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Wallyson Mallmann

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É quase certo que na próxima época faz parte da equipa A.

Era bom, mas não sei, quando ainda vejo por exemplo o Gauld a jogar na B e o Leonardo Jardim a não utilizar o João Mário por preferir o Magrão, tudo é possível  :shifty:
N teria dado um jeitão hj, no lugar do Rosell? Sei lá... estou a imaginar melhor qualidade na primeira fase de construção...

Mas o Rosell esteve bem, foi dos nossos melhores elementos e até acho que não teve mal na primeira fase de construção (preciso de mais confiança sobretudo). Por isso dificilmente põe essa questão.

Até porque eu também acredito no Wallyson mais como 8 e não como 6.



O Wallyson no inicio desta época podia ter sido integrado na equipa A ou tinha sido emprestado, infelizmente ficou mais uma época na B (desnecessariamente).

Acho que podia perfeitamente ir rodando com os médios-centro, indo para o banco da equipa A de vez em quando no lugar do André Martins ou Adrien (considerando eu que o Adrien para mim regra geral seria o 3º médio-centro da equipa) por exemplo.

Infelizmente os estatutos de certos jogadores falam mais alto... ::) ::)
Eu também prefiro o Wallyson a 8. A questão é que por mais q o Rosell dê a equipa estou em crer q, mesmo a 6 - aqui estou a ver a qualidade nos passes longos -, o Wallyson pd dar smp um pouco mais.  Já se lançou e tem-se lançado jogadores menos preparados q o Wallyson. Percebo a q a questão da concorrência seja relevante, mas este puto está aí para lutar por um lugar no 11 da equipa A e sem chances será complicado. Ontem, na ausência de William, embora num contexto complicado para o miúdo, podia ter tido uma chance.
Nem só de pão vive o homem...
Ele, como outros, sofre com a falta de uma definição estruturada da época da A.

Certamente. Mas da mesma forma que Gauld foi enviado para a B depois de ter feito a pré época com a A, o treinador podia perfeitamente ter optado pelo inverso com Wallyson. Apesar dos médios que há na primeira equipa.

O brasileiro demonstra condições muito acima da média e faz-me uma certa confusão que amanhã seja titular um jogador que parece estar a anos luz de Wallyson.

Está na B, porque certamente haverá erros na estruturação dos 2 planteis, mas também por opção técnica do treinador, que até foi "obrigado" a colocar Wallyson na Taça da Liga, onde este correspondeu de forma superior.

E  este tipo de respostas de determinados jogadores, quando lhes foi dada a oportunidade, não parecem ter mudado as coisas de forma substancial. A não ser no caso do Tobias e provavelmente por causa da venda de Mauricio. Mallmann continua a espalhar qualidade pelos relvados da segunda liga e Gauld vai admirar a A, da bancada.

Food for thought...

Eu penso que seria difícil gerir o treino, nestas condições. Pensar-se-ia que, subindo alguém da B, desceria outrém da A. Mas creio que os jogadores da A, que não jogam, podem não ter um perfil que os faça aceitar esse fluxo, entre uma e outra equipa.

Referi que o mês de Janeiro seria um momento chave para se fazer uma reformulação dos princípios, que estiveram na base da formação de ambos os plantéis.

Confesso-me desapontado com algumas das opções de mercado, mas concedo que foi o que era possível. Saíram Maurício e Heldon, mas ainda ficou Capel. Emprestaram-se Esgaio e Iuri, jogadores que pisam os mesmos terrenos do espanhol e do cabo-verdiano.

Saiu Maurício e subiu Tobias. Aqui parece-me que a opção é consistente com o que tenho apontado, embora Sarr talvez não se enquadre no cenário que tracei e, por isso, talvez fosse um dos que podia fazer a viagem inversa. Mas chegou, também, Ewerton.

No meio campo, sempre houve lugar para um 6º elemento. Que podia ter sido Gauld ou Wallyson, em regime precário, i.e., que subiam e desciam em função da conveniência momentânea.

No meu entender, a dimensão do plantel da primeira equipa e o extenso plantel da B limitaram muito o objectivo de promover mais jogadores jovens à A. Mas, claro, as opções do Marco Silva também foram motivo relevante para não se ter agido de outra forma, embora eu veja que seria difícil mandar Heldon e/ou Capel treinar e jogar na B, para se chamarem Iuri ou Podence.

Não deixo de ficar entusiasmado com um plantel que, para o meio campo, tenha William, Adrien, João Mário, Gauld e Wallyson, embora me pareça que a juventude deve ser travão para ambições máximas. E é neste conjunto de jogadores que vejo um bom exercício de como deveria processar-se a evolução e reinvenção da equipa, época após época. Seria primordial guardar estes 5 jogadores mais 2 ou 3 temporadas. Tal facilitaria a ascensão de outros miúdos, em número mais reduzido, como é óbvio, mas com melhores condições de evolução e de sucesso.

E repara, eu não tenho nada contra um plantel construído à volta de Oliveira e Tobias, de William, João Mário, Gauld e Wallyson, de Mané, Iuri e Podence. Não tenho mesma nada contra e tal até me suscita um enorme entusiasmo.

Mas, depois, venho aqui ao fórum e vejo uma ambição impaciente, desmedida e irrealista, que em nada ajuda a montar um projecto nestes termos.
"Players lose you games, not tactics. There's so much crap talked about tactics by people who barely know how to win at dominoes."

Brian Clough
Ele, como outros, sofre com a falta de uma definição estruturada da época da A.

Certamente. Mas da mesma forma que Gauld foi enviado para a B depois de ter feito a pré época com a A, o treinador podia perfeitamente ter optado pelo inverso com Wallyson. Apesar dos médios que há na primeira equipa.

O brasileiro demonstra condições muito acima da média e faz-me uma certa confusão que amanhã seja titular um jogador que parece estar a anos luz de Wallyson.

Está na B, porque certamente haverá erros na estruturação dos 2 planteis, mas também por opção técnica do treinador, que até foi "obrigado" a colocar Wallyson na Taça da Liga, onde este correspondeu de forma superior.

E  este tipo de respostas de determinados jogadores, quando lhes foi dada a oportunidade, não parecem ter mudado as coisas de forma substancial. A não ser no caso do Tobias e provavelmente por causa da venda de Mauricio. Mallmann continua a espalhar qualidade pelos relvados da segunda liga e Gauld vai admirar a A, da bancada.

Food for thought...

Eu penso que seria difícil gerir o treino, nestas condições. Pensar-se-ia que, subindo alguém da B, desceria outrém da A. Mas creio que os jogadores da A, que não jogam, podem não ter um perfil que os faça aceitar esse fluxo, entre uma e outra equipa.

Referi que o mês de Janeiro seria um momento chave para se fazer uma reformulação dos princípios, que estiveram na base da formação de ambos os plantéis.

Confesso-me desapontado com algumas das opções de mercado, mas concedo que foi o que era possível. Saíram Maurício e Heldon, mas ainda ficou Capel. Emprestaram-se Esgaio e Iuri, jogadores que pisam os mesmos terrenos do espanhol e do cabo-verdiano.

Saiu Maurício e subiu Tobias. Aqui parece-me que a opção é consistente com o que tenho apontado, embora Sarr talvez não se enquadre no cenário que tracei e, por isso, talvez fosse um dos que podia fazer a viagem inversa. Mas chegou, também, Ewerton.

No meio campo, sempre houve lugar para um 6º elemento. Que podia ter sido Gauld ou Wallyson, em regime precário, i.e., que subiam e desciam em função da conveniência momentânea.

No meu entender, a dimensão do plantel da primeira equipa e o extenso plantel da B limitaram muito o objectivo de promover mais jogadores jovens à A. Mas, claro, as opções do Marco Silva também foram motivo relevante para não se ter agido de outra forma, embora eu veja que seria difícil mandar Heldon e/ou Capel treinar e jogar na B, para se chamarem Iuri ou Podence.

Não deixo de ficar entusiasmado com um plantel que, para o meio campo, tenha William, Adrien, João Mário, Gauld e Wallyson, embora me pareça que a juventude deve ser travão para ambições máximas. E é neste conjunto de jogadores que vejo um bom exercício de como deveria processar-se a evolução e reinvenção da equipa, época após época. Seria primordial guardar estes 5 jogadores mais 2 ou 3 temporadas. Tal facilitaria a ascensão de outros miúdos, em número mais reduzido, como é óbvio, mas com melhores condições de evolução e de sucesso.

E repara, eu não tenho nada contra um plantel construído à volta de Oliveira e Tobias, de William, João Mário, Gauld e Wallyson, de Mané, Iuri e Podence. Não tenho mesma nada contra e tal até me suscita um enorme entusiasmo.

Mas, depois, venho aqui ao fórum e vejo uma ambição impaciente, desmedida e irrealista, que em nada ajuda a montar um projecto nestes termos.

Eu concordo que a composição da equipa A e da B esteve longe de ser perfeita.

Não me refiro a entradas, que certamente que houve erros que até contrariaram principios que eu considerava prioritários, mas que claramente foram coerentes com outra perspectiva diferente da minha que tenho que aceitar, face às restrições financeiras e à necessidade vista pela estrutura de diversificar o risco ( seja como for, tal como no ano passado, contratou-se demais ) e de manter um núcleo base da equipa vice campeã.

Mas eram e são 2 plantéis demasiado extensos, sendo que no plantel da A estavam e estão vários jogadores que não são nem serão uma mais valia presente ou futura no rendimento da equipa.

Isto não invalida, contudo, que Marco Silva tome opções que me parecem há demasiado tempo prementes. Uma delas, foi a subida de Tobias Figueiredo para a equipa principal, que na minha opinião já fez render frutos no que à solidez do centro da defesa diz respeito. Outras, são as tais inclusões de um médio completo, forte em todos os momentos de jogo, como Wallyson ou um médio criativo com um sentido colectivo de jogo excepcional, como Gauld, quando não há na equipa principal um jogador dessas caracteristicas.

Marco teve que lidar com plantéis imperfeitos e mal distribuidos e com lacunas em algumas posições, é verdade. Outra coisa seria de admirar, tendo em conta o ponto de partida ( não deixando de reconhecer que no entanto havia margem para a estrutura fazer um trabalho melhor ). Mas era possível retirar dos 2 aquilo que havia de melhor e formar um conjunto mais forte que o presente. Ou, pelo menos, com mais soluções.
Citar
Isto não invalida, contudo, que Marco Silva tome opções que me parecem há demasiado tempo prementes. Uma delas, foi a subida de Tobias Figueiredo para a equipa principal, que na minha opinião já fez render frutos no que à solidez do centro da defesa diz respeito. Outras, são as tais inclusões de um médio completo, forte em todos os momentos de jogo, como Wallyson ou um médio criativo com um sentido colectivo de jogo excepcional, como Gauld, quando não há na equipa principal um jogador dessas caracteristicas.

Marco teve que lidar com plantéis imperfeitos e mal distribuidos e com lacunas em algumas posições, é verdade. Outra coisa seria de admirar, tendo em conta o ponto de partida ( não deixando de reconhecer que no entanto havia margem para a estrutura fazer um trabalho melhor ). Mas era possível retirar dos 2 aquilo que havia de melhor e formar um conjunto mais forte que o presente. Ou, pelo menos, com mais soluções.

@Lion73

Sim, a subida de Tobias começa a revelar-se positiva. Mas tê-lo-ia sido, logo no início da temporada? Lembro o caso do Paulo, que começou mal a época e acabou por se assumir como indiscutível. Às vezes, as coisas têm que ser de uma determinada forma. Mas tenho que dar a mão à palmatória quando quem lhe tapa o lugar é um tal de Sarr.

No tocante ao teu segundo parágrafo, vou divergir. Eu acho que é surpreendente que se tenham tomado algumas opções, com reflexo na extensão do plantel. A direcção teve uma época inteira para planear o que seria a B, nesta nova época. Cometeram-se erros incompreensíveis, ao nível da constituição da equipa técnica, assim como eu acho questionável que se tenha ido ao mercado buscar jovens, com potencial, para posições onde temos miúdos igualmente talentosos.

Eu divido a política de contratações em 2 vertentes:
- contratar 2 ou 3 jogadores maduros ou contratar 5 ou 6 atletas jovens, com potencial de valorização, que vão ter que ser trabalhados;

- se a opção recai, como recaiu, em apontar baterias a miúdos, a pensar no futuro, então, contratamos jogadores notoriamente melhores que os que temos na formação ou para posições onde temos tido dificuldade em formar atletas e/ou não temos uma perspectiva de os formar, no curto prazo.

Custa-me, por isso, perceber a chegada de Slavchev e Rosell, quando bons jogadores de meio campo são mato.

Custa-me perceber a contratação de Dramé ou Sacko (que me parece mais ala do que PL), quando extremos de qualidade é a nossa marca distintiva.

Gauld é um caso diferente. Provavelmente, eu teria procurado um jogador maduro, mas o escocês enquadra todos os pontos que justificariam a sua contratação: jogador com talento, que joga numa posição em que nós não temos formado jogadores.

Já nem quero entrar pelos casos do Enoh, do Cissé, do "Pepe Rápido", etc.

E temos, assim de repente, 7 nomes que podiam não estar a tapar a ascensão de outros jovens.
"Players lose you games, not tactics. There's so much crap talked about tactics by people who barely know how to win at dominoes."

Brian Clough
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Isto não invalida, contudo, que Marco Silva tome opções que me parecem há demasiado tempo prementes. Uma delas, foi a subida de Tobias Figueiredo para a equipa principal, que na minha opinião já fez render frutos no que à solidez do centro da defesa diz respeito. Outras, são as tais inclusões de um médio completo, forte em todos os momentos de jogo, como Wallyson ou um médio criativo com um sentido colectivo de jogo excepcional, como Gauld, quando não há na equipa principal um jogador dessas caracteristicas.

Marco teve que lidar com plantéis imperfeitos e mal distribuidos e com lacunas em algumas posições, é verdade. Outra coisa seria de admirar, tendo em conta o ponto de partida ( não deixando de reconhecer que no entanto havia margem para a estrutura fazer um trabalho melhor ). Mas era possível retirar dos 2 aquilo que havia de melhor e formar um conjunto mais forte que o presente. Ou, pelo menos, com mais soluções.

@Lion73

Sim, a subida de Tobias começa a revelar-se positiva. Mas tê-lo-ia sido, logo no início da temporada? Lembro o caso do Paulo, que começou mal a época e acabou por se assumir como indiscutível. Às vezes, as coisas têm que ser de uma determinada forma. Mas tenho que dar a mão à palmatória quando quem lhe tapa o lugar é um tal de Sarr.

No tocante ao teu segundo parágrafo, vou divergir. Eu acho que é surpreendente que se tenham tomado algumas opções, com reflexo na extensão do plantel. A direcção teve uma época inteira para planear o que seria a B, nesta nova época. Cometeram-se erros incompreensíveis, ao nível da constituição da equipa técnica, assim como eu acho questionável que se tenha ido ao mercado buscar jovens, com potencial, para posições onde temos miúdos igualmente talentosos.

Eu divido a política de contratações em 2 vertentes:
- contratar 2 ou 3 jogadores maduros ou contratar 5 ou 6 atletas jovens, com potencial de valorização, que vão ter que ser trabalhados;

- se a opção recai, como recaiu, em apontar baterias a miúdos, a pensar no futuro, então, contratamos jogadores notoriamente melhores que os que temos na formação ou para posições onde temos tido dificuldade em formar atletas e/ou não temos uma perspectiva de os formar, no curto prazo.

Custa-me, por isso, perceber a chegada de Slavchev e Rosell, quando bons jogadores de meio campo são mato.

Custa-me perceber a contratação de Dramé ou Sacko (que me parece mais ala do que PL), quando extremos de qualidade é a nossa marca distintiva.

Gauld é um caso diferente. Provavelmente, eu teria procurado um jogador maduro, mas o escocês enquadra todos os pontos que justificariam a sua contratação: jogador com talento, que joga numa posição em que nós não temos formado jogadores.

Já nem quero entrar pelos casos do Enoh, do Cissé, do "Pepe Rápido", etc.

E temos, assim de repente, 7 nomes que podiam não estar a tapar a ascensão de outros jovens.

E achas que isso serve de justificação para que não se aposte em Wallyson e Gauld, que é aquilo que se fala?

E antes que alguém venha a falar em "salvadores da pátria", obviamente que não o são. Mas ambos têm carcateristicas e qualidade para se constituirem como alternativas num meio campo em falência competitiva e redundância.

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Isto não invalida, contudo, que Marco Silva tome opções que me parecem há demasiado tempo prementes. Uma delas, foi a subida de Tobias Figueiredo para a equipa principal, que na minha opinião já fez render frutos no que à solidez do centro da defesa diz respeito. Outras, são as tais inclusões de um médio completo, forte em todos os momentos de jogo, como Wallyson ou um médio criativo com um sentido colectivo de jogo excepcional, como Gauld, quando não há na equipa principal um jogador dessas caracteristicas.

Marco teve que lidar com plantéis imperfeitos e mal distribuidos e com lacunas em algumas posições, é verdade. Outra coisa seria de admirar, tendo em conta o ponto de partida ( não deixando de reconhecer que no entanto havia margem para a estrutura fazer um trabalho melhor ). Mas era possível retirar dos 2 aquilo que havia de melhor e formar um conjunto mais forte que o presente. Ou, pelo menos, com mais soluções.

@Lion73

Sim, a subida de Tobias começa a revelar-se positiva. Mas tê-lo-ia sido, logo no início da temporada? Lembro o caso do Paulo, que começou mal a época e acabou por se assumir como indiscutível. Às vezes, as coisas têm que ser de uma determinada forma. Mas tenho que dar a mão à palmatória quando quem lhe tapa o lugar é um tal de Sarr.

No tocante ao teu segundo parágrafo, vou divergir. Eu acho que é surpreendente que se tenham tomado algumas opções, com reflexo na extensão do plantel. A direcção teve uma época inteira para planear o que seria a B, nesta nova época. Cometeram-se erros incompreensíveis, ao nível da constituição da equipa técnica, assim como eu acho questionável que se tenha ido ao mercado buscar jovens, com potencial, para posições onde temos miúdos igualmente talentosos.

Eu divido a política de contratações em 2 vertentes:
- contratar 2 ou 3 jogadores maduros ou contratar 5 ou 6 atletas jovens, com potencial de valorização, que vão ter que ser trabalhados;

- se a opção recai, como recaiu, em apontar baterias a miúdos, a pensar no futuro, então, contratamos jogadores notoriamente melhores que os que temos na formação ou para posições onde temos tido dificuldade em formar atletas e/ou não temos uma perspectiva de os formar, no curto prazo.

Custa-me, por isso, perceber a chegada de Slavchev e Rosell, quando bons jogadores de meio campo são mato.

Custa-me perceber a contratação de Dramé ou Sacko (que me parece mais ala do que PL), quando extremos de qualidade é a nossa marca distintiva.

Gauld é um caso diferente. Provavelmente, eu teria procurado um jogador maduro, mas o escocês enquadra todos os pontos que justificariam a sua contratação: jogador com talento, que joga numa posição em que nós não temos formado jogadores.

Já nem quero entrar pelos casos do Enoh, do Cissé, do "Pepe Rápido", etc.

E temos, assim de repente, 7 nomes que podiam não estar a tapar a ascensão de outros jovens.

E achas que isso serve de justificação para que não se aposte em Wallyson e Gauld, que é aquilo que se fala?

E antes que alguém venha a falar em "salvadores da pátria", obviamente que não o são. Mas ambos têm carcateristicas e qualidade para se constituirem como alternativas num meio campo em falência competitiva e redundância.

Acho que a gestão de 20 jogadores de campo, durante a semana, torna difícil a chamada de mais 2, 3 ou 4 atletas, que possam assumir-se como soluções ou alternativas válidas. E acho difícil chamar esses atletas, sem que isso cause atritos na gestão de elementos que, deixando de contar, não querem ser "despromovidos" à B.

No caso do Gauld, por ser um especialista, entendo que seria razoável esperar que tivesse mais tempo de A. Mas do que lhe vi, não estou seguro que possa assumir-se, em termos imediatos, como mais do que um atleta que pode ser esporadicamente titular ou que saia com frequência do banco.

No caso do Wallyson, acho mais complicado atribuir-lhe um estatuto diferente, quando tens Adrien, João Mário e André Martins. Ok, o André não entraria nas minhas contas, mas continua a ser um jogador da A, cuja existência eleva o número de jogadores de campo, com que o treinador tem que trabalhar.

Percebo a tua insatisfação, quando vês Rosell em vez de Wallyson, na Alemanha. Mas eu acho que dentro dos atletas disponíveis na A, podem fazer-se outras combinações de jogadores, sem que seja essencial puxar do Wallyson e lançá-lo num jogo a doer. Por exemplo, eu gostaria de ter visto João Mário descer no terreno, com Nani a 10.
"Players lose you games, not tactics. There's so much crap talked about tactics by people who barely know how to win at dominoes."

Brian Clough
Demasiadas perdas de bola hoje...

Continuo a achar que se quiserem que seja um médio de características ofensivas tem de ganhar intensidade e agressividade/dinâmica no seu jogo.

Se quiserem que seja um médio mais posicional, médio-defensivo (jogue a equipa com 1 ou com 2...)... aí está mais próximo de estar preparado, porque tira bem a bola das zonas de pressão e tem qualidade de passe.
Demasiadas perdas de bola hoje...

Continuo a achar que se quiserem que seja um médio de características ofensivas tem de ganhar intensidade e agressividade/dinâmica no seu jogo.

Se quiserem que seja um médio mais posicional, médio-defensivo (jogue a equipa com 1 ou com 2...)... aí está mais próximo de estar preparado, porque tira bem a bola das zonas de pressão e tem qualidade de passe.


Penso que na segunda parte melhorou bastante relativamente às perdas de bola.

Sinceramente,  acho que está preparado sejam quais forem as funções.  No ano passado considerava-o o melhor jogador da B. Este ano reforço a ideia.

Estou convencido,  aliás,  que terá um impacto mais positivo na equipa principal que o próprio João Mario teve e tem.
Falta-lhe alguma agilidade para se mexer dentro do bloco adversário (entrelinhas). Rodar, acelerar, driblar. O João Mário ganhou-a em Setúbal.
Que faça um bom jogo pela equipa B. Para o próximo ano deverá ter mais oportunidades de jogar pela equipa principal.
Fora dos convocados da equipa B. Será que...
"Look, we're basically on earth to shit and fuck. So unless your job's to help people shit or fuck, it's not that important, so relax."
Fora dos convocados da equipa B. Será que...

Para mim só tem justificação a não utilização nos A´s se o Bruno de Carvalho estiver a tentar comprar os 30% do passe que nao nos pertence, porque tenho a sensação que a partir do momento que entrar nos A´s não sai mais de lá, pois é mesmo muito completo (processo ofensivo e defensivo).