Toca a rescindir

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Quando há 20 anos saiam da mitica 10-A e tinham de atravessar o estacionamento para ir para os campos de treinos é que era.

Pelo menos eram homens, treinadores, jogadores staff

Agora são umas florzinhas...

Era igual, o pessoal é que já não se lembra. Ou nunca viveu isso.
A realidade é que sempre foram tipos pouco inteligentes, novos ricos, completamente manipulados por quem mama a sério. A única diferenca é que agora há mais guito e mais redes sociais.

A chave de tudo: Mais dinheiro, mais corrupção.
Life is a sport, make it count.
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RUI PATRÍCIO ENTRA NA LISTA DO BARCELONA
SPORTING 12:49
Por
Redação
É notícia esta quarta-feira no jornal catalão Sport, muito ligado à atualidade do Barcelona. Rui Patrício está na lista dos responsáveis do clube como eventual reforço no caso de o holandês Jasper Cillessen deixar o clube este defeso.
 
Cillessen, 29 anos, é habitual suplente do alemão Ter Stegen e pretenderá ter maior relevo, uma vez que está a ser cobiçado por clubes como Liverpool, Chelsea, Arsenal e Nápoles. O guarda-redes já terá feito saber à Direção do Barcelona que está a gosto no clube, mas não enjeita uma transferência caso chegasse uma proposta interessante.

Nesse sentido, os responsáveis cules estão já a movimentar-se sobre possíveis contratações, surgindo então na lista o nome de Rui Patrício. Joel Robles (Getafe), Bernd Leno (Bayer Leverkusen), Salvatore Sirigu (PSG) e Tim Krul (Brighton) são os restantes nomes.


A Bola
Já que estamos numa de santos populares, não resisti a colocar isto:

- "Basta que os homens de bem nada façam, para que o mal prevaleça"
- "Prefiro morrer de pé a viver ajoelhado"
- "Pior do que perder é não dar tudo para vencer"
Neste momento parece-me que fica cada vez mais claro que o plano dos golpistas é fazer cair o presidente para que os jogadores que rescindiram voltem atrás e os golpistas salvadores possam negociá-los e assim os jogadores e seus empresários não terem problemas futuros, além de que com transferências a bem mais serão os clubes a estar eventualmente  interessados.

O presidente resiste e aparentemente resistirá. Com este resistir do presidente, se o plano acima descrito for mais ou menos uma realidade, os jogadores e seus empresários teriam contado com uma coisa que não irá acontecer e assim ficam com as voltas trocadas e com opções reduzidas nos seus intentos, tendo eventualmente de recuar e negociar com quem se mantiver a liderar o Clube.

Alguém vê isto como uma possibilidade?
Só uma dúvida, os 30 dias de apresentação terminam hoje à meia noite?
Foi no dia 14 de maio, não foi?
Neste momento parece-me que fica cada vez mais claro que o plano dos golpistas é fazer cair o presidente para que os jogadores que rescindiram voltem atrás e os golpistas salvadores possam negociá-los e assim os jogadores e seus empresários não terem problemas futuros, além de que com transferências a bem mais serão os clubes a estar eventualmente  interessados.

O presidente resiste e aparentemente resistirá. Com este resistir do presidente, se o plano acima descrito for mais ou menos uma realidade, os jogadores e seus empresários teriam contado com uma coisa que não irá acontecer e assim ficam com as voltas trocadas e com opções reduzidas nos seus intentos, tendo eventualmente de recuar e negociar com quem se mantiver a liderar o Clube.

Alguém vê isto como uma possibilidade?

Muita gente avançou isso na segunda.
Neste momento parece-me que fica cada vez mais claro que o plano dos golpistas é fazer cair o presidente para que os jogadores que rescindiram voltem atrás e os golpistas salvadores possam negociá-los e assim os jogadores e seus empresários não terem problemas futuros, além de que com transferências a bem mais serão os clubes a estar eventualmente  interessados.

O presidente resiste e aparentemente resistirá. Com este resistir do presidente, se o plano acima descrito for mais ou menos uma realidade, os jogadores e seus empresários teriam contado com uma coisa que não irá acontecer e assim ficam com as voltas trocadas e com opções reduzidas nos seus intentos, tendo eventualmente de recuar e negociar com quem se mantiver a liderar o Clube.

Alguém vê isto como uma possibilidade?
 Até podemos ter 10 eleições, mas quero ver o BdC a resistir até os jogadores ficarem com eles bem apertados.

Para mim só saia depois da decisão dos tribunais (que vao ser a favor do Sporting), e que o Carlos Vieira se candidate....com o Bruno como director financeiro.
Ganha na hora.


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"O bom ambiente é sempre necessário, mas só acredito em bons grupos quando existem vitórias. No dia em que existir no Sporting um bom grupo e não existirem vitórias é porque são todos uns bons rapazes e andam aqui a enganar o Clube. Quando não se ganha, as pessoas têm de estar chateadas.

João Benedito
A estratégia das rescisões caiu por terra. Daí que tenha avançado a suspensão de Bruno de Carvalho, que só tem em vista uma única coisa, reverter as 6 rescisões já apresentadas.

