Jornal do Sporting

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* Abril 23, 2015, 00:46 am
Interessa sim o símbolo na parte da frente da camisola, muito mais do que o nome na parte de trás. by 34.169
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23-04-2015
Mãos à obra, com o céu em fim de linha


Se é verdade que, como diz a frase geralmente atribuída a Miguel de Cervantes, “o céu é o limite”, neste caso “o céu existe mesmo”, como titula o livro de Lynn Vincent, adaptado ao cinema no ano passado. Isto porque, apesar das incertezas desportivas que mantêm o nome do próximo campeão europeu de futsal no reino do desconhecido, no que toca à organização da UEFA Cup pelo Sporting, os objectivos são concretos e estão perfeitamente balizados. E apontados ao topo: realizar a melhor organização de sempre da prova, batendo ainda o seu recorde de assistências.

E se o último já está garantido, o primeiro está na certeza do cérebro de todo o evento. “Já estive em quatro fases finais, daí ter o ‘know how’ para dizer que o que o Sporting vai fazer este ano é completamente diferenciado do que já vi em qualquer uma. Tenho a certeza: o Sporting vai fazer a melhor organização de sempre de uma fase final da UEFA Futsal Cup”, avança Miguel Albuquerque, responsável pelo futsal ‘leonino’ e também director do Comité Local da Organização.

Leia todo o artigo e o Suplemento especial de 16 páginas sobre a Final Four da UEFA Futsal Cup e da Taça CERS no Jornal Sporting que saiu hoje para as bancas e que está disponível em papel ou em formato electrónico, em Portugal ou no estrangeiro.

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_destaquejornaluefa_230415_145989.asp
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23-04-2015
‘Entretenimento’ é a palavra de ordem


Fica o aviso: chegue cedo ao MEO Arena que não se vai arrepender. Em redor do pavilhão, será erguido um Fan Park – assim mesmo, com ‘a’ – destinado aos mais novos, com insufláveis, pinturas faciais, molduras temáticas para se tirar fotografias e até um painel com a imagem da equipa de futsal e com um espaço para cada pessoa colocar a cara, simulando que faz parte do plantel.

“É um espaço vocacionado para crianças, porque elas têm de vir ao futsal. Quero que durante os três dias de prova haja muitas crianças à volta, porque a modalidade só cresce se for alimentada por estas crianças, que são os futuros adeptos de futsal”, esclareceu Miguel Albuquerque. Outra das iniciativas será um stand da BMW (um dos parceiros ‘leoninos’), onde os pais podem fazer ‘test drives’ enquanto os filhos brincam no Fan Park – que funciona para lá do horário dos jogos: das 10h às 20h, no sábado, das 10h às 17h no domingo, e amanhã, sexta-feira, abre às 15h e mantém-se em funcionamento até ao horário dos jogos.

No interior do pavilhão, ‘entretenimento’ é, mais uma vez, a palavra de ordem: será montado um ecrã de 16 metros, onde passarão os mais variados conteúdos, como jogos ou passatempos; haverá uma cerimónia de abertura, marcada para as 21h20 (antes da meia-final entre Sporting e Barcelona), com a actuação de vários ginastas do Clube; e ao intervalo, realizam-se passatempos, onde os adeptos podem ganhar vales de desconto em marcas parceiras.

Leia este artigo e o Suplemento especial de 16 páginas sobre a Final Four da UEFA Futsal Cup e da Taça CERS no Jornal Sporting que saiu hoje para as bancas e que está disponível em papel ou em formato electrónico, em Portugal ou no estrangeiro.

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23-04-2015
Recorde de assistência? Missão possível!


20 dias. Bastaram apenas 20 dias para que o Sporting vendesse os mais de 10.500 ingressos para a Final Four da maior prova europeia de futsal – um recorde absoluto, já que é a primeira vez que se esgota, com esta antecedência, um evento organizado pela UEFA.

