Hugo Chávez

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Ok, retiro o que disse.

Confesso que falei sem estar devidamente informado.
MadeiraLion, decerto que terás a tua maneira de ver as coisas mas acho que devias respeitar mais os outros com quem debates ou tentas impor as tuas ideias...

Calma lá com os comunas... Fica mal em qualquer tipo de debate (supostamente) pacífico. :great:
« Última modificação: Abril 14, 2011, 13:07 pm por Maverick »
«Não é o Sporting que se orgulha do nosso valor. Nós é que nos devemos sentir honrados por ter esta camisola vestida.» - Francisco Stromp
Maverick, uma "maneira de ver as coisas" é uma opinião, algo que é formado a partir do que um acha deste ou daquele assunto. O MadeiraLion não está a opinar, está a enumerar factos sobre o país.

A Venezuela é um país defeituoso em todos os aspectos: político, em que a corja corrupta do presidente domina tudo e todos; económica, em que o país caminha alegremente para o abismo; militar, em que o presidente faz questão de, além do exército, possuir o seu grupo paramilitar; democrática, em que canais de televisão, jornalistas e políticos rivais são perseguidos incessantemente. Pena dos portugueses que lá vivem e trabalham, e até esses não ousam dar a cara na RTP, com medo de represálias.

Chávez, o presidente que altera a Constituição não em benefício do povo, conferindo-lhe mais autoridade e participação, mas aumentando os poderes do presidente. Chávez, o tal que manda prender jornalistas opositores e que ordena o encerramento de canais de televisão e rádio. Chávez, o presidente que cortou o financiamento a localidades em que a oposição venceu as eleições. Chávez, o tal que obriga crianças a treinar com armas para "defender a Revolução", em clara sintonia com as práticas democráticas de países ilustres como a Serra Leoa, Somália, entre outros. Chávez, o político que cultiva, forçosamente e sem qualquer hipótese de contra-argumento, o culto de personalidade, uma prática que os socialistas deste mundo tão bem conhecem. Chávez, o político que há pouco tempo colocou em prática o racionamento alimentar. Chávez, o político que controla a inflação colocando soldados nas lojas para intimidar comerciantes. Chávez, o político que, com patrocínio político do PS e de Sócrates, assina contratos com empresas portuguesas, esquecendo-se sempre de os cumprir. Chávez, o político que subjugou a justiça ao poder político, dominado inteiramente por ele e pelos seus vícios socialistas. Chávez, o artista que considera a Playstation um "veneno capitalista", pelo que é melhor obrigar miúdos a utilizar armas verdadeiras. Chávez, o socialista que inventou um novo método de contabilização nacional, procurando ocultar a pouca vergonha económica que hoje assombra a Venezuela. Chávez, o político que recomenda aos venezuelanos a utilização de uma lanterna quando vão à casa de banho. Chávez, o político que obriga a polícia de choque venezuelana a malhar em estudantes revoltosos e a prendê-los por manifestarem a sua opinião. Chávez, o político que criou uma lei, só legitimada após tomar de assalto a Constituição, que obriga todos as rádios, jornais e cadeias de televisão a transmitir os seus discursos.

Vergonha na cara, a única frase que me ocorre a quem continua a afirmar que a Venezuela é tão democrática quanto Portugal.

Gostam da Venezuela, das tretas daquele bafiento socialista? Bom remédio, comprem um bilhete e, como bons socialistas que alguns dizem ser, experimentem um pouco da experiência socialista.

Um artigo muito interessante encontra-se umas páginas atrás. Não é de uma publicação qualquer, é de uma publicação admirada em todo o mundo, a revista The Economist. Irei transferir esse artigo para aqui.

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Hugo Chávez's Venezuela
Feeling the heat
The bill for years of mismanagement has come due just as crucial elections loom. The president’s response has been to start locking up opponents
May 13th 2010 | CARACAS


Correction to this article

FROM Parque Central station in Caracas a cable car silently speeds workers, residents and schoolchildren up the hill to Hornos de Cal and then down again to San Agustín, connecting these areas of self-built slum housing to the city’s metro system. The bright-red cars bear the names of Venezuelan states or of uplifting notions, such as “social duty” or “socialist morality”. Hugo Chávez, Venezuela’s leftist president, opened the metrocable in January, proclaiming: “A socialist revolution has the essential aim of giving to all men and women the greatest possible happiness.”

The metrocable, of just 1.8km, took three years to build and cost $318m—over ten times as much as a longer line opened in Medellín, in Colombia, in 2004. But the local leaders of communal councils—the grassroots groups that Mr Chávez conceives as the driving force of his “Bolivarian revolution”—are indeed happy. “I never thought we would have such a big project in my community,” said María Eugenia Ramírez. “I thought it was just a dream.” Ms Ramírez now has a paid job informing passengers how the system works.

The metrocable is not the only improvement Mr Chávez has brought to San Agustín. Near Hornos de Cal station there is a primary health post, staffed by Cuban doctors, though it is open only in the morning, and a second-tier health clinic, complete with an intensive-care unit. Some of the shacks on the hillsides have had a recent coat of paint, in the regulation colours of another government project (red, yellow, blue or pink). Others were knocked down to make way for the lavish metrocable stations. Their residents were rehoused in new blocks of flats built by Misión Hábitat, yet another government scheme.


The communal councils—there are 27 of them in San Agustín, one for every 500 families or so—have given people “a sense of belonging”, says Ms Ramírez. Each council has half-a-dozen subcommittees and a wish-list of projects, ranging from football pitches to the installation of sewage systems or walls to prevent mudslides. Ms Ramírez and her fellow leaders say that it is often hard to get residents to attend council meetings, and to get ministries to respond to their needs. Nevertheless, she remains a committed supporter of Mr Chávez. “I like his message and the firm way he gives it,” she says.

