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Fórum SCP - A Comunidade do Sporting Clube de Portugal Assuntos Desportivos Futebol de Outras Equipas e Selecções (Moderadores: Angel Lion, Stunner) Tópico:

Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes

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Autor Tópico: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes (Lida 3623 vezes)

Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #20 em: Setembro 07, 2011, 09:04 »



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Júnior

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Pois mais um para o Saragoça.
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #21 em: Setembro 07, 2011, 13:54 »


On a steel horse I ride


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Do blog Em Jogo.

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Fechou o mercado de transferências (até Janeiro) e agora as águas turvas do mundo do futebol vão acalmar por uns tempos. Foi uma azáfama, uma corrida contra o relógio até à meia noite que deixou alguns negócios surpresas e muitas, muitas dúvidas (ou certezas) sobre como anda o desporto-rei. Começa a ser cada vez mais evidente que a total liberalização do mercado de transferências abriu caminho a um amplio submundo de dinheiro negro, sujo, escondido que o grande público não vê por detrás de negócios hilariantes e sem nenhum sentido desportivo. Portugal continua a ser um exemplo perfeito de como mexer no mercado por todos os motivos, menos pelo jogo em si, mas não é caso único. Sob a inoperância das grandes organizações directivas poucos se atrevem a dizer que... o rei vai nu!


Sempre houve negócios sujos e estranhos nos mercados de transferência, com luvas por debaixo da mesa e comissões por declarar.

Mas o que se viveu este Verão, e nos últimos porque isto vai in crescendo, reforça a teoria de muitos de que o mundo do futebol é cada vez mais um mundo tão perigoso e suspeito como o de qualquer actividade ilegal perseguida e vigiada pelas autoridades policiais. No livro Pay as Yoy Play, um grupo de estudiosos ingleses analisa as contratações nos últimos 20 anos da Premier League e chega a essa conclusão: hoje, uma transferência, é cada vez menos um negócio desportivo e, cada vez mais, uma forma hábil de lavar dinheiro, pagar favores e ganhar influência.

Portugal continua a ser um paraíso de corruptos, seguindo a tradição mediterrânica que se estende por Itália, Grécia, Turquia e Espanha, e como paraíso de corruptos que é, de Norte a Sul, o futebol continua a ser uma arena perfeita para negociar por debaixo da mesa o que ainda é ilegal às claras. Só isso pode explicar mais de uma dúzia de negócios realizados à última hora por parte dos grandes clubes lusos - os pequenos limitam-se a copiar, em menor escala, o que vêm funcionar nos graúdos - que encontraram em agentes FIFA - nomeadamente o todo poderoso Jorge Mendes - e em clubes aliados por essa Europa fora, parceiros idóneos para maquilhar contas, pagar velhos favores, ganhar novos amigos e, sobretudo, agradar a quem realmente manda hoje em dia no mundo do futebol: os empresários desportivos.

Granada, Zaragoza e Atlético Madrid representam em Espanha o que de pior se pode imaginar nesse submundo de trocas e baldrocas desportivas, tão putrefacto que nem as autoridades se atrevem realmente a investigar. Não surpreende, portanto, que tenham sido os parceiros perfeitos para os negócios mais surpreendentes dos clubes lusos que têm realmente algo que ganhar com este mercado de três meses que muitos suplicam que se reduza a um e termine a 1 de Agosto esquecendo-se de que isso é tirar o pão da boca a quem paga o desporto, os milionários que movem o dinheiro e os agentes que lhes servem de intermediários.



FC Porto, Sporting CP e SL Benfica continuam a ser clubes com gestões pouco transparentes e, sobretudo, repletas de manchas no que ao Fair Play desportivo implica, pelo menos segundo os critérios da UEFA que continua a lavar as mãos e a olhar para o lado enquanto assiste, impassível, a este mercadilho.

