"Brancos são mais inteligentes que os pretos"

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PARTE III - Sobre a utilidade de um estudo sobre as diferenças de inteligência entre raças

(...)

Estou a interpretar mal, ou pareces contradizer-te mais à frente, quando te questionas sobre a utilidade de um estudo sobre as diferenças de inteligência entre raças? Se és a favor da “intervenção social como forma de suprir situações de desvantagem”, seja de que tipo for, de modo a evitar as desigualdades que desde sempre estiveram na origem de conflitos e tensões sociais, não achas que:

a existirem de facto, diferenças nas capacidades inatas entre as diferentes raças, estas não deveriam ser estudadas e exploradas, de modo a criar mecanismos de compensação, caso se justificasse, ou pelo menos a potenciar e aproveitar ao máximo as capacidades de cada um, consoante a sua herança genética, um pouco à semelhança do que parece ser o futuro da Medicina, com o surgimento da farmacogenómica?

1. Dei o exemplo da Medicina como podia ter dado outro qualquer.

2. Os sistemas políticos, sociais ou qualquer outra forma de organização da sociedade não se baseiam no critério da inteligência... é isto que é preciso perceber. Caso contrário, 2 biliões de chineses seriam à partida menos inteligentes do que a maioria dos restantes no mundo inteiro porque ainda vivem numa ditadura comunista, o que não é de todo verdade... e posso arranjar o exemplo de Portugal... até ao dia 24 de Abril de 74 somos todos menos inteligentes... no dia 25 de Abril somos todos mais inteligentes (já agora, os meus pais são menos inteligentes que eu, que já nasci numa democracia ::)). O sistema neo-liberal baseia-se sobretudo na compensação justa dos indivíduos que demonstram maior competência para a função que desempenham na sociedade de acordo com a importância relativa dessa função... será isto inteligência?

3. Isto leva-nos a um ponto importante: o que é a inteligência? É fácil definir o conceito quando comparamos humanos a outras espécies... temos capacidades de abstracção, percepção e compreensão dos fenómenos acima das outras espécies, conseguimos reproduzir sentimentos de outrém com facilidade (o "estar na pele do outro" muito bem descrito em "O Sentimento de Si" de António Damásio) e somos capazes de deduzir, induzir, "filosofar" e actuar intencionalmente sobre o meio que nos rodeia. Do homem Neandertal para o Homo sapiens é sabido que, por exemplo, o Neandertal fazia colares há volta do pescoço com uma pedra pendurada "escavando" na pedra uma saliência para o fio do colar lá ficar mais ou menos "encaixado"... já o homo sapiens tinha a inteligência suficiente para fazer um buraco na pedra e fazer passar o fio por lá. Mas dentro da própria espécie é muito difícil definir o que é mais e menos e existem milhentos de outros factores que, não tendo a ver com a inteligência, afectam positiva e negativamente a forma como usamos ou não a nossa capacidade intelectual.

4. Por fim, o exponenciamento das capacidades intelectuais não é o futuro da Medicina... não é assunto médico determinar como é que a inteligência pode ou não ser aproveitada para isto ou para aquilo, se deveriam ser homens ou mulheres, dextros ou canhotos. A Medicina permite a indivíduos física ou psiquicamente diminuídos conseguir sobreviver e / ou melhorar a sua qualidade de vida... A Medicina destrói literalmente o conceito de selecção natural ou artifical dentro da espécie humana... se quiséssemos "aproveitar ao máximo as capacidades de cada um", nada mais simples do que acabar com a Medicina ;).
« Última modificação: Outubro 20, 2007, 16:44 pm por Paracelsus »
Por fim, o exponenciamento das capacidades intelectuais não é o futuro da Medicina... não é assunto médico determinar como é que a inteligência pode ou não ser aproveitada para isto ou para aquilo

Pois não, porque não está demonstrada uma base genética para as faculdades intelectuais, pelo que a "inteligência" é objecto de estudo da psicologia, e por isso é que são psicólogos, não médicos, a fazer testes de QI nas escolas primárias regularmente e por isso é que no fim do ciclo os alunos são encorajados a assistir a sessões com psicólogos e não médicos (a chamada Orientação Escolar) onde fazem testes e se procuram definir as suas competências e vocações por forma a escolher a área de estudo a seguir no ensino secundário...mas e se por acaso for demonstrada uma base genética para certas capacidades intelectuais, continuas a achar que não deve ser assunto da medicina?

Indo por outro lado:

A Medicina permite a indivíduos física ou psiquicamente diminuídos conseguir sobreviver e / ou melhorar a sua qualidade de vida... A Medicina destrói literalmente o conceito de selecção natural ou artifical dentro da espécie humana...

Para ti um indivíduo com um baixo QI, incapaz de compreender um texto, efectuar cálculos ou compreender fenómenos não cabe na definição de "indivíduo física ou psiquicamente diminuído", logo candidato à acção da medicina, para "conseguir sobreviver e/ou melhorar a sua qualidade de vida"?
Quod scripsi, scripsi.:
Tudo pelo Sporting, nada contra o Sporting.
Banca, Academia, Paulo Bento.
Evolução na continuidade.
Orgulhosamente sós a bater palmas ao mau futebol. Para Alvalade, rapidamente e em força.
Depende do baixo QI... com as dificuldades que descreves tão incapacitantes é capaz de precisar de ajuda e concerteza que a Medicina teria lugar... mas é do senso científico que um QI acima de determinado patamar é suficiente para que as pessoas consigam viver em sociedade e desempenhar funções sem grandes problemas.

Agora se isso tem relação com o ser branco ou preto e se descobrirmos que os pretos têm 5% mais de probabilidade de ser menos inteligentes que os brancos... epá... existe um livro que agora não me lembro do nome que sugere o seguinte: Se deitarmos Prozac (anti-depressivo) no sistema de água das populações, acabamos com o problema da depressão em toda a gente! Boa? Então por que não o fazemos? ;)

2. Os sistemas políticos, sociais ou qualquer outra forma de organização da sociedade não se baseiam no critério da inteligência... é isto que é preciso perceber. Caso contrário, 2 biliões de chineses seriam à partida menos inteligentes do que a maioria dos restantes no mundo inteiro porque ainda vivem numa ditadura comunista, o que não é de todo verdade... e posso arranjar o exemplo de Portugal... até ao dia 24 de Abril de 74 somos todos menos inteligentes... no dia 25 de Abril somos todos mais inteligentes (já agora, os meus pais são menos inteligentes que eu, que já nasci numa democracia ::)). O sistema neo-liberal baseia-se sobretudo na compensação justa dos indivíduos que demonstram maior competência para a função que desempenham na sociedade de acordo com a importância relativa dessa função... será isto inteligência?

acho que nao estas a perceber a questao..
é que é exactamente ao contrario... a haver diferenças na caracterizaçao intelectual inata entre raças se nao ha sistemas politicos, sociais, laborais e pedagogicos que melhor potenciam cada uma dessas raças...
no exemplo que deste nao é o passar do 24 para o 25 de abril que  torna as pessoas mais ou menos inteligentes mas sim qual o sistema que melhor se adapta ao nivel de inteligencia...

por exemplo... parte-se do principio que a democracia e o liberalismo sao os sistemas ideais e as grandes potencias tentam exportá-lo para todo o mundo... mas será que é o melhor sistema para todos os povos?... a questão da inteligencia entre raças é apenas mais um factor, como o é a historia social, religiosa e politica desse povo..

ja agora, esclarecendo a minha posicao quanto aos sistemas politicos... qualquer sistema politico é bom desde que haja justiça.. o conceito de justiça depende da historia, tradicoes e principios de cada comunidade ...
vivó Sporting!!!


Não estás a perceber. Podes saber muito sobre a África actual mas dá para ver que pouco sabes da África de outrora, porque isso também está em questão. O que está em causa não é a origem da agricultura, mas sim o diferencial de facilidade na sua expansão e consequente aumento demográfico, juntamente com as condições ambientais onde se fixavam as populações, e o que essas condições implicavam para o crescimento populacional.


Em primeiro lugar um obrigado pelo elogio, se calhar injusto, mas amplo. Quem sabe muito de África actual sabe muito do passado pois sem conhecer o passado o conhecimento do presente sera sempre muito parcial.






"Falas e bem dos refúgios glaciares, de como o aparecimento do deserto do Saara levou a uma migração para outras regiões, nomeadamente para o rio Nilo e Médio Oriente, mas isso não acrescenta nada à discussão, pela simples razão de que milhares de anos antes dessa migração, e milhares de anos antes do último degelo, essas regiões já eram habitadas por Homo sapiens, pelo que se alguém estivesse a morrer à fome por essas bandas, e se a única alternativa fosse a agricultura, esta ter-se-ia desenvolvido muito mais cedo."


