Auditoria de Gestão 1995-2013

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tem a ver com os terrenos que eram nossos e depois deixaram de ser

 :mrgreen:

 :great:

Penso que terá a ver com a segunda parte mencionada nesta notícia, já que à data o Bettencourt ainda não era presidente:

http://sporting.footballhome.net/arquivo/index.php?option=com_content&view=article&id=64:encaixe-de-25-milhcom-venda-de-terrenos&catid=15:clube&Itemid=35
Que raio tem o Bettencourt a ver com o pavilhão João rocha?

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Foi durante a gestão do JEB que se alcançou um acordo com CML, depois do tribunal arbitral nos ter dado razão.

Está aqui noticia do DN sobre o assunto que o JEB esclareceu nas audições com o clube.

Citar

Clube e câmara municipal vão  assinar um protocolo que permite a Bettencourt cumprir promessa de construir espaço  para as modalidades

O Sporting (SCP) abdicou de 1, 7 milhões de euros para acabar com o diferendo com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), relativo aos direitos de edificabilidade de 29 mil metros quadrados nos terrenos do antigo Estádio José Alvalade. José Eduardo Bettencourt e António Costa esperam ver o protocolo selado na quarta-feira, em reunião do executivo camarário, ao fim de uma década de impasse.

O Tribunal Arbitral deu razão aos leões no dia 15 de Setembro de 2008, condenando o município lisboeta a pagar 23, 2 milhões de euros, corresponde a 800 mil euros por cada m2 de construção (29 000 m2). Mas "por acordo posterior o SCP aceitou que o valor do m2 de construção acima do solo fosse valorizado em 725 mil euros", segundo a minuta do acordo a que o DN teve acesso.

Assim a dívida passou de 23, 2 milhões de euros para 21, 5 milhões. O clube de Alvalade vai receber 18 milhões de euros em prédios de reabilitação urbana e um terreno para construir um pavilhão gimnodesportivo nos terrenos do antigo estádio José de Alvalade. O valor do espaço para o pavilhão foi avaliado num valor superior a três milhões de euros.

O ponto sexto do protocolo diz ainda: " O referido valor de 18 milhões de euros será pago pela CML através da entrega de bens imóveis para projectos de recuperação legal e fiscalmente enquadrados no regime de reabilitação urbana, sendo o remanescente pago em numerário ao SCP, através de prestações anuais, do mesmo valor, a efectuar no prazo de três anos. Os imóveis supra referidos serão transmitidos ao SCP ou a sociedade participada que promova a sua revenda ou a fundo de investimento a constituir pelo SCP".

O presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt, vai assim cumprir a promessa feita aos sócios, ainda na campanha eleitoral, de construir um pavilhão para as modalidades do clube. E sabe o DN que o clube tem recebido várias maquetes-projectos por iniciativa de alguns sócios, interessados em contribuir para que o gimnodesportivo seja um realidade. Algo que só deve acontecer em 2011/12.

Fonte DN - 24 DE OUTUBRO DE 2009
Que raio tem o Bettencourt a ver com o pavilhão João rocha?

Também não entendi.

Alguém sabe explicar a última parte deste ponto?
"As razões para esta decisão prendem-se com a constatação de que existiu total colaboração entre as partes para o esclarecimento e alcance da verdade, tendo ainda sido aceite por parte do Dr. José Eduardo Bettencourt colaborar em tudo o que venha a verificar-se necessário para a salvaguarda, a bem do Sporting Clube de Portugal, de todas as condições associadas a tudo o que esteja relacionado com o Pavilhão João Rocha."

tem a ver com os terrenos que eram nossos e depois deixaram de ser

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Isso e que era top.

O JEB esfacalhar o Engodinho e o seu compadre (literalmente sao compadres) holandes que comprou os terrenos. e o baltazar que comprou as accoes a baixo de custo e as vendeu de volta a 2 euro cada.....

Estas sao duas situacoes q ele sabe muito bem o que se passou e como foi feito.

