Anedota do dia

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O Enginheiro e o burro



Um alentejano do monte vai observar um engenheiro que está a trabalhar
na construção de uma estrada ali nos arredores de Mértola, para os
lados da Mina.

O técnico está a fazer medições do terreno com um teodolito.

- Botardeee! - botou faladura, apoiando-se no cajado - Vomecê é que
veio fazer essa estrada?

- Sim. Nós temos a mais alta tecnologia para construção de estradas e
estamos aqui para dar uma mãozinha p’rós alentejanos, p’ra ver se isto
vai p’rá frente!

- E p’ra que tá usando essa coisa aí, mais parece uma panela com buracos?

- Estou a medir terreno. - responde o engenheiro.

- Ó ca porra... e vomecê precisa dessa coisa p’ra fazer uma estradita?

- Sim, é necessário. Por quê? O senhor não entenderia... Mas este
aparelho é dos mais simples, vocês aqui nunca usaram?

- Homem! Agente nã precisa dessa moenga. Quando a gente quer fazer uma
estrada, soltamos um burro e vamos atrás dele. Por onde ele passar, é
o caminho mais fácil pra fazer a estrada...

- Muito inteligente esse método - diz o engenheiro em tom de gozo.
Então e como é que fazem se não tiverem um burro?

- Bom, quando é assim, atão a gente chama um enginhero.
Abaixo a corrupção, tanto no desporto como na política!!!
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick


Variations:

Mickey: Minnie, I want the divorce!
Minnie: What!? After 60 years?? Are you fucking crazy?!
Mickey: No, I'm fucking Dasy!!
-- Até a minha cozinha é verde e branca --
Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte no pénis, causando um
‘trauma muscular peniano’. Em agonia, dirige-se ao médico:
– Doutor, veja o que é que pode fazer por mim… Vou casar no final da
semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.– Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em ordem
para o dia do seu casamento.
Então pega 4 pauzinhos que habitualmente são usados para examinar a
garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao redor do
pênis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na
privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e
mostra-lhe os peitos exclamando:
– És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e
exclama:
– Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!!!!
Uma loira boazona ia atirar-se da ponte 25 de Abril, quando aparece um marinheiro:
– Eh, pá, miúda, não faças isso!
– ‘Sim! Vou atirar-me! A minha vida é uma desgraça!’
– ‘Não faças isso! Olha, o meu navio está de partida para o Brasil.
Porque é que não vens comigo e pensas melhor durante a travessia?
Chegando lá, se ainda te quiseres matar, pelo menos ficaste a conhecer o Brasil.’
A loira achou a proposta razoável e seguiu com ele para o porão do barco, onde viajaria clandestinamente.
Durante duas semanas o marinheiro visitava a loira à noite, levava-lhe comida e água e dava-lhe uma queca.
Todos os dias, comida, água e pimba.
Um dia, o comandante fez uma inspecção ao porão do navio e descobriu a loira.
Ela não teve outra alternativa senão contar-lhe a verdade:
-‘Sabe, Sr. Comandante, eu estou aqui a viajar para o Brasil, porque um marinheiro salvou-me da morte. Todas as noites ele traz comida e água e, como agradecimento, eu deixo-lhe dar-me uma queca. Fizemos este acordo até chegarmos ao Brasil. Ainda falta muito para lá chegar?
– Não sei, menina.
Mas enquanto eu for Comandante, este barco só faz a travessia Cacilhas – Cais do Sodré e volta.
Josefa não aguentou e teve de contar à sua amiga Lurdes:
– O teu marido foi visto num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu
detalhes.
– Quando? Onde? Com quem?
– Ontem. No Discretu’s.
– Com quem? Com quem?
– Isso eu não sei.
– Mas como era a gaja? Era alta? Magra? Loira? Pernas boas? Rabo grande? Mamas arrebitadas…
– Não sei, Lu.
– O Carlos Alberto vai-mas pagar. Olaré, se me paga!
Quando o Carlos Alberto chegou em casa, a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou porquê.
– Mas que história é essa, Lurdes? Então não te lembras quem era a mulher que estava comigo no motel eras tu, minha tonta!
– Claro que me lembro! Maldita hora em que eu aceitei ir lá ao Discretu’s dar uma rapidinha! Toda a cidade já sabe que tu estiveste lá com uma gaja! Ainda bem que não me identificaram…
– E agora?
– Agora? Agora vou ter que te deixar! É óbvio? É o que todas as minhas amigas estão à espera que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo
marido e não reagir.
– Mas tu não foste enganada. Quem estava contigo era eu, o teu marido!
– Mas isso é pormenor e elas não sabem disso!
– Eu não acredito, Lurdes! Tu vais acabar o nosso casamento por causa disso? Pelo que as outras mulheres pensam?
– Vou!
Mais tarde, já quando a Lurdes estava a sair de casa, com as malas, o Carlos Alberto chamou-a. Estava sombrio, taciturno…
– Acabo de receber um telefonema – disse – Era o Mendes.
– O que ele queria?
– Fez mil rodeios, mas acabou por me contar. Disse que, como meu amigo, tinha que me contar.
– O quê?
– Que tu foste vista a sair do motel Discretu’s ontem, com um homem, e que de certeza não foi coisa boa.
– O homem eras tu!
– Eu sei, mas eu não fui identificado.
– Mas não lhe disseste que eras tu?
– O quê? Para os meus amigos ficarem a pensar que vou a um motel daqueles com a minha própria mulher? Deus me livre de tal coisa!
– E então?
– Desculpa, Lurdes, eu não queria, mas…
– Mas o quê???
– Vou ter que te dar uma carga de porrada antes de te pôr na rua…
A Professora de Educação Sexual desenha no quadro uma mama, e pergunta aos alunos o que é.
O menino Joãozinho levanta a mão e diz:
– É uma mama e a minha mãe tem duas! – Muito bem…
Ela começa a desenhar um pénis.
O menino Carlinhos levanta a mão e diz:
– Isso é uma pila… o meu pai também tem duas.
A professora, admirada com a resposta, replica:
– Duas… Carlinhos?
– Sim senhora professora: uma pequenina para fazer chichi e uma grande para lavar os dentes à minha mãe!…
Depois de notas tão negativas em História, o inspector vai falar com um dos alunos, na presença da professora.

Diz o inspector:
- Quem incendiou Roma?

O miúdo não responde e o inspector torna a perguntar:
- Então? Quem incendiou Roma?

O miúdo continua a não responder e o inspector torna a perguntar:
- Quem é que incendiou Roma?

O rapaz, muito aflito, diz:
- Eu não fui...

O inspector manda-o sair e diz à professora:
- Você já viu isto? A dizer que não foi ele?

Diz a professora:
- Sim, mas ele não costuma mentir. Se ele diz que não foi ele, é porque não foi mesmo.

O inspector fica atónito com esta resposta e vai falar com o director da escola.
Mal conta o sucedido ao director, este diz-lhe:
- Bem, mas deixe lá... O rapaz é de boas famílias, e se tiver que pagar os estragos ele paga...
Jane inicia Tarzan aos prazeres da vida ...


Devido à inocência de Tarzan, que viveu sozinho durante muito tempo, Jane dava-lhe aulas sobre sexualidade. Explicava-lhe tudo como se fosse uma criança:


- Olha Tarzan, isso que tens aí entre as tuas pernas, pendurado, é uma roupa suja e isto que eu tenho aqui entre as minhas pernas é a máquina de lavar. O que tens que fazer é pegar a tua roupa, colocar aqui na minha máquina e lavá-la.
Nas 5 noites seguintes Tarzan lavou a sua roupa sem parar e quando Jane conseguiu respirar disse:
- Escuta Tarzan, as lavagens de roupa não podem ser tão frequentes porque a máquina de lavar pode avariar, bem como, a tua roupa pode ficar gasta. Sugiro que esperes dois ou três dias para de novo lavares a roupa.
Ao ouvir isso Tarzan ficou decepcionado e ficou um mês sem colocar a roupa pra lavar.
Já preocupada, Jane disse-lhe:
- Tarzan, o que está a acontecer? Porque já há mais de um mês não lavas a tua roupa na minha máquina?
E Tarzan respondeu:
- Tarzan aprendeu a lavar a roupa à mão!


Depois de notas tão negativas em História, o inspector vai falar com um dos alunos, na presença da professora.

Diz o inspector:
- Quem incendiou Roma?

O miúdo não responde e o inspector torna a perguntar:
- Então? Quem incendiou Roma?

O miúdo continua a não responder e o inspector torna a perguntar:
- Quem é que incendiou Roma?

O rapaz, muito aflito, diz:
- Eu não fui...

O inspector manda-o sair e diz à professora:
- Você já viu isto? A dizer que não foi ele?

Diz a professora:
- Sim, mas ele não costuma mentir. Se ele diz que não foi ele, é porque não foi mesmo.

O inspector fica atónito com esta resposta e vai falar com o director da escola.
Mal conta o sucedido ao director, este diz-lhe:
- Bem, mas deixe lá... O rapaz é de boas famílias, e se tiver que pagar os estragos ele paga...

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Uma loura ia a andar pela rua quando chega um fulano se aproxima dela e diz:
“Quero-te possuir agora mesmo! Eu deixo cair 100 euros ao chão e no tempo que tu demoras a apanhá-los eu despacho o serviço por trás. Não custa nada…”
A loura pensou um bocadinho e resolveu telefonar a uma amiga para lhe pedir a opinião:
-Ouve, quando ele deixar cair a nota de certeza que a consegues apanhar antes que ele consiga fazer alguma coisa… Aceita e depois liga-me e conta-me o que se passou…”
Uma hora depois a loura liga-lhe e a amiga pergunta:
-Então? Que se passou?
-O desgraçado tinha 100 euros… em moedas de 1 cêntimo…
Estava uma rata preparando-se para comer uma mosca, quando um mocho que observava a cena disse:
– “Rata, não comas já a mosca! Espera que a abelha a coma, depois tu comes a abelha. Ficarás melhor alimentada”. Então a abelha comeu a mosca.
A rata preparou-se, então, para comer a abelha, mas o mocho interrompeu-a novamente:
– “Rata, não comas a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la, então tu comes a aranha e ficarás melhor alimentada.”
A rata de novo esperou. A abelha levantou voo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.
A rata preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo, o mocho interveio:
– “Rata, não sejas precipitada! Há-de vir o pássaro que comerá a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficarás melhor alimentada.”
A rata, reconhecendo os bons conselhos do mocho, aguardou. Logo após, chegou o pássaro que comeu a aranha. Entretanto, começou a chover, e a rata, ao atirar-se sobre o pássaro para o comer, escorregou e caiu numa poça de água.
Moral da história: Quanto mais duram os preliminares, mais molhada fica a rata.
Uma mulher chega a casa da filha e do genro e encontra-o muito zangado, de saída da casa com as malas nas mãos, então ela pergunta-lhe:
– Então? O que aconteceu, ó Manel?
– Quer saber o que aconteceu? Pois olhe, aconteceu o seguinte, minha sogra, eu fui uns dias numa viagem de trabalho ao estrangeiro e ontem mandei um email à Isabel para avisar que estaria de volta hoje. E quando chego a casa sabe o que encontro?
Estava ela com um sujeito! Os dois em plena farrra na nossa cama! Isto foi o limite, é o fim do nosso casamento, estou a ir embora para sempre!
– Calma Manel! – pede a sogra – Deve haver algo errado nessa história, a Isabel jamais faria uma palermice dessas! Espera um pouco que vou verificar o que se passou…
Momentos depois, Dona Maria volta sorridente e diz ao genro:
– Eu não disse que havia um equívoco nesta história toda meu filho? A Isabel não recebeu o teu email… Está tudo esclarecido…
Um lampião foi fazer um exame à próstata. Quando o médico meteu o dedo duma só vez, ele disse:
– Não aguento Doutor, bou gritar!
O médico alertou:
– Aguente porque a recepção está cheia de pessoas à espera, e é um bocado chato.
E o médico continuou o exame.
– Balha-me Deus. Ai…….Carag.., bou gritar….. Não aguento mais!!!!!
Bou gritar!!! Dr. bocê deixe-me gritar!!!!!!! – disse o lampiurso.
E o médico impaciente:
– Grite então homem de Deus!
O lampiurso:
– ÉÉÉÉÉÉ TÃO BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMM!!!!!!!
Um lampião foi fazer exame de próstata e levou uma arma consigo.
Quando ele olhou para médico, de dois metros e dez de altura e viu a grossura descomunal dos seus dedos, sacou a arma.
— Meu senhor! O que é isso? — exclamou o médico, assustado — Guarde essa arma!
— Calma, Doutor… Eu só vou deixar a arma aqui na mesa enquanto o senhor faz o exame.
— Mas por que você trouxe uma arma para o exame? Você é policia?
— Não, doutor… Eu só queria pedir-lhe uma coisa…
— O que é? — perguntou o médico, preocupado.
— Se eu tiver qualquer demonstração de alegria o senhor me dá um tiro?