Açores

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Para os apreciadores de mergulho

Texto e fotos de Nuno Sá.

http://www.xray-mag.com/pdfs/articles/42_32_Travel_Azores_NunoSa_locked.pdf
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Espírito Santo nos Açores

Como e desde quando se comemora o Espírito Santo, de uma forma popular? Porquê a sua vinda para os Açores e que motivos levaram a que esta forma de culto tivesse desaparecido em outros lados, mantendo-se apenas nas ilhas e nas terras da diáspora para onde foi levada por açorianos? Esta são algumas perguntas que têm levado a muitas investigações e até a profundos estudos sociológicos e religiosos.
Segundo Valdemar Mota, um investigador da ilha Terceira que tem estudado o fenómeno, alguns historiadores apontam para a origem das festas do Espírito Santo em Otho IV, o soberbo, cabeça reinante no império alemão entre 1197 e 1218, com uma instituição que tinha por finalidade «socorrer os pobres atingidos pela fome que grassou no império ao raiar ao século XIII». Desta citação de Frederico Lopes, autor açoriano, altamente cotado em estudos sobre as festas do Espírito Santo, se poderá, com ele, concluir que daquela primeira instituição germânica «se teria propagado a outros Estados da Europa Cristã» a festa em honra do Divino Paracleto. Este raciocínio, conduz-nos sem dificuldade aos principias da Monarquia Portuguesa. Fortunato de Almeida, na História da Igreja em Portugal, refere que a Igreja do Espírito Santo da Pedreira, em Lisboa, tem origem no princípio da Nacionalidade e, embora se desconhecendo a data da sua fundação, é contudo conhecida a existência de uma confraria de dupla finalidade: honrar o Divino Espírito Santo e exercer a Caridade. Diz ainda o citado autor que esta confraria estava junto a um hospital. «ao qual, em 1 de Março de 1279, foi feira por Afonso Correlano e sua mulher Maria Moniz, doação de uma vinha para sustento dos pobres».
Não admira, pois, que o costume, crença ou tradição das Irmandades e Impérios do Senhor Espírito Santo viesse para os Açores e fosse trazido pelos povoadores que retinhariam no ouvido uma insólita (para os tempos) e chocante cerimónia vista no ano de 1296, de Pentecostes, na Real Capela de Alenquer. Ali, segundo historiadores, D. Isabel de Aragão, rodeada da sua corte com toda a fidalguia e fina flor, dos clérigos e membros das ordens monásticas, de altos dignitários, de homens ricos e gente humilde, procedeu a uma cerimónia inovadora e desconhecida nas terras de Portugal. Entre os pobres que assistiam à santa missa convidou ela, a Santa Mulher, Rainha de Portugal, o nobre mais pobre de todos a ocupar debaixo de rico docel o lugar destinado ao Rei. Fom o pobre servido ricamente pelo monarca, seu condestável, nesse excepcionalissimo dia em sinal humilde, e pelos grandes da corte seus pagens. Sobre rico almofadão dobrou o pobre os seus miseráveis e gastos joelhos, entregando-lhe então, o bispo, nas mãos, o ceptro e o coroa (real) na cabeça sob o entoar do Veni Creator Spiritus. Foi assim o indigente homem investido das reais insígnias, assistido a liturgia e acompanhado ao paço por reluzente e fidalgo cortejo.