Recuperaar os terrenos no tribunal, e apenas um sonho, mas se e essa a ideia do presidente, siga. E tem mesmo de ficar caladinho! Se for isso, ha pelo menos duas pessoas que estao a c@g@r fininho ha 2 dias.
Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Acho que o pessoal devia aguardar por mais informações (nomeadamente em AG), pois por enquanto isso só se presta a boatos.
Já agora sobre o quem e o quando, lembro-me duma AG em que Soares Franco interveio a propósito do pavilhão, gabando-se de ter prometido, não um pavilhão, mas sim um terreno para o mesmo. Isto foi a propósito da decisão favorável ao Sporting do tribunal arbitral.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Sempre tive o JEB mais como incompetente do que como mal intencionado.

E, pelo papel a que aparentemente se dispôs neste processo, quer-me parecer que as conclusões da auditoria apontarão nesse sentido.

Mas pelo menos tem o dom de validar o trabalho desta Direção junto daqueles que diziam que o Sporting andava a fazer uma caça às bruxas.
É incompetente, mas vai entrar para administrador do novo banco.. :inde:
É incompetente, mas vai entrar para administrador do novo banco.. :inde:
E têm passado por lá alguns competentes?
Ninguém os viu...

A maior prova da incompetência dessa criatura foi no Santander. Andou anos a dizer que não podia ir para o Sporting, por ser insubstituível no Santander. Depois lá entrou para presidente do Sporting. Tudo muito bonito, mas... Quem é que o substituiu no Santander? Ninguém!
Aquilo era um mero tacho. Nem foi preciso substituí-lo.
Esse tipo chegou onde chegou graças aos padrinhos, nomeadamente um tal Vítor José Melícias Lopes. Um tal António Mota de Sousa Horta Osório também deu uma ajudinha.
« Última modificação: Setembro 16, 2017, 01:30 am por one_o_six »
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
É incompetente, mas vai entrar para administrador do novo banco.. :inde:
E têm passado por lá alguns competentes?
Ninguém os viu...

A maior prova da incompetência dessa criatura foi no Santander. Andou anos a dizer que não podia ir para o Sporting, por ser insubstituível no Santander. Depois lá entrou para presidente do Sporting. Tudo muito bonito, mas... Quem é que o substituiu no Santander? ninguém!
Aquilo era um mero tacho. Nem foi preciso substituí-lo.
Esse tipo chegou onde chegou graças aos padrinhos, nomeadamente um tal Vítor José Melícias Lopes. Um tal António Mota de Sousa Horta Osório também deu uma ajudinha.


Exatamente..E vai pro novo banco, só pra chular..
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!
Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!

Cintra Sousa?
O Sporting é um clube autofágico.
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!

Cintra Sousa?

Aos anos que esta lapa anda colada ao Sporting...
Por cada Leão que cair, outro se levantará.
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!

Cintra Sousa?

Sim KorSiam!  :great:

(ou çousa sintra o que gostares mais)
Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!

Cintra Sousa?

Sim KorSiam!  :great:

(ou çousa sintra o que gostares mais)

 :mrgreen:

(E sim, concordo. Tenho do Sousa Cintra a imagem do último presidente que passou pelo Sporting antes do actual que tinha os interesses do Clube em primeiro lugar.)
O Sporting é um clube autofágico.
Encontrei este video de uma AG do sporting de 1994, por acaso na net..



Sempre chegou avançar a dita auditoria aprovada nesta referida AG na altura? :think:

tava nebroso o DF. Espero que nao lhe tenha dado um tico.
acho que auditorias sao algo util, e deviam ser obrgatorias, no fim de cada mandato.


em relacao ao trabalho de CS, na altura, acho que erros cometidos nao teriam sido por querer comer o dele, mas devido ao seu estilo sui generis de gestao.

um self made man, que nunca percebeu nada de gestao, mas muito de negocios.

as historias do CS e das suas contratacoes, sao EPICAS!

Cintra Sousa?

Sim KorSiam!  :great:

(ou çousa sintra o que gostares mais)

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(E sim, concordo. Tenho do Sousa Cintra a imagem do último presidente que passou pelo Sporting antes do actual que tinha os interesses do Clube em primeiro lugar.)

