menos ao invés de subir os salários dos técnico-superiores, ainda por cima caminhamos para a estagnação económica e a margem orçamental será cada vez menor.

 O António Costa já o afirmou, subir os salários mais baixos e os restantes rever em 2020, se a recuperação económica assim o permitir. Obviamente que isto é conversa eleitoral, vai continuar a rever os salários mais baixos e manter os restantes tal como estão. Os funcionários públicos licenciados, em início de actividade, cada vez mais vêem os salários mais baixos a encurtar a distância e ninguém fica satisfeito com isso. Eu sei que quem está insatisfeito deve procurar trabalho noutro sítio, contudo a ambição de ganhar mais e ter melhores condições de trabalho é legítima. É que também fica em causa a qualidade das funções desempenhadas pelo Estado, que por si só já são mal desempenhadas.
Eles não estão a negociar, estão a extorquir e a gozar com quem lhes paga o ordenado, como a maioria dos funcionários públicos.

Eu até aceitava que todos os funcionários públicos fosse aumentados em troca de 1 coisa: mudar-se a constituição para poderem ser despedidos e acabar-se com a mama da ADSE.

Exigência máxima rumo ao 7° lugar!

Eles não estão a negociar, estão a extorquir e a gozar com quem lhes paga o ordenado, como a maioria dos funcionários públicos.

Eu até aceitava que todos os funcionários públicos fosse aumentados em troca de 1 coisa: mudar-se a constituição para poderem ser despedidos e acabar-se com a mama da ADSE.

 Concordo com a possibilidade de despedir funcionários públicos e discordo com o fim da ADSE. A ADSE é auto-sustentável e enquanto assim for, é mais solução que um problema. Mais. Com a ADSE encaminhas um grande número de pessoas para outras unidades de saúde, ao invés de estar a ocupar vagas que nem existem em unidades de saúde públicas. Se terminas com a ADSE é o ko final na saúde pública.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Eles não estão a negociar, estão a extorquir e a gozar com quem lhes paga o ordenado, como a maioria dos funcionários públicos.

Eu até aceitava que todos os funcionários públicos fosse aumentados em troca de 1 coisa: mudar-se a constituição para poderem ser despedidos e acabar-se com a mama da ADSE.

 Concordo com a possibilidade de despedir funcionários públicos e discordo com o fim da ADSE. A ADSE é auto-sustentável e enquanto assim for, é mais solução que um problema. Mais. Com a ADSE encaminhas um grande número de pessoas para outras unidades de saúde, ao invés de estar a ocupar vagas que nem existem em unidades de saúde públicas. Se terminas com a ADSE é o ko final na saúde pública.

Mas porque é que continuam a insistir que a ADSE é auto-sustentável? Pensava que já tinha deixado aqui claro que não é numa conversa com o @Paracelsus . A ADSE existe há quantos anos? 

A ADSE só começou a ter superavit (200M) em 2014 porque as contribuições foram aumentadas de 2.5 para 3.5%. Agora, como é lógico, já está a desencaminhar outra vez.

Citar
O orçamento “irrealista” para este ano previa uma quebra nos pagamentos aos privados com convenções com a ADSE, que afinal não deverá acontecer. E para 2019 está previsto um aumento de 11%. O subsistema de saúde está de novo à beira do défice.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/funcao-publica/detalhe/adse-nao-adoptou-principais-medidas-de-controlo-de-gastos



Citar
Os donos deste país sabem a verdade e essa é o sonho Americano porque é necessário estar a dormir para acreditar nele.
Sic George Carlin







Esses gráficos não têm nada a ver com sonho americano.
Sonho americano é mobilidade social (sim está afectada há bastantes decadas nos USA por causa de crony capitalism, mas mesmo assim os USA continuam a ser o melhor país do mundo para ficar rico). Nenhum desses gráficos fala em mobilidade social. Zero. Isso é simplesmente uma outra consequencia do crony capitalism.