For five years or so—after he saw off a brief coup in 2002 and then survived a prolonged general strike—this formula of lavish social programmes and make-work schemes in poorer areas, as well as an unequalled ability to communicate with ordinary Venezuelans, served Mr Chávez well. When he was first elected in 1998, the price of oil, Venezuela’s main export, was around $10.50 per barrel. As the price soared, he benefited from a huge windfall. Public spending increased massively. Much money went on subsidies, state job-creation schemes and social programmes, many of them designed by Cuban advisers. As the economy boomed, the share of Venezuelans living in poverty fell from 49.4% in 1999 to 27.6% in 2008, according to the United Nations Economic Commission for Latin America.

By contrast, the opposition’s shortcomings had been cruelly exposed when it governed in an era of low oil prices in the 1980s and 1990s. Because ordinary Venezuelans felt a rapport with Mr Chávez, they did not blame him for the steady rise in violent crime which has turned Caracas into the most violent capital in South America, nor for the corruption that has flourished unchecked under his rule.

Mr Chávez’s star reached its apogee in a presidential election in 2006, when he easily won another six-year term. He gained 63% of the vote; Manuel Rosales, for the opposition, managed only 37%. Mr Chávez took this as a green light for radicalisation. In the first seven years of his rule he behaved like a traditional Latin American populist caudillo, such as Argentina’s Juan Perón. (Like Perón, Mr Chávez is a former army officer turned civilian politician; he himself led a failed military coup against a democratic government in 1992.) From 2007 onwards, Mr Chávez has claimed to be installing “21st-century socialism”.

Two setbacks followed: he narrowly lost a referendum on constitutional reforms that, on paper, would have taken Venezuela close to Cuban-style communism; and in regional elections in 2008 the opposition recovered to win 46.5% of the vote and important mayoralties, such as Caracas. Mr Chávez fought back, calling and winning another, narrower, referendum early in 2009 abolishing term limits.


From boom to slump


But for the time being the Bolivarian revolution (named after Simón Bolívar, South America’s independence hero) faces unprecedented difficulties. Everyday life is getting harder for Venezuelans. While the rest of Latin America is recovering strongly from the world recession, Venezuela is slumped in stagflation. The boom came to an abrupt end when the oil price plunged in the later months of 2008. Although it has since risen again strongly, Venezuela’s economy has not (see chart). Mr Chávez last month accepted that it “could” shrink again this year, confounding earlier official forecasts of growth. The IMF projects a contraction of Venezuela’s GDP of 2.6% this year, after a fall of 3.3% last year. By March, average wages (allowing for inflation) were 15% below their peak of 2007.

In January Mr Chávez unexpectedly ordered a devaluation, after five years in which the bolívar had been officially fixed at 2.15 to the dollar. Under a new multiple exchange-rate system, priority imports of food and medicine are paid for at 2.60, with 4.30 for other officially authorised imports and a “parallel” (ie, market) rate for the rest (now around eight bolívares to the dollar). This will increase inflation, which is now over 30%—prices shot up by 5.2% in April alone. But it provides a temporary boost to the state’s finances, since hard-currency revenue from oil exports instantly became worth twice as much in bolívares. And that gives Mr Chávez the chance to throw money around: pay rises for the army, for example.

The short-term fix of devaluation only underlines the deterioration in the economy. That recession has become slump is mainly the result of years of government mismanagement. The problems start with PDVSA, the national oil company, which Mr Chávez has turned into a social-development agency. Not only is its budget raided for social projects; it has also set up subsidiaries to produce, import and distribute food. More than 100,000 people are now on PDVSA’s payroll, up from 37,942 when the government seized control of the company after the 2003 strike. But oil output has fallen, from a peak of 3.5m barrels per day in 1998 to perhaps around 2.8m now, reckons Tamara Herrera of the Venezuela office of Global Source Partners, a consultancy. That is less than the government says, but more than OPEC calculates.

Venezuela is still sitting on 100 billion barrels of oil, the largest reserves outside the Middle East, according to research by BP, a British oil company. Having scrapped deals under which multinational oil companies partnered PDVSA, Mr Chávez has this year signed contracts with China and Russia for investment in the Orinoco heavy-oil belt. These could boost production in the next few years. But it is unclear how much cash will in fact be invested.

The private sector is increasingly persecuted. Since the 2006 election Mr Chávez has nationalised the main telecoms, steel and cement companies, the Caracas electricity distributor, and a string of oil-service and food companies. The latest is Exito, a Franco-Colombian chain of hypermarkets taken over in January. Other private firms have faced more aggressive regulation, including price controls and difficulties in getting dollars for imports. Unsurprisingly, few are investing. Many of the nationalised firms are poorly run.

The most dramatic sign of government bungling is electricity rationing. Since the start of the year many towns and cities have suffered daily power cuts of two hours or more, as well as unscheduled blackouts that sometimes last several times as long. Mr Chávez has spared the capital power cuts, apparently out of fear of social unrest. Instead, businesses and homes must reduce their electricity use by 20% on pain of higher charges or loss of supply. Many government departments close in the afternoons to save power.

Mr Chávez rightly points out that the immediate cause of the electricity rationing is a severe drought brought about by the El Niño weather pattern. This has cut output at three hydroelectric dams on the Caroní river in the south-east. But, in past droughts, thermoelectric plants came to the rescue. The difference is that Venezuela now depends on hydroelectricity for around 70% of its power, and most of that comes from the vast Guri dam.

The president claims that his government has invested $16.5 billion in electricity generation since 2002. But thermal generation capacity has barely risen. According to Víctor Poleo, a former official in the energy ministry, only a fraction of the money has actually been spent. He blames the rationing in large measure on “the misappropriation of funds.” The biggest thermal plant—Planta Centro at Morón, on the Caribbean coast—is in bad shape. Only two of its five generators actually produce electricity. The national grid is so rickety that it would in any case be unable to cope were the power stations to produce at full capacity. Lack of gas (due partly to lower oil production) means new thermal stations will have to run on fuel oil or diesel, cutting PDVSA’s export earnings.



As the water level in Guri’s reservoir dropped perilously close to the point at which the plant would have to be shut down, opposition politicians warned that the country faced “collapse”. Mr Chávez responded in March that it would rain “because God is Bolivarian”. Maybe so; for it began to rain in April, and the threat of a total shutdown of Guri seems to be receding. The government is now scurrying to increase thermal generation, but electricity supply will not get back to normal before the end of the year, concedes Roy Daza, a member of the National Assembly for the ruling United Socialist Party of Venezuela (PSUV). Much economic damage has already been inflicted. State-owned iron, steel and aluminium plants in the Guayana region have cut output—by 37% in the case of Venalum, an aluminium producer.


State harassment

Not surprisingly, all these problems have taken a toll on Mr Chávez’s popularity. According to Luis Vicente León of Datanálisis, a polling firm, the president’s approval rating fell from around 60% in February 2009 to 43% a year later—its lowest level since 2003. For the first time since then slightly more people say they identify with the opposition than with Mr Chávez, though 45% support neither side. Awkwardly for the president, this comes as he faces legislative elections on September 26th. In a normal democracy the opposition might be expected to cruise to a majority in the National Assembly. But Venezuela is not a normal democracy.

The opposition chose to boycott the previous election for the National Assembly, in 2005. It now recognises that was a costly mistake. Even before that, Mr Chávez had seized control of the courts. Since then he has been able to pass laws almost at will. The result, in the careful prose of a recent report by the Inter-American Commission on Human Rights, is “the absence of due separation and independence between the branches of government in Venezuela”. It notes that more than half of judges lack tenure, and so can easily be removed if they rule against the government. The commission says that “the state’s punitive power is being used to intimidate or punish people on account of their political opinions.” And it adds that harassment and intimidation of journalists and media outlets have restricted freedom of speech. The government’s response to all these criticisms is that the courts are independent and that the Inter-American commission is biased.

Before the regional elections 260 candidates (nearly all from the opposition) were arbitrarily disqualified. Several prominent opposition figures have faced criminal charges. This month General Raúl Baduel, a former army commander who restored Mr Chávez to power after the 2002 coup, was jailed for eight years for corruption—charges he denounced as politically inspired. Mr Rosales has also been charged with corruption and is in exile in Peru. In March Oswaldo Álvarez Paz, a former opposition governor, was jailed and Guillermo Zuloaga, the manager of Globovisión, the last remaining opposition TV station, was charged, both for making critical comments about the president. Scores of radio stations sympathetic to the opposition have had their licences cancelled.

Other kinds of opponents face bullying. Óscar García Mendoza, a banker who is critical of the government, was hauled off for six hours of questioning after he launched a campaign to defend private property last year. Cecilia García, the rector of the Central University in Caracas, told El Universal, a newspaper, that the university has suffered more than 20 violent attacks since late 2008, and the powerful student movement that has emerged to defend democracy faces intimidation either from the police or from chavista gangs.

After the opposition’s strong performance in the 2008 regional elections, Mr Chávez curbed local government. In some cases this was done crudely. Antonio Ledezma, who was elected as mayor of Caracas, found his offices occupied by chavista activists, and most of his functions transferred to a government-appointed official. Much the same has happened to the state governor of Táchira. All state governors, whether chavista or from the opposition, have lost powers and money to the centre on the one hand, and to the communal councils on the other. A decree of March 2009 stripped state governments of responsibility for ports, airports and roads.

Pablo Pérez, opposition governor of the western state of Zulia, says that his budget has been cut by a third in real terms. His administration was building a motorway from Maracaibo, the state capital and Venezuela’s second city, eastward towards Caracas. This now ends abruptly after 30km. The only thing the government has done is abolish the tolls on the motorway.

Mr Pérez, a young lawyer, is one of a new breed of opposition leaders. They are more pragmatic, and less identified with the discredited pork-barrel politics of the pre-Chávez era. After years of squabbling, the opposition has also made a big effort to unite for the legislative election. This month it used primaries to put the finishing touches to a single slate of candidates.



Motherland, socialism or death

Unusually, chavismo now looks more divided than its opponents. In February Henry Falcón, the popular chavista governor of Lara state, left the ruling PSUV. Mr Falcón objects to the centralisation of power and to the arbitrary expropriation of an industrial site in his state.

His defection points to tensions within chavismo. One is between social democrats, such as Mr Falcón, who defend the constitution, and authoritarian socialists who are happy to ride roughshod over it. Another is between civilian leftist idealists and the “boligarchs”—a group of leading chavistas, many of them former army officers, who have profited from Mr Chávez’s rule and from his government’s corruption. Such tensions may grow if money remains scarce in Venezuela. Mr León, the pollster, points out that Mr Chávez is trying to change “an instrumental relationship with the masses”—based on handouts and economic growth—into an ideological one.

