Catalunha e Curdistão: Novos Estados Independentes?

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Acho que é estupido olhar para a história como uma sequencia de acontecimentos inevitaveis. Mas as unificações que existiram parecem-me bastante naturais tendo em conta os vários acontecimentos. Até é de nos questionarmos como é que o nosso terrritorialmente pequeno Portugal se aguentou independente depois de tudo. É uma história de resiliencia tremenda. Claro, com a ajuda dos ingleses (que também não ganhavam nada como a assimilação de Portugal).
Acho que é estupido olhar para a história como uma sequencia de acontecimentos inevitaveis. Mas as unificações que existiram parecem-me bastante naturais tendo em conta os vários acontecimentos. Até é de nos questionarmos como é que o nosso terrritorialmente pequeno Portugal se aguentou independente depois de tudo. É uma história de resiliencia tremenda. Claro, com a ajuda dos ingleses (que também não ganhavam nada como a assimilação de Portugal).

 Nem eu estava propriamente a isolar acontecimentos que foram acontecendo como tentativas do domínios absolutos, de imposições de ideologias e de reformistas que visavam aumentar o seu poder. Sabes que muita da história da Europa se fez com tentativas de domínio absoluto de Estados-Nações, a política externa fazia-se com o reforço militar das suas forças, onde cada nação tinha o seu poder (uns mais marítimo, outros mais terrestre). Mais. Uma das referências da política externa, das relações internacionais, é Tucídides com o seu registo fabuloso da História da Guerra do Peloponeso, que retrata a expansão territorial de Atenas e a posição de resistência dos Spartanos e supostos aliados. As unificações foram acontecendo por motivos territoriais de coesão como resposta a tentativas de agremiação de Estados-Nação, unificações ideológicas e unificações que podemos no limite apelidar de culturais, de nacionalidades.

 Exacto, Portugal foi resistindo com grande ajuda dos ingleses, que tinham o interesse em ter Portugal como parceiro, já que tínhamos uma posição marítima que convinha que fosse mantida. Assim, os ingleses também souberem defender os seus interesses, é que Espanha foi um adversário da Inglaterra, na sua política de expansão ultramarina. Nós somos, de facto, de grande resiliência.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Adoro estes debates históricos. A sério.

Devia haver um tópico próprio para isto no fórum.  :)
Acho que é estupido olhar para a história como uma sequencia de acontecimentos inevitaveis. Mas as unificações que existiram parecem-me bastante naturais tendo em conta os vários acontecimentos. Até é de nos questionarmos como é que o nosso terrritorialmente pequeno Portugal se aguentou independente depois de tudo. É uma história de resiliencia tremenda. Claro, com a ajuda dos ingleses (que também não ganhavam nada como a assimilação de Portugal).

 Nem eu estava propriamente a isolar acontecimentos que foram acontecendo como tentativas do domínios absolutos, de imposições de ideologias e de reformistas que visavam aumentar o seu poder. Sabes que muita da história da Europa se fez com tentativas de domínio absoluto de Estados-Nações, a política externa fazia-se com o reforço militar das suas forças, onde cada nação tinha o seu poder (uns mais marítimo, outros mais terrestre). Mais. Uma das referências da política externa, das relações internacionais, é Tucídides com o seu registo fabuloso da História da Guerra do Peloponeso, que retrata a expansão territorial de Atenas e a posição de resistência dos Spartanos e supostos aliados. As unificações foram acontecendo por motivos territoriais de coesão como resposta a tentativas de agremiação de Estados-Nação, unificações ideológicas e unificações que podemos no limite apelidar de culturais, de nacionalidades.

 Exacto, Portugal foi resistindo com grande ajuda dos ingleses, que tinham o interesse em ter Portugal como parceiro, já que tínhamos uma posição marítima que convinha que fosse mantida. Assim, os ingleses também souberem defender os seus interesses, é que Espanha foi um adversário da Inglaterra, na sua política de expansão ultramarina. Nós somos, de facto, de grande resiliência.
Sim, o que eu disse não foi uma resposta ao teu post mas apenas o que me lembrei de dizer depois de o ler.

E por falar em Tucidides