Carta de demissão de Ribeiro Telles?

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Citação de: "Mauras"
Citar
Comunicado do site na íntegra:

1. O Sporting não deve um cêntimo ao Fisco.


Este primeiro ponto "arrebenta" logo com o comunicado todo :D

Pois. Também já disse o mesmo. Mesmo que o Sporting não "deva" nada, devia escrever "o Sporting Clube de Portugal e nenhuma das sociedades por si participadas tem dívidas VENCIDAS ou SEM PAGAMENTO PROGRAMADO ao fisco".

Porque por exemplo o dinheiro das cervejolas vendidas no jogo de hoje cobraram IVA, que ainda não foi obviamente pago; os salários que foram pagos na semana passada retiveram IRS e SS que também ainda não foi paga...etc etc etc...
Sobre este assunto, confesso que fiquei intrigado, pois não me parecia lógico o que estava a acontecer. Acho que ambos erraram, primeiro decisões como a que foi tomada não pode ser decidida só por uma pessoa, o Dias Cunha agiu mal (e pessoalmente tambem não concordo com esta relação privilegiada com o Benfica, relações normais sim, privilegiadas nunca!). O MRT tem todo o direito de se sentir "mal" (eu tambem me sentiria), mas escolher esta altura após uma sequencia da maus resultados, é atirar gasolina para a fogueira! Se querem uma massa associativa unida em torno da equipa, devem dar o exemplo!
Moura,

A crítica que fazes a MRT tb a podes fazer a DC: porquê fazer uma aliança quando estava na fase certa para capitalizar os louros do discurso do sistema, com tanto apito dourado a tremer? Não que esse discurso coma a todos por tolos mas era uma boa fase para lucrar com isso.

Porque fazer uma aliança uma,duas semanas antes de um derby para a taça com o novo aliado?

O mesmo Rui Santos (lagarto) que a semana passada revelou a existência da carta de MRT foi o mesmo que sugeriu hoje algo que pode explicar mta coisa: a eventual pressão da BANCA como razão de aproximação entre os dois clubes.

Ou isso ou o Fisco. Para mim qq uma dessas razões faz mais sentido do que uma aproximação "pela transparência", contra tudo o que faria sentido e contra a lógica do discurso de DC em relação ao Benfica nos últimos anos.

De qualquer forma considero-o inaceitável. Já é a Banca que diz com quem nos devemos aliar? Se assim for está bonito isto.
Citação de: "Mauras"
Moura,

A crítica que fazes a MRT tb a podes fazer a DC: porquê fazer uma aliança quando estava na fase certa para capitalizar os louros do discurso do sistema, com tanto apito dourado a tremer? Não que esse discurso coma a todos por tolos mas era uma boa fase para lucrar com isso.

Porque fazer uma aliança uma,duas semanas antes de um derby para a taça com o novo aliado?

O mesmo Rui Santos (lagarto) que a semana passada revelou a existência da carta de MRT foi o mesmo que sugeriu hoje algo que pode explicar mta coisa: a eventual pressão da BANCA como razão de aproximação entre os dois clubes.

Ou isso ou o Fisco. Para mim qq uma dessas razões faz mais sentido do que uma aproximação "pela transparência", contra tudo o que faria sentido e contra a lógica do discurso de DC em relação ao Benfica nos últimos anos.

De qualquer forma considero-o inaceitável. Já é a Banca que diz com quem nos devemos aliar? Se assim for está bonito isto.

Que o Sporting está nas mãos da banca, não tenho dúvidas. Dúvidas tenho é se tambem não está nas mão do DC (parece-me que os avais são dele). Não vejo qual o interesse da banca em que o Sporting se aproxime do Benfica. Não me parece que os administradores do BES e do BCP tenham simpatia (fora da cordialidade normal entre instituições) com LFV ...

Penso que o Dr. Dias Cunha faz desta cruzada contra "o sistema", uma questão pessoal, enquanto não vir alguma pessoas fora do "poder",  a arbitragem/justiça serem autónomas e as contas dos clubes serem auditadas com o mesmo critério ... tudo tentará para isso. Ele provavelmente acredita que a "força popular" do Benfica o possa ajudar ... eu pessoalmente não acredito. Acho mais úteis a força da imprensa ou claro a força politica.
Ainda sobre este assunto, ainda que não tendo estado ontem no estádio, pareceu-me pela transmissão televisiva ouvir um maior número de cânticos anti-slb. Reparei que mal o jogo estava a começar, já se cantava o "*** slb" numa das claques.

Isto para dizer que me parece ser sinal de alguma contestação à aliança feita por Dias da Cunha, situação semelhante à que houve aquando da hipótese levantada de partilharmos o nosso estádio com a corja lampiona.