Edit: leitura recomendada



excerto:

Spoiler: mostrar
Let me explain ergodicity –something that we said is foreign to the intelligentsia; we will devote an entire section as we will see it cancels most crucial psychological experiments related to probability and rationality. Take a cross sectional picture of the U.S. population. You have, say, a minority of millionaires in the one percent, some overweight, some tall, some humorous. You also have a high majority of people in the lower middle class, school yoga instructors, baking experts, gardening consultants, spreadsheet theoreticians, dancing advisors, and piano repairpersons. Take the percentages of each income or wealth bracket (note that income inequality is flatter than that of wealth). Perfect ergodicity means that each one of us, should he live forever, would spend the proportion of time in the economic conditions of segments of that entire cross-section: out of, say, a century, an average of sixty years in the lower middle class, ten years in the upper middle class, twenty years in the blue collar class, and perhaps one single year in the one percent. (Technical comment: what we can call here imperfect ergodicity means that each one of us has long term, ergodic probabilities that have some variation among individuals: your probability of ending in the one percent may be higher than mine; nevertheless no state will have a probability of zero for me and no state will have a transition probability of one for you).

The exact opposite of perfect ergodicity is an absorbing state. The term absorption is derived from particles that, when they hit an obstacle, get absorbed or stick to it. An absorbing barrier is like a trap, once in, you can’t get out, good or bad. A person gets rich by some process, then having arrived, as they say, he stays rich. And if someone enters the lower middle class (from above); he will never have the chance to exit from it and become rich should he want to, of course –hence will be justified to resent the rich. You will notice that where the state is large, people at the top tend to have little downward mobility –in such places as France, the state is chummy with large corporations and protects their executives and shareholders from experiencing such descent; it even encourages their ascent.

And no downside for some means no upside for the rest.

Take for now that an absorbing state –staying rich –causes path dependence, the topic of Part X.

Pikketism and the Revolt of the Mandarin Class
There is a class often called the Mandarins, after the fictional memoirs of the French author Simone de Beauvoir, named after the scholars of the Ming dynasty that gave their name to the high Chinese language. I have always been aware of its existence, but its salient –and pernicious –attribute came to me while observing the reactions to the works by the French economist Thomas Pikkety.

Pikkety followed Karl Marx by writing an ambitious book on Capital. I received the book as a gift when it was still in French (and unknown outside France) because I found it commendable that people publish their original, nonmathematical work in social science in book format. The book, Capital in the 21st Century, made aggressive claims about the alarming rise of inequality, added to a theory of why capital tended to command too much return in relation to labor and how absence of redistribution and dispossession would make the world collapse. The theory about the increase in the return of capital in relation to labor was patently wrong, as anyone who has witnessed the rise of what is called the “knowledge economy” (or anyone who has had investments in general) knows. But there was something far, far more severe than a scholar being wrong.

Soon, I discovered that the methods he used were flawed: Picketty’s tools did not show what he purported about the rise in inequality. I soon wrote two articles, one in collaboration with Raphael Douady that we published in Physica A: Statistical Mechanics and Applications, about the measure of inequality that consists in taking the ownership of, say the top 1% and monitoring its variations. The flaw is that if you take the inequality thus measured in Europe as a whole, you will find it is higher than the average inequality across component countries; the bias increases in severity with extreme processes. The same defect applied to the way inequality researchers used a measure called Gini coefficient, and I wrote another paper on that. All in all, the papers had enough theorems and proofs, to make them about as ironclad a piece of work one can have in science; I insisted on putting the results in theorem form because someone cannot contest a formally proved theorem without putting in question his own understanding of mathematics.

The reason these errors were not known was because economists who worked with inequality were not familiar with… inequality. Inequality is the disproportion of the role of the tail –rich people were in the tails of the distribution.[2] The more inequality in the system, the more the winner-take-all effect, the more we depart from the methods of tin-tailed Mediocristan in which economists were trained. Recall that the wealth process is dominated by winner-take-all effects, the type described in The Black Swan. Any form of control of the wealth process –typically instigated by bureaucrats –tended to lock people with privileges in their state of entitlement. So the solution was to allow the system to destroy the strong, something that worked best in the United States.