De todos os presidentes que vi, antes do BdC gostei mais do SC pelo coracao de leao. E menos do PSL pelo tachista por definicao que sempre foi.

Portugal devia estar muito curto de pessoas pra este homem ter tido os papeis importantes que teve no pais.
Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Não sei se alguém falou disto, mas sobre Diogo Gaspar Ferreira, acho pertinente por aqui esta notícia:

Citar
Gestor sem dinheiro comprou Vale do Lobo
MP mantem acusação de que 'testa de ferro' de Sócrates e Armando Vara terão recebido um milhão  cada pelo negócio. Vara recusa falar de dinheiro a Carlos Alexandre. MP acredita que CGD pagou por um terreno 500 vezes mais

Um investimento inicial de apenas 120 mil euros emprestados por um banco foi quanto terá bastado a Diogo Gaspar Ferreira, administrador do complexo de Vale do Lobo, no Algarve, para adquirir e passar a controlar, em 2007, um dos maiores empreendimentos turísticos do país. É esta a conclusão do Ministério Público, no âmbito da Operação Marquês.

O SOL sabe que autoridades reuniram provas de que os encargos e o risco do negócio, de quase 300 milhões de euros, ficaram todos por conta da CGD. A equipa que investiga o caso estará convencida de que isso só foi possível graças a alegadas decisões políticas e de gestão de José Sócrates e de Armando Vara, que terão recebido, cada um (Sócrates, segundo o MP, através de Carlos Santos Silva), um milhão de euros de ‘luvas’.

Ouvido pelo Ministério Público sobre esta questão, Vara recusou-se a falar. Quando questionado pelo juiz Carlos Alexandre reiterou que não se pronunciaria sobre o tema do dinheiro.

Até hoje, a CGD não terá recuperado um cêntimo do capital investido e Gaspar Ferreira continua à frente do empreendimento, sendo arguido na Operação Marquês, tal como Vara, Sócrates e Santos Silva. Aliás, Vale do Lobo – do qual o banco público se tornou simultaneamente acionista e financiador, contrariando as boas práticas de gestão bancária e passando por cima de alertas internos sobre o risco da operação – é o terceiro maior devedor da Caixa.

O empreendimento representa uma fatia significativa do total de (pelo menos) dois mil milhões de euros de imparidades que o banco público tem para resolver. E as provas reunidas pelo MP apontarão para eventuais responsabilidades de Armando Vara, então vice-presidente da CGD, pela decisão de entrar num negócio duvidoso, e de José Sócrates, na altura primeiro-ministro, pela intervenção política junto da administração do banco.

Primeiro passo para aquisição do resort

Tudo começou em 2005, quando Diogo Gaspar Ferreira – através de uma offshore, a Easyview, e com um empréstimo de cerca de 120 mil euros contraído junto do BES – entrou na compra do Vale de Santo António, um baldio de 8,5 hectares ‘cercado’ por Vale do Lobo.

Esta sociedade-veículo era detida por Diogo Ferreira em apenas 10%, ficando o resto do bolo com os seus parceiros holandeses da MDC, empresa que também adquiriu os terrenos onde estava implantado o antigo estádio do Sporting, em Lisboa, quando Diogo se encontrava ligado à estrutura dirigente do clube leonino.

Para o MP, foi o primeiro passo do plano para a aquisição do maior resort de luxo do país. Este investimento ficou em carteira com o objetivo de vir a ser rentabilizado, pois a sua proximidade a Vale do Lobo tornava-o uma potencial zona de expansão do empreendimento. Em face disto, o MP conclui que o esquema final de apropriação fácil (e pouco transparente) de mais-valias já estava a ser desenhado.

Sociedade com Horta e Costa e Helder Bataglia

Por essa altura, já Vale do Lobo estava com uma débil situação financeira. Foi então que Diogo Gaspar Ferreira e um grupo de gestores que desde sempre giraram na órbita do Grupo Espírito Santo (GES) decidiram adquirir o empreendimento ao seu proprietário, o holandês Sander van Gelder.

