Mistérios sem resposta.

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

http://thewondrous.com/worlds-20-greatest-mysteries/
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Edit: Já foi postado  :-[
« Última modificação: Janeiro 27, 2012, 20:24 pm por Airstrike »
Chat shit get banged.
Vê na página antes desta, jagunço.  8)
"Não podes saltar a uma bola com os braços encostados ao corpo! Não és nenhum pinguim!" - JJ (05/09/16)

Também acho que pode muito bem existir vida fora deste planeta (...)

.. comparar o QI circle com um crop circle é bizarro:

E atenção, eu não duvido que haja algo que seja capaz de ser feito por humanos, apenas gostaria de saber como? É que ainda não vi - nem nas lições do How to do do Stuff - alguma teoria razoável que explique a formação dos crop circles que aqui coloquei de um dia para a noite, em poucas horas e aparentemente sem a luz do dia. :o :menos: É que por muito que haja a crença de que são feitos pelo homem, não há absolutamente prova nenhuma de que assim o tenham feito, aliás haver há - basta ver a famosa dupla de Doug e Dave - mas o que não falta são exemplos de obras que não foram criadas por eles (!). :mrgreen: :great:

Citar
1). Although some crop circles have been made by man, decades (and even centuries) of cereal crop circle events as well as most of the 10,000 + formations in the last 10 to 12 years occurring in at least 34 countries scattered all across the globe is beyond human connivance
Citar
3). Scientific studies have proven that genuine formations are created with unknown technologies using unknown energies causing weird anomalies in the soil, plants and subsequent seed germination rates. These anomalies can’t be explained away by any conventional science.

.. quem é o que os está a fazer? :idea: É por não ter uma resposta conclusiva sobre isto e por continuar a ler que existem algumas formações, que dada a época em que foram criadas, eram impossíveis de serem feitas com corda e madeira. :twisted: :lol: De qualquer das formas confesso que à medida que me fui informando, fui perdendo fé neste mito. É que existem provas de crop circles, elaboradamente realizados por humanos numa questão de horas. De momento tenho apenas duas dúvidas, quem as fez e será que foi mesmo realizado da noite para o dia? Lá está, deixou ter o impacto que tinha - a minha fraca apetência para acreditar em algo sobre natural deve estar a falar mais alto - por isso vou dar uma vista de olhos noutros.

Conclusão: O homem sabe realizar crop circles e sabe-o com tecnologia de hoje [laser] e com a tecnologia de outrora, a questão está na veracidade da informação que foi disponibilizada [realizado da noite para o dia] e na realização das mesmas, uma vez que apenas a tal dupla [Doug, Dave] veio afirmar publicamente.

Credibilidade: 4 em 10

Era capaz de dar um 8 ou um 9 antes de me ter informado, mas sendo assim, siga. :arrow:
Triângulo das Bermudas

Tinha conhecimento - muito ao de leve - de certos desaparecimentos mas após ler as explicações do próprio link que disponibilizaram no principio do tópico, devo dizer que venderam muito mal o peixe. :mrgreen: :great:

"Es preciso aclarar que la zona es una de las más transitadas del mundo por aviones y por barcos, y que no todos desaparecen. De hecho, comparativamente hablando son apenas unos pocos." Por amor de deus. Quer dizer, a ocasionalidade de diversas situações apenas são discutidas porque as "circunstâncias" das mesmas foram relativamente aparatosas. A incidência não é problema - pelo o que é dito, é uma zona repleta de movimento aéreo e marinho - o que torna o Triângulo das Bermudas em algo sinistro é a ocorrência de alguns casos que podem perfeitamente ter sido provocados por ventos, marés, erros de pilotagem, and so on. Isto é o quê? Uma versão melhorada do Cabo das Tormentas? Recordo que na altura - diz quem viveu - todos tinham medo de viajar para tal local por não existir absolutamente ninguém que tenha sido capaz de o dobrar.

