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Sporting Clube de Portugal

Da Wiki Sporting, a enciclopédia do Sporting Clube de Portugal
Símbolo actual do Sporting Clube de Portugal
Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa.

Tendo como data oficial de fundação 1 de Julho de 1906, o Sporting Clube de Portugal nasceu verdadeiramente a 8 de Maio do mesmo ano, data da primeira Assembleia Geral onde o Visconde de Alvalade foi eleito Presidente.

O Clube atingiu um século de existência na qualidade de um dos maiores de Portugal e de histórico no Mundo, conforme o demonstra o facto de ser a seguir ao Barcelona, o Clube europeu com mais títulos no conjunto das modalidades que pratica ou praticou na sua condição de Clube ecléctico, apesar de o futebol ser a modalidade principal.

Sediado em Lisboa, o Sporting é um Clube de grande implantação nacional com um número superior a 300 Núcleos, Filiais e Delegações, estimando-se que possa ter cerca de três milhões de adeptos espalhados por todo mundo.

O verde é a cor do Clube, que tem como equipamento principal a camisola e meias de listas horizontais alternadas de verde e branco e os calções pretos.

O símbolo em destaque no emblema é o Leão, e o seu lema é "Esforço, Dedicação, Devoção e Glória!"

Eis o Sporting Clube de Portugal.

Emblemas

Desde a sua fundação, a 1 de Julho de 1906, o Sporting já contou com cinco emblemas, para além dos dois comemorativos dos 50 e 100 anos de existência, mantendo sempre presentes a cor verde e o leão rampante (por vezes descrito como "rompante") que tanto o caracterizam.

1907 - O primeiro emblema

O emblema do Sporting teve origem no Verão de 1905, em Cascais e no passeio D. Maria Pia, nas conversas entre José Holtreman Roquette (José Alvalade), os primos José Roquette, António Rebelo de Andrade e D. Fernando de Castelo Branco (Pombeiro).

O 1º emblema, criado a 1907
O 2º emblema, criado a 1913
O 3º emblema, criado a 1930
O 4º emblema, criado a 1945
O emblema comemorativo dos 50 anos, criado em 1956
O 5º emblema, criado em 2001
O emblema comemorativo do Centenário, criado em 2005

A inspiração para o emblema veio-lhes do Anel com Brasão de Família de D. Fernando de Castelo Branco (Brasão de Pombeiro): Um Leão Rampante (ou rompante) em campo azul [1], uma descrição heráldica do inglês "lion rampant" - um leão de perfil, erecto, repousado na sua garra esquerda [2].


A pedido do mesmo, o fundo azul não foi adoptado, pelo que os quatro acordaram que a melhor solução seria adoptar a cor verde e o Leão Rampante como símbolo.

Embora o uso de emblemas não estivesse generalizado em Portugal, em 1907, a Casa Anjos de Lisboa apresentou o símbolo: um emblema circular com fundo verde e com um leão rampante sobre a inicial da palavra Club, com a inicial da palavra Sporting à esquerda e a de Portugal à direita, em prata. Prontamente sócios e adeptos usaram-no na lapela do casaco.

Na singeleza dos símbolos do Sporting há muito de nobre e dignificante.

O branco e o verde são cores que materializam os princípios éticos dos seus ideais desportivos, sociais e culturais; acompanham a vida espiritual do mundo leonino e transmitem aos seus milhões de sócios e adeptos a fé, o amor e o orgulho no seu passado de sonhos de grandeza materializados no presente, e de sonhos de glória projectados no futuro.

O Leão Rompante assinala a perenidade da força Sportinguista que alcançou para o clube um lugar proeminente no desporto português.

1913 - A inspiração germânica

Em 1910, Hugo Morais Sarmento regressou da Alemanha para ingressar no Sporting, como guarda-redes, por proposta de Manuel Monterrozo Carneiro. Aquando a sua chegada, trazia vestido um casaco azul onde se alinhavam quatro emblemas germânicos na lapela.

Daqui surgiu a ideia de se mandar confeccionar naquele país os emblemas do Clube, sendo o próprio Morais Sarmento o responsável pelo desenho e pela encomenda.

Os novos emblemas chegaram ao Sporting a 1 de Abril de 1913: tecnicamente perfeitos e de óptimo esmalte, compunham-se de um leão rompante branco num escudo de fundo verde, envolvidos por uma cercadura circular preta e nesta o nome do clube a branco.

1930 - A génese dos anos seguintes

Em 1923, a direcção do Sporting mandou confeccionar, na Alemanha, uma nova remessa de emblemas. Contudo, a assembleia geral realizada em Janeiro desse mesmo ano nomeou uma comissão que viria a rejeitar os quatros modelos apresentados, um dos quais da autoria de Júlio de Araújo.

Em 1930, o emblema foi oficialmente adoptado, estando na génese dos emblemas posteriores: um leão rompante de pé, a branco, com as iniciais a branco por debaixo do leão, em fundo verde.

1945 - A sigla do Clube em coroa

Em 1945, surge um novo emblema, destacando a sigla do Clube a coroar o símbolo.

O emblema mantinha o fundo verde, com o leão rompante e a sigla a branco, porém, adopta uma forma recortada, em forma de escudo.

1956 - Comemoração do cinquentenário

Em 1956, para assinalar a comemoração do cinquentenário do Clube, a direcção criou um emblema constituído por um laurel dourado com cercadura em esmalte verde onde se lia a legenda dourada "50 anos ao serviço do desporto e da Pátria". Na circunferência central, em esmalte branco, impunha-se o emblema oficial do clube.

2001 - Um Sporting para o século XXI

Em 2001, por forma a consolidar o Sporting como um grande clube profissionalizado, foi apresentada uma nova imagem gráfica, mais estilizada, rejuvenescida e adequada ao perfil actual dos milhões de sócios e adeptos sportinguistas. Apesar de mais moderno, o emblema continua a assentar nos valores tradicionais do clube - "Esforço, Dedicação, Devoção e Glória" - e no símbolo e cor desde sempre associados ao Clube - o leão e o verde.

Os diferentes nomes utilizados para definir o clube (no estrangeiro, muitos conhecem-no como Sporting de Lisboa) colaboraram para criar uma anarquia pouco consentânea com a identidade de um clube que assume como objectivos a liderança no panorama nacional e a notoriedade internacional.

Assim, neste sexto emblema, o enquadramento foi simplificado mantendo, no entanto, a cor verde e o escudo; foram introduzidas três listas brancas horizontais que remetem para o simbolismo da camisola do clube; as palavras 'Sporting' e 'Portugal', agora escritas por extenso, enfatizam a dimensão nacional do clube e unificam o seu nome a nível internacional; o leão surge mais estilizado e com um impacto reforçado que lhe é conferido pela cor dourada. Como uma coroa, a sigla SCP continua a perpetuar um nome com mais de um século de história.

2006 - Comemoração do centenário

Foi criado um emblema comemorativo do primeiro centenário do Sporting Clube de Portugal, que seria apresentado em 21 de Abril de 2005 quando foi divulgado o programa da comemorações da efeméride que se aproximava.

Neste emblema com uma forma redonda à semelhança do primeiro emblema do Clube, e um fundo bipartido de verde e branco, estão presentes o escudo com o Leão, os anos da fundação e do centenário e uma assinatura "Sporting 100", como imagem mais comercial.


Bandeiras

A primeira bandeira
A bandeira do Centenário


1907 - A primeira bandeira

A primeira bandeira do Sporting Clube de Portugal tem o fundo em tecido de cor verde, e as iniciais do Clube, bem como o leão rompante do brasão da família de D. Fernando Castelo Branco, a branco. Este modelo foi depois consagrado nos Estatutos do Clube. Foi bordada à mão por D. Julieta Garin Holtreman Roquette e D. Luisa Hortense Holtreman Roquette, netas do Visconde de Alvalade e irmãs de José Alvalade.


2006 - A bandeira do Centenário

Por ocasião do Centenário do Sporting Clube de Portugal foi elaborada uma nova bandeira (a qual, diga-se, não respeita a letra dos Estatutos, visto que não tem as iniciais, mas sim o nome completo do Clube, e o fundo é verde/branco e não completamente verde), que se encontra no Mundo Sporting.



Equipamentos

O primeiro equipamento

O primeiro equipamento do Sporting Clube de Portugal era todo branco, "herdado" do Campo Grande FC, mas com vivos em verde. Só a partir de 1908 se adoptou o verde e branco bipartido, estreado a 25 de Outubro num jogo contra o Benfica, no qual o Sporting saiu derrotado por 0-2, a primeira derrota sofrida frente aos rivais.

As camisas bipartidas eram fabricadas em Inglaterra e daí expedidas para Lisboa. Os calções foram brancos até 1915, ano em que se adoptaram os calções pretos, por sugestão de Raul Barros, um dos jogadores da equipa de futebol, que diga-se era a única modalidade a utilizar este equipamento considerado o mais bonito do País.

A 6 de Novembro de 1927, acontece a Estreia das camisolas listadas, num jogo particular frente ao Casa Pia. Estas camisolas tinham sido adoptadas pelo Râguebi um ano antes por sugestão de Salazar Carreira inspirado numa versão em vermelho que tinha visto na França, e que era mais leve e fresco. Em Julho de 1928 durante uma deslocação ao Brasil, a equipa de futebol recorre ao equipamento listado, que se populariza a partir daí.

Os irmãos Catatau com os primeiros equipamentos bipartidos

No regresso do Brasil a equipa de futebol voltou a utilizar as camisolas habituais, mas em Outubro de 1928, num jogo frente ao Benfica disputado sob temporal, os jogadores mudaram de equipamento ao intervalo e regressaram para a segunda parte outra vez com as camisolas do Râguebi. O Sporting ganhou o jogo e o novo equipamento passou a ser o principal e foi sendo progressivamente adoptado pelas outras modalidades.

No entanto a camisola o verde e branca bipartida nunca foi definitivamente afastada, e viria a ser recuperada como equipamento alternativo, ficando conhecida como "o equipamento Stromp" em homenagem a Francisco Stromp, sendo utilizado como uma espécie equipamento de gala.

Durante muitos anos a camisola alternativa passou a ser a branca, mas nas décadas de cinquenta e sessenta já eram por vezes utilizadas camisolas completamente verdes, e no fim da década de noventa começaram a aparecer outros equipamentos, quando por imperativos comerciais o equipamento alternativo passou a ser mudado todos os anos, surgindo então frequentemente o amarelo misturado com vários tons de verde, sempre com "o equipamento Stromp" como terceira alternativa. Muitos exemplos de camisolas do Sporting ao longo dos tempos podem ser encontrados na página Verde Branco

Campos e Estádios

Há quem considere que o Sporting teve sete campos, mas na verdade foram cinco, pois o Sítio das Mouras começou a ser usado provisoriamente logo que o Clube foi fundado e se instalou naqueles terrenos do Visconde de Alvalade, embora as instalações definitivas só tenham sido inauguradas um ano depois, numa altura em que o Sporting Clube de Portugal já era pioneiro nessa matéria.

O mesmo se poderá dizer em relação ao Stadium de Lisboa por muitos considerado um novo campo a partir do momento em que o Sporting lá realizou importantes obras que inaugurou em 1947, mas a verdade é que o campo era o mesmo, e o Clube já o utilizava há dez anos.

Pelo meio o Sporting utilizou os terrenos do Campo Grande nº 412, onde mais uma vez realizou obras importantes, construindo as instalações que ficaram conhecidas como a Estância de Madeira.

Em 1956 o Clube construiu finalmente o Estádio José Alvalade, uma obra imponente como eram os estádios daquela época e que também sofreu importantes remodelações que foram inauguradas em 1983.

Com a chegada do século XXI, mais uma vez o Sporting foi pioneiro, agora na construção de um estádio de última geração em Portugal, desta vez envolvido numa obra gigantesca a que se deu o nome de Complexo Alvalade XXI, mas com o Estádio a continuar a chamar-se José Alvalade, conforme está determinado nos Estatutos.

Sedes

Foram várias as sedes do Sporting Clube de Portugal, algumas em instalações apenas provisórias, outras que podem ser consideradas ícones da história do Clube.

Em edifícios próprios e em algumas ocasiões arrendados, o Sporting andou um pouco com a casa às costas até 1947, altura em que se instalou na Rua do Passadiço numa das mais emblemáticas Sedes da história do Clube, que até tinha instalações desportivas para as modalidades, e que o Sporting ocupou durante quase um quarto de século.

Até aí o Sporting tinha vivido os seus primeiros anos junto das instalações desportivas que utilizava no Sítio das Mouras, até que em 1913 pela primeira vez ocupou uma zona no centro da Cidade, mais concretamente no Chiado.

Em 1917 com a mudança do Clube para o Campo Grande, a Sede voltou a funcionar junto às instalações desportivas utilizadas pelo Sporting e por lá ficou vários anos, até que com o crescimento do Clube se sentiu a necessidade de ter um espaço na zona mais movimentada de Lisboa, onde os sócios se juntassem para actividades de carácter recreativo e social.

Foi então que depois de morar na Calçada de São Francisco, o Sporting chegou aos Restauradores, primeiro no 5º andar do nº 13, até que finalmente em 1933 passou a ocupar a zona nobre do Palácio da Foz, o que foi motivo de grande orgulho para todos os sportinguistas, que aí viveram um período de intensa actividade recreativa e cultural que deixou marca na vida da Capital desse tempo.

Em 1941 o Sporting teve de abandonar o Palácio da Foz por imperativos governamentais, comprando então um edifício na Rua Rosa Araújo que vendeu dois anos depois com lucro assinalável, ficando o Clube provisoriamente a funcionar na Rua de São José, até que em 1947 foi finalmente inaugurada nova sede na Rua do Passadiço, onde antes tinha funcionado o Clube Alemão.

Em 1971 deu-se o regresso da Sede à área desportiva do Clube, primeiro no Estádio José Alvalade ocupando a zona central poente que dava para os campos de treino e finalmente no Edifício Visconde de Alvalade, inaugurado em 2002 e que é parte integrante do Complexo Alvalade XXI.

Outros Órgãos

O Sporting Clube de Portugal tal como a generalidade das associações de cariz desportivo, tem como órgãos sociais, uma Assembleia Geral, uma Direcção e um Conselho Fiscal.

No entanto, ao longo dos anos outros órgãos desempenharam importantes papeis nas decisões fundamentais do Clube e na sua divulgação.

Entre estes destacam-se os Conselhos que chegaram a ter poderes de nomeação dos presidentes dos principais órgãos, antes de passarem a desempenhar um papel meramente consultivo e os órgãos de comunicação do próprio Clube, área onde o Sporting foi pioneiro.

Conselho TechnicoComissão do Contencioso e SindicânciaConselho GeralConselho dos PresidentesConselho LeoninoBoletim do SportingJornal Sporting

Condecorações

O Sporting Clube de Portugal ostenta as seguintes Condecorações:

  • Oficial da Ordem de Benemerência (1936)
  • Comendador da Ordem Militar de Cristo (1940)
  • Medalha do Instituto de Socorros a Náufragos (1950)
  • Medalha Cruz Vermelha de Benemerência (1951)
  • Medalha de Mérito Desportivo (1956)
  • Instituição de Utilidade Pública Desportiva (1960)
  • Medalha Bons Serviços Federação Portuguesa Ginástica (1963)
  • Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa (1964)
  • Medalha Bons Serviços Federação Portuguesa Patinagem (1977)
  • Membro Honorário da Ordem do Infante Dom Henrique (1981)
  • Sócio de Mérito da Federação Portuguesa Ginástica (1982)
  • Sócio de Mérito da Federação Portuguesa Andebol (1982
  • Medalha de Honra de Mérito Desportivo (1986)

Documentos

Os primeiros Estatutos do Sporting Clube de Portugal

Os Estatutos de 1996

Os Estatutos de 2011

Hino do Sporting

Hino do Sporting de 1956.

O Hino do Sporting foi composto em 1956, por ocasião do Cinquentenário do Sporting. A letra foi escrita por Ramiro Guedes de Campos e a música composta pelo Maestro Flaviano Rodrigues. A letra original era a seguinte.

Marchando ao Sol, entre vivas e palmas,
E verdes ondas, bandeiras - mais e mais!...
O Sporting surge! E cinquenta mil almas
No Estádio bradam ovações triunfais!
É verde a Esperança! É assim o Emblema
Que o povo tem sobre o peito, a palpitar!
Ser «leão» rompante é a honra suprema
Em Portugal d’Aquém e d’Além-Mar!
Lutai! Lutai! Lutai como leões!
Erguei-vos como fachos a arder!
Fazei vibrar os nossos corações!
A Esperança nos diz: - «Vencer! Vencer!»
«Leões»! «Leões»! Fazei que em vós assome
A Glória num clarão imortal!
Lembrai que tendes no nome
Este nome - PORTUGAL!!!
— Letra: Ramiro Guedes de Campos; Música: Maestro Flaviano Rodrigues


Nos anos 1990 foi divulgada uma nova letra.

Treme a cidade irrequieta
Ao ouvir o rugido
Que solta o Leão
Agitam-se as verdes bandeiras
Ao som do rugido
Que solta o Leão
As camisolas listadas
De verde e branco
No peito o Leão
Em cada chuto que é golo
As claques se agitam
No peito o Leão
Salta uma bola redonda
E o mundo é redondo
Aos pés do Leão
Somam-se os feitos e as taças
E a terra se rende
Aos pés do Leão
— Versão dos anos 1990

Marcha do Sporting

O Sporting nasceu um dia / Sob o signo do leão / Nós aprendemos a amá-lo / E a trazê-lo no coração
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória será nossa / Viva ao Sporting !
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória será nossa / Viva ao Sporting !
Bandeira verde o Leão / E uma esperança sem fim / Muita fé no coração / O sportinguista é assim
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória será nossa / Viva ao Sporting !
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória será nossa / Viva ao Sporting !
Ai vamos lá cantar a marcha / Que é a de todos nós / Cantam todos os do Sporting / Desde os netos até aos avós
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória será nossa / Viva ao Sporting !
Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo / E gritem todos comigo / Viva ao Sporting !
Rapaziada quer se possa ou se não possa / A vitória é sempre nossa / Viva ao Sporting !
Maria José Valério
Universo Sporting Clube de Portugal
Emblema do Sporting Clube de Portugal
SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

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Grupos e Organizações
Grupos e Organizações

ClaquesNúcleosFiliaisDelegações

Referências

  1. Brasão de Pombeiro (Dicionário Histórico)
  2. Fox-Davies, Arthur. (1909). A Complete Guide to Heraldry. Lion Rampant - p. 176.