Aquecimento Global

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The Little Finger method. Não conheces?

Os Donald Trump fans utilizam muito... :lol:

:lol: Tanto é que já ficámos a saber que pelos vistos não houve método... deve ser tão fiável como o diabo que ia aparecer em Setembro de 2016.

 :lol:

 :twisted:  :twisted:


Vem ai uma idade do gelo! A culpa é do homem! Temos de ir para mercurio! Fujam!

E que método foi usado para essas medicões dos últimos 420 000 anos já agora? (as de 1880 até hoje está lá)
Não será através das bolhas no gelo antárctico?
Chat shit get banged.


Vem ai uma idade do gelo! A culpa é do homem! Temos de ir para mercurio! Fujam!

E que método foi usado para essas medicões dos últimos 420 000 anos já agora? (as de 1880 até hoje está lá)
Não será através das bolhas no gelo antárctico?

Correlacionando a composição atmosférica com a temperatura? Penso que a composição da atmosfera não variou de uma forma tão ciclíca.


Vem ai uma idade do gelo! A culpa é do homem! Temos de ir para mercurio! Fujam!

E que método foi usado para essas medicões dos últimos 420 000 anos já agora? (as de 1880 até hoje está lá)
Não será através das bolhas no gelo antárctico?

Correlacionando a composição atmosférica com a temperatura? Penso que a composição da atmosfera não variou de uma forma tão ciclíca.
Não sei, foi algo que me lembro de ter lido há uns anos, mas também não percebo ponta do assunto.
Chat shit get banged.
Isto do "aquecimento global causado pelo homem" não passa de uma brincadeira. As alterações climáticas são reais todavia é uma tolice dizer que foi criado pelo homem. A única razão para que esteja a ser debatido tanta vez é porque é um dos principais fatores de condução de um governo mundial onde as pessoas de classe trabalhadora vão pagar "impostos de carbono" à ONU. São manobras de diversão fabricadas pelos globalistas! As alterações climáticas são reais porque a Terra naturalmente muda o clima. Antes de um cientista qualquer escrever um livro, lembrem-se que 10 000 anos atrás a Terra era uma tundra congelada. O que aconteceu?
Isto do "aquecimento global causado pelo homem" não passa de uma brincadeira. As alterações climáticas são reais todavia é uma tolice dizer que foi criado pelo homem. A única razão para que esteja a ser debatido tanta vez é porque é um dos principais fatores de condução de um governo mundial onde as pessoas de classe trabalhadora vão pagar "impostos de carbono" à ONU. São manobras de diversão fabricadas pelos globalistas! As alterações climáticas são reais porque a Terra naturalmente muda o clima. Antes de um cientista qualquer escrever um livro, lembrem-se que 10 000 anos atrás a Terra era uma tundra congelada. O que aconteceu?

Isto não passa de uma maneira de encher as pessoas de impostos.
Isto do "aquecimento global causado pelo homem" não passa de uma brincadeira. As alterações climáticas são reais todavia é uma tolice dizer que foi criado pelo homem. A única razão para que esteja a ser debatido tanta vez é porque é um dos principais fatores de condução de um governo mundial onde as pessoas de classe trabalhadora vão pagar "impostos de carbono" à ONU. São manobras de diversão fabricadas pelos globalistas! As alterações climáticas são reais porque a Terra naturalmente muda o clima. Antes de um cientista qualquer escrever um livro, lembrem-se que 10 000 anos atrás a Terra era uma tundra congelada. O que aconteceu?

Isto não passa de uma maneira de encher as pessoas de impostos.
Claramente. A cada dia inventam novas desculpas para encher os bolsos. Não tarda muito e vai ser proibido plantar vegetais :rofl:
Antes de um cientista qualquer escrever um livro, lembrem-se que 10 000 anos atrás a Terra era uma tundra congelada. O que aconteceu?

