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Só no tempo
Herói neoliberal – Entende-se como sendo o individuo que usufruindo dos benefícios do estado social,
opta por esquemas de fraude e evasão fiscal em prejuízo do bem comum.
Só no tempo
 :great:
Muito bem, percebes-te a rasteira!

 :mrgreen:
Sendo que não viajando efetivamente no espaço, permite - te estar em outro lugar a ver coisas de outro ponto de vista


Este simples instrumento de observação astronómica permite-me viajar no espaço e no tempo, verdade ou mentira?

Já estás a viajar no espaço e no tempo independentemente de teres esse instrumento ou não...  :twisted:
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NASA tem descobertas para anunciar. Haverá novos planetas "a caminho"?
No passado, a agência revelou a descoberta de planetas semelhantes à Terra e a descoberta de água líquida em Marte em eventos deste género. Esta terça-feira, o anúncio pode ser seguido em direto no site oficial da NASA.


É já amanhã que a agência espacial norte-americana vai anunciar as novas descobertas do telescópio espacial Kepler e, numa declaração publicada no seu site, faz adivinhar a descoberta de um novo planeta, ou algo relacionado com o assunto.

“Quando o Kepler foi lançado em março de 2009, os cientistas não sabiam quão comuns eram os planetas fora do nosso sistema solar. Graças às valiosas descobertas do Kepler, os astrónomos agora acreditam que talvez exista pelo menos um planeta a orbitar cada estrela no céu”, pode ler-se na sua página oficial.

Em sete anos de atividade, o telescópio espacial já encontrou mais de 1.000 exoplanetas mas falhou na descoberta do fenómeno mais desejado: vida extraterrestre.

Apesar da confirmação da existência de aliens parecer improvável, a descoberta de tantos planetas para além da Via Láctea aumenta as hipóteses dessa mesma existência. Ellen Stofan, cientista chefe da NASA, acredita, no entanto, que essa descoberta estará para breve.

Em 2015, este telescópio espacial foi responsável pela descoberta do Kepler 452b, um planeta que foi descrito pela NASA como sendo uma segunda versão da Terra. Esta terça-feira poderemos assistir à descrição mais pormenorizada deste exoplaneta ou ao anúncio da descoberta de um outro, tão ou mais parecido com o nosso.

O anúncio será feito às 18h00 no site oficial da agência norte-americana através de uma tele conferência que pode ser acompanhada em direto, aqui.

http://www.nasa.gov/news/media/newsaudio/index.html


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NASA anuncia a descoberta da maior colecção de exoplanetas de sempre
ANDREA CUNHA FREITAS 10/05/2016 - 19:26
A agência espacial norte-americana anunciou esta terça-feira a detecção de 1284 novos planetas noutros sistemas solares pelo telescópio espacial Kepler.


A agência espacial norte-americana NASA anunciou esta terça-feira que a missão do telescópio espacial Kepler conseguiu descobrir a maior colecção de planetas de sempre. No total, são 1284 novos planetas noutros sistemas solares (exoplanetas), o que significa o dobro dos planetas que já tinham sido confirmados por este telescópio. “Esta descoberta dá-nos a esperança de que, nalgum sítio ao redor de uma estrela semelhante ao nosso Sol, acabaremos por descobrir um planeta como a Terra”, refere Ellen Stofan, cientista da NASA, em comunicado da agência espacial.

A NASA analisou um catálogo com 4302 candidatos a planetas identificados pelo telescópio Kepler. Para 1284 dos candidatos a probabilidade de serem um planeta é maior do que 99%, o mínimo para que seja considerado um planeta. Dos “excluídos”, há 1327 que não conseguiram atingir este nível de probabilidade e que precisam de análises adicionais. Os restantes 707 serão muito provavelmente outro tipo de fenómeno astrofísico detectado pelo Kepler. Esta análise da NASA, segundo o comunicado, também confirmou e contabilizou 984 candidatos identificados antes por outros instrumentos.

“Antes do lançamento do telescópio espacial Kepler [em 2009], não sabíamos se os exoplanetas eram comuns na [nossa] galáxia. Graças ao Kepler e à comunidade científica, agora sabemos que podem existir mais planetas do que estrelas”, disse Paul Hertz, director da Divisão de Astrofísica da NASA. Segundo adianta, este conhecimento pode ajudar as futuras missões “a ficar mais perto de saber se estamos sozinhos no Universo”.