Não é assim em todo o lado. Em Itália há uma velha tradição de co-propriedade que permite a dois clubes partilhar o passe de um jogador num prazo máximo de dois anos até que um dos clubes, finalmente, compra a percentagem restante. Uma situação muito mais limpa e transparente que dá pouca margem de manobra para negócios surpresa de última hora (um clube estrangeiro tem de comprar os 50% a ambos os clubes para ficar com a totalidade do passe do jogador). Em Inglaterra houve muita agitação e, salvo o caso de Joe Cole (emprestado ao Lille), muitos negócios entre clubes da Liga. Mas tudo às claras, sem comissões escondidas e, sobretudo, sem fundos porque a Premier não permite que um passe seja detido por alguém que não seja um clube, algo que vem dos dias de Tevez e Mascherano. Mas também é certo que a Premier foi a primeira liga a abrir a borbulha e a permitir a chegada dos milhões do petróleo e gás, que encontraram em clubes de futebol a forma perfeita de lavar o dinheiro ilegal que iam ganhando nos seus países de origem. O caso dos argentinos levou a FA e a Premier a acordar a tempo para a nova realidade negocial e a travar - juntamente com a velha exigência de que os jogadores tenham um minimo de internacionalizações pelo seu país - esta derrapagem financeira. Mas esse negócio abriu precedentes.

Como os de Alex Sandro e Danilo, novos jogadores do FC Porto. Os azuis voltaram a romper o mercado graças a Falcao (e recusaram propostas por Alvaro, Fernando e Moutinho até ao fim) mas acabaram por investir pouco do dinheiro ganho (12 milhões em Defour e Mangala e alguns trocos entre Kelvin, Iturbe e percentagens de passes adquiridos). Essencialmente porque os quase 20 milhões que custam os dois brasileiros são cortesia do fundo que comprou ambos os jogadores e que pretende utilizar o clube das Antas como plataforma na Europa. Os jogadores actuam no FC Porto até que uma proposta maior permita aumentar a rentabilidade do investimento e ninguém se surpreenderá se daqui a um ano nenhum dos dois atletas fique na Invicta. Um negócio obscuro que não é nada novo nas manobras de Pinto da Costa no mercado sul-americano que começou há uns anos com a compra de percentagens de passes (algo que em Inglaterra é ilegal, por exemplo) e nos negócios com empresários de reputação duvidosa que utilizavam os seus próprios clubes plataforma, criados ou reestruturados para potenciar jogadores, para sacar o seu lucro. O negócio mais chamativo dos dragões inclui a venda de Falcao por 45 ao Atlético. Uma surpresa porque ambos os clubes estavam de relações cortadas com o caso Paulo Assunção (que chegou até à UEFA) mas que se explica porque nenhum outro clube estava disposto a pagar tanto pelo colombiano. E porque Jorge Mendes estava envolvido na transferência.

O agente FIFA, que fez de Madrid a sua casa (os seis jogadores que tem no Real Madrid, incluindo um desconhecido Pedro Mendes que já se estreou no troféu Bernabeu para rentabilizar um passe que pertence ao próprio empresário), incluiu Ruben Micael no negócio por valores que vão de zero a cinco milhões, dependendo das versões. Um jogador que o Atlético não queria e que acabou no Zaragoza, clube que está em concurso de credores, mas que pode vender e comprar jogadores porque a lei espanhola é assim, uma lei sem lei. O Deportivo que bem se queixou do trato preferencial dado ao clube aragonês já ameaçou denunciar os "maños" à FIFA e com razão. Um clube sem dinheiro, com dividas astronómicas, que acabou por ser o rei do mercado nos últimos dias graças ao dedo miraculoso de Mendes. Um clube que comprou por uns meros 500 mil euros o passe de Helder Postiga, o avançado titular do Sporting. Um clube que adquiriu o jovem Juan Carlos, promessa da cantera do Real Madrid que foi comprado pelo Braga (com ajuda de Mendes) para acabar junto ao Ebro. Isto claro sem falar do negócio Roberto com o Benfica que levou o clube das águias a justificar à CMVM que a venda de 8 milhões de um guarda-redes que custara...8 milhões (num ano em que o seu passo desportivamente se desvalorizou de forma absoluta e inequivoca aos olhos do Mundo) se devia a que Roberto tinha sido adquirido por um fundo (onde também está Mendes) e que o Zaragoza tinha pago umas migalhas. Zaragoza, clube que adquiriu mais 10 jogadores (entre vários internacionais se inclui Fernando Meira) e que vendeu um dos seus dianteiros, Uche, ao Villareal curiosamente pelo mesmo valor que era devido ao Getafe, o clube da sua procedência. Claro que Uche não vai jogar no Villareal mas sim no Granada, outro clube desta trilogia à espanhola envolvido intimamente com o futebol português. Detido por investidores italianos, onde se inclui o dono da Udinese, o Granada estreitou ligações com o Benfica, obtendo Jara, Yebda, Júlio César e Carlos Martins por empréstimo. Zaragoza e Granada, clubes sem dinheiro, com um estádio novo por construir, terrenos por alienar e amigos influentes no mundo da construção civil que se tornam alvos apetecíveis para tubarões de águas profundas.


