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[Eleições SCP 2011] Rogério Alves avança para presidência

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Autor Tópico: [Eleições SCP 2011] Rogério Alves avança para presidência (Lida 11860 vezes)

Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #320 em: Fevereiro 08, 2011, 00:31 »



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Já agora, PCF... Qual foi o cargo e o salário que te prometeram? Nada que dê muito trabalho presumo.

Chefe de secção de Ginástica Rítmica.
10.000 euros mensais limpos.
Carro de empresa, 6 maillots acetinados, maracas e fitas de ginástica.
Mas claro, trabalho disse logo "eh pá, para isso não contem comigo". Concordaram.

Perante uma oferta destas como poderia dizer que não? Impossível.


Não acho piada a quem, aparentemente, se está a prontificar a usar o Sporting em benefício próprio. E todas as tuas últimas movimentações neste espaço apontam nesse sentido. Já agora, e aproveitando que é uma das frases da moda:

Estamos vigilantes.

Parece-me a conclusão óbvia: se dou a minha opinião e procuro fundamentá-la, como tantos outros foristas, respondendo também a todas as pessoas que ma questionam isso é óbvio sinal de que quero usar o Sporting em benefício próprio. É uma leitura que me parece fazer todo o sentido.

Moral da história: pode não achar piada ao que quiser, nomeadamente aos argumentos que a sua imaginação lhe proporciona. Eu não tenho outro caminho que não o de encarar com humor coisas deste tipo.

Escusas de me tratar por você, não sei se já percebeste mas estamos no forumscp. Por vezes, parece que te abstrais desse facto e que estás em campanha para os media.
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #321 em: Fevereiro 08, 2011, 01:16 »



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Engraçado como estes porcos são sempre os ultimos a sair da toca. O mesmo aconteceu com o JEB, vão ver que vai acontecer o mesmo com este ou com o Dias Ferreira.
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #322 em: Fevereiro 08, 2011, 08:22 »


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(...) num gajo trafulha, reconhecidamente ladrão (...)
Epá, vamos lá com calma. As coisas ainda não funcionam assim.
É preciso citar um dicionário a propósito do termo «reconhecidamente»?
Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

Citar
Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
Citar
Significado de Reconhecidamente
adv.
De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #323 em: Fevereiro 08, 2011, 08:27 »


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A verdade é que andam a dar uma tareia ao Mauras sobre uma série de assuntos pouco importantes, mas quando ele, com um conhecimento profundo do que aconteceu em 2009, afirma que para se conseguir mudar o rumo só "por dentro", que foi do que fiquei convencido também na altura, já ninguém o questiona sobre essa afirmação ou pára para pensar um pouco como foi possível uma oposição que sempre valeu pelo menos 25% ter ficado com apenas 11% nas eleições.
Como escreveu bem o Mauras, as "maçãs" podres não estão todas do lado da continuidade... existe muita fruta bichada na oposição, infelizmente!
Mais grave que isso, não sei qual é a utilidade disso.
Não basta o título do tópico ser algo descabido, como ainda se discute tudo menos o tópico.
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #324 em: Fevereiro 08, 2011, 08:52 »



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...Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Deixa-me fazer uns bolds diferentes:

Citar
Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
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No meu mundo imaginário o Sporting contracta o ... blah, nao contracta ninguem porque de certeza um dos juniores da academia e melhor.
Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #325 em: Fevereiro 08, 2011, 08:59 »

a32772

(...) num gajo trafulha, reconhecidamente ladrão (...)
Epá, vamos lá com calma. As coisas ainda não funcionam assim.
É preciso citar um dicionário a propósito do termo «reconhecidamente»?
Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

Citar
Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
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De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.



Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...

Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #326 em: Fevereiro 08, 2011, 09:09 »


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Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
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Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
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Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...
Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
Continuas a não saber o que significa «absolvição».
Quanto ao resto, só arranjas argumentos contra ti.
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #327 em: Fevereiro 08, 2011, 09:29 »



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(...) num gajo trafulha, reconhecidamente ladrão (...)
Epá, vamos lá com calma. As coisas ainda não funcionam assim.
É preciso citar um dicionário a propósito do termo «reconhecidamente»?
Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

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Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
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adv.
De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...
Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
Continuas a não saber o que significa «absolvição».
Quanto ao resto, só arranjas argumentos contra ti.


Godinho Lopes foi absolvido, no entanto continuaram a existir fortes indícios da prática do crime, tendo havido dúvidas por parte do juiz.