Eish, a Terra era uma tundra congelada. ;D Tinham aquecimento especial nas cavernas? Devia ser giro ver o pessoal na península ibérica à caça de ursos polares. ;D
As alterações climáticas são eventos cíclicos. Mudanças na geologia do planeta e mesmo nas correntes marítimas podem, com tempo, causar alterações na temperatura. Há muitos outros factores que podem contribuir para isto naturalmente mas esse nem é o que está em questão. O verdadeiro problema é que, salvo eventos catastróficos como o impacto de um asteróide gigantesco ou uma super explosão vulcânica que cubra o planeta de cinzas, as alterações climatéricas ocorrem durante períodos que permitem que tanto a fauna como a flora se adaptem aos novos ambientes e subsistam. O que está a acontecer agora é um acelerar de um evento natural que comprime o espaço normal de, por exemplo, 100 000 anos, para algo como 200. Neste momento estamos no sexto grande evento de extinção em massa das espécies do planeta porque os seres humanos aceleraram o processo de aquecimento do mesmo devido à emissão não natural de gases com efeito de estufa. Os factos são:

.: Estamos num período de actividade solar extremamente baixa e mesmo assim a temperatura não "relaxa":
    - http://www.space.com/23934-weak-solar-cycle-space-weather.html
.: O aumento de gases de efeito de estufa na atmosfera atingiu níveis que nunca atingimos nem que existem em "ice core data"
    - http://climate.nasa.gov/vital-signs/carbon-dioxide/ (podem ver mais opções dentro)
    - https://www.epa.gov/climate-indicators/climate-change-indicators-atmospheric-concentrations-greenhouse-gases
.: "The Holocene Extinction Event"
    - http://www.livescience.com/51280-the-new-dying-how-human-caused-extinction-affects-the-planet-infographic.html

Gostaria de acrescentar ainda a grande conspiração que é o degelo nos polos. Há malta que diz que há mais gelo num e por isso o gelo está a aumentar. Pois bem:

.: O gelo no Ártico está a diminuir ao passo que o Gelo na Antárctica está a aumentar. O grande problema é que a diminuição é maior que o aumento, o que leva a que exista mais água no estado líquido nos oceanos. Como a água tem o seu ponto mais denso aos 4º, tudo o que a aqueça ou arrefeca acima ou abaixo desse número leva a uma diminuição da sua densidade, o que significa que a mesma quantidade de água ocupa um espaço maior. Mais água nos Oceanos + Aumento da temperatura dos mesmos = Aumento do nível da água na costa. A matemática é simples.
    - https://www.nasa.gov/content/goddard/antarctic-sea-ice-reaches-new-record-maximum
    - http://science.howstuffworks.com/environmental/earth/geophysics/question473.htm

Tudo o resto são fait divers. Se os governos estão a aproveitar isto para taxar a malta? Não nego. Mas não venham com histórias da carochinha substanciadas pelo skepticalscience, porque virtualmente todos os dados recolhidos independentemente e sujeitos ao método científico mostram que estamos a causar um problema que, neste momento, já não tem solução, apenas pode ser amenizado. Já agora, não confundam aquecimento global com arrefecimento localizado. Existem zonas no planeta que estão a ficar mais frias, ainda que a temperatura global esteja a aumentar.

PS: A terra não era uma tundra congelada. Aliás, os grandes efeitos da última "idade do gelo" foram mais sentidos a norte do hemisfério norte e não causaram grande transtorno para a malta mais abaixo. Portugal não era uma tundra congelada, por exemplo. Para acrescentar que ainda nos encontramos num período interglacial que faz parte de um período de temperaturas anormalmente baixas e que tem durado mais 2 milhões de anos. Nada disto implica que o aquecimento actual não esteja a ser acelerado por nós e que essa mesma aceleração desmesurada não esteja a levar a alterações demasiado rápidas na fauna e na flora.

Não é pela terra ter tido 1000PPM's de CO2 no triássico ou no carborífero que esses valores seriam aceitáveis neste momento tendo em conta as espécies que cá habitam.
« Última modificação: Janeiro 10, 2017, 19:06 pm por Mayhem »
As alterações climáticas são eventos cíclicos. Mudanças na geologia do planeta e mesmo nas correntes marítimas podem, com tempo, causar alterações na temperatura. Há muitos outros factores que podem contribuir para isto naturalmente mas esse nem é o que está em questão. O verdadeiro problema é que, salvo eventos catastróficos como o impacto de um asteróide gigantesco ou uma super explosão vulcânica que cubra o planeta de cinzas, as alterações climatéricas ocorrem durante períodos que permitem que tanto a fauna como a flora se adaptem aos novos ambientes e subsistam. O que está a acontecer agora é um acelerar de um evento natural que comprime o espaço normal de, por exemplo, 100 000 anos, para algo como 200. Neste momento estamos no sexto grande evento de extinção em massa das espécies do planeta porque os seres humanos aceleraram o processo de aquecimento do mesmo devido à emissão não natural de gases com efeito de estufa. Os factos são:

.: Estamos num período de actividade solar extremamente baixa e mesmo assim a temperatura não "relaxa":
    - http://www.space.com/23934-weak-solar-cycle-space-weather.html
.: O aumento de gases de efeito de estufa na atmosfera atingiu níveis que nunca atingimos nem que existem em "ice core data"
    - http://climate.nasa.gov/vital-signs/carbon-dioxide/ (podem ver mais opções dentro)
    - https://www.epa.gov/climate-indicators/climate-change-indicators-atmospheric-concentrations-greenhouse-gases
.: "The Holocene Extinction Event"
    - http://www.livescience.com/51280-the-new-dying-how-human-caused-extinction-affects-the-planet-infographic.html

Gostaria de acrescentar ainda a grande conspiração que é o degelo nos polos. Há malta que diz que há mais gelo num e por isso o gelo está a aumentar. Pois bem:

.: O gelo no Ártico está a diminuir ao passo que o Gelo na Antárctica está a aumentar. O grande problema é que a diminuição é maior que o aumento, o que leva a que exista mais água no estado líquido nos oceanos. Como a água tem o seu ponto mais denso aos 4º, tudo o que a aqueça ou arrefeca acima ou abaixo desse número leva a uma diminuição da sua densidade, o que significa que a mesma quantidade de água ocupa um espaço maior. Mais água nos Oceanos + Aumento da temperatura dos mesmos = Aumento do nível da água na costa. A matemática é simples.
    - https://www.nasa.gov/content/goddard/antarctic-sea-ice-reaches-new-record-maximum
    - http://science.howstuffworks.com/environmental/earth/geophysics/question473.htm

Tudo o resto são fait divers. Se os governos estão a aproveitar isto para taxar a malta? Não nego. Mas não venham com histórias da carochinha substanciadas pelo skepticalscience, porque virtualmente todos os dados recolhidos independentemente e sujeitos ao método científico mostram que estamos a causar um problema que, neste momento, já não tem solução, apenas pode ser amenizado. Já agora, não confundam aquecimento global com arrefecimento localizado. Existem zonas no planeta que estão a ficar mais frias, ainda que a temperatura global esteja a aumentar.
Muito do que dizes pode estar certo. Eu nem percebo nada disto. Guio-me é pelo senso comum. Quando vejo os maluquinhos a mudarem sempre de teorias e a insultarem cada vez que alguém tem uma teoria diferente (tipo os senhores que vou colocar no video e artigo em baixo), a fazerem alta propaganda nas escolas com videos do al gore, fico desconfiado. Se é assim tão obvio que há um aquecimento global e que é provocado pelo homem então que não tenham medo de ter uma discussão séria sobre o assunto.

f***-** antes é que se perseguia quem pensava diferente, tipo terra à volta do sol. Há inumeros cientistas que têm pontos a acrescentar e que são calados porque não se regem pelo pensamento vigente.