The problem is never the problem; it is how people handle it. What was worse than the Piketty flaws was the discovery of how that Mandarin class operates. They got so excited by the rise of inequality that their actions were like fake news. Economists got so excited they praised Piketty for his “erudition” from his discussing Balzac and Jane Austen, the equivalent to hailing as a weightlifter someone seen carrying a briefcase. And they completely ignored my results –and when they didn’t, it was to declare that I was “arrogant” (recall that the strategy of using theorems is that they can’t say I was wrong, so they resorted to “arrogant” which is a form of scientific compliment). Even Paul Krugman who had written “if you think you’ve found an obvious hole, empirical or logical, in Piketty, you’re very probably wrong. He’s done his homework!”[iv], when I pointed out the flaw to him, when I met him in person, evaded it –not necessarily by meanness but most likely because probability and combinatorics eluded him, by his own admission.

Now consider that the likes of Krugman and Piketty have no downside in their existence –lowering inequality brings them up in the ladder of life. Unless the university system or the French state go bust, they will continue receiving their paycheck. Donald Trump is exposed to the risk of ending having his meals in a soup kitchen; not them
« Última modificação: Fevereiro 09, 2019, 15:16 pm por Hayek »
Citar
Por sorte, à semelhança do sapo africano no Inverno, os profissionais da indignação vão desenvolvendo técnicas de adaptação à conjuntura política, a fim de se submeterem à conjuntura sem comprometerem a política. Há sinais. Um dos sinais foi dado na quarta-feira por outra amadora dramática do BE, a prof. dra. Marisa Matias, que, “a propósito” de um crime recente, declamou: “Fixem bem este nome: Lara. Tinha 2 anos e foi assassinada pelo pai (…). Da próxima vez que disserem que não há desigualdade de género, que não há discriminação ou violência contra as mulheres, lembrem-se da Lara.”

Não vale a pena entrar em minudências e notar que, habitualmente, o número de filhos mortos pelas mães é superior ao de filhas mortas pelos pais. Além de irrelevante, o pormenor implicaria descer ao nível de “argumentação” da dona Marisa, criatura capaz de usar (ia escrever “abusar”) um cadáver fresquinho para satisfação pessoal e abrilhantamento da sua repulsiva “agenda”. Não é esse o ponto. O ponto é que a eurodeputada (!) em questão diz estas coisas porque sabe que pode dizer o que calhar sem consequências eleitorais ou sequer contraditório. Nisso, a dona Marisa traduz com exatidão o respeito que os figurões e as figuronas do BE têm pelo votante típico da seita: nenhum. A rapaziada do BE parte do princípio de que os respectivos apoiantes possuem apenas dois neurónios, um razoável e o segundo em vias de aniquilação pelas leituras de Boaventura Sousa Santos. E, por uma vez na vida, a rapaziada do BE arrisca-se a estar coberta de razão.

BE, what else

https://observador.pt/opiniao/o-abono-de-familia-do-bloco/
À esquerda tudo é permitido.



Até o que na direita seriam grandes pecados fazem conta que não vêem.

Do mesmo grande admirador da Marisa Matias.





Nem uma crítica vai levar.
« Última modificação: Fevereiro 10, 2019, 12:21 pm por Green Lion 1906 »
Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Não compreendo porque é que o pessoal perde tempo neste tópico a comentar o Bloco de Esquerda, é um partido que nunca irá a lado nenhum e se irá auto-destruir, principalmente quando deixar de ter as famosas "questões fraturantes".




Não compreendo porque é que o pessoal perde tempo neste tópico a comentar o Bloco de Esquerda, é um partido que nunca irá a lado nenhum e se irá auto-destruir, principalmente quando deixar de ter as famosas "questões fraturantes".

A única coisa ali fraturante é o nível de estupidez.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
@Chown os enfermeiros têm direito a protestar por melhores ordenados, mas neste caso especifico (e mesmo sabendo que tal se deve apenas ao ter a opinião publica do seu lado e de o movimento dos enfermeiros ser conotado com a direita), acho que o Governo tem tomado a posição que deve tomar.

Ate vou partir o meu ponto de vista em vários tópicos:

- Qualquer funcionário público devia mentalizar-se que aumentos ou melhoria das condições de trabalho só para resultados excepcionais de performance individidual. O Estado está falido para todos os efeitos. Neste momento, basta uma pequena oscilação na economia para com o aumento de 2/3% no desemprego o défice comece a escalar, fruto do despesismo de longo prazo introduzido pelo Governo Costa. Tendo por base este pressuposto, qualquer funcionário público consciente devia primeiro dar graças a deus por manter o seu emprego em vez de vir reclamar por aumentos.

