Joaquim Agostinho

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Águeda que é a cidades conhecida pelas bicicletas, bem que podia fazer uma homenagem ao campeão!
SCHMIDT

‘Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa’
Hoje na RTP 2 lembraram o gigante Joaquim Agostinho durante a etapa...

Como é que este homem começou a carreira aos 25 anos e conseguiu os feitos que conseguiu... Sem duvida um dos maiores ciclistas da história...
GUIMARÃES 2012 - A cultura do mundo numa só cidade...
www.sportingateamorte.blogspot.com
Hoje na RTP 2 lembraram o gigante Joaquim Agostinho durante a etapa...

Como é que este homem começou a carreira aos 25 anos e conseguiu os feitos que conseguiu... Sem duvida um dos maiores ciclistas da história...
Vê este onde na curva 14 do mitico Alpe D´Huez está bem visivel o simbolo do Sporting: [youtube=640,360]http://www.youtube.com/watch?v=izkILmJeHrg[/youtube]
Tbh, falam todos os dias, ou não fosse o Marco Chagas um dos comentadores
Joaquim Agostinho, nasceu a 7 de Abril de 1943. Faria hoje 72 anos.


ETERNA GRATIDÃO!

:venia:
Joaquim Agostinho, nasceu a 7 de Abril de 1943. Faria hoje 72 anos.


ETERNA GRATIDÃO!

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 :venia: :venia:    IDOLO

SL
FORÇA GRANDE BRUNO CARVALHO...
Parabéns Grande Leão!
Um Orgulho tremendo!!!

 :clap: :clap:
QUE O LEÃO VOLTE A RUGIR MAIS ALTO QUE NUNCA


Este sim dignificou e muito o nosso escudo.

Sempre presente. :clap:
“There seems to be this snobbery around football that everyone has to play the most entertaining football" 
Gary Neville dixit
O verdadeiro rei, obrigado por tudo!  :clap:
''Juntos somos mais e melhores. Vamos Sporting, vamos equipa!''
10-05-2015
Um símbolo nunca perde brilho


Foi às 9h37 de 10 de Maio de 1984 que a Rádio Televisão Portuguesa avançou com a notícia que deixou Portugal em choque: morrera o grande e eterno Joaquim Agostinho.

“Lembro-me que, pouco antes da sua última prova, disse-me que dava tudo para não ter de ir. Foi exactamente antes de arrancar para a Volta ao Algarve. E foi aí que tudo aconteceu”, recorda Carlos Lopes, campeão olímpico e mundial que privou de perto com ‘Tino’, como era carinhosamente tratado.

A 30 de Abril, um cão atravessou-se à sua frente e fez com que caísse quando tinha a camisola amarela (para não variar, claro). O embate com a cabeça foi violento, mas ainda assim, ou não fosse ele o grande Joaquim Agostinho, levantou-se e conseguiu concluir a etapa com a ajuda de dois companheiros de equipa do Sporting.

No entanto, as sequelas tinham ficado – as fortes dores de cabeça conduziram-no ao hospital de Loulé, de onde viajou para Lisboa. Foi sujeito a várias intervenções cirúrgicas, sem sucesso. E, as muitas pessoas que preparavam autênticas romarias a Fátima, para pedirem pelo seu herói, não foram a tempo de salvarem o ciclista de 41 anos. Portugal ficou de luto com o desaparecimento do “Quim Cambalhotas”, uma das várias alcunhas carinhosas, como era tratado pelas sucessivas quedas que foi tendo ao longo da carreira. A última acabou por ser fatal. E o Sporting perdeu um dos seus maiores símbolos de sempre, de forma injusta e precoce.

Recordar Joaquim Agostinho é recuperar o passado que deu dimensão ao Sporting, respeitar o presente, que continua a manter o Clube no topo, e projectar o futuro.

O rapaz com uma força anormal que João Roque descobriu aos 25 anos quando treinava em Torres Vedras (já depois de ter cumprido serviço militar em Lourenço Marques) varreu todos os títulos nacionais e atingiu o apogeu com as prestações no Tour, onde ficou oito vezes entre os dez primeiros, nas 12 participações (conseguiu também um 2.º lugar na Vuelta de 1974).

Ainda hoje, basta passar pela Wikipedia para se ter noção do estatuto conseguido, apesar de ter começado tarde a carreira – a versão em inglês está bem mais completa do que a portuguesa. E as memórias elogiosas à sua figura são transversais a outros grandes mitos da modalidade. “Era um grande atleta, daqueles que quando fugia era difícil apanhar. Nas etapas do ‘sobe e desce’ era impressionante”, comentou Eddie Merckx, considerado o melhor ciclista do século XX.

“Para mim foi o melhor atleta nacional de sempre porque, na altura, não existiam muitos portugueses que se distinguissem internacionalmente e ele era um deles”, analisa Júlio Rendeiro, capitão do ‘Cinco Maravilha’ que se sagrou campeão europeu de hóquei em patins.

“Correu como um sportinguista”, acrescenta Hilário, vencedor da Taça das Taças de futebol. “Está para o ciclismo como eu para o atletismo ou a Amália para o fado”, conclui Carlos Lopes.

Joaquim Agostinho até pode ter começado tarde no ciclismo (25 anos) mas foi a tempo de conseguir um palmarés digno de um campeão: três Voltas a Portugal em bicicleta (1970, 1971 e 1972, porque as de 1969 e 1973 lhe foram retiradas); cinco Campeonatos Nacionais de fundo; ou o Campeonato Nacional de perseguição são exemplos de uma carreira vitoriosa que teve o seu apogeu em termos internacionais: depois de conquistar a Volta a São Paulo, em 1968, foi figura de proa durante a década de 70 no ‘Tour’, onde alcançou dois pódios (3.º lugar) em 1978 e 1979. Neste último ano, ‘Tino’, que já tinha conseguido vencer na Torre ou nas Penhas da Saúde, ganhou a mítica etapa do Alpe d’Huez, onde ainda permanece hoje um busto em sua homenagem.

Porque um símbolo, quando é símbolo, nunca perde brilho.

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_simolobrilho_100515_147507.asp
10-05-2015
“Super atleta e boa pessoa”


Há um ponto em comum, entre muitos, se falarmos de Carlos Lopes, Júlio Rendeiro e Hilário – todos foram campeões europeus pelo Sporting, em atletismo, hóquei em patins e futebol. Em paralelo, todos privaram com Joaquim Agostinho, um dos melhores ciclistas de sempre. E todos deixam rasgados elogios à antiga glória do ciclismo nacional.

No dia que marca o 31.º aniversário da sua morte, o site oficial do Sporting recorda as opiniões de outros ‘grandes’ publicadas no Jornal Sporting.

Carlos Lopes, campeão olímpico e vencedor de várias Taças dos Campeões Europeus de Corta-Mato pelo Sporting

“Joaquim Agostinho é a figura máxima do ciclismo em Portugal. Mesmo começando tarde, deu muito ao País. Era uma força da natureza e os portugueses reviam-se nele pela sua atitude e vontade de vencer. O Agostinho está para o ciclismo como eu [Carlos Lopes] estou para o atletismo ou a Amália para o Fado. Tenho várias memórias do Joaquim. Como amigo, lembro-me que na sua última Volta, no Algarve, disse-me que dava tudo para não ter de ir. Mas também tenho memórias felizes: como é sabido, não sei andar de bicicleta. Uma noite em casa do Joaquim, ele disse-me que me oferecia uma bicicleta dele se conseguisse sair de casa montado nela. Se não fosse ele a parar-me, teria acabado na piscina. Como é óbvio, não levei a bicicleta comigo...”

Júlio Rendeiro, vencedor da Taça dos Campeões Europeus de hóquei em patins

“Foi, do meu ponto de vista, o melhor atleta nacional de sempre. Na altura, não existiam muitos portugueses que se distinguissem internacionalmente e ele era um deles. Era um embaixador do desporto nacional, um atleta de eleição, mas sempre ficou aquém do seu potencial na minha opinião. Isto porque as condições de treino e suporte ao treino não eram tão desenvolvidas como hoje em dia. Além disso, iniciou-se muito tarde na modalidade. As condições naturais dele tê-lo-iam levado a um outro nível. Recordo-me que o Sporting organizou um critério de ciclismo e o Eddie Merckx foi convidado. Nesse dia, em Alvalade, o belga chegou umas horas mais cedo para se preparar. Foi ao balneário, voltava, recebia massagens, ia dar uma volta pela pista, voltava, recebia outra massagem, ia afinar a bicicleta, voltava... enfim, isto durou umas duas ou três horas. O Agostinho chegou vinte minutos antes da prova, montou-se na ‘burra’ e limpou aquilo tudo, tal era a sua capacidade física e atlética.”

Hilário, vencedor da Taça dos Vencedores das Taças de futebol

“O Agostinho correu como Sportinguista. Era um super atleta e conseguiu as vitórias através da sua imensa categoria. Foi um grande amigo, era muito boa pessoa e convivemos muito. Trocávamos impressões sobre o desporto no seu todo, independentemente da modalidade. Havia uma grande relação entre os jogadores de futebol e os ciclistas. Passávamos horas a falar com o Agostinho e todos os ciclistas. Costumávamos perguntar-lhe como tinha tanta força e resistência e ele aconselhava-nos e nós a ele. Ele tinha mesmo muita resistência.“

http://www.sporting.pt/Noticias/Clube/notclube_opiniaoagost_100515_147511.asp
Um Eterno Obrigada, Leão!
 :venia:

SPORTING SEMPRE
QUE O LEÃO VOLTE A RUGIR MAIS ALTO QUE NUNCA
Grande, muito grande

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Uma das minhas primeiras figuras miticas ligadas ao SCP. E que vi a fazer o que fazia melhor. Um simbolo.

Quanto aos seus principais resultados, julgo que ainda hoje o 2º lugar na Vuelta é alvo de suspeição uma vez que na última ou penultima etapa (CR individual), Joaquim Agostinho terá ultrapassado o vencedor.

Como os meios de cronometragem da altura não tinham a sofisticação dos actuais, diz-se que os espanhóis alteraram os resultados oficiais por forma a dar a vitória a um ciclista espanhol.

Se é mania da perseguição ou não, não sei mas, vindo de quem vem não me surpreendia.
4.3.3
R.Patricio; R.Esgaio, P.Oliveira, T.Figueiredo, Jefferson; W.Carvalho; Adrien, J.Mário; Nani, I.Slimani, A.Carrillo