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Futebol Profissional / Re: Pré-Época 2018/2019
« Última mensagem por REI LEÃO em Hoje às 21:41 »
4 ou 5 de Agosto deve ser o Troféu 5 Violinos

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Então vamos lá a um assunto importante, o Futebol. Pelo que vi do programa, do que foi apresentado e já sabemos, teremos o Presidente João Benedito, um Vice - Presidente mais experiente e ligado ao Futebol  (Carlos Pereira)

Um Director Desportivo que faz a ligação entre o Treinador e a Direção  (em que o Rumor é o André Cruz)

Já defendia este tipo de solução com JJ e BdC por isso concordo.

Um Director para a Academia.

E o Homem do Sporting Performance.

(Estes departamento penso ser de vital importância e a maior inovação face às outras candidaturas. Será uma espécie de benfica lab mas mais abrangente penso eu)

São 3 nomes que espero sejam fortes, pois todo este projecto vai precisar de uma equipa competente.





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E penso que falou também noutro Team Manager, um que está sempre com a equipa e reporta ao tal Director Desportivo eventuais problemas dos jogadores, etc...
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Jogos e Jogadores / Re: Cristiano Piccini
« Última mensagem por SuperMontero em Hoje às 21:41 »
agora vender vender vender em saldos agora comprar jogadores com qualidade para certas posições e despachar uns quantos cepos do plantel tá quieto
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VICENTE MOURA DIZ QUE SUCESSO DAS MODALIDADES DO SPORTING SE DEVEU A TRÊS PESSOAS
Antigo 'vice' para as modalidades do Sporting em entrevista

R – O Sporting conseguiu fazer o pleno nas modalidades de pavilhão em 2017/18. Qual é a percentagem que reclama destes êxitos?

VM – Vou tentar explicar o que se passou. O sucesso deve-se a três pessoas: ao presidente Bruno de Carvalho, que inicialmente foi aceitando as minhas sugestões; a Rui Caeiro, que me apoiou sempre e que me veio a substituir; e ao meu contributo, por ter sido eu a construir a base daquilo que é hoje o universo do Sporting nas modalidades. Digamos que eu fui o pilar do sucesso, mas contei sempre com o apoio da direção. Isso permitiu fazer uma transição lenta, progressiva, mas contida, quando fomos eleitos em 2013, numa altura em que a situação financeira do clube não era nada simpática.

R – Depois chegou mais dinheiro e vieram os títulos...

VM – Primeiro tivemos de arrumar a casa e, aos poucos, o Sporting passou a ser mais respeitado e os orçamentos aumentaram com a quotização dos sócios. Recordo, porém, que tivemos de fazer algumas alterações e de prescindir de alguns atletas. Ficámos apenas com os atletas que nós queríamos, aquilo que na gíria se diz ‘o creme do creme’. E a partir daqui, deste meu projeto, nasceu um Sporting mais competitivo. O hóquei em patins passou a ser modalidade oficial do clube e investiu-se bastante, e as apostas passaram a ser também no andebol, até que se chegou ao regresso do voleibol, onde fomos campeões nacionais.

R – E tudo no Pavilhão João Rocha, algo que seria impensável...

VM – É algo que fica para a história do clube. Muita gente duvidou da capacidade mobilizadora do Sporting, mas o clube esteve à altura dos desafios. Toda a gente correspondeu às expectativas e à enorme pressão. Foi um Sporting diferente, respeitado, afirmativo e ganhador. A construção do pavilhão ajudou imenso a este ciclo de vitórias nas modalidades.

R – Como reage ao facto de o Benfica ter feito sérias críticas à política do Sporting nas modalidades por ter ganho campeonatos à custa de orçamentos milionários?

VM – Cada clube traça a sua política desportiva e até concordo que, em alguns casos, tenha havido contratações avultadas, mas isso é o preço do mercado. A rivalidade vem de longe. E quando o Benfica contrata o Rui Bragança, o Fernando Pimenta ou o Pichardo não está a inflacionar o mercado? A verdade é que o Benfica segue a mesma política do Sporting: quer os melhores atletas portugueses.

R – O voleibol regressou em cheio...

VM – O Miguel Maia falou-me várias vezes nisso e nos primeiros estudos pensou-se num orçamento de 600 mil euros para a modalidade. Depois, fui dizendo a Bruno de Carvalho que era importante ter o voleibol de volta pela mão do Miguel Maia. Conseguimos uma solução feliz, com os treinos no norte, poupando custos. Dei os primeiros passos e, quando saí, Bruno de Carvalho e Rui Caeiro continuaram o trabalho. Foi um regresso triunfante que dignifica o clube.

R – O que gostaria de ter feito mais ao serviço do Sporting?

VM – Foi pena não me terem dado melhores condições, mas fiz um bom trabalho e os resultados ao fim de um ano espelham que a política por mim traçada estava toda correta. Mas, como já me disse um amigo, ‘não me deram mais tempo para cometer erros’...


Record

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Como é possível dar-se e deixar-se dar visibilidade a uns twitts destes... enfim, pior que lampiões na critica fácil, na difamação gratuita e no desrespeito pelas pessoas... grotesco...nojo... asco!

Não te vi chorar quando aconteceu coisas bem piores a BdC.
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Joseph Praetorius está com Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho.
11 h ·
Com esta história do Sporting fiquei mais alérgico aos viscondes. Há desgraças a mais a virem pela viscondagem e designadamente esta desgraça da quase-república.

O que é um visconde? É em regra o desgraçado a quem El-Rey, indecentemente assediado, outorgou por exasperação a mercê régia de um quase.