O que Gelson fez dinamitou toda esta estratégia e é a principal causa para virmos a receber mais de 400 milhões de euros só com os valores da cláusula e mais uns milhões com os processos crime que se seguirão.
400 milhões de quem? Os jogadores não teem esse dinheiro, serão os futuros clubes deles que pagarão?
Neste momento parece-me que fica cada vez mais claro que o plano dos golpistas é fazer cair o presidente para que os jogadores que rescindiram voltem atrás e os golpistas salvadores possam negociá-los e assim os jogadores e seus empresários não terem problemas futuros, além de que com transferências a bem mais serão os clubes a estar eventualmente  interessados.

O presidente resiste e aparentemente resistirá. Com este resistir do presidente, se o plano acima descrito for mais ou menos uma realidade, os jogadores e seus empresários teriam contado com uma coisa que não irá acontecer e assim ficam com as voltas trocadas e com opções reduzidas nos seus intentos, tendo eventualmente de recuar e negociar com quem se mantiver a liderar o Clube.

Alguém vê isto como uma possibilidade?
 Até podemos ter 10 eleições, mas quero ver o BdC a resistir até os jogadores ficarem com eles bem apertados.

Para mim só saia depois da decisão dos tribunais (que vao ser a favor do Sporting), e que o Carlos Vieira se candidate....com o Bruno como director financeiro.
Ganha na hora.


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Ora bem
Neste momento parece-me que fica cada vez mais claro que o plano dos golpistas é fazer cair o presidente para que os jogadores que rescindiram voltem atrás e os golpistas salvadores possam negociá-los e assim os jogadores e seus empresários não terem problemas futuros, além de que com transferências a bem mais serão os clubes a estar eventualmente  interessados.

O presidente resiste e aparentemente resistirá. Com este resistir do presidente, se o plano acima descrito for mais ou menos uma realidade, os jogadores e seus empresários teriam contado com uma coisa que não irá acontecer e assim ficam com as voltas trocadas e com opções reduzidas nos seus intentos, tendo eventualmente de recuar e negociar com quem se mantiver a liderar o Clube.

Alguém vê isto como uma possibilidade?
 Até podemos ter 10 eleições, mas quero ver o BdC a resistir até os jogadores ficarem com eles bem apertados.

Para mim só saia depois da decisão dos tribunais (que vao ser a favor do Sporting), e que o Carlos Vieira se candidate....com o Bruno como director financeiro.
Ganha na hora.


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Eu quero pensar que jogadores e empresários vão ter de negociar com este presidente ANTES de quaisquer eleições. Ainda nesta janela de transferências.
Mas alguém normal acredita em suores, trauma, temerem pela vida quando só os mais valorizados é que se queixam disto? Isto é algo tão básico que me custa sequer ter de ir para tribunal.
Por ti contra tudo e todos!
Mas alguém normal acredita em suores, trauma, temerem pela vida quando só os mais valorizados é que se queixam disto? Isto é algo tão básico que me custa sequer ter de ir para tribunal.

Se derem conta em pouco tempo que os argumentos apresentados são fracos para justificar a justa causa vão  querer ser negociados a bem e recuam.

A tese que eu estou a tentar apresentar é que rescindir e recuar sempre foi o plano. Recuar quando o presidente caísse. Se o presidente não cair, que fazer se não recuar na mesma?

era engraçado.
Não sou especialista em direito, longe disso, mas, querendo eu estar informado com detalhe, tenho lido muito sobre o tema desde que as primeiras rescisões chegaram.
(Chamo a atenção aos moderadores que, se acharem que este conteúdo é mais «sensível», que o apaguem ou coloquem em área reservada, sendo que, peço que me informem.)

Do que tenho lido, aqui ficam algumas notas:
1. A rescisão por justa causa tal com apresentada pelos jogadores, baseando-se em assédio patronal, falta de segurança do centro de estágio e falta de condições psicológicas parece-me relativamente fácil de anular em tribunal. Com alguma destreza se pode alegar que estas mensagens e os discursos do Presidente são algo normal em qualquer empresa mas,
está claro, que estes senhores são atletas profissionais de alta competição e , pela responsabilidade que possuem perante os (clientes) massa adepta e direcção, seja pelos seus principescos ordenados e condições adicionais, deverão estar preparados para um grau de pressão superior ao normal, sendo que o exigido não foi cumprido quando tinham tudo para o fazer (jogos contra Braga, Benfica e Marítimo para alcançarem a Champions, e jogo contra o Aves para ganharem a Taça). Nas mensagens (que, não estou seguro, podem também ser causa de anulação dado terem passado mais de 30 dias sobre a recepção das mesmas), nunca o Presidente os insultou (o máximo que fez publicamente foi chamar-lhes «meninos mimados») nem ameaçou com represálias, antes tentou incentivar dando sempre mostras da sua crença na equipa, na sua competência e trabalho (exemplo «EU ACREDITO MUITO NA EQUIPA QUE ESCOLHI PARA SEREM EU DENTRO DAS 4 LINHAS! Vamos ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas 4 vitórias vamos levantar juntos a Taça de Portugal! »).  Seguramente que o Sporting irá mostrar vários exemplos de clubes nacionais e internacionais que, com o Presidente publicamente a exigir de forma mais forte que BdC, não tiveram qualquer rescisão de jogadores. A questão do assédio dando exemplo as mensagens, cai assim por terra.
Sobre as condições de segurança, onde existe uma empresa de segurança para o efeito, com x seguranças permanentes, com câmeras de vigilância, e com um ataque a durar talvez 10 a 15 minutos, ninguém pode exigir a nenhuma empresa, mais do que está implementado. Seguramente o Sporting irá demonstrar as condições de segurança de outros clubes nacionais e internacionais para comparar com as existentes e desta forma demonstrar que está a par dos melhores. Cai assim por terra a falta de condições de segurança.
A falta de condições psicológicas, pode ser anulada ao demonstrar que os jogadores nos dias a seguir ao ataque se encontravam de boa saúde (falou-se por aí que alguns até gravaram anuncios), mas mais importante ainda, é provar que nenhum deles requereu ao clube tratamento psicológico... Atenção que o atleta ao não pedir apoio médico ou não informar o clube, estando consciente da sua enfermidade, incorre em procedimento disciplinar. Mais ainda, estando diminuídos psicologicamente, aceitaram jogar a final da taça, ou seja, eles próprios anularam a falta de condições psicológicas.