Os parceiros de Gaspar Ferreira são Rui Horta e Costa (ex-administrador da EDP, que passou pelo UBS e o Citibank) e o seu irmão Luís Horta e Costa (administrador da Escom, a empresa do GES envolvida na intermediação da compra de submarinos pelo Estado português e que foi o principal instrumento de negócios do grupo em Angola), Pedro Neto (outro administrador da Escom) e Hélder Bataglia (presidente da Escom e arguido na Operação Marquês, detentor das offshores por onde circularam os 20 milhões de euros de alegadas ‘luvas’ que Ricardo Salgado, segundo o MP, terá pago a Sócrates, através de Santos Silva, em troca de decisões na PT favoráveis ao GES).

Os cinco constituíram a Turpart, que, em finais de 2006, com apenas seis milhões de euros, investiu no negócio de Vale do Lobo, através de um veículo denominado Resortpart, ficando com 75% do empreendimento.

A CGD surge no negócio de forma surpreendente, investindo através da Wolfpart (sociedade detida a 100% pelo banco público) os restantes 25%, apesar de suportar a quase totalidade do investimento.

Neste negócio, a Caixa começa por ter de mobilizar capitais no montante de 194 milhões de euros. E, segundo os investigadores, foi até preciso Armando Vara mandar desbloquear mais dois milhões para que se pudesse fazer a escritura, pois os acionistas da Turpart não tinham dinheiro (ou não o quiseram gastar) para pagar os respetivos impostos nem os advogados e consultores envolvidos.

Acresce que aos acionistas da Turpart não terá sido exigida qualquer garantia pessoal nem responsabilidade adicional, apesar de serem os principais beneficiários do projeto, uma vez que detinham o grosso do negócio.

Avaliações empoladas e alertas de risco ignorados

Por outro lado, defende o MP, foram ignorados pareceres internos dos serviços da CGD sobre os riscos da operação, nomeadamente quanto à necessidade de sindicar a dívida de Vale do Lobo, para que não fosse a Caixa a única a assumir os riscos do projeto. Mas o banco público acabou mesmo por assumir sozinho toda a operação, sendo esta descrita internamente por Armando Vara junto do Conselho Alargado de Crédito do banco como um negócio potencialmente muito rentável, não havendo nenhuma vantagem em repartir a dívida, tendo em conta os elevados lucros que iria obter.

Para reforçar este otimismo, consideram os investigadores, havia um business plan dos empreendedores que concluía que o investimento seria uma grande aposta, sendo possível atingir os níveis previstos de vendas de lotes e de casas. Os anos que se seguiram vieram contrariar o cenário traçado: nunca Vale do Lobo conseguiu cumprir o serviço da dívida, tendo sido necessário recorrer a uma restruturação da mesma.

Mais de 60 milhões pelo terreno que custou 120 mil

Mais tarde, em 2007, a CGD ainda financiaria uma segunda operação, aparentemente para expandir a atividade para terrenos contíguos. Segundo a investigação, isto já estava na mesa com a operação de compra feita dois anos antes: cerca de 60 milhões de euros para Vale do Lobo comprar à Easyview, a offshore de Gaspar Ferreira, o Vale de Santo António – o tal baldio de 8,5 hectares onde aquele investira 120 mil euros. Desta forma, passados apenas dois anos, a Easyview multiplicou 500 vezes o seu valor, estando Diogo Gaspar Ferreira simultaneamente na posição de vendedor e comprador – mas a apropriar-se da gigantesca valorização construída num curto período de tempo.

Tudo isto resultou em elevadas imparidades para a CGD: cerca de 260 milhões de euros, para além dos juros não recebidos.

Paralelamente, o MP defende que foram pagos dois milhões de euros em contrapartidas: metade para o decisor político (José Sócrates) e outra para o decisor bancário (Vara).