Os mesmos 20 dias com que se atingiu um dos objectivos desde início traçado pela secção ‘verde e branca’: bater o recorde de assistência da prova. “Desde o primeiro dia que o dissemos e essa mensagem passou rapidamente para os Sportinguistas”, defende Miguel Albuquerque, que explica que foi destinada ao evento a lotação máxima do pavilhão. “Só tenho pena que não caibam 20.000 pessoas, porque tenho a certeza que, mesmo assim, o recinto estaria esgotado”, garante. A rapidez com que o objectivo foi cumprido surpreendeu – não só o Sporting como a própria UEFA. “Achei que chegaríamos facilmente aos oito, nove mil, e que depois andaríamos, na última semana, a vender os restantes, a conta-gotas. A UEFA também ficou surpreendida, especialmente quando, ao segundo dia de venda, lhes enviei um relatório a informar que já tínhamos vendido mais de 3.700 ingressos. Ficaram muito entusiasmados e depois até já eram eles que, todos os dias, me perguntavam pelos números”, conta o responsável ‘leonino’.

O rumo dos acontecimentos foi tão veloz que ultrapassou o próprio cronograma estabelecido para a publicidade ao evento. “Tínhamos estipulado que o início da promoção seria feito nos primeiros dias de Abril. E chegámos a essa fase já com todos os bilhetes vendidos. Fizemos a montagem dos ‘outdoors’ e os vídeos promocionais da rede de vídeos de Lisboa, que já estavam previstos, mas não temos um único bilhete para vender. Não é estratégia de marketing: se o meu pai me ligar a pedir um bilhete, não tenho”, esclareceu Miguel Albuquerque, que não tem dúvidas: “O Sporting merece ficar na história como o Clube que detém o recorde de adeptos numa Final Four da UEFA Cup”.

Leia este artigo e o Suplemento especial de 16 páginas sobre a Final Four da UEFA Futsal Cup e da Taça CERS no Jornal Sporting que saiu hoje para as bancas e que está disponível em papel ou em formato electrónico, em Portugal ou no estrangeiro.

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_destaquejornalmissao_230415_145997.asp
****** Abril 23, 2015, 12:03 pm
23-04-2015
O sonho lisboeta ficou-se pelo futsal


A cidade de Lisboa poderia viver um fim-de-semana desportivo histórico, ao receber duas finais a quatro de duas modalidades diferentes numa data em que se festeja mais um ano passado sob a Revolução dos Cravos.

Uma delas será real, a de futsal, a outra acabou por ir para a Catalunha, mais propriamente para o Pavilhão Les Comes, em Igualada, casa do adversário do Sporting nas meias-finais da Taça CERS. O Sporting concorreu às duas e, no caso do hóquei em patins, pelo curto espaço de tempo entre o apuramento para a Final Four e a data limite para a apresentação das candidaturas, pela escassez de pavilhões disponíveis para a prática de hóquei em patins na capital, as dificuldades em encontrar uma sede para a prova aumentaram.

Os ‘leões’ optaram pelo Casal Vistoso – o que obrigaria a uma remodelação no pavilhão, visto que não está preparado para a prática da modalidade –, mas não convenceram a CERH. “Era difícil ganhar. É um pavilhão com pouca capacidade e também não tem condições excepcionais; era necessário colocar piso no pavilhão e tabelas. Vamos esperar pelo novo Pavilhão João Rocha para organizar uma final a quatro um dia”, refere o vice-presidente para as modalidades, Vicente Moura.

Leia todo o artigo e o Suplemento especial de 16 páginas sobre a Final Four da UEFA Futsal Cup e da Taça CERS no Jornal Sporting que saiu hoje para as bancas e que está disponível em papel ou em formato electrónico, em Portugal ou no estrangeiro.

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****** Abril 23, 2015, 17:28 pm
23-04-2015
De dentro para fora do ringue


Neste quarto capítulo d’O Grande Livro das Modalidades, o Jornal Sporting dedicou-se ao boxe ‘verde e branco’ e às figuras que o ajudaram a construir. Dois jornalistas deslocaram-se ao Multidesportivo de Alvalade para treinar com os ‘leões’ e perceberam a dureza da modalidade. A sessão de treino foi marcada pelo intenso esforço físico – no final do aquecimento, já os elementos do Jornal Sporting se encontravam exaustos – e pelos valiosos ensinamentos passados por João Miguel ‘Paquito’, que acompanhou os dois novatos nesta sua experiência.

Para além dos ensinamentos, também a história de ‘Paquito’ foi ouvida com atenção. O actual treinador dos ‘leões’ recordou os seus tempos de atleta, falando dos confrontos que mais o marcaram e das dificuldades que sempre teve em combater no estrangeiro. “Não bastava vencer, era preciso convencer para que os árbitros nos dessem a vitória”, referiu o ex-lutador.

O colectivo tem mais força do que o individual e, por isso, ‘Paquito’ não se encontra sozinho na liderança do boxe ‘leonino’. Vítor Carvalho, também ele ex-lutador do Clube, acompanha-o nesta ‘luta’ e conta ao Jornal Sporting o seu percurso desde que saiu da tropa até que se iniciou no boxe e acabou a treinar no Clube de Alvalade.

Os ensinamentos passam de geração em geração e os atletas ‘leoninos’ explicam os segredos para serem bem sucedidos dentro e fora do ringue. Bruno Pereira, Diogo Gonçalves e Hugo Barbosa explicam o que aprenderam no boxe ‘leonino’, com especial destaque para as mais-valias ao nível da serenidade.

Por último, mas contando a história que aconteceu primeiro, o Jornal Sporting acompanha-o numa viagem que começou em 1923 e está longe de terminar, liderada por Ricardo Ferraz, grande impulsionador da modalidade no Sporting e em Portugal.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting que já está nas bancas.

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_boxelivro_230415_146025.asp
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24-04-2015
O pastor sem stress


Todas as quartas-feiras (às vezes quintas), o ritual repete-se. Na sala da sua casa, Alex recebe cerca de dez ‘irmãos’, como lhes chama, para o culto semanal de uma hora. Começa com cânticos e louvores, depois há uma mensagem – à semelhança do sermão da Igreja Católica – mas que é enviada por email “para que toda a igreja seja abastecida pelo mesmo alimento”, explica o jogador. Aos domingos, repete-se a sessão, desta vez na casa do futebolista Marcelo Boeck.

Os dois ‘leões’ são membros da igreja protestante Assembleia de Deus e conheceram-se no Rio de Janeiro, num culto, no Verão que antecedeu a vinda do guarda-redes brasileiro para Alvalade. Hoje, são os dois pastores dessa igreja, uma actividade paralela ao desporto, mas da qual não retiram dividendos – são 100% voluntários e ainda destinam parte do salário à igreja. “Temos como doutrina não termos nada nosso. O que é meu eu partilho, seja o carro ou o telemóvel. É uma filosofia de vida bíblica, cristã”, explica. O mesmo acontece com a casa – e por isso é que a partilha nos cultos.

“Recebo qualquer pessoa que queira participar nos cultos. Pelo menos enquanto a sala aguentar permanecemos por lá”, diz. “Receber em casa é bíblico também; é o local onde a Igreja Católica se reunia nos primeiros quatro séculos”, esclarece.

Leia todo o artigo e o Suplemento especial de 16 páginas sobre a Final Four da UEFA Futsal Cup e da Taça CERS no Jornal Sporting que saiu ontem para as bancas e que está disponível em papel ou em formato electrónico, em Portugal ou no estrangeiro.

http://www.sporting.pt/Noticias/Modalidades/Futsal/notfutsal_destaquealex_240415_146129.asp
****** Abril 24, 2015, 12:49 pm
24-04-2015
Avançado que se dá com as redes desde pequeno


No rinque, anda à ‘pesca’ das redes da baliza adversária. No mar pescava com elas. André Moreira cresceu literalmente entre o rio Tejo e o pavilhão da União Desportiva Vilafranquense, onde aprendeu a patinar e a jogar – cada qual a cerca de 20 metros de casa. Falar-lhe de pesca ou de hóquei em patins dá-lhe igual, nasceu com ambos. “Os meus pais são pescadores e sempre os ajudei. Trabalham de segunda a domingo. O meu pai gosta de se pôr no barco pela manhã, quando as águas estão calmas. Perto do almoço recolhe as nassas e à tarde passa horas a remendá-las devido aos estragos que os caranguejos provocam”, diz.