O primeiro exoplaneta foi descoberto em 1995, por Michel Mayor e Didier Queloz, do Observatório de Genebra (Suíça), em redor da estrela Pégaso-51, a 50 anos-luz de distância de nós. Era um gigante composto por gases, com metade do tamanho de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar. E como estava muito em cima da estrela, dava-lhe uma volta completa em apenas 4,2 dias. Antes deste anúncio da NASA, o número de planetas extra-solares confirmados já ultrapassava os 2000, desde gigantes gasosos a pequenos rochosos, que terão superfícies firmes como as de Mercúrio, Vénus e a Terra, e que não são gasosos como Júpiter e Saturno.

O comunicado da NASA explica que o telescópio Kepler capta pequenas alterações regulares do brilho das estrelas que ocorrem quando os planetas passam a sua frente. Um momento que pode ser comparado com o trânsito solar de Mercúrio ocorrido esta segunda-feira, 9 de Maio. Desde a descoberta dos primeiros planetas extra-solares há mais de uma década que os cientistas se dedicam a um processo de verificação de cada um dos corpos candidatos a planetas, sublinha a NASA.

Migalhas de pão
Este último anúncio, no entanto, é baseado num método de análise estatística que pode ser aplicado em simultâneo a vários candidatos a planetas. Timothy Morton, investigador na Universidade de Princeton, em Nova Jérsia (EUA), e autor principal do artigo científico publicado na revista The Astrophysical Journal, usou uma técnica para atribuir uma percentagem de probabilidade a cada candidato a planeta identificado pelo Kepler. Foi a primeira vez que se realizou um cálculo automatizado – utilizando um software chamado Vespa – a esta escala.

“Os candidatos a planetas podem ser vistos como migalhas de pão”, referiu Timoty Morton, citado no comunicado da NASA. “Se deixarmos cair uma mão cheia de migalhas no chão, podemos apanhá-las uma a uma. Mas, se despejarmos um grande saco de minúsculas migalhas, vamos precisar de uma vassoura. Esta análise estatística é uma vassoura.”

Na colecção recém-validada de planetas, quase 550 podem ser rochosos como a Terra, com base no seu tamanho. Nove destes estarão situados numa zona habitável da órbita do seu sol, ou seja, a uma distância da sua estrela que pode garantir temperaturas que permitem a presença de água líquida. Além destes nove, há agora um total de 21 exoplanetas que são fazem parte deste grupo exclusivo.

“É costume dizer-se que não se deve contar as galinhas antes de chocarem os ovos, mas é exactamente isso que estes resultados permitem fazer baseando-se nas probabilidades de cada ovo (candidato) vir a ser um pintainho”, refere Natalie Batalha, co-autora do artigo e cientista da NASA no Centro de Investigação em Moffett Field, na Califórnia.

Em 2018, a NASA vai lançar a próxima grande missão dirigida à procura de planetas extra-solares: o telescópio espacial Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), que irá vigiar 200 mil estrelas próximas e procurar planetas do tamanho da Terra ou maiores.

Lançamento pela SpaceX ao vivo:

Descoberto novo planeta-anão no Sistema Solar

Uma equipa internacional de astrónomos anunciou a descoberta de mais um planeta-anão no Sistema Solar, cuja órbita tem o ponto mais distante a 19 mil milhões de quilómetros do Sol.

Provisoriamente batizado de RR245, o nano-planeta tem um diâmetro de cerca de 700 quilómetros e faz uma das maiores órbitas para essas dimensões, segundo o Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, na sigla em francês) da França, um dos membros da equipa.

Numa órbita que o CNRS classificou como improvável e que o planeta demora 700 anos a completar, a luz solar demora 18,5 horas terrestres a chegar à superfície do RR245.

O astro, descoberto na Cintura de Kuiper, foi detetado pela primeira vez com um telescópio localizado em Mauna Kea, no Havai, em fevereiro passado, a partir de imagens originadas em setembro de 2015.

É "um dos escassos planetas-anões que sobreviveram até aos nossos dias, como Plutão e Eris, os maiores planetas-anões conhecidos", disse o CNRS.

Apenas foi observado durante um ano, pelo que os cientistas dizem que não se sabem as suas origens e como vai evoluir a órbita no futuro, mas admitem que o seu tamanho e luminosidade permitem ser estudados para tirar mais conclusões acerca do Sistema Solar.

