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Fórum SCP - A Comunidade do Sporting Clube de Portugal Outros Assuntos Conversas de Café (Moderadores: Angel Lion, Stunner) Tópico:

We are the 99 percent

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Autor Tópico: We are the 99 percent (Lida 2277 vezes)

Re: We are the 99 percent , « Resposta #20 em: Outubro 13, 2011, 22:05 »



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Re: We are the 99 percent , « Resposta #21 em: Outubro 13, 2011, 22:18 »



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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
Re: We are the 99 percent , « Resposta #22 em: Outubro 13, 2011, 22:22 »



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Se é um momento crítico, todos devem contribuir. Quando a taxação do capital fica de fora, mostra que quem luta todos dias, é aquele que aguenta o barco. Porque um Porsche paga de imposto tanto como o meu computador, e quem sabe, as nossas refeições?
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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
Re: We are the 99 percent , « Resposta #23 em: Outubro 18, 2011, 00:00 »



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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
Re: We are the 99 percent , « Resposta #24 em: Outubro 18, 2011, 00:28 »



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Onyewu??? ONYEWU?? ?? ?? ONYEWU ?? ?? ?? ?? ??

Dá-lhes marine! Ve-lá se os bófias não se borraram todos  Grin Grin Grin
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #25 em: Outubro 18, 2011, 00:31 »



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Onyewu??? ONYEWU?? ?? ?? ONYEWU ?? ?? ?? ?? ??

Dá-lhes marine! Ve-lá se os bófias não se borraram todos  Grin Grin Grin

A farda e principalmente o tipo de discurso também ajudaram e muito. O tipo calou-os!
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #26 em: Outubro 18, 2011, 00:34 »



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Semper fi "mada facars"! xD

Por acaso li algures que um grupo de marines, vindo do iraque ou afeganistão, foi para lá um deles sendo que um tinha um cartaz que dizia algo do género "é a 2ª vez que luto pelo meu país, a 1ª que conheço o inimigo"
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #27 em: Outubro 18, 2011, 13:33 »



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Onyewu??? ONYEWU?? ?? ?? ONYEWU ?? ?? ?? ?? ??

Dá-lhes marine! Ve-lá se os bófias não se borraram todos  Grin Grin Grin

A farda e principalmente o tipo de discurso também ajudaram e muito. O tipo calou-os!



Mais do que a farda e o tipo de discurso, foram as video cameras que os 99% apontavam a situação, adicionado ao facto do sósia do Onyewu mandar um arcaboiço de meter respeito.
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #28 em: Outubro 18, 2011, 14:45 »


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Parece mesmo o Oguchi
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Godinho: "O 3º ano é o ano de sucesso desportivo"..."atingir o pódio".
"Não telefonei a Vieira para não ouvir um não... mandei mensagem"
"O Sporting não pode ser um viveiro de treinadores queimados"
"Ainda ontem ganhamos um título de judo em cadetes"
"Tenho a certeza que ganhava a AGE"
Re: We are the 99 percent , « Resposta #29 em: Outubro 19, 2011, 20:32 »



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Se calhar aqui não é o sítio certo mas alguém adivinha quais os únicos funcionários públicos que não sofreram cortes na Grécia?  Maldoso
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #30 em: Outubro 22, 2011, 04:23 »



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Se calhar aqui não é o sítio certo mas alguém adivinha quais os únicos funcionários públicos que não sofreram cortes na Grécia?  Maldoso

Os ministros e/ou os deputados?



Parece mesmo o Oguchi

Aqui está o nosso Onyewu, já mais calmo, sem farda e a dar uma entrevista ao "telejornal quase-oficial" do youtube.

Sergeant Shamar Thomas on Occupy Wall Street: "It's not a war zone"
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #31 em: Novembro 30, 2011, 00:15 »



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Se calhar aqui não é o sítio certo mas alguém adivinha quais os únicos funcionários públicos que não sofreram cortes na Grécia?  Maldoso

Os ministros e/ou os deputados?

a policia  Maldoso

Plano para denegrir/matar o movimento Ocupa Wall Street
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Bancos temem acções de massas

O escritório de advogados Washington Clark Lytle Geduldig & Cranford (CLGC) propôs à Associação de Bancos dos EUA a implementação de um programa destinado a denegrir e a investigar o movimento Ocupa Wall Street (OWS). O incómodo do grande capital financeiro norte-americano para com as acções de massas no país pode ser confirmado num memorando obtido pela cadeia de televisão MSNBC.

O plano, orçado em 850 mil dólares, tem como principal objectivo a formatação e difusão na comunicação social de um discurso negativo sobre o movimento e sobre todos os que o dinamizam e apoiam, adianta por sua vez a AFP.

Vigilância apertada sobre as redes sociais também se inclui na proposta apresentada pela empresa que se gaba de ter trabalhado para 16 Congressos e 7 governos nos últimos 100 anos.

Pôr termo ao OWS pode ser feito através «de um grupo de manifestantes desordenados [provocadores], mas está provado que [os activistas do OWS] deveriam ser tratados como competidores organizados, hábeis e capazes de mover os media. Para contrastá-los, temos que fazer o mesmo», diz o texto preparado pela CLGC.

No documento, alerta-se ainda para a hipótese de recrudescimento da revolta popular no final deste ano, quando as multinacionais e em particular o capital financeiro apresentarem as respectivas contas.

O perigo de tal tornar ainda mais evidente a desigualdade social e a injustiça é grande, alerta a CLGC, para quem republicanos e democratas têm muito a capitalizar politicamente se souberem manipular a seu favor o discurso sobre o movimento.

Os primeiros, adverte o escritório de advogados, devem até manifestar-se publicamente contra a ganância de Wall Street, ao passo que os segundos devem ir mais longe fazendo o que já muitos membros do aparelho da candidatura de Barack Obama às presidenciais têm vindo a fazer: expressar apoio pela luta empreendida.


Estas informações foram divulgadas quando o movimento OWS assinalou dois meses de presença quotidiana nas ruas de várias cidades dos EUA. Apesar da repressão brutal das últimas semanas, destinada a varrer os acampamentos do centro de algumas das principais cidades e campus universitários do país, e não obstante as centenas de detenções efectuadas nessas operações, o movimento tem vindo a assumir contornos mais estáveis.

Ainda na passada quinta-feira, 17, dezenas de milhares de pessoas marcharam em mais de 30 cidades norte-americanas.

Já no domingo, pelo menos 5 mil pessoas concentraram-se frente ao Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação e a Segurança (ex-Escola das Américas), em Fort Benning, Columbus, para exigirem o encerramento do que consideram ser um centro de treino de torturadores, e em defesa do regresso dos soldados norte-americanos enviados para conflitos imperialistas no Médio Oriente e Ásia Central.
http://www.avante.pt/pt/1982/internacional/117452/
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #32 em: Dezembro 09, 2011, 20:16 »



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O Sporting não é. O SPORTING SOMOS!

Jornalista: Saiu de Alvalade pela porta pequena como jogador, depois como técnico-adjunto e, mais tarde, quando era treinador principal... São muitas feridas. O Sporting está em dívida para consigo?

Manuel Fernandes: Nunca! Isso nem sequer se coloca. Eu é que devo tudo ao Sporting. Posso ter sido alvo de algumas decisões injustas no passado, mas foram atitudes que partiram de pessoas, não da instituição. O meu amor pelo Sporting é tal que jamais poderia confundir as coisas. Costumo dizer, na brincadeira, que às vezes parece que vejo o mundo às riscas verdes e brancas. Sou um apaixonado pelo Sporting desde que me conheço, muito com o incentivo da minha mãe, que infelizmente me deixou quando eu só tinha dez anos. Ganhei títulos, vivi muitas alegrias e algumas tristezas, mas nunca me esquecerei de que o meu melhor momento foi quando vesti pela primeira vez aquela camisola. O meu objectivo sempre foi servir o clube, sem magoar ninguém. Continua a sê-lo, e creio que ninguém me pode levar isso a mal.
Re: We are the 99 percent , « Resposta #33 em: Dezembro 09, 2011, 22:06 »



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É diferente dos outros sabes. Basta mostrar o cheque com o que realmente interessa que todos se convertem, palhaçada é o que se passa por este mundo e depois andam com estas manifestações para depois aparecer no jornal "Manifestante arranja trabalho em Wall Street" para mandar abaixo logo a expectativa dos que ainda lá continuam para que o resto do mundo posso receber o seu devido ordenado. É o mesmo que dizer, vão se lixar que eu já arranjei o meu tacho, agora matem-se por um.

Para isso tudo, cito uma frase do filme "The company men":

" O chefe da empresa recebeu 400x mais que um empregado, achas que ele trabalhou 400x mais? ".
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #34 em: Dezembro 13, 2011, 11:41 »



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Vejam isto, até arrepia quando começas a perceber a dimensão do animal que enfrentamos.

 
 
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #35 em: Dezembro 13, 2011, 11:53 »



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Essa historia tem mão das empresas de relações publicas, as tais que o artigo aqui colocado pelo Lisbon1906 fala, aliás, se repararem o artigo está a denegrir os participantes do OWS, querendo mostrar-los como uns invejosos e vendidos, mas nunca mostra prova nenhuma que a mulher esteve envolvida no que quer que seja. Depois ainda vem contar umas tangas sobre o passado da empresa, mesmo para esburacar ainda mais a ferida e pintar os manifestantes como uns desesperados que iriam trabalhar até para onde lhes fizessem comer vomitado para o pequeno almoço.
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Re: We are the 99 percent , « Resposta #36 em: Dezembro 13, 2011, 13:26 »



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Essa historia tem mão das empresas de relações publicas, as tais que o artigo aqui colocado pelo Lisbon1906 fala, aliás, se repararem o artigo está a denegrir os participantes do OWS, querendo mostrar-los como uns invejosos e vendidos, mas nunca mostra prova nenhuma que a mulher esteve envolvida no que quer que seja. Depois ainda vem contar umas tangas sobre o passado da empresa, mesmo para esburacar ainda mais a ferida e pintar os manifestantes como uns desesperados que iriam trabalhar até para onde lhes fizessem comer vomitado para o pequeno almoço.

Acredito plenamente nisso. Como dizia um amigo meu a propósito do episódio da touca do nadador do Sporting "faz-nos pensar em que informação recebemos realmente".

Mas não deixa também de ser verdade que, como essa rapariga (a ser real a história) haverá muita gente que preferia estar a trabalhar ao invés de estar a protestar. Aliás, poucos pensariam sequer em protestar se tivessem um emprego ou condições de levar uma vida digna. Panis et circus. O problema é que o pão está a acabar...
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Jornalista: Saiu de Alvalade pela porta pequena como jogador, depois como técnico-adjunto e, mais tarde, quando era treinador principal... São muitas feridas. O Sporting está em dívida para consigo?

Manuel Fernandes: Nunca! Isso nem sequer se coloca. Eu é que devo tudo ao Sporting. Posso ter sido alvo de algumas decisões injustas no passado, mas foram atitudes que partiram de pessoas, não da instituição. O meu amor pelo Sporting é tal que jamais poderia confundir as coisas. Costumo dizer, na brincadeira, que às vezes parece que vejo o mundo às riscas verdes e brancas. Sou um apaixonado pelo Sporting desde que me conheço, muito com o incentivo da minha mãe, que infelizmente me deixou quando eu só tinha dez anos. Ganhei títulos, vivi muitas alegrias e algumas tristezas, mas nunca me esquecerei de que o meu melhor momento foi quando vesti pela primeira vez aquela camisola. O meu objectivo sempre foi servir o clube, sem magoar ninguém. Continua a sê-lo, e creio que ninguém me pode levar isso a mal.
Re: We are the 99 percent , « Resposta #37 em: Dezembro 13, 2011, 20:24 »



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Essa historia tem mão das empresas de relações publicas, as tais que o artigo aqui colocado pelo Lisbon1906 fala, aliás, se repararem o artigo está a denegrir os participantes do OWS, querendo mostrar-los como uns invejosos e vendidos, mas nunca mostra prova nenhuma que a mulher esteve envolvida no que quer que seja. Depois ainda vem contar umas tangas sobre o passado da empresa, mesmo para esburacar ainda mais a ferida e pintar os manifestantes como uns desesperados que iriam trabalhar até para onde lhes fizessem comer vomitado para o pequeno almoço.

Acredito plenamente nisso. Como dizia um amigo meu a propósito do episódio da touca do nadador do Sporting "faz-nos pensar em que informação recebemos realmente".

Mas não deixa também de ser verdade que, como essa rapariga (a ser real a história) haverá muita gente que preferia estar a trabalhar ao invés de estar a protestar. Aliás, poucos pensariam sequer em protestar se tivessem um emprego ou condições de levar uma vida digna. Panis et circus. O problema é que o pão está a acabar...

 Seta

Como demonstra o artigo do Lisbon1906 e com figuras e gráficos como o que podem ver abaixo, não restam duvidas que os banksters (bankers+gangsters=banksters) vão  investir nos sábios serviços das empresas de relações publicas.

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The collapse of the U.S. housing bubble led directly to the largest industry bailout in U.S. history. While it will be many years yet before we can put a hard number on the amount of taxpayer dollars actually lost in the bailout, the Center for Media and Democracy's latest assessment of dollars disbursed in the bailout graphically illustrates the comparatively extraordinary lengths to which the federal government went to bailout the financial sector.

References for the statistics in the chart:
The S&L Crisis (audited RTC statements adjusted to 2010 dollars)[1]
Track the Recovery Money[2]
The CBO's Estimated Health Reform Cost[3]
Cost of U.S. Wars in the Middle East[4]
Total Wall Street Bailout Cost (see below)







Ou há alguém que acredite que um banco de investimento ou um hedge fund vai aplicar o dinheiro dos seus "investidores" nos palpites de uma pessoa sem experiência e que ainda umas semanas atrás era contra o papel dos bancos no estado actual da economia.
Já para nem falar no risco que iriam correr da "nova empregada" começar aplicar a boca no trombone caso encontrasse alguma falcatrua dentro do banco que em teoria a "empregou"

Para mim a estoria não cola.

E o mais engraçado é que o cidadão normal, ocupado com a sua vida, com o seu trabalho e com o cuidar da sua família, não tem sequer ideia da existência de tais animais, nem como estas companhias nos manipulam, devido a falta de tempo ou mesmo interesse em investigar por si, até porque estas empresas de relacoes publicas e lobbyistas, preferem operar nas sombras, onde são muito mais eficazes. isto não são teorias de conspiração, a primeira empresa de relacoes publicas foi formada por Edward Bernays, que era, nem mais nem menos, que um dos sobrinhos de Sigmund Freud.
Ficando ao corrente do ultimo trabalho do seu tio, quando ainda antes da publicação da obra na Alemanha ou Áustria, Freud lhe enviou pelo correio uma copia livro Introduction to Psychoanalysis (que na altura obviamente também não estava publicado nos EUA) em troca de uma caixa de charutos que o seu sobrinho lhe tinha enviado (não esquecer que nesta altura a Europa onde Freud vivia estava em guerra, enquanto Bernays vivia nos EUA onde havia acesso a bens de consumo mais luxuosos).

A partir desse momento, Bernays (que era graduado em agricultura  Shocked ) começou a sua própria empresa, inventando o nome de Relações Publicas e de imediato foi contratada a tempo inteiro pelo governo dos EUA, que aliás tinha já tinha ajudado quando foi necessário convencer o povo dos EUA a entrar na Primeira Guerra Mundial, algo que a grande maioria era contra, mas depois de uma campanha de propaganda, onde se contavam estorias de atrocidades enormes (e inventadas) cometidas pelas tropas alemãs, e depois muita propaganda como esta:






Kaiser fala com Mexicano

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Anti-German sentiment may have been stoked by the 1916 bombing of Black Tom island prior to the US's entry into the war, which had been directed and financed by German intelligence officers under diplomatic cover.[12]

When the United States entered the war in 1917, some German immigrants, and sometimes even non-German immigrants who were perceived as German (Dutch, Scandinavian, Swiss or Polish among them), were looked upon with suspicion and attacked regarding their loyalty. Some German immigrants in the United States were even tried, convicted and imprisoned, on charges of sedition, merely for refusing to swear allegiance to the United States war effort. The Hindu German Conspiracy Trial received widespread press coverage in 1917-18.

City streets in Chicago with German names were changed, with several noted exceptions being Goethe & Schiller in the Gold Coast neighborhood (which remain the same today).

The city of Berlin, Michigan was renamed Marne, though the Berlin Raceway located there retains the original city name.

In New Orleans, Berlin St. was renamed for General Pershing (head of the American Expeditionary Force), ,[14] sauerkraut came to be called (by some) "liberty cabbage" German measles became "liberty measles", hamburgers became "liberty sandwiches" and Dachshunds became "liberty pups".
(Quando a França se opôs a Invasão do Iraque em 2003, as batatas fritas (french fries) no restaurante do Congresso dos EUA também passaram a ser chamadas "freedom fries")

In the United States between 1917–18, German-American schools and newspapers by the thousands were forced to permanently close. In cities and towns across the nation, libraries burned their German-language books in public burnings. The officials of German-named towns that had been founded by German-Americans were intimidated by county, state, and federal government officials into anglicizing their names, and into destroying all traces of their German heritage. In cities across the United States, German-sounding street names were banned. Many families with a German-sounding last name changed their surname. The vast majority of German-Americans, however, were loyal to their adopted country and thousands of them served in the United States military. (portanto é justo depreender que todas as outras medidas foram tomadas para enraivecer a população contra os Hunos, não vos parece?)

Newspapers in New York and other places published lists of inhabitants names and addresses, labeled as Enemy Aliens, thereby inviting neighbors to hostile actions.

As the public atmosphere became increasingly hysterical, vigilantes burned "pro-German" books, spied on neighbors, and attacked and murdered immigrants and radicals. Anti-German tension culminated on April 4, 1918, in the brutal lynching of German immigrant Robert Prager, a coal miner living in Collinsville, Illinois, who was accused of making "disloyal remarks". In June 1918 a bill was introduced in the House of Representatives by Representative John M. C. Smith with the aim to wipe out German names from the map of the United States



Artigo publicado aqui



e do deportar e aprisionar de muitos pacifistas, oponentes à entrada no conflito pela parte dos EUA e objectores de consciência, os Norte Americanos lá começaram obedientemente enraivecidos a alistarem-se no exercito para virem morrer numa terra que não conheciam e numa guerra desnecessária.

Deixo-vos apenas com estas notas da pagina da wikipedia sobre Bernays

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Bernays, working for the administration of Woodrow Wilson (o presidente norte-americano que tinha sido eleito com promessas de manter os EUA fora da Primeira Guerra Mundial  Wink ) during World War I with the Committee on Public Information, was influential in promoting the idea that America's war efforts were primarily aimed at “bringing democracy to all of Europe". Following the war, he was invited by Woodrow Wilson to attend the Paris Peace Conference in 1919.

Stunned by the degree to which the democracy slogan had swayed the public both at home and abroad, he wondered whether this propaganda model could be employed during peace time. Due to negative implications surrounding the word propaganda because of its use by the Germans in World War I, he promoted the term "Public Relations". According to the BBC interview with Bernays' daughter Anne, Bernays felt that the public's democratic judgment was "not to be relied upon" and he feared that "they [the American public] could very easily vote for the wrong man or want the wrong thing, so that they had to be guided from above". This "guidance" was interpreted by Anne to mean that her father believed in a sort of "enlightened despotism" ideology.

This thinking was heavily shared and influenced by Walter Lippmann, one of the most prominent American political columnists at the time. Bernays and Lippmann sat together on the U.S. Committee on Public Information, and Bernays quotes Lippmann extensively in his seminal work Propaganda.



Juntem a historia das Relações Publicas este artigo do Robert Fisk e ficam já a perceber a razão que leva o OWS a ser tão incomodo ao olhos e contas bancarias dos poderosos de Wall Street e City of London.

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Bankers are the dictators of the West

Writing from the very region that produces more clichés per square foot than any other "story" – the Middle East – I should perhaps pause before I say I have never read so much garbage, so much utter drivel, as I have about the world financial crisis.

But I will not hold my fire. It seems to me that the reporting of the collapse of capitalism has reached a new low which even the Middle East cannot surpass for sheer unadulterated obedience to the very institutions and Harvard "experts" who have helped to bring about the whole criminal disaster.

Let's kick off with the "Arab Spring" – in itself a grotesque verbal distortion of the great Arab/Muslim awakening which is shaking the Middle East – and the trashy parallels with the social protests in Western capitals. We've been deluged with reports of how the poor or the disadvantaged in the West have "taken a leaf" out of the "Arab spring" book, how demonstrators in America, Canada, Britain, Spain and Greece have been "inspired" by the huge demonstrations that brought down the regimes in Egypt, Tunisia and – up to a point – Libya. But this is nonsense.

The real comparison, needless to say, has been dodged by Western reporters, so keen to extol the anti-dictator rebellions of the Arabs, so anxious to ignore protests against "democratic" Western governments, so desperate to disparage these demonstrations, to suggest that they are merely picking up on the latest fad in the Arab world. The truth is somewhat different. What drove the Arabs in their tens of thousands and then their millions on to the streets of Middle East capitals was a demand for dignity and a refusal to accept that the local family-ruled dictators actually owned their countries. The Mubaraks and the Ben Alis and the Gaddafis and the kings and emirs of the Gulf (and Jordan) and the Assads all believed that they had property rights to their entire nations. Egypt belonged to Mubarak Inc, Tunisia to Ben Ali Inc (and the Traboulsi family), Libya to Gaddafi Inc. And so on. The Arab martyrs against dictatorship died to prove that their countries belonged to their own people.

And that is the true parallel in the West. The protest movements are indeed against Big Business – a perfectly justified cause – and against "governments". What they have really divined, however, albeit a bit late in the day, is that they have for decades bought into a fraudulent democracy: they dutifully vote for political parties – which then hand their democratic mandate and people's power to the banks and the derivative traders and the rating agencies, all three backed up by the slovenly and dishonest coterie of "experts" from America's top universities and "think tanks", who maintain the fiction that this is a crisis of globalisation rather than a massive financial con trick foisted on the voters.

The banks and the rating agencies have become the dictators of the West. Like the Mubaraks and Ben Alis, the banks believed – and still believe – they are owners of their countries. The elections which give them power have – through the gutlessness and collusion of governments – become as false as the polls to which the Arabs were forced to troop decade after decade to anoint their own national property owners. Goldman Sachs and the Royal Bank of Scotland became the Mubaraks and Ben Alis of the US and the UK, each gobbling up the people's wealth in bogus rewards and bonuses for their vicious bosses on a scale infinitely more rapacious than their greedy Arab dictator-brothers could imagine.

I didn't need Charles Ferguson's Inside Job on BBC2 this week – though it helped – to teach me that the ratings agencies and the US banks are interchangeable, that their personnel move seamlessly between agency, bank and US government. The ratings lads (almost always lads, of course) who AAA-rated sub-prime loans and derivatives in America are now – via their poisonous influence on the markets – clawing down the people of Europe by threatening to lower or withdraw the very same ratings from European nations which they lavished upon criminals before the financial crash in the US. I believe that understatement tends to win arguments. But, forgive me, who are these creatures whose ratings agencies now put more fear into the French than Rommel did in 1940?

Why don't my journalist mates in Wall Street tell me? How come the BBC and CNN and – oh, dear, even al-Jazeera – treat these criminal communities as unquestionable institutions of power? Why no investigations – Inside Job started along the path – into these scandalous double-dealers? It reminds me so much of the equally craven way that so many American reporters cover the Middle East, eerily avoiding any direct criticism of Israel, abetted by an army of pro-Likud lobbyists to explain to viewers why American "peacemaking" in the Israeli-Palestinian conflict can be trusted, why the good guys are "moderates", the bad guys "terrorists".

The Arabs have at least begun to shrug off this nonsense. But when the Wall Street protesters do the same, they become "anarchists", the social "terrorists" of American streets who dare to demand that the Bernankes and Geithners should face the same kind of trial as Hosni Mubarak. We in the West – our governments – have created our dictators. But, unlike the Arabs, we can't touch them.

The Irish Taoiseach, Enda Kenny, solemnly informed his people this week that they were not responsible for the crisis in which they found themselves. They already knew that, of course. What he did not tell them was who was to blame. Isn't it time he and his fellow EU prime ministers did tell us? And our reporters, too?


Artigo publicado aqui


Desculpem lá o testamento mas este topico já havia muito tempo que pedia uma participação minha de que eu me pudesse orgulhar. Espero que tenham apreciado os meus argumentos, e caso estejam confusos, perguntem que terei todo gosto em esclarecer.
 Brinde
« Última modificação: Dezembro 13, 2011, 20:28 por Yazalde70 » Registado

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Re: We are the 99 percent , « Resposta #38 em: Janeiro 23, 2012, 22:29 »



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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
Re: We are the 99 percent , « Resposta #39 em: Dezembro 27, 2012, 19:34 »



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Jornalista descobre planos do FBI para assassinar líderes do Occupy Wall Street.

Jason Leopold, um jornalista do Truth-Out, descobriu que o FBI ”planejava organizar ataques com atiradores furtivos contra manifestantes”. Segundo os documentos revelados, “a inteligência indicou que os manifestantes de Nova York e Seattle tinham planeado protestos semelhantes em Houston, Dallas, San Antonio e Austin, Texas” o que levou o FBI a “reunir informações contra os líderes dos grupos de protesto, obter fotografias e, em seguida, formular um plano para assassinar as lideranças através de snipers.”

Esta notícia, que está a ser divulgada pelos principais meios de comunicação com independência face ao império, parece não ter importância aos olhos dos editores comprometidos com o consenso e não saiu das caixas de correio electrónico dos bantustões do pensamento único. Se fosse um plano para retirar pedras da calçada, e fazer com que estas caíssem sobre polícias armados e preparados para a guerra social, encontrado num qualquer alçapão anarquista, quantas pessoas já teriam sido chamadas pelo bureau? Se esta notícia nos chegasse de Caracas, de Gaza ou de Teerão, quantos títulos os respectivos governos já teriam tido direito por querer eliminar as diferentes “oposições democráticas”?

Perdida a batalha pela razão, sobra-lhes a pólvora e a cobardia. Obama, como é evidente, tem responsabilidades e há cabeças que terão que rolar. Ou Washington retira de cena quem orquestrou este plano ou, a preferir o silêncio, relega a quem, mais ou menos como eles, esteja disposto a fazê-lo pela calada. “One man’s terrorist is another man’s freedom fighter” é um postulado que nunca como hoje fez tanto sentido, sendo que Obama, como o FBI, estão do lado do terror.

http://5dias.net/2012/12/27/jornalista-d...treet-e-agora-nobel-da-paz-barack-obama/
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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
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