2. Querer dar a entender o envolvimento do Presidente nos ataques, tal como li nas rescisões, pode mesmo ser considerado um acto de má fé já que não apresenta prova efectiva para tal, nem qualquer deliberação judicial sobre o caso. É calunioso e, e muito bem, pode dar em acusação por Bruno de Carvalho e ser junto ao processo de rescisão por mostra de má fé. Atenção que isto só pode ser válido se não for provado que BdC teve qualquer envolvimento!

3. O facto de vários jogadores rescindirem, principalmente os que ganham mais e com mais mercado, até pode funcionar a nosso favor... Pode ser bastante rebuscado mas quiçá poderá ser denominado como «associação criminosa» com vista à diminuição das capacidades desportivas e financeiras do clube, tentando se provar com factos de domínio público que foi dirigida por indivíduos (empresários e/ou clubes rivais e/ou oposição interna).

4. Do que li sobre os contratos que normalmente o Sporting celebra com jogadores, existem cláusulas de rescisão unilateral. Ou seja, se o jogador pretender rescindir o contrato unilateralmente, terá de compensar o Sporting no valor de x devido a inúmeros factores (exposição mediática, formação, potencialização, acompanhamento médico, marketing, etc). E atenção que este ponto é bastante importante: primeiro porque não existe reciprocidade neste valor (caso o clube pretenda rescindir com o jogador não terá de pagar a clausula dado que lhe proporciona os serviços acima mencionados); segundo porque fixa o valor que o clube terá de ser compensado pela rescisão. Atenção que a denominação é sempre rescisão e nunca cláusula compensatória ou algo do género. Estas denominações foram colocadas em prática há uns anos atrás, exactamente para os clubes se precaverem para os casos de rescisões unilaterais por parte dos jogadores. Antes denominavam-se «Compensação por quebra de contrato» ou «clausula de venda obrigatória» dado que eram mais utilizadas para fixar um valor de venda a outro clube. Sendo assim, o valor a receber será sempre o fixado no contrato, o valor da cláusula de rescisão. É claro que, do outro lado, irão sempre esgrimir argumentos para diminuir o valor (seja por ser manifestamente alto, seja porque o valor de mercado não estar adequado, etc, etc), ao que o Sporting terá de demonstrar casos em que os valores das clausulas estão equiparáveis. Não esquecer que, estamos a falar de 2 campeões europeus, com provas dadas a nivel internacionais, e que é de domínio publico que sempre existiram clubes interessados, bem como dois (ou 1+1/2 se poderá argumentar!  ;D ) internacionais portugueses em praticamente todos os escalões considerados com uma grande margem de progressão, um internacional Holandês que teve o seu pico de carreira no Sporting, todos eles com condições no clube bem acima de quaisquer outros atletas. Por comparação, vejamos os valores de transferência de Pogba, Dybala, MArtial, Mbappé, Dembelé, e tantos outros que, tendo um palmarés comparável ao destes, são vendidos por largas dezenas de milhões de euros. No caso dos argentinos, caso rescindam, poderá ser demonstrado que o Sporting lhes deu tal exposição, formação e potencialização, que os permitiu a subida à selecção argentina, e aí os valores poderão ser equiparados a outros atletas internacionais argentinos presentes no mundial.

5. Está também bastante claro que, qualquer clube que os contrate, terá de ser solidário pelos valores indemnizatórios.
E aí está a pequena loucura de Vieira... Bruno Fernandes, 100M€, Gelson 65M€ (isto se não for considerado o novo contrato a 1 de Julho, que eleva a clausula para 100M€). Não pensem que a loucura é pagar 4M€ ao Bruno Fernandes!!! A loucura é perderem a acção e terem de indemnizar o Sporting em várias dezenas de Milhões de Euros!!!

6. Não deixo de achar muito estranho que empresários de futebol se deixem levar por aquilo que à partida é uma luta desfavorável... O provérbio de quando a esmola é muita o povo desconfia, vem me à cabeça. Por um lado, acho essa espécie (tal como muitos dirigentes desportivos!) muito limitada e com um funcionamento muito impulsivo, deixando-se levar na corrente, disparando primeiro e fazendo perguntas depois. O que joga a nosso favor.
Por outro lado, e que joga contra nós, estes batráquios podem ter em sua posse informações que não sejam de conhecimento público (no que me estou a basear) que derrubam a agumentária. Por exemplo, o envolvimento directo de BdC no ataque a Alcochete, ameaças e promessas de represálias feitas em frente a terceiros (actuais jogadores, outros jogadores/equipa técnica que rescidiram, não poderão ser considerados testemunhas idóneas já que possuem interesse no caso), ou quaisquer outros factos que não estão presentes nos documentos das rescisões.

