O que é que lêem, nestas noites...?

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 Livro muito pequeno, que resume os sinais que foram aparecendo no século passado quando o fascismo nos entrou pela porta a dentro. Interessante. Eu somente discordo do nome. Bem que podia ser "O Eterno Retorno do Extremismo Político.".

Eu diria mais , não se deve alimentar o urso que ele volta sempre.



E quem andou a alimentar o urso , foram as elites políticas corruptas , que se julgavam donas do poder , a gozar o pagode a governar só para si próprias e o povo que se lixasse.

Luis XVI e Maria Antonieta over again.
Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Roma? Leiam Cícero. Não sei se existe em português. Duvido.
Ficção? The First Man in Rome. Já vi pelo menos o primeiro volume em português.

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Infinite Crisis Omnibus
 Mais um livro sobre filosofia política, que tenho estado a ler. Desobediência Civil. A Vida sem Princípios. A Escravatura no Massachusetts. Em Defesa do Capitão John Brown. Caminhar. São estes os ensaios do próximo livro que vou ler, do Henry David Thoreau.

 

 
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Roma? Leiam Cícero. Não sei se existe em português. Duvido.
Ficção? The First Man in Rome. Já vi pelo menos o primeiro volume em português.

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Infinite Crisis Omnibus


Esse gajo fartou-se de injuriar o Marco António...
"É fraqueza entre ovelhas ser Leão." (Lusíadas, I-68)


Mais de 13 séculos de escravatura árabe sobre a África negra e rotas de "exportação" para todo o mundo islamizado... Já li cerca de um terço...

Pena o Cassius Clay não ter tido conhecimento desta realidade antes de mudar para Mohamed Ali...  :whistle:
"É fraqueza entre ovelhas ser Leão." (Lusíadas, I-68)
Estou já quase no fim deste livro:



Mas posso desde já avaliá-lo... eu que não sou muito deste tipo de livros de auto-ajuda e tretas afins, posso afirmar que este é provavelmente o único livro de auto-ajuda que qualquer um de vós irá precisar ao longo da vida (a alternativa é um bom psico-terapeuta ;D, um dos poucos investimentos com retorno garantido para a vida).

Recomendo a leitura em inglês, porque muitas passagens não conseguem ser retratadas fielmente com vocabulário não-inglês. A bookdepository tem o livro bastante barato, 15 euros ou assim (e toda a gente sabe que os portes são gratuitos).
 Um pouco de literatura para intervalar com os livros de psicologia política.

 O Factor Humano, de Graham Greene.

 
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Estou já quase no fim deste livro:



Mas posso desde já avaliá-lo... eu que não sou muito deste tipo de livros de auto-ajuda e tretas afins, posso afirmar que este é provavelmente o único livro de auto-ajuda que qualquer um de vós irá precisar ao longo da vida (a alternativa é um bom psico-terapeuta ;D, um dos poucos investimentos com retorno garantido para a vida).

Recomendo a leitura em inglês, porque muitas passagens não conseguem ser retratadas fielmente com vocabulário não-inglês. A bookdepository tem o livro bastante barato, 15 euros ou assim (e toda a gente sabe que os portes são gratuitos).

Boa dica , já tinha tropeçado nesse livro nalgum lado , mas passou-me completamente ao lado ,a ver se o adquiro.
Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Como a acção dos media , as modas , a cultura do momento , e o alarmismo daí criado , podem transformar simples crimes violentos numa epidemia , levando mais malucos à acção.



Isso está a acontecer por exemplo neste momento em Portugal com a violência doméstica e na Inglaterra com os esfaqueamentos.
Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Neste momento estou a ler a saga completa das Crónicas de Gelo e Fogo aka Guerra dos Tronos...prefiro os livros, são muito mais detalhados, como é obvio, e parece que a direção do erredo faz mais sentido....
- Infinite Crisis Omnibus

- Gorbachev, A Biografia (típicamente portuguesa, com erros de ortografia um pouco por toda a obra, e só vou na página 200 e tal, faltam 500 e tal)

- Fascist Voices: An Intimate History of Mussolini's Italy
« Última modificação: Março 13, 2019, 11:47 am por Chev Chelios »
Neste momento estou a ler a saga completa das Crónicas de Gelo e Fogo aka Guerra dos Tronos...prefiro os livros, são muito mais detalhados, como é obvio, e parece que a direção do erredo faz mais sentido....