Dias da Cunha que se cuide. Haja uma alternativa consistente à sua liderança e não duvido que o Projecto mude de mãos.
Citação de: "Ao Leo"
Ainda sobre este assunto, ainda que não tendo estado ontem no estádio, pareceu-me pela transmissão televisiva ouvir um maior número de cânticos anti-slb. Reparei que mal o jogo estava a começar, já se cantava o "*** slb" numa das claques.

Isto para dizer que me parece ser sinal de alguma contestação à aliança feita por Dias da Cunha, situação semelhante à que houve aquando da hipótese levantada de partilharmos o nosso estádio com a corja lampiona.

Dias da Cunha que se cuide. Haja uma alternativa consistente à sua liderança e não duvido que o Projecto mude de mãos.

Este artigo de "O Jogo" de hoje talvez te esclareça.
http://www.ojogo.pt/20-359/Artigo446486.htm

Manifesto anti-Benfica
O "ódio de estimação" ao velho rival da Luz foi expresso - por algumas franjas de adeptos - logo a abrir o jogo, sob o pretexto de apoio a Miguel Ribeiro Telles, e estaria latente, de forma maciça, durante todo o encontro, porque, afinal, havia um adversário (Rio Ave) e um líder (provisório) a derrubar. A goleada traduziu um perfeito "dois em um"
JOÃO SANCHES

Antes de o caminho se alargar para (mais) uma vitória folgada do Sporting nesta SuperLiga, os adeptos "leoninos" - nomeadamente os afectos às principais claques da equipa de Alvalade - marcaram uma posição de índole política. Através de mensagens escritas em tarjas, solidarizaram-se com a convicção assumida na semana passada por Miguel Ribeiro Telles - o "vice" para o futebol -, em divergência aberta e pública com o presidente Dias da Cunha, e que teve por base o acordo - e a forma do mesmo - que aproximou institucionalmente Sporting e Benfica. Os entusiastas, de um modo quase geral, haveriam de entoar, logo após o pontapé de saída, alguns cânticos antibenfiquistas - para os catalogarmos de uma maneira educada -, talvez com o intuito de lembrar aos artistas que vestiam de verde e branco que, durante "aqueles" 90 minutos, estavam obrigados a vencer dois adversários: o Rio Ave, de visita a Lisboa, e o... Benfica, que era, até então, o líder provisório do Campeonato, depois do empate a zero, na véspera, em casa do Braga.

Com um meio-campo reforçado pelo regresso de Custódio - e que bem ele esteve nas acções de recuperação e de equilíbrio defensivo, sobretudo no período em que a equipa de Carlos Brito ainda pensava ser possível retornar a Vila do Conde com um resultado positivo -, o Sporting tomou as rédeas do encontro e, com um futebol apoiado, foi conquistando espaço e acercando-se das redes de Mora. O primeiro "aviso" surgiu aos 8' e teve a chancela de Liedson, que ainda introduziu a bola na baliza, mas viu os festejos interrompidos por decisão de um dos árbitros assistentes, que assinalou fora-de-jogo ao brasileiro.

A linha média dos vila-condenses não punha travão à circulação de bola dos sportinguistas e, claro, muito menos encontrava soluções para lançar as três unidades da frente: Evandro sobre a esquerda, Jacques no lado direito e Gaúcho ao centro. Ao longe, o guarda-redes Ricardo via jogar Rochemback, Hugo Viana, Carlos Martins, Liedson e Sá Pinto nas imediações da grande área dos nortenhos. Os anfitriões não se ficaram pelas ameaças: aos 11', Rochemback recebeu a bola de Sá Pinto, impôs-se na grande área - sobre a direita - e foi de "carrinho" para o cruzamento, que apanhou o goleador Liedson posicionado na zona em que ele (melhor) resolve.

Aproveitando o abrandamento dos da casa, o Rio Ave pôs Ricardo em jogo aos 26', num livre de Evandro, e, acto contínuo, numa recarga de Gaúcho, que agradeceu a "deferência" - leia-se hesitação - de Polga num momento em que se lhe impunha que "limpasse" a jogada.

A equipa de José Peseiro parecia perder velocidade, mas os adeptos encarregaram-se de dar conta aos jogadores de que o jogo ainda não estava decidido, puxando por eles com cânticos pró-Sporting e alguns - mais do mesmo, no fundo - anti... Benfica. Os laterais Rogério e Paíto estavam demasiado retraídos - preocupavam-se essencialmente em controlar Evandro e Jacques -, mas o meio-campo continuava a manifestar disposição para desenhar combinações ofensivas com a linha de ataque. De uma dessas jogadas - conduzida por Sá Pinto - resultou a acção faltosa de Franco na grande área vila-condense - com o braço, mudou a trajectória da bola -, com o penálti a ser convertido por Sá Pinto, por "especial favor" de Liedson (36').

Rochemback e Hugo Viana envolviam o adversário com bons pormenores técnicos, mas foi na sequência de um livre batido pelo segundo que o Sporting calcou ainda mais o opositor, elevando a contagem por intermédio de Liedson, que apontou o seu 18.º golo na SuperLiga (41'). Volvidos apenas dois minutos - já com Gama em campo no lugar de Jacques, mudando-se Evandro para a direita do ataque vila-condense -, novo assalto à baliza de Mora, com Liedson na "criação" e Sá Pinto na conclusão, no interior da grande área. E as manifestações antibenfiquistas iam prosseguindo nas bancadas.  

Gerir para a UEFA

Com uma vantagem mais do que confortável, Peseiro lançou Mota na vez de Liedson, no segundo tempo, orientando a estratégia de jogo para o importante compromisso de quarta-feira com o Feyenoord (Taça UEFA). A gestão teve sequência aos 65', com Rochemback e Sá Pinto a serem rendidos por Pedro Barbosa e João Moutinho. Mas, antes de se entrar no período de declínio do encontro, o Sporting construiu o 5-0, que teve a assinatura (final) de Hugo Viana (54'). No mesmo minuto, Carlos Brito ordenou a substituição de Gaúcho (ponta-de-lança) por Bruno Mendes (defesa), passando o Rio Ave a jogar com três centrais e dois laterais... para evitar um "score" ainda mais humilhante.
Outro artigo do Jogo, agora sobre os cartazes
http://www.ojogo.pt/20-359/artigo446498.htm

Ribeiro Telles recebe apoio das claques

O vice-presidente demissionário do Sporting, Miguel Ribeiro Telles, não foi esquecido pelas duas principais claques "leoninas". Tanto a Juventude Leonina como o Directivo XXI mostraram faixas de apoio ao ainda dirigente dos "leões" antes do início do jogo. "Hoje e sempre, Benfica é m****. Telles estamos contigo", escreveu a "Juve", numa referência ao manifesto conjunto entre Sporting e Benfica, enquanto os Directivo preferiram elogiar o trabalho de Ribeiro Telles em Alvalade: "Estamos contigo campeão Telles".
Relativamente aos cânticos anti-slb a única coisa que reparei em relação a outros jogos foi... a menor contestação geral dos sócios e adeptos quando estes cânticos surgiram. Se no último ano tem sido normal ouvir os demais espectadores assobiar as claques qd iniciavam esses cânticos, ontem apenas o senti timidamente na primeira vez, a partir daí estava tudo calado enquanto eles cantavam o que havia a cantar.

Mas cheguei a temer que DC voltasse a chamar-nos energúmenos e escumalha :).

Moura: sem adiantar muito o RSantos deu dicas sobre as eventuais razões da pressão da banca, que até são previsíveis: financeiras. Agora específicamente tb não sei bem quais poderão ser, imagino que possa ter a haver com eventuais benefícios a retirar em período de eleições, questões fiscais, etc.
As pressões da banca é emprestar-nos dinheiro, em contra partida temos de apresentar de respeitar os objectivos que passam por cortar em 8 milhoes de euros as despesas e aumentar as receitas em 2 milhões de euros.
Não vejo a banca preoucupada com alguns salários principescos que se pagam a figuras de proa nos clubes onde tem dinheiro metido... pq será? :). Talvez pq seja tudo a mesma gente ;).
Repito: Estás a falar de quem? Diz os nomes dessas pessoas e respectivas funções que eles têm. Só assim se pode avaliar.
o que tu queres sei eu :).

O Jubaverde já aqui falou disso. Não adianto mais nada.
As pressões da banca também não podem ser encaradas como algo de negativo. Se emprestaram dinheiro ao Sporting, certamente estarão interessados em que este resolva os seus problemas de modo a saldar a dívida.

Em relação ao tema do tópico, ontem em alvalade deu-se mais atenção à bola que a problemas directivos. Não fossem as claques e o problema nem seria falado.
Isso é normal, ganhámos. Sempre fosse assim... se tivesse corrido mal eram lenços brancos, cânticos, hipérbole do episódio do penalty. Isso é normal em futebol.

Eu quero é que o Sporting ganhe sempre, de preferência assim, e que no final da época tenha de aturar pelo menos 600 foristas a misturar os desígnios da bola com tudo o resto como se de uma esponja bem húmida se tratasse, que viesse apagar todos os problemas e sinais de preocupação, uma reacção que vi em outros anos de gordas vitórias mas que o dia seguinte veio provar ser uma leitura errada.

Como Sportinguista nada me deixaria mais feliz.
As vitórias obviamente escondem algumas coisas, mas nem 8 nem 80. Ganhamos e ninguém está a enbandeirar em arco, ao contrário do quando se perde é que hiperboliza tudo o que acontece no Sporting e tu és um dos principais responsáveis por essa hiperbolização neste fórum.

É como alguns analfabetos que ontem assobiavam quando a equipa ganhava por 5-0. Rídiculo.

O episódio do penalty tem a sua piada, o Sá pinto super educado fala com o Liedson. Agora quem está destinado a marcar ou não, que resolvam isso no balneário. Fala-se mais disso do que a vitória.