Formula 1

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Mais um a negar as evidências... É uma causa perdida tentar, seja quem for, bater a Mercedes com este regulamento técnico... Os tais «tiros no pé» não são causa nenhuma da derrota, a derrota tem estado sempre garantida à partida, como se tem visto desde que este regulamento técnico está em vigor.
Factos são factos, especulação é especulação.

 Erros de quem tem que ser perfeito e mesmo assim pode ser curto. É verdade que às vezes parecem amadores, mas eles têm que arriscar tudo, têm que andar no limite e isso obviamente coloca-os mais perto do erro.

 A Mercedes dá-se ao luxo de fazer uma pit stop em simultâneo com os seus dois carros. Isto mostra o nível a que estão, mostra também como lidam com o erro e o quão confortáveis estão. Quem tem o carro mais rápido pode arriscar desta forma, é o melhor carro e dois óptimos pilotos. A Mercedes, têm algum mérito nisso por terem trabalhado nessas matérias, é a actual melhor marca por.. doping técnico. 
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Mais um a negar as evidências... É uma causa perdida tentar, seja quem for, bater a Mercedes com este regulamento técnico... Os tais «tiros no pé» não são causa nenhuma da derrota, a derrota tem estado sempre garantida à partida, como se tem visto desde que este regulamento técnico está em vigor.
Factos são factos, especulação é especulação.

 Erros de quem tem que ser perfeito e mesmo assim pode ser curto. É verdade que às vezes parecem amadores, mas eles têm que arriscar tudo, têm que andar no limite e isso obviamente coloca-os mais perto do erro.

 A Mercedes dá-se ao luxo de fazer uma pit stop em simultâneo com os seus dois carros. Isto mostra o nível a que estão, mostra também como lidam com o erro e o quão confortáveis estão. Quem tem o carro mais rápido pode arriscar desta forma, é o melhor carro e dois óptimos pilotos. A Mercedes, têm algum mérito nisso por terem trabalhado nessas matérias, é a actual melhor marca por.. doping técnico. 
Eu gosto de formula 1 mas não percebo muito de algumas coisas....porque é que estão sempre a dizer que a mercedes tem "doping técnico"? É que já não é a primeira pessoa que eu vejo a dizer isto...
Eu gosto de formula 1 mas não percebo muito de algumas coisas....porque é que estão sempre a dizer que a mercedes tem "doping técnico"? É que já não é a primeira pessoa que eu vejo a dizer isto..

 Recua umas páginas neste tópico, há uma boa discussão sobre o que questionas.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Mais um a negar as evidências... É uma causa perdida tentar, seja quem for, bater a Mercedes com este regulamento técnico... Os tais «tiros no pé» não são causa nenhuma da derrota, a derrota tem estado sempre garantida à partida, como se tem visto desde que este regulamento técnico está em vigor.
Factos são factos, especulação é especulação.

 Erros de quem tem que ser perfeito e mesmo assim pode ser curto. É verdade que às vezes parecem amadores, mas eles têm que arriscar tudo, têm que andar no limite e isso obviamente coloca-os mais perto do erro.

 A Mercedes dá-se ao luxo de fazer uma pit stop em simultâneo com os seus dois carros. Isto mostra o nível a que estão, mostra também como lidam com o erro e o quão confortáveis estão. Quem tem o carro mais rápido pode arriscar desta forma, é o melhor carro e dois óptimos pilotos. A Mercedes, têm algum mérito nisso por terem trabalhado nessas matérias, é a actual melhor marca por.. doping técnico. 
Eu gosto de formula 1 mas não percebo muito de algumas coisas....porque é que estão sempre a dizer que a mercedes tem "doping técnico"? É que já não é a primeira pessoa que eu vejo a dizer isto...
*Detesto chegar a este ponto mas tem de ser... *

Não vez que são também os mesmos a negar "doping tecnico" e politiquice a quando o tempo dos campeonatos de Schumacher e do domínio da Ferrari... é como os outros, querem parecer muito "imparciais" mas não o são. Tudo o que digas contra a Ferrari ou a favor da Mercedes é sempre "especulação", são os donos da verdade e da "factualidade", mas depois basta fazeres uma pequena investigação pela internet ao que se passou nesses anos para perceberes onde paira a especulação da factualidade...

Tal como a F1 o sucesso ou a derrota estão nos pormenores, muito do que se passa fora da Pista actualmente tem segundas intenções ou conotações monetárias, infelizmente a Formula 1 já não é aquilo que conhecíamos, em todos os sentidos. Cada vez mais a politiquice se sobrepõe mais ao talento. É por isso que os que conheceram a modalidade de outrora seja difícil voltarem a ter a mesma paixão.
      SPORTING mais que um clube uma Paixão!        «O SPORTING SOMOS NÓS»
Não vez que são também os mesmos a negar "doping tecnico" e politiquice a quando o tempo dos campeonatos de Schumacher e do domínio da Ferrari... é como os outros, querem parecer muito "imparciais" mas não o são. Tudo o que digas contra a Ferrari ou a favor da Mercedes é sempre "especulação", são os donos da verdade e da "factualidade", mas depois basta fazeres uma pequena investigação pela internet ao que se passou nesses anos para perceberes onde paira a especulação da factualidade...

 Tens provas disso ou é só dizer por dizer?

 Engraçado, em momento algum contradisseste o que foi dito sobre a vantagem mecânica da Mercedes em relação a todos os outros carros. Também podes optar por ignorar que há quem esteja muito insatisfeito e queira mudar realmente o regulamento técnico de modo a promover maior competitividade.

 Há quem veja com naturalidade este domínio da Mercedes, há quem esteja confortável com isto, eu gosto zero. É um desvirtuamento da competição, a Mercedes hoje só perde se algum piloto cometer um erro grave ou for abalroada.  É isto que vos apaixona a Formula 1?

