Fórum SCP

João Martins, o 6º Violino.

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

João Martins (1927–1993)



Nasceu em Sines, a 3 de Setembro de 1927 e faleceu a 18 de Novembro de 1993.

Foi trazido para o Sporting pelo grande amigo do ciclismo, Alfredo Trindade, mas a sua modéstia fez com que não realizasse testes, pois achava que não tinha a classe necessária para integrar o plantel dos «leões».

Apresentou-se à experiência na CUF e pediu, apenas, para que lhe dessem um emprego na fábrica. A resposta ao pedido foi aceite, mas antes da sua estreia ainda não tinham cumprido a promessa e Martins recusou-se a jogar. António Abrantes Mendes, que integrava a equipa técnica de Cândido de Oliveira, apercebeu-se dos dotes do jogador e chamou-o para integrar a equipa do Sporting. João Martins ficou de tal forma espantado, que aceitou o convite sem exigir um tostão.

Na década de 50, Martins afirmou-se na equipa «leonina». Foi um homem de grande coração e exemplo disso foi um jogo frente ao Belenenses, em 1955. A equipa do Restelo precisava de ganhar, para não perder o título de Campeão Nacional para o Benfica. A quatro minutos do final do encontro a turma de Belém estava a vencer o Sporting por 2-1, mas numa avançada aparentemente inofensiva, Martins marcou o golo do empate. Quando o jogo terminou, encaminhou-se para junto de Carlos Silva, treinador do Belenenses, pediu-lhe desculpa por ter marcado o golo do empate e emocionado, chorou.

A 4 Setembro de 1955, o Sporting realizou o primeiro jogo de sempre na Taça dos Campeões Europeus, numa partida frente ao Partizan de Belgrado. O resultado final foi o empate a três golos, mas foi de Martins o primeiro tento nesta competição.

Era um jogador alto, elegante e que entrava em campo sempre muito bem penteado. Tinha um bom pé esquerdo. Era incapaz de cometer um lance de agressividade e ao longo da sua carreira nunca sofreu qualquer sanção disciplinar. Ao fim de 12 anos marcou 258 golos ao serviço do Sporting, o que dava uma média de 20 por época. O jornalista Ricardo Ornelas considerou que «proeza bem maior foi o número de golos que deu a marcar aos seus companheiros – o número de golos que a sua dedicação de colega preparou». No seu cadastro não constava nem uma repreensão por escrito. Ao saber que tinha sido repreendido pela FPF, o jogador ficou em estado de choque e recurreu do castigo, apelando que no final do encontro, como “capitão” de equipa, tinha pedido desculpa ao árbitro por qualquer incidente que tivesse havido. O recurso foi analisado e o castigo foi apagado.

A 13 de Novembro de 1959 abandonou o futebol e na festa de despedida, que lhe rendeu 60 contos, Ricardo Ornelas, comovido, elogiou-o «João Martins não foi considerado um génio do futebol. Talvez antes assim. Contentou-se, sempre, em ter, pura e simplesmente, o seu génio. Mas não serviu o jogo em menor escala, por essa razão, porque o seu génio, afinal, forjou um exemplo de que João Martins pode legitimamente orgulhar-se. Foi um desportista leal - para o futebol, para a sua equipa, para os adversários, para os árbitros, para o públicio – e, afinal, para si próprio.»

Estreou-se ao serviço da Selecção A em Novembro de 1952, num jogo contra a Aústria. O último jogo realizou-se a 16 de Junho de 1957, no qual a equipa das “quinas” venceu por 3-0 o Brasil.

Martins jogou a avançado centro, a extremo direito, extremo esquerdo e até a guarda-redes. A primeira vez que defendeu as redes foi em 1950, num jogo contra o Olhanense. A segunda ocasião ocorreu pouco tempo depois, em Marvila. Tormenta foi pontapeado por um adversário e aos 10 minutos de jogo teve de abandonar o relvado. Martins pediu-lhe o boné e as joelheiras, e foi para a baliza, onde esteve 80 minutos sem sofrer um golo.

João Martins foi Campeão Nacional nas épocas de 1950/51, 1951/52, 1952/53, 1953/54 e 1957/58. Venceu a Taça de Portugal em 1953/54 e foi 11 vezes internacional pela selecção A.

Na época de 1953/54 marcou 31 golos e recebeu a Bola de Prata, após um renhido duelo com Matateu.

Viria a falecer com 66 anos, em França, onde trabalhava, vítima de um ataque cardíaco.

Curriculum:
   Nome: João Batista Martins
   Local de Nascimento: Sines
   Data de Nascimento: 3 de Setembro de 1927
   Início de Carreira no Sporting: 1950
   Internacionalizações: 11

   Títulos conquistados ao serviço do Sporting:
  • 5 Campeonatos Nacionais ( 1950/51, 1951/52, 1952/53, 1953/54 e 1957/58)
  • 1 Taça de Portugal (1953/54)

http://www.sporting.pt/Clube/Historia/Biografias/biografia_joaomartins.asp
Estrela do Sporting Clube Portugal e da selecção nacional de futebol nos anos 50, foi considerado o "sexto violino".

Foi o atleta nascido em Sines que mais se destacou até hoje.

Da cortiça ao futebol
 
[wiki=João Martins]João Baptista Martins[/wiki] nasce em Sines no dia 3 de setembro de 1927. O seu primeiro emprego é na indústria da cortiça, como entalhador de rolhas.
 
Começa a jogar futebol no Sport Lisboa e Sines (também conhecido por "Nacional"), aos 16 anos. O seu primeiro jogo realiza-se em Alcácer do Sal, contra o Barrosinha.
 
Ainda júnior, aos 17 anos, o chefe de uma fábrica de conservas faz-lhe um convite para jogar no Olhanense, da I Divisão Nacional. Foi sozinho no comboio e esteve no Algarve um mês. As saudades fizeram-no regressar a casa.
 
Entrada no Sporting

Mas o seu destino era sair de Sines e cumprir a vocação num clube grande.
 
Um dia, um misto do Barreiro vem jogar ao Alentejo. Com Martins ao centro, o Sport Lisboa e Sines vence por 6-1. Três golos do jovem avançado-centro e uma exibição portentosa fazem a CUF interessar-se por ele. Prometem-lhe emprego e Martins assina.
 
Mas o emprego não vem e meia hora antes do primeiro jogo oficial no novo clube, já na cabine, Martins recusa-se a alinhar (tem esse direito, de acordo com a legislação da altura).
 
Levado por um massagista da CUF, o sineense apresenta-se em Alvalade em 1946. Abrantes Mendes e Buchelli, então técnicos do clube leonino, experimentam-no juntamente com Vasques e Travassos. Martins, ainda que sem o fulgor dos dois companheiros do exame, agrada e fica. O seu ordenado mensal, de 400$00, é uma fortuna para o novato que saíra de Sines à aventura. Ao clube, o negócio fica muito barato: paga por ele apenas 100$00.

Martins, o versátil
 
Ao chegar ao Sporting (clube do seu coração desde que o ciclista ferreirense Alfredo Trindade empolgava o país na sua rivalidade com o benfiquista Nicolau) João Martins era um magrizela. Aos dezasseis anos, já com um 1,74m de altura, pesava apenas 48 quilos. Bastaram-lhe uns meses de Sporting e refeições reforçadas para aumentar 13 quilos.



Quando entra no clube de Alvalade, que então iniciava a sua década ouro (1950s), a concorrência é forte: nada mais nada menos que a linha avançada que ficou conhecida pelos "Cinco Violinos".
 
Joga pela primeira vez como sénior contra o Vitória de Setúbal, no lugar de Jesus Correia. A estreia é boa. O Sporting faz nove golos e um deles é do caloiro alentejano.
 
A oportunidade para segurar um lugar na equipa surge na época de 1949/50, com o abandono de Peyroteo.
 
Martins destaca-se pela versatilidade. É o operário da equipa, joga em todas as posições. Do número 7 ao número 11, o homem de Sines percorre toda a escala. Num jogo com o Oriental, chega a ocupar a posição de guarda-redes.

"O melhor avançado-centro português"
 
Mas a posição em que mais se destaca é a de avançado-centro. O "violino" Travassos, companheiro e amigo, diz na ocasião da sua morte (1993), ao jornal "Sporting": "Foi o melhor avançado-centro que já existiu no futebol português. Desmarcava-se muito bem, isolava-se com facilidade, fugindo à marcação dos adversários, e tinha excelente aptidão para o jogo de cabeça, o que causava o pânico entre as equipas que defrontávamos"
 
Na época 1953/54, à frente de nomes como Matateu e José Águas, João Martins recebe a "Bota de Prata" como melhor marcador do campeonato nacional (31 golos).
 
Ainda no Sporting, ganha os célebres quatro campeonatos seguidos (1950-51, 1951-52, 1952-53 e 1953-54), o campeonato de e 1957-58 e a Taça de Portugal (1953-54).
 
Faz história ao disputar o jogo que inaugura a Taça dos Campeões em Alvalade (Sporting-Partizan: 3-3) em setembro de 1955, marcando dois golos. Na Taça Latina, em 1952, no Juventus-Sporting (3-2), em Paris, volta a marcar dois golos. Repete a proeza em mais dois jogos desta Taça: Milan-Sporting (4-3) e Sporting-Valência (4-1).

Martins na Selecção
 
É convocado pela primeira vez para a seleção nacional a 23 de novembro de 1952, com 24 anos. É internacional em três lugares (avançado-centro, extremo-direito e extremo-esquerdo), vestindo 12 vezes a camisola da equipa portuguesa.
 
Depois de representar o Sporting durante 13 temporadas, retira-se em 1959. O seu último jogo oficial é diante do Caldas (0-0), em 22 de fevereiro. E o último golo é marcado ao Torreense (2-0), em 10 de fevereiro. Em novembro desse ano, Alvalade despede-se dele com uma justa homenagem.



Fair-play
 
Ao longo da carreira, João Martins marca 258 golos pelo Sporting e revela um "fair play" perfeitamente incomum. A Federação Portuguesa de Futebol agracia-o com a "Medalha de Exemplar Comportamento" por ter efetuado mais de 400 jogos sem um único castigo.
 
Depois de deixar o futebol, como os salários da altura não permitiam uma reforma ouro aos 32 anos, João Martins volta ao trabalho. Durante mais de duas décadas vive emigrado em França, onde se emprega como operário fabril.
 
No dia 16 de Novembro de 1993, com 66 anos, morre, por insuficiência cardíaca. O seu corpo vem de França e é sepultado em Sines.

Nesse mesmo ano, a Câmara Municipal de Sines agracia-o, a título póstumo, com a Medalha Ouro de Mérito Desportivo Municipal.

Em 25 de abril de 2008, passa a dar nome ao Parque Desportivo Municipal João Martins.
 
FONTES DE INFORMAÇÃO

Caderno "Martins - O jogador que custou cem escudos ao Sporting", n.º 47 da Coleção "Ídolos do Desporto", Lisboa, 1956 (TEXTO E FOTOS). Notícia "João Martins - O «sexto violino»", do jornalista Aurélio Márcio, publicada n’A BOLA de 18 de novembro de 1993. Notícia "Martins - Um alentejano que brilhou no Sporting", publicada no jornal O ÁS de 29 de dezembro de 1993. Notícia "João Martins (o "sexto violino") foi a enterrar em Sines", publicada no jornal SPORTING de 23 de novembro de 1993.


in página da Câmara Municipal de Sines
João Martins, marcador do 1º golo (e primeiro bis) da história da UEFA Champions League / Taça dos Clubes Campeões Europeus




Sporting na História da Liga dos Campeões

Em 1955, a UEFA estreou as competições internacionais entre os clubes europeus, com o lançamento da Taça dos Campeões Europeus. Nascia, então, a famosa Liga dos Campeões. Tendo a Taça Latina como ensaio e com as condições criadas com o final da Grande Guerra e o inicio da estabilização europeia, a UEFA decidiu convidar 16 clubes, os maiores da Europa, e o Sporting clube de Portugal, apesar de não ter ganho o campeonato nesse ano foi convidado. O Sporting, O Crónico, como era conhecido pelas suas vitórias sucessivas no campeonato nacional, e a sua Equipa maravilha “Cinco Violinos”, eram reconhecidos internacionalmente, pelo que o convite não era de estranhar. [wiki=1955-09-04_SPORTING_–_Partizan_Belgrado]O Sporting e Partizan de Belgrado tiveram a honra de dar o pontapé de saída na prova, no dia 4 de Setembro no Estádio Nacional[/wiki]. O resultado final foi 3-3 tendo o sportinguista João Martins ficado para a história como autor do primeiro golo de uma prova que completa agora 50 anos.

Esta foi a ficha desse jogo histórico:

Sporting
Gomes; Caldeira, Passos e Galaz; Barros e Juca; Hugo, Vasques, Martins, Travassos e Quim.

Partizan
Stojanovic; Belin, Zebec e Lazarevic; Borozan e Pajevic; Volok, Bobek, Milutinovic; Mihailovic e Hucek.

Árbitro: Harvic (França), auxiliado por Lemen e Schewinte.

Local: Estádio Nacional, Lisboa (o Estádio José Alvalade seria inaugurado nove meses depois).

Filme do jogo:
. 14 minutos – Martins aproveita uma bola solta e bateu Stojanovic.
Estava assim marcado o primeiro golo da prova Rainha dos clubes Europeus.
. 45 minutos – Lazarevic empata.
. 50 minutos – Milutinovic faz 1-2.
. 65 minutos – Quim marca o empate.
. 72 minutos – Bobek – 2-3.
. 77 minutos – Martins faz o resultado final 3-3.

http://www.forumscp.com/index.php?topic=37753.msg1456671#msg1456671
Quando João Martins despedaçou o sonho do melhor Belenenses de sempre

Entre 1952 e 1955, João Martins e Matateu protagonizaram um entusiasmante duelo pela Bola de Prata atribuída ao melhor marcador do Campeonato.

1952/53
Matateu: 26 jogos, 29 golos
Martins: 26 jogos, 26 golos

1953/54
Martins: 23 jogos, 31 golos
Matateu: 25 jogos, 15 golos

1954/55
Matateu: 26 jogos, 32 golos
Martins: 26 jogos, 22 golos

Contudo, João Martins viria a marcar um golo que ficaria na história do futebol português. Contam as crónicas que os jogadores do Belenenses, confiantes, jogavam já abertos e destemidos, apesar da magra vantagem, e os adeptos regozijavam-se «toureando» o Sporting. João Martins não gostou e, aproveitando uma desatenção, remata com força uma bola perdida para dentro da baliza belenense... algo de que se arrependeu logo de seguida ao constatar que acabar de entregar o campeonato ao arqui-rival.

Lisboa, 07 de Maio (Lusa) - [...]

O dia 25 de Abril de 1955 era o dia de todas as decisões e o jornal A Bola dava grande destaque ao confronto entre os três rivais lisboetas: "O último dia do Nacional visto de véspera. Drama como nunca no baixar do pano." [...]

Com os dois estádios "apinhados" de gente crente e apaixonada, como se pode comprovar pelas fotografias que ilustravam os dois encontros, a festa belenense estava praticamente assegurada. A quatro minutos do fim, e apesar da vantagem das "águias" sobre o Atlético (3-0), a formação belenense vencia por 2-1, até que um autêntico balde de água fria proporcionado pelo golo do sportinguista Martins, caiu sobre os entusiasmados adeptos belenenses.

"A quatro minutos do fim, culminou a infelicidade belenense com golo de Martins, que tirou o título aos 'azuis'", escrevia o Mundo Desportivo, enquanto o Record assinalava a fatalidade que assolou os corações belenenses: "Era o empate e com ele o derruir do que já se tinha como certo". "Quando se entrou nos cinco minutos finais, os 'azuis' jogavam 'jogo aberto', não repetindo a prudência com que haviam iniciado o segundo tempo", podia ler-se na crónica do Record, que ainda analisava o desempenho do "carrasco" do Belenenses. "Martins - o homem que teve o azar (para o Belenenses) de marcar o golo do empate. Foi a nota saliente do novo nº 10 do Sporting".

"Empatámos bem. À modificação do resultado na parte final da partida, cabem as culpas, todas inteirinhas, ao Belenenses, que não soube agarrar-se à vitória que teve nas mãos. Não tenho que estar de mal com a minha consciência de jogador de futebol, antes pelo contrário", dizia o avançado sportinguista.


[...]

O empate nas Salésias e o triunfo na Luz, permitiram aos "encarnados" terminar no primeiro lugar, com 39 pontos, "ex-aequo" com o Belenenses, mas beneficiando de um melhor registo na diferença de golos - 61-20 para os benfiquistas e 63-28 para os "azuis".


Publicação: sexta-feira, 7 de Maio de 2010 22:53 por FOOTBALL

http://comunidade.sol.pt/blogs/football/archive/2010/05/07/A-hist_F300_ria-de-quando-o-Benfica-_2200_roubou_2200_-o-t_ED00_tulo-na-_FA00_ltima-jornada-ao-Belenenses-gra_E700_as-a-um-empate-muito-gracioso-do-rival-Sporting-Clube-de-Portugal.aspx


Assim, à entrada da 26ª e última jornada, o Belenenses estava em 1º lugar com 38 pontos, o Benfica vinha a seguir com 37, o Sporting ocupava o 3º lugar com 36. Só o Belém dependia de si próprio para ser campeão. Sê-lo-ia ganhando ao Sporting, ou até empatando, caso o Benfica, na Luz, não ganhasse ao Atlético. O Benfica dependia do resultado do Belenenses. Poderia ser campeão se, nessa última jornada, o Belenenses perdesse e eles empatassem ou se, como aconteceu, ganhassem e o Belenenses empatasse. O Sporting ainda tinha hipóteses mas muito remotas e dependentes dos outros dois. Para conquistar o título, teria que combinar dois factores: ganhar ao Belenenses e esperar que o Benfica perdesse.

Na 2ª parte, mais dois ou três lances polémicos: um golos anulado ao Belenenses, uma bola que esteve dentro da baliza sportinguista (como o seu guarda-redes, o grande Carlos Gomes, veio a reconhecer publicamente; ver adiante) e que o árbitro não considerou golo e ainda um eventual penalty (não assinalado) sobre Matateu. Enfim…O desafio corria célere para o final, e quase só se jogava no meio campo do Sporting, que não criava qualquer jogada de perigo, enquanto o Belenenses perdera já algumas oportunidades de fazer o 3º golo. Então, aos 86 minutos, houve um ataque do Sporting, através de um lançamento longo, um defesa do Belenenses (Raul Figueiredo, segundo ouvimos contar) terá escorregado, há um primeiro remate de um jogador do Sporting a tabelar num defesa azul e a sobrar para Martins, que empatou, apesar da tentativa desesperada de José Pereira.

[wiki=A chorar pelo Belenenses]Terminado o jogo, os jogadores belenenses ficaram muito tempo em campo, incrédulos, muitos banhados em lágrimas, alguns prostrados no chão, em desânimo e angústia.[/wiki]




http://www.osbelenenses.com/home/2014/04/24-abril-1955-belenenses-perde-campeonato-a-4-minutos-do-final-do-ultimo-jogo/
« Última modificação: Fevereiro 18, 2015, 11:15 am por Viridis »
Numa demonstração de fair-play, normal à época, o Belenenses convidou o Sporting para o jogo de inauguração do seu novo estádio (Restelo) a 23 de Setembro de 1956.

Este encontro seria objecto da primeira filmagem a cores de uma partida de futebol em Portugal, já com o Sporting sem maior parte dos violinos, mas ainda com João Martins que pode ser visto a capitanear a equipa do Sporting.
Um homem desvalorizado demais! Primeiro jogador a marcar na TCE!
"Tempos estranhos são esses em que vivemos, quando velhos e jovens são ensinados na escola da falsidade. E o único homem que se atreve a dizer a verdade é chamado de uma só vez um louco e insensato."

Platão
Palavras para quê?

:venia:

Mereces uma vénia não so de todos nos sportinguistas mas também de todos aqueles que amam o futebol.  :clap: