Bruno César

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(...)
E tem sido uma constante crescente nas últimas 4 épocas.

Subjectivo.

Nas 3 épocas anteriores, o trabalho do Sporting no mercado deu lucro e não foi pequeno.

E o Sporting cresceu competitivamente nos últimos 3 anos, de forma gradual mas segura. E não foi só por William, Adrien ou João Mário, certamente.

Estas são as métricas objectivas. De resto, opiniões pessoais, algumas com algum ou muito cabimento, outras com nenhum.
(...)
E tem sido uma constante crescente nas últimas 4 épocas.

Subjectivo.

Nas 3 épocas anteriores, o trabalho do Sporting no mercado deu lucro e não foi pequeno.

E o Sporting cresceu competitivamente nos últimos 3 anos, de forma gradual mas segura. E não foi só por William, Adrien ou João Mário, certamente.

Estas são as métricas objectivas. De resto, opiniões pessoais, algumas com algum ou muito cabimento, outras com nenhum.
Admitindo-se que o clube não seja um mero entreposto comercial, o grosso das apostas foi feito em jogadores que não demonstraram evolução ao nível da exigência do clube.
Essa aposta tem sido crescente sim é só isso justifica que os encargos operacionais cresçam igualmente em razão disso.
Claro que existem exemplos de sucesso dos quais Slimani é o mais evidente, um único exemplo que num contexto contabilistico geral comprova a tua tese de lucro avultado.
Ainda bem... mal seria se também aí não fossemos bem sucedidos!
Mais ainda quando a equipa evoluiu desportivamente.
A questão, subjectiva ou não, é que a aposta desportiva do clube, inicialmente assente no crescimento da sua base de formação e com o acrescento de valores contratados seguros não se tem vindo a realizar.
Admitindo-se que o clube não disponha de recursos que permitam a segurança efectiva de tais apostas, ainda assim têm sido muito aquém do idealizado, contando já com várias que nem da equipa B conseguiram passar.
Parte-se ainda e quase sempre da evolução desportiva assente numa sólida base de recursos oriundos da formação.
Adrien, Wiliam e João Mário não são exemplos únicos?
Pois não...
Há que acrescentar a eles Patrício, Semedo, Gelson... mas também Cedric, Dier, Bruma entre tantos outros para perceber onde assenta a estrutura de tal evolução.
Seria importante que o fluxo que dai resultou de jogadores contratados, que no seu conjunto já constituem um número significativo de indivíduos e de custos financeiros, começassem igualmente a contribuir decisivamente para a construção de tal futuro.
(...)
E tem sido uma constante crescente nas últimas 4 épocas.

Subjectivo.

Nas 3 épocas anteriores, o trabalho do Sporting no mercado deu lucro e não foi pequeno.

E o Sporting cresceu competitivamente nos últimos 3 anos, de forma gradual mas segura. E não foi só por William, Adrien ou João Mário, certamente.

Estas são as métricas objectivas. De resto, opiniões pessoais, algumas com algum ou muito cabimento, outras com nenhum.
Admitindo-se que o clube não seja um mero entreposto comercial, o grosso das apostas foi feito em jogadores que não demonstraram evolução ao nível da exigência do clube.
Essa aposta tem sido crescente sim é só isso justifica que os encargos operacionais cresçam igualmente em razão disso.
Claro que existem exemplos de sucesso dos quais Slimani é o mais evidente, um único exemplo que num contexto contabilistico geral comprova a tua tese de lucro avultado.
Ainda bem... mal seria se também aí não fossemos bem sucedidos!
Mais ainda quando a equipa evoluiu desportivamente.
A questão, subjectiva ou não, é que a aposta desportiva do clube, inicialmente assente no crescimento da sua base de formação e com o acrescento de valores contratados seguros não se tem vindo a realizar.
Admitindo-se que o clube não disponha de recursos que permitam a segurança efectiva de tais apostas, ainda assim têm sido muito aquém do idealizado, contando já com várias que nem da equipa B conseguiram passar.
Prateleiras ainda e quase sempre a evolução desportiva assente numa sólida base de recursos oriundos da formação.
Adrien, Wiliam e João Mário não são exemplos únicos?
Pois não...
Há que acrescentar a eles Patrício, Semedo, Gelson... mas também Cedric, Dier, Bruma entre tantos outros para perceber onde assenta a estrutura de tal evolução.
Seria importante que o fluxo que dai resultou de jogadores contratados, que no seu conjunto já constituem um número significativo de indivíduos e de custos financeiros, começassem igualmente a contribuir decisivamente para a construção de tal futuro.

Entretanto, não desmentiste ( porque não podes ), os 2 pontos que referi. E não vou andar aqui a falar caso a caso, porque é uma pescadinha de rabo na boca, que claramente temos visões diferentes relativamente ao futebol, jogadores e suas qualidades.

Lucro ( falo só do mercado e excluo jogadores que não tenham sido contratados ) e crescimento competitivo. O resto, mais ou menos relevante, como taxas de acerto ou afins, é secundário perante a realidade global da coisa.
(...)
E tem sido uma constante crescente nas últimas 4 épocas.

Subjectivo.

Nas 3 épocas anteriores, o trabalho do Sporting no mercado deu lucro e não foi pequeno.

E o Sporting cresceu competitivamente nos últimos 3 anos, de forma gradual mas segura. E não foi só por William, Adrien ou João Mário, certamente.

Estas são as métricas objectivas. De resto, opiniões pessoais, algumas com algum ou muito cabimento, outras com nenhum.
Admitindo-se que o clube não seja um mero entreposto comercial, o grosso das apostas foi feito em jogadores que não demonstraram evolução ao nível da exigência do clube.
Essa aposta tem sido crescente sim é só isso justifica que os encargos operacionais cresçam igualmente em razão disso.
Claro que existem exemplos de sucesso dos quais Slimani é o mais evidente, um único exemplo que num contexto contabilistico geral comprova a tua tese de lucro avultado.
Ainda bem... mal seria se também aí não fossemos bem sucedidos!
Mais ainda quando a equipa evoluiu desportivamente.
A questão, subjectiva ou não, é que a aposta desportiva do clube, inicialmente assente no crescimento da sua base de formação e com o acrescento de valores contratados seguros não se tem vindo a realizar.
Admitindo-se que o clube não disponha de recursos que permitam a segurança efectiva de tais apostas, ainda assim têm sido muito aquém do idealizado, contando já com várias que nem da equipa B conseguiram passar.
Prateleiras ainda e quase sempre a evolução desportiva assente numa sólida base de recursos oriundos da formação.
Adrien, Wiliam e João Mário não são exemplos únicos?
Pois não...
Há que acrescentar a eles Patrício, Semedo, Gelson... mas também Cedric, Dier, Bruma entre tantos outros para perceber onde assenta a estrutura de tal evolução.
Seria importante que o fluxo que dai resultou de jogadores contratados, que no seu conjunto já constituem um número significativo de indivíduos e de custos financeiros, começassem igualmente a contribuir decisivamente para a construção de tal futuro.

Entretanto, não desmentiste ( porque não podes ), os 2 pontos que referi. E não vou andar aqui a falar caso a caso, porque é uma pescadinha de rabo na boca, que claramente temos visões diferentes relativamente ao futebol, jogadores e suas qualidades.

Lucro ( falo só do mercado e excluo jogadores que não tenham sido contratados ) e crescimento competitivo. O resto, mais ou menos relevante, como taxas de acerto ou afins, é secundário perante a realidade global da coisa.
Nunca parti do princípio que era questionável aquilo que simplesmente é constatável.
Agora podemos é sempre ter leituras diferentes quanto ao resultado que determinadas medidas aparentem poder dar.
De modo global, só podia estar satisfeito com o trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
Isso não invalida algumas reservas por situações circunstanciais nas quais incluo a gestão da presente temporada.
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«Que Bruno César continue a fazer golos assim» - Balakov

Krassimir Balakov, antiga glória dos leões, foi relembrado este fim de semana depois do golo de livre direto de Bruno César ao V. Setúbal e A BOLA decidiu contatar o ex-futebolista búlgaro, dono de um pé esquerdo de sonho e expert em matéria de golos de livres diretos.

«Quem bom passados todos estes anos ainda se lembrarem de mim por essas coisas boas que fiz em Portugal. Quem bom alguém ter feito um golo assim. E fico satisfeito por isso, é sinal que há bons jogadores em Alvalade», disse Balakov, entre risos.

O antigo médio confessou a A BOLA que ainda hoje faz golos assim, garantindo que ainda se lembra «como se mete o pé na bola», e deixou um desejo para Bruno César e para o seu antigo clube: «Que Bruno César continue a fazer golos assim e a ajudar o Sporting a ganhar!».

Fonte: Abola
Vamos ver qual vai ser a próxima posição do Bruno César, Jesus deve querer bater algum recorde com o Bruno César.
Desde que cá está já jogou a: Segundo avançado, extremo esquerdo, extremo direito, médio centro num meio campo a 2, médio centro/MO num meio campo a 3 e lateral esquerdo.
Desde que cá está já jogou a: Segundo avançado, extremo esquerdo, extremo direito, médio centro num meio campo a 2, médio centro/MO num meio campo a 3 e lateral esquerdo.

Esqueceste te de adicionar a posição de hoje, ala direito num esquema de 3 centrais. E não fez sentido nenhum jogar ai e ser o Gelson a jogar por dentro mas posso ter sido só eu a não perceber ...
Queimado na sua posição inicial. Quando passou para a frente, apresentou muito pouco critério, especialmente nos passes, falhou e tentou cada um ridículo. Dos piores jogos que fez este ano, espero que no domingo volte ao seu nível.
 Ridícula a posição que ocupou durante grande parte da primeira-parte. Nem vou comentar, fica só o registo do ridículo.

 Vai ser peça-chave no derby. É dos melhores do Sporting em termos de atitude e comprometimento para com o clube.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
A posição do Bruno César hoje em campo, trouxe ao de cima aquilo que é o lado negro do Jota.
Os excessos do mestre da tática, que acabam em borrada.
Mourinho worked with Malcolm Allison and I at Vitoria Setubal and I can see Malcolm’s influence on Jose. He is the best coach in the world and I can see Malcolm in 90 per cent of the things that he does. - Roger Spry
A posição do Bruno César hoje teria de ser no banco a descansar. A partir dos 70 minutos, anda mais no centro do terreno do que na lateral e duvido que tenha feito uma corrida que não fosse em ritmo de passo. Aprecio tudo o que o jogador tem feito, mas fisicamente, nota-se claramente a quebra a partir dos 60/70 minutos. Mas ontem, foi o menos culpado de tudo.
«O importante é ganhar. Quer se goste mais de umas coisas e menos de outras, quer se tenha uma opinião mais para a esquerda ou mais para a direita, o que realmente importa é que cada um de nós ponha sempre os interesses do Sporting Clube de Portugal acima de qualquer gosto particular, de qualquer ataque dos nossos adversários, e tão alto que nada nem ninguém nos impeça de sermos cada vez mais fortes, ganhadores e campeões».
Não estava muito confortável nesta posição. Notou-se algumas dificuldades pouco normais no Bruno César.

Que domingo esteja bem porque será essencial.
Não estava muito confortável nesta posição. Notou-se algumas dificuldades pouco normais no Bruno César.

Que domingo esteja bem porque será essencial.
É normal.  só um canhoto puro sabe o que é jogar à direita (futebol de 8 e de 11.)
É o mais próximo que se pode estar do darkside...
É verdade que há canhotos que até se ajeitam com o esquerdo mas com as devidas distâncias futebolisticas,  eu entendo bem o bruno César.
É que o meu pé direito só existe para apoiar no chão... nada mais


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Sempre Sporting!