 E a Mercedes factualmente tem uma grande estrutura. Ninguém o nega. Pelo contrário, tudo o que têm conquistado se deve a essa estrutura, que soube agir quando era para agir, tanto dentro da pista, como sobretudo fora da pista. 
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Jurgen Klopp
Não vez que são também os mesmos a negar "doping tecnico" e politiquice a quando o tempo dos campeonatos de Schumacher e do domínio da Ferrari... é como os outros, querem parecer muito "imparciais" mas não o são. Tudo o que digas contra a Ferrari ou a favor da Mercedes é sempre "especulação", são os donos da verdade e da "factualidade", mas depois basta fazeres uma pequena investigação pela internet ao que se passou nesses anos para perceberes onde paira a especulação da factualidade...
 Tens provas disso ou é só dizer por dizer?
 Engraçado, em momento algum contradisseste o que foi dito sobre a vantagem mecânica da Mercedes em relação a todos os outros carros. Também podes optar por ignorar que há quem esteja muito insatisfeito e queira mudar realmente o regulamento técnico de modo a promover maior competitividade.
 Há quem veja com naturalidade este domínio da Mercedes, há quem esteja confortável com isto, eu gosto zero. É um desvirtuamento da competição, a Mercedes hoje só perde se algum piloto cometer um erro grave ou for abalroada.  É isto que vos apaixona a Formula 1?
 E a Mercedes factualmente tem uma grande estrutura. Ninguém o nega. Pelo contrário, tudo o que têm conquistado se deve a essa estrutura, que soube agir quando era para agir, tanto dentro da pista, como sobretudo fora da pista. 
Já afirmei que não tomo partido, que não tenho preferência, tendo até explicado porquê. Contei como, mesmo já pensando assim antes, a minha comparência em todas as provas de F1 que tiveram lugar no Autódromo do Estoril me levou a crer que os melhores nem sequer são forçosamente os que ganham.
No entanto, assiste-se aqui a argumentações de tipo futebolístico, com todos os erros que isso acarreta. Pior, tentam arrastar-me para isso, tendo eu manifestado que quero que ganhe o melhor e que haja espectáculo.
Uma pergunta desde já: Que vantagens tiveram a Ferrari e Schumacher no regulamento técnico do período em que dominaram?
Que vantagens teve a Red Bull com Vettel, quanto ao regulamento técnico, quando dominaram?
Uma coisa é fazer melhor que a concorrência, com armas iguais (passem os orçamentos), outra é ver aprovado um regulamento técnico por si sugerido!
Procurem documentários sobre o período dos «Flechas de Prata» (actually, foram dois períodos, antes de depois da Segunda Grande Guerra), como os que passam regularmente no Motorvision, e verão facilmente porque é que a Mercedes domina. Até em concorrência com outras marcas alemãs (Como Audi/Auto Union e BMW), saíram sempre a ganhar, por se prepararem com antecedência para a competição principal.
Neste caso foi com a aprovação, na secretaria, do MGU-H. Ou alguém tem dúvidas que daqui a dois anos já não se passearão como o fazem actualmente?
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Não vez que são também os mesmos a negar "doping tecnico" e politiquice a quando o tempo dos campeonatos de Schumacher e do domínio da Ferrari... é como os outros, querem parecer muito "imparciais" mas não o são. Tudo o que digas contra a Ferrari ou a favor da Mercedes é sempre "especulação", são os donos da verdade e da "factualidade", mas depois basta fazeres uma pequena investigação pela internet ao que se passou nesses anos para perceberes onde paira a especulação da factualidade...

 Tens provas disso ou é só dizer por dizer?

 Engraçado, em momento algum contradisseste o que foi dito sobre a vantagem mecânica da Mercedes em relação a todos os outros carros. Também podes optar por ignorar que há quem esteja muito insatisfeito e queira mudar realmente o regulamento técnico de modo a promover maior competitividade.

 Há quem veja com naturalidade este domínio da Mercedes, há quem esteja confortável com isto, eu gosto zero. É um desvirtuamento da competição, a Mercedes hoje só perde se algum piloto cometer um erro grave ou for abalroada.  É isto que vos apaixona a Formula 1?

 E a Mercedes factualmente tem uma grande estrutura. Ninguém o nega. Pelo contrário, tudo o que têm conquistado se deve a essa estrutura, que soube agir quando era para agir, tanto dentro da pista, como sobretudo fora da pista. 

Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.
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Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.

 Então, achas realmente que a Ferrari que tem décadas de Formula 1 é somente incompetente e nada mais?

 Continuas sem negar o óbvio, este regulamento técnico é somente favorável a uma marca e essa marca é a Mercedes. Enquanto outros andam ainda a estudar uma forma de ganhar com este regulamento técnico, a Mercedes só se preocupa em fazer evoluir o seu carro, o seu motor, nada mais. Assim, é muito complicado a Ferrari ou outra marca qualquer apanhá-los. Quando um regulamento técnico apenas favorece uma marca, leva-me a crer que o mesmo foi feito à medida dessa marca.

 A Ferrari tem um piloto campeão. Quatro vezes. É ele que é o problema, é isso? C'mon..
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.

 Então, achas realmente que a Ferrari que tem décadas de Formula 1 é somente incompetente e nada mais?

 Continuas sem negar o óbvio, este regulamento técnico é somente favorável a uma marca e essa marca é a Mercedes. Enquanto outros andam ainda a estudar uma forma de ganhar com este regulamento técnico, a Mercedes só se preocupa em fazer evoluir o seu carro, o seu motor, nada mais. Assim, é muito complicado a Ferrari ou outra marca qualquer apanhá-los. Quando um regulamento técnico apenas favorece uma marca, leva-me a crer que o mesmo foi feito à medida dessa marca.