- Em Portugal, um recem licenciado tem à sua espera na grande maioria das situações ordenados de 700-800€ para inicio de carreira, ordenados esses que vai mantendo durante bastante tempo e é bastante raro os casos em que ao fim de 4/5 anos essa mesma pessoa já está nos 1200€ brutos quanto mais nos 1600€. E para todos os efeitos e com toda a "nobreza" que a profissão de enfermeiro possa carregar, na prática para ser enfermeiro qualquer burro vestido o consegue desde que tenha capacidade de pagar as propinas de um curso de enfermagem. Do ponto de vista técnico, as qualificações deles são baixissimas e grande parte do curso é prático (por isso é que em alguns países nem é visto como uma formação superior tradicional). O trabalho, apesar de ser dificil e stressante como outros, na prática isenta-os de qualquer responsabilidade e decisão cabendo essa sempre ao médico. Portanto 1600€ para um recem licenciado de enfermagem além de surreal para o que eles fazem, é profundamente injusto para com os restantes profissionais que não pode ver os seus ordenados nivelados pelas exigências dos enfermeiros.

- Não menos importante, há a questão da enorme oferta de enfermeiros para a fraca procura, o que por si só devia funcionar como um "estabilizador" ao manter os ordenados dos enfermeiros estáveis e ao mesmo tempo prevenir a quantidade absurda de enfermeiros que são formados todos os anos em Portugal.

- Por último já era tempo de neste país se começar a valorizar mais o trabalhador privado que sustenta esta m**** toda, que já vive asfixiado em impostos e que em todas estas discussões não é tido nem achado. E já sabemos quem é que vai pagar as consequências desta palhaçada quando a Europa der o próximo espirro...
 @Reavstone, jamais colocarei entraves à ideia de querer auferir mais e de forma democrática reivindicarem isso.  Critico a posição de guerrilha dos enfermeiros e do Governo da República, que nada resolve e só extrema o degradado sistema nacional de saúde. Também acho que estão a exagerar nas reivindicações, sobretudo quando temos um País com uma economia anémica. O Governo da República está a pagar o preço pelas suas declarações, pela propaganda da devolução salarial e por ter condições económicas para subir salários, estão apenas a exigir aquilo que o Governo da República afirmou poder fazer. Andou-se à boca cheia a afirmar e regozijar-se da recuperação económica, que Portugal estava a recuperar bastante bem e que há condições para melhores salários (até se criou o salário mínimo na Função Pública bem acima do SMN), agora descalcem a bota (mais uma vez o zé povinho pagará pela propaganda socialista, é cíclico).

 Destacar também que a Ordem dos Enfermeiros é mais efectiva a fazer oposição ao Governo da República, muito mais efusiva, mais dura e mais objectiva, que o moribundo PSD. A Saúde em Portugal é uma verdadeira desgraça e esta guerra dos enfermeiros é uma agulha no palheiro.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Mais um exemplo do aproveitamento das entidades patronais em Portugal. Como já disse, a culpa não é só das leis de trabalho: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/horas-extraordinarias-nao-pagas-poderiam-criar-64-mil-empregos-409106
Mais um exemplo do aproveitamento das entidades patronais em Portugal. Como já disse, a culpa não é só das leis de trabalho: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/horas-extraordinarias-nao-pagas-poderiam-criar-64-mil-empregos-409106

É muito mais fácil criticar a legislação do que analisar a política empresarial portuguesa.
As horas extraordinárias como regra serão sempre dificeis de perceber num mercado com milhares de desempregados, independentemente de serem pagas ou não.
As horas extraordinárias como regra serão sempre dificeis de perceber num mercado com milhares de desempregados, independentemente de serem pagas ou não.