É aquecimento global e ponto final. É causado pelo homem e ponto final. Impostos e regulações e ponto final. Pura e simplesmente não há uma discussão sobre o assunto.




http://www.wsj.com/articles/my-unhappy-life-as-a-climate-heretic-1480723518
« Última modificação: Janeiro 10, 2017, 19:07 pm por Hayek »
Portanto metes aí um Físico que até ganhou um Nobel pelo seu trabalho na área a discutir o aquecimento global, que está completamente fora da sua área. A seguir podes meter um vídeo de um prémio Nobel da Economia a discutir a teoria da evolução das espécies, tem tanta credibilidade como o meu mecânico falar de plantações de arroz.

Quanto ao artigo não consegui ler mas fui ver o que o marmanjo disse. Esse sim pode falar, mas não concordo com a tese dele. Se foi atacado ou não e se recebe fundos de Oil companies ou não não sei, mas esse sim pode falar do assunto.
« Última modificação: Janeiro 10, 2017, 19:13 pm por Mayhem »
Portanto metes aí um Físico que até ganhou um Nobel pelo seu trabalho na área a discutir o aquecimento global, que está completamente fora da sua área. A seguir podes meter um vídeo de um prémio Nobel da Economia a discutir a teoria da evolução das espécies, tem tanta credibilidade como o meu mecânico falar de plantações de arroz.


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Pura e simplesmente não há uma discussão sobre o assunto.



Portanto metes aí um Físico que até ganhou um Nobel pelo seu trabalho na área a discutir o aquecimento global, que está completamente fora da sua área. A seguir podes meter um vídeo de um prémio Nobel da Economia a discutir a teoria da evolução das espécies, tem tanta credibilidade como o meu mecânico falar de plantações de arroz.

Quanto ao artigo não consegui ler mas fui ver o que o marmanjo disse. Esse sim pode falar, mas não concordo com a tese dele. Se foi atacado ou não e se recebe fundos de Oil companies ou não não sei, mas esse sim pode falar do assunto.

Mas quem és tu para dizer quem pode ou não falar? O gajo da fisica tem argumentos bastante solidos. O que interessa se é fisico ? f***-**

Assim com uma pesquisa rapida, estes podem falar ou também têm de estar calados?
http://freedom-articles.toolsforfreedom.com/scientists-refute-manmade-global-warming/
E o maior cientista do global warming? Pode falar?
Este aqui:

E o maior cientista do global warming? Pode falar?
Este aqui:



Não. Esse está tão pouco capacitado para abordar o tema como o físico. Já agora, convém colocar links de fontes verificáveis e não de páginas da tanga. Também posso começar a usar o The Sun como fonte de notícias fidedignas.
E o maior cientista do global warming? Pode falar?
Este aqui:



Não. Esse está tão pouco capacitado para abordar o tema como o físico. Já agora, convém colocar links de fontes verificáveis e não de páginas da tanga. Também posso começar a usar o The Sun como fonte de notícias fidedignas.

Deixo-te aqui o artigo

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Much to my surprise, I showed up in the WikiLeaks releases before the election. In a 2014 email, a staffer at the Center for American Progress, founded by John Podesta in 2003, took credit for a campaign to have me eliminated as a writer for Nate Silver’s FiveThirtyEight website. In the email, the editor of the think tank’s climate blog bragged to one of its billionaire donors, Tom Steyer: “I think it’s fair [to] say that, without Climate Progress, Pielke would still be writing on climate change for 538.”

WikiLeaks provides a window into a world I’ve seen up close for decades: the debate over what to do about climate change, and the role of science in that argument. Although it is too soon to tell how the Trump administration will engage the scientific community, my long experience shows what can happen when politicians and media turn against inconvenient research—which we’ve seen under Republican and Democratic presidents.

I understand why Mr. Podesta—most recently Hillary Clinton’s campaign chairman—wanted to drive me out of the climate-change discussion. When substantively countering an academic’s research proves difficult, other techniques are needed to banish it. That is how politics sometimes works, and professors need to understand this if we want to participate in that arena.

More troubling is the degree to which journalists and other academics joined the campaign against me. What sort of responsibility do scientists and the media have to defend the ability to share research, on any subject, that might be inconvenient to political interests—even our own?