O Espírito Santo aparece ligado às mais diversas situações de aflição, e, daí, os votos e as promessas. A ermida do Espírito Santo, aos Quatro Cantos, na cidade de Angra, cuja frontaria ainda hoje ostenta o símbolo da divindade em forma de pomba, foi resultado de uma promessa – a promessa do capitão-mor Francisco de Ornelas da Câmara, o grande herói da Restauração, incrimina do pela intriga invejosa aos olhos de D. João IV, de que o salvou milagrosamente o Divino Espírito Santo, fazendo derramar o tinteiro sobre a injusta sentença dos juízes.
Em As festas do Espírito Santo, do eminente escritor e etnólogo açoriano Dr. Francisco Carreiro da Costa, autor de excelentes e vastos trabalhos enriquecedores da bibliografia açoriana, diz ele, a dado passo, desse seu estudo (Insulana, XIII, p. 17) que o «bispo D. António Vieira Leitão, ao tomar posse da diocese de Angra, notou que em todas as ilhas se faziam muitos gastos com os bodos do Espírito Santo, não aprovando tal devoção traduzida em tanto comer e beber. Vendo, porém, a teima do povo em prosseguir com esses festejos, recorreu a Deus Nosso Senhor, para que o inspirasse – no que Deus o ouviu, revelando-lhe (ainda com ameaças de castigo acentua o Padre Rei) para que não proibisse qualquer dos referidos festejos». Anteriormente, durante o domínio filipino, no ano de 1598, uma ordem régia mandara extinguir nos Açores as folias e bodos.
Diz a tradição que em tempos da Rainha Santa Isabel, logo depois das cerimónias religiosas da imposição das reais insígnias (que hoje poderíamos traduzir pela coroação em pleno altar--mor), se organizava o cortejo a caminho do palácio onde era servido lauto jantar, tradição que se seguiu pelos tempos fora e ainda em nossos dias, ao chegar ao cortejo a casa do imperador, este presenteia os seus familiares e convidados com abundante função. Este jantar de função ou do imperador, era, em tempos idas acompanhado do ritual dos foliões «que presidiam à cerimónia ocupando a cabeceira fronteira àquela em que se sentava o imperador e a senhora imperatriz, sua mulher e nada se fazia ou servia sem eles mandarem, desde o pôr da mesa à distribuição dos lugares, o servir dos pratos e do vinho, até o brindar a mesa que consistia em fazer passar por todos os comensais um prato tendo ao centro um copo cheio de vinho
que cada qual bebia, fazendo uma saúde ou brinde aos donos da casa e deitando no prato uma moeda que era a esmola dos foliões» (Frederico Lopes, ob. cit.), costume que ainda se vê na ilha Terceira mas em que o dinheiro recolhido no fim do jantar reverte já para os gastos do imperador. Estas estranhas personagens chamadas foliões, já em grande decadência, eram antigamente remuneradas pela Câmara para actuarem em cerimónias de carácter religioso, acompanhamento de procissões de que é notável a de Corpus Cristi e bailarem na capela-mor durante as cerimónias de coroação dos imperadores, costume a que o bispado pôs termo. Vestiam pitorescamente opa vermelha com enramados amarelos, gola e punhos brancos e um lenço de igual cor na cabeça à laia de turbante ao uso oriental. Um deles, é o portador de uma bandeira vermelha de damasco de algodão, franjado de cordão da mes ma cor ou amarelo, tendo ao centro uma pomba branca bordada. Quanto aos outros dois, um empunha o pandeiro e o outro o tambor, por vezes pintado de cores garridas com o emblema do Espírito Santo. No domingo de Páscoa já animavam as festas botando cantiga à porta da casa onde se encontrava o imperador (F.Lopes, ibid.).
Tradicionalmente, na Terceira, o jantar dito da função, de suculenta ementa, de que o ilustre folclorista Tenente-coronel Frederico Lopes, João Ilhéu de pseudónimo, nos deixou interessante receita nas suas supracitadas Festas do Espírito Santo Esta a mais usual ementa do jantar c função, só acrescido de carne assada arroz doce e, ultimamente, de aguardentes. Os confeitos atiram-se à mesa, por vezes em acérrima batalha entre rapazes e raparigas. Também há quem o ponha nos copos de vinho.
Na cidade de Angra, com a construção da nova igreja da Misericórdia pelo meados do séc. XVIII foi, naquele templo, reservada uma capela para o Divino Espírito Santo, onde, os irmãos da Misericórdia fazem a distribuição do bodo d pão em domingo de Pentecostes, e pelos mesmos anos, nos Biscoitos, motivado por voto de Matias da Silveira, s ergueu uma ermida sob a invocação do Espírito Santo. Mas, terá sido o vulcanismo e os grandes cataclismos da Natureza que mais terão arreigado o povo à sua fé, inquebrantável, no Divino. Alfredo da Silva Sampaio (Memória Histórica da Ilha Terceira) refere que rebentando fogo entre o pico e a serra, para o loca convergiram as coroas de alguns impérios, de entre as quais a do Império do Outeiro fora a primeira a chegar e logo milagrosamente, se apaziguaram os ímpetos terríveis da lava em fúria. Sabedor desse acontecimento, no seu paço da corte, D. José I mandou por um alvará que à coroa do Império do Outeiro da cidade de Angra, fosse dada a primazia, quando em cortejo e na companhia de outras.

Festas do Espírito Santo em São Miguel

O culto ao Espírito Santo remonta, em S. Miguel, aos primeiros tempos do povoamento desta ilha, segundo se pode verificar pela existência de varias igrejas e ermidas, cujos levantamentos se observaram nas primeiras décadas de vida micaelense.
Segundo parece, a igreja mais antiga, edificada sob a invocação do Divino Espírito Santo, foi a da freguesia da Maia, onde, ainda hoje, o respectivo orago é o Divino Paracleto. São escassos os elementos existentes sobre o primitivo levantamento deste templo, no entanto, tudo nos leva a supor que ele já se encontraria erigido nos fins do século XV, por consequência, dentro ainda do primeiro século de vida micaelense.
Outra igreja tendo como orago o Espírito Santo e erguida a meados do século XVI, no ano de 1569, foi a da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, existente até ao século passado, precisa mente no lugar onde actualmente se encontram o Largo João Francisco Cabral e os escritórios da Casa Bensaúde & C. Construída naquele ano e seguintes pelo Barão de Jácome Correia, ela era, no dizer de Frutuoso, uma sumptuosa e custosa igreja.
Também na Vila da Lagoa existia antigamente uma ermida do Espírito Santo, a qual deu o nome a uma rua da freguesia do Rosário. Ignora-se a data da sua fundação, mas calcula-se que tenha sido levantada igualmente no meado do mesmo século XVI, porque já em 12 de Março de 1575, Filipa Gaspar deixava em seu testamento 500 reis para a confraria da Ermida do Espírito Santo e já também em 1596 era visitada pelo Licenciado Manuel de Brito. Nos princípios do século XIX essa ermida demolida por razões que se ignoram, fazendo-se em sua substituição um altar na vizinha igreja do Rosário.
Finalmente, outro templo erguido também em honra do Divino Paracleto foi o da chamada Casa do Espírito Santo da Ribeira Grande, junto das terras que foram pertença do foragido Fernão Afonso. Certamente sobre essa Casa do Espírito Santo, de que fala Fructuoso, se construiria em 1592 e seguintes, à custa da Câmara e do Povo, a igreja da Misericórdia — edificação essa que mereceu depois a confirmação regia por alvará de 22 de Fevereiro de 1593.
As festas do Espírito Santo na ilha de S. Miguel datam, pois, do século XV, com certo incremento na centúria seguinte, por virtude da edificação dos templos a que nos referimos. Porém, ao que consta, só no meado do século XVII é que tais festejos começaram a ser objecto de maior entusiasmo, porquanto foi a 15 de Novembro de 1665 que em mesa redonda no Consistório da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada se organizou a irmandade local do Espírito Santo, elegendo-se o imperador, os mordomos e as demais pessoas para esse ministério. Isto porque já havia impérios nas restantes ilhas.
No ano de 1673, por virtude da epidemia que então grassara em S. Miguel, faz-se em Ponta Delgada uma muito luzida festa do Divino Espírito Santo - festa a que concorreram as pessoas mais nobres da cidade por isso que ficou a chamar-se a festa do império dos nobres. Segundo um antigo assento essa festa realizou-se no domingo da Pascoela e foi precedida de uma ruidosa e alegre folia na véspera, como que para afugentar «as malignas enfermidades». Diz-se no mesmo assento que estando--se à missa cantada, que então se celebrou no altar de S. Roque, da Matriz, um milagre se operou traduzido no aparecimento de uma pomba que a todas as cerimónias assistiu, desaparecendo logo depois de determinadas estas.
Daqui a denominação de Festa da Pombinha dada pelos micaelenses à que se celebra todos os anos na segunda-feira da Pascoela.
Em 1693, a irmandade do Espírito Santo resolvia que a respectiva festa se fizesse segundo determinadas condições, que um irmão levasse a coroa entre varas, que se armasse um trono para a coroa e ceptro e que houvesse esmolas e pensões para com elas se dar de comer aos pobres.
No segundo quartel do século XVIII, depois de 1731, a Santa Casa da Misericórdia deixava de ter as despesas das festas à sua conta. Não obstante, porém, este facto, os impérios cresceram em número e multiplicaram-se a ponto de hoje não haver lugar onde se não realize um império.
Em S. Miguel, as festas do Senhor Espírito Santo pouco variam das demais realizadas nas restantes ilhas dos Açores. No entanto algumas coisas há que as distinguem. Assim, a irmandade também tem o nome de confraria e aquele dos irmãos que tem à sua conta a organização do Império é o depositário - cargo este de eleição popular. A coroação é o cortejo em que se conduzem a bandeira, a coroa e o ceptro, e o alferes é aquele que leva a bandeira. O vedor – vaidor como diz o povo - é o que conduz a coroa para a igreja. Os criadores são os lavradores que, sem qualquer paga, criam, com os seus rebanhos, os gueixos que hão-de ser abatidos para a carne das pensões.
Em S. Miguel, os foliões são geralmente em número de quatro e trajam uma opa de chita enramada – ensinhas – corruptela, talvez, de insígnias. Na cabeça, usam nalgumas freguesias uma mitra, noutras um barrete e noutras ainda um simples lenço amarrado.
Apesar da devoção e do recolhimento com que estas festas sempre se fazem, não lhes falta nunca alegria e boa disposição. Assim o ir buscar os gueixos ao criador lá acima aos pastos, onde eles andaram a engordar, é um verdadeiro festejo a que não falta o seu quê de paganismo na volta dos animais enfeita dos percorrendo ao som da folia as ruas do povoado.
O amassar e o cozer dos pães de trigo e de leite, dos biscoitos e dos pães leves, é outra da festiva em casa do imperador, assim como o armar da dispensa, onde a Pombinha do Senhor Espírito Santo fica a presidir.
O distribuir das pensões pela irmandade, ao som da chiadeira dos carro bois e das cantigas da folia, e o tirar sortes, no império, na tarde do domingo são outros aspectos festivos a que povo micaelense se associa com a sentida das suas alegrias.
Sobretudo as cantigas improvisadas dos foliões, sublinhando todos os a dos festejos, constituem a grande atracção do público, já no pedido das esmolas, já no decorrer da coroação, já no acompanhamento das promessas ainda no distribuir das pensões, como há pouco dissemos.
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Lenda

Era uma vez uma mulher de Guadalupe, na Graciosa, que ía casar uma filha em poucos dias. Estavam a fazer as cozeduras e, com todos os preparativos, a mulher já tinha gasto muito do pouco que tinha. É que para casar uma filha são gastos e mais gastos.
Numa certa altura, a mulher já estava farta de puxar pela carteira e, arrenegada, virou-se para a filha e disse:
- Vai-te com o diabo, rapariga, que me levas tudo o que tenho!
Ninguém prestou atenção a estas palavras, mas passado pouco tempo , quando foram pela rapariga, não a encontraram em casa nem na vizinhança. Toda a gente ficou muito aflita, principalmente os pais e o noivo. Começaram então a procurar em lugares mais distantes, até que, sem saber mais onde procurar, foram para a serra e chegaram junto de um algar a que chamam de Caldeirinha. Desceram o mais depressa que puderam a vereda perigosa que conduz até à entrada de forma arredondada que conduz não se sabe onde? Ainda mais surpresas e aflitos ficaram, quando viram ali as galochas da rapariga e acreditaram que ela estava dentro da Caldeirinha.
Foram buscar cordas muito fortes, ataram-nas umas às outras e o noivo amarrou-se. Cheio de medo por não saber o que ía encontrar lá dentro, foi descido pelo buraco escuro e medonho. No fundo encontrou a infeliz rapariga, tremendo de medo e aparvalhada. Amarrou-a também com as cordas e lá subiram os dois.
O pior estava passado!  Mas quando questionaram a rapariga como tinha ído ali parar, ela não sabia ao certo. Então a mãe lembrou-se da blasfémia que tinha dito, tendo-a entregue ao diabo. Ele, que anda sempre à procura de almas, levara-a logo para o lugar onde se costumava esconder, a Caldeirinha.
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Já estive na Madeira mas nunca nos Açores, embora conheça pessoal de lá, um dia quero visitar. Lindas paisagens!
"Não podes saltar a uma bola com os braços encostados ao corpo! Não és nenhum pinguim!" - JJ (05/09/16)

