Política Nacional

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Eu acho que numa geração mais qualificada e informada, muito dificilmente partidos como o BE ou a CDU têm futuro neste País. A não ser que venha aí outra crise e consigam mais uma vez colher o voto de protesto.

Qualquer pessoa com 2 dedos de testa que leia as ideias deles e ache que aquilo é o futuro de um país de forma consciente, é porque o tico e o teco não jogam muito bem lá dentro.

Então quando a sociedade for mais "qualificada" e "informada", votar-se-á em quem? CDS, PSD? PNR?



Em acho que numa geração mais qualificada e informada, muito dificilmente partidos como o BE ou a CDU têm futuro neste País. A não ser que venha aí outra crise e consigam mais uma vez colher o voto de protesto.

Qualquer pessoa com 2 dedos de testa que leia as ideias deles e ache que aquilo é o futuro de um país de forma consciente, é porque o tico e o teco não jogam muito bem lá dentro.

Então quando a sociedade for mais "qualificada" e "informada", votar-se-á em quem? CDS, PSD? PNR?



Eu nenhum dos atuais partidos com assento parlamentar :)

Mas mal por mal, uma pessoa que vote no PS ou no PSD e até no CDS eu ainda consigo perceber. Agora no BE/PCP já me transcende.


Eu acho que numa geração mais qualificada e informada, muito dificilmente partidos como o BE ou a CDU têm futuro neste País. A não ser que venha aí outra crise e consigam mais uma vez colher o voto de protesto.

Qualquer pessoa com 2 dedos de testa que leia as ideias deles e ache que aquilo é o futuro de um país de forma consciente, é porque o tico e o teco não jogam muito bem lá dentro.

Então quando a sociedade for mais "qualificada" e "informada", votar-se-á em quem? CDS, PSD? PNR?

Votamos no PCTP-MRPP, já tivemos 2 anos de marxismo-leninismo à portuguesa porque não experimentar o modelo Maoista? :)

Mas mal por mal, uma pessoa que vote no PS ou no PSD e até no CDS eu ainda consigo perceber. Agora no BE/PCP já me transcende.

Consegues perceber?  :lol: considerando o histórico de governação deste país, sempre levado a cabo pelos três, quem não consegue perceber como é que ainda há quem vote neles sou eu  :lol:

O mesmo se aplica aos outros dois, que mesmo nunca tendo governado directamente os sinais que dão é de não serem muito diferentes, têm as suas próprias agendas e clientelas, o eleitor que se lixe.
Aonde anda , o SOS Racismo ?





Vieira 04/04/2017

" Lentamente temos estado a colaborar em unir o Sporting. Vamos ignora lo " em relação a Bruno de Carvalho.

"Brunismo" expressão usada 1º por Pedro Guerra no Prolongamento.
Aonde anda , o SOS Racismo ?







Não deixei de me rir com essa do bacteriologicamente puro :D

Que personagem...
Mais do mesmo.

 É onde estão concentrados os votos.

 É fácil. O PS nisto é bom.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Mais do mesmo.



Dizes bem, mais do mesmo (mesma inaptidão para lidar com o problema que todos os outros partidos). Acho que é óbvio para mim e pra ti e pra toda a gente que aqui o problema é a distância. Qual é o sentido de alguém que recebe 700€ mensais trabalhar a 50 km do emprego? Ou arranja trabalho mais perto de onde mora ou passa a morar mais perto do emprego e já não paga tanto de transporte. Agora querer que toda a gente pague o mesmo de imposto com o transporte para o local de trabalho quer more a 20km do mesmo quer trabalhe em Viana do Castelo e more em Beja, isso sim é que seria verdadeiro “socialismo”.
Mais do mesmo.



Dizes bem, mais do mesmo (mesma inaptidão para lidar com o problema que todos os outros partidos). Acho que é óbvio para mim e pra ti e pra toda a gente que aqui o problema é a distância. Qual é o sentido de alguém que recebe 700€ mensais trabalhar a 50 km do emprego? Ou arranja trabalho mais perto de onde mora ou passa a morar mais perto do emprego e já não paga tanto de transporte. Agora querer que toda a gente pague o mesmo de imposto com o transporte para o local de trabalho quer more a 20km do mesmo quer trabalhe em Viana do Castelo e more em Beja, isso sim é que seria verdadeiro “socialismo”.

Falhaste completamento o ponto. Com isso concordo eu.

A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Medida puramente eleitoralista de um governo que nada reformou e só sabe distribuir migalhas.

EDIT:

Estes gajos não têm mesmo vergonha nenhuma. Já são quantos familiares e amigos no governo e nomeados? 40? Isto é pior que um país de 3º mundo.

