Votação

Deveria adoptar-se o modelo de um único serviço, fundindo o Serviço de Informações de Segurança (SIS) e Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED)?

Não. O modelo "francês" vigente, com unidades orgânicas comuns e estruturas operacionais independentes, potencia a produção de informações no campo interno e à recolha de informações estratégicas
1 (1.6%)
Sim. O modelo “espanhol” de um serviço único levaria à racionalização de recursos e meios e a uma maior eficácia. A fusão de topo é apenas uma solução temporária e não responde eficazmente a novos desafios que exigem a fusão e coordenação de informações
7 (11.3%)
Não. A produção de informações deve ser da responsabilidade do Exército através do Centro de Informações e Segurança Militares (CISMIL), tendo como destinatários os membros do Conselho Superior de Defesa Nacional, onde se inclui o PM e o PR
5 (8.1%)
Sim. O novo serviço teria ainda poderes alargados, como o acesso a dados bancários, fiscais, e a capacidade de realizar intercepções (SIGINT) de dados entre alvos (COMINT) ou sinais técnicos provenientes de veículos militares, radares, mísseis (ELINT).
9 (14.5%)
Talvez. Devíamos antes de mais apostar na Escola de Informações, no HUMINT. Além do "tradecraft", todo o analista deveria aprender a língua local, costumes e residir no mínimo 2 anos no país-alvo.
2 (3.2%)
Pelo contrário, deveria acabar-se com os serviços de informações
1 (1.6%)
Não sei. Não percebo nada do assunto
30 (48.4%)
Ninguém quer saber disto para nada
7 (11.3%)

Votos totais: 62

Tópico das Informações, Segurança e Defesa

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