Ademais, a genética populacional mostra-nos que o tamanho efectivo da população de Homo sapiens chegou a ser tão baixo como 2000 indivíduos, o que aliado ao facto de sermos omnívoros, torna pouco plausível a hipótese de esgotamento dos recursos naturais de que os nossos ascendentes dependiam para sobreviver."







Não me devo ter feito entender bem. Antes da última glaciação o deserto do Sara estava verde e coberto de rios, logo o homem sapiens sapiens tinha condições ambientais da sobreviver. O que se passou foi um progressiva desertificação do Sara que levou o homem a procurar desesperadamente cursos de água para conseguir sobreviver, não vejo onde está a duvida. E fixaram-se nos grandes rios Nilo e Tigre e Eufrates. E lógico que enquanto antes tinham dificuldades (visto que se houvesse comida em ambulância a população tinha crescido muito, e como tu referes contradizendo-te que a população era baixa), agora numa mísero território ao longo do Nilo e do Tigre e Eufrades as condições seriam impossíveis.



E porquê? Porque grosso modo a agricultura (antiga) permite alimentar cem vezes mais pessoas que a caça. Porque é que isso aconteceu à grosso modo 10 000 anos e não aconteceu à 100 000 anos. Logicamente que às condições naturais e à sorte sempre importante em quase todas as descobertas, o já tinha a capacidade para o fazer. Os caçadores já comiam plantas, a ideia foi escolher as melhores, semeá-las, isto foi um processo lento e ao feito muito vezes ao acaso como o início da criação de animais. A prática da agricultura mesmo rudimentar, a partir do momento que é feita de forma continuada requer engenho, que vai muito alem da cagadela. O semear de forma continuada cerais nas margens do Tigre e Eufrates, têm um carácter engenhoso. Tem que se seleccionar as melhores sementes, semeá-las e importantíssimo arrancar as outras. Saber a melhor altura da sementeira, regar (no Egipto praticamente não chove). Não será ir a Lua mas foi o maior avanço da Humanidade ate ai. Tudo é simples depois …


" Ora é precisamente ao longo deste eixo que se dispõe a Europa e a Ásia na sua maior extensão, pelo que numa enorme extensão de terreno havia potencial para surgirem novos focos de abundância e crescimento exponencial da população, com possibilidade de comunicação entre si, desde a China até ao Mediterrâneo, mesmo que indirectamente. Daqui decorrem diversas consequências para as populações, nomeadamente a troca de ideias/recursos ao longo de uma grande extensão, o aumento demográfico, a estratificação e especialização social e o surgimento de massa crítica necessária ao desenvolvimento tecnológico-científico e aos grandes empreendimentos (ex: Pirâmides)."



Esta é a parte em que conhecer Africa e a Asia ou o mapa são importantes. A Agricultura surgiu entre o Tigre e o Eufrates e no Nilo.
Nilo
A Ocidente do Nilo havia um deserto continuo até ao Atlantico, impossivel de desenvolver a agricultura, para Leste existia o deserto Arabico impossivel a agricultura, logo a população que fixou-se no Nilo, não havia expansão Leste-Oeste, a norte estava o Mediterraneo. Não havia deslocações, só para Sul ao longo do Nilo. Isso não impediu de o Egipto de ser ao longo de varios milenios o "centro" do mundo. A inteligência e o "engelho" fruto das dificuldades levou à criarem um civilização impar.
A Ocidente e a Oriente do Tigre e Eufrades tambem estavam desertos, logo a expansão seria muito complicada.


"
Concluindo, apesar de a ideia do “engenho aguçado pela necessidade” ser do senso comum, e até ter algum suporte empírico nalguns casos, é muito sobre-estimada para o caso da revolução agrícola e do surgimento das grandes civilizações e não se pode aplicar isoladamente sem ter em conta os factores fundamentais que referi acima. Abreviando, não se pode aplicar sem ter em conta que na “corrida da evolução humana”, as condições iniciais dos diferentes povos e raças não foram as mesmas; condições essas que antes de terem a ver com inteligência, engenho ou vontade, tiveram a ver com as circunstâncias incontroláveis da própria natureza e com o acaso."




A tentativa de desculpabilização e de atribuir a tudo e mais alguma coisa erros próprios é aqui levada ao extremo. Dizer que Africa não tem condições para a prática da agricultura é no mínimo hilariante. Algumas das regiões mais férteis e com maiores vantagens comparativa em termos agrícolas estão em Africa. É preciso é alguém que saiba fazer. Mandela percebeu isso muito bem e a Africa do Sul segue o seu caminho.
A teoria da expansão leste-oeste poderia ser limitativa se o tivesse sido para outros povos que tiveram piores situações e criaram civilizações importantes.
Os Aztecas que tinham na América central uma centenas de quilómetros de costa Este à costa Oeste isso não os impediu de criar uma civilização importante. Alem da floresta tropical como em Africa tinha ainda os problemas das altas montanhas.
Os Incas, tinham apenas um faixa estreita entre o Pacifico e os Andes.
No sul da Índia se passou o mesmo.
Em Africa da Costa Este a Oeste existem sempre milhares de quilómetros, e na parte sul e no Oeste vastas zonas sem floresta tropical e com condições excepcionais para a pratica da agricultura.




E por último e mais importante, a importância da agricultura no contexto actual do desenvolvimento das nações é residual. A Islândia, um dos estados mais avançados do mundo, não tem condições para a prática da agricultura. Há mil anos atrás meia dúzias de loucos foram para um calhau gelado no fim do mundo, instável e impossível de controlar e onde nada se dava. Criaram o primeiro parlamento do mundo e são hoje um dos países mais avançados países do mundo.
Uma das nações africanas mais desenvolvidas é Cabo Verde, quem lá foi sabe que calhau e Cabo verde significa mais ou menos a mesma coisa principalmente nas ilhas mais orientais, mas isso não significa o povo de Cabo Verde não metesse mãos à obra.
São Tome o contrario um paraíso sobre todos os aspectos, mas falta o mais importante.




O colonialismo, o clima, a doenças, a vegetação a mais a menos, agua a mais a menos.
Estas desculpas, esta vitimização é a principal causa do fraco desenvolvimento do continente Africano. A Ásia meteu a desculpas no bolso é caminha rumo ao "centro" do mundo.
SPORTING a maior potência desportiva NACIONAL
E lógico que enquanto antes tinham dificuldades (visto que se houvesse comida em ambulância a população tinha crescido muito...


Eh, lá!... Comida em ambulâncias? Não estás a pedir muito para a época?...  :mrgreen:
As mulheres são como as piscinas: o seu custo de manutenção é muito elevado e não é compensado pelo tempo que passamos dentro delas.

Um homem é como um soalho flutuante: se for bem montado, pode ser pisado durante mais de 30 anos.
Qual é a lógica de continuarmos a ler textos de membros que já foram banidos? :naughty:
O colonialismo, o clima, a doenças, a vegetação a mais a menos, agua a mais a menos.
Estas desculpas, esta vitimização é a principal causa do fraco desenvolvimento do continente Africano. A Ásia meteu a desculpas no bolso é caminha rumo ao "centro" do mundo.

Old lion, não leves a mal, mas a partir do momento em que:

1)te digo que a malária por si só é responsável por 20% da mortalidade infantil e por 30-50% dos custos de saúde pública, e tu consideras o uso desse argumento como "vitimização", ignorando o impacto que isto tem nos diversos aspectos do desenvolvimento das sociedades humanas. (e estes números são os de hoje, imagine-se como seria há 2 ou 3 mil anos).

2)usas exemplos (Cabo-Verde, Islândia) pós-industrialização e contemporâneos, quando o que está em questão é a génese e o desenvolvimento das grandes civilizações da antiguidade,

então não vale a pena discutir mais contigo. Apenas te deixo mais isto para pensar: já que te arrogas possuir tal nível de conhecimento sobre a África actual e sobre a África da antiguidade, deves saber por exemplo, que actualmente o milho, pelo seu valor nutritivo e facilidade de cultivo, é o alimento base de grande parte do continente, e que o milho, sendo originário da América, só foi introduzido no continente negro, no máximo há 5 séculos. Suponho que agora, para justificar o atraso secular de África com base na falta de engenho, me vás dizer que houve falta de engenho dos africanos para construir barcos há 3 mil anos (quando se difundiu a agricultura tropical em África) e atravessar o Atlântico em busca de uma espécie cultivável com o mesmo potencial das espécies que surgiram no Médio Oriente que permitisse o crescimento demográfico necessário ao surgimento de civilizações equiparáveis às do Crescente Fértil.
« Última modificação: Outubro 22, 2007, 23:01 pm por eddie_verdde »
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Bacuradas, esqueces da história da colonização em África e como viviam os povos africanos antes desta, só vejo mesmo um país em que a estupidez e ignorância e o provocar de guerras está directamente associada, EUA!