Citar
mais um caso de uma nomeação governamental que se cruza com relações familiares socialistas. Mafalda Serrasqueiro, casada com o deputado e ex-secretário-geral da JS Pedro Delgado Alves e filha do antigo parlamentar Fernando Serrasqueiro (um dos homens mais próximos de José Sócrates), foi designada chefe de gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa, Luís Goes Pinheiro.

http://visao.sapo.pt/actualidade/portugal/2019-03-22-Mais-uma-mulher-de-um-jovem-turco-do-PS-nomeada-para-o-Governo

Portugal é do PS. Estes gajos fazem o que querem.
« Última modificação: Março 23, 2019, 09:06 am por Hayek »
Dizes bem, mais do mesmo (mesma inaptidão para lidar com o problema que todos os outros partidos). Acho que é óbvio para mim e pra ti e pra toda a gente que aqui o problema é a distância. Qual é o sentido de alguém que recebe 700€ mensais trabalhar a 50 km do emprego? Ou arranja trabalho mais perto de onde mora ou passa a morar mais perto do emprego e já não paga tanto de transporte. Agora querer que toda a gente pague o mesmo de imposto com o transporte para o local de trabalho quer more a 20km do mesmo quer trabalhe em Viana do Castelo e more em Beja, isso sim é que seria verdadeiro “socialismo”.

 Uma resposta à António Costa.

 Estamos somente a beneficiar um modelo de mobilidade entre o ponto A e o ponto B. Seria mais justo distribuir esses benefícios para toda a mobilidade, seja feita por transportes públicos, seja feita por veículo próprio. Haveria equitatividade nas decisões. Até gostava que fossem mais a fundo na questão da mobilidade sem ser ficar pela redução do custo dos passes sociais, mas como é uma decisão meramente eleitoralista, nada mais haveria a esperar.

 As pessoas trabalham onde há trabalho. Vivem onde podem viver. Muitas vezes isso representa estar a 30 / 40 / 50Km do local de trabalho, veja-se o caso dos professores que estão normalmente em mobilidade. Vamos lhes dizer para comprarem casa mais perto? Vamos lhes dizer para arrendarem, com o custo que isso representa, uma habitação mais perto? E eu sei que estes ganham mais de 700€ mensais, mas podem bem estar ali nos 800€ a 900€.

 Se é para distribuir, para beneficiar, então convém que chegamos ao maior número de cidadãos possíveis. Contudo, o que vemos, é um benefício claro dos cidadãos que habitam onde estão concentrados um grande número de votos.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Se o objectivo é esse então o exemplo é ridículo, porque o foco estar em quem se da ao luxo de trabalhar a 50km do local de trabalho sem ter qualquer tipo de transporte até lá sem ser o carro e só receber 700€ por mês é simplesmente uma má decisão de vida, com muitos ou poucos impostos sobre o combustível.

Por que não dizem que não concordam com os impostos sobre combustíveis porque da desvantagem na praticalidade do dia-a-dia a quem faz a sua vida fora das cidades onde tudo está à distância de carro e não a pé ou de outro transporte.
 As pessoas trabalham onde há trabalho. Vivem onde podem viver. Muitas vezes isso representa estar a 30 / 40 / 50Km do local de trabalho, veja-se o caso dos professores que estão normalmente em mobilidade. Vamos lhes dizer para comprarem casa mais perto? Vamos lhes dizer para arrendarem, com o custo que isso representa, uma habitação mais perto? E eu sei que estes ganham mais de 700€ mensais, mas podem bem estar ali nos 800€ a 900€.

 Se é para distribuir, para beneficiar, então convém que chegamos ao maior número de cidadãos possíveis. Contudo, o que vemos, é um benefício claro dos cidadãos que habitam onde estão concentrados um grande número de votos.

Sim, vamos dizer-lhes para comprarem casa mais perto ou para arranjarem trabalho mais perto de casa.

Isto não funciona como dizes. A malta que vive em Lagos não pode esperar ser compensada ou pagar o mesmo para se deslocar se trabalhar no Porto em vez de Portimão. Segundo a tua lógica, ah e tal tenho casa em Lagos e pronto. Tenho um emprego no Porto e pronto, o estado que se desenmerde e me crie as condições para eu ganhar o suficiente e não o gastar na mobilidade.

Pois, Portugal deve ser um bicho especial em que a lógica aplicada tem de ser diferente da de todos os outros países.
Sim, vamos dizer-lhes para comprarem casa mais perto ou para arranjarem trabalho mais perto de casa.

Isto não funciona como dizes. A malta que vive em Lagos não pode esperar ser compensada ou pagar o mesmo para se deslocar se trabalhar no Porto em vez de Portimão. Segundo a tua lógica, ah e tal tenho casa em Lagos e pronto. Tenho um emprego no Porto e pronto, o estado que se desenmerde e me crie as condições para eu ganhar o suficiente e não o gastar na mobilidade.