A equipa de investigação afirma que a grande maioria dos planetas-anões foi criada durante o caos provocado quando os planetas gigantes se deslocaram para tomarem as atuais posições.



Há dois novos planetas que podem ter vida
Os dois planetas fazem parte de um conjunto de quatro planetas rochosos que orbitam em torno de uma estrela mais pequena e menos intensa que o nosso sol.


Dos 104 exoplanetas que a NASA descobriu recentemente graças ao telescópio Kepler, há dois que a agência espacial norte-americana acredita que têm forte possibilidade de conter alguma espécie de vida.

s dois planetas, de nome K2-72c e K2-72e, em conjunto com outros dois planetas rochosos orbitam em volta de uma estrela vermelha anã, a K2-72, localizada a 181 anos luz de distância do nosso sistema solar. Como refere o Scientific American, os dois planetas parecem estar localizados naquela que é definida como a ‘zona habitável’ do sistema solar, apresentando níveis de irradiação comparáveis às da Terra.

Desde o seu lançamento em 2009, o telescópio Kepler descobriu mais de 2,300 planetas apenas a partir de subtis alterações no brilho da estrelas. Este conjunto diz respeito a dois terços do total de exoplanetas encontrados até à data.

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NASA quer evitar colisão de asteroide com a Terra

Agência Espacial Norte-americana está a estudar o asteroide Bennu, que em 2135 passará entre a Terra e a Lua, para evitar que venha contra o nosso planeta. Os cientistas vão aprender mais sobre ele para depois conseguirem desviar-lhe a rota. Impacto estimado com o planeta seria o equivalente a 200 bombas atómicas

O pedaço de rocha atravessa a órbita do planeta a cada seis anos e tem vindo a aproximar-se. Tanto que a NASA teme que o fim do mundo possa estar marcado para algures no fim do século XXII.

Fim do mundo pode ser exagero de inspiração Hollywodesca, já que o pedaço de rocha tem 500 metros de diâmetro e não seria suficiente para destruir o planeta, mas um impacto estimado de 200 vezes a bomba atómica também não poderá ser desprezado.

“A passagem próxima em 2135 vai influenciar a órbita de Bennu, e pode colocá-lo em rota de colisão com a Terra mais tarde nesse século”, lê-se no The Sunday Times, citando Dante Lauretta, da Universidade do Arizona.

Por causa do Bennu, a agência espacial americana desenvolveu uma missão inédita. Com a ajuda de um braço robótico fará a recolha de calhaus da superfície, que serão depois analisados de forma a estudar a velocidade, órbita, tamanho e rotação desta ameaça à Terra.

Os cientistas querem aproveitar a aprendizagem deste caso para saberem mais sobre Marte, ambicionando com isso testar as capacidades de uma missão ao planeta vermelho em 2030.

A aprendizagem sobre o asteroide poderá mesmo significar importantes avanços no conhecimento sobre a Terra, já que pode ter contribuído para o início da vida no planeta. Mas o objetivo mais imediato é que esta missão venha a permitir redirecionar o asteroide para uma órbita estável à volta da Lua. E, assim, evitar a colisão com a Terra.

A sonda da NASA será lançada em Setembro, para chegar ao seu destino, Bennu, em 2023. Nessa altura, passará um ano a observar as características do asteroide. Antes do regresso serão retiradas várias amostras. Um manancial de investigação e conhecimento que dá aos cientistas mais razões para sorrir do que para temer – pelo menos, se tudo correr como previsto e o fim do mundo não chegar no fim do próximo século.



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Cientistas podem ter descoberto uma “Terra 2.0”
Podemos estar perante um novo planeta com características muito semelhantes às da Terra. Será que indícios de vida extraterrestre já estiveram mais longe de ser encontrados?






Filmagens da terra em direto
https://www.youtube.com/channel/UCakgsb0w7QB0VHdnCc-OVEA

Não sei se é verdade, mas supostamente isto tudo é em Live.
Citação de: http://www.msn.com/en-us/news/us/not-a-drill-seti-is-investigating-a-possible-extraterrestrial-signal-from-deep-space/ar-AAid9oY
Not a Drill: SETI Is Investigating a Possible Extraterrestrial Signal From Deep Space

Robin Seemangal

An international team of scientists from the Search For Extraterrestrial Intelligence (SETI) are investigating mysterious signal spikes emitting from a 65 billion year-old star in the constellation Hercules–95 light years away from Earth. The implications are extraordinary and point to the possibility of a civilization far more advanced than our own.

The unusual signal was originally detected on May 15, 2015 by the Russian Academy of Science-operated RATAN-600 radio telescope in Zelenchukskaya, Russia but was kept secret from the international community. Interstellar space reporter  Paul Gilster broke the story after the researchers quietly circulated a paper announcing the detection of “a strong signal in the direction of HD164595.”

The mysterious star’s designation is HD164595 and it’s considered to be sun-like in nature with a nearly identical metallic composition to our own star. So far, a single Neptune-like (but warmer) planet has been discovered in its orbit–HD 164595 b. But as Gilster explained, “there could, of course, be other planets still undetected in this system.”

Decorated Italian SETI researcher and mathematician Claudio Maccone along with Russia’s Nikolai Bursov of the Special Astrophysical Observatory are the principal scientists working on the apparent discovery. They claim that “permanent monitoring of this target is needed.”

“The signal conceivably fits the profile for an intentional transmission from an extraterrestrial source,” says Alan Boyle, author of “The Case for Pluto” who reported the story for Geekwire. “ In any case, the blip is interesting enough to merit discussion by those who specialize in the search for extraterrestrial intelligence, or SETI.”

The signal’s strength indicates that if it in-fact came from a isotropic beacon, the power source would have to be built by a Kardashev Type II civilization (The Kardashev scale is used to determine the progress of a civilization’s technological development by measuring how much energy was used to transmit an interstellar message.)  An ‘Isotropic’ beacon means a communication source emitting a signal with equal power in all directions while promoting signal strength throughout travel.

In his acclaimed work “Transmission of Information by Extraterrestrial Civilizations,” Soviet Astronomer Nikolai Kardashev explained that a Type II civilization would be able to harness the energy of their entire host star. The most common hypothetical example of this would be a Dyson Sphere–which is a massive artificial structure that could completely encapsulate a star and transfer the energy to a nearby planet.

Basically, if the signal was beamed out into the galaxy without aim or direction, that would require an enormous amount of power to actually be detected. But what if the signal was beamed specifically at our solar system? Well, that would require less energy and could indicate the presence of a Kardashev Type I civilization–meaning that it could be a highly-technological, contemporary society that harnesses the solar energy emitted by its local star, much like our planet does with solar panels. This particular civilization’s social structure is theorized to be completely globalized and interconnected.

“The signal is provocative enough that the RATAN-600 researchers are calling for permanent monitoring of this target,” said Gilster. And that’s exactly what is transpiring. As of last night, the SETI institute is diverting its Allen Telescope Array in northern California to investigate while their counterparts at METI International (Messaging Extraterrestrial Intelligence) will utilize Panama’s Boquete Optical Observatory.

The detection of the mysterious signal and the ensuing investigations will be discussed at the IAA SETI Permanent Committee during the 67th International Astronautical Congress in Guadalajara, Mexico, on September 27th–the same day and location where Elon Musk will reveal his plans to colonize Mars . The Observer will be following up on both these stories from the Congress.

Agora que já ficaram excitados com a notícia vamos pôr água na fervura:

Citação de: http://www.seti.org/seti-institute/a-seti-signal
A SETI Signal?

A star system 94 light-years away is in the spotlight as a possible candidate for intelligent inhabitants, thanks to the discovery of a radio signal by a group of Russian astronomers.

HD 164595, a solar system a few billion years older than the Sun but centered on a star of comparable size and brightness, is the purported source of a signal found with the RATAN-600 radio telescope in Zelenchukskaya, at the northern foot of the Caucasus Mountains.  This system is known to have one planet, a Neptune-sized world in such a very tight orbit, making it unattractive for life.  However, there could be other planets in this system that are still undiscovered.

The signal seems to have been discussed in a presentation given by several Russian astronomers as well as Italian researcher, Claudio Maccone, the chair of the International Academy of Astronautics Permanent SETI Committee.  Maccone has recently sent an email to SETI scientists in which he describes this presentation, including the signal ascribed to star system HD 164595.

Could it be a transmission from a technically proficient society? At this point, we can only consider what is known so far.  This is a technical story, of course.