E pelo o que li, são diversas as explicações: vórtices magnéticos, variação magnética, bolhas de metano, etc. Ao que parece é uma das zonas com mais barcos e aviões a passar por lá diariamente, o que ajuda a explicar os tais fenómenos. Factos? É no Triângulo das Bermudas que nascem inúmeros tremores de terra, tornados, bla bla, aliás, este tipo de condições são uma constante naquele local e ao que parece - dito por especialistas - podem perfeitamente aparecer do nada pequenas tempestades [aliás, pode acontecer um pouco por todo o oceano]. Estava à espera de algo muito mais forte, confesso. Há quem acredite que são ET's que andam a "roubar" navios e aviões? Ou que um polvo gigante come os barcos que por lá passam? Que o desaparecimento se deve ao Continente escondido no fundo do Mar? É preciso muito estômago para ignorar as causas naturais de um local agitado por si só, quer a nível de correntes, como de ventos e formações temporais e dar asas a uma qualquer teoria fora do vulgar.

É que isso faz tanto sentido quanto afirmar que o Rui Pedro e a Maddy estão na Atlântida. :twisted: :lol:

Credibilidade: 1 em 10
Citação de: The Demon-Haunted World: Chapter 4

Carl Sagan's "Aliens"

(...)

How modest our expectations are about aliens--and how shoddy the standards of evidence that many of us are willing to accept-- is demonstrated in the saga of the "crop circles."

Farmers or passersby would discover pictograms impressed upon fields of wheat, oats, barley or rapeseed. Beginning with simple circles, first reported in southern England in the middle 1970s, the phenomenon progressed year by year. By the late 1980s and early 1990s, countrysides were graced by immense geometrical figures, some the size of football fields, imprinted on cereal grain before the harvest--circles tangent to circles or connected by an axis, parallel lines drooping off, "insectoids." Some of the patterns showed a central circle surrounded by four symmetrically placed smaller circles--clearly, it was concluded, caused by a flying saucer and its four landing pods.

A hoax? Impossible, almost everyone said: There were hundreds of cases. It was done sometimes in only an hour or two in the dead of night, and on such a large scale. No footprints of pranksters leading toward or away from the pictograms could be found. Besides, what possible motive could there be for a hoax?

People with some scientific training examined sites, spun arguments, instituted whole journals devoted to the subject. Were the figures caused by strange whirlwinds called "columnar vortices," or even stranger ones called "ring vortices"? What about ball lightning?

But meteorological or electrical explanations became more strained, especially as the crop figures became more complex. Plainly, they were the work of UFOs, the aliens communicating to us in a geometrical language. Or perhaps it was the Devil, or the long-suffering Earth complaining about the depredations visited upon it by the hand of Man.

New Age tourists came in droves. All-night vigils were undertaken by enthusiasts equipped with audio recorders and infrared vision scopes. Print and electronic media from all over the world tracked the intrepid "cerealogists." Best-selling books on extraterrestrial crop-distorters were purchased by a breathless and admiring public. True, no saucer was actually seen settling down on the wheat, no geometrical figure was filmed in the course of being generated. But dowsers authenticated their alien origin, and channelers made contact with the entities responsible. "Orgone energy" was detected within the circles.

Questions were asked in the British Parliament. The royal family called in for special consultation Lord Solly Zuckerman, former principal scientific adviser to the Ministry of Defence. Ghosts were said to be involved, also the Knights Templar of Malta and other secret societies. The Ministry of Defence was covering up the matter. A few inept and inelegant circles were judged to be attempts by the military to throw the public off the track. The tabloid press had a field day. The Daily Mirror hired a farmer and his son to make five circles in hope of tempting a rival London tabloid, the Daily Express, into reporting the story. The Express, in this case at least, was not taken in.