 A Ferrari tem um piloto campeão. Quatro vezes. É ele que é o problema, é isso? C'mon..


Então e quem aprovou esses regulamentos não foram as equipas anos atrás? Se isso é verdade, porque as outras equipas não fazem um boicote como se teve a esperteza de se fazer com os pneus Michelin em 2005? Isso é falta de coragem ou é o apaziguar dos outros todos relativamente a essa questão?
Quando falo em incompetência é relativamente a estes últimos anos obviamente, e acima de tudo o que se passa na Ferrari é incompetência e egocentrismo, basta ver quantas vezes mudaram de director desportivo da equipa. Mais uma vez querem colocar nas minhas palavras versões que não disse, é favor relerem o que escrevi anteriormente e perceberem qual foi o intuito.
Um piloto pode ser muitas vezes campeão, mas só percebes o talento desse piloto nas dificuldades, é a diferença entre os grandes pilotos que foram campeões e os Pilotos quem tem números de campeonatos... A grande questão é esse piloto "campeão" tem ajudado a
 evoluir a equipa ou tem ainda incendiado ainda mais o ambiente dentro dela?

Já o tinha dito...

Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.

...Todos nós sabemos que o "superior" Alemão onde entra tem de ganhar de qualquer jeito e a qualquer custo para mostrar a sua superioridade em relação a todos os outros.

Ter tido figuras como Jean-Marie Balestre, Max Mosley, Jean Todt mas acima de tudo Bernie Ecclestone com grandes cargos no Desporto Automóvel só vieram criar este clima de politiquice e interesses fora das pistas. O mal está no facto de Pilotos e equipas ganharem mais pela "vantagem e influencias" do que pela sua valência nas pistas. Cada vez mais a Ética está posta de parte no desporto, quando a concorrência e competição é desleal leva a que as pessoas deixem de apreciar.
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Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.
Podes fundamentar o que assinalei? Não tenho conhecimento disso, nem sequer que alguma equipa tenha alguma vez criticado o regulamento (eu faço-o, mas não pertenço ao circo).
A componente híbrida foi imposta pela FIA, supostamente para acompanhar a realidade comercial, não foi aberta à discussão sequer.
A FIA também queria motores de 4 cilindros, mas a Ferrari boicotou isso, por (óbvias) questões comerciais.
Metodologias híbridas há muitas. Por exemplo, o MGU-K, que já existia (e veio até a ser lançado comercialmente do LaFerrari, além de vários modelos mais comuns doutras marcas).
O que coloco (eu, sem conhecimento que haja equipas a fazê-lo também) em causa, é o MGU-H, sugerido pela Mercedes, que já o tinha na gaveta, enquanto mais ninguém tinha experiência nele.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Então e quem aprovou esses regulamentos não foram as equipas anos atrás? Se isso é verdade, porque as outras equipas não fazem um boicote como se teve a esperteza de se fazer com os pneus Michelin em 2005? Isso é falta de coragem ou é o apaziguar dos outros todos relativamente a essa questão?
Quando falo em incompetência é relativamente a estes últimos anos obviamente, e acima de tudo o que se passa na Ferrari é incompetência e egocentrismo, basta ver quantas vezes mudaram de director desportivo da equipa. Mais uma vez querem colocar nas minhas palavras versões que não disse, é favor relerem o que escrevi anteriormente e perceberem qual foi o intuito.
Um piloto pode ser muitas vezes campeão, mas só percebes o talento desse piloto nas dificuldades, é a diferença entre os grandes pilotos que foram campeões e os Pilotos quem tem números de campeonatos... A grande questão é esse piloto "campeão" tem ajudado a
 evoluir a equipa ou tem ainda incendiado ainda mais o ambiente dentro dela?

 As equipas quando concordaram e aprovaram o regulamento técnico, estavam ao corrente de que a Mercedes já dominava a tecnologia e que estava dois a três anos já à frente? A sensação que fico é que a Mercedes propôs uma tecnologia que já estava a desenvolver, que já levava uns anos de investigação, sem grande conhecimento das restantes marcas, acabando as mesmas por concordar pelas potencialidades dessa tecnologia.

 Falas da Ferrari, eu falo de todas as marcas. Ninguém está próximo do trabalho mecânico da Mercedes. Estão todos ainda a investigar, a estudar, a testar, como podem ser competitivos com esta tecnologia, enquanto anda a Mercedes a evoluir apenas, a dar retoques porque tinha o trabalho de casa todo feito. Se a Ferrari tinha que já estar mais próxima da Mercedes? Sem dúvida, é a Ferrari e têm décadas de competição, têm dinheiro, têm carisma e têm qualidade. A verdade é que vemos ali um esforço enorme, cometem erros fruto de andarem no limite, de trabalharem no limite e na Formula 1, quem anda no limite está mais propenso ao erro. Também há algum amadorismo e já o critiquei. A Red-Bull é muito mais competente em termos de estratégias, já bateram a Ferrari algumas vezes por isso, contudo também estão longe da Mercedes e creio que é complicado lhes apontar o dedo.

 Para mim, o problema da Ferrari é estrutural. O Vettel é um grande piloto, a Ferrari uma grande marca, a estrutura anda ali a cometer muitos erros, tanto que já mudaram esta época de team manager. Veremos se atinam, a época passada conseguiram fazer uma óptima meia-época. Este ano podem nem fazer isso, isto muda rápido e é complicado estar a fazer prognósticos nesta fase com três corridas. Uma coisa sabemos, a Mercedes está óptima e as restantes correm todas atrás da Mercedes. Há cinco épocas que é assim. É tudo incompetência técnica e táctica?  >:(
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.
Podes fundamentar o que assinalei? Não tenho conhecimento disso, nem sequer que alguma equipa tenha alguma vez criticado o regulamento (eu faço-o, mas não pertenço ao circo).
A componente híbrida foi imposta pela FIA, supostamente para acompanhar a realidade comercial, não foi aberta à discussão sequer.
A FIA também queria motores de 4 cilindros, mas a Ferrari boicotou isso, por (óbvias) questões comerciais.
Metodologias híbridas há muitas. Por exemplo, o MGU-K, que já existia (e veio até a ser lançado comercialmente do LaFerrari, além de vários modelos mais comuns doutras marcas).
O que coloco (eu, sem conhecimento que haja equipas a fazê-lo também) em causa, é o MGU-H, sugerido pela Mercedes, que já o tinha na gaveta, enquanto mais ninguém tinha experiência nele.


Amigo eu não sou especialista, mas a ideia que tenho é que o MGU-H até tem sido essencia à industria automovel para os Hybridos... mas como digo, "não sou especialista"...

"Uma das novidades introduzidas em 2014 nos motores turbo-híbridos foi um sistema de recuperação de energia apelidado de MGU-H.  O componente revolucionário desta nova unidade motriz permite recuperar energia vinda  do turbo, para recarregar baterias e em situação de baixa rotação activar o turbo de forma a evitar-se o famoso “lag” dos motores turbinados.

A ideia só por si é genial, mas a sua aplicação tem sido uma constante dor de cabeça, levando a um investimento avultado por parte dos construtores para tirarem o máximo proveito do conceito. Como é um dos componentes que mais encarece a unidade motriz, os planos dos responsáveis da F1, juntamente com a FIA, é de remove-lo nos novos motores para 2021,  o que é claramente um retrocesso ao nível tecnológico, salientado por todos os responsáveis pelas marcas fabricantes de motores.

“Vamos sentir falta do MGU-H”, disse Toyoharu Tanabe, diretor técnico da Honda F1. “Ainda não decidimos tudo para 2021, , mas achamos que iremos perder o MGU-H, um peça de engenharia fantástica  e relevante para o carro de produção . Gostaríamos de manter essa tecnologia.”

Andy Cowell concordou com a afirmação do japonês e foi mais longe na explicação:

“Existem apenas quatro empresas de tecnologia que fizeram funcionar o MGU-H,. Ele contribui com 5% da eficiência térmica da unidade motriz e para compensar essa a diferença de energia que teremos para aumentar a taxa de fluxo de combustível, o que eu acho que é um passo para trás. Não é progresso, e, na minha opinião o MGHU- H deve ficar.”

A mesma opinião é transversal a todos, com Mattia Binotto  da Ferrari e Remi Taffin da Renault a expressarem o mesmo lamento pela remoção de um componente que tem tanto de complexo como de interessante, com o responsável francês a mostrar duvidas de que a medida irá tornar as performances mais equilibradas.

O MGU-H é a parte mais inovadora destas novas unidades motrizes da F1. Graças a eles, as equipas conseguem recuperar uma quantidade considerável de energia, conseguem evitar o lag do turbo, e aumentam a eficiência dos motores. Mas infelizmente além do custo e da complexidade, o MGU-H é responsável pelo som abafado que tanto entristece os fãs de F1. O Grande Circo chegou ao ponto onde tem de novamente avaliar as suas prioridades e neste caso a relação entre entretenimento e tecnologia. Claramente que nesta fase a tecnologia está a ganhar, mas aos poucos o entretenimento está a regressar e a ganhar qualidade. Os motores não são o maior problema da F1 actual (a aerodinâmica sim deve ser claramente revista) e remover o MGU-H é um passo atrás. Poderá atrair mais  construtores  mas a F1 perde um sistema que será falado (e provavelmente admirado) durante muitos anos. Ao menos as marcas terão agora dados para aplicar essa tecnologia aos carros de estrada, que é o que todos queremos. Um motor com uma eficiência de 50% seria um sonho para a maioria dos consumidores. A F1 terá cumprido o seu papel ao apresentar uma nova solução capaz de melhorar a industria automóvel. Só é pena não continuar com esse papel, com este componente."
Fonte Autosport Maio 2018



Então e quem aprovou esses regulamentos não foram as equipas anos atrás? Se isso é verdade, porque as outras equipas não fazem um boicote como se teve a esperteza de se fazer com os pneus Michelin em 2005? Isso é falta de coragem ou é o apaziguar dos outros todos relativamente a essa questão?
Quando falo em incompetência é relativamente a estes últimos anos obviamente, e acima de tudo o que se passa na Ferrari é incompetência e egocentrismo, basta ver quantas vezes mudaram de director desportivo da equipa. Mais uma vez querem colocar nas minhas palavras versões que não disse, é favor relerem o que escrevi anteriormente e perceberem qual foi o intuito.
Um piloto pode ser muitas vezes campeão, mas só percebes o talento desse piloto nas dificuldades, é a diferença entre os grandes pilotos que foram campeões e os Pilotos quem tem números de campeonatos... A grande questão é esse piloto "campeão" tem ajudado a
 evoluir a equipa ou tem ainda incendiado ainda mais o ambiente dentro dela?

 As equipas quando concordaram e aprovaram o regulamento técnico, estavam ao corrente de que a Mercedes já dominava a tecnologia e que estava dois a três anos já à frente? A sensação que fico é que a Mercedes propôs uma tecnologia que já estava a desenvolver, que já levava uns anos de investigação, sem grande conhecimento das restantes marcas, acabando as mesmas por concordar pelas potencialidades dessa tecnologia.

 Falas da Ferrari, eu falo de todas as marcas. Ninguém está próximo do trabalho mecânico da Mercedes. Estão todos ainda a investigar, a estudar, a testar, como podem ser competitivos com esta tecnologia, enquanto anda a Mercedes a evoluir apenas, a dar retoques porque tinha o trabalho de casa todo feito. Se a Ferrari tinha que já estar mais próxima da Mercedes? Sem dúvida, é a Ferrari e têm décadas de competição, têm dinheiro, têm carisma e têm qualidade. A verdade é que vemos ali um esforço enorme, cometem erros fruto de andarem no limite, de trabalharem no limite e na Formula 1, quem anda no limite está mais propenso ao erro. Também há algum amadorismo e já o critiquei. A Red-Bull é muito mais competente em termos de estratégias, já bateram a Ferrari algumas vezes por isso, contudo também estão longe da Mercedes e creio que é complicado lhes apontar o dedo.

 Para mim, o problema da Ferrari é estrutural. O Vettel é um grande piloto, a Ferrari uma grande marca, a estrutura anda ali a cometer muitos erros, tanto que já mudaram esta época de team manager. Veremos se atinam, a época passada conseguiram fazer uma óptima meia-época. Este ano podem nem fazer isso, isto muda rápido e é complicado estar a fazer prognósticos nesta fase com três corridas. Uma coisa sabemos, a Mercedes está óptima e as restantes correm todas atrás da Mercedes. Há cinco épocas que é assim. É tudo incompetência técnica e táctica?  >:(

Isso continuem os 2 a falr que estou a gostar de ouvir, já agora em 1988 era a Mclaren competente ou andava dopada? Em 1992 era a Williams uma equipa liderada por génios ou também andavam dopados?

Quem faz as regras não tem sempre a reunião com as equipas? Ou é tudo parolo?

Acho que vocês sabem ler Português e devem de ter entendido o que eu escrevi...
Como eu já tinha dito não sou a favor do que a Mercedes tira partido, mas reconheço que eles tem algum mérito no que fazem
      SPORTING mais que um clube uma Paixão!        «O SPORTING SOMOS NÓS»
Por favor lê todas as mensagens que escrevi antes e verifica lá onde eu digo que estou satisfeito pelo domino da Mercedes.
O que eu tenho criticado acima de tudo é a atitude a Ferrari, e o Facto da Ferrari ter criticado mais os regulamentos que ir em busca de uma solução. Já se sabia há muito anos (mais propriamente de 2010) que se iria mudar os motores para os V6 Turbinados com a componente Hybrida, como eu já questionei o que a Ferrari fez para ultrapassar essa dificuldade além de criticar constantemente essas regras? O Problema do Grupo FIAT é que só agora está a começar a investigar a componente eléctrica e Híbrida, até lá tinha somente pensado nos motores atmosféricos e a Diesel turbinados, a verdade é que a Mercedes já há muitos anos que investiga a componente Eléctrica. Obviamente isto nas Scuderias tem um grande impacto, enquanto numa equipa já tinhas investigadores a outra demorou muito tempo a obtê-los. Como já tinha referido anteriormente é óbvio que a Mercedes beneficiou muito das regras destes motores, mas quem votou as regras não foi a maioria das equipas em 2010? Como já se sabia há muitos anos os motores atmosféricos V8 estavam congelados e tinha de se mudar para modernizar a modalidade, qual foi a ideia da Ferrari na altura que se começou a falar disso? Manter os regulamentos na mesma nos V8 atmosféricos para "terem mais tempo", as regras novas eram para terem sido implementadas em 2012, deu-se "mais tempo" passou para 2014, porque a Ferrari assim o quis, temos tido todo este tempo para eles desenvolverem uma unidade competitiva o ano passado tinham tido um motor competitivo, mas ao longo da época a Mercedes mostrou mais capacidade e maturidade, mais uma vez dentro da Ferraria foi mostrada "incompetência" na luta pelo titulo. Este ano saiu basicamente uma evolução da unidade do ano passado, mais uma vez temos assistido a uma total incompetência e falta de orientação na Ferrari, mais uma vez a Mercedes tira partido disso... mas mais uma vez à vossa vista a Mercedes é que anda "dopada" por favor não me f******... não era mais fácil encararem a realidade e verem que a Ferrari é que está mal! Mesmo na escolha do Vettel estiveram mal, ele não é Piloto para ter um desafio destes, teriam sempre de ter um piloto mais velho (de preferência campeão) para o desenvolvimento e outro piloto jovem com valências dadas em equipas mais fracas (por exemplo o Bottas) para mim isso retiraria peso da equipa e teriam mais liberdade de experiência em pista. Agora com o investimento em Vettel é óbvio que andem na corda bamba.
Se a Mercedes tem tido influencia fora de pista com alguns "perdões", sem duvida... mas quantos anos são precisos para colmatar a influencia da Ferrari em anos anteriores?
Acima de tudo o que tem estado mal na Formula 1 é a participação de Alemães (Pilotos e equipas) nesta modalidade, toda a gente sabe que eles tem uma grande influencia no mercado Europeu, há muito que Bernie Ecclestone queria conquistar o mercado Alemão e puxa-lo para a F1 já há muito anos que sabia disso, não é por acaso que a partir de 1991 que existe um crescimento esporádico de Alemães na modalidade, e tudo isso tem tido influencia nas decisões. Como já tinha referenciado, era muito salutar deixarmos de ter esta "invasão alemã" e termos uma F1 mais pluralista.
Podes fundamentar o que assinalei? Não tenho conhecimento disso, nem sequer que alguma equipa tenha alguma vez criticado o regulamento (eu faço-o, mas não pertenço ao circo).
A componente híbrida foi imposta pela FIA, supostamente para acompanhar a realidade comercial, não foi aberta à discussão sequer.
A FIA também queria motores de 4 cilindros, mas a Ferrari boicotou isso, por (óbvias) questões comerciais.
Metodologias híbridas há muitas. Por exemplo, o MGU-K, que já existia (e veio até a ser lançado comercialmente do LaFerrari, além de vários modelos mais comuns doutras marcas).
O que coloco (eu, sem conhecimento que haja equipas a fazê-lo também) em causa, é o MGU-H, sugerido pela Mercedes, que já o tinha na gaveta, enquanto mais ninguém tinha experiência nele.

Amigo eu não sou especialista, mas a ideia que tenho é que o MGU-H até tem sido essencia à industria automovel para os Hybridos... mas como digo, "não sou especialista"...
"Uma das novidades introduzidas em 2014 nos motores turbo-híbridos foi um sistema de recuperação de energia apelidado de MGU-H.  O componente revolucionário desta nova unidade motriz permite recuperar energia vinda  do turbo, para recarregar baterias e em situação de baixa rotação activar o turbo de forma a evitar-se o famoso “lag” dos motores turbinados.
A ideia só por si é genial, mas a sua aplicação tem sido uma constante dor de cabeça, levando a um investimento avultado por parte dos construtores para tirarem o máximo proveito do conceito. Como é um dos componentes que mais encarece a unidade motriz, os planos dos responsáveis da F1, juntamente com a FIA, é de remove-lo nos novos motores para 2021,  o que é claramente um retrocesso ao nível tecnológico, salientado por todos os responsáveis pelas marcas fabricantes de motores.
“Vamos sentir falta do MGU-H”, disse Toyoharu Tanabe, diretor técnico da Honda F1. “Ainda não decidimos tudo para 2021, , mas achamos que iremos perder o MGU-H, um peça de engenharia fantástica  e relevante para o carro de produção . Gostaríamos de manter essa tecnologia.”
Andy Cowell concordou com a afirmação do japonês e foi mais longe na explicação:
“Existem apenas quatro empresas de tecnologia que fizeram funcionar o MGU-H,. Ele contribui com 5% da eficiência térmica da unidade motriz e para compensar essa a diferença de energia que teremos para aumentar a taxa de fluxo de combustível, o que eu acho que é um passo para trás. Não é progresso, e, na minha opinião o MGHU- H deve ficar.”
A mesma opinião é transversal a todos, com Mattia Binotto  da Ferrari e Remi Taffin da Renault a expressarem o mesmo lamento pela remoção de um componente que tem tanto de complexo como de interessante, com o responsável francês a mostrar duvidas de que a medida irá tornar as performances mais equilibradas.
O MGU-H é a parte mais inovadora destas novas unidades motrizes da F1. Graças a eles, as equipas conseguem recuperar uma quantidade considerável de energia, conseguem evitar o lag do turbo, e aumentam a eficiência dos motores. Mas infelizmente além do custo e da complexidade, o MGU-H é responsável pelo som abafado que tanto entristece os fãs de F1. O Grande Circo chegou ao ponto onde tem de novamente avaliar as suas prioridades e neste caso a relação entre entretenimento e tecnologia. Claramente que nesta fase a tecnologia está a ganhar, mas aos poucos o entretenimento está a regressar e a ganhar qualidade. Os motores não são o maior problema da F1 actual (a aerodinâmica sim deve ser claramente revista) e remover o MGU-H é um passo atrás. Poderá atrair mais  construtores  mas a F1 perde um sistema que será falado (e provavelmente admirado) durante muitos anos. Ao menos as marcas terão agora dados para aplicar essa tecnologia aos carros de estrada, que é o que todos queremos. Um motor com uma eficiência de 50% seria um sonho para a maioria dos consumidores. A F1 terá cumprido o seu papel ao apresentar uma nova solução capaz de melhorar a industria automóvel. Só é pena não continuar com esse papel, com este componente."
Fonte Autosport Maio 2018
Então e quem aprovou esses regulamentos não foram as equipas anos atrás? Se isso é verdade, porque as outras equipas não fazem um boicote como se teve a esperteza de se fazer com os pneus Michelin em 2005? Isso é falta de coragem ou é o apaziguar dos outros todos relativamente a essa questão?
Quando falo em incompetência é relativamente a estes últimos anos obviamente, e acima de tudo o que se passa na Ferrari é incompetência e egocentrismo, basta ver quantas vezes mudaram de director desportivo da equipa. Mais uma vez querem colocar nas minhas palavras versões que não disse, é favor relerem o que escrevi anteriormente e perceberem qual foi o intuito.
Um piloto pode ser muitas vezes campeão, mas só percebes o talento desse piloto nas dificuldades, é a diferença entre os grandes pilotos que foram campeões e os Pilotos quem tem números de campeonatos... A grande questão é esse piloto "campeão" tem ajudado a
 evoluir a equipa ou tem ainda incendiado ainda mais o ambiente dentro dela?
 As equipas quando concordaram e aprovaram o regulamento técnico, estavam ao corrente de que a Mercedes já dominava a tecnologia e que estava dois a três anos já à frente? A sensação que fico é que a Mercedes propôs uma tecnologia que já estava a desenvolver, que já levava uns anos de investigação, sem grande conhecimento das restantes marcas, acabando as mesmas por concordar pelas potencialidades dessa tecnologia.
 Falas da Ferrari, eu falo de todas as marcas. Ninguém está próximo do trabalho mecânico da Mercedes. Estão todos ainda a investigar, a estudar, a testar, como podem ser competitivos com esta tecnologia, enquanto anda a Mercedes a evoluir apenas, a dar retoques porque tinha o trabalho de casa todo feito. Se a Ferrari tinha que já estar mais próxima da Mercedes? Sem dúvida, é a Ferrari e têm décadas de competição, têm dinheiro, têm carisma e têm qualidade. A verdade é que vemos ali um esforço enorme, cometem erros fruto de andarem no limite, de trabalharem no limite e na Formula 1, quem anda no limite está mais propenso ao erro. Também há algum amadorismo e já o critiquei. A Red-Bull é muito mais competente em termos de estratégias, já bateram a Ferrari algumas vezes por isso, contudo também estão longe da Mercedes e creio que é complicado lhes apontar o dedo.
 Para mim, o problema da Ferrari é estrutural. O Vettel é um grande piloto, a Ferrari uma grande marca, a estrutura anda ali a cometer muitos erros, tanto que já mudaram esta época de team manager. Veremos se atinam, a época passada conseguiram fazer uma óptima meia-época. Este ano podem nem fazer isso, isto muda rápido e é complicado estar a fazer prognósticos nesta fase com três corridas. Uma coisa sabemos, a Mercedes está óptima e as restantes correm todas atrás da Mercedes. Há cinco épocas que é assim. É tudo incompetência técnica e táctica?  >:(
Isso continuem os 2 a falr que estou a gostar de ouvir, já agora em 1988 era a Mclaren competente ou andava dopada? Em 1992 era a Williams uma equipa liderada por génios ou também andavam dopados?
Quem faz as regras não tem sempre a reunião com as equipas? Ou é tudo parolo?
Acho que vocês sabem ler Português e devem de ter entendido o que eu escrevi...
Como eu já tinha dito não sou a favor do que a Mercedes tira partido, mas reconheço que eles tem algum mérito no que fazem
Pelos vistos eu tenho razão, afinal ninguém (do circo) se queixou do MGU-H.
Mas isso não invalida que este tenha sido proposto por quem estava mais adiantado no seu uso. Foi a FIA que impôs, desde o actual MGU-K (que já tem uns anitos), a componente híbrida. Os fabricantes de motores não tiveram argumentos contra, pois cada vez são mais os modelos de produção com essa tecnologia.

Também não concordo quando «culpas» a Ferrari pelo tempo que durou a utilização de motores V8. Tanto quanto sei, foi sempre a FIA quem o quis, até para favorecer (sem sucesso) a Cosworth. A FIA queria ressuscitar os motores cliente, para não haver tanto desnível entre quem tinha motores prõprios e quem não os tinha, daí a Cosworth ter desenvolvido um motor (primeiro V10 de 3000cc, depois V8 de 2400; a Cosworth era suposta ter muito know-how de motores V8...) V8 atmosférico. Só que esse motor nunca deu uma «para a caixa». O pai da última alteração (a da passagem para 2400cc) a esse regulamento (dos V8) até foi Ross Brawn, que não tinha então nada a ver com a Ferrari. A passagem para 2400cc destinou-se a aproveitar motores V10 de 3000cc. E inicialmente não foi nada pacífica...
(os motores vibravam bué). Note-se que os V10 de 3000cc já tinham sido uma evolução dos V10 de 3500cc, destinada a baixar as performances e os custos. Só que, motores mais pequenos com a mesma, ou mais, potência, só podia resultar em custos mais elevados... Daí a passagem para os V8 de 2400cc...
Note-se que estes eram bastante mais económicos, ou seja, o objectivo foi atingido. O que os fez durar muito tempo foi, por um lado essa economia, por outro a tentativa desesperada da FIA de favorecer a Cosworth. Isso de acusares a Ferrari de os ter favorecido é uma perfeita novidade para mim!
O que a Ferrari quer é motores que tenham alguma, por muito vaga que seja, semelhança com os que vende ao público. Por exemplo, não existem Ferrari com menos de 8 cilindros, pelo que vetaram pura e simplesmente os 4 cilindors que a FIA pretendia.

Doutra citação que fizeste, é fácil concluir que, quem gastou um balúrdio a tentar chegar perto da Mercedes, ou seja, os outros fabricantes de motores, Ferrari, Honda e Renault, devem estar todos lixados, por a fortuna que gastaram não ter servido para nada. Só podem. Andaram a gastar tempo e dinheiro para nada. Mas da tua citação não se pode, nem nada que se pareça, concluir que sejam a favor da manutenção do MGU-H!

Sem querer tirar  mérito à equipa Mercedes, note-se que quem antes dominou a F1 nunca beneficiou tanto, como é o caso actual, dos regulamentos.
Já aqui referi um caso flagrante muitíssimo semelhante, mas não foi na F1.
A única semelhança que encontro com a actualidade foi quando limitaram drasticamente os consumos dos motores V6 com compressor, através de válvulas de limitação da pressão de sobrealimentação, , altura em que a Honda esmagou a Ferrari. Mas aí foi uma simples vitória da engenharia, não tiveram culpa de se ter adaptado melhor às novas regras. A não ser que, informação que não tenho (nem nada que se pareça), tivessem sido eles a sugerir as válvulas de limitação da pressão de sobrealimentação (alguém as sugeriu, é claro).
Note-se também que na altura havia mais fabricantes de motores.

Nem quando a Renault inovou com os motores sobrealimentados (de 1400cc contra 3000cc dos outros) teve vantagem, pois, quando esses motores se impuseram, não foi a Renault quem mais venceu (o primeiro vencedor foi a BMW).
Outro paralelo que se pode fazer, mas igualmente «forçado», foi quando baniram, os motores sobrealimentados, altura em que quem veio a beneficiar numa primeira fase foi a Renault, mas aí estavam todos de acordo, os motores com turbocompressor eram caríssimos (e potentíssimos, veja-se os mais de mil cavalos teóricos da pole position de Senna no Estoril 1995).
Para fazerem uma ideia dos valores envolvidos, tenham em conta que a maioria dos V6 sobrealimentados do século passado já nem tinha cabeças separados dos blocos, porque as juntas não suportavam a pressão/compressão!
(imaginem o custo disso!)

É claro que houve outras soluções técnicas que foram sobrevivendo às mudanças de regulamentos, que eram bastante caras, como a distribuição passar a ser por «cascata de carretos», do lado do volante-motor (a BMW adoptou isso, distribuição do lado do volante-motor, em motores de produção, com um impacto desastroso nos custos de manutenção), assim como as touches das válvulas serem sofisticadíssimas (aliás, até se tentou abandonar a distribuição mecânica, a tal «cascata de carretos», por causa das rotações que se atingem  de há uns tempos a esta parte). Tudo isso é bué caro, mas não tanto como o MGU-H (e, sobretudo, o compressor integrado da Mercedes!).

Os regulamentos costumam mudar por várias razões.
Uma, que ninguém confessa, é acabar com o domínio duma marca; as principais vítimas recentes foram a Red Bull e a Ferrari (a Mercedes parece ser intocável).
Outra, a mais habitual, são os custos.
Outra é limitar as prestações, quando estas se tornam demasiado elevadas para a segurança (foi o caso dos wing cars, que mandaram quase todas as pistas para o museu).

Com os pneus «encarregados» contratualmente de limitar as prestações dos carros, a questão da segurança está, por assim dizer, «estabilizada» (acrescentaram recentemente o inestético «santo antónio», mas pouco mais), restam os custos e a falta de competitividade. E aí algo tem que ser feito, com urgência. Só que a Mercedes conseguiu manter o actual regulamente intocável até ao seu termo. Mas está quase...
« Última modificação: Abril 18, 2019, 19:07 pm por one_o_six »
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Lolol... Ao que parece, uma tampa de esgoto solta partiu o fundo do carro do Russel


Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk

Sempre Sporting!
Lolol... Ao que parece, uma tampa de esgoto solta partiu o fundo do carro do Russel


Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk



E depois quando transportavam o carro o braço hidraulico do reboque bateu numa ponte e derramou o começou a derramar óleo por cima do carro...  :wall: :wall: :wall:
Pena não ter sido o carro do Hamilton.
Reparem bem em que sector é que Hamilton foi mais rápido que Leclerc...
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
2019 Azerbaijan Grand Prix grid
Posted on 27th April 2019, 15:56 | Written by Keith Collantine

Valtteri Bottas leads the provisional grid for the 2019 Azerbaijan Grand Prix.

Row 1      1. Valtteri Bottas 1’40.495
Mercedes
2. Lewis Hamilton 1’40.554
Mercedes   
Row 2      3. Sebastian Vettel 1’40.797
Ferrari
4. Max Verstappen 1’41.069
Red Bull   
Row 3      5. Sergio Perez 1’41.593
Racing Point
6. Daniil Kvyat 1’41.681
Toro Rosso   
Row 4      7. Lando Norris 1’41.886
McLaren
8. Kimi Raikkonen 1’43.068
Alfa Romeo   
Row 5      9. Charles Leclerc No time
Ferrari
10. Carlos Sainz Jnr 1’42.398
McLaren   
Row 6      11. Daniel Ricciardo 1’42.477
Renault
12. Alexander Albon 1’42.494
Toro Rosso   
Row 7      13. Kevin Magnussen 1’42.699
Haas
14. Lance Stroll 1’42.630
Racing Point   
Row 8      15. Romain Grosjean 1’43.407
Haas
16. Nico Hulkenberg 1’43.427
Renault   
Row 9      17. George Russell 1’45.062
Williams
18. Antonio Giovinazzi* 1’42.424
Alfa Romeo   
Row 10      19. Robert Kubica 1’45.455
Williams
20. Pierre Gasly** No time
Red Bull   
*10-place grid penalty for using too many power unit elements
**Pit lane start for missing weigh bridge in practice, five-place grid penalty for gearbox change, excluded from qualifying for exceeding maximum fuel flow limit
Suponho que vão dizer que foram «tiros nos pés» que fizeram com que o melhor Ferrari ficasse atrás dos Mercedes...
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2019 Azerbaijan Grand Prix grid
Posted on 27th April 2019, 15:56 | Written by Keith Collantine

Valtteri Bottas leads the provisional grid for the 2019 Azerbaijan Grand Prix.

Row 1      1. Valtteri Bottas 1’40.495
Mercedes
2. Lewis Hamilton 1’40.554
Mercedes   
Row 2      3. Sebastian Vettel 1’40.797
Ferrari
4. Max Verstappen 1’41.069
Red Bull   
Row 3      5. Sergio Perez 1’41.593
Racing Point
6. Daniil Kvyat 1’41.681
Toro Rosso   
Row 4      7. Lando Norris 1’41.886
McLaren
8. Kimi Raikkonen 1’43.068
Alfa Romeo   
Row 5      9. Charles Leclerc No time
Ferrari
10. Carlos Sainz Jnr 1’42.398
McLaren   
Row 6      11. Daniel Ricciardo 1’42.477
Renault
12. Alexander Albon 1’42.494
Toro Rosso   
Row 7      13. Kevin Magnussen 1’42.699
Haas
14. Lance Stroll 1’42.630
Racing Point   
Row 8      15. Romain Grosjean 1’43.407
Haas
16. Nico Hulkenberg 1’43.427
Renault   
Row 9      17. George Russell 1’45.062
Williams
18. Antonio Giovinazzi* 1’42.424
Alfa Romeo   
Row 10      19. Robert Kubica 1’45.455
Williams
20. Pierre Gasly** No time
Red Bull   
*10-place grid penalty for using too many power unit elements
**Pit lane start for missing weigh bridge in practice, five-place grid penalty for gearbox change, excluded from qualifying for exceeding maximum fuel flow limit
Suponho que vão dizer que foram «tiros nos pés» que fizeram com que o melhor Ferrari ficasse atrás dos Mercedes...

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Ainda tens o dia de amanhã para tentares outra vez  :great:
      SPORTING mais que um clube uma Paixão!        «O SPORTING SOMOS NÓS»
Ainda tens o dia de amanhã para tentares outra vez  :great:
Essa não percebi.
Já agora, viste em que sector é que o melhor Ferrari perdeu para os dois Mercedes? E em que sector é que Bottas bateu toda a gente, obtendo a pole position?
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»