Zona Mista - Rtp informação

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o bruno prata e portista, vai ao circo romano do dragom e e amigo pessoal de varios jogadores, ex-jogadores e membros da frutaria. ah, sobre o SCP e os arbitros, o que ele disse:


“(…) O grande problema do Sporting não são os erros da arbitragem – é não conseguir meter a bola na baliza”
Bruno Prata, Público, 23/8/2011

se ele fez uma analise 'amiga' apos o jogo com os periquitos, e pq favoreceu o seu clube. alias, detesto a zona mista pq so tem representantes de 2 clubes. das duas, uma: 1) ou andam a tentar promover a ideia (ja rebatida na impresa lampi-fruteira) que so ha dois grandes; 2) ou tentam passar uma imagem de isençao que resulta tanto como a bola ou ojogo (versao coreia do norte).

SL
João Rocha versus 'Sistema': "A parte final do campeonato 79/80 leva-o a entrar em polémicas com o FC Porto. O Sporting desloca-se a Guimarães, na penúltima jornada e, graças a um auto-golo de Manaca, sagra-se campeão. Pinto da Costa lança suspeitas sobre o ex-defesa do clube leonino, que responde: "Não fui subornado pelo Sporting mas estava aliciado pelo FC Porto. Com a derrota do Vitória fiquei a perder 100 contos".
João Gobern

Meus amigos:
Gostava que me dessem a oportunidade de me referir aos acontecimentos desta semana. Tentarei que seja a última vez até porque, doravante, o assunto só serve para cansar e desgastar. Lá vai…
1. Não me peçam, nem agora nem nunca, que não festeje um golo do Benfica. Faço-o há muitos anos, desde que me reconheço como gente. Já me aconteceu ter que o fazer em campos tidos como adversos – as antigas Antas, o antigo Alvalade. Não festejo contra ninguém, nem me pinto de raiva ou de provocação. Gosto muito do meu clube. Tenho esse direito.
2. Festejei o golo no enquadramento errado. Se não tivesse consciência plena desse deslize, não tinha posto o meu lugar no “Zona Mista” à disposição ainda antes de as campanhas orquestradas chegarem ao seu destino. Ou seja, tenho consciência de que errei. Saber se existiu proporcionalidade entre o meu lapso e a posterior sentença, isso é outra conversa. Tenho a minha opinião (por mais que isso custe aos que viram nessa minha mania uma coisa qualquer chamada “falta de isenção”) mas, com vossa licença, opto por guardá-la.
3. Desafio um adepto de qualquer clube a manter-se quieto depois fechado num estúdio – já a comentar as incidências de um jogo mas sem poder perder as jogadas-chave de outra partida, que terá que comentar de seguida e que se reveste de muito maior importância – diante de um encontro que decide a continuidade nas corridas ao título, emotivo como aquele foi, decidido no último quarto de hora, e com um golo favorável no tempo de compensação. Foi infeliz o gesto? Sim. Foi desajustado? Sim. Foi tudo um grande azar? Quero continuar a pensar que sim. Mas não posso sequer garantir, para ser sincero, que não voltaria a fazer-me o mesmo, de uma forma espontânea e não premeditada. Por maioria de razão, não foi – insisto – uma provocação a ninguém, muito menos aos adeptos do Sporting de Braga.
4. Quanto à minha “atitude continuada” no programa, digo apenas isto: nunca me limitei nas minhas críticas pelo facto de ser adepto do Benfica. Julgo, inclusivamente, que o condicionamento funcionou ao contrário, obrigando-me a ser mais exigente com o meu clube do que com os outros. Nunca ofendi nenhuma instituição, nunca mencionei sequer a vida privada de dirigentes, técnicos ou jogadores – as críticas foram sempre dirigidas a comportamentos públicos e relacionados com o futebol.
5. Apesar de poder ter ofendido – involuntariamente – alguns telespectadores com o meu gesto, acabei por ser agradavelmente surpreendido com a quantidade de mensagens de apoio que recebi de sportinguistas e portistas, bem como de alguns adeptos do Braga. Agradeço o gesto, que me deixa mais descansado quanto ao meu desempenho no programa. De caminho, e sem querer entrar em discussões académicas, quero deixar bem claro que não acredito na “isenção” ou na “imparcialidade”. Respeito, evidentemente, todos os meus parceiros de ofício que optam por não revelar as suas preferências clubísticas. Eu escolhi outro camnho mas, dentro daquele estúdio de tantos sábados, a única camisola que vesti foi a da RTP. E, se quiserem, a de um combate por um futebol melhor e mais autêntico.
6. Tenho que agradecer aos benfiquistas o apoio demonstrado. Algumas mensagens foram verdadeiramente comoventes, outras muito estimulantes. E, de alguma forma, acaba por ser significativo o facto de elas não virem de gente com responsabilidades directivas, mas das bases, dos adeptos, dos meus pares. Não esquecerei o aconchego, nesta hora complicada de viver.
7. Agradeço aos meus amigos, a todos os que não conheço, a alguns com quem não falo há mais de vinte anos, à minha família (que se afligiu e a quem recordo que aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes), a camaradas de profissão que julgava perdidos no tempo, a jornalistas que mal conheço, a figuras públicas cuja atitude não precisa de ser aqui publicitada, até velhos companheiros destas e outras lides (pelo incómodo que isso lhes possa ter causado não devo deixar de referir o Pedro Ribeiro, o Paulino Coelho, o José Mariño, o Jorge Alexandre Lopes, o Manuel Queiroz, o João Querido Manha, o Nuno Dias, o Leonardo Ralha, o José Carlos Soares, o João Carlos Silva, o Miguel Carvalho, o Rui Baptista, a Maria João Fialho Gouveia, o Luís Miguel Pereira, o José Zambujal, a Lurdes Feio, o José Paulo Fafe, a Raquel Morão Lopes, o Paulo Marcelino – obrigado a todos e mais aqueles de que possa estar a esquecer-me.
8. Ironizando, quase apetece dizer que valeu a pena tudo isto só para ser nomeado numa coluna do José Ferreira Fernandes, a quem fico devedor de mais esta atenção. Como de costume, ele viu o pormenor que escapa aos outros. Como é seu hábito, partiu do ponto para chegar ao todo. Soube-me especialmente bem o propósito guerreiro da Helena Sacadura Cabral e da Maria João Duarte. O meu parceiro, Pedro Rolo Duarte, esse nunca falha. Permitam-me, ainda assim, que saliente uma mensagem simples, “um abraço” só, de um homem com quem nunca falei pessoalmente mas que, se dúvidas houvesse (e eu já não as tinha), se confirmou como aquilo a que os meus avós chamariam “um cara direita” – Nuno Gomes, o (antigo) capitão do Benfica, hoje profissional de mão cheia do Braga.
9. Nesta espécie de despedida, antes de voltar à “vida real”, faço questão de agradecer a dois homens que, pela entrega, pelo profissionalismo, pela boa disposição e por um quase infinita capacidade de trabalho, caminham para o lugar dos eleitos num mister que não é para todos – o Hugo Gilberto e o Manuel Fernandes Silva. Não há melhor. Quanto ao Bruno Prata, quero afiançar-lhe que, escaramuças à arte, guerrilhas postas de lado, mantenho o que disse na primeira emissão do “Zona Mista”: aprendi com ele. Futebol mas, mais do que isso, lealdade e disponibilidade. Já que não nos deixam ser adversários, lá teremos que ser amigos.
10. Tendo reconhecido o erro, tendo lamentado o sucedido, há uma pessoa que me obriga a ir mais longe. Por ter apostado em mim quando nada o obrigava, por me ter brindado com este desafio e porque o capítulo final é tão murcho, resta-me pedir desculpas ao meu amigo Carlos Daniel. Garantindo-lhe que há casos em que a memória funciona mesmo.
11. Aos que escolheram o insulto, a insinuação, a mentira, a queixinha – já conseguiram o que queriam. Agora, por favor, vão marrar para outro lado, que eu, felizmente, tenho mais que fazer.
12. Gostaria, se me permitem esse desejo, que fossem desactivados os grupos de apoio e as petições em que eu esteja envolvido, mesmo indirectamente. Esta terra tem problemas sérios demais para que se gaste tanta energia, tanta disponibilidade e tanto tempo com questões que são verdadeiramente acessórias.
13. Num país onde os lapsos andam à solta, onde se mente impunemente, onde se rouba sem consequências, onde se abusa dos mais fracos, onde se lançam cortinas de fumo para que as pessoas se esqueçam dos seus problemas, posso dizer que, ao menos no meu caso, a culpa não morre solteira. Azar meu: foi justamente agora que ela, a culpa, decidiu casar-se e ser monogâmica.
14. Obrigado, ainda uma vez. Até um dia destes. Boa Páscoa. Espero as amêndoas só na segunda-feira.

Este  comunicado é comovente  :lol:

Quem não souber quem ele é , pensa que é um dinossauro da televisão tipo Julio Isidro ou Herman José a despedir-se de uma carreira brilhante e cheia de sucessos ... que falta de gosto , nossa Senhora  .

Melhor melhor ... só mesmo a última frase " Espero as amêndoas só na segunda-feira " , e o pintinho piu e o pintinho piu ...   :lol:
"All the people that was rooting on me to fail, at the end of the day they have to wake up tomorrow and have the same life that they had before they woke up today," James said. | "Lebron is not as good as Michael Jordan ? C´mon! Lebron is in a class by himself!" O.Robertson said.
Parece que o substituto de João Gobern é... Nuno Dias, o ex-director de comunicação do Sporting.

Acho que isto acaba com as dúvidas de o Bruno Prata ser sportinguista.
nao vi o ultimo programa mas com esses 2 comentadores  tem tudo para melhorar.
NÓS SOMOS DA RAÇA QUE NUNCA SE VERGARÁ! Por cada leão que cair outro se levantará!
Vi agora uns minutos no final do programa com convidados novos, e o Jorge Gabriel a criticar fortemente o GL pela questão do treinador.

Por acaso até gosto de o ver falar do Sporting.
there's someone in my head but it's not me.
"O Porto joga contra o sistema, contra as arbitragens"

"O Sporting não tem qualquer jogador da Academia na equipa principal"

Duas frases proferidas agora mesmo, pela lenda que responde pelo nome Abel Xavier.
"O Porto joga contra o sistema, contra as arbitragens"

"O Sporting não tem qualquer jogador da Academia na equipa principal"

Duas frases proferidas agora mesmo, pela lenda que responde pelo nome Abel Xavier.

 :naughty: :naughty: Faisal
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"O Porto joga contra o sistema, contra as arbitragens"

"O Sporting não tem qualquer jogador da Academia na equipa principal"

Duas frases proferidas agora mesmo, pela lenda que responde pelo nome Abel Xavier.

Esse gajo até mete pena, porque o gajo sempre que aparece na TV vem com a mesma cassete, a fazer-se tentar passar por alguém intelectual e inteligente, sempre com grandes discursos mas sem dizer nada, só se enterra lol

A única coisa boa dele, é a namorada: Oceana Basílio  :mrgreen:
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A verdade sobre o Sporting da "geração" Roquette

Documentário "GOLPE NO SPORTING"
Só de pensar naquele penalti no Euro2000 dá-me náuseas.
O Sporting Clube de Portugal não se resume a uma paixão por um símbolo desenhado numa camisola. É uma religião, uma ideologia, uma forma de vida!