First, is the detected signal really coming from the direction of HD 164595?  The RATAN-600 is of an unusual design (a ring on the ground of diameter 577 meters), and has an unusual “beam shape” (the patch of sky to which it is sensitive).  At the wavelength of the reported signal, 2.7 cm – which is equivalent to a frequency of 11 GHz – the beam is about 20 arcsec by 2 arcmin.  In other words, it’s a patch that’s highly elongated in the north-south direction.

The patch from which the signal seems to be coming agrees in the east-west direction (the narrow part of the beam) with HD 165695’s sky coordinates, so that’s the basis of the assumption by the discoverers that this is likely to be coming from that star system.  But of course, that’s not necessarily the case.

Second is the question of the characteristics of the signal itself.  The observations were made with a receiver having a bandwidth of 1 GHz.  That’s a billion times wider than the bandwidths traditionally used for SETI, and is 200 times wider than a television signal.  The strength of the signal was 0.75 Janskys, or in common parlance, “weak.”  But was it weak only because of the distance of HD 164595?  Perhaps it was weak because of “dilution” of the signal by the very wide bandwidth of the Russian receiver?  Just as a pot pie, incorporating lots of ingredients, can make guessing the individual foodstuffs more difficult, a wide-bandwidth receiver can dilute the strength of relatively strong narrow-band signals.

Now note that we can work backwards from the strength of the received signal to calculate how powerful an alien transmitter anywhere near HD 164595 would have to be.  There are two interesting cases:

(1) They decide to broadcast in all directions.  Then the required power is 1020 watts, or 100 billion billion watts.  That’s hundreds of times more energy than all the sunlight falling on Earth, and would obviously require power sources far beyond any we have.

(2)  They aim their transmission at us.  This will reduce the power requirement, but even if they are using an antenna the size of the 1000-foot Arecibo instrument, they would still need to wield more than a trillion watts, which is comparable to the total energy consumption of all humankind.

Both scenarios require an effort far, far beyond what we ourselves could do, and it’s hard to understand why anyone would want to target our solar system with a strong signal. This star system is so far away they won’t have yet picked up any TV or radar that would tell them that we’re here.

Enter the Allen Telescope Array

The chance that this is truly a signal from extraterrestrials is not terribly promising, and the discoverers themselves apparently doubt that they’ve found ET.  Nonetheless, one should check out all reasonable possibilities, given the importance of the subject.

Consequently, the Allen Telescope Array (ATA) was swung in the direction of HD 164595 beginning on the evening of August 28.  According to our scientists Jon Richards and Gerry Harp, it has so far not found any signal anywhere in the very large patch of sky covered by the ATA.

However, we have not yet covered the full range of frequencies in which the signal could be located, if it’s of far narrower bandwidth than the Russian 1 GHz receiver.  We intend to completely cover this big swath of the radio dial in the next day or two.  A detection, of course, would immediately spur the SETI and radio astronomy communities to do more follow-up observations.

We will continue to monitor this star system with the Array.

One particularly noteworthy thing about this discovery is the fact that the signal was apparently observed in May, 2015 (it seems that this was the only time in 39 tries that they saw this signal).  The discoverers didn’t alert the SETI community to this find until now, which is not as expected.  According to both practice and protocol, if a signal seems to be of deliberate and extraterrestrial origin, one of the first things to do is to get others to attempt confirming observations.  That was not done in this case.

So what’s the bottom line?  Could it be another society sending a signal our way?  Of course, that’s possible.  However, there are many other plausible explanations for this claimed transmission – including terrestrial interference.  Without a confirmation of this signal, we can only say that it’s “interesting.”

-- Seth Shostak, Senior Astronomer
A SpaceX acabou de partilhar uma animação do sei Sistema de Transporte Interplanetário




Ás 19:30 o Elon Musk vai apresentar a arquitectura para a colonização de Marte no Congresso Internacional de Astronáutica, com emissão em directo aqui:

Grande Elon Musk, acabei ontem de ler a biografia dele e desde já recomendo.

Todas as pessoas que querem mudar alguma coisa fossem como ele.
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Entre a realidade e a ficção, estamos todos a caminho de Marte
NICOLAU FERREIRA 15/10/2016 - 08:20
Empresas como a SpaceX e a Boeing têm um calendário para pôr humanos no planeta vermelho em breve. Os EUA também. Já esta semana, a sonda europeia da missão ExoMars e o seu módulo Schiaparelli vão chegar a Marte. E a National Geographic vai estrear um documentário ficcionado que nos leva lá.