Na maioria do sector em que trabalho ha o flexi-time. Eu raramente recebo horas extra, tinha de ser trabalho que nao podia ser efectuado durante o expediente. Durante o expediente todas as horas de trabalho sao contabilizadas e posso trocar as horas extra por dias de ferias, 5 dias que posso tirar quando quiser, mais 1 dia de 4 em 4 semanas, mas que tem de ser tirado nesse periodo de 4 semanas. Em teoria, e como estou aqui ha 5 anos, tenho a possibilidade de tirar 45 dias de ferias... mas acho que se isso acontecesse, era sinal que tinhamos de contratar mais alguem...

O que eu querioa dizer é que nao é facil de evitar horas extra. Ha muitos trabalhos que nao se consegue substituir um trabalhador que deixa de trabalhar por 5 dias inesperadamente. Outra pessoa na empresa terá de fazer o trabalho por essa pessoa, e assim ganhar algumas horas extra.

Mas seria possivel, por exemplo, 'obrigar' todos os desempregados de longa duracao a estarem inscritos em agencias de emprego temporario. Esse trabalho temporario nao lhes retiravfa o direito de continuarem a receber pelo desemprego, mas apenas "trocar" parte do desemprego por trabalho temporario.

#NasciLeaoNaoNasciLampiao
Epa... por amor de deus, não caiam nestas teorias bacocas.

Eu até acho que a estatística está nivelada por baixo. Quem trabalha hoje em dia em serviços (programação, finanças, contabilidade, etc etc etc) tem que se mentalizar, ou até já se mentalizou, que o horário de trabalho não é 8h por dia, 40h por semana. Eu no meu caso, tenho semanas em que trabalho 50 horas, tenho semanas em que trabalho 30 e no final do ano tudo se nivela para a média de 40h semanais. Idem para os meus colegas de França, Irlanda, UK, Espanha, Itália, Roménia.... O que o trabalhador tem de lutar é para que as horas semanais não se tornem uma regra com as pessoas a trabalharem 10h por dia todas as semanas. Tipicamente este é o caso em que se torna necessário contratar alguem ou então recompensar de forma justa o trabalhador (porque muitas vezes em empresas com estrutura pequena, às vezes existe aquele ponto em que as receitas são poucas para ter 2 pessoas a trabalhar mas o trabalho já é demais para 1 única pessoa).

E verdade seja dita, tanto falam da cultura empresarial mas eu, das poucas vezes que vou ao escritório, vejo é a cultura trabalhadora... chegar ao trabalho às 9:15-9:30, ir tomar o pequeno almoço e café, começar a trabalhar às 10, fazer várias pausas para fumar, falar, ir ao facebook etc etc, depois chegar às 18:00 com ainda muito trabalho para fazer, sair do escritório às 20 e depois queixar-se que fez "horas extra"
Epa... por amor de deus, não caiam nestas teorias bacocas.

Eu até acho que a estatística está nivelada por baixo. Quem trabalha hoje em dia em serviços (programação, finanças, contabilidade, etc etc etc) tem que se mentalizar, ou até já se mentalizou, que o horário de trabalho não é 8h por dia, 40h por semana. Eu no meu caso, tenho semanas em que trabalho 50 horas, tenho semanas em que trabalho 30 e no final do ano tudo se nivela para a média de 40h semanais. Idem para os meus colegas de França, Irlanda, UK, Espanha, Itália, Roménia.... O que o trabalhador tem de lutar é para que as horas semanais não se tornem uma regra com as pessoas a trabalharem 10h por dia todas as semanas. Tipicamente este é o caso em que se torna necessário contratar alguem ou então recompensar de forma justa o trabalhador (porque muitas vezes em empresas com estrutura pequena, às vezes existe aquele ponto em que as receitas são poucas para ter 2 pessoas a trabalhar mas o trabalho já é demais para 1 única pessoa).

E verdade seja dita, tanto falam da cultura empresarial mas eu, das poucas vezes que vou ao escritório, vejo é a cultura trabalhadora... chegar ao trabalho às 9:15-9:30, ir tomar o pequeno almoço e café, começar a trabalhar às 10, fazer várias pausas para fumar, falar, ir ao facebook etc etc, depois chegar às 18:00 com ainda muito trabalho para fazer, sair do escritório às 20 e depois queixar-se que fez "horas extra"

Tanta demagogia para dizer nada que justifique a esmola que são os salários nacionais.