Na verdade foi um aviso. Pelo qual o visconde pagou direitos de mercê que às vezes pareceram exagerados, mas por má análise. Eram multas. em boa verdade. Severas, evidentemente. Creio que o Rei riria baixinho nestas circunstâncias. Porque havia outras circunstâncias.

Camilo, por exemplo. Porque não haveria este de ter título? Vai de visconde, decretou El Rey. E assim foi.Talvez porque contrapesava o Puârto que não suportava Camilo. O Camilo também não suportava o Puârto, creio. Ainda hoje, aliás, o Miguel arrasa o Puârto com requintes de que retira visivel satisfação. E o Puârto responde. (O Puârto responde sempre, num?). No clube do Puârto não entra nada que a Camilo diga respeito. Nem uma conferência. A obstinação do Puârto terá plausivelmente limitado o Rei. E o título teve ajustamentos sucessivos, atestando o elevado grau de insatisfação com a solução encontrada. Mas ninguém pensa no título quando pensa em Camilo. Camilo é maior do que qualquer título.

Mas, em geral falando, os monárquicos deviam constituir poderosas ligas anti-viscondes. Matam qualquer monarquia, porque matam qualquer coisa.

Depois há os novos condes. É outro problema. O Relvas queria ser. Querer ser é plausivelmente uma característica genética de tais gentes. A Coroa poderia tê-lo feito Conde dos Patudos. Incino-me a achar suficiente tal infelicidade. Mas El-Rey também tinha sistema nervoso central. Não fez. Isso deixou marcas, parece. Ainda hoje os Relvas querem ser. Ficou-lhes essa ânsia de ser. São casos interessantes do ponto de vista antropológico.

Há mais casos. Resistiu El-Rey o mais que pôde ao título do Bournay. Todavia ter o credor sempre à esquerda, em todos os banquetes, terá saturado o pobre monarca e este, excelente pessoa embora, tinha também os seus limites. O banqueiro foi, portanto, subitamente remetido para o fundo da mesa, como não podia deixar de ser. Veio lamentar-se. El-Rey explicitou a regra com paternal solicitude, porque é preciso explicar-lhes tudo: -"Até agora, eras o primeiro dos meus banqueiros, a partir de agora és o último dos meus condes". Paf! como diria o Coelho. A mercê é dura, mas é a mercê. E o Rei pôde enfim - já não era sem tempo - jantar sossegadamente.

É claro que, com o passar das eras, as coisas desgastam-se. As instituições também. O uso prolongado embota o gume. Como bem se sabe, Filipe-o-Belo resolveu o problema do credor de modo muito diferente. O único homem que hoje e aqui entenderia o bom rei Filipe seria porventura Arnaldo Matos. -"Não pagamos". Evidentemente. É bem certo que não há ideias mortas em Política... E um credor de tal natureza, em vez de passar a ser conde, deixaria de ser o que quer que fosse, ou pudesse querer ser. Pútin usou com grande êxito o mesmo princípio geral - em situações que foram, é certo, diferentes - talvez estimulado pelo facto de não poder fazer condes. E se queriam matá-lo com má imprensa, ele responde com péssima imprensa à má imprensa. E deu cabo dela, a justíssimo título. O ovo de Colombo.

Regressando à viscondagem, realmente devíamos fazer alguma coisa, sobretudo porque o Estado Contemporâneo nos entregou a Coroa a todos. (Acho mais prática a delegação num só, mas isso nem sempre é possível).

É preciso arranjar forma de resolver este problema que nos legaram as incompletas soluções dos Reis de Portugal. A extinção legal evidente não bastou.

Talvez se possa criar um imposto sobre esta viscondagem, ou umas coimas pesadas, claro, por conduta abusiva, ou uma e outra coisa... Seriam formulações a pensar à luz da mais decantada reciprocidade. Se irritam, pagam; não apenas em função da irritação, mas em referência à irritabilidade desafiada. E se quiserem picar as pedras de armas, sejam presos por crime contra o património edificado. Vamos pô-los a corcovar com adequada frequência, ou ainda perdem essa aptidão genéticamente fixada, o que, evidentemente, lesaria a multiculturalidade. A viscondagem deve corcovar. É o único exercício que sempre lhes elevou a ialma .
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Conversas de Café / Re: O que é que lêem, nestas noites...?
« Última mensagem por Pedro P em Hoje às 21:40 »
Sim, mas só agora cheguei ao mesmo. Conhecer mais a fundo este lado da construção do homem soviético. Depois, obviamente, vou ler o O Fim do Homem Soviético da Svetlana Alexijevich.

Já estive para comprar esse livro várias vezes (depois da autora ganhar o Nobel), mas tive sempre receio que fosse uma leitura demasiado pesada para mim. Se não estou em erro, o livro é uma compilação de testemunhos feita pela autora enquanto jornalista, certo? Depois, se te lembrares, dá feedback do livro! :great:
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Formação do Sporting / Re: A Formação do Sporting - Tópico Geral
« Última mensagem por valhalla1312 em Hoje às 21:39 »
Rafael Camacho a titular contra o Dortmund...



Foi com o GL que ele saiu para o City certo ?


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Porque é que estao a intoxicar o tópico do Ex-Presidente com o Varandas?
Ele tem um tópico para falarem dele...


Digo eu.  :inde:
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Futebol Profissional / Re: Pré-Época 2018/2019
« Última mensagem por fishsemxpinha em Hoje às 21:38 »
Que jogos é que ainda temos afinal? Não estou a gozar, gostava mesmo de saber... Nunca vi tão poucos jogos efectuados e ainda se dão ao luxo de adiar/cancelar troféus de pré-época.
Os únicos que sei são Sporting da Covilhã e Marselha. 25 e 28 de julho respetivamente, começando o campeonato a 12 de agosto. Têm de se arranjar mais jogos. Pelo menos 2, idealmente 3.
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