Tenciono ler isso no dia em que saia o último livro, se chegar a sair sequer, não vou ler para depois ficar por acabar.
@Paracelsus boa dica! ja vou no segundo livro e nao da pra pousar, dou comigo a ler no jardim ao almoço em vez de andar aqui... :)



Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Estou já quase no fim deste livro:



Mas posso desde já avaliá-lo... eu que não sou muito deste tipo de livros de auto-ajuda e tretas afins, posso afirmar que este é provavelmente o único livro de auto-ajuda que qualquer um de vós irá precisar ao longo da vida (a alternativa é um bom psico-terapeuta ;D, um dos poucos investimentos com retorno garantido para a vida).

Recomendo a leitura em inglês, porque muitas passagens não conseguem ser retratadas fielmente com vocabulário não-inglês. A bookdepository tem o livro bastante barato, 15 euros ou assim (e toda a gente sabe que os portes são gratuitos).

É curioso que não acho piada nenhuma a livros de auto-ajuda, mas comecei a ler o livro quando vou para o trabalho e é muito interessante.
@Paracelsus boa dica! ja vou no segundo livro e nao da pra pousar, dou comigo a ler no jardim ao almoço em vez de andar aqui... :)





Assumo que estejas a referir-te à saga Red Rising, certo?

Se for, sim, não dá pra parar, um gajo fica viciado naquilo, ainda por cima quando achas que já viste tudo, lá vem mais uma batalha/episódio épico/espectacular e coiso, e depois as personagens acabam sempre em situacões impossíveis em que dizes "agora é que é, está tudo f*****" e depois não sei como e lá ganham energia/tomates/whatever e lá se desenmerdam.
@Paracelsus boa dica! ja vou no segundo livro e nao da pra pousar, dou comigo a ler no jardim ao almoço em vez de andar aqui... :)





Assumo que estejas a referir-te à saga Red Rising, certo?

Se for, sim, não dá pra parar, um gajo fica viciado naquilo, ainda por cima quando achas que já viste tudo, lá vem mais uma batalha/episódio épico/espectacular e coiso, e depois as personagens acabam sempre em situacões impossíveis em que dizes "agora é que é, está tudo f*****" e depois não sei como e lá ganham energia/tomates/whatever e lá se desenmerdam.

Isso! nao da pra adivinhar o que se vai passar :) É tudo muito imediato. Sem tempo pra processares antes que uma nova situacao tome conta da narrativa. Gosto do estilo.

Em terra de olho, quem tem cego... Errei!
Em principio o proximo será este:

 Terminado o Factor Humano, de Graham Greene. Um manual de espionagem.

 Voltar novamente ao Philip Roth.

 
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Em principio o proximo será este:



Li esse livro há pouco tempo. Foi o último sobre a Revolução Francesa que li (sou um apaixonado do evento e já li praticamente tudo o que de célebre foi publicado sobre a mesma; tento ler um livro novo por ano e já tenho o próximo escolhido e guardado para ser lido no Verão). Li-o algo desconfiado, dado que o autor é conhecido por escrever livros de história para as massas, de consumo rápido (tipo de literatura que parece estar a crescer em Portugal).
É um livro que não adopta o estilo típico de livros que procuram pintar um determinado evento e contém um número impressionante de factos e curiosidades que eu não vi escritas nas outras obras. É para as massas e pressupõe que o leitor sabe muito pouco sobre tudo, basicamente.
Se o Taleb acha o Reflexões enfadonho (não percebo a razão que leva alguém a tentar compreender a RF através de Burke, sinceramente), convido-o a tentar ler uma das obras mais famosas sobre o evento, a de Thomas Carlyle, escrito num inglês à James Boswell, quase 1000 páginas, ancorado num estilo que já não existe (analogias a torto e direito, referências culturais, diálogos, uma qualidade e profundidade descritivas esticadas ao máximo, etc.). Eu li Carlyle simultaneamente desconfortável e boquiaberto.