Não quero no Sporting um sujeito que:
Tenha estado ligado ao Sporting nestes últimos 15 anos;
Não foi claro na gestão do património do Clube quando esteve lá;
Teve um despacho de acusação, por fortes indícios da prática de um crime;
Tendo sido absolvido apenas com base no princípio "In dubio pro réu";

Não houve prova clara e inequívoca que não praticou os crimes em causa.
Registado

"Reforçamos ainda a solução que temos vindo a defender para a sustentabilidade do Clube:
a)   O afastamento do Clube de todos os dirigentes envolvidos no “Projecto Roquette” e com responsabilidades na gravíssima situação actual, apuradas após a realização de uma verdadeira auditoria de gestão. Pedido de indemnização cível pelos danos causados ao Sporting Clube de Portugal;
b)    A renegociação firme, corajosa e realista da dívida bancária, de forma a reduzir drasticamente os encargos financeiros anuais; 
c)    A redução drástica dos custos com pessoal, como ponto de partida para que se alcance o equilíbrio da exploração operacional. Se analisarmos as últimas épocas, bem como o descalabro no balanço entre contratações e vendas de jogadores, facilmente verificamos duas realidades: (i) maior investimento não tem sido sinónimo de maior rendimento desportivo, (ii) os maiores encaixes financeiros com venda de jogadores foram com jogadores formados no Clube, e não com jogadores adquiridos pelas administrações e gestores de activos profissionais da SAD."
 - Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar
Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #328 em: Fevereiro 08, 2011, 09:42 »


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Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

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Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
Citar
Significado de Reconhecidamente
adv.
De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...
Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
Continuas a não saber o que significa «absolvição».
Quanto ao resto, só arranjas argumentos contra ti.

Godinho Lopes foi absolvido, no entanto continuaram a existir fortes indícios da prática do crime, tendo havido dúvidas por parte do juiz.
Não quero no Sporting um sujeito que:
Tenha estado ligado ao Sporting nestes últimos 15 anos;
Não foi claro na gestão do património do Clube quando esteve lá;
Teve um despacho de acusação, por fortes indícios da prática de um crime;
Tendo sido absolvido apenas com base no princípio "In dubio pro réu";
Não houve prova clara e inequívoca que não praticou os crimes em causa.
Que me digam que não votam em alguém que além de ser inocente pareça ser inocente, compreendo-o perfeitamente.
Que me digam que por esta ou aquela razão é um candidato que não vos agrada, que não vos inspira confiança, que não o acham indicado para dirigir o clube, etc., tudo bem, compreendo-o perfeitamente (e até poderei concordar).
Agora que me digam que ser absolvido de acusações é irrelevante, que para vocês é culpado, tenham lá paciência.
(Então para que servem as absolvições?)
E não misturem as coisas...
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L8tr,
 
106
 
 «Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»    
Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #329 em: Fevereiro 08, 2011, 10:36 »

a32772

(...) num gajo trafulha, reconhecidamente ladrão (...)
Epá, vamos lá com calma. As coisas ainda não funcionam assim.
É preciso citar um dicionário a propósito do termo «reconhecidamente»?
Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

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Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
Citar
Significado de Reconhecidamente
adv.
De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...
Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
Continuas a não saber o que significa «absolvição».
Quanto ao resto, só arranjas argumentos contra ti.


one_o_six,
Não vale apena andarmos aqui em loop perante algo que não tem razão de ser. O gajo em termos judiciais safou-se. Agora é fácil interpretar aquilo que o juiz lhe diz. Basicamente é isto:olhe, nós sabemos que você protagonizou um roubo mas perante as leis que eu sou obrigado a seguir você desta vez safa-se e como tal vá lá para casa e tenha juízo!

Um juiz não pode decidir perante aquilo que veja mas sim pelas leis que foram redigidas e que ele tem à frente. E todos sabemos que entre as leis existem uma série de buracos que permitem que estes artistas com um bom advogado se safem...
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #330 em: Fevereiro 08, 2011, 11:44 »


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Se bem me lembro a auditoria era um verdadeiro cavalo de batalha do PPC e do Ser Sporting nas últimas eleições, por isso estendendo a pergunta original acrescento: estarás, PCF, disposto a aceitar agora um programa que ignore a auditoria?

Não pretendo parecer hostil, mas é bom que as posições fiquem claras, a bem de um futuro debate de ideias.

Não votarei em nenhuma candidatura que assumidamente renegue uma auditoria. Privilegiarei o tema auditoria embora como já tenha dito neste momento considere que, sendo esta insubstituível e até um passo fundamental à unificação e ao enterrar do passado (mas devidamente esclarecido e apurado) não considero que isso seja o passo mais urgente (o que não é sinónimo de prescindível) a dar após o dia 27 de Março.

Penso que todas as candidaturas deviam cumprir dois passos:

1 - assumir (ao contrário do que fez JEB) que a auditoria não só é justa como pode ser uma ferramenta muito importante para pacificar o clube e acabar com esta discussão do passado. Já sabemos que nos entalámos, vamos lá esclarecer isso e olhar para a frente.

2 - assumir o compromisso de chamar as principais sensibilidades e sócios que estiveram envolvidos nesse tema e definir os moldes em que isso deve ser realizado, evitando assim o risco de "auditoria fantoche" e garantindo um acompanhamento independente externo à lista eleita.

3 - Assumir a apresentação de resultados fechada a sócios.

Nota: como já afirmei previamente não concordo com a publicação integral de conclusões caso estas prejudiquem gravemente o Sporting desportiva ou financeiramente ao invés de vincularem indivíduos e responsabilidades. Como já disse anteriormente e nisso sempre pensei da mesma forma, a minha noção de justiça associada à responsabilização do passado não se sobrepõe ao amor que tenho ao clube. Não estou disposto a acabar com ele para que se faça justiça e se encerre o passado. Mas fora isso e existindo responsabilidade de todos só vejo ganhos para o clube em esclarecer o passado e virar esta página.


Penso que respondi à tua questão. Não podendo vincular o PPC à minha resposta não tenho qualquer razão para concluir que ele pensa de outra forma, até porque isto foi tema conversado entre ambos recentemente.

« Última modificação: Fevereiro 08, 2011, 11:47 por PCF » Registado
Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #331 em: Fevereiro 08, 2011, 12:37 »

leao09

FOD*SS* ó Pedro, mas serà possivel que consideres apoiar ou votar numa candidatura de Godinho Lopes?

Inacreditavel. Nao ha-de este Clube estar como está.
E se o está, muito o é tambem por atitudes dessas, de compadrio com a mafia que se instalou nos ultimos anos.

Eh pá, a tua posição está a passar do intoleravel para patamares que nem consigo descrever.

Francisco
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #332 em: Fevereiro 08, 2011, 12:48 »


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FOD*SS* ó Pedro, mas serà possivel que consideres apoiar ou votar numa candidatura de Godinho Lopes?

Inacreditavel. Nao ha-de este Clube estar como está.
E se o está, muito o é tambem por atitudes dessas, de compadrio com a mafia que se instalou nos ultimos anos.

Eh pá, a tua posição está a passar do intoleravel para patamares que nem consigo descrever.

Francisco


(aparte: só soube que eras o Francisco quando me vieram perguntar porque raio andava o Francisco a malhar em mim, há uns dias, não sabia que era o teu avatar Smiley)

Francisco, já escrevi imenso sobre isso.

A conclusão que retirei das últimas eleições é a da total impossibilidade de uma lista inteiramente nova que protagonize integralmente as minhas convicções ganhar umas eleições no Sporting hoje em dia. Foi um momento de aprendizagem. Admito estar enganado mas foi a conclusão que retirei desse momento e tu, como poucos, tens obrigação de saber o quanto me empenhei, de corpo, alma e convicção no que defendíamos.

Continuo a acreditar em tudo o que defendi há 18 meses atrás.
A única coisa que mudou foi a minha convicção sobre o melhor processo (ou o possível) para o conseguir ating
ir, um dia. Após ler os clássicos acredito que a história do cavalo de troia tem sabedoria aplicável ao caso.

Por isso a minha resposta à tua pergunta é:
em condições normais não me vejo a votar numa lista liderada por Godinho Lopes, assim como nas eleições anteriores não me via a votar numa liderada por Rogério Alves.

Agora num cenário até ver idílico que traduza um assumir de que tudo isto correu mal, uma verdadeira regeneração e a entrada numa lista de pessoas (e compromissos) que traduzam aquilo que eu confio não coloco nenhuma hipótese de parte, até ver o que surge.

Mas isso aplica-se neste momento a Godinhos, Carvalhos, Barbosas, Rocha Jrs, ou qualquer outra candidatura que venha a surgir. Já só não se aplica à candidatura de Brás por razões que facilmente compreenderás e que acredito até concluas/conheças.

Em jeito de conclusão, e penso que alguns dos que me conhecem já o perceberam há muito, o nome do cabeça de cartaz e até a presença de 2,3 nomes que não simpatize não são neste momento condição que hipoteca o meu voto, desde que veja sinais claros, compromissos e pessoas que me façam acreditar que algo genuinamente diferente começará a ser construído a partir de dia 27 (a bem ou a mal).

Até percebo que alguém considere a minha "fé" ingénua (não o será menos, no entanto, do que a "fé" dos que acreditam na possibilidade de eleição de uma lista como a que formámos há 18 meses ou dos que acreditam em milhões que não existem, mas nisso estamos todos em pé de igualdade talvez), o que confesso alguma dificuldade é em associar a esta minha "fé" a automatica manifestação de mudança de princípios fundamentais e até a má fé, sobretudo vindo de quem tem a obrigação de me conhecer pelo que passou ao meu lado. Ninguém me viu negar qualquer um dos princípios que defendi no passado. O que estão a ver com muita clareza, honestidade e sem rodeios é uma mudança clara de convicção no processo de o atingir.

De resto já sabes: aconteça o que suceder estou sempre disponível para falar, olhos nos olhos, com amigos que respeito, estimo e que sei acreditarem no mesmo que eu, quanto muito divergimos no processo ideal para o atingir. E era um pouco esta diferença que eu gostava que todos tivessemos a noção, em vez de nos andarmos a atacar pessoalmente esquecendo tudo o que está para trás.

Abraço (ao teu pai também)
« Última modificação: Fevereiro 08, 2011, 12:57 por PCF » Registado
Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #333 em: Fevereiro 08, 2011, 13:35 »



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Acho incrível que se dê margem de manobra a uma candidatura destas.

Acho incrível que se entenda como solução a eleição de uma lista de "consensos" entre personagens com posições tão dispares ao longo do tempo. Olha que lindo, o Cavalo de Troia, a oposição dentro da direcção, mas que bela maneira de começar seja o que for. Egos e mais egos nos corredores de Alvalade, na continuidade do que têm sido as últimas décadas.

Acho incrível as teorias dos papões (que se encontram na oposição), ainda para mais, hoje personificadas também por quem já o foi considerado anteriormente, colocando as eleições numa perspectiva de cruzada contra os infiéis. A junta de Salvação.

Acho incrível que se desvalorize o papel do timoneiro, desde que algumas pessoas estejam lá dentro.

Isto faz algum sentido? Não. Mas pelos vistos ainda há quem ache que deva continuar.

Até quando resistirá o nosso Sporting?
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A continuidade e a sua credibilidade trouxeram-nos a esta triste realidade. Basta!

Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #334 em: Fevereiro 08, 2011, 14:30 »


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Acho incrível que se dê margem de manobra a uma candidatura destas.

Acho incrível que se entenda como solução a eleição de uma lista de "consensos" entre personagens com posições tão dispares ao longo do tempo. Olha que lindo, o Cavalo de Troia, a oposição dentro da direcção, mas que bela maneira de começar seja o que for. Egos e mais egos nos corredores de Alvalade, na continuidade do que têm sido as últimas décadas.

Acho incrível as teorias dos papões (que se encontram na oposição), ainda para mais, hoje personificadas também por quem já o foi considerado anteriormente, colocando as eleições numa perspectiva de cruzada contra os infiéis. A junta de Salvação.

Acho incrível que se desvalorize o papel do timoneiro, desde que algumas pessoas estejam lá dentro.

Isto faz algum sentido? Não. Mas pelos vistos ainda há quem ache que deva continuar.

Até quando resistirá o nosso Sporting?

O que tu consideras incrível (e eu aceito e compreendo) não é mais do que o que traduz todo e qualquer governo em muitas instituições e estados do nosso mundo ocidental. Por vezes, para bem de algo que todos (e por vezes nem todos) entendem como bem comum a atingir há que engolir egos, sapos e outras questões, desde que, obviamente, exista uma ideia comum do objectivo a atingir. Eu já desisti há muito do sonho de ver uma lista inteiramente nova ser igualmente credível e capaz de vencer eleições no meu clube e implementar de imediato as minhas convicções. Hoje em dia não acredito nisso, e talvez já não tivesse idade e experiência de vida há 18 meses atrás para acreditar nisso, mas acreditei. Foi o que se viu. E agora seria a mesma coisa.

Sendo que volto a repetir: aceitando que quem considera o meu ponto de vista "ingénuo" e considerando isso uma avaliação razoável, não compreendo o porquê de se associar ao meu ponto de vista uma má intenção pois o que digo pode ser discutível mas é bastante racional e fundamentado na "vida real". Mas embora não o compreenda isso não quer dizer que me ofenda pois aquilo em que acredito e o bem que quero ao Sporting sei eu bem qual é e não é abalável por avaliações precipitadas, injustas ou desconhecedoras sobre o meu carácter, assentes num ponto de vista devidamente explicado e (como poucos) comprovado na primeira pessoa por mim, há 18 meses atrás.

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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #335 em: Fevereiro 08, 2011, 14:50 »



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(...) num gajo trafulha, reconhecidamente ladrão (...)
Epá, vamos lá com calma. As coisas ainda não funcionam assim.
É preciso citar um dicionário a propósito do termo «reconhecidamente»?
Por muito perto que lá ande, ainda falta percorrer uma distância...

Citar
Onze anos depois, um dos processos mais longos da justiça portuguesa chega ao fim com a absolvição dos quatro arguidos. O tribunal não encontrou prova suficiente para condenar pelo crime de corrupção os responsáveis pelo fretamento de três navios-hotel na Expo-98.
Luís Godinho Lopes, António Januário Rodrigues, António Manuel Pinto e Jorge Manuel Dias foram ontem absolvidos, no processo denominado "Paquetes da Expo", num negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros.
O caso está relacionado com o fretamento pela Parque Expo de navios-hotel de apoio à Expo98, a uma única empresa, mediante pagamento de contrapartidas. O fretamento dos navios "Ocean Explorer", "Princess Victoria" e "Itália Prima", visava suprimir alegadas carências de alojamento aquando da exposição mundial. No entanto, a taxa de ocupação nunca ultrapassou os 30%.
O colectivo da 5ª Vara Criminal de Lisboa concluiu que não foi feita prova, mas não deixou de vincar que as dúvidas subsistiram, nomeadamente em relação à conduta de Godinho Lopes e Januário Rodrigues. No entanto, como salientou a juíza Cristina Cerdeira, em caso de dúvida a decisão "abona sempre o réu".
Godinho Lopes, empresário, na altura dos factos vice-presidente do Sporting e ainda administrador da Soconstrói, construtora com diversas obras no recinto da Expo - entre elas, a Torre Vasco da Gama e a Vila Expo, ambas debaixo da alçada directa de Januário Rodrigues - vinha acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito e outro de branqueamento de capitais. Por sua vez, Januário Rodrigues, ex- director da Unidade de Alojamento da Parque Expo, estava acusado de dois crimes de corrupção passiva e um de branqueamento de capitais.
O tribunal entendeu que não foi reunida prova suficiente para condenar os dois arguidos, mas a juíza asseverou que também neste caso ficou com dúvidas, por exemplo no que concerne a uma alegada transferência de um milhão de euros que Godinho Lopes terá realizado: "Não ficou provado que tal dinheiro fosse para pagar qualquer comissão. Ficaram algumas pontas soltas".
No que respeita a António Manuel Pinto, ex-administrador da Parque Expo e Jorge Dias ex-cordenador da comissão permanente da empresa de dinheiros públicos, o tribunal entendeu que não se provaram os factos da pronúncia.
A juíza realçou a existência de outras propostas de empresas proprietárias de navios-hotel feitas a Januário Rodrigues, mas avançou que o tribunal concluiu que, há data dos factos, a Parque Expo não teria "obrigatoriedade para concursos públicos", pois não existia qualquer norma nesse sentido.
João Nabais, defensor de Januário Rodrigues, manifestou ao JN a sua satisfação pela absolvição, mas revelou-se desagradado com a morosidade do processo: "Este é mais um exemplo daquilo que não pode acontecer na Justiça".
in JN
(...)
Acho que está tudo dito.
Se formos a seguir essa lógica então teremos de assumir o Pinto de Sousa, o Pinto da Costa e o Valentim Loureiro como pessoas inocentes em todos estes casos desportivos discutidos nos últimos anos...
Citar
Significado de Reconhecidamente
adv.
De modo reconhecido.
Com reconhecimento, com gratidão.
Não provaste o que afirmas, e ao citar a absolvição mais razão me dás; qual das palavras a bold é que não percebeste?
Se ser acusado é igual a ser culpado, não sei para que servirão os tribunais.
Linchavam-se as pessoas em praça pública, como nos tempos em que não ser respeitavam os direitos humanos mais básicos, e estava tudo resolvido. Poupava-se tempo e dinheiro...
Se repetir algo inúmeras vezes fizesse com que isso fosse verdade, teríamos que assumir que existem seis milhões de orcs, apesar de bem sabermos que se esqueceram de dividir esse número por quatro patas.
Queiras ou não, existem leis segundo as quais não basta acusar-se alguém para esse alguém ser automaticamente culpado. E para o bem e para o mal, as leis são para ser respeitadas. Queiras ou não, por muitos defeitos que as pessoas tenham, se foram absolvidas não são culpadas.

Não, o gajo não foi condenado por ser inocente mas sim porque estamos em Portugal e isso permite-lhe agarrar-se a certas artimanhas e safar-se. O gajo nem foi declarado inocente, pura e simplesmente livrou-se de ser condenado e ir dentro. Ainda estou para ver em Portugal quantos foram os "artistas" deste calibre que foram dentro...
Honestamente, quanto a essa questão dos linchamentos vs tribunais, às vezes eu sei bem o que é que preferia. Está visto que as leis no nosso país estão feitas não para fazer justiça mas sim para deixarem alçapões para estes vigaristas se safarem. Não é por acaso. O caso do Pinto da Costa é outro exemplo. Houve escutas a vir a público, não houve ninguém a ficar com dúvidas sobre as trafulhices que ele praticou. No entanto, a justiça também não o condenou...
Continuas a não saber o que significa «absolvição».
Quanto ao resto, só arranjas argumentos contra ti.

Godinho Lopes foi absolvido, no entanto continuaram a existir fortes indícios da prática do crime, tendo havido dúvidas por parte do juiz.
Não quero no Sporting um sujeito que:
Tenha estado ligado ao Sporting nestes últimos 15 anos;
Não foi claro na gestão do património do Clube quando esteve lá;
Teve um despacho de acusação, por fortes indícios da prática de um crime;
Tendo sido absolvido apenas com base no princípio "In dubio pro réu";
Não houve prova clara e inequívoca que não praticou os crimes em causa.
Que me digam que não votam em alguém que além de ser inocente pareça ser inocente, compreendo-o perfeitamente.
Que me digam que por esta ou aquela razão é um candidato que não vos agrada, que não vos inspira confiança, que não o acham indicado para dirigir o clube, etc., tudo bem, compreendo-o perfeitamente (e até poderei concordar).
Agora que me digam que ser absolvido de acusações é irrelevante, que para vocês é culpado, tenham lá paciência.
(Então para que servem as absolvições?)
E não misturem as coisas...


As razões para não votar em Godinho Lopes são várias, como referi no post anterior.

Relativamente à absolvição, convém saber quais são os fundamentos que levaram a essa absolivção.