Mas até históricos caem nesta rede de dinheiro que se move à velocidade da luz, aparece e desaparece, e permite a máquina continuar a funcionar. O Atlético de Madrid é o exemplo perfeito nas mãos de Gil Marin, filho do polémico Gil y Gil, e com a colaboração de Mendes. A chegada de Falcao é um exemplo perfeito mas mais interessantes são os casos do esquadrão bracarense e de Julio Alves. O irmão mais novo de Bruno Alves, que apenas jogou na Liga Sagres pelo Rio Ave, foi contratado para ser imediatamente emprestado ao Bessiktas onde, curiosamente (ou não), já jogam Simão, Manuel Fernandes, Bebé, Quaresma e Hugo Almeida. Todos "homens Mendes"!

De Braga chegou Silvio e um contrato de preferência sobre Pizzi, revelação no Paços, que acabou por aterrar no Calderon por um valor que pode chegar aos...15 milhões de euros, impensável para um jogador sem mercado, mais o empréstimo de Fran Merida, revelação espanhola por confirmar desde os dias do Arsenal. Mas se no Manzanares entram jogadores a preço de saldo, tal como sucedeu com Roberto - o Atlético também tem um novo estádio a ser preparado, relembro - saem jogadores com preços de mercado inflacionados. É o caso de Elias, descartado, raramente utilizado desde a sua chegada em Janeiro, que aterra em Alvalade pelos 8,5 milhões que custou. O Sporting, que mudou por completo o plantel de um ano para o outro, gastou pouco em muitos jogadores. Em Elias gastou mais do que arrecadou com todas as vendas e começam a voltar as suspeitas sobre a real saúde das finanças leoninas.



Casos graves que passam ao lado de investigações policiais sérias e independentes.

Mas que não são exclusivos de clubes lusos ou pequenas plataformas espanholas. Até um clube como o Real Madrid hoje depende dos empresários para confeccionar o seu plantel. Vejam o caso de Altintop. Um jogador livre, dispensado pelo Bayern Munchen, com uma grave lesão nas costas que acaba no Real Madrid de forma surpreendente. Para muitos talvez o que surpreenda é que o turco provavelmente nunca jogue com os merengues já que está prevista a sua venda ao Galatasaray no próximo Verão depois de um empréstimo de seis meses a começar em Dezembro. E porque chegou Altintop ao Real Madrid?

Porque o seu empresário é o mesmo de Nuri Sahin, a grande promessa turca que o clube merengue contratou ao Dortmund. Uma exigência do empresário (e do jogador, que é o "protegido" do capitão da selecção turca) foi sempre de chegar a Madrid acompanhado por Altintop para valorizar o seu passe de forma a que este pudesse voltar à Turquia sem problemas, já curado da sua lesão que, garantidamente, iria impedir a sua colocação durante o Verão em qualquer clube. O Real Madrid lutou contra a situação mas rendeu-se à evidência. E hoje oficialmente, Altintop é jogador merengue. Como Bebé foi jogador do Manchester United - sem o clube o ter visto sequer jogar - ou como Tevez ainda se move por Inglaterra sem saber-se realmente bem a quem pertence o seu passe.

