Votação

Quem foi o melhor jogador em campo?

Marcelo
1 (0.9%)
Miguel Lopes
1 (0.9%)
Tobias Figueiredo
0 (0%)
Ewerton
5 (4.6%)
Jonathan Silva
3 (2.8%)
Uri Rosell
1 (0.9%)
André Martins
25 (22.9%)
João Mário
1 (0.9%)
Nani
25 (22.9%)
Carlos Mané
7 (6.4%)
Slimani
0 (0%)
Wallysson
2 (1.8%)
Tanaka
1 (0.9%)
Montero
1 (0.9%)
Não sei, estava a ver o Andebol
36 (33%)

Votos totais: 109

Votação encerrada: Ontem às 20:38

Liga 2014-15 [34ªJ | 23/5] Rio Ave 0-1 SPORTING [Sptv | 18h]

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****** Maio 24, 2015, 11:12 am
****** Maio 24, 2015, 11:37 am
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Factos e números do jogo com o Rio Ave
CURIOSIDADES SOBRE O EMBATE EM VILA DO CONDE
Domingo, 24 maio de 2015 | 07:58


Histórico

O Sporting aumentou a sua vantagem em jogos nos Arcos. Os leões exibem agora 11 vitórias, contra 7 empates e apenas três desaires

Derrotas

O Sporting terminou a 1.ª Liga com duas derrotas – no Dragão e em Guimarães, ambas por 3-0 – um registo que se verificou pela última vez em 2006/07 (2.º lugar com Paulo Bento).

Boeck

Eterno suplente de Rui Patrício, o brasileiro voltou a jogar na 1.ª Liga mais de 3 anos depois do último desafio, a 22 de abril de 2012

O melhor Nani

O extremo voltou a marcar e confirmou a sua melhor época leonina na 1.ª Liga: 7 golos, contra 5 em 2005/06 e 06/07. Em jogos oficiais apontou o 12.º golo, superando os 10 nas suas melhores épocas no Man. United (2010/11 e 11/12)

Maratona

O Rio Ave, a equipa com mais minutos nas pernas esta época, terminou a maratona de 57 jogos em 2014/15 com um saldo de 17 vitórias, 19 empates e 21 derrotas

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/Sporting/interior.aspx?content_id=950467
****** Maio 24, 2015, 11:48 am
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Nani, deixas saudades... (0x1)
CRÓNICA
AUTOR: Luís Rocha Rodrigues, 2015-05-23 19:59


Ainda não voltou para Inglaterra (tem a final do Jamor), mas o futebol português já começa a lamentar a sua saída. Claramente um valor acrescentado ao futebol à beira-mar plantado e que, quando está ligado à ficha, é um regalo para a vista. Fez o golo da vitória do Sporting nos Arcos e garantiu um fecho em beleza dos leões no campeonato.

Parecia férias... só para os golos

O arranque de jogo foi algo assustador para quem assistia. Sem grande coisa em jogo, as duas equipas pareceram entrar sem grande fibra para o relvado e a demonstrarem alguma apatia, pelo que se começou por achar que a partida não teria interesse.

Só que isso foi, felizmente, um engano momentâneo. 15 minutos de adaptação a um jogo com características especiais (vento forte e sol a meia altura), nos quais o Sporting mandou, mas sem perigo. E um remate no marasmo que, no fundo, foi o despertador que o jogo precisava. Falamos do lance de Diego Lopes, que tirou Rosell do caminho e que atirou ao poste mais distante.

Leão acordado e a perceber que havia um jogo para ganhar. Além disso, havia também serviço para mostrar, por parte dos que não se podem gabar de terem o estatuto de titular. Desafio aceite: por André Martins, que assumiu a condução do jogo, por Jonathan Silva, que se envolveu muito bem nos momentos ofensivos, por Rosell, que percebeu finalmente que é com uma ou duas mudanças acima na intensidade que se atua naquela posição.

Só que os leões não estavam a jogar sozinhos. Contra um Rio Ave matreiro e conhecedor exímio das características que o seu palco possui, a equipa de Marco Silva apanhou valentes sustos, nomeadamente quando Bressan puxou um livre lateral que foi caprichosamente ao ferro e quando Marvin se isolou. Boeck, aí, deu também sinal de que conta.

A batuta era, pois claro, de Nani. Incansável na procura do desequilíbrio, frustrado quando não era acompanhado nem compreendido, o internacional português remava na procura de uma despedida em beleza do campeonato. E, desta vez, tinha a companhia de Slimani, o avançado mais indicado para o 4x3x3 deste Sporting.

O golo e a segurança

O arranque da segunda parte trouxe o golo da vitória dos leões. Jonathan, numa das tais incursões pela esquerda, encontrou não a cabeça de Slimani (que esteve desacertada), mas a de Nani, que soube onde colocar o esférico e bater um Ederson que teimava em ser, até aí, o homem do jogo.

Reação do Rio Ave de pronto, mas fugaz. Não só porque o vento remava, agora, contra o sentido dos vilacondenses, mas também porque as substituições vieram quebrar o ritmo de jogo.

Um ritmo que, diga-se, nunca foi realmente mantido pelo Rio Ave, a demonstrar um desacompanhamento do corpo com aquilo que a mente ainda queria. É a equipa que mais jogos fez em 2014/2015 e isso ficou visível.

Aproveitou o Sporting para controlar o desafio e ainda tentar o segundo, que Ederson se esforçou por não sofrer. O brasileiro, que deve estar de malas feitas para a Luz, foi quem menos mereceu perder, só que não conseguiu transmitir a qualidade apresentada para os colegas da frente. Festejou o Sporting, de forma justa.

http://www.zerozero.pt/noticia.php?id=155474

****** Maio 24, 2015, 15:42 pm
William
Cédric (que antes andou emprestado e encostado)
Mané
Dier (que fez vários minutos ao longo da época)

E mais tivesse, mais minutos daria. Só falhou no caso do João.

Ah, e esqueci-me do Wilson Eduardo.

Até o Esgaio e o Semedo tiveram minutos.  :)


"If players are patient enough we can develop the team into one of the biggest in the world." - Jürgen Klopp
****** Maio 24, 2015, 18:51 pm
Era importante fechar o campeonato com uma vitória e a equipa cumpriu.

Venha a taça.
''Juntos somos mais e melhores. Vamos Sporting, vamos equipa!'' - João ''Benny'' Benedito