As obras sobre a RF que tenho:
Cidadãos, de Simon Schama (crítico)
Liberty or Death, The French Revolution, de Peter Mcphee (apologista)
The Oxford History of the French Revolution, de William Doyle (crítico)
O Livro Negro da Revolução Francesa, de vários autores (lol)
The French Revolution & What Went Wrong, de Stephen Clarke (crítico)
The French Revolution: A History, de Thomas Carlyle (assim-assim)
The French Revolution, de Christopher Hibbert (crítico)

E o tal que está aqui e que vou ler no Verão:
A People's History of The French Revolution, de Eric Hazan (apologista). A minha experiência com livros do tipo "People's history" é péssima (a maioria dos autores deste tipo de obras é ou abertamente marxista, ou marxista no armário), mas eu gosto de conhecer todos os pontos de vista disponíveis.
« Última modificação: Março 19, 2019, 23:31 pm por Chev Chelios »
Em principio o proximo será este:



Li esse livro há pouco tempo. Foi o último sobre a Revolução Francesa que li (sou um apaixonado do evento e já li praticamente tudo o que de célebre foi publicado sobre a mesma; tento ler um livro novo por ano e já tenho o próximo escolhido e guardado para ser lido no Verão). Li-o algo desconfiado, dado que o autor é conhecido por escrever livros de história para as massas, de consumo rápido (tipo de literatura que parece estar a crescer em Portugal).
É um livro que não adopta o estilo típico de livros que procuram pintar um determinado evento e contém um número impressionante de factos e curiosidades que eu não vi escritas nas outras obras. É para as massas e pressupõe que o leitor sabe muito pouco sobre tudo, basicamente.
Se o Taleb acha o Reflexões enfadonho (não percebo a razão que leva alguém a tentar compreender a RF através de Burke, sinceramente), convido-o a tentar ler uma das obras mais famosas sobre o evento, a de Thomas Carlyle, escrito num inglês à James Boswell, quase 1000 páginas, ancorado num estilo que já não existe (analogias a torto e direito, referências culturais, diálogos, uma qualidade e profundidade descritivas esticadas ao máximo, etc.). Eu li Carlyle simultaneamente desconfortável e boquiaberto.

As obras sobre a RF que tenho:
Cidadãos, de Simon Schama (crítico)
Liberty or Death, The French Revolution, de Peter Mcphee (apologista)
The Oxford History of the French Revolution, de William Doyle (crítico)
O Livro Negro da Revolução Francesa, de vários autores (lol)
The French Revolution & What Went Wrong, de Stephen Clarke (crítico)
The French Revolution: A History, de Thomas Carlyle (assim-assim)
The French Revolution, de Christopher Hibbert (crítico)

E o tal que está aqui e que vou ler no Verão:
A People's History of The French Revolution, de Eric Hazan (apologista). A minha experiência com livros do tipo "People's history" é péssima (a maioria dos autores deste tipo de obras é ou abertamente marxista, ou marxista no armário), mas eu gosto de conhecer todos os pontos de vista disponíveis.


Pois, eu quando fui pesquisar o background do Stephen Clarke fiquei um bocado à toa porque só tinha escrito livros "cómicos". Mas como o feedback é bom vou ver isso.

Boa lista, a ver se leio o liberty or dead, que acho que é o mais conhecido dos pro-revolução, para também ver o que dizem os apologistas.

Entretanto comecei a ler 48 laws of power. Agradavelmente surpreendido, já me falam neste livro aos anos mas pensava que era uma grande tanga. Está a ser uma boa leitura, apesar de algumas coisas chocarem com valores morais básicos.