Pois, Portugal deve ser um bicho especial em que a lógica aplicada tem de ser diferente da de todos os outros países.

 Bem, entretanto o Porto aproximou-se consideravelmente de Lagos. Estávamos a falar de distâncias até 50km e tu sacas de um exemplo de mais de 500km. O que é defendido é uma distribuição mais justa nos apoios para a mobilidade. Porque é que quem se desloca com o seu veículo próprio tem que ser prejudicado em relação a quem se movimenta num transporte público? Ou estamos a beneficiar todos os que se movem ou então estamos a beneficiar só quem usa os transportes públicos, distribuindo esses custos por todos.

 Isto foi uma medida eleitoralista, nem vale a pena pensar estruturalmente sobre a mesma porque ninguém a tomou com esse propósito. O que eu quero é que o Estado quando decide distribuir benefícios o faça de uma forma equilibrada e o mais equitativa possível, nunca beneficiando quem possa lhe dar mais uns quantos votos.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Já agora, eu conheço bem o exemplo Setúbal - Lisboa, uma vez que vivi a vida de jovem quase toda em Setúbal. A vantagem de Setúbal é que está a uma distância que não é demasiado longa de Lisboa para lá ir com alguma frequência e o problema de Setúbal é exactamente o mesmo, está a uma distância que é demasiado longa para ser feita todos os dias.

A não ser que se tenha um ordenado suficientemente elevado para um gajo não se importar com o tempo de commute ou o que se paga em transportes/carro mais portagens, então é uma vida lixada... mais vale ir para mais perto de Lisboa na margem sul ou mudar para a margem norte ou arranjar emprego na área de Setúbal/margem sul.
Sim, vamos dizer-lhes para comprarem casa mais perto ou para arranjarem trabalho mais perto de casa.

Isto não funciona como dizes. A malta que vive em Lagos não pode esperar ser compensada ou pagar o mesmo para se deslocar se trabalhar no Porto em vez de Portimão. Segundo a tua lógica, ah e tal tenho casa em Lagos e pronto. Tenho um emprego no Porto e pronto, o estado que se desenmerde e me crie as condições para eu ganhar o suficiente e não o gastar na mobilidade.

Pois, Portugal deve ser um bicho especial em que a lógica aplicada tem de ser diferente da de todos os outros países.

 Bem, entretanto o Porto aproximou-se consideravelmente de Lagos. Estávamos a falar de distâncias até 50km e tu sacas de um exemplo de mais de 500km. O que é defendido é uma distribuição mais justa nos apoios para a mobilidade. Porque é que quem se desloca com o seu veículo próprio tem que ser prejudicado em relação a quem se movimenta num transporte público? Ou estamos a beneficiar todos os que se movem ou então estamos a beneficiar só quem usa os transportes públicos, distribuindo esses custos por todos.

 Isto foi uma medida eleitoralista, nem vale a pena pensar estruturalmente sobre a mesma porque ninguém a tomou com esse propósito. O que eu quero é que o Estado quando decide distribuir benefícios o faça de uma forma equilibrada e o mais equitativa possível, nunca beneficiando quem possa lhe dar mais uns quantos votos.

E por que é que quem usa carro não há-de ser prejudicado em relação a quem usa transporte? Mas tanta conversa com o não sei quê do ambiente e depois criticam-se medidas de carácter ambientalista (não vou entrar na conversa da utilização real desses recursos posteriormente)? Até parece que Portugal é um país gigantesco onde se tem obrigatoriamente de percorrer grandes distâncias a toda a hora.

Sabes o que é? Os portugueses estão mal habituados, é o que é. Eu sei que se calhar este statement não entra verdadeiramente porque às vezes é preciso estar de fora um tempo até isto entrar, mas é como os franceses que também estão (ou estavam) mal habituados (em relação a outros aspectos, claro) e vão ter de acordar para a realidade.
A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Se o objectivo é esse então o exemplo é ridículo, porque o foco estar em quem se da ao luxo de trabalhar a 50km do local de trabalho sem ter qualquer tipo de transporte até lá sem ser o carro e só receber 700€ por mês é simplesmente uma má decisão de vida, com muitos ou poucos impostos sobre o combustível.

Por que não dizem que não concordam com os impostos sobre combustíveis porque da desvantagem na praticalidade do dia-a-dia a quem faz a sua vida fora das cidades onde tudo está à distância de carro e não a pé ou de outro transporte.

Continuas sem ver o ponto e tens um completo desconhecimento da realidade portuguesa e da quantidade de pessoas que usam o carro para fazer distancias de 20/30km para cima a ir para o trabalho.

Isto para não falar que o metro de lisboa já é caótico. Quero ver como fica agora com o aumento de procura.
A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Se o objectivo é esse então o exemplo é ridículo, porque o foco estar em quem se da ao luxo de trabalhar a 50km do local de trabalho sem ter qualquer tipo de transporte até lá sem ser o carro e só receber 700€ por mês é simplesmente uma má decisão de vida, com muitos ou poucos impostos sobre o combustível.

Por que não dizem que não concordam com os impostos sobre combustíveis porque da desvantagem na praticalidade do dia-a-dia a quem faz a sua vida fora das cidades onde tudo está à distância de carro e não a pé ou de outro transporte.

Continuas sem ver o ponto e tens um completo desconhecimento da realidade portuguesa e da quantidade de pessoas que usam o carro para fazer distancias de 20/30km para cima a ir para o trabalho.

Isto para não falar que o metro de lisboa já é caótico. Quero ver como fica agora com o aumento de procura.

São muitas? São... demasiadas. Estão mal habituados. Existe uma razão que faz as pessoas procurarem casa perto das zonas com estação de metro ou autocarro ou etc de onde se possam daí deslocar para o emprego (se este for numa grande cidade), em Portugal e em todo o lado.

Sobre o metro sobrelotado, isso é um problema de quem gere a empresa. Se calhar os bilhetes e passes são demasiado baratos ou se calhar já faziam estações mais funcionais e menos “obra de arte” (só que fica bem também para a malta se pavonear aos turistas de possuírem um metro com tal beleza nas suas estações ;D).
A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Se o objectivo é esse então o exemplo é ridículo, porque o foco estar em quem se da ao luxo de trabalhar a 50km do local de trabalho sem ter qualquer tipo de transporte até lá sem ser o carro e só receber 700€ por mês é simplesmente uma má decisão de vida, com muitos ou poucos impostos sobre o combustível.

Por que não dizem que não concordam com os impostos sobre combustíveis porque da desvantagem na praticalidade do dia-a-dia a quem faz a sua vida fora das cidades onde tudo está à distância de carro e não a pé ou de outro transporte.

Continuas sem ver o ponto e tens um completo desconhecimento da realidade portuguesa e da quantidade de pessoas que usam o carro para fazer distancias de 20/30km para cima a ir para o trabalho.

Isto para não falar que o metro de lisboa já é caótico. Quero ver como fica agora com o aumento de procura.
Já faziam era como as restantes capitais europeias e alargavam o horário nocturno (e não apenas em relação ao metro). É uma vergonha uma pessoa chegar pouco depois da meia-noite, seja a que dia da semana for, e ter que andar a correr de um lado para o outro para ainda ter transporte público.
A questão não é tornar qualquer mobilidade ao mesmo preço até porque seria impossivel.

A questão é a discriminação consoante a localização. As pessoas que se movem de carro ( fora das areas metropolitanas são quase todas) não só não foram ajudas como foram preudicadas com um brutal aumento dos impostos nos combustiveis.

Se o objectivo é esse então o exemplo é ridículo, porque o foco estar em quem se da ao luxo de trabalhar a 50km do local de trabalho sem ter qualquer tipo de transporte até lá sem ser o carro e só receber 700€ por mês é simplesmente uma má decisão de vida, com muitos ou poucos impostos sobre o combustível.

Por que não dizem que não concordam com os impostos sobre combustíveis porque da desvantagem na praticalidade do dia-a-dia a quem faz a sua vida fora das cidades onde tudo está à distância de carro e não a pé ou de outro transporte.

Continuas sem ver o ponto e tens um completo desconhecimento da realidade portuguesa e da quantidade de pessoas que usam o carro para fazer distancias de 20/30km para cima a ir para o trabalho.

Isto para não falar que o metro de lisboa já é caótico. Quero ver como fica agora com o aumento de procura.

São muitas? São... demasiadas. Estão mal habituados. Existe uma razão que faz as pessoas procurarem casa perto das zonas com estação de metro ou autocarro ou etc de onde se possam daí deslocar para o emprego (se este for numa grande cidade), em Portugal e em todo o lado.

Sobre o metro sobrelotado, isso é um problema de quem gere a empresa. Se calhar os bilhetes e passes são demasiado baratos ou se calhar já faziam estações mais funcionais e menos “obra de arte” (só que fica bem também para a malta se pavonear aos turistas de possuírem um metro com tal beleza nas suas estações ;D).

Mal habituadas?? Que raio...

Mas é assim tão estranho trabalhar a 30 km de distancia de casa?
Seja porque a mulher trabalhar num lado e o marido noutro, por terem ordenados baixos e terem de arranjar casa mais barata na periferia das cidades, preferirem viver fora da cidade.

Mas agora tem de estar tudo encafuado ao monte dentro das cidades? Era só o que faltava. Até porque seria incomportável. É mais que normal haver mobilidade e as pessoas poderem trabalhar num sitio e viverem noutro.