 
Eu ja' sabia... o Bush esta' envolvido nisso. Falando de ignorancia, se a Europa continuar a receber emigrantes como anda a receber ainda mais ignorantes vao ficar que os yanks.  :beer:
"And yet the country north of the Tagus, Lusitania, is the greatest of the Iberian nations, and is the nation against which the Romans waged war for the longest times" Strabo

De qualquer das formas, não nos podemos esquecer que nas regiões onde se desenvolveram as grandes civilizações ameríndias, o continente é estreito, rapidamente se chega ao litoral, (onde tipicamente abundam recursos) seja por leste ou por oeste, e as faixas de floresta tropical são um fiozinho quando comparadas com a floresta tropical africana que constitui o coração do continente, logo não é de estranhar que a expansão agrícola na América tenha sido mais rápida do que em África.

Apesar de em alguns aspectos haver uma vantagem inicial das condições na América relativamente à África, o mesmo problema manteve-se, o desenvolvimento na América não foi assim tão grande e diversificado, acabou por ser mais lento do que na Europa e Ásia e finalmente estagnou, e a prova disso é que levaram uma coça dos Europeus mal estes lá chegaram, porque eram maças de pedra contra espadas de aço e mosquetes.


Sinceramente, o que me parece é que nos nossos dias na Europa os países mais desenvolvidos são justamente os países com condições naturais menos favoráveis.

 O que eram essas regiões à data do apogeu da Babilónia, ou mesmo mais tarde, à data do Império de Alexandre ou do Império Romano? Pouco mais do que uma cambada de pastores e pescadores.

Em primeiro lugar foi muito mais dificil colonizar as americas do que a Africa, devido ao clima razao que a America depois de ter sido descoberta levou 300 anos a ser finalmente colonizada, os europeus encontraram-se com tornados, ciclones e terramotos no continente americano e nao estavam habituados nem sabiam lidar com esse problema, por isso os primeiros colonos que vieram `a 500 anos desapareceram praticamente.
O mundo na verdade so' conheceu 2 verdadeiros imperios o da Babilonia e o Romano, historiadores ainda nao se decidiram se para se considerar imperio deve durar 1000 anos ou nao, mas a Europa na verdade desenvolveu-se no mar, paises com portos e aguas navegaveis naqual se poderam extender... caso de Portugal e Espanha para virem logo ser apanhados pelos os ingleses e holandeses, depois do sul ja' nos seculos 17 para cima foi tudo para o norte com a excepcao dos russos e agora esse avanco avancou para os paises da Asia. A America do Norte para mim e' um irmao da Europa, muito novo, muito para aprender mas menos timido e mais ousado.
"And yet the country north of the Tagus, Lusitania, is the greatest of the Iberian nations, and is the nation against which the Romans waged war for the longest times" Strabo

Só por este exemplo podem já ver que nos paises do norte da Europa os Portugueses não são considerados "brancos"
poderia dar mais exemplos mas só este me parece concreto e facil de provar.   

Aqui nos states e' a mesma coisa, dizem sempre que sou hispano porque no verao fico moreno e nao se convencem que a razao esta no facto que eles se lavam com lexivia  :lol:
A maioria dos brancos daqui sao descendentes dos ingleses e alemaes, o que explica tudo.
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Para finalizar, imaginam o Einstein negro? Eu não!
[Barbosa]

It's hard to say who invented the Internet. There were many mathematicians and scientists who contributed to its development; computers were sending signals to each other as early as the 1950s. But the Web owes much of its existence to Philip Emeagwali, a math whiz who came up with the formula for allowing a large number of computers to communicate at once.

Emeagwali was born to a poor family in Akure, Nigeria, in 1954. Despite his brain for math, he had to drop out of school because his family, who had become war refugees, could no longer afford to send him
http://www.time.com/time/2007/blackhistmth/bios/04.html

For years, the degenerative brain illness that came to be known as Alzheimer's Disease was barely understood. Doctors struggled to determine the causes, why it affected the elderly, and most importantly, how it could be treated. In 1904 noted German psychiatrist Dr. Alois Alzheimer invited five foreign doctors to be his graduate research assistants at the Royal Psychiatric Hospital in Munich. One of them was an American: Dr. Solomon Carter Fuller.

Fuller, born in Liberia in 1872, was the grandson of an American slave who had purchased his freedom and emigrated to Africa. Fuller was a graduate of Boston University Medical School and eventually worked as a pathologist at Westborough State Hospital for the Insane, becoming the nation's first black psychiatrist.
After more research, he found one that matched what Alzheimer had originally described. He wrote that the cases supported Alzheimer's discovery of a particular form of dementia and that it was not due to senility, but rather an actual disease. The research proved to be a watershed in the study of the disorder and Fuller's name was forever linked with modern understanding of the ailment.
http://www.time.com/time/2007/blackhistmth/bios/05.html

Just as the stem cell research debate rages today, the rift between the then-fledgling studies of genetics and embryology raged during the 1930s. The question at the forefront was how genetics should be seen as part of the study of biology. Scientists were also consumed with cross-disciplinary arguments over whether genetics and embryology should be two separate studies. The most significant contributor to the solution of that argument was a South Carolina-born zoologist and embryologist named Ernest Everett Just.

Born in 1883, Just graduated from Dartmouth University and moved to Washington D.C. to teach at Howard University. He soon became head of the biology and zoology departments there, and in 1916, earned his doctorate from the University of Chicago, a year after being awarded the very first Spingarn Medal from the NAACP. He later studied in Europe where he won acclaim in his work with marine life.
http://www.time.com/time/2007/blackhistmth/bios/08.html

Estes são só alguns exemplos,podem não ser tão famosos como o Einstein mas foram bastante importantes nas respectivas areas.
pode ser que assim tenhas mais facilidade a imaginar um Einstein negro,amarelo ou vermelho as bolinhas encarnadas (salvo seja)

Esse artigo esta' um pouco errado o  Philip Emeagwali escreveu software que foi usado num supercomputer para a industria do petroleo, nao foi ele que desenhou o computador e a web ja' existia na altura e foi criada por um suico. Na verdade a web foi criada com intencoes militares. Se queres dar mais importancia ao que os pretos inventaram, tens os sinais de luzes e o elevador por exemplo. O que o esse cientista queria dizer eram os pretos no geral e nao individualmente, nao se conseguem organizar e aqui nos states com tantas ajudas governamentais ate' abaixo dos hispanicos estao em nivel de vida e praticamente em tudo.
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DNA pioneer James Watson is blacker than he thought

Jonathan Leake, Science Editor

JAMES WATSON, the DNA pioneer who claimed Africans are less intelligent than whites, has been found to have 16 times more genes of black origin than the average white European.

An analysis of his genome shows that 16% of his genes are likely to have come from a black ancestor of African descent. By contrast, most people of European descent would have no more than 1%.


The study was made possible when he allowed his genome - the map of all his genes - to be published on the internet in the interests of science.

“This level is what you would expect in someone who had a great-grandparent who was African,” said Kari Stefansson of deCODE Genetics, whose company carried out the analysis. “It was very surprising to get this result for Jim.”

Watson won the Nobel prize, with Francis Crick and Maurice Wilkins, after working out the structure of DNA in 1953. However, he provoked an outcry earlier this year when he suggested black people were genetically less intelligent than whites.

This weekend his critics savoured the wry twist of fate. Sir John Sulston, the Nobel laureate who helped lead the consortium that decoded the human genome, said the discovery was ironic in view of Watson’s opinions on race. “I never did agree with Watson’s remarks,” he said. “We do not understand enough about intelligence to generalise about race.”

The backlash against Watson forced him to step down as chancellor of Cold Spring Harbor Laboratory, New York state, after 39 years at the helm. He had said he was “inherently gloomy about the prospects for Africa” because “all our social policies are based on the fact that their intelligence is the same as ours - whereas all the testing says not really”.

The analysis by deCODE Genetics, an Icelandic company, also shows a further 9% of Watson’s genes are likely to have come from an ancestor of Asian descent. Watson was not available for comment.


http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/science/article3022190.ece

E esta hein. :mrgreen:

Será que quando ele disse aquilo estava a referir-se a ele próprio. :rotfl: