Política Internacional

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Manifestação? Bom nome para chamar a uma tentativa de invasão de fronteira. Daqui a pouco estás a falar numa manisfestação pacifica. O que estou a falar é de organizações como o hamas ,que só os nazis igualam em anti-semitismo, e que estão por de trás destas "manisfestações"

Os palestinianos são um povo semita. E estão milhares de jovens e crianças encarcerados em prisões israelitas... Que tipo de nazis são esses?

Recomendo-lhe mais documentação e leitura sobre o assunto.
Quando falo em anti seminismo estou a falar de judeos, obviamente.
Se não sabes o que é o hamas, al quaeda etc e as suas politicas anti-judeos (assim já se percebe?) sou eu que recomendo uma leitura sobre o assunto.

Edit: alias, já no tempo do hitler, o que mais havia era muculmanos a venera-lo e à sua politica de exterminação de judeos
Quanto a ter usado anti semita é porque é a linguagem mais utilizada. Senão se formos a ver eu também sou semita, o cristianismo também veio de lá.
« Última modificação: Maio 15, 2018, 14:39 pm por Hayek »
Uma manifestação onde tentam remover arames das fronteiras e em que há garotos a mandar pedras. Que coisa pacifica.


Eu também não acho que em israel sejam uns santinhos do caraças. Simplesmente não entro na demonização habitual.
Nem vou entrar na discussão muito seriamente apenas referir que foi a filha do Trump a mesma que disse que nunca ia ter funções de qualquer tipo no govern na abertura da embaixad. O nepotismo do Trump trouxe o swap a novo level de nojeira.
Estatutos: Artigo 3º 1 - O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL É UMA UNIDADE INDIVISÍVEL CONSTÍTUIDA PELA TOTALIDADE DOS SEUS ASSOCIADOS.
____________________________________________
Os 10 Mandamentos do Sportinguista por Salazar  Carreira
http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=%22Os_dez_mandamentos_do_Sportinguista%22
Quando falo em anti seminismo estou a falar de judeos, obviamente.
Se não sabes o que é o hamas, al quaeda etc e as suas politicas anti-judeos (assim já se percebe?) sou eu que recomendo uma leitura sobre o assunto.

Então usa os termos correctos, anti-judaico... O que é o Hamas, a Al Qaueda, o Moussad, os Extremistas Judaicos são expressões que não são para ser jogadas de forma leviana, e que devem ser enquadradas no seu contexto e não de forma maniqueista como estás a fazer.

As politicas do Hamas e da Al Quaeda não são só anti-judaica como anti-infiéis, é mais abrangente, sendo que a Al Quaeda tem uma mobilização global, e o Hamas mais focada na Palestina, apesar da sua presença noutros territórios árabes.

O fortalecimento do Hamas como força militar e política radical, está directamente correlacionado com o enfraquecimento da Fatah que dentro do radicalismo palestiniano era relativamente "moderado", e que após as sucessivas violações dos acordos pela autoridade israelita foi substituído por uma força mais agressiva como o Hamas em eleições.

Agora o que isto tem a ver com o contexto de "batalha" quando era uma manifestação é um desvirtuar da conversa sem nexo. Eu já assisti a manifestações bem violentas no meu tempo e nunca a policia de choque precisou de entrar a matar 58 pessoas.
Quando falo em anti seminismo estou a falar de judeos, obviamente.
Se não sabes o que é o hamas, al quaeda etc e as suas politicas anti-judeos (assim já se percebe?) sou eu que recomendo uma leitura sobre o assunto.

Então usa os termos correctos, anti-judaico... O que é o Hamas, a Al Qaueda, o Moussad, os Extremistas Judaicos são expressões que não são para ser jogadas de forma leviana, e que devem ser enquadradas no seu contexto e não de forma maniqueista como estás a fazer.

As politicas do Hamas e da Al Quaeda não são só anti-judaica como anti-infiéis, é mais abrangente, sendo que a Al Quaeda tem uma mobilização global, e o Hamas mais focada na Palestina, apesar da sua presença noutros territórios árabes.

O fortalecimento do Hamas como força militar e política radical, está directamente correlacionado com o enfraquecimento da Fatah que dentro do radicalismo palestiniano era relativamente "moderado", e que após as sucessivas violações dos acordos pela autoridade israelita foi substituído por uma força mais agressiva como o Hamas em eleições.

Agora o que isto tem a ver com o contexto de "batalha" quando era uma manifestação é um desvirtuar da conversa sem nexo. Eu já assisti a manifestações bem violentas no meu tempo e nunca a policia de choque precisou de entrar a matar 58 pessoas.
Meu caro, tu é que estás a comparar coisas sem nexo, isto é um ataque a uma fronteira por parte de milhares e milhares de pessoas. Nao é uma manifestacao no meio de um pais. Continuas a falar de manifestacao quando isto nao tem nada disso. Houve, efectivamente, tentativa de penetrar a fronteira.
Meu caro, tu é que estás a comparar coisas sem nexo, isto é um ataque a uma fronteira por parte de milhares e milhares de pessoas. Nao é uma manifestacao no meio de um pais. Continuas a falar de manifestacao quando isto nao tem nada disso. Houve, efectivamente, tentativa de penetrar a fronteira.

Ataque!  :rotfl: Onde estão as tropas invasoras palestinianas? Em que realidade é que isto é uma batalha?

Fronteira? Pois é esqueci-me os palestinianos não tem liberdade de circulação no seu país, porque à Palestina não é reconhecido o direito a existir, por uma minoria de países influentes.
Quando falo em anti seminismo estou a falar de judeos, obviamente.
Se não sabes o que é o hamas, al quaeda etc e as suas politicas anti-judeos (assim já se percebe?) sou eu que recomendo uma leitura sobre o assunto.

Então usa os termos correctos, anti-judaico... O que é o Hamas, a Al Qaueda, o Moussad, os Extremistas Judaicos são expressões que não são para ser jogadas de forma leviana, e que devem ser enquadradas no seu contexto e não de forma maniqueista como estás a fazer.

As politicas do Hamas e da Al Quaeda não são só anti-judaica como anti-infiéis, é mais abrangente, sendo que a Al Quaeda tem uma mobilização global, e o Hamas mais focada na Palestina, apesar da sua presença noutros territórios árabes.

O fortalecimento do Hamas como força militar e política radical, está directamente correlacionado com o enfraquecimento da Fatah que dentro do radicalismo palestiniano era relativamente "moderado", e que após as sucessivas violações dos acordos pela autoridade israelita foi substituído por uma força mais agressiva como o Hamas em eleições.

Agora o que isto tem a ver com o contexto de "batalha" quando era uma manifestação é um desvirtuar da conversa sem nexo. Eu já assisti a manifestações bem violentas no meu tempo e nunca a policia de choque precisou de entrar a matar 58 pessoas.
Meu caro, tu é que estás a comparar coisas sem nexo, isto é um ataque a uma fronteira por parte de milhares e milhares de pessoas. Nao é uma manifestacao no meio de um pais. Continuas a falar de manifestacao quando isto nao tem nada disso. Houve, efectivamente, tentativa de penetrar a fronteira.

Então e não dava com balas de borracha? Ou é uma fronteirazinha de 2 metros de largura?
Quando falo em anti seminismo estou a falar de judeos, obviamente.
Se não sabes o que é o hamas, al quaeda etc e as suas politicas anti-judeos (assim já se percebe?) sou eu que recomendo uma leitura sobre o assunto.

Então usa os termos correctos, anti-judaico... O que é o Hamas, a Al Qaueda, o Moussad, os Extremistas Judaicos são expressões que não são para ser jogadas de forma leviana, e que devem ser enquadradas no seu contexto e não de forma maniqueista como estás a fazer.

As politicas do Hamas e da Al Quaeda não são só anti-judaica como anti-infiéis, é mais abrangente, sendo que a Al Quaeda tem uma mobilização global, e o Hamas mais focada na Palestina, apesar da sua presença noutros territórios árabes.

O fortalecimento do Hamas como força militar e política radical, está directamente correlacionado com o enfraquecimento da Fatah que dentro do radicalismo palestiniano era relativamente "moderado", e que após as sucessivas violações dos acordos pela autoridade israelita foi substituído por uma força mais agressiva como o Hamas em eleições.

Agora o que isto tem a ver com o contexto de "batalha" quando era uma manifestação é um desvirtuar da conversa sem nexo. Eu já assisti a manifestações bem violentas no meu tempo e nunca a policia de choque precisou de entrar a matar 58 pessoas.
Meu caro, tu é que estás a comparar coisas sem nexo, isto é um ataque a uma fronteira por parte de milhares e milhares de pessoas. Nao é uma manifestacao no meio de um pais. Continuas a falar de manifestacao quando isto nao tem nada disso. Houve, efectivamente, tentativa de penetrar a fronteira.

Então e não dava com balas de borracha? Ou é uma fronteirazinha de 2 metros de largura?
Ao inicio usaram balas de borracha. Quando entenderam que a fronteira estava ameaçada usaram live ammo. Israel diz que estavam lá 40 mil manifestantes. Mesmo que o numero exagerado, imagina o que era terem conseguido penetrar a fronteira tantos milhares de pessoas. Aquela zona é um caos completo, e a faixa de gaza é um problema serio, não estou é à espera que israel não defenda como pode aquela fronteira.
 A vida humana naquela faixa terrestre é vazia de valor. Uns tipos jogaram pedras e tentam cortar arame, toca a disparar balas verdadeiras e a ceifar vidas-humanas, tratando-se de fantoches de palha. É tira-ao-alvo. Há uma série de meios disponíveis para dispersar multidões, que é inconcebível responder com balas verdadeiras e retirando a vida a seres-humanos, por mais acéfalos que sejam. Desde quando Israel possui o direito de matar seres-humanos sempre que sente (????) a sua integridade em perigo?

 Assobia-se para o lado. Equipa-se o Estado de Israel. No fundo, tudo acaba por resumir-se ao mesmo. O sangue, esse, continua nas mãos dos que participam directamente e os que tentam viver na sombra, nada com eles.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
 A vida humana naquela faixa terrestre é vazia de valor. Uns tipos jogaram pedras e tentam cortar arame, toca a disparar balas verdadeiras e a ceifar vidas-humanas, tratando-se de fantoches de palha. É tira-ao-alvo. Há uma série de meios disponíveis para dispersar multidões, que é inconcebível responder com balas verdadeiras e retirando a vida a seres-humanos, por mais acéfalos que sejam. Desde quando Israel possui o direito de matar seres-humanos sempre que sente (????) a sua integridade em perigo?

 Assobia-se para o lado. Equipa-se o Estado de Israel. No fundo, tudo acaba por resumir-se ao mesmo. O sangue, esse, continua nas mãos dos que participam directamente e os que tentam viver na sombra, nada com eles.
:arrow:

A verdade é que Israel agindo dessa forma, vai evitando catastrofes maiores, vai protegendo os seus cidadãos e vai protegendo uma larga maioria dos que se manifestam contra eles. Pois não tenho dúvida que se entrassem no país e começassem a fazer o que fazem nos países ocidentais, rapidamente a situação descambava.

Não é o melhor comportamento em termos humanitários, mas é o comportamento necessário, numa região que também não se rege pelos mesmos valores.
A verdade é que Israel agindo dessa forma, vai evitando catastrofes maiores, vai protegendo os seus cidadãos e vai protegendo uma larga maioria dos que se manifestam contra eles. Pois não tenho dúvida que se entrassem no país e começassem a fazer o que fazem nos países ocidentais, rapidamente a situação descambava.

Não é o melhor comportamento em termos humanitários, mas é o comportamento necessário, numa região que também não se rege pelos mesmos valores.

Tudo dito. Só não concordo com a parte de não se regerem pelos mesmos valores, (dependendo de como o disseste). Israel não se rege pelos mesmos valores porque não pode. Imaginemos que por um acto do alem, agora o mar mediterraneo era sugado e tinhamos 20 ou 30 mil pessoas a fazer o mesmo à fronteira de Portugal. Eu ia exigir primeiro que se tentassem combater invasões com outros metodos que em Portugal seriam possiveis porque podiamos montar uma cadeia de abastecimento às forças que defendiam a fronteira ( por exemplo canhões de agua etc). Mas se isso não fosse suficiente exigia de seguida que se usasse live ammo, tanques, f-16, bombardeamentos, tudo o que fosse necessário para proteger a fronteira e impedir a invasão de milhares de pessoas.

Quem não se importava em ser invadido por aquela gente é no minimo inocente.
A verdade é que Israel agindo dessa forma, vai evitando catastrofes maiores, vai protegendo os seus cidadãos e vai protegendo uma larga maioria dos que se manifestam contra eles. Pois não tenho dúvida que se entrassem no país e começassem a fazer o que fazem nos países ocidentais, rapidamente a situação descambava.

Não é o melhor comportamento em termos humanitários, mas é o comportamento necessário, numa região que também não se rege pelos mesmos valores.

Tudo dito. Só não concordo com a parte de não se regerem pelos mesmos valores, (dependendo de como o disseste). Israel não se rege pelos mesmos valores porque não pode. Imaginemos que por um acto do alem, agora o mar mediterraneo era sugado e tinhamos 20 ou 30 mil pessoas a fazer o mesmo à fronteira de Portugal. Eu ia exigir primeiro que se tentassem combater invasões com outros metodos que em Portugal seriam possiveis porque podiamos montar uma cadeia de abastecimento às forças que defendiam a fronteira ( por exemplo canhões de agua etc). Mas se isso não fosse suficiente exigia de seguida que se usasse live ammo, tanques, f-16, bombardeamentos, tudo o que fosse necessário para proteger a fronteira e impedir a invasão de milhares de pessoas.

Quem não se importava em ser invadido por aquela gente é no minimo inocente.

Sim, está certo. E depois falta o resto... ie, não se pode ser “humanitário” numa situação destas e eu até tendo a concordar. Mas é possível ser-se humanitário de outra forma, estudar-se formas de resolver o problema de fundo, de ajudar outros seres humanos que não têm também culpa da situação. Ou as centenas de milhares que vivem em gaza são todos escória, culpados e gajos que querem é invadir e matar outros? Então e qual tem sido o esforço humanitário de Israel para melhorar esta situação, já agora?
A verdade é que Israel agindo dessa forma, vai evitando catastrofes maiores, vai protegendo os seus cidadãos e vai protegendo uma larga maioria dos que se manifestam contra eles. Pois não tenho dúvida que se entrassem no país e começassem a fazer o que fazem nos países ocidentais, rapidamente a situação descambava.

Não é o melhor comportamento em termos humanitários, mas é o comportamento necessário, numa região que também não se rege pelos mesmos valores.

Tudo dito. Só não concordo com a parte de não se regerem pelos mesmos valores, (dependendo de como o disseste). Israel não se rege pelos mesmos valores porque não pode. Imaginemos que por um acto do alem, agora o mar mediterraneo era sugado e tinhamos 20 ou 30 mil pessoas a fazer o mesmo à fronteira de Portugal. Eu ia exigir primeiro que se tentassem combater invasões com outros metodos que em Portugal seriam possiveis porque podiamos montar uma cadeia de abastecimento às forças que defendiam a fronteira ( por exemplo canhões de agua etc). Mas se isso não fosse suficiente exigia de seguida que se usasse live ammo, tanques, f-16, bombardeamentos, tudo o que fosse necessário para proteger a fronteira e impedir a invasão de milhares de pessoas.

Quem não se importava em ser invadido por aquela gente é no minimo inocente.

Sim, está certo. E depois falta o resto... ie, não se pode ser “humanitário” numa situação destas e eu até tendo a concordar. Mas é possível ser-se humanitário de outra forma, estudar-se formas de resolver o problema de fundo, de ajudar outros seres humanos que não têm também culpa da situação. Ou as centenas de milhares que vivem em gaza são todos escória, culpados e gajos que querem é invadir e matar outros? Então e qual tem sido o esforço humanitário de Israel para melhorar esta situação, já agora?
Mas com isso também concordo eu. Que há muitas formas que Israel e outros big players podiam tomar para melhorar a situação de gaza. Na parte da defesa da fronteira é que não posso repreender Israel.
 Volto ao meu post inicial, promover a paz nos sítios correctos.

 Vejo pouca vontade de Israel nesse sentido. A questão de Jerusalém como capital é pura provocação.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
A verdade é que Israel agindo dessa forma, vai evitando catastrofes maiores, vai protegendo os seus cidadãos e vai protegendo uma larga maioria dos que se manifestam contra eles. Pois não tenho dúvida que se entrassem no país e começassem a fazer o que fazem nos países ocidentais, rapidamente a situação descambava.

Não é o melhor comportamento em termos humanitários, mas é o comportamento necessário, numa região que também não se rege pelos mesmos valores.

É isto.

E Israel está-se pouco marimbando para a opinião de terceiros, fazem o que for necessário para se defenderem sem hesitar, ao seu povo e à sua nação. Mesmo que tenham tudo contra eles, não arredam pé. Não há cá "ais" nem "uis", se esticam a corda com eles levam logo com as consequências.
Isto quando se reescreve a história facilmente se esquece que uma vez existiu uma Palestina... Por decreto da ONU criou-se um estado onde já lá habitavam outros sendo a maioria da população, por isso o ideal é fazer como os cowboys fizeram com os índios.

Colocar os que lá moravam em campos de concentração, e sempre que estes se rebelem, exterminá-los a pouco e pouco... Hoje os índios americanos são uma minoria que representa menos de 2% da população americana. Dá que pensar este paralelismo de circunstâncias.

Mas a correcta atitude humana é isto mesmo, exterminar uns para que outros procriem e prosperem. A história da humanidade está repleta destes casos.

A coisa está devidamente legitimada e sancionada, há que prosseguir até não existirem mais provas que alguma vez existiu o povo palestiniano.
Isto quando se reescreve a história facilmente se esquece que uma vez existiu uma Palestina... Por decreto da ONU criou-se um estado onde já lá habitavam outros sendo a maioria da população, por isso o ideal é fazer como os cowboys fizeram com os índios.

Colocar os que lá moravam em campos de concentração, e sempre que estes se rebelem, exterminá-los a pouco e pouco... Hoje os índios americanos são uma minoria que representa menos de 2% da população americana. Dá que pensar este paralelismo de circunstâncias.

Mas a correcta atitude humana é isto mesmo, exterminar uns para que outros procriem e prosperem. A história da humanidade está repleta destes casos.

A coisa está devidamente legitimada e sancionada, há que prosseguir até não existirem mais provas que alguma vez existiu o povo palestiniano.

Canaan, pertence aos Judeus, Jerusalem e a sua capital...
Quem nao gostar... E lidar.
LEVITICUS-18:22
Canaan, pertence aos Judeus, Jerusalem e a sua capital...
Quem nao gostar... E lidar.

Da mesma maneira que Jerusalém já pertenceu a Fariseus, Romanos, Árabes, Cristãos, Árabes outra vez, e a Ingleses...

Ao que parece Deus era um agente da REMAX e andou a distribuir terras por aqueles lados ao povo prometido... Não meu amigo Jerusalém é sagrada não só para Judeus, como também para Cristãos e Muçulmanos.
Este Sousa Tavares não consegue acertar com uma coitado.  :lol: Já ando saturado de tanta asneira sobre politica. O tipo deve discutir isto durante a caçada no alentejo e depois vai para a sic depositar. Que indigente mental, não consegue dizer nada com propriedade. Se calhar até é bom escritor, não faço ideia, comentador politico é que está visto depois de tanta babuseira semanal.

http://sicnoticias.sapo.pt/opiniao/2018-05-14-Os-mortos-sao-responsabilidade-do-Presidente-dos-EUA

Edit: a melhor parte é a frente anti-iraniana constituida pelo irão
« Última modificação: Maio 16, 2018, 22:30 pm por Hayek »