Depois da madeira também já estive nos açores, em são Miguel, tem locais muito fixes, Furnas, Sete Cidades, Lagoa do Fogo
e mais unas quantas.
Muitas paisagem VERDES :mrgreen: e vaquinhas por todo lado, também recomendo a quem possa ir  :great:
Esforço, Dedicação, Devoção e Glória eis o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL
Tenho que ir aos Açores antes que se "massifique" o turismo, sem duvida.
Tenho que ir aos Açores antes que se "massifique" o turismo, sem duvida.

Isto ainda vai demorar, enquanto a SATA for parcialmente do governo não entra mais ninguém cá ou seja as passagens continuam a preços altíssimos.
"É um orgulho estar no Sporting. Quem não conhece o Sporting sabe muito pouco de futebol"  Tales  3-9-2010
Para terem uma ideia do que é viver nos Açores...

Vejam só o "Cruzeiro do Canal" o barco que faz a travessia marítima entre Pico, Faial e S. Jorge a chegar à Horta cheio de passageiros.



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“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Esta foto é lindíssima.

Uma foto tira da ilha Graciosa, apanha a Ilha de S. Jorge pelo meio e ao fundo a ilha do Pico.

“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
"É um orgulho estar no Sporting. Quem não conhece o Sporting sabe muito pouco de futebol"  Tales  3-9-2010
Esta é uma raridade.

S. Miguel visto da Terceira

« Última modificação: Março 04, 2012, 16:28 pm por Atlantian »
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Jardim da Ribeira Grande - S. Miguel

“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Lagoa do Capitão - Ilha do Pico

“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Tenho que ir aos Açores antes que se "massifique" o turismo, sem duvida.

Isto ainda vai demorar, enquanto a SATA for parcialmente do governo não entra mais ninguém cá ou seja as passagens continuam a preços altíssimos.

Nem vai acontecer, a não ser que a política mude drasticamente. Eles não estão interessados em turismo de massa e fazem muito bem.
Pois as viagens são bem caras, eu queria ir a Ponta Delgada passar o aniversário do meu irmão com ele, mas 300€ está fora de questão  :naughty:

Mas acho que no verão acabo mesmo por ai passar uns dias a São Miguel e conhecer 1 pouco a ilha visto o sacana do lampíão do puto andar-me a fazer inveja com belas fotos e filmagens...

O Sporting é nosso outra vez !
Nunca fui aos Açores!

Um amigo meu que já visitou os Açores também me contou o pesadelo que é essa travessia! Agora é que percebo como o gajo estava a falar a sério!

@Atlantian,

qual é a posição dos açorianos relativamente à base dos EUA (NATO)? E a do governo regional?
« Última modificação: Março 05, 2012, 02:48 am por Chev Chelios »

qual é a posição dos açorianos relativamente à base dos EUA (NATO)? E a do governo regional?

Completamente a favor.

“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
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