Essa ditadura dos empresários, aliada à sagacidade de alguns dirigentes, tem condicionado por completo um mercado enlouquecido.

Na maioria dos casos os jogadores são conscientes do circulo vicioso em que entram. Aceitam contratos chorudos para paliar o mínimo impacto desportivo nas suas carreiras mas muitos deles voltam rapidamente ao ponto de origem, como virgens arrependidas. Outros deixam-se levar pela conversa de empresários e dirigentes e perdem-se completamente para o futebol, entregues aos excessos do dinheiro e ao mínimo controlo que o clube receptor exerce na sua carreira. A maioria dos casos são jogadores sem futuro a quem lhes custa muito recuperar. O caso de Ricardo Quaresma é, sem dúvida, o mais gritante. Negócio Mendes a três niveis, passou do FC Porto ao Inter, do Inter ao Chelsea por empréstimo e daí para o Bessiktas, desaparecendo a pouco e pouco o destelho de arte que o converteu numa das grandes promessas do futebol mundial. O mesmo se pode dizer de mil e um atletas, carne para canhão neste mundo de milhões que transformam presidentes de clubes em milionários, empresários em semi-deuses e treinadores em cúmplices de projectos desportivos que se desfazem. Manzano, Vitor Pereira, Jorge Jesus, Domingos Paciência, Javier Aguirre ou Leonardo Jardim são treinadores que viram os seus planteis aumentar e diminuir de forma descontrolada durante o último mês, sem saber realmente com quem contavam para trabalhar. Domingos ficou com um plantel praticamente novo. Jesus desmontou, quase definitivamente, a sua equipa campeã. Vitor Pereira ficou sem opções para zonas do terreno onde o FC Porto vive órfão e Leonardo Jardim limitou-se a acenar que sim quando António Salvador apareceu com o dinheiro no bolso. Realidades que os adeptos não entendem e que se estendem em clubes menores com compras em paquetes express a clubes sem expressão ou com o regresso de futebolistas perdidos em ligas como a romena, cipriota, grega, russa ou ucraniana e que tentam recomeçar do zero depois de terem sido abandonados, como cordeiros no altar, ao sacrifício do Dom Dinheiro.




O futebol continua a caminhar perigosamente para um túnel sem saída. O dinheiro que se move é cada vez maior e, sobretudo, cada vez mais oculto. Não se pagaram mais de 50 milhões por um jogador - como sucedeu nas últimas épocas - mas pagou-se muito dinheiro que ficou por declarar e justificar tendo em conta o rendimento de mais de um atleta. Projectos como o do Zaragoza sobrevivem com a cumplicidade da legislação, já de si construida para beneficiar quem mais tem a ganhar com ela. Clubes como o Benfica e Sporting entregam-se a negócios obscuros que dificilmente poderiam justificar e entidades como o FC Porto ou Atlético de Madrid continuam a utilizar os empresários e os misteriosos fundos para manter-se na ribalta quando financeiramente vivem na corda bamba do resultadismo. No caso dos portugueses, na constante presença na Champions League, no caso dos espanhóis nos empréstimos bancários e na borbulha imobiliária que definiu a vida de muitos clubes de futebol no país vizinho na última década. Olhando para estes nomes, números, para estas coincidências que não o são, para tantas suspeitas por justificar, é irónico ouvir a UEFA falar de fair play e as autoridades policiais a assobiar para o lado quando um negócio como o futebol, talvez uma das indústrias mais poderosas da actualidade, continua a ser pasto para corruptos e corruptores passearem à vontade sabendo que o risco é minimo e o lucro gigantesco. À medida que esses jogadores se movem, ocupando lugares em plantéis onde muitas vezes nem contam, os clubes abandonam a formação, a aposta em jogadores da casa ou em negócios desportivos realmente relevantes, ideias que se tornaram, na mente dos directivos de SADs quimeras quixotescas quando existe a possibilidade de ganhar milhões. Enquanto o mundo do futebol continuar a vier neste limbo muitos Julio Alves e Bebés acabarão na Turquia depois de sonhar com a glória da Liga Espanhola ou da Premier e muitos veículos desportivos, viagens de luxo, terrenos em zonas privilegiadas ou negócios bem mais perigosos passarão pelas mãos de quem realmente tem a bola debaixo do
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #22 em: Setembro 08, 2011, 14:29 »



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O problema do Zaragoza está no seu presidente e dono, Agapito Iglesias, conhecido dono de uma das empresas mais corruptas do sector da construção civil em Espanha (Codesport), que em menos de 5 anos conseguiu quase duplicar o passivo do clube, e através de um regime autoritário fazer tudo sozinho sem sequer informar os colegas da direcção do clube, e com vários desentendimentos internos à mistura. Tudo isto sem ganhar nada e com vários jogadores e treinadores com reconhecida qualidade a saírem pela porta pequena em confiltos (Milito, Ewerthon, D'Alessandro, Irureta etc...).

Toda esta situação é de lamentar para o clube aragonês, um dos mais bem sucedidos do futebol espanhol e um histórico com nome no futebol europeu.   Sad

Não concordo no artigo é com a razão que o autor atribui ao Deportivo no protesto contra o Zaragoza, até porque os galegos também têm dívidas astronómicas, e apesar de ter descido na época passada (o Zaragoza também passou por isso), em Espanha ainda se discute muito os mistérios por trás do financiamento do SuperDepor, com ligações até a negócios ilícitos.
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What do you wanna hear first: bad news, or the worst?
Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #23 em: Setembro 08, 2011, 15:04 »



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Grande artigo esse.
Já agora, o link: http://emjogo.blogs.sapo.pt/223886.html
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Há coisas na vida que nunca mudam, a nobreza de carácter é uma delas, ou se tem, ou não. Por mais “riqueza” que ostentem, os pobres de espírito sempre o serão. O complexo de inferioridade demonstrado por todas estas atitudes é totalmente incompatível com um clube que para além de títulos quer ser grande, pois a grandeza é muito mais do que o vencer. A grandeza é vencer, é saber vencer, é saber perder, é saber estar, algo que não está ao alcance de todos.

O Sporting Clube de Portugal,
Lisboa, 28 de Outubro de 2013
Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #24 em: Setembro 29, 2011, 14:27 »



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Não sei até que ponto é que esta notícia mereceria mais destaque no fórum, mas seja como for cá vai:

http://www.as.com/futbol/articulo/bloomb...ga-jorge-mendes/20110929dasdasftb_14/Tes
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Bloomberg: La FIFA investiga a Jorge Mendes

La FIFA considera que hay varios movimientos sospechosos en torno a Gestifute, la empresa de representación de Mendes, el Sporting de Lisboa y el Besiktas.


La FIFA decidió abrir una investigación para aclarar la participación de Jorge Mendes y Peter Kenyon, ex directivo de Chelsea y Manchester United "como consultores externos" en fondos de inversión situados en el paraíso fiscal de Jersey, según la agencia Bloomberg.

Los fondos se registraron el pasado 24 de noviembre y prometían una rentabilidad del 10% anual, con una inversión mínima de un millón de euros. Detrás de los fondos estaban Gestifute, la empresa de representación de Mendes, y CAA Sports International, una empresa en la que participa Kenyon.

Los promotores resaltaban en su folleto la relación de sus clientes potenciales en las que aparecían el Benfica, Sporting de Portugal, Braga y Atlético "para identificar y traspasar a jugadores de primer nivel". Sin embargo, en el documento también aparecería que el fondo no participaría en traspasos realizados por Gestifute. La FIFA considera que hay varios movimientos sospechosos en torno a Mendes, el Sporting de Lisboa y el Besiktas.

Por sospechas como estas, la FIFA se está planteando fijar un tope en las comisiones que se llevan los representantes cuando se realizan los traspasos.


Alguém que me refresque a memória: que negócios é que fizemos recentemente com o Besiktas? Ou estamos a falar de operações tipo o miúdo do Real Madrid (Juan Carlos, acho) que foi parar ao Zaragoza vendido pelo Braga?
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #25 em: Setembro 29, 2011, 14:42 »



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Esse Peter Kenyon não é o do tal fundo irlandês a quem estamos a vender as pérolas deste ano ao desbarato? Tudo boa gente...
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #26 em: Setembro 29, 2011, 14:55 »



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Não sei até que ponto é que esta notícia mereceria mais destaque no fórum, mas seja como for cá vai:

http://www.as.com/futbol/articulo/bloomb...ga-jorge-mendes/20110929dasdasftb_14/Tes
Citar
Bloomberg: La FIFA investiga a Jorge Mendes

La FIFA considera que hay varios movimientos sospechosos en torno a Gestifute, la empresa de representación de Mendes, el Sporting de Lisboa y el Besiktas.


La FIFA decidió abrir una investigación para aclarar la participación de Jorge Mendes y Peter Kenyon, ex directivo de Chelsea y Manchester United "como consultores externos" en fondos de inversión situados en el paraíso fiscal de Jersey, según la agencia Bloomberg.

Los fondos se registraron el pasado 24 de noviembre y prometían una rentabilidad del 10% anual, con una inversión mínima de un millón de euros. Detrás de los fondos estaban Gestifute, la empresa de representación de Mendes, y CAA Sports International, una empresa en la que participa Kenyon.

Los promotores resaltaban en su folleto la relación de sus clientes potenciales en las que aparecían el Benfica, Sporting de Portugal, Braga y Atlético "para identificar y traspasar a jugadores de primer nivel". Sin embargo, en el documento también aparecería que el fondo no participaría en traspasos realizados por Gestifute. La FIFA considera que hay varios movimientos sospechosos en torno a Mendes, el Sporting de Lisboa y el Besiktas.

Por sospechas como estas, la FIFA se está planteando fijar un tope en las comisiones que se llevan los representantes cuando se realizan los traspasos.


Alguém que me refresque a memória: que negócios é que fizemos recentemente com o Besiktas? Ou estamos a falar de operações tipo o miúdo do Real Madrid (Juan Carlos, acho) que foi parar ao Zaragoza vendido pelo Braga?

Não serão negócio entre SCP e Besiktas, mas de transferências de outros clubes para cá (e lá). O Rodriguez parece que é da gestifute, os outros que vieram este ano já não sei.
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #27 em: Setembro 29, 2011, 15:58 »



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Jorge Mendes, representante de Cristiano Ronaldo, José Mourinho y un largo etcétera de estrellas mundiales del fútbol, está siendo investigado por la FIFA. El organismo sospecha que el portugués pudo usar sus influencias en Atlético de Madrid, Sporting de Lisboa y Besiktas para favorecer traspasos de jugadores pertenecientes a un fondo de inversión del que es asesor externo junto a Peter Kenyon, ex manager del Chelsea. De confirmarse esta irregularidad, Mendes podría ser inhabilitado y los clubes participantes, entre ellos, el Atlético, sancionados con la prohibición de fichar jugadores.

Según informa la agencia Bloomberg y revela el diario 'El País' citando fuentes del Atlético de Madrid, este fondo estaría radicado en paraísos fiscales de la Isla de Jersey.

Sus gestores prometen un beneficio mínimo del 10% a los futuros clientes que inviertan más de un millón de euros. Para lograrlo, el fondo les otorga la participación en los derechos deportivos de jóvenes futbolistas de entre 18 y 23 años que, garantizan, serán objeto de futuros y jugosos traspasos.

Para conseguir que estos futbolistas sean fichados y, por lo tanto, generen estos dividendos, el fondo de inversión, dice El País, afirmaba tener influencia en poderosos clubes europeos como el Atlético de Madrid, el Sporting de Lisboa o el Besiktas turco.

Sería aquí dónde entraría la figura de Kenyon y Jorge Mendes.

Ambos se encargarían de convencer a los clubes anteriormente mencionados para que fichasen a los futbolista propiedad de este fondo de inversión. Logrados estos traspasos, una parte de lo desembolsado por los clubes compradores iría a parar al fondo de inversión y, por lo tanto, a los inversores que forman parte de la sociedad.

El método para cuadrar estos movimientos es sencillo: ofrecer a un buen jugador perteneciente a la cartera de representados por Mendes o Kenyon a cambio de fichar a otro (los pertenecientes a este fondo de inversión) para cederlo o traspasarlo, a su vez, a una tercera entidad.

Esta investigación de la FIFA llama la atención en España por cuanto, en los últimos meses, el Atlético de Madrid ha protagonizado extraños movimientos muy en la línea de las sospechas expresadas por Bloomberg.

El fichaje de Alves (comprado por 2'5 millones de euros y cedido más tarde al Besiktas), o Micael (incluido en la operación Falcao y cedido al Zaragoza) encajarían a la perfección en esta supuestas prácticas ilícitas.

En caso de que la FIFA demostrase que estas irregularidades existen, el organismo podría castigar duramente a todas las partes implicadas. Lo más preocupante para el Atlético de Madrid sería recibir como castigo la prohibición para fichar jugadores durante un determinado periodo de tiempo. Mendes también podría quedar inhabilitado y los jugadores afectados, perder la licencia para jugar.


E aqui também...

http://ecodiario.eleconomista.es/futbol/...s-por-sus-negocios-con-Jorge-Mendes.html
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #28 em: Fevereiro 21, 2013, 10:49 »



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Sessão de perguntas e respostas com a jornalista líder da investigação da Associated Press "Dirty Game" sobre os esquemas de resultados combinados no futebol.

http://www.reddit.com/r/IAmA/comments/18..._normanculp_leader_of_the_ap_dirty_game/
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #29 em: Fevereiro 25, 2013, 16:29 »



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Pena isso nunca chegar a Portugal....
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"Sporting! Minha vida é o Sporting, minha paixão é o Sporting, meu amor é o Sporting, é o Sporting é o Sporting é o Sporting! Meu vício é o Sporting, minha família é o Sporting, Sporting, Sporting, Sporting, é o meu Sporting!"
Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #30 em: Julho 25, 2013, 16:14 »



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Continuam as palhaçadas no futebol. Agora é a transferência do Roberto e do Pizzi...
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Re: Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes , « Resposta #31 em: Julho 25, 2013, 22:11 »



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É incrivel o que se tem passado este Verão. Jorge Mendes - A. Madrid - Saragoça com Besiktas e claro Sporting pelo meio.

Roberto é vendido ao Saragoça por 8 Milhões depois de ter sido adquirido pelos lampiões por verba idêntica e ter feito uma época vergonhosa.
Ruben Micael é adquirido pelo Atlético num negócio que envolveu Falcão e a seguir é emprestado ao Saragoça.
Júlio Alves é adquirido pelo Atlético e emprestado ao Besiktas (Suinão já havia feito igual viagem na época transacta a custo zero se não estou em erro).
Bebe que havia custado 10 Milhões ao United (sem nunca jogar na 1ª liga) é emprestado ao Besiktas.
Juan Carlos é comprado pelo Braga por 2,5 Milhões e emprestado ao Saragoça.
Por fim e para ninguem se ficar a rir o Sporting vai a jogo e compra um jogador que o Atletico não queria e que não pode jogar na Liga Europa por quase 9 Milhões e vende Postiga ao Saragoça por um milhão (já depois de termos dado 6,5 milhões por Pongolle que o Atlético era capaz de pagar para se ver livre dele).

Isto não é normal, toda a gente vê que existe aqui trafulhice.

A quem mesmo é que emprestamos o Pongolle a época passada?

Época passada já não era nosso, o último empréstimo que fizemos foi ao Saint Etienne e depois foi-se...
Fui agora ver e parece que conseguiu enganar alguém e está no FC Rostov desde 2012 Pensar
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"O que conta é a nossa garra, a nossa honra"
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Trafulhices de futebol: Rentistas e semelhante; Jorge Mendes

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