7. Caso como este, com a quantidade e exposição quer de clube quer dos jogadores que rescindiram, não há memória no futebol mundial. Acredito que a FIFA (e nos contratos do Sporting está expressamente indicado o foro legal deste orgão) irá analisar isto com pinças até porque ninguém quer outro caso Bosman, ninguém quer que os clubes (principalmente os grandes!) sejam prejudicados ao criar um precedente de que ataques de adeptos podem dar azo a rescisões por justa causa, mas também ninguém vai querer passar a imagem de que os jogadores são explorados...em suma, e aliando pela «direcção» que os orgãos internacionais do futebol têm vindo a tomar, creio que isto vai acabar por ser muito dirigido contra os empresários que, se já não são muito bem vistos, poderão vir a ser ainda mais penalizados pela FIFA. Por tudo isto, creio que a FIFA terá todo o interesse me ser célere na decisão.

8. Escusado será dizer que apoio incondicionalmente o nosso Presidente, revendo-me em todas as suas tomadas de posição neste caso, como em todos os outros.
Eu quero um Presidente assim. Que seja inflexível na defesa do clube. Que lute contra tudo e contra todos em sua defesa. Que tenha c****** para apontar o dedo a quem quer que seja, interno ou externo.
Mas mais que tudo, eu quero saber que o Presidente está activo e que o prove, a mim e a outros sócios e adeptos, que está a fazer algo, seja para ganhar, seja para resolver os obstáculos que aparecem no caminho.
Quem quer Presidentes mansos, que se dobrem e que sejam subalternos, sugiro que apoiem o braguilhas, V. de setúbal ou o belenenses...


Desculpem o longuíssimo post.

Não só desculpo como agradeço o esclarecimento.

 :beer:
Se derem conta em pouco tempo que os argumentos apresentados são fracos para justificar a justa causa vão  querer ser negociados a bem e recuam.

A tese que eu estou a tentar apresentar é que rescindir e recuar sempre foi o plano. Recuar quando o presidente caísse. Se o presidente não cair, que fazer se não recuar na mesma?

Fica um bocado essa ideia sim... tiveram conhecimento do GOLPE e estao a contar que o CD caia, sem que se possa recandidatar (ou se puder, que haja uma "Comissão de Gestão" durante uns meses).

Assim que os golpistas tivessem o poder, voltavam os jogadores todos atrás, faziam-se umas vendas por tuta e meia, e depois vinha-se a comunicação social dizer que "CONSEGUIMOS REVERTER A SITUAÇÃO" e "FOI O NEGOCIO POSSÍVEL, DEVIDO AO QUE FEZ O BDC".

Estou curioso para saber se os jogadores estarão realmente preparados para o litígio, e se ha mais "trunfos" na manga destes golpistas.
A estratégia das rescisões caiu por terra. Daí que tenha avançado a suspensão de Bruno de Carvalho, que só tem em vista uma única coisa, reverter as 6 rescisões já apresentadas.

O que Gelson fez dinamitou toda esta estratégia e é a principal causa para virmos a receber mais de 400 milhões de euros só com os valores da cláusula e mais uns milhões com os processos crime que se seguirão.
400 milhões de quem? Os jogadores não teem esse dinheiro, serão os futuros clubes deles que pagarão?

Se ganharmos os valores estabelecidos serão certamente abaixo das cláusulas de rescisão.

Os futuros clubes que os contratarem nunca irão abdicar duma cláusula onde qualquer indemnização a pagar ao clube anterior seja da inteira responsabilidade do jogador.
Não sou especialista em direito, longe disso, mas, querendo eu estar informado com detalhe, tenho lido muito sobre o tema desde que as primeiras rescisões chegaram.
(Chamo a atenção aos moderadores que, se acharem que este conteúdo é mais «sensível», que o apaguem ou coloquem em área reservada, sendo que, peço que me informem.)

Do que tenho lido, aqui ficam algumas notas:
1. A rescisão por justa causa tal com apresentada pelos jogadores, baseando-se em assédio patronal, falta de segurança do centro de estágio e falta de condições psicológicas parece-me relativamente fácil de anular em tribunal. Com alguma destreza se pode alegar que estas mensagens e os discursos do Presidente são algo normal em qualquer empresa mas,
está claro, que estes senhores são atletas profissionais de alta competição e , pela responsabilidade que possuem perante os (clientes) massa adepta e direcção, seja pelos seus principescos ordenados e condições adicionais, deverão estar preparados para um grau de pressão superior ao normal, sendo que o exigido não foi cumprido quando tinham tudo para o fazer (jogos contra Braga, Benfica e Marítimo para alcançarem a Champions, e jogo contra o Aves para ganharem a Taça). Nas mensagens (que, não estou seguro, podem também ser causa de anulação dado terem passado mais de 30 dias sobre a recepção das mesmas), nunca o Presidente os insultou (o máximo que fez publicamente foi chamar-lhes «meninos mimados») nem ameaçou com represálias, antes tentou incentivar dando sempre mostras da sua crença na equipa, na sua competência e trabalho (exemplo «EU ACREDITO MUITO NA EQUIPA QUE ESCOLHI PARA SEREM EU DENTRO DAS 4 LINHAS! Vamos ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas 4 vitórias vamos levantar juntos a Taça de Portugal! »).  Seguramente que o Sporting irá mostrar vários exemplos de clubes nacionais e internacionais que, com o Presidente publicamente a exigir de forma mais forte que BdC, não tiveram qualquer rescisão de jogadores. A questão do assédio dando exemplo as mensagens, cai assim por terra.
Sobre as condições de segurança, onde existe uma empresa de segurança para o efeito, com x seguranças permanentes, com câmeras de vigilância, e com um ataque a durar talvez 10 a 15 minutos, ninguém pode exigir a nenhuma empresa, mais do que está implementado. Seguramente o Sporting irá demonstrar as condições de segurança de outros clubes nacionais e internacionais para comparar com as existentes e desta forma demonstrar que está a par dos melhores. Cai assim por terra a falta de condições de segurança.
A falta de condições psicológicas, pode ser anulada ao demonstrar que os jogadores nos dias a seguir ao ataque se encontravam de boa saúde (falou-se por aí que alguns até gravaram anuncios), mas mais importante ainda, é provar que nenhum deles requereu ao clube tratamento psicológico... Atenção que o atleta ao não pedir apoio médico ou não informar o clube, estando consciente da sua enfermidade, incorre em procedimento disciplinar. Mais ainda, estando diminuídos psicologicamente, aceitaram jogar a final da taça, ou seja, eles próprios anularam a falta de condições psicológicas.

2. Querer dar a entender o envolvimento do Presidente nos ataques, tal como li nas rescisões, pode mesmo ser considerado um acto de má fé já que não apresenta prova efectiva para tal, nem qualquer deliberação judicial sobre o caso. É calunioso e, e muito bem, pode dar em acusação por Bruno de Carvalho e ser junto ao processo de rescisão por mostra de má fé. Atenção que isto só pode ser válido se não for provado que BdC teve qualquer envolvimento!

3. O facto de vários jogadores rescindirem, principalmente os que ganham mais e com mais mercado, até pode funcionar a nosso favor... Pode ser bastante rebuscado mas quiçá poderá ser denominado como «associação criminosa» com vista à diminuição das capacidades desportivas e financeiras do clube, tentando se provar com factos de domínio público que foi dirigida por indivíduos (empresários e/ou clubes rivais e/ou oposição interna).

4. Do que li sobre os contratos que normalmente o Sporting celebra com jogadores, existem cláusulas de rescisão unilateral. Ou seja, se o jogador pretender rescindir o contrato unilateralmente, terá de compensar o Sporting no valor de x devido a inúmeros factores (exposição mediática, formação, potencialização, acompanhamento médico, marketing, etc). E atenção que este ponto é bastante importante: primeiro porque não existe reciprocidade neste valor (caso o clube pretenda rescindir com o jogador não terá de pagar a clausula dado que lhe proporciona os serviços acima mencionados); segundo porque fixa o valor que o clube terá de ser compensado pela rescisão. Atenção que a denominação é sempre rescisão e nunca cláusula compensatória ou algo do género. Estas denominações foram colocadas em prática há uns anos atrás, exactamente para os clubes se precaverem para os casos de rescisões unilaterais por parte dos jogadores. Antes denominavam-se «Compensação por quebra de contrato» ou «clausula de venda obrigatória» dado que eram mais utilizadas para fixar um valor de venda a outro clube. Sendo assim, o valor a receber será sempre o fixado no contrato, o valor da cláusula de rescisão. É claro que, do outro lado, irão sempre esgrimir argumentos para diminuir o valor (seja por ser manifestamente alto, seja porque o valor de mercado não estar adequado, etc, etc), ao que o Sporting terá de demonstrar casos em que os valores das clausulas estão equiparáveis. Não esquecer que, estamos a falar de 2 campeões europeus, com provas dadas a nivel internacionais, e que é de domínio publico que sempre existiram clubes interessados, bem como dois (ou 1+1/2 se poderá argumentar!  ;D ) internacionais portugueses em praticamente todos os escalões considerados com uma grande margem de progressão, um internacional Holandês que teve o seu pico de carreira no Sporting, todos eles com condições no clube bem acima de quaisquer outros atletas. Por comparação, vejamos os valores de transferência de Pogba, Dybala, MArtial, Mbappé, Dembelé, e tantos outros que, tendo um palmarés comparável ao destes, são vendidos por largas dezenas de milhões de euros. No caso dos argentinos, caso rescindam, poderá ser demonstrado que o Sporting lhes deu tal exposição, formação e potencialização, que os permitiu a subida à selecção argentina, e aí os valores poderão ser equiparados a outros atletas internacionais argentinos presentes no mundial.

5. Está também bastante claro que, qualquer clube que os contrate, terá de ser solidário pelos valores indemnizatórios.
E aí está a pequena loucura de Vieira... Bruno Fernandes, 100M€, Gelson 65M€ (isto se não for considerado o novo contrato a 1 de Julho, que eleva a clausula para 100M€). Não pensem que a loucura é pagar 4M€ ao Bruno Fernandes!!! A loucura é perderem a acção e terem de indemnizar o Sporting em várias dezenas de Milhões de Euros!!!

6. Não deixo de achar muito estranho que empresários de futebol se deixem levar por aquilo que à partida é uma luta desfavorável... O provérbio de quando a esmola é muita o povo desconfia, vem me à cabeça. Por um lado, acho essa espécie (tal como muitos dirigentes desportivos!) muito limitada e com um funcionamento muito impulsivo, deixando-se levar na corrente, disparando primeiro e fazendo perguntas depois. O que joga a nosso favor.
Por outro lado, e que joga contra nós, estes batráquios podem ter em sua posse informações que não sejam de conhecimento público (no que me estou a basear) que derrubam a agumentária. Por exemplo, o envolvimento directo de BdC no ataque a Alcochete, ameaças e promessas de represálias feitas em frente a terceiros (actuais jogadores, outros jogadores/equipa técnica que rescidiram, não poderão ser considerados testemunhas idóneas já que possuem interesse no caso), ou quaisquer outros factos que não estão presentes nos documentos das rescisões.

7. Caso como este, com a quantidade e exposição quer de clube quer dos jogadores que rescindiram, não há memória no futebol mundial. Acredito que a FIFA (e nos contratos do Sporting está expressamente indicado o foro legal deste orgão) irá analisar isto com pinças até porque ninguém quer outro caso Bosman, ninguém quer que os clubes (principalmente os grandes!) sejam prejudicados ao criar um precedente de que ataques de adeptos podem dar azo a rescisões por justa causa, mas também ninguém vai querer passar a imagem de que os jogadores são explorados...em suma, e aliando pela «direcção» que os orgãos internacionais do futebol têm vindo a tomar, creio que isto vai acabar por ser muito dirigido contra os empresários que, se já não são muito bem vistos, poderão vir a ser ainda mais penalizados pela FIFA. Por tudo isto, creio que a FIFA terá todo o interesse me ser célere na decisão.

8. Escusado será dizer que apoio incondicionalmente o nosso Presidente, revendo-me em todas as suas tomadas de posição neste caso, como em todos os outros.
Eu quero um Presidente assim. Que seja inflexível na defesa do clube. Que lute contra tudo e contra todos em sua defesa. Que tenha c****** para apontar o dedo a quem quer que seja, interno ou externo.
Mas mais que tudo, eu quero saber que o Presidente está activo e que o prove, a mim e a outros sócios e adeptos, que está a fazer algo, seja para ganhar, seja para resolver os obstáculos que aparecem no caminho.
Quem quer Presidentes mansos, que se dobrem e que sejam subalternos, sugiro que apoiem o braguilhas, V. de setúbal ou o belenenses...


Desculpem o longuíssimo post.

Gostei de ler.  :great:

Muito Bom!
A estratégia das rescisões caiu por terra. Daí que tenha avançado a suspensão de Bruno de Carvalho, que só tem em vista uma única coisa, reverter as 6 rescisões já apresentadas.

O que Gelson fez dinamitou toda esta estratégia e é a principal causa para virmos a receber mais de 400 milhões de euros só com os valores da cláusula e mais uns milhões com os processos crime que se seguirão.
400 milhões de quem? Os jogadores não teem esse dinheiro, serão os futuros clubes deles que pagarão?

Se ganharmos os valores estabelecidos serão certamente abaixo das cláusulas de rescisão.

Os futuros clubes que os contratarem nunca irão abdicar duma cláusula onde qualquer indemnização a pagar ao clube anterior seja da inteira responsabilidade do jogador.

Se são solidariamente responsáveis como parece haver legislação a comprovar, essa alínea até não deve ser válida. Mas se for válida e o jogador assinar fica em posição desfavorável. Os jogadores não quererão isso. Jogadores com opções de clube  futuro reduzidas. Gosto.
1. A rescisão por justa causa tal com apresentada pelos jogadores, baseando-se em assédio patronal, falta de segurança do centro de estágio e falta de condições psicológicas parece-me relativamente fácil de anular em tribunal. Com alguma destreza se pode alegar que estas mensagens e os discursos do Presidente são algo normal em qualquer empresa mas,
está claro, que estes senhores são atletas profissionais de alta competição e , pela responsabilidade que possuem perante os (clientes) massa adepta e direcção, seja pelos seus principescos ordenados e condições adicionais, deverão estar preparados para um grau de pressão superior ao normal, sendo que o exigido não foi cumprido quando tinham tudo para o fazer (jogos contra Braga, Benfica e Marítimo para alcançarem a Champions, e jogo contra o Aves para ganharem a Taça). Nas mensagens (que, não estou seguro, podem também ser causa de anulação dado terem passado mais de 30 dias sobre a recepção das mesmas), nunca o Presidente os insultou (o máximo que fez publicamente foi chamar-lhes «meninos mimados») nem ameaçou com represálias, antes tentou incentivar dando sempre mostras da sua crença na equipa, na sua competência e trabalho (exemplo «EU ACREDITO MUITO NA EQUIPA QUE ESCOLHI PARA SEREM EU DENTRO DAS 4 LINHAS! Vamos ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas 4 vitórias vamos levantar juntos a Taça de Portugal! »).  Seguramente que o Sporting irá mostrar vários exemplos de clubes nacionais e internacionais que, com o Presidente publicamente a exigir de forma mais forte que BdC, não tiveram qualquer rescisão de jogadores. A questão do assédio dando exemplo as mensagens, cai assim por terra.
Sobre as condições de segurança, onde existe uma empresa de segurança para o efeito, com x seguranças permanentes, com câmeras de vigilância, e com um ataque a durar talvez 10 a 15 minutos, ninguém pode exigir a nenhuma empresa, mais do que está implementado. Seguramente o Sporting irá demonstrar as condições de segurança de outros clubes nacionais e internacionais para comparar com as existentes e desta forma demonstrar que está a par dos melhores. Cai assim por terra a falta de condições de segurança.
A falta de condições psicológicas, pode ser anulada ao demonstrar que os jogadores nos dias a seguir ao ataque se encontravam de boa saúde (falou-se por aí que alguns até gravaram anuncios), mas mais importante ainda, é provar que nenhum deles requereu ao clube tratamento psicológico... Atenção que o atleta ao não pedir apoio médico ou não informar o clube, estando consciente da sua enfermidade, incorre em procedimento disciplinar. Mais ainda, estando diminuídos psicologicamente, aceitaram jogar a final da taça, ou seja, eles próprios anularam a falta de condições psicológicas.

Os factos que consubstanciam assédio têm mais de 30 dias, como tal, não são fundamento para a resolução unilateral do contrato pelo trabalhador. O facto que consubstancia a resolução por justa causa terá de ser, necessariamente, o ataque à academia e ao incumprimento da "obrigação de segurança". A falta de condições psicológicas não é propriamente um argumento favorável à resolução com justa causa pelos jogadores.

4. Do que li sobre os contratos que normalmente o Sporting celebra com jogadores, existem cláusulas de rescisão unilateral. Ou seja, se o jogador pretender rescindir o contrato unilateralmente, terá de compensar o Sporting no valor de x devido a inúmeros factores (exposição mediática, formação, potencialização, acompanhamento médico, marketing, etc). E atenção que este ponto é bastante importante: primeiro porque não existe reciprocidade neste valor (caso o clube pretenda rescindir com o jogador não terá de pagar a clausula dado que lhe proporciona os serviços acima mencionados); segundo porque fixa o valor que o clube terá de ser compensado pela rescisão. Atenção que a denominação é sempre rescisão e nunca cláusula compensatória ou algo do género. Estas denominações foram colocadas em prática há uns anos atrás, exactamente para os clubes se precaverem para os casos de rescisões unilaterais por parte dos jogadores. Antes denominavam-se «Compensação por quebra de contrato» ou «clausula de venda obrigatória» dado que eram mais utilizadas para fixar um valor de venda a outro clube. Sendo assim, o valor a receber será sempre o fixado no contrato, o valor da cláusula de rescisão. É claro que, do outro lado, irão sempre esgrimir argumentos para diminuir o valor (seja por ser manifestamente alto, seja porque o valor de mercado não estar adequado, etc, etc), ao que o Sporting terá de demonstrar casos em que os valores das clausulas estão equiparáveis. Não esquecer que, estamos a falar de 2 campeões europeus, com provas dadas a nivel internacionais, e que é de domínio publico que sempre existiram clubes interessados, bem como dois (ou 1+1/2 se poderá argumentar!  ;D ) internacionais portugueses em praticamente todos os escalões considerados com uma grande margem de progressão, um internacional Holandês que teve o seu pico de carreira no Sporting, todos eles com condições no clube bem acima de quaisquer outros atletas. Por comparação, vejamos os valores de transferência de Pogba, Dybala, MArtial, Mbappé, Dembelé, e tantos outros que, tendo um palmarés comparável ao destes, são vendidos por largas dezenas de milhões de euros. No caso dos argentinos, caso rescindam, poderá ser demonstrado que o Sporting lhes deu tal exposição, formação e potencialização, que os permitiu a subida à selecção argentina, e aí os valores poderão ser equiparados a outros atletas internacionais argentinos presentes no mundial.

O Sporting CP comunica essas cláusulas de rescisão unilateral. Diga-se que estas cláusulas de rescisão unilateral estão muito próximas daquilo que é uma "cláusula penal" e, nesses casos, "a cláusula penal pode ser reduzida pelo tribunal, de acordo com a equidade, quando for manifestamente excessiva, ainda que por causa superveniente; é nula qualquer estipulação em contrário" (art. 812.º do Código Civil).

Cada vez mais me convenço que as rescisões foram todas feitas na mesma altura e entregues a "algumas pessoas" com o intuito de correr com o Bdc e nunca seguir para os tribunais. Se caísse este CD apareciam uns "salvadores" que conseguiam "reverter" as rescisões e seriam bem vistos por boa parte da massa adepta.

Plot twist. O BDC não cai com as primeiras rescisões. Decidem aumentar a parada com BF, William, Bas Dost e Gelson.
O CD abana. Sócios desesperam. CS dá canal a comentadores escolhidos a dedo mas o Bdc não cai.

Há mais duas ou três rescisões prontas. Estes agora hesitaram. Se calhar pediram para não serem entregues ao ver que o Bdc provavelmente manter-se-à em funções e irá até às últimas consequências. Alguns juristas isentos já disseram que dificilmente os jogadores conseguirão uma decisão favorável nas instâncias judiciais.

O jms é pressionado e em desespero tenta o Golpe final.
1. A rescisão por justa causa tal com apresentada pelos jogadores, baseando-se em assédio patronal, falta de segurança do centro de estágio e falta de condições psicológicas parece-me relativamente fácil de anular em tribunal. Com alguma destreza se pode alegar que estas mensagens e os discursos do Presidente são algo normal em qualquer empresa mas,
está claro, que estes senhores são atletas profissionais de alta competição e , pela responsabilidade que possuem perante os (clientes) massa adepta e direcção, seja pelos seus principescos ordenados e condições adicionais, deverão estar preparados para um grau de pressão superior ao normal, sendo que o exigido não foi cumprido quando tinham tudo para o fazer (jogos contra Braga, Benfica e Marítimo para alcançarem a Champions, e jogo contra o Aves para ganharem a Taça). Nas mensagens (que, não estou seguro, podem também ser causa de anulação dado terem passado mais de 30 dias sobre a recepção das mesmas), nunca o Presidente os insultou (o máximo que fez publicamente foi chamar-lhes «meninos mimados») nem ameaçou com represálias, antes tentou incentivar dando sempre mostras da sua crença na equipa, na sua competência e trabalho (exemplo «EU ACREDITO MUITO NA EQUIPA QUE ESCOLHI PARA SEREM EU DENTRO DAS 4 LINHAS! Vamos ganhar, ganhar, ganhar e ganhar. E depois destas 4 vitórias vamos levantar juntos a Taça de Portugal! »).  Seguramente que o Sporting irá mostrar vários exemplos de clubes nacionais e internacionais que, com o Presidente publicamente a exigir de forma mais forte que BdC, não tiveram qualquer rescisão de jogadores. A questão do assédio dando exemplo as mensagens, cai assim por terra.
Sobre as condições de segurança, onde existe uma empresa de segurança para o efeito, com x seguranças permanentes, com câmeras de vigilância, e com um ataque a durar talvez 10 a 15 minutos, ninguém pode exigir a nenhuma empresa, mais do que está implementado. Seguramente o Sporting irá demonstrar as condições de segurança de outros clubes nacionais e internacionais para comparar com as existentes e desta forma demonstrar que está a par dos melhores. Cai assim por terra a falta de condições de segurança.
A falta de condições psicológicas, pode ser anulada ao demonstrar que os jogadores nos dias a seguir ao ataque se encontravam de boa saúde (falou-se por aí que alguns até gravaram anuncios), mas mais importante ainda, é provar que nenhum deles requereu ao clube tratamento psicológico... Atenção que o atleta ao não pedir apoio médico ou não informar o clube, estando consciente da sua enfermidade, incorre em procedimento disciplinar. Mais ainda, estando diminuídos psicologicamente, aceitaram jogar a final da taça, ou seja, eles próprios anularam a falta de condições psicológicas.

Os factos que consubstanciam assédio têm mais de 30 dias, como tal, não são fundamento para a resolução unilateral do contrato pelo trabalhador. O facto que consubstancia a resolução por justa causa terá de ser, necessariamente, o ataque à academia e ao incumprimento da "obrigação de segurança". A falta de condições psicológicas não é propriamente um argumento favorável à resolução com justa causa pelos jogadores.

4. Do que li sobre os contratos que normalmente o Sporting celebra com jogadores, existem cláusulas de rescisão unilateral. Ou seja, se o jogador pretender rescindir o contrato unilateralmente, terá de compensar o Sporting no valor de x devido a inúmeros factores (exposição mediática, formação, potencialização, acompanhamento médico, marketing, etc). E atenção que este ponto é bastante importante: primeiro porque não existe reciprocidade neste valor (caso o clube pretenda rescindir com o jogador não terá de pagar a clausula dado que lhe proporciona os serviços acima mencionados); segundo porque fixa o valor que o clube terá de ser compensado pela rescisão. Atenção que a denominação é sempre rescisão e nunca cláusula compensatória ou algo do género. Estas denominações foram colocadas em prática há uns anos atrás, exactamente para os clubes se precaverem para os casos de rescisões unilaterais por parte dos jogadores. Antes denominavam-se «Compensação por quebra de contrato» ou «clausula de venda obrigatória» dado que eram mais utilizadas para fixar um valor de venda a outro clube. Sendo assim, o valor a receber será sempre o fixado no contrato, o valor da cláusula de rescisão. É claro que, do outro lado, irão sempre esgrimir argumentos para diminuir o valor (seja por ser manifestamente alto, seja porque o valor de mercado não estar adequado, etc, etc), ao que o Sporting terá de demonstrar casos em que os valores das clausulas estão equiparáveis. Não esquecer que, estamos a falar de 2 campeões europeus, com provas dadas a nivel internacionais, e que é de domínio publico que sempre existiram clubes interessados, bem como dois (ou 1+1/2 se poderá argumentar!  ;D ) internacionais portugueses em praticamente todos os escalões considerados com uma grande margem de progressão, um internacional Holandês que teve o seu pico de carreira no Sporting, todos eles com condições no clube bem acima de quaisquer outros atletas. Por comparação, vejamos os valores de transferência de Pogba, Dybala, MArtial, Mbappé, Dembelé, e tantos outros que, tendo um palmarés comparável ao destes, são vendidos por largas dezenas de milhões de euros. No caso dos argentinos, caso rescindam, poderá ser demonstrado que o Sporting lhes deu tal exposição, formação e potencialização, que os permitiu a subida à selecção argentina, e aí os valores poderão ser equiparados a outros atletas internacionais argentinos presentes no mundial.

O Sporting CP comunica essas cláusulas de rescisão unilateral. Diga-se que estas cláusulas de rescisão unilateral estão muito próximas daquilo que é uma "cláusula penal" e, nesses casos, "a cláusula penal pode ser reduzida pelo tribunal, de acordo com a equidade, quando for manifestamente excessiva, ainda que por causa superveniente; é nula qualquer estipulação em contrário" (art. 812.º do Código Civil).

Portanto há mesmo uma possibilidade muito grande de ser pela cláusula que têm nos contratos e que assinaram livremente.
Se o Gelson assinou 1 semana depois de Alcochete e 1 semana antes da rescisão então é o cumulo da estupidez.