Ohio, Janeiro de 1999, uma nave tripulada inicia uma viagem a Marte. O calor que emite derrete a neve, liberta a cidade do Inverno: “O foguetão fabricou o clima e, por um breve instante, o Verão caiu na paisagem terrestre…” O arranque auspicioso de Crónicas Marcianas, obra de Ray Bradbury publicada em 1950, desvanece-se nas sucessivas tentativas de colonização do planeta vermelho. Entre Marte e a Terra, o escritor norte-americano narra como os sonhos humanos podem transformar-se em despojos de civilizações esquecidas.

Nas décadas seguintes à publicação do livro, a chegada de humanos à Lua e a exploração do sistema solar com sondas aproximou-nos daquela realidade. Marte só foi povoado por módulos e robôs. Em Janeiro de 1999, a única coisa que partiu para o planeta vermelho foi a sonda Mars Polar Lander, da NASA, que deixou de comunicar quando embateu no solo marciano, 11 meses depois. Mas nestas últimas semanas, uma série de declarações pôs o planeta na rota da exploração humana. A ideia mais arrojada veio de Elon Musk, o director-geral da empresa SpaceX, que quer colonizar Marte com um milhão de pessoas em menos de 100 anos.

“Se as coisas correrem muito bem, a primeira nave poderá ir para Marte em dez anos. Mas há um risco enorme”, disse Elon Musk no fim de Setembro, no Congresso Internacional de Astronomia, no México. Para o empresário, a humanidade é vulnerável ao ter a Terra como a única casa. A queda de um grande asteróide poderá decretar o fim da civilização. Por isso, Musk defende a colonização de outros locais do sistema solar, para aumentar a nossa hipótese de sobrevivência. Marte é a melhor opção devido às condições atmosféricas e aos recursos geológicos, diz. Há ainda outra razão, a aventura: “É a coisa mais inspiradora que consigo imaginar.”

Há quem duvide da exequibilidade deste projecto. “Se se gastar dinheiro sem fim e se este for o objectivo principal das potências económicas e tecnológicas mundiais, talvez seja possível, embora tenha dúvidas. Mas tal vontade não existirá e, portanto, penso que não acontecerá”, diz ao PÚBLICO o engenheiro aeroespacial Nuno Silva, criticando a ideia do início da colonização em dez anos.

Nuno Silva é responsável pelo Departamento de Dinâmicas de Voo da empresa Airbus Defence and Space, que está a construir o rover da ExoMars, a segunda parte de uma missão a Marte da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Rússia. Em Março, foram lançados a sonda Trace Gas Orbiter e o módulo de aterragem Schiaparelli, para a primeira parte da missão da ExoMars. Vão procurar vestígios de vida em Marte. A viagem dos dois aparelhos está a terminar. Este domingo, o módulo irá separar-se da sonda, e aterrará em Marte na próxima quarta-feira, 19 de Outubro. Se tudo correr bem, será a primeira vez que a Europa chega com sucesso à superfície de Marte. Já o rover será lançado em 2020. O investigador português está ciente das dificuldades de pôr humanos a viver no planeta vermelho.

“É preciso um foguetão com capacidade suficiente para enviar algo tão pesado até Marte. Outra fase crítica é a aterragem. É preciso entrar na atmosfera com o ângulo certo, ter uma protecção térmica capaz de resistir à entrada e um sistema de aterragem seguro”, explica o engenheiro. Depois, vem a vida no planeta. “É necessário energia. A maioria das missões [de robôs] tem usado energia solar. Só se pode produzir energia durante o dia (armazenada em baterias para a noite), a quantidade produzida é proporcional à área dos painéis, e essa área é limitada pela massa e pelo volume que podem ser enviados no foguetão. Também será preciso resistir a temperaturas extremas: entre os 120 graus Celsius negativos e os 40 graus positivos, e serão precisos aquecedores. Em seguida, é preciso pensar na alimentação, geração de oxigénio e na água.”

Algumas destas questões foram provisoriamente abordadas por Elon Musk, que apresentou um vídeo animado da ida a Marte. Juntos, o foguetão e a nave projectados serão mais altos do que o Saturno V – o maior foguetão de sempre, usado para levar os astronautas à Lua, entre 1969 e 1972. Mas haverá inovações para tornar a missão mais barata. A ideia é reutilizar o foguetão que põe a nave em órbita da Terra com uma tripulação de 100 pessoas. O foguetão regressa à Terra (a SpaceX já demonstrou ser capaz de reutilizar foguetões) e coloca-se uma nave semelhante em cima do foguetão, mas agora cheia de combustível. Haverá um novo lançamento desta nave, que irá levar combustível à nave tripulada, que poderá então iniciar a travessia até Marte.

Elon Musk explicou ainda que a nave será de ida e volta. Quando aterrar no planeta vermelho, utilizará metano gelado como combustível produzido a partir do dióxido de carbono da atmosfera marciana e a água congelada no solo. “Nada disto é fácil”, comentou Phil Plait, astrónomo e autor do blogue Bad Astronomy. “Mas é possível.”

Com estas poupanças, Musk estima pedir entre 180.000 e 90.000 euros por pessoa para a viagem a Marte. Mas como é que os colonos vão sobreviver lá? O dono da SpaceX não responde, argumenta que o importante é estabelecer um sistema de transportes entre os dois planetas. “É então que vai florescer que uma quantidade tremenda de empreendedorismo e talento”, diz, sugerindo que as empresas irão resolver os problemas de viver lá. Mas assume o risco. “Penso que a primeira viagem a Marte será muito perigosa. O risco de fatalidades será alto.”

Esta nunca seria a abordagem da NASA e da ESA, diz Nuno Silva: “A NASA não enviará pessoas numa missão se achar que elas vão morrer. Mas isso não quer dizer que não haja um acidente mortal: haverá sempre riscos, mas a NASA (assim como a ESA) fará tudo o que puder para tornar esses riscos aceitáveis.”

Apesar de não sabermos o que é um “risco aceitável” para Elon Musk, o facto é que ele não está sozinho. No início de Outubro, Dennis Muilenburg, director-executivo da Boeing, disse numa conferência em Chicago estar convencido que “a primeira pessoa a pôr o pé em Marte irá chegar lá num foguetão da Boeing”, citou a Bloomberg. É um desafio directo à SpaceX.

E esta semana Barack Obama pôs os EUA na corrida. “Definimos o objectivo claro vital para o próximo capítulo da história da América no espaço: enviar humanos para Marte na década de 2030 e trazê-los em segurança de volta à Terra, com a ambição final de um dia ficarem lá durante um período de tempo alargado”, escreveu o Presidente dos EUA num artigo publicado no site da CNN. Obama disse que o Governo está a trabalhar com “parceiros privados” para concretizar o plano.

Quem não quiser esperar até lá pode sentar-se à frente da televisão já a 13 de Novembro, quando se estrear o primeiro de seis episódios da série Marte, do canal National Geographic. A série é uma mistura entre documentário e ficção, narrando a situação actual da exploração espacial, ao mesmo tempo que conta a aventura dos primeiros humanos que vão para Marte em 2033.

“Adoro narrativas espaciais, gosto da noção de que os humanos têm de alargar as suas fronteiras”, disse Ron Howard, um dos produtores-executivos da série, que realizou o filme Apolo 13, aos jornalistas, incluindo o PÚBLICO. “E temos de apoiar a nossa ambição de sermos uma espécie multiplanetária.”

Na ficção contar-se-ão os desafios de uma missão ao planeta vermelho. A parte documental vai apoiar-se numa série de entrevistas a especialistas. Elon Musk foi entrevistado, assim como Charles Bolden, administrador da NASA e antigo astronauta, Neil DeGrasse Tyson, astrónomo e reconhecido divulgador de ciência, e Ann Druyan, autora e produtora da série Cosmos: Uma Odisseia no Espaço, entre outros.

Se a série tiver sucesso, poderá ter mais temporadas que contarão como os humanos vão adaptar-se a Marte, diz Ron Howard: “O jornalista Stephan Petranek, autor do livro Como Vamos Viver em Marte, fala de um novo tipo de humano, um marciano. A nossa espécie vai começar a adaptar-se à vida lá e irá desenvolver a sua própria cultura.”

A obra de Ray Bradbury termina com uma ideia semelhante. Uma família humana sozinha no planeta vermelho a olhar para o seu reflexo num canal de água – a olhar para marcianos.