Steadily dwindling supplies
Government buildings are now adorned with Patria, socialismo o muerte (“Motherland, socialism or death”), adapted from a slogan coined by Fidel Castro in the early years of the Cuban revolution half a century ago. Last month Mr Chávez presided over a parade by some 35,000 members of a militia he has organised, and called on them to defend his revolution with their lives if necessary. In the penumbra of chavismo, there are several small armed ultra-left groups of more or less lumpen character.

All this may intimidate, but it also alienates. “Venezuelans are naturally left-of-centre,” says Ibsen Martínez, a novelist and writer of soap operas. “They think the state should do a lot, because it has lots of oil money, and because they are egalitarian. But they don’t like confrontation or threats to everyone getting along together.”

Mr Chávez’s authoritarianism is carefully calibrated. “This isn’t a conventional dictatorship,” says Teodoro Petkoff, a newspaper editor who was a guerrilla leader in the 1960s, founded a socialist party and is now an opponent of Mr Chávez. “It’s an authoritarian government with a strong military element that doesn’t hide its intentions to control society behind a democratic façade.” But public opinion still matters, he adds, and society holds strong democratic values.

So it is hard for Mr Chávez to dispense with elections, or openly rig them. But the government will use “all manner of tricks” to sway the legislative ballot, says Eduardo Semtei, a former member of the electoral authority who is also a former chavista. These include exploiting the resources of the state, the captive vote of 2.8m public employees (in an electorate of 17.5m), the possible disqualification of opponents and, already, a change in the electoral rules and boundaries that favours the PSUV. On top of that, Mr Chávez is a formidable campaigner, and he has his war-chest of devalued bolívares at the ready.

The opposition also faces obstacles of its own making. “There are a lot of discontented chavistas but they don’t come over to us because they are sceptical of the opposition,” admits Mr Pérez, the governor of Zulia. “To rebuild the country we need that chavista world.” All this means the opposition may not win a legislative majority in September. But if it can offer a positive alternative to Mr Chávez’s gradual destruction of his country, it will knock a large dent in his near-monopoly of power.



Correction: The unfinished motorway built from Maracaibo towards Caracas heads east, not, as we first claimed, west. Sorry. This was corrected on May 25th 2010.

Palmas para a democracia Venezuelana e para o fenomeno denominado por Socialismo do Século XXI.

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Venezuelan socialism
Food fight
How to destroy an industry
Jun 10th 2010 | CARACAS

Sold out
SOMETHING is rotten in the state of Venezuela: over 2,300 container-loads (and counting) of decomposing food, imported by the government last year and never distributed. The scandal is particularly embarrassing for President Hugo Chávez, since it comes amid growing shortages of basic foodstuffs in state-run grocery chains. But rather than rethink his statist food and agriculture policy, the president has declared “economic war” on the private sector.

The cargoes came to light last month when state intelligence agents were investigating the theft of powdered milk. The government admits that 30,000 tonnes of food are rotting in the port of Puerto Cabello alone. Opposition media put the total so far at over 75,000 tonnes, or around a fifth of what PDVAL, the state company responsible, imported in 2009. The company’s former president, Luis Pulido, has been arrested for corruption and up to 20 other officials may suffer the same fate.

PDVAL is a subsidiary of Petróleos de Venezuela, the state oil giant. It was created in 2008, in an oblique recognition that another state-run food chain, Mercal, was failing to do its job. PDVAL’s grandiose objective is to achieve “full food sovereignty” and to stamp out what Mr Chávez claims is “hoarding and smuggling” by the private sector. Since 2003, the government has imposed price controls on many foodstuffs. In that year the government defeated a business-led strike which came close to paralysing the economy. The private sector has since faced mounting harassment.

The results have been persistent shortages and soaring inflation: the price of food and drink rose by 21% in the first five months of 2010, according to the Central Bank. Elías Jaua, the vice-president, this week blamed inflation on “speculators [linked to] political interests seeking destabilisation as part of a campaign strategy”, before a legislative election in September.

Basic goods are scarcer in Mercal and PDVAL shops than in private supermarkets, according to a survey by Datanálisis, a polling company. But the government is stepping up expropriations of farms, food manufacturers and distributors, in a bid to achieve what it calls state “hegemony” over the food supply. On June 7th it announced the takeover of 18 more food companies accused of violating regulations.

All eyes are now on Empresas Polar, a family-owned giant that is Venezuela’s biggest private food-and-drink company. Polar, which claims to generate almost 3% of the country’s non-oil GDP and has 19,000 employees, complains of harassment. It says its plants and offices were visited 220 times by government inspectors in the first five months of this year. In late May, the government confiscated 114 tonnes of food from a Polar warehouse, alleging hoarding (which the company denies).

Mr Chávez has often threatened Lorenzo Mendoza, Polar’s billionaire chairman, with expropriation. But as the rotting food shows, his government is better at destroying the existing order than at creating a viable alternative. Some 70% of Venezuela’s food is now imported, which generates ample opportunities for graft. Most of the farms and food companies the president has expropriated suffer from inflated payrolls, declining productivity and rampant inefficiency. His threats against Polar are rejected by a well-paid and loyal workforce. The company is one of the biggest remaining obstacles to the installation of Cuban-style communism in Venezuela. But to seize it now might well lose Mr Chávez the legislative election. As Venezuelans say “love, with hunger, doesn’t last.”

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Venezuela's politics
Commune-ism
Yet another method to entrench the president's power
Jul 15th 2010 | CARACAS

WHEN Jorge Urosa, the archbishop of Caracas, said recently that Hugo Chávez was installing a “Marxist-communist” regime in Venezuela, the country’s leftist president called him a “troglodyte” and accused him of “instilling fear in the people.” Yet Mr Chávez, an avowed socialist, is openly seeking to introduce what looks like a novel form of communism. After taking over the courts and provoking an opposition boycott of legislative elections, he is now targeting state and municipal governments, currently the last bulwark against his rule among elected officials. By forcing them to compete for resources with pliable “communes”, he may starve them to death.

In June his legislative allies approved on first reading a draft bill creating the commune, a “socialist local entity…on the basis of which socialist society is to be built,” with legislative, judicial and executive functions. The communes are supposed to be partly self-sufficient, thanks to a “socialist productive model”, outlined in a separate bill, that will replace the existing capitalist economy. But in practice, the state will provide most of their resources, determine which communes can register, and impose “development” laws and decrees.

Darío Vivas, the vice-president of congress, says the bill will “develop popular participation in the most democratic way possible.” But the opposition calls it a scheme to increase Mr Chávez’s power. Each commune will “regulate social and community life [and] guarantee public order, social harmony and the primacy of collective over individual interests.” Their courts will have jurisdiction over all residents, even though the communes are exclusively intended for socialists. Meanwhile, states and municipalities will be forced to transfer part of their revenues to the communes. Since communes can span municipal borders, they could move public funds from opposition-led districts to government-friendly ones.

The project flies in the face both of the constitution and of public opinion. Mr Chávez first tried to establish communes through a constitutional-reform package in 2007, which was narrowly rejected in a referendum. Many key articles in the proposed communes law were taken from the failed reform. Mr Vivas insists that “if we were to ask those questions today”, the reforms would pass. But recent surveys suggest the reverse. According to a June study by Hinterlaces, a polling firm, only 31% of Venezuelans support Mr Chávez’s “21st-century socialism”, whereas 80% prefer private to communal property.

The bill still requires a second reading to become law. But although a more plural congress will be elected in September, new members will not be seated until January, allowing the outgoing assembly to pass unpopular laws without electoral repercussions. Moreover, even while the bill awaits approval, the government says that over 200 communes are already in formation. A local referendum in which as little as 15% of the electorate casts a vote will be enough to bring them into existence. Faced with declining popularity, Mr Chávez is wasting little time in setting up new means to wield his authority.

Ah, isto são artigos da revista The Economist, a mais conceituada revista de economia e política do mundo. Não é nenhuma plataforma ideológica fanática (denunciou interesses empresariais na Guerra do Iraque e Afeganistão, denunciou Madoff dois anos antes de este ser apanhado, previu a crise financeira internacional, apoiou Obama...). Provas da palhaçada governativa que vai para aqueles lados. Não é à toa que Chávez vai agora discursar a Cuba, outro paraíso democrático.

Tão democrática que ela é...

Ah, todos os visados têm nomes, e todos os dados têm números.

É da revista The Economist. Não é de uma qualquer publicação feita por amigos ou assalariados desta ou daquela ideologia.

Leiam o que está a negrito. Depois, e tendo em conta que nos deparamos com informações fidedignas e não de diarreia ideológica, gostaria de ler os vossos argumentos que visam afirmar que a Venezuela é, tal e qual Portugal, por exemplo, uma democracia.
« Última modificação: Abril 15, 2011, 01:03 am por danielw »
não te enerves Madeira...
prova-me que a pobreza aumentou na Venezuela e que a distância entre ricos e pobres aumentou. pois, não consegues, desde 1999 a pobreza diminuiu a distância entre ricos e pobres reduziu!

A pobreza extrema no país passou de  42% in 1998 para 7,2 em 2010

Foi com chavez que a venezuela atingiu o coeficiente de Gini (mede a desigualdade) mais baixo de sempre e o mais baixo de toda america latina

já aqui foram publicados dados da ONU ou da CIA world factbook mas isso para ti não interessa, está visto

preferes apoiar quem vem para televisão apelar ao assassinatos a membros do governo e ao presidente, contra quem inclusive fizeram um golpe de estado. gostava de saber se o louçã ou o jerónimo ou o paulo portas fossem à rtp dizer k isto só lá vai com sniper a matar os gaes do governo o que aconteceria.

mas mais importante, se são a maioria porque raio nunca tiveram coragem para convocar um referendo revogatório ao mandato, porquê? ah pois é o povo não deixa!
« Última modificação: Abril 15, 2011, 01:31 am por LISBON1906 »

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
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Hugo Chávez tem "no máximo dois anos de vida"



 Até agora, Hugo Chávez tem conseguido que pouca informação saia a público sobre o tumor que, em Junho passado, o forçou a deslocar-se a Cuba para tratamentos médicos. Ontem o presidente da Venezuela voltou a Havana para exames que determinarão se o número de células cancerígenas diminuiu passados quatro meses de tratamento, com o líder a dizer à chegada à capital cubana – onde o presidente Raúl Castro o foi receber pessoalmente – que espera regressar à Venezuela com "boas notícias".

"Tenho muita fé no que vamos fazer em Cuba, vai ser novamente um êxito, assim como foi um êxito a intervenção cirúrgica, o tratamento pós-operatório, as quatro fases de quimioterapia e agora os exames rigorosos", afirmou no aeroporto de Havana.

A verdade, contudo, é que poderá não haver boas notícias para o presidente. Desde que foi submetido a tratamentos de quimioterapia depois de diagnosticado com um tumor na zona pélvica, Chávez, de 57 anos, tentou ao máximo gerir a informação em torno da sua doença, mas um médico da sua família veio agora garantir publicamente que o cancro do presidente é "muito agressivo" e que Chávez terá "no máximo até dois anos de vida".

Salvador Navarrete, que integrou a equipa de médicos que trataram Chávez, garante que o diagnóstico é correcto depois de cruzadas informações com outros especialistas que conhecem os contornos do caso. "A informação que tenho da família é que ele tem um sarcoma, um tumor com um prognóstico muito mau, e tenho a certeza que essa é a realidade", sublinhou.

Numa entrevista à revista semanal mexicana "Milenio" publicada ontem, o cirurgião não se poupou a pormenores, com o argumento de que a situação é grave. "Sou cirurgião da família [Chávez] e reuni-me com outros médicos [da família], partilhámos informações disponíveis e concordamos plenamente neste diagnóstico", assegurou o médico, que descarta informações avançadas há algumas semanas que davam conta de que o presidente sofreria de um cancro da próstata.

"[Por ser um tumor na zona pélvica] é que lhe estão a aplicar uma quimioterapia tão agressiva, porque se fosse cancro da próstata davam-lhe hormonas e nem se daria conta de que estava a receber tratamento", explicou à revista. "E quando digo que o diagnóstico é muito mau, significa que a esperança de vida pode ser de até dois anos no máximo. Isso explica a decisão de antecipar as eleições", disse ainda o chefe da unidade de cirurgia endoscópica do Hospital Universitário de Caracas.

Ontem, à chegada a Havana, Chávez manteve o silêncio sobre a suposta gravidade da sua doença. Aos jornalistas na capital cubana, o presidente venezuelano disse apenas que vai ser submetido "a exames rigorosos que implicarão uma revisão integral do corpo até nos lugares mais recônditos para verificar os resultados desta primeira etapa de tratamento".

Chávez afirmou ainda que o vice-presidente Elías Jaua ficou responsável pela gestão da Venezuela até ao seu regresso. "Estarei em contacto permanente com ele, com os vice-presidentes do governo, com os ministros, com o alto comando militar e com o pessoal das forças armadas", declarou o presidente, acrescentando que "cada um continuará a trabalhar na sua trincheira fazendo o seu trabalho".

Chávez continua assim a tentar que os seus problemas de saúde não interfiram na sua gestão política, sobretudo com eleições gerais agora marcadas para o próximo ano. Em antecipação, Chávez lançou há quase duas semanas a coligação de partidos e movimentos políticos Pólo Patriótico, que irão apoiar a sua reeleição em 2012. A criação da coligação surge para tentar recuperar votos perdidos por Chávez nos últimos anos, marcados pela deterioração da economia e pelo aumento da insegurança no país.

Nesse dia, 7 de Outubro, o deputado e presidente do parlamento venezuelano Fernando Soto Rojas declarou que "a ideia do Pólo não é uma frente eleitoral mas sim um movimento de movimentos que possa ir além do eleitoral". O método de rearticular as forças pró-governo numa mesma plataforma já tinha sido utilizado pelo presidente venezuelano em 1998, quando foi eleito presidente.

Por Joana Azevedo Viana, publicado em 17 Out 2011 - 21:15 | Actualizado há 10 horas 11 minutos
não te enerves Madeira...
prova-me que a pobreza aumentou na Venezuela e que a distância entre ricos e pobres aumentou. pois, não consegues, desde 1999 a pobreza diminuiu a distância entre ricos e pobres reduziu!

A pobreza extrema no país passou de  42% in 1998 para 7,2 em 2010

Foi com chavez que a venezuela atingiu o coeficiente de Gini (mede a desigualdade) mais baixo de sempre e o mais baixo de toda america latina

já aqui foram publicados dados da ONU ou da CIA world factbook mas isso para ti não interessa, está visto

preferes apoiar quem vem para televisão apelar ao assassinatos a membros do governo e ao presidente, contra quem inclusive fizeram um golpe de estado. gostava de saber se o louçã ou o jerónimo ou o paulo portas fossem à rtp dizer k isto só lá vai com sniper a matar os gaes do governo o que aconteceria.

mas mais importante, se são a maioria porque raio nunca tiveram coragem para convocar um referendo revogatório ao mandato, porquê? ah pois é o povo não deixa!

Só comento o que pus a bold, porque não deixa de ser irónico que o próprio Chávez o fez quando do outro lado da barricada.

Uma pergunta, já lá viveram ou têm família? Eu respondo positivamente a ambas as questões e posso afirmar que aquele homem digam o que se disser colocou aquele país dividido, financia a violência e denuncia, fecha estações de rádio e tv, jornais, prende quem lhe apetece, nomeia para os cargos que lhe d+a na cabeça os familiares e amigos de uma forma muito mais escandalosa que que cá.

A Venezuela é um país cuja grande maioria da população é pobre e assim vai continuar porque não vai ser o Chavez a tirá-los de lá, nem lhe convém porque eles é que o mantêm lá. Passei por coisas inimagináveis lá, no entanto adoro o país e pessoas, mas nada têm haver com os que conhecia antes. São um povo diferente para pior, com um presidente que se vitimiza a cada segundo que pode, que se dá a extravagências estúpidas porque vive do petróleo.

Ele odeia os americanos, não os suporta mas não vive sem eles, porque financeiramente são quem mais compra à Venezuela nomeadamente petróleo. Não o vejo a recusar vender, apesar de ameaçar há anos que o faz nunca o fez nem vai. Atenção que não tenho nada nem a favor ou contra os americanos.

Pensam que aquilo é livre? Nem pouco mais ou menos, tenho uma prima jornalista que diz que do que escreve e depois o que sai por vezes pouco tem do original, além de se "pressionar" para a escolha de certos temas. Está tão melhor que deixaram de haver constantes raptos e a zona de Petare, o local mais perigoso de Caracas, até é um paraíso!

Não me quis meter nestas discussões, mas quando vi e senti na pele, quando tenho familia que lá está e nem tem como sair mesmo que queira e vive no clima em que vive e depois vejo defender este homem dá-me calafrios. Um santo que defende a China, onde claramente se vive uma democracia e os trabalhadores nem são explorados ou o Kaddhafi diz muito.

Eu nem me associo a nenhum partido politico actual, a meu ver não fogem aos seus próprios interesses e esquecem o motivo que levou à suas aparições, não me liguem nem a um lado nem a outro, mas ver dizer que a Venezuela é livre e coiso e tal...
Estatutos: Artigo 3º 1 - O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL É UMA UNIDADE INDIVISÍVEL CONSTÍTUIDA PELA TOTALIDADE DOS SEUS ASSOCIADOS.
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Os 10 Mandamentos do Sportinguista por Salazar  Carreira
http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=%22Os_dez_mandamentos_do_Sportinguista%22
Hugo Chávez tem "no máximo dois anos de vida"



 

Isto são más noticias para a Venezuela! 2 anos é muito tempo.

Aos defensores destes regimes, era obrigá-los a viver lá, para saberem o que estes povos sofrem.
Here we go again! Lisbon falas tu ou falo eu?  :inde:
Here we go again! Lisbon falas tu ou falo eu?  :inde:

É melhor falar o Lisbon, para o bem e para o mal gosto de falar com pessoas de palavra.
é ditador porque sim e está feito, pronto!

Bom exemplo é nas Honduras, aí já é democracia a sério, o exercito já anulou o voto do povo. o "regime" daí que ninguém fale do que se passa lá tal é a normalidade democrática por aquelas bandas.

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
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Médico de Chávez «obrigado» a fugir do país
Clínico «deu» dois anos de vida ao chefe de estado da Venezuela
Por: tvi24 / PP  |  22- 10- 2011  15: 4

 Um antigo médico do presidente da Venezuela, que se pronunciou sobre a estimativa de vida de Hugo Chávez anunciou sexta-feira, em carta pública, que teve de abandonar de «maneira abrupta» o país, depois da polícia ir ao seu consultório, escreve a Lusa.

«Os acontecimentos posteriores obrigaram-me a sair do país com a minha família, de maneira abrupta, algo que não desejava e não tinha planejado fazer», explica o médico, Salvador Navarrete.

No último domingo Salvador Navarrete, antigo médico de Hugo Chávez e militante do Partido Socialista Unido da Venezuela, revelou a um jornal mexicano que o tumor extraído a Hugo Chávez é «muito agressivo» e que «a expectativa de vida pode ser de até dois anos».

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/hugo-chavez-chavez-venezuela-medico-cancro-tvi24/1291737-4073.html

A liberdade é linda!
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Médico de Chávez «obrigado» a fugir do país
Clínico «deu» dois anos de vida ao chefe de estado da Venezuela
Por: tvi24 / PP  |  22- 10- 2011  15: 4

 Um antigo médico do presidente da Venezuela, que se pronunciou sobre a estimativa de vida de Hugo Chávez anunciou sexta-feira, em carta pública, que teve de abandonar de «maneira abrupta» o país, depois da polícia ir ao seu consultório, escreve a Lusa.

«Os acontecimentos posteriores obrigaram-me a sair do país com a minha família, de maneira abrupta, algo que não desejava e não tinha planejado fazer», explica o médico, Salvador Navarrete.

No último domingo Salvador Navarrete, antigo médico de Hugo Chávez e militante do Partido Socialista Unido da Venezuela, revelou a um jornal mexicano que o tumor extraído a Hugo Chávez é «muito agressivo» e que «a expectativa de vida pode ser de até dois anos».

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/hugo-chavez-chavez-venezuela-medico-cancro-tvi24/1291737-4073.html

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Ainda que esteja mais do lado do médico, não se pode dizer que ele não tenha culpas no cartório. Quem é que o mandou violar o sigilo médico?
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Médico de Chávez «obrigado» a fugir do país
Clínico «deu» dois anos de vida ao chefe de estado da Venezuela
Por: tvi24 / PP  |  22- 10- 2011  15: 4

 Um antigo médico do presidente da Venezuela, que se pronunciou sobre a estimativa de vida de Hugo Chávez anunciou sexta-feira, em carta pública, que teve de abandonar de «maneira abrupta» o país, depois da polícia ir ao seu consultório, escreve a Lusa.

«Os acontecimentos posteriores obrigaram-me a sair do país com a minha família, de maneira abrupta, algo que não desejava e não tinha planejado fazer», explica o médico, Salvador Navarrete.

No último domingo Salvador Navarrete, antigo médico de Hugo Chávez e militante do Partido Socialista Unido da Venezuela, revelou a um jornal mexicano que o tumor extraído a Hugo Chávez é «muito agressivo» e que «a expectativa de vida pode ser de até dois anos».

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/hugo-chavez-chavez-venezuela-medico-cancro-tvi24/1291737-4073.html

A liberdade é linda!

Ainda que esteja mais do lado do médico, não se pode dizer que ele não tenha culpas no cartório. Quem é que o mandou violar o sigilo médico?

Neste caso, a questão de sigilo médico não se coloca, porque um líder político não pode sonegar ao eleitorado a sua real situação de saúde, principalmente em caso de quase certa morte. Se não o faz, por alguma razão acontece.

Mesmo assim, violando ou não o sigilo, é mais um episódio da Venezuela de Chávez. O que é uma ténue violação de sigilo no meio de um sistema judicial totalmente corrompido por Chávez?
Este, também já devia estar "lá em cima" a jogar à sueca com o Sadam,o Kadafi e o BinLaden....tudo "gente boa".
Abaixo a corrupção,tanto no desporto como na politica!!!
@ danielw,

O sigilo médico não pode ser quebrado pelos motivos que invocas. Existem excepções previstas para a quebra do sigilo, mas não são as que apontas.
é ditador porque sim e está feito, pronto!

Bom exemplo é nas Honduras, aí já é democracia a sério, o exercito já anulou o voto do povo. o "regime" daí que ninguém fale do que se passa lá tal é a normalidade democrática por aquelas bandas.

 :shifty: :shhh: :shhh: :shhh:
é ditador porque sim e está feito, pronto!

Bom exemplo é nas Honduras, aí já é democracia a sério, o exercito já anulou o voto do povo. o "regime" daí que ninguém fale do que se passa lá tal é a normalidade democrática por aquelas bandas.

 :shifty: :shhh: :shhh: :shhh:

Não percebo o que raios têm as Honduras relacionado com a Venezuela! Não conheço nem nunca viví lá por isso não me pronuncio, mas na Venezuela sim e tenho lá ainda bastante família, ele não é ditador porque sim, mas pelo controlo dos media, empresas, pela forma como formou uma milicia e tem em cidades do interior, como exemplo é comum no estado de Bolívar, crianças escolhidas para acusar na escola colegas que tenham familias que se demonstrem críticas ao regime ou mostrem características capitalistas. Tenho já quatro primos que quiseram de lá sair, não deixaram que levantassem dinheiro dos bancos para manter capital no país e evitar saída de população. Isto não são exemplos de democracia penso eu...

O meu avô e seus irmãos foram para a Venezuela com 16 anos, à procura de uma vida melhor e conseguiram mas ao contrário de muitos portugueses pagaram os seus impostos, levanta-se às 4 da manhã e tinha uma vida honesta. Comprou uma casa de férias para a familia em conjunto com os três irmãos, isto às mais de 35 anos. No ano passado a casa foi ocupada e não têm direito a lá voltar. será democrático esta atitude? O meu avô e seus irmãos trabalharam naquele país grande parte das suas vidas, o luxo que tinham foi uma casa que eles mesmos construíram, eles tinham orgulho eu me dizer: este quarto onde dormes ajudei a construir e por tijolo sobre tijolo.
Mereciam que lhes fosse ocupada sem nada em troca receberem ou sequer saberem que iam acontecer? Sim porque eles foram num fim de semana para lá viram a casa ocupada, foram à polícia que disse que quem ocupou a casa ficou com ela porque o governo assim permitia se não tivessem. Compreendo que todos precissem de lar, mas porquê que o sr Chavez em vez de estoirar dinheiro em equipamento militar russo todos os anos, não constroí umas casas para aqueles que diz defender?

Compreendo que se queira defender uma sociedade diferente das actuais, que honestamente estão todas sem excepção podres e fora da realidade necessária às populações mas daí a defender Hugo Chavez Frias.... Não defendo capitalismo ou comunismo, ou qualquer ideologia politica que anda para aí porque não as vejo como solução para os nossos problemas, mas garanto por experiência própria e de falar com familia, aquele homem não é nem será solução.
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@ danielw,

O sigilo médico não pode ser quebrado pelos motivos que invocas. Existem excepções previstas para a quebra do sigilo, mas não são as que apontas.

Mas será que o enquadramento jurídico que diz respeito a esse assunto se encontra padronizado, ou seja, é idêntico em todos os pontos do mundo?

É que nos EUA os políticos são obrigados a informar o público de doenças, etc., e penso existirem sanções para quem esconda informações relevantes. Aliás, acho que a obrigatoriedade de informação não diz respeito somente a aspectos de saúde do candidato, mas algo relevante que possa influenciar a sua postura no cargo.
é ditador porque sim e está feito, pronto!

Bom exemplo é nas Honduras, aí já é democracia a sério, o exercito já anulou o voto do povo. o "regime" daí que ninguém fale do que se passa lá tal é a normalidade democrática por aquelas bandas.

Dá-lhes com os argumentos e com os factos que eles so tem é conversa!


Agora vou trabalhar, mas quando vier já vou calar uns quantos que por aqui andam.
Vais calar, vais. Vais é inventar e viciar o debate com referências a elementos fora da esfera do tópico.

Factos, e transmitidos por organizações imparciais, como a Humans Right Watch e a Aministia Internacional:

Amnistia Internacional, retirado do relatório de 2011:



e do Human Rights Watch:



Links:

http://www.hrw.org/reports/2008/09/18/decade-under-ch-vez

http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=195&Itemid=29

http://en.rsf.org/venezuela.html

Pois. Venham de lá esses "factos".

Só mesmo um proto-comunista é que considera a Venezuela uma democracia digna dessa honrosa caracterização.

é ditador porque sim e está feito, pronto!

Bom exemplo é nas Honduras, aí já é democracia a sério, o exercito já anulou o voto do povo. o "regime" daí que ninguém fale do que se passa lá tal é a normalidade democrática por aquelas bandas.

Não é porque sim, é mais porque quem está incumbido de investigar assim o diz. Não apenas o diz, como o comprova.
« Última modificação: Outubro 24, 2011, 06:22 am por danielw »