A Formação do Sporting - Tópico Geral

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Moribunda.
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de pequenino ruge o menino!*: «Manés, invictos e Bragança»

Mais uma semana aquém das expectativas para os nossos Juniores, que receberam o Alverca e empataram num jogo sem golos. Uma partida pobre da nossa equipa, que nunca se mostrou ligada, nunca teve fio de jogo e que ainda teve alguns sustos, com o nosso guarda-redes Gonçalo Pinto a salvar o resultado com uma bela partida.

Faltam claramente rotinas de jogo, falta que os principais artistas apareçam mais e falta (essencialmente) uma ideia de jogo mais positiva. A escolha do treinador foi polémica, numa altura conturbada do clube, mas mais importante que os resultados é exigida uma valorização dos nossos miúdos para que possam crescer e estarem mais preparados para o futebol profissional, conhecendo as suas virtudes e limitações. Neste momento, infelizmente, nada disso está a acontecer.

Já os Juvenis mantiveram o seu pleno de vitórias nesta fase da competição, vencendo o Loures por 6-1. Joelson foi o homem do jogo, com dois golos no espaço de dois minutos e com participação constante na manobra ofensiva da equipa. Um dia de inspiração para uma das maiores promessas da nossa Academia, que já conta com 9 golos marcados desde o princípio da temporada. Tiago Tomás, Daniel Rodrigues e André Gonçalves marcaram os restantes tentos da equipa leonina.

Os Juvenis de João Couto têm 36 golos marcados em apenas 6 jogos, estão isolados no primeiro posto da sua Série e recebem o União de Leiria (2º classificado) no dia 21 de Outubro.

Para terminar nos escalões de formação principais, os Iniciados venceram o Real SC por 3-1 com golos de Martim Marques, Lucas Anjos e Isnaba Mané. Os pequenos continuam a 3 pontos do líder Benfica e jogarão no dia 6 de Outubro, em casa, frente ao Estoril Praia.

Os sub23 foram até Vila do Conde perder por 5-2 frente ao Rio Ave, numa partida que foi um desastre defensivo e que culminou com os dois defesas centrais titulares a acabarem expulsos. Num jogo de extrema importância, que nos poderia colocar a um ponto do líder Benfica, os rapazes falharam e caíram assim para o sexto posto, a quatro pontos do primeiro lugar.

De destacar, como sempre e com cada vez mais expectativas, o enorme Daniel Bragança. Um miúdo que enche o campo com a sua qualidade, que muda para melhor toda a manobra da equipa e que merece cada vez mais uma presença no plantel de José Peseiro. Podemos perder todos os pontos do mundo nos sub23, integrar este rapaz no futebol profissional seria a verdadeira vitória daquela equipa.

Para terminar, alguns destaques pontuais. Elves Baldé e Diogo Sousa (este último convocado no lugar do lesionado Max para a última partida) continuam ao serviço de Peseiro nos treinos da equipa principal. Mais importante do que a presença do nosso guarda-redes, que terá poucas chances dada a quantidade de opções existente, seria extremamente positivo que Elves pudesse dar o seu contributo com a sua velocidade, verticalidade e imprevisibilidade, a par do que já oferecem (e são os únicos a fazê-lo) Raphinha e Jovane Cabral. Veremos se merece um bilhete para a Ucrânia.

Não podia terminar a crónica sem referir Carlos Mané, ele que já não anda nestas contas de rapaziada há muito tempo. 15 meses de paragem, muito sofrimento e incerteza à mistura e um regresso a casa saudado por todos nós. Mais importante que discutir renovações é que Mané volte a ter prazer em jogar futebol, que volte a marcar e a sentir-se útil. No fundo, voltar a fazer o que mais gosta no clube de que mais gosta. Cá estaremos para o apoiar e vê-lo dar-nos mais alegrias!

*às terças, a Maria Ribeiro revela os seus apontamentos sobre as novas gerações que evoluem na melhor Academia do mundo (à excepção do Dubai)

 
A Tasca do Cherba
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Há um novo menino em Alcochete. É o “curto”, mas não gosta de ser

DIOGO CARDOSO OLIVEIRA

Se tiver sorte, vai para o banco. Se tiver muita sorte, vai fazer uma perninha na Liga Europa.
Baldés há muitos: o Keita, o Romário, o Amido ou o Bobo. Mas este é diferente. É Elves Baldé e é um dos meninos a pôr-se em bicos dos pés – e bem precisa disso –, em Alcochete. Nesta quinta-feira, vai fazer uma viagem até Poltava, na Ucrânia. Se tiver sorte, vai para o banco. Se tiver muita sorte, vai fazer uma perninha na Liga Europa. E que prenda seria, dado que o jovem Elves fez ontem 19 anos.

Calculamos que esteja a pensar “Elves? Mas quem é esse tipo? Nunca ouvi falar”. Para lhe respondermos a isso, o Bancada foi falar com quatro jogadores que conheceram bem este rapaz, na formação do Sporting, para recolher um par de historinhas. E começamos já com uma. Elves Baldé, como já dissemos, precisa de estar em bicos dos pés para chegar ao metro e setenta. Tem 1,68m e isso valeu-lhe uma alcunha que o craque não aprecia.

“Nos juniores, começámos a chamar-lhe “curto”, por ele ser uma pessoa pequena. Sempre que ele começava com as brincadeiras, a malta chamava-lhe “curto” e ele ficava danado. Ficou o “curto”, até hoje, e, quando nos queremos meter com ele, é assim que o chamamos”, conta Gonçalo Vieira, atual jogador do CF Santa Iria, do Campeonato de Portugal.

"Solta-se mais a jogar na esquerda"
Quando já conhecemos o jogador, gostamos de começar pelos traços de personalidade. Quando não conhecemos, gostamos de começar pela parte futebolística. Por isso, vamos lá à bola. Quem é, afinal, o miúdo Elves? É um ala? É jogador de zona central? Temos dúvidas. Ajudem-nos…

“Na minha opinião – dos muitos anos que joguei com ele –, acho que a posição certa para ele é extremo esquerdo, porque é muito forte no 1 contra 1, sobretudo quando vai de fora para dentro. Como tem um grande remate, consegue sempre causar perigo”, explica-nos Frederico Duarte, enquanto Rui Rua, atual jogador da Académica, para além de também defender que é na esquerda que Elves mais se destaca define ainda alguns traços particulares: “É um jogador extremamente destemido. Não tem medo de ir no 1 contra 1. É muito forte nesse aspeto. É também um puro velocista. Embora tenha uma baixa estatura, é forte e não é fácil derrubá-lo. Remata bem tanto em jeito como em força, aparece bem na área e finaliza bem”.

Já Gonçalo Vieira, apesar de também destacar a qualidade de Elves a partir do corredor esquerdo, lembra que, em zonas centrais, já o viu fazer a diferença. “Nos juniores jogou algumas vezes no meio e fez grandes jogos”, começa por dizer, acrescentando: "mas diria que na esquerda é onde é mais forte. Ele gosta de vir de fora para dentro e combinar ou chutar à baliza. Na minha ótica solta-se mais a jogar na esquerda".

Está explicado. Temos um tipo rápido, tecnicista, sem medo do 1 contra 1 e que gosta de procurar movimentos interiores, com bola, ora para remate ora para combinações com os apoios frontais do avançado. Esclarecidos. Mas só para não restarem dúvidas, convém por aqui umas imagens. Não foi a partir da esquerda, mas foi belo. Oh se foi.

"Não faz cara feia"
Já sabemos um pouco mais do craque, falta saber do miúdo. Rui Rua fala-nos de um rapaz “bem disposto, exceto quando perde”. Mas já vamos, lá para a frente, trazer uma historinha com isto.

Segundo Gonçalo Vieira, Baldé é “um rapaz muito brincalhão e muito gozão”. E não temos grandes dúvidas sobre isto, dado que os quatro ex-colegas com quem falámos destacaram esta faceta brincalhona do jovem sportinguista. “No início, parece um pouco tímido, mas, depois de conhecer, é um rapaz muito engraçado e divertido, que gosta muito de diversão”, define Frederico Duarte, tal como Ivan Carvalho: “O Elves é uma excelente pessoa, muito profissional, está sempre a rir e na brincadeira, mas, quando as coisas não lhe correm bem, ele tenta sempre dar a volta por cima”. Para o caso de ter dúvidas, fica aqui uma prova. A cara de Viviano é impagável.

Apesar do lado brincalhão, os ex-colegas garantem que Elves Baldé sabe distinguir os momentos de “forrobodó” dos momentos de trabalho. Baldé nasceu na Guiné-Bissau, mas veio para Portugal ainda menino. Começou por jogar no GS Loures, com tenros nove anos, mas foi “caçado” pelo Sporting, um ano depois. Aí, mostrou tanto talento que, frequentemente, jogou em escalões superiores à idade que tem no Cartão de Cidadão – a propósito, Baldé já é cidadão português e internacional pelas seleções nacionais portuguesas. Foi, até, um dos campeões da Europa sub-19. Tal como muitos outros, ainda poderá optar pelo país-natal, ainda que, provavelmente, deva escolher a seleção portuguesa, caso surja a oportunidade.

Apesar de andar a saltitar entre o escalão dele e o dos mais velhos, Elves nunca fez disso uma fonte de vaidade ou sequer de amuo, quando tinha de voltar aos mais novos. “Nos últimos anos, tem sempre jogado em escalões acima do dele e, quando vai jogar ao escalão dele, faz o seu trabalho sem se gabar ou fazer cara feia’”, elogia Gonçalo Vieira.

Elves Baldé já foi chamado esporadicamente ao plantel principal, mas, a nível senior, apenas pôde jogar pela equipa B. E que estreia será, caso comece logo pela Liga Europa.

“Epá desculpa lá, oh Rui…”
A terminar, outra historinha. Rui Rua contou-nos que, no ano passado, a Académica venceu o teoricamente favorito Sporting. Não uma, mas duas vezes. Elves não ficou contente e recusou cumprimentar o ex-colega. Mas arrependeu-se.

“No ano passado, num Académica-Sporting, vencemos por 1-0 e também já tínhamos vencido em Alcochete, por 2-3. No final do jogo, fui cumprimentar o Elves e ele não me cumprimentou. Não levei a mal, porque já sabia que ele gostava pouco de perder, ainda por cima duas vezes. No dia a seguir, mandou-me mensagem no Instagram a pedir desculpa, com toda a humildade e a pedir por favor para nós passarmos à segunda fase, para poder jogar outra vez contra nós. Demonstrou o quão competitivo é. Oxalá que seja um grande jogador”.

Bancada

« Última modificação: Outubro 03, 2018, 22:50 pm por Invictus »
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de pequenino ruge o menino!*: «Momento de preocupação»

Novos resultados decepcionantes da equipa de Juniores e sub23 (derrota frente ao Benfica e Estoril respectivamente) levam-me esta semana a alterar ligeiramente o formato desta crónica.

Haverá algo mais à Sporting do que perder absolutamente o timing ideal para construir algo melhor? Penso que não. Há apenas duas temporadas Alcochete via os seus juvenis revalidarem o título de campeão nacional, os juniores praticarem um futebol incrível e a vencerem o campeonato sem rival, os iniciados a lutarem até à última jornada e os escalões que competem a nível regional limparem todas as competições de forma invejável. Era consensual: o Sporting tinha em mãos uma fornada de jovens cheios de potencial, cheios de talento e que, misturados com alguns dos mais velhos atletas que iniciavam o futebol profissional, resultava num futuro entusiasmante para o clube e para o futebol português.

Foram muitos os nomes que aqui fomos falando, muitos os golos partilhados e, a bem da verdade, muita é a esperança que continuamos a ter em imensos atletas que provam todas as semanas ser o futuro a curto prazo de um dos clubes com mais tradição formadora do mundo.

Mas lá está o maldito timing, que parece perseguir qualquer tentativa de construção de um clube melhor. Numa altura de afirmação das nossas pérolas, uma equipa B pejada de opções estranhas viria a descer de divisão. E no meio do caos que vivemos nos últimos meses, confirmamos agora que muito daquilo que nos foi prometido (melhores profissionais, melhores condições, mais aposta no que conseguimos produzir) não foram mais que armas de arremesso políticas, usadas por uma direcção no poder e pela sua oposição.

A formação do Sporting é hoje melhor do que há 6 anos? Muito possivelmente sim. Mas muitas dessas melhorias foram conseguidas graças a um punhado de profissionais com um sentido de devoção aquela Academia e ao talento dos muitos jogadores que fomos conseguindo encontrar. Não se sente um claro crescimento e uma profissionalização que acompanhe os tempos do futebol europeu actual.

E como se não bastasse a falta de pressão das várias (?) direcções dos últimos tempos aos seus treinadores, exigindo-lhes que antes explorassem as soluções da casa em vez de apostar logo no incerto e inflacionado mercado, as rescisões do passado Verão vieram trazer ainda mais desconfiança sobre os jogadores (e o que são capazes de sacrificar pelo clube que lhes deu tudo) e sobre os treinadores que optam por ignorar talento barato e identificado com a instituição.

É urgente que Frederico Varandas e a sua equipa esclareçam de uma vez por todas, sem lugares comuns e os habituais clichés de “vamos apostar na formação, sem dúvida”, qual é afinal o projecto. Queremos recuperar jogadores que dispensámos sem motivo? Queremos contratar melhores profissionais? Qual o plano para as centenas de academias espalhadas que trazem pouco ou nenhum talento para Lisboa? Quem são os treinadores, os ex-jogadores, os miúdos que vão renovar?

Até agora, um absoluto silêncio sobre o tema, que nem pode ser disfarçado pelo sucesso da equipa principal. Uma vantagem que os nossos rivais continuam a ter e que não nos cabe a nós.

Historicamente, Francisco Geraldes, Domingos Duarte, Palhinha ou Iuri Medeiros eram hoje esteios na equipa principal. Historicamente estaríamos agora e exagerar o valor de Daniel Bragança, Miguel Luís, Elves Baldé ou Thierry, comparando-os aos maiores craques que já vimos de verde e branco. Presentemente jogamos com um jogador da formação no onze inicial, o nosso meio campo é composto por sérvios de valor questionável e quem vem da Academia é convocado para ir para a bancada.

A pergunta que faço é: porquê?

*às terças, a Maria Ribeiro revela os seus apontamentos sobre as novas gerações que evoluem na melhor Academia do mundo (à excepção do Dubai)


A Tasca do Cherba

o Lucas Dias saiu?

https://www.zerozero.pt/player.php?id=441011

Curtia muito de o ver jogar, se saiu mesmo fico com pena
o Lucas Dias saiu?

https://www.zerozero.pt/player.php?id=441011

Curtia muito de o ver jogar, se saiu mesmo fico com pena
Eu acho que ele só viajou à pouco tempo para Portugal, pelo menos pelo insta dele à um mês atrás meteu que estava a viajar para Portugal. No site da FPF está inscrito pelo SCP.
"Infelizmente tenho pena que partilhem o amor pelo mesmo clube que eu"
o Lucas Dias saiu?

https://www.zerozero.pt/player.php?id=441011

Curtia muito de o ver jogar, se saiu mesmo fico com pena
Eu acho que ele só viajou à pouco tempo para Portugal, pelo menos pelo insta dele à um mês atrás meteu que estava a viajar para Portugal. No site da FPF está inscrito pelo SCP.
Ah okok, porreiro então, felizmente deve ser só uma gralha no zz
O que é a aposta na Formação? Melhores condições para os atletas? Melhor Prospecção?

E se se pensar na aposta como risco? Arriscar colocar os "miúdos" na equipa principal.

Ter um treinador que saiba trabalhar com miúdos e que lhes dê mais que 3 ou 4 minutos num jogo.
Os talentos estão lá. Menos talvez, mas estão.

É preciso trabalhar a componente do negócio junto das famílias por forma a que permaneçam no clube mais tempo. Veja-se o caso do Rafael Leão, em que o pai pediu desculpa mas era uma proposta de milhões.

Que não se tapem assim tanto os jogadores, que se dê oportunidades ao invés do "para ficarem no banco mais vale emprestar". Perdem a mística do clube, o clube não criar um modelo de jogo transversal aos escalões.

Pergunto, qual será a poupança salarial mensal se tivéssemos Palhinha, Geraldes, Matheus e Dala por Petrovic, Misic, Diaby e Castaignos? Dar minutos em jogos já ganhos, titularidade em jogos de menor grau em casa. Aposta na Taça da liga. etc..
Boas.

Já há muito que não comento por aqui, mas existem dois assuntos que foram abordados durante a última campanha eleitoral por algumas candidaturas (retirar a formação de alcochete / academia das modalidades), sendo que apesar de terem sido sempre abordados de forma separada, acho que merecem uma reflexão conjunta.

Percebendo a bondade de ambas as ideias, e porque tem tudo a ver com este tópico, gostaria de saber a opinião dos foristas sobre a viabilidade destas duas questões, designadamente respondendo às seguintes questões:

1) Seria viável separar o futebol de formação (dos sub15 aos sub-19) do futebol profissional (sub23, equipa B e equipa principal)? Quais os prós e contras?

2) Mesmo considerando os contras de uma solução de separação, o facto de uma eventual nova academia destinada apenas à formação ficar mais próxima de Lisboa e de Alvalade (por ex: Loures/Odivelas), não constituiria um factor de atracção e competitividade? Ou por outras palavras, qual a mais valia para miúdos que também têm a sua vida extra futebol (e pensar o contrário é utópico e contraproducente), estar numa Academia que está a mais de 35km de Alvalade, numa zona profundamente rural, sem equipamentos urbanos nas imediações, estando totalmente dependentes do clube para tudo?

3) Quais as mais-valias de eventualmente integrar os escalões de formação das várias modalidades colectivas (futebol, futsal, andebol, hóquei, vólei e basket) num espaço único, uma verdadeira Academia de Formação, com valências complementares, como sociais e escolares, transversais a todos os desportos?

Desculpem a divagação, mas de facto é um tema que me interessa e sobre o qual tenho visto pouca reflexão, apesar de algumas candidaturas o terem inscrito nos seus programas.

SL
"Ser "Leão" é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!"
A academia estar tão longe (Alcochete) realmente é algo que devia ser corrijido na minha opinião.
Concordo plenamente, mas estamos a falar de uma obra de que envergadura? Quanto poderia ser o investimento, visto que estamos a falar de edifícios novos, espaço urbanístico de valor (talvez) mais elevado devido a logística, novas tecnologias e restantes equipamentos novos que acredito que ao montar de novo seriam trocados?

Tenho algumas dúvida de que seja exequível a breve/médio prazo, basta ver as dificuldades que tivemos para construir um Pavilhão e o facto de nem o fosso ainda termos fechado.


Burros D'Ouro: @pimparel - 2 | @greenjam - 3 | @m1950 - 1 | @dakine - 1
Concordo plenamente, mas estamos a falar de uma obra de que envergadura? Quanto poderia ser o investimento, visto que estamos a falar de edifícios novos, espaço urbanístico de valor (talvez) mais elevado devido a logística, novas tecnologias e restantes equipamentos novos que acredito que ao montar de novo seriam trocados?

Tenho algumas dúvida de que seja exequível a breve/médio prazo, basta ver as dificuldades que tivemos para construir um Pavilhão e o facto de nem o fosso ainda termos fechado.

Quanto valem, no momento, os terrenos de Alcochete?
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Os terrenos do antigo estádio dava para fazer ali uma coisa engraçada, haja €€€€€€ coisa que não deve abundar em Alvalade.
Concordo plenamente, mas estamos a falar de uma obra de que envergadura? Quanto poderia ser o investimento, visto que estamos a falar de edifícios novos, espaço urbanístico de valor (talvez) mais elevado devido a logística, novas tecnologias e restantes equipamentos novos que acredito que ao montar de novo seriam trocados?

Tenho algumas dúvida de que seja exequível a breve/médio prazo, basta ver as dificuldades que tivemos para construir um Pavilhão e o facto de nem o fosso ainda termos fechado.

Quanto valem, no momento, os terrenos de Alcochete?

Não faço ideia.

Edit: Estás a contar com a venda da antiga academia e respectivos terrenos para se pagar grande parte da despesa da nova academia?
« Última modificação: Outubro 15, 2018, 20:11 pm por Tanatus2.0 »


Burros D'Ouro: @pimparel - 2 | @greenjam - 3 | @m1950 - 1 | @dakine - 1
Concordo plenamente, mas estamos a falar de uma obra de que envergadura? Quanto poderia ser o investimento, visto que estamos a falar de edifícios novos, espaço urbanístico de valor (talvez) mais elevado devido a logística, novas tecnologias e restantes equipamentos novos que acredito que ao montar de novo seriam trocados?

Tenho algumas dúvida de que seja exequível a breve/médio prazo, basta ver as dificuldades que tivemos para construir um Pavilhão e o facto de nem o fosso ainda termos fechado.

Quanto valem, no momento, os terrenos de Alcochete?

Não faço ideia.

Edit: Estás a contar com a venda da antiga academia e respectivos terrenos para se pagar grande parte da despesa da nova academia?

Pretendes ficar com duas academias?
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Concordo plenamente, mas estamos a falar de uma obra de que envergadura? Quanto poderia ser o investimento, visto que estamos a falar de edifícios novos, espaço urbanístico de valor (talvez) mais elevado devido a logística, novas tecnologias e restantes equipamentos novos que acredito que ao montar de novo seriam trocados?

Tenho algumas dúvida de que seja exequível a breve/médio prazo, basta ver as dificuldades que tivemos para construir um Pavilhão e o facto de nem o fosso ainda termos fechado.

Quanto valem, no momento, os terrenos de Alcochete?

Não faço ideia.

Edit: Estás a contar com a venda da antiga academia e respectivos terrenos para se pagar grande parte da despesa da nova academia?

Pretendes ficar com duas academias?

Portanto achas que consegues pagar uma nova academia com a venda da antiga? 


Burros D'Ouro: @pimparel - 2 | @greenjam - 3 | @m1950 - 1 | @dakine - 1