Há vários fundamentos de absolvição, seja por não ter cometido o crime, seja por o crime ter sido prescrito, seja por existirem dúvidas da prática do crime.

Godinho Lopes foi absolvido, por terem existido dúvidas da prática do crime. Não houve certeza que não o praticou.
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"Reforçamos ainda a solução que temos vindo a defender para a sustentabilidade do Clube:
a)   O afastamento do Clube de todos os dirigentes envolvidos no “Projecto Roquette” e com responsabilidades na gravíssima situação actual, apuradas após a realização de uma verdadeira auditoria de gestão. Pedido de indemnização cível pelos danos causados ao Sporting Clube de Portugal;
b)    A renegociação firme, corajosa e realista da dívida bancária, de forma a reduzir drasticamente os encargos financeiros anuais; 
c)    A redução drástica dos custos com pessoal, como ponto de partida para que se alcance o equilíbrio da exploração operacional. Se analisarmos as últimas épocas, bem como o descalabro no balanço entre contratações e vendas de jogadores, facilmente verificamos duas realidades: (i) maior investimento não tem sido sinónimo de maior rendimento desportivo, (ii) os maiores encaixes financeiros com venda de jogadores foram com jogadores formados no Clube, e não com jogadores adquiridos pelas administrações e gestores de activos profissionais da SAD."
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #336 em: Fevereiro 08, 2011, 15:32 »



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Acho incrível que se dê margem de manobra a uma candidatura destas.

Acho incrível que se entenda como solução a eleição de uma lista de "consensos" entre personagens com posições tão dispares ao longo do tempo. Olha que lindo, o Cavalo de Troia, a oposição dentro da direcção, mas que bela maneira de começar seja o que for. Egos e mais egos nos corredores de Alvalade, na continuidade do que têm sido as últimas décadas.

Acho incrível as teorias dos papões (que se encontram na oposição), ainda para mais, hoje personificadas também por quem já o foi considerado anteriormente, colocando as eleições numa perspectiva de cruzada contra os infiéis. A junta de Salvação.

Acho incrível que se desvalorize o papel do timoneiro, desde que algumas pessoas estejam lá dentro.

Isto faz algum sentido? Não. Mas pelos vistos ainda há quem ache que deva continuar.

Até quando resistirá o nosso Sporting?

O que tu consideras incrível (e eu aceito e compreendo) não é mais do que o que traduz todo e qualquer governo em muitas instituições e estados do nosso mundo ocidental. Por vezes, para bem de algo que todos (e por vezes nem todos) entendem como bem comum a atingir há que engolir egos, sapos e outras questões, desde que, obviamente, exista uma ideia comum do objectivo a atingir. Eu já desisti há muito do sonho de ver uma lista inteiramente nova ser igualmente credível e capaz de vencer eleições no meu clube e implementar de imediato as minhas convicções. Hoje em dia não acredito nisso, e talvez já não tivesse idade e experiência de vida há 18 meses atrás para acreditar nisso, mas acreditei. Foi o que se viu. E agora seria a mesma coisa.

Sendo que volto a repetir: aceitando que quem considera o meu ponto de vista "ingénuo" e considerando isso uma avaliação razoável, não compreendo o porquê de se associar ao meu ponto de vista uma má intenção pois o que digo pode ser discutível mas é bastante racional e fundamentado na "vida real". Mas embora não o compreenda isso não quer dizer que me ofenda pois aquilo em que acredito e o bem que quero ao Sporting sei eu bem qual é e não é abalável por avaliações precipitadas, injustas ou desconhecedoras sobre o meu carácter, assentes num ponto de vista devidamente explicado e (como poucos) comprovado na primeira pessoa por mim, há 18 meses atrás.

PCF,
Não consigo perceber como se enquadra a analogia do Cavalo de Troia e o que está destacado a bold.
De forma teórica, aceito o argumento, até porque é uma verdade de La Palice, mas a prática (história do clube) tem demonstrado que o que acabamos por ter é uma paz podre, que quebra ao mínimo abanão.

Sei perfeitamente que, em todas listas, existirão muito provavelmente elementos com passagens no clube nestes últimos 15 anos. Sei perfeitamente que nessas mesmas listas existirão divergências entre os que as constituem. É tudo normal. Não me faz confusão.

Mas o que está na origem desta lista é bem diferente. As pessoas que a encabeçam, têm um histórico conhecido no clube, não aterraram no Sporting hoje. Um histórico com resultados conhecidos, com posições assumidas em diversas situações e isso não se apaga só porque sim.

Não te considero ingénuo, nem de má fé, nem sequer acho relevante perder tempo com perguntas tipo "diz lá que lugar te prometeram?", ou juízos de carácter mas, realmente acho incrível, mesmo que assente em experiências de vida com 18 meses ou 30 anos, que se considere uma lista com bases e antecedentes destes, solução seja para o que for.


Provavelmente o ingénuo aqui até serei eu.

P.S. - O meu primeiro comentário não pretendia colocar em causa  a idoneidade de ninguém. Respeito todas as opiniões mas reservo-me ao direito das achar incríveis ou outra coisa qualquer.





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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #337 em: Fevereiro 08, 2011, 17:36 »



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FOD*SS* ó Pedro, mas serà possivel que consideres apoiar ou votar numa candidatura de Godinho Lopes?

Inacreditavel. Nao ha-de este Clube estar como está.
E se o está, muito o é tambem por atitudes dessas, de compadrio com a mafia que se instalou nos ultimos anos.

Eh pá, a tua posição está a passar do intoleravel para patamares que nem consigo descrever.

Francisco


Por isso a minha resposta à tua pergunta é:
em condições normais não me vejo a votar numa lista liderada por Godinho Lopes, assim como nas eleições anteriores não me via a votar numa liderada por Rogério Alves.

Em jeito de conclusão, e penso que alguns dos que me conhecem já o perceberam há muito, o nome do cabeça de cartaz e até a presença de 2,3 nomes que não simpatize não são neste momento condição que hipoteca o meu voto, desde que veja sinais claros, compromissos e pessoas que me façam acreditar que algo genuinamente diferente começará a ser construído a partir de dia 27 (a bem ou a mal).


Já tivemos opiniões muito semelhantes, vejo que estão cada vez mais distantes.

Da minha parte em condições normais ou anormais, não voto em nenhum Godinho Lopes.
Não vou engolir a presença de elementos que não simpatize, nem que estiveram ligados a 15 anos de incompetência, má gestão, falta de transparência e de nenhuma responsabilidade. Cansado e farto de dar benefícios da dúvida, a pessoas que já lá andaram. Tolerância ZERO! A dirigentes que são mais do mesmo.
Não gostando de nenhuma candidatura, serão 10 votos em branco.

Esperemos que surja uma candidatura que me agrade, tal como me agradou a candidatura do Ser Sporting nas últimas eleições e da AAS para o Conselho Leonino.
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"Reforçamos ainda a solução que temos vindo a defender para a sustentabilidade do Clube:
a)   O afastamento do Clube de todos os dirigentes envolvidos no “Projecto Roquette” e com responsabilidades na gravíssima situação actual, apuradas após a realização de uma verdadeira auditoria de gestão. Pedido de indemnização cível pelos danos causados ao Sporting Clube de Portugal;
b)    A renegociação firme, corajosa e realista da dívida bancária, de forma a reduzir drasticamente os encargos financeiros anuais; 
c)    A redução drástica dos custos com pessoal, como ponto de partida para que se alcance o equilíbrio da exploração operacional. Se analisarmos as últimas épocas, bem como o descalabro no balanço entre contratações e vendas de jogadores, facilmente verificamos duas realidades: (i) maior investimento não tem sido sinónimo de maior rendimento desportivo, (ii) os maiores encaixes financeiros com venda de jogadores foram com jogadores formados no Clube, e não com jogadores adquiridos pelas administrações e gestores de activos profissionais da SAD."
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #338 em: Fevereiro 08, 2011, 17:41 »


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Fechem este topico, do Godinho Lopes e do Dias Ferreira, discutir sobre esta gente é dar lhes importancia..
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Re: Rogério Alves avança para presidência , « Resposta #339 em: Fevereiro 08, 2011, 17:42 »


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PCF,
Não consigo perceber como se enquadra a analogia do Cavalo de Troia e o que está destacado a bold.
De forma teórica, aceito o argumento, até porque é uma verdade de La Palice, mas a prática (história do clube) tem demonstrado que o que acabamos por ter é uma paz podre, que quebra ao mínimo abanão.

Penso que a forma como vejo as coisas nunca sucedeu no clube. Mal ou bem nos últimos 15 anos esteve lá quem quis e quem os sócios quiseram, mas nunca houve uma abertura a outras sensibilidades, nunca houve a humildade de perceber que todos juntos somos poucos para resolver os problemas do clube. Dou-te como exemplo as últimas eleições: no nosso programa constava claramente o desejo de criar grupos de trabalho temáticos com sócios de outras sensibilidades e/ou que tivessem integrado listas concorrentes. Do lado oposto nunca houve o mínimo interesse em trabalhar em conjunto e sei pelo menos de duas iniciativas, uma delas já aqui relatadas no fórum (pelo frede) que caíram em saco roto. Ou seja tanto as oposições como o status quo alimentaram a cisão, num discurso de "nós" contra "eles" como se fossemos mais inimigos entre nós do que propriamente com os nossos adversários.

Uma coisa é uma lista (de oposição ou de continuidade) apresentar uma ou duas "presas capturadas", para exibição. Outra coisa é um eventual cenário (que repito aceito seja considerado idílico mas isso não faz com que não o considere indicado) de humildade, noção transversal de que é chegada a hora de fazer diferente, de equilíbrio de poderes e vontades e objectivo comum de levar o Sporting a bom porto.

Obviamente este cenário é apenas possível de praticado por pessoas que coloquem o Sporting (talvez pela primeira vez) acima:

- do ego
- do "nós contra eles"
- das questões pessoais

E obviamente não é também um cenário compatível com leituras simplistas e até infantis (é a minha opinião) da realidade assentes em pensamentos do tipo "se lá esteve nem que fosse a limpar latrinas nos últimos 15 anos é porque é ladrão" ou "se não esteve nem perto das instalações de Alvalade numa distância nunca inferior a 100m nos últimos 15 anos é solução".



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Sei perfeitamente que, em todas listas, existirão muito provavelmente elementos com passagens no clube nestes últimos 15 anos. Sei perfeitamente que nessas mesmas listas existirão divergências entre os que as constituem. É tudo normal. Não me faz confusão.

Mas o que está na origem desta lista é bem diferente. As pessoas que a encabeçam, têm um histórico conhecido no clube, não aterraram no Sporting hoje. Um histórico com resultados conhecidos, com posições assumidas em diversas situações e isso não se apaga só porque sim.

Acredito que saibas mais do que eu mas eu neste momento nada sei de concreto sobre essa lista. Vi umas larachas nos jornais, mais nada. Como disse atempadamente a minha previsão inicial para uma candidatura de Godinho Lopes (embora reconheça ser das pessoas que lá estiveram nos últimos 15 anos que conheço pior e do qual sei menos) ia no sentido de esperar uma lista pura e dura de continuidade com o rumo actual, nas pessoas, no programa e nos objectivos. Se assim for não faço ideia do que possam lá ir fazer pessoas que tenho como representativas de outra forma de pensar. Não sabendo se se confirma a minha previsão e/ou a presença dessas pessoas aguardo para ver antes de retirar conclusões.

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Não te considero ingénuo, nem de má fé, nem sequer acho relevante perder tempo com perguntas tipo "diz lá que lugar te prometeram?", ou juízos de carácter mas, realmente acho incrível, mesmo que assente em experiências de vida com 18 meses ou 30 anos, que se considere uma lista com bases e antecedentes destes, solução seja para o que for.

Então vamos por partes:

- Aprendi nas últimas eleições a dar menos relevância a antecedentes sobretudo quando não os conheço em detalhe (exemplo: se a lista fosse encabeçada por Soares Franco, José Roquette ou Dias da Cunha o factor da personalidade em causa teria mais peso na minha formação prévia de ideia pois conheço melhor a "obra" e a pessoa). Penso que a parte do resultado que a mim pode ser assacado de nas últimas eleições ter menorizado essa questão em nome de uma alternativa aos sócios teve mais benefícios que prejuízos pois os sócios vêm, mal ou bem, das últimas eleições com uma lição na qual reflectir (se quiserem).

- Admitindo ser outro argumento de ingenuidade mas assumindo que é algo que já me aconteceu na vida coloco perfeitamente a hipótese de uma pessoa cometer ou participar em erros, reconhecê-los e assumi-los passado uns anos. É um processo comum em seres humanos (porque todos falhamos) e especificamente característico dos que entre estes se destacam pela inteligência e pela boa fé. Concordo que não se pode traduzir apenas em pedidos de desculpa ou discursos mais ou menos bonitos, têm de se traduzir em actos, compromissos.

- Conforme já se terá percebido num comentário anterior não sou (nem nunca fui) subscritor da lógica simplista que assenta no pressuposto de que toda e qualquer pessoa que esteve no Sporting nos últimos 15 anos é anti sportinguista e/ou colocou interesses pessoais acima do sportinguismo e/ou roubou ou ajudou a roubar o clube. Admito que em mais jovem reagi assim. Mas há muito (e antes mesmo de entrar nestas lides de militância leonina até porque já era homem feito nessa altura) que conclui que a vida não são desenhos animados do Dartacão e que as coisas não são assim e como já disse já conheci pessoas e formas de pensar que não quero ver nem perto do Sporting tanto vindas de quem lá esteve como de quem se intitula oposição, da mesma forma que já vi grandes exemplos de sportinguismo e boa vontade em pessoas que lá estiveram e pessoas vistas até hoje como oposição a quem lá está.

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Provavelmente o ingénuo aqui até serei eu.

P.S. - O meu primeiro comentário não pretendia colocar em causa  a idoneidade de ninguém. Respeito todas as opiniões mas reservo-me ao direito das achar incríveis ou outra coisa qualquer.

Não me parece que sejas ingénuo mas percebo perfeitamente a tua perplexidade. Eu próprio a partilharia noutras condições e em boa parte aguardo com expectactiva e curiosidade o esclarecimento dos cenários em aberto, num sentido ou noutro.

Não fiquei ofendido com o teu comentário e incrível parece-me uma adjectivação adequada, não vendo nela qualquer julgamento sobre a minha forma de pensar.

Quando assim é é um prazer trocar ideias, mas é preciso dois artistas para uma desgarrada de jeito, se um não souber tocar guitarra ou achar que o caminho é espetar com a guitarra na cabeça do outro não há diálogo Wink






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