I believe climate change is real and that human emissions of greenhouse gases risk justifying action, including a carbon tax. But my research led me to a conclusion that many climate campaigners find unacceptable: There is scant evidence to indicate that hurricanes, floods, tornadoes or drought have become more frequent or intense in the U.S. or globally. In fact we are in an era of good fortune when it comes to extreme weather. This is a topic I’ve studied and published on as much as anyone over two decades. My conclusion might be wrong, but I think I’ve earned the right to share this research without risk to my career.

Instead, my research was under constant attack for years by activists, journalists and politicians. In 2011 writers in the journal Foreign Policy signaled that some accused me of being a “climate-change denier.” I earned the title, the authors explained, by “questioning certain graphs presented in IPCC reports.” That an academic who raised questions about the Intergovernmental Panel on Climate Change in an area of his expertise was tarred as a denier reveals the groupthink at work.

Yet I was right to question the IPCC’s 2007 report, which included a graph purporting to show that disaster costs were rising due to global temperature increases. The graph was later revealed to have been based on invented and inaccurate information, as I documented in my book “The Climate Fix.” The insurance industry scientist Robert-Muir Wood of Risk Management Solutions had smuggled the graph into the IPCC report. He explained in a public debate with me in London in 2010 that he had included the graph and misreferenced it because he expected future research to show a relationship between increasing disaster costs and rising temperatures.

When his research was eventually published in 2008, well after the IPCC report, it concluded the opposite: “We find insufficient evidence to claim a statistical relationship between global temperature increase and normalized catastrophe losses.” Whoops.

The IPCC never acknowledged the snafu, but subsequent reports got the science right: There is not a strong basis for connecting weather disasters with human-caused climate change.

Yes, storms and other extremes still occur, with devastating human consequences, but history shows they could be far worse. No Category 3, 4 or 5 hurricane has made landfall in the U.S. since Hurricane Wilma in 2005, by far the longest such period on record. This means that cumulative economic damage from hurricanes over the past decade is some $70 billion less than the long-term average would lead us to expect, based on my research with colleagues. This is good news, and it should be OK to say so. Yet in today’s hyper-partisan climate debate, every instance of extreme weather becomes a political talking point.

For a time I called out politicians and reporters who went beyond what science can support, but some journalists won’t hear of this. In 2011 and 2012, I pointed out on my blog and social media that the lead climate reporter at the New York Times,Justin Gillis, had mischaracterized the relationship of climate change and food shortages, and the relationship of climate change and disasters. His reporting wasn’t consistent with most expert views, or the evidence. In response he promptly blocked me from his Twitter feed. Other reporters did the same.

In August this year on Twitter, I criticized poor reporting on the website Mashable about a supposed coming hurricane apocalypse—including a bad misquote of me in the cartoon role of climate skeptic. (The misquote was later removed.) The publication’s lead science editor, Andrew Freedman, helpfully explained via Twitter that this sort of behavior “is why you’re on many reporters’ ‘do not call’ lists despite your expertise.”

I didn’t know reporters had such lists. But I get it. No one likes being told that he misreported scientific research, especially on climate change. Some believe that connecting extreme weather with greenhouse gases helps to advance the cause of climate policy. Plus, bad news gets clicks.

Yet more is going on here than thin-skinned reporters responding petulantly to a vocal professor. In 2015 I was quoted in the Los Angeles Times, by Pulitzer Prize-winning reporter Paige St. John, making the rather obvious point that politicians use the weather-of-the-moment to make the case for action on climate change, even if the scientific basis is thin or contested.

Ms. St. John was pilloried by her peers in the media. Shortly thereafter, she emailed me what she had learned: “You should come with a warning label: Quoting Roger Pielke will bring a hailstorm down on your work from the London Guardian, Mother Jones, and Media Matters.”

Or look at the journalists who helped push me out of FiveThirtyEight. My first article there, in 2014, was based on the consensus of the IPCC and peer-reviewed research. I pointed out that the global cost of disasters was increasing at a rate slower than GDP growth, which is very good news. Disasters still occur, but their economic and human effect is smaller than in the past. It’s not terribly complicated.

That article prompted an intense media campaign to have me fired. Writers at Slate, Salon, the New Republic, the New York Times, the Guardian and others piled on.

In March of 2014, FiveThirtyEight editor Mike Wilson demoted me from staff writer to freelancer. A few months later I chose to leave the site after it became clear it wouldn’t publish me. The mob celebrated. ClimateTruth.org, founded by former Center for American Progress staffer Brad Johnson, and advised by Penn State’s Michael Mann, called my departure a “victory for climate truth.” The Center for American Progress promised its donor Mr. Steyer more of the same.

Yet the climate thought police still weren’t done. In 2013 committees in the House and Senate invited me to a several hearings to summarize the science on disasters and climate change. As a professor at a public university, I was happy to do so. My testimony was strong, and it was well aligned with the conclusions of the IPCC and the U.S. government’s climate-science program. Those conclusions indicate no overall increasing trend in hurricanes, floods, tornadoes or droughts—in the U.S. or globally.

In early 2014, not long after I appeared before Congress, President Obama’s science adviser John Holdren testified before the same Senate Environment and Public Works Committee. He was asked about his public statements that appeared to contradict the scientific consensus on extreme weather events that I had earlier presented. Mr. Holdren responded with the all-too-common approach of attacking the messenger, telling the senators incorrectly that my views were “not representative of the mainstream scientific opinion.” Mr. Holdren followed up by posting a strange essay, of nearly 3,000 words, on the White House website under the heading, “An Analysis of Statements by Roger Pielke Jr.,” where it remains today.

I suppose it is a distinction of a sort to be singled out in this manner by the president’s science adviser. Yet Mr. Holdren’s screed reads more like a dashed-off blog post from the nutty wings of the online climate debate, chock-full of errors and misstatements.

But when the White House puts a target on your back on its website, people notice. Almost a year later Mr. Holdren’s missive was the basis for an investigation of me by Arizona Rep. Raul Grijalva, the ranking Democrat on the House Natural Resources Committee. Rep. Grijalva explained in a letter to my university’s president that I was being investigated because Mr. Holdren had “highlighted what he believes were serious misstatements by Prof. Pielke of the scientific consensus on climate change.” He made the letter public.

The “investigation” turned out to be a farce. In the letter, Rep. Grijalva suggested that I—and six other academics with apparently heretical views—might be on the payroll of Exxon Mobil (or perhaps the Illuminati, I forget). He asked for records detailing my research funding, emails and so on. After some well-deserved criticism from the American Meteorological Society and the American Geophysical Union, Rep. Grijalva deleted the letter from his website. The University of Colorado complied with Rep. Grijalva’s request and responded that I have never received funding from fossil-fuel companies. My heretical views can be traced to research support from the U.S. government.

But the damage to my reputation had been done, and perhaps that was the point. Studying and engaging on climate change had become decidedly less fun. So I started researching and teaching other topics and have found the change in direction refreshing. Don’t worry about me: I have tenure and supportive campus leaders and regents. No one is trying to get me fired for my new scholarly pursuits.

But the lesson is that a lone academic is no match for billionaires, well-funded advocacy groups, the media, Congress and the White House. If academics—in any subject—are to play a meaningful role in public debate, the country will have to do a better job supporting good-faith researchers, even when their results are unwelcome. This goes for Republicans and Democrats alike, and to the administration of President-elect Trump.

Academics and the media in particular should support viewpoint diversity instead of serving as the handmaidens of political expediency by trying to exclude voices or damage reputations and careers. If academics and the media won’t support open debate, who will?

Mr. Pielke is a professor and director of the Sports Governance Center at the University of Colorado, Boulder. His most recent book is “The Edge: The Wars Against Cheating and Corruption in the Cutthroat World of Elite Sports” (Roaring Forties Press, 2016).
A sério que ainda haja quem duvide que o aquecimento global provocado pelos gases com efeito de estufa é uma realidade?!!