Depois de ter estado seis anos em Porto Santo e uma época na Candelária a jogar hóquei, voltou para o continente em 2010 para ingressar no Cascais, regressando também à rotina piscatória de Vila Franca de Xira. “Como os treinos eram apenas à noite, optei por comprar um barco para pescar”, conta. Acordar às cinco da manhã de segunda a domingo, puxar quilos atrás de quilos de peixe durante horas quando se trata de pesca à rede, fez com que a aventura fosse curta. “Passados uns dois anos deixei. É uma vida muito dura e muito difícil de se compatibilizar com o desporto pelo esforço físico que exige”, refere o avançado ‘leonino’.

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http://www.sporting.pt/Noticias/Modalidades/OutrasModalidades/notoutrasmod_destaqueandremoreira_240415_146133.asp
****** Abril 24, 2015, 12:51 pm
24-04-2015
Desistir do desporto? Prefiro a catequese


Quando, em criança, a mãe lhe pediu que desistisse de uma actividade porque eram demais as que fazia – praticava ténis, futebol, vólei e trampolins –, Pedro Cary foi peremptório: largava a catequese. A história, ainda hoje contada em família, ilustra a paixão de alguém que, na hora de escolher um curso superior, não hesitou: Educação Física e Desporto.

Não era um aluno brilhante: normalmente ficava pelo três, excepto em Matemática e Química, os seus pesadelos. E em Educação Física, a sua disciplina de eleição. Mas ouviu as (sábias) palavras da mãe, que o instigou a seguir os estudos para lá do 12.º ano. Quando entrou no Instituto Dom Afonso III, em Loulé, Pedro Cary actuava na terceira divisão de futsal, no Fontainhas de Albufeira, e era professor de ténis no clube fundado pelo pai – e onde aprendia a modalidade desde os cinco anos. Estava ainda longe de imaginar que um dia vestiria a camisola de um grande e viveria do futsal. Mas mesmo que assim não fosse, teria seguido o mesmo trilho.

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****** Abril 24, 2015, 12:51 pm
24-04-2015
O treino começa antes do Livramento


Normalmente, Nuno Lopes começa o treino às 17 horas. Para Carlos Martins, ou ‘Carlitos’, quando está sobre patins, esse mesmo treino começa bem antes, logo pela manhã. “De segunda a sexta-feira não paro. Dou aulas o dia todo e pelo meio ainda vou aos treinos. Chego ao fim do dia e nem quero pensar em hóquei”, diz em tom de brincadeira. De Setembro a Julho é assim a vida do defesa/médio ‘leonino’, que divide o seu dia-a-dia entre o hóquei e a actividade de ‘personal trainer’. Em Agosto, salvo raras excepções, a prioridade é o descanso. “Digo sempre aos meus clientes que em Agosto estou de férias na Ericeira. Se quiserem ter aulas têm de se deslocar lá. Curiosamente já chegaram a fazê-lo”.

Foi professor de Educação Física e também ‘personal trainer’ num ginásio mas, de há aproximadamente dois anos a esta parte, tudo mudou graças a um dos seus clientes do ginásio. “Pagava um aluguer ao ginásio e certo dia um dos meus praticantes sugeriu-me que saísse de lá e fosse casa a casa dar aulas individuais às pessoas. Era uma forma de poupar o dinheiro que gastava no aluguer e ao mesmo tempo aumentava a ligação à pessoa a quem dava os treinos, já que passávamos a ter um espaço mais familiar para o cliente e podíamos ter uma maior variedade de exercícios”.

A ideia pegou. Os primeiros interessados partiram do mentor e a partir daí Carlitos fez o resto através do seu trabalho.

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****** Abril 24, 2015, 12:54 pm
24-04-2015
O capitão que queria liderar


Quem não tem cão caça com gato – já diz o ditado. João Benedito sempre soube que queria estudar, mas na altura de escolher o quê, o seu coração pendia para a medicina. “É um fascínio que tenho, gostava de ser cirurgião. Até costumo falar com o médico do Sporting, para saber mais”, confessa o capitão ‘leonino’. A média elevada trocou-lhe as voltas, o que acabou por conduzi-lo à sua segunda opção: Gestão de Empresas. “Era uma área de que também gostava muito, sobretudo por poder liderar empresas, equipas, por poder estar perto dos números e decidir”, conta aquele que, também dentro da quadra, assume um posto de liderança.

Deixar os estudos para trás nunca foi uma opção. “Na altura, o desporto ainda não era muito levado em conta como profissão. E também queria desenvolver-me como pessoa”, conta o guarda-redes, que se tornou atleta contrariando o desejo da família: o avô trabalhava no velhinho Centro de Estágios do Sporting e a proximidade diária com os futebolistas fazia-o desejar um futuro diferente para o neto.

Entrou na antiga Faculdade de Economia – hoje ISEG – e venceu a resistência familiar, ‘oferecendo’ em troca um percurso académico esforçado, nem sempre fácil de conciliar com a carreira desportiva.

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****** Abril 24, 2015, 12:54 pm
24-04-2015
O casamento entre a medicina e o hóquei


Está de branco mas não é a noiva, ainda que a relação de Ricardo Figueira com o hóquei e a medicina viva por estes dias um casamento perfeito. É médico mas não faz turnos. Trabalha das nove às 17 horas, de segunda a sexta e, qual relâmpago, segue para o treino. Quem chega ao hospital Curry Cabral quase que o confunde com um qualquer jardim tranquilo de Lisboa. Mas o que é calmo por fora torna-se caótico por dentro. “Não paramos um segundo. Às vezes chego meia hora mais cedo e já estou a trabalhar. Há muito stress diário. Ainda assim, não nos podemos queixar das condições e este ambiente tranquilo no exterior também nos ajuda a aliviar e a recuperar forças”, explica Ricardo Figueira, o capitão ‘verde e branco’ que também está responsável pela reabilitação motora dos doentes na unidade de saúde lisboeta.

Considera-se médico 24 horas por dia e se algo acontecer fora das instalações do hospital não hesita em ajudar. Foi o que aconteceu no jogo frente ao Paço de Arcos, no Livramento, em que o hoquista Diogo Neves chocou com Ricardo Figueira e perdeu os sentidos. Acabou por não ser nada de grave; ainda assim deixou o camisola quatro de sobreaviso durante o resto do jogo e em seguida o jovem atleta dirigiu-se ao hospital de Santa Maria por indicação do hoquista de Alvalade. “Entrei em contacto com um colega do Santa Maria e encaminhei-o para lá. Mantive-me sempre a par da situação”, conta, acrescentando que a tendência depois de ver um atleta caído é aproximar-se de imediato e ver o que aconteceu.

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****** Abril 24, 2015, 17:42 pm
24-04-2015
O ‘papa-cursos’ que não gostava de estudar


Quando era criança, os pais ‘davam-lhe nas orelhas’ porque não gostava de estudar – o que queria mesmo, mesmo, era andar com a bola rente aos pés. Hoje, André Sousa é o ‘papa-cursos’ do plantel ‘leonino’: tem uma licenciatura em Ciências do Desporto, um mestrado em Educação Física e está a caminho do segundo mestrado – quer fazer uma dissertação sobre a ligação entre o desporto e os seus factores emocionais. Mas isso fica para depois. No seu primeiro ano de Sporting, preferiu dedicar-se apenas ao futsal e adaptar-se à nova vida, por isso congelou a matrícula na Universidade da Beira Interior, que frequentou enquanto representava o Fundão. “Nasci e cresci em Coimbra e acho que aquela envolvência universitária fez-me querer fazer parte daquilo. Depois, decidi que devia arranjar alicerces base capazes de me deixar mais seguro no dia em que isto terminar. Quero ter um plano B, porque a carreira de alto rendimento é assim mesmo, curta”, explica.

Os primeiros passos universitários não foram, porém, os mais certeiros. O atleta que quando era criança não gostava de português e que teve a primeira negativa no 5.º ano, em EVT, enfrentou o desnorte à saída da adolescência e seguiu as pisadas do pai, inscrevendo-se em Engenharia Civil, em Coimbra. Foi um tiro ao lado. Corrigiu e entrou em Ciências do Desporto.

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