"Cerealogical" organizations grew and splintered. Competing groups sent each other intimidating doggerel. Accusations were made of incompetence or worse. The number of crop "circles" rose into the thousands. The phenomenon spread to the United States, Canada, Bulgaria, Hungary, Japan, the Netherlands. The pictograms, especially the more complex of them, began to be cited increasingly in arguments for alien visitation. Strained connections were drawn to the "face" on Mars. One scientist of my acquaintance wrote to me that extremely sophisticated mathematics was hidden in these figures; they could only be the result of a superior intelligence. In fact, one matter on which almost all of the contending cerealogists agreed was that the later crop figures were much too complex and elegant to be due to mere human intervention, much less to some ragged and irresponsible hoaxers. Extraterrestrial intelligence was apparent at a glance.

In 1991, Doug Bower and Dave Chorley, two blokes from Southampton, announced that they had been making crop figures for 15 years. They dreamed it up over stout one evening in their regular pub, The Percy Hobbs. They had been amused by UFO reports and thought it might be fun to spoof the UFO gullibles. At first, they flattened the wheat with the heavy steel bar that Bower used as a security device on the back door of his picture- framing shop. Later on, they used planks and ropes. Their first efforts took only a few minutes. But, being inveterate pranksters as well as serious artists, the challenge began to grow on them. Gradually, they designed and executed more and more demanding figures.

At first, no one seemed to notice. There were no media reports. Their artforms were neglected by the tribe of UFOlogists. They were on the verge of abandoning crop circles to move on to some other, more emotionally rewarding, hoax--when, suddenly, crop circles caught on.

Bower and Chorley were delighted, especially when scientists and others began to announce their considered judgment that no merely human intelligence could be responsible.  Carefully, they planned more elaborate nocturnal excursions, sometimes following meticulous diagrams they had prepared in watercolors. They closely tracked their interpreters. When a local meteorologist deduced a kind of whirlwind because all of the crops were deflected downward in a clockwise circle, they confounded him by making a new figure with an exterior ring flattened counterclockwise.

Soon other crop figures appeared in southern England and elsewhere. Copycat hoaxers had appeared. Bower and Chorley carved out a responsive message in wheat: "WE ARE NOT ALONE." But some took this to be a genuine extraterrestrial message (although it would have been better had it read "YOU ARE NOT ALONE"). Doug and Dave began signing their art works with two Ds; even this was attributed to a mysterious alien purpose.

Bower's nocturnal disappearances aroused the suspicions of his wife, Ilene. Only with great difficulty--Ilene accompanied Dave and Doug one night and then joined the credulous in admiring their handiwork the next day--was she convinced that his absences were, in the marital sense, innocent.

Eventually, Bower and Chorley tired of the increasingly elaborate prank. While in excellent physical condition, they were both in their 60s now and a little old for nocturnal commando operations in the field of unknown, and often unsympathetic, farmers. They may have been annoyed at the fame and fortune accrued by those who merely photographed their art and announced aliens to be the artists. And they became worried that, if they delayed much longer, no statement of theirs would be believed.

So they confessed. They demonstrated before reporters how they made even the most elaborate insectoid patterns. You might think that never again would it be argued that a sustained hoax over many years is impossible, and never again would we hear that no one could possibly be motivated to deceive the gullible into thinking that aliens exist. But he media paid brief attention. Cerealogists urged them to go easy--after all, they were depriving many of the pleasure of imagining wondrous happenings.

Since then, other crop-circle hoaxers have kept at it. As always, the confession of the hoax is greatly overshadowed by the sustained initial excitement. Many have heard of the pictograms in cereal grains and their alleged UFO connection, but they draw a blank when the names of Bower and Chorley--and the very idea that the whole business may be a hoax--are raised.

An informative expose by the journalist Jim Schnable is in Print (Round in Circles, Prometheus Books, 1994). Schnable, who gives a firsthand account of the whole story, joined the cerealogists early and in the end made a few successful pictograms himself. (He prefers a garden roller to a wooden plank, and he found that simply stomping grain with one's feet does an acceptable job.) But Schnabel's work, which one reviewer called "the funniest book I've read in ages," had only modest success. Aliens sell. Hoaxers are boring and in bad taste.