‘Luvas’ através da conta de Joaquim Barroca

Para arranjar capital para distribuir as ‘luvas’, segundo a acusação, entrou em cena um milionário holandês que comprara um lote de terreno em Vale do Lobo. Em depoimento perante o MP já prestado no processo, Jeroen Van Dooren revelou que, como pretendia construir a casa segundo um projeto de arquitetura próprio e através de uma construtora da sua confiança, o administrador de Vale do Lobo, Gaspar Ferreira, exigiu-lhe que pagasse um valor extra de dois milhões de euros. Isto apesar de já ter pago 4,3 milhões pelo lote, em 2008.

Além disso, foi-lhe indicada uma conta específica para a qual deveria fazer a transferência – pertencendo essa conta a uma pessoa que lhe era desconhecida, mas que o MP diz ser Joaquim Barroca, o vice-presidente do Grupo Lena (do qual fez parte Carlos Santos Silva).

Pelos dados bancários já constantes do processo, o MP verificou que esses dois milhões de euros saíram das contas do cidadão holandês para uma conta na Suíça de Joaquim Barroca, acabando por chegar à esfera de Santos Silva (para o MP, ‘testa de ferro’ de José Sócrates) e a Armando Vara, em partes iguais. No total, as alegadas ‘luvas’ foram pagas em três tranches, entre 2007 e 2008.

https://sol.sapo.pt/artigo/547122/gestor-sem-dinheiro-comprou-vale-do-lobo-
Que raio tem o Bettencourt a ver com o pavilhão João rocha?

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Foi durante a gestão do JEB que se alcançou um acordo com CML, depois do tribunal arbitral nos ter dado razão.

Está aqui noticia do DN sobre o assunto que o JEB esclareceu nas audições com o clube.

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Clube e câmara municipal vão  assinar um protocolo que permite a Bettencourt cumprir promessa de construir espaço  para as modalidades

O Sporting (SCP) abdicou de 1, 7 milhões de euros para acabar com o diferendo com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), relativo aos direitos de edificabilidade de 29 mil metros quadrados nos terrenos do antigo Estádio José Alvalade. José Eduardo Bettencourt e António Costa esperam ver o protocolo selado na quarta-feira, em reunião do executivo camarário, ao fim de uma década de impasse.

O Tribunal Arbitral deu razão aos leões no dia 15 de Setembro de 2008, condenando o município lisboeta a pagar 23, 2 milhões de euros, corresponde a 800 mil euros por cada m2 de construção (29 000 m2). Mas "por acordo posterior o SCP aceitou que o valor do m2 de construção acima do solo fosse valorizado em 725 mil euros", segundo a minuta do acordo a que o DN teve acesso.

Assim a dívida passou de 23, 2 milhões de euros para 21, 5 milhões. O clube de Alvalade vai receber 18 milhões de euros em prédios de reabilitação urbana e um terreno para construir um pavilhão gimnodesportivo nos terrenos do antigo estádio José de Alvalade. O valor do espaço para o pavilhão foi avaliado num valor superior a três milhões de euros.

O ponto sexto do protocolo diz ainda: " O referido valor de 18 milhões de euros será pago pela CML através da entrega de bens imóveis para projectos de recuperação legal e fiscalmente enquadrados no regime de reabilitação urbana, sendo o remanescente pago em numerário ao SCP, através de prestações anuais, do mesmo valor, a efectuar no prazo de três anos. Os imóveis supra referidos serão transmitidos ao SCP ou a sociedade participada que promova a sua revenda ou a fundo de investimento a constituir pelo SCP".

O presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt, vai assim cumprir a promessa feita aos sócios, ainda na campanha eleitoral, de construir um pavilhão para as modalidades do clube. E sabe o DN que o clube tem recebido várias maquetes-projectos por iniciativa de alguns sócios, interessados em contribuir para que o gimnodesportivo seja um realidade. Algo que só deve acontecer em 2011/12.

Fonte DN - 24 DE OUTUBRO DE 2009


Grande antónio costa, com os lampiões deixa passar 4,6M€ no museu Cosme Damião para os bolsos dessas bestas corruptas, mas para o Sporting, mão de ferro, querem negócio para o pavilhão? Abdiquem de mais de 1M€...
"If you can survive disappointment, nothing can beat you."

(...) But my dreams have been stolen away.