The tenets of skepticism do no require an advanced degree, as most successful used-car buyers demonstrate. The whole idea of a democratic application of skepticism is that everyone should have the essential tools to effectively and constructively evaluate claims to knowledge. All science asks is to employ the same levels of skepticism we use in buying a used car or in judging the quality of analgesics or beer from their TV commercials.

But the tools of skepticism are generally unavailable to the citizens of our society. They're hardly ever mentioned in the schools, even in the presentation of science--its most ardent practitioner--although skepticism repeatedly sprouts spontaneously out of the disappointments of everyday life. Our politics, economics, advertising and religions (New Age and Old) are awash in credulity. Those who have something to sell, those who wish to influence public opinion, those in power, a skeptic might suggest, have a vested interest in discouraging skepticism.

Citação de: The Demon-Haunted World: Chapter 13

Carl Sagan's "Obsessed with Reality"

(...)

As I described earlier, British hoaxers confessed to having made 'crop circles', geometrical figures generated in grain fields. It wasn't alien artists working in wheat as their medium, but two blokes with a board, a rope and a taste for whimsy. Even when they demonstrated how they did it, though, believers were unimpressed. Maybe some of the crop circles are hoaxes, they argued, but there are too many of them, and some of the pictograms are too complex. Only extraterrestrials could do it. Then others in Britain confessed. But crop circles abroad, it was objected, in Hungary for example, how can you explain that? Then copycat Hungarian teenagers confessed. But what about . . .?

To test the credulity of an alien abduction psychiatrist, a woman poses as an abductee. The therapist is enthusiastic about the fantasies she spins. But when she announces it was all a fake, what is his response? To re-examine his protocols or his understanding of what these cases mean? No. On various days he suggests (1) even if she isn't herself aware of it, she was in fact abducted; or (2) she's crazy - after all, she went to a psychiatrist, didn't she?; or (3) he was on top of the hoax from the beginning and just gave her enough rope to hang herself.

If it's sometimes easier to reject strong evidence than to admit that we've been wrong, this is also information about ourselves worth having.

(...)
"Não podes saltar a uma bola com os braços encostados ao corpo! Não és nenhum pinguim!" - JJ (05/09/16)

Sobre a Ilha da Páscoa, têm este documentário que e' bastante elucidativo:







Não sei se é um mistério sem respostas mas ...

É verdade que há vasos de barro em que é possível ouvir o vento e as pessoas a falarem na antiguidade?
Não sei se é um mistério sem respostas mas ...

É verdade que há vasos de barro em que é possível ouvir o vento e as pessoas a falarem na antiguidade?

é - aliás, qualquer vaso serve, basta meteres-lhe um gravador dentro com gravações do vento e de  pessoas a falarem na antiguidade!

Tanto quanto eu saiba, não há nenhum "mistério" por explicar, excepto aqueles em que ainda ninguém competente se deu ao trabalho de o fazer. Em todos os casos em que os cientistas se dispuseram a gastar tempo e dinheiro, foi revelado ser ou aldrabice, ou natural, ou hoax.

A questão é que estão sempre a ser inventados novos "mistérios", e os seus inventores acham que têm o direito a que haja cientistas dispostos a gastar tempo e dinheiro para provar que é treta. Aliás, tenho ideia que é mais, esperar que já se tenham fartado e não gastem tempo e dinheiro em mais um "mistério", e assim o aldrabão pode dizer "vejam, não há explicação científica".

A Dr. Bones é que tem razão: tudo tem uma explicação racional.
Não sei se é um mistério sem respostas mas ...

É verdade que há vasos de barro em que é possível ouvir o vento e as pessoas a falarem na antiguidade?

é - aliás, qualquer vaso serve, basta meteres-lhe um gravador dentro com gravações do vento e de  pessoas a falarem na antiguidade!



Oh meu Deus, a resposta do ano! :lol: :lol:
"Alianças só na mão esquerda da minha mulher"
É mais a pergunta do ano!
"Não podes saltar a uma bola com os braços encostados ao corpo! Não és nenhum pinguim!" - JJ (05/09/16)

Chat shit get banged.
Agent Mulder where are you?
É verdade! Há ET's em Nazka! Não acreditam?

[youtube=650,535]http://www.youtube.com/watch?v=J43pbVuZgzk[/youtube]

PS-Bons tempos... :'( :'(
''You have forgotten who you are and so have forgotten me. Look inside yourself, Simba. You are more than what you have become. You must take your place in the Circle of Life.'' Mufasa, Lion King, 1994

''These are dark times, there is no denying. Our world has perhaps faced no greater threat than it does today. But I say this to our citizenry: We, ever your servants, will continue to defend your liberty and repel the forces that seek to take it from you!'' Rufus Scrimgeour, Minister for Magic

Era só para vocês pensarem que eu pensava que isso era verdadeiro. :mrgreen:
Não sei se é um mistério sem respostas mas ...

É verdade que há vasos de barro em que é possível ouvir o vento e as pessoas a falarem na antiguidade?

é - aliás, qualquer vaso serve, basta meteres-lhe um gravador dentro com gravações do vento e de  pessoas a falarem na antiguidade!

Tanto quanto eu saiba, não há nenhum "mistério" por explicar, excepto aqueles em que ainda ninguém competente se deu ao trabalho de o fazer. Em todos os casos em que os cientistas se dispuseram a gastar tempo e dinheiro, foi revelado ser ou aldrabice, ou natural, ou hoax.

A questão é que estão sempre a ser inventados novos "mistérios", e os seus inventores acham que têm o direito a que haja cientistas dispostos a gastar tempo e dinheiro para provar que é treta. Aliás, tenho ideia que é mais, esperar que já se tenham fartado e não gastem tempo e dinheiro em mais um "mistério", e assim o aldrabão pode dizer "vejam, não há explicação científica".

A Dr. Bones é que tem razão: tudo tem uma explicação racional.

   O que não quer dizer que seja quem for saiba tudo. Que há explicações racionais e científicas para esmagadora maioria dos fenómenos, há. Se a ciência pode dar resposta a tudo? Não, não pode. Ninguém, nem a ciência, é omnisciente e omnipresente e omnipotente. Como pode a ciência tirar conclusões objectivas quando há falta de dados e apenas se podem formular algumas hipóteses sem poder proceder a todas as experiências e verificações necessárias?

   A ciência explica muito mas não explica tudo, e além do mais, constantemente se refazem teorias e conceitos científicos, que são ultrapassados ou deixam de servir em novos modelos de conhecimento. Ciência não é uma disciplina hermética, fechada e finalizada, e está em constante mutação e desenvolvimento. Quantas e quantas teorias tidas como científicas se tornaram obsoletas? Ainda agora, com a descoberta da tal "bactéria" num meio onde até agora se pensava ser impossível haver vida, a NASA alterou os parâmetros de probabilidade e procura por existência de vida extraterrestre a planetas desconsiderados até aí. E por aí fora exemplos é o que não falta de como a ciência está em constante progresso e que ninguém é dono e senhor do conhecimento.
« Última modificação: Janeiro 31, 2012, 20:03 pm por HULK VERDE »
Citar
O Evento de Tunguska foi uma queda de um objeto celeste que aconteceu em uma região da Sibéria próxima ao rio Podkamennaya Tunguska em 30 de junho de 1908. A queda provocou uma grande explosão, devastando uma área de milhares de quilometros quadrados.[1][2] A ausência de uma cratera e de evidências diretas do objeto que teria causado a explosão levou a uma grande quantidade de teorias especulatórias sobre a causa do evento. Apesar de ainda ser assunto de debate, segundo os estudos mais recentes a destruição provavelmente foi causada pelo deslocamento de ar subsequente a uma explosão de um meteoróide ou fragmento de cometa a uma altitude de 5 - 10 km na atmosfera, devido ao atrito da reentrada. Diferentes estudos resultaram em estimativas para o tamanho do objeto variando em torno de algumas dezenas de metros.[3]

Estima-se que a energia da explosão está entre 5 megatons [4] e 30 megatons [5] de TNT, com 10–15 megatons sendo o mais provável.[5] Isso é aproximadamente igual a 1000 vezes a bomba lançada em Hiroshima na segunda guerra mundial e aproximadamente um terço da Tsar Bomba, a mais poderosa arma nuclear já detonada. A explosão teria sido suficiente para destruir uma grande área metropolitana. A explosão derrubou cerca de 80 milhões de árvores em uma área e 2150 quilômetros quadrados e estima-se que tenha provocado um terremoto de 5 graus na escala Richter.

Apesar de ser considerado o maior impacto terrestre na história recente da Terra, impactos de intensidade similar em regiões remotas teriam passado despercebidos antes do advento do monitoramento global por satélite nas décadas de 1960 e 70.

Teorias Alternativas

Antes de um entendimento mais profundo sobre os mecanismos de impacto com meteoróides, diversas teorias alternativas foram criadas para explicar o evento de Tunguska. Nenhuma dessas teorias possui suporte científico hoje em dia e, apesar de algumas delas terem sido criadas por cientistas da área, hoje em dia são sustentadas principalmente por aficcionados fora da comunidade científica. As principais teorias alternativas são:

    Choque com antimatéria: Em 1941, Lincoln LaPaz, e depois em 1965, Cowan, Atluri e Libby sugeriram que o evento de Tunguska poderia ser causado pela aniquilação de um pedaço de antimatéria provindo do espaço. Entretanto, isso não explicaria os resíduos minerais encontrados por expedições ao local. Além disso não há evidência astronômica para existência de pedaços grandes de antimatéria em nossa região do universo.[carece de fontes]
    Choque com um mini buraco negro: Em 1973, Albert A. Jackson e Michael P. Ryan, físicos da Universidade do Texas, propuseram que o evento de Tunguska tivesse sido causado por um pequeno buraco negro de cerca de 1 tonelada atravessando a Terra. A falha dessa hipótese está na ausência de uma explosão de saída - uma segunda explosão do outro lado da Terra provocada pela saída do mini buraco negro. Também não há evidências de perturbações sísmicas que a passagem desse objeto teria provocado no manto. Além disso, apesar de teóricamente possíveis, mini buracos-negros nunca foram observados. [carece de fontes]
    Raio da Morte de Tesla: Oliver Nichelson sugeriu que a explosão poderia ter sido resultado de um experimento de Nikola Tesla na Wardenclyffe Tower, realizado durante a expedição de Robert Peary ao polo norte, denominado o "Raio da Morte". Não existe, no entanto, nenhuma evidência de que Tesla tenha produzido uma arma capaz de produzir a devastação observada. [carece de fontes]
    Encontro com nave Extra-terrestres: Yuri Labvin defende a teoria de que uma nave espacial teria colidido com um meteoro em rota de colisão com a Terra no ano de 1908, causando a explosão que teria provocado a devastação em Tunguska. Lavbin alega que há supostas impressões em pedras de quartzo que não podem ser feitas com a nossa tecnologia. [carece de fontes]

Outras hipóteses como uma fusão nuclear espontânea e um processo geofísico também foram levantadas. Entretanto as teorias alternativas não encontra nenhum suporte em evidências empíricas. A virtual totalidade dos especialistas atestam uma colisão com um meteoróide ou corpo de origem cometária.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Evento_de_Tunguska
Não sei se é um mistério sem respostas mas ...

É verdade que há vasos de barro em que é possível ouvir o vento e as pessoas a falarem na antiguidade?

é - aliás, qualquer vaso serve, basta meteres-lhe um gravador dentro com gravações do vento e de  pessoas a falarem na antiguidade!



Oh meu Deus, a resposta do ano! :lol: :lol:

A pergunta é muito boa, mas a resposta é absolutamente fantástica!  :rotfl: