Denuncias da ACAPOR

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

http://thepiratebay.org/torrent/5893441/Acapor_leaked_emails

Já tinha visto, ta a sacar no PC protegido anti-abelhudos acrescentei mais um proxy a lista, ficou um pouco lento mas que se lixe
1ª questão: de que modo esta associação obteve os IP's? Também andou a partilhar ficheiros para poder sacá-los? Então também cometeu um crime!

2ª questão: porque não processam os MEO's, as Vodafone's e ZON's por terem serviço de videoclube? É que também isso contribui para a falta de clientes nos vídeoclubes físicos.

3ª questão: as velocidades de download são elevadas? Vamos parar o desenvolvimento tecnológico e regressar à era da velhinha VHS e dos modems de 56kbs!
O Partido Pirata Português (PPP)

Não conhecia. Mas acho que se formalizassem a inscrição como Partido Político, nas próximas Legislativas elegiam uns poucos deputados! :rotfl:

Concordo, pelo menos o meu voto tinham garantido.

Concordo também com as observações que fazes sobre o mercado de filmes/DVDs, embora ainda hoje tenha gasto £18 em vários DVDs, admitindo porem que não é habito gastar essa quantia todas as semanas.

De sublinhar que as compras feitas hoje tiveram uma particularidade: Todos os DVDs eram oficiais e autorizados para venda no UK mas todos eles eram em segunda mão, sendo talvez pertinente referir que não paguei as £18 por inteiro, visto que levei uns quantos filmes que tinha comprado na semana passada no mesmo local (onde também há jogos de computador e consolas), servindo estes como troca, abatendo quase £6 ao preço inicial.

Talvez seja esse o futuro dos vídeo-clubes. Compra, venda e troca a preços mais baratos que as exorbitâncias cobradas anteriormente.
Não misturo cinema com vídeo-clubes... os filmes facturam realmente é nas bilheteiras, o valor que possa vir da venda directa ou aluguer acredito que seja residual.

O formato de negócio 'vídeo-clube' está acabado, seja por causa da partilha ilegal de ficheiros, seja por causa do negócio legal do Video On Demand...

Quanto ao cinema, tem que se valer da experiência em si já que ver um filme em casa não se pode comparar com vê-lo numa sala de cinema, têm que proporcionar ao consumidor algo que ele não consiga ter em casa e isso já está a acontecer com o 3D, sistemas de som sorround, etc, etc, etc.
Nesta área acredito que ainda há muito por explorar.

O valor em si interessa pouco, por exemplo para os produtores de cinema a crise dos videoclubes pode interessar pouco. Por sua vez para os videoclubes os downloads ilegais são há anos um grave problema. Os downloads ilegais são e serão também um problema para os forecedores de canais por cabo que dispoibilizam "videoclube virtuais" aos seus clientes, e estes últimos por sua vez corresponderão a um rombo ainda maior para a indústria porque é um serviço que será bastante mais abrangente.

Trata-se sobretudo de uma questão de legalidade. A comodidade e o custo de ir ao google, pesquisar "Forrest Gump" e fazer o download é bastante superior a ir a um videoclube, a ir a um cinema, ou alugar através da televisão ou do computador um filme.

EU duvido seriamente que as grandes produções sejam rentáveis a prazo se tudo continuar como está, viram-se vídeos em 3D no cinema hoje qualquer um de nós que adquira a tecnologia pode fazê-lo em casa, e cada vez mais rápido teremos acesso a tudo isto na comodidade do lar e a preços mais baixos.

Um filme vale por todo o valor acrescentado que cada um que trabalha nele lhe dá. Cada vez menos pessoas estarão dispostas a pagar o valor "justo" para ir ao cinema, porque ele deixa de ser justo quando há a possibilidade de ter a maioria da experiêcia em casa a 0€.
Um simples script de PHP pode fazer isso, sempre que te ligas a um servidor web, por exemplo, o teu IP é enviado e pode ser guardado.

Basta que eles tenham criado um site de partilha de ficheiro e que tenham guardado o IP de quem clicou nos links para 'sacar'...

Fiz referência a isso na minha mensagem, embora não contenha detalhes técnicos por impreparação do autor.

VOD estar para os clubes de vídeo como os MP3 descarregáveis para as lojas de discos, talvez. Não tenho tanta certeza em relação ao grosso da facturação dos filmes ser nas salas - como pode ser se os filmes estão poucas semanas nas salas e logo depois chegam aos vídeo-clubes e outros canais? :think: No mínimo a quota das salas terá de ter descido nos últimos anos.

Para finalizar analogias em relação à música, as salas de cinema estarão para o vídeo como os concertos para os discos. São experiências diferentes, não dão para piratear, mas não sei se os rendimentos serão suficientes para os artistas (alguns) poderem levar uma vida desafogada com preocupações essencialmente artísticas.
Saudades do futuro.
Quem diz aí atrás que os filmes facturam pouco na venda directa (até fala em valor residual) sabe pouco do que fala. Basta ires ao Comingsoon.net ou ao RottenTomatoes e veres quanto cada filme factura só nos EUA por semana em vendas de dvd. Aliás, há produções que são directamente lançadas para video pois há quem entenda ser mais vantajoso.

De qualquer das formas, qualquer lei que se crie contra o abuso que actualmente acontece não sou contra. Sou contra é actuar contra um pequeno nicho e esquecer-se de 99% dos que efectuam este tipo de downloads, se é para um é para todos. E sim, faço downloads ilegais. De jogos (só do FM que é o único que jogo no pc) e de músicas. Não faço nem de séries nem de filmes porque prefiro ver em canais de cinema ou comprar (detesto todo o trabalho de colocar legendas para depois me sair algo abasileirado). E assumo responsabilidades por isso se todos passarem a assumir. Não sou contra leis anti-pirataria, mas também sou contra os preços de mercado abusivos, pois se há algo que a pirataria provou é que eles estão super inflacionados (apanha-se hoje filmes a 1,50 euros em promoção...).
« Última modificação: Janeiro 06, 2011, 00:02 am por Leão de Ouro »
Quem diz aí atrás que os filmes facturam pouco na venda directa (até fala em valor residual) sabe pouco do que fala. Basta ires ao Comingsoon.net ou ao RottenTomatoes e veres quanto cada filme factura só nos EUA por semana em vendas de dvd. Aliás, há produções que são directamente lançadas para video pois há quem entenda ser mais vantajoso.

De qualquer das formas, qualquer lei que se crie contra o abuso que actualmente acontece não sou contra. Sou contra é actuar contra um pequeno nicho e esquecer-se de 99% dos que efectuam este tipo de downloads, se é para um é para todos. E sim, faço downloads ilegais. De jogos (só do FM que é o único que jogo no pc) e de músicas. Não faço nem de séries nem de filmes porque prefiro ver em canais de cinema ou comprar (detesto todo o trabalho de colocar legendas para depois me sair algo abasileirado). E assumo responsabilidades por isso se todos passarem a assumir. Não sou contra leis anti-pirataria, mas também sou contra os preços de mercado abusivos, pois se há algo que a pirataria provou é que eles estão super inflacionados (apanha-se hoje filmes a 1,50 euros em promoção...).

 :arrow:

eu saco praticamente de tudo, mas aquilo que gosto realmente compro sempre, seja um cd, um filme, uma série. de jogos também só jogo o FM e até não me importava de comprar, mas porra dar todos os anos 50€ por um jogo em que a base é sempre igual, só mudam o skin de 2 em 2 anos, acrescentam umas coisitas novas e está feito eh pah  :hand:
Outra questão que não conheço bem é se impedir a partilha ilegal de filmes reanimaria o mercado dos vídeo-clubes, abrangendo todas as lojas, desde as grandes como as FNAC e Worten até aos clubes de bairro. Para músicas hoje o que vende são os downloads, e os CDs (com preços mais baixos que há anos atrás e com ofertas tipo DVDs) caminham para ser um mercado residual, quem sabe em poucos anos ocupando o local que o vinil ocupa hoje em dia.

Os filmes são ficheiros mais pesados, mas o aumento da velocidade de transferência (caso não sejam cobrados valores muito elevados) permitirá colocá-los no mesmo patamar de acessibilidade que as músicas / álbuns têm hoje. Eventualmente o facto de os filmes serem obras para durar mais e com outro estatuto pode levar a que os Blu Ray DVDs ou outro formato que apareça não conheça o mesmo destino dos CDs. Mas perante a proliferação de cinema de "mascar e deitar fora", surge a questão: alguém estará mesmo interessado em ter uma caixa de coleccionador de (por exemplo) o filme dos "Dukes of Hazzard", com comentários do realizador? Para fazer ver aos netos, daqui por uns anos? :inde: Acho que quem se interessasse pelos comentários do realizador não teria problemas em fazer o download (legal ou ilegal). Estou curioso para ver no que dá o mercado dos filmes num futuro próximo.

Acredito que os sistemas de Video On Demand dos operadores de TV vão substituir os vídeo-clubes a 100% a muito breve prazo... é bem mais confortável alugar o filme já de pantufas e sentadinho no sofá do que estar a ir buscá-lo e levá-lo ao vídeo-clube.

Não penso que o futuro dos filmes vá mudar, muita gente esquece a maquina de dinheiro que corre por detrás da pirataria! Isto é tudo operações de charme para ninguém dizer "mas como é que vocês ficam aí parados e não se revoltam com os piratas?"  :angel:

Não tenho a mínima dúvida que os próprios que vendem filmes a 30€ sejam os mesmos que lançam as releases nos sites torrents, de quem são donos e recolhem lucros da publicidade que lá colocam.

Se realmente lhes desse assim tanto prejuízo, os filmes eram muito mais baratos, como continuam a lucrar e chove dos dois lados, mantêm o preço porque alguém ingénuo o vai pagar!
O Sporting é o Clube de Portugal.
Um simples script de PHP pode fazer isso, sempre que te ligas a um servidor web, por exemplo, o teu IP é enviado e pode ser guardado.

Basta que eles tenham criado um site de partilha de ficheiro e que tenham guardado o IP de quem clicou nos links para 'sacar'...

Fiz referência a isso na minha mensagem, embora não contenha detalhes técnicos por impreparação do autor.

VOD estar para os clubes de vídeo como os MP3 descarregáveis para as lojas de discos, talvez. Não tenho tanta certeza em relação ao grosso da facturação dos filmes ser nas salas - como pode ser se os filmes estão poucas semanas nas salas e logo depois chegam aos vídeo-clubes e outros canais? :think: No mínimo a quota das salas terá de ter descido nos últimos anos.

Para finalizar analogias em relação à música, as salas de cinema estarão para o vídeo como os concertos para os discos. São experiências diferentes, não dão para piratear, mas não sei se os rendimentos serão suficientes para os artistas (alguns) poderem levar uma vida desafogada com preocupações essencialmente artísticas.

O dinheiro está quase todo nas salas. Se reparares os estúdios reagem maioritariamente à pirataria tirar pessoas da sala de cinema, os ganhos com DVDs são substancialmente mais reduzidos. Um filme é considerado um sucesso por um estúdio se tiver bastantes espectadores não por vender muitos DVDs.
Quem tem de mudar, face à revolução que a internet proporcionou, são as editoras. No caso da música, por exemplo, traz muito mais rendimentos a uma banda a compra de uma t-shirt ou caneca no site do que de um disco. Os valores obtidos através da venda de CD's são residuais e os contratos beneficiam muito mais as editoras do que os artistas. Aquilo que está a acontecer, no mundo de hoje, é uma espécie de justiça poética, onde os melómanos retiram de internet as músicas que gostam e compram artigos nos sites das bandas. E isto, ao contrário daquilo que se pensa, é mais rentável para as bandas. Para além do mais, o grosso das receitas não vem da venda de CD's mas sim dos concertos, e a partilha de ficheiros ajuda à mediatização.

No caso do cinema passa-se o mesmo, com a diferença que estão muito mais pessoas envolvidas. As receitas principais não se obtêm apenas na venda de DVD's, mas também nas salas de cinema, na venda dos direitos de passagem às televisões, no merchandising, etc. Caberá às grandes produtoras encontrar formas alternativas para rentabilizar os seus produtos. Porque esta mudança veio para ficar, com a massificação de internet existirão sempre formas de partilhar ficheiros entre utilizadores.

Por fim, ainda há a questão ideológica. Eu acho que a arte deve ser livre, existindo depois uma selecção sobre as coisas que gostamos. Obviamente que aqui não incluo os concertos e as projecções fílmicas, mas sim a venda de CD's e DVD's. Na minha opinião, não faz sentido nenhum comprarmos um disco e, quando o ouvimos em casa, ficarmos completamente desiludidos por termos gasto 15 euros. O que faz sentido é podermos escutar o disco livremente e, no caso de gostarmos, podermos comprar um bilhete para um concerto, uma caneca no site da banda ou mesmo o actual CD. Aliás, actualmente ocorre um fenómeno interessante: a venda dos vinis está a disparar em flecha enquanto que a dos CD's definha. E porquê? Porque quem compra um vinil, está a comprar um produto de referência, com uma "artwork" maior e com um sentimento de ligação com o artista também maior. E é nisto que as editoras têm de apostar: na valorização qualitativa e individual ao invés da quantitativa e de massas.
"The one thing that doesn't abide by majority rule is a person's conscience." - Harper Lee
Um simples script de PHP pode fazer isso, sempre que te ligas a um servidor web, por exemplo, o teu IP é enviado e pode ser guardado.

Basta que eles tenham criado um site de partilha de ficheiro e que tenham guardado o IP de quem clicou nos links para 'sacar'...

Fiz referência a isso na minha mensagem, embora não contenha detalhes técnicos por impreparação do autor.

VOD estar para os clubes de vídeo como os MP3 descarregáveis para as lojas de discos, talvez. Não tenho tanta certeza em relação ao grosso da facturação dos filmes ser nas salas - como pode ser se os filmes estão poucas semanas nas salas e logo depois chegam aos vídeo-clubes e outros canais? :think: No mínimo a quota das salas terá de ter descido nos últimos anos.

Para finalizar analogias em relação à música, as salas de cinema estarão para o vídeo como os concertos para os discos. São experiências diferentes, não dão para piratear, mas não sei se os rendimentos serão suficientes para os artistas (alguns) poderem levar uma vida desafogada com preocupações essencialmente artísticas.

O dinheiro está quase todo nas salas. Se reparares os estúdios reagem maioritariamente à pirataria tirar pessoas da sala de cinema, os ganhos com DVDs são substancialmente mais reduzidos. Um filme é considerado um sucesso por um estúdio se tiver bastantes espectadores não por vender muitos DVDs.

Repara nas diferenças nas nossas intervenções. Eu admiti que não tinha certezas, tu vens fazer afirmações taxativas. Para já não falar que fora das salas só falas de DVDs, passando por cima de outros formatos e canais (ex. VOD). Não é por dizeres que sim que passa a ser verdade, até pode ser, mas por favor suporta-as com números de fontes credíveis, de preferência com referência à evolução nos últimos cerca de 10 anos. Caso contrário as tuas certezas valem tanto como as minhas incertezas.
Saudades do futuro.
Quem tem de mudar, face à revolução que a internet proporcionou, são as editoras. No caso da música, por exemplo, traz muito mais rendimentos a uma banda a compra de uma t-shirt ou caneca no site do que de um disco. Os valores obtidos através da venda de CD's são residuais e os contratos beneficiam muito mais as editoras do que os artistas. Aquilo que está a acontecer, no mundo de hoje, é uma espécie de justiça poética, onde os melómanos retiram de internet as músicas que gostam e compram artigos nos sites das bandas. E isto, ao contrário daquilo que se pensa, é mais rentável para as bandas. Para além do mais, o grosso das receitas não vem da venda de CD's mas sim dos concertos, e a partilha de ficheiros ajuda à mediatização.

(...)
Por fim, ainda há a questão ideológica. Eu acho que a arte deve ser livre, existindo depois uma selecção sobre as coisas que gostamos. Obviamente que aqui não incluo os concertos e as projecções fílmicas, mas sim a venda de CD's e DVD's. Na minha opinião, não faz sentido nenhum comprarmos um disco e, quando o ouvimos em casa, ficarmos completamente desiludidos por termos gasto 15 euros. O que faz sentido é podermos escutar o disco livremente e, no caso de gostarmos, podermos comprar um bilhete para um concerto, uma caneca no site da banda ou mesmo o actual CD. Aliás, actualmente ocorre um fenómeno interessante: a venda dos vinis está a disparar em flecha enquanto que a dos CD's definha. E porquê? Porque quem compra um vinil, está a comprar um produto de referência, com uma "artwork" maior e com um sentimento de ligação com o artista também maior. E é nisto que as editoras têm de apostar: na valorização qualitativa e individual ao invés da quantitativa e de massas.

Eu é isso mesmo que faço, aliás já varias vezes tenho comprado t-shirts por essa mesma razão.
Quem diz aí atrás que os filmes facturam pouco na venda directa (até fala em valor residual) sabe pouco do que fala. Basta ires ao Comingsoon.net ou ao RottenTomatoes e veres quanto cada filme factura só nos EUA por semana em vendas de dvd. Aliás, há produções que são directamente lançadas para video pois há quem entenda ser mais vantajoso.

Fui aos dois sites e apenas encontro os valores de 'Box Office', que são os valores de bilheteira de cinema... se me indicares onde estão os valores de venda directa eu gostava de ver para comparar os valores e saber do que estou a falar para a próxima.

E já agora também te desafio a encontrar um grande filme que não tenha passado (e facturado bem) pelas salas de cinema primeiro, já que toda a discussão começa na minha resposta ao romero sobre tudo isto levar ao fim das grandes produções de cinema.

VOD estar para os clubes de vídeo como os MP3 descarregáveis para as lojas de discos, talvez. Não tenho tanta certeza em relação ao grosso da facturação dos filmes ser nas salas - como pode ser se os filmes estão poucas semanas nas salas e logo depois chegam aos vídeo-clubes e outros canais? :think: No mínimo a quota das salas terá de ter descido nos últimos anos.

Se reaprares, são normalmente os filmes que não estão a render o que se esperava nas bilheteiras... se não estão a dar lucro na bilheteira, mais vale passar o mais rápido possível para venda directa para ver se ainda entra mais algum.  :)
The future is now... and now... and now... and now... and now... and now... and now...
VOD estar para os clubes de vídeo como os MP3 descarregáveis para as lojas de discos, talvez. Não tenho tanta certeza em relação ao grosso da facturação dos filmes ser nas salas - como pode ser se os filmes estão poucas semanas nas salas e logo depois chegam aos vídeo-clubes e outros canais? :think: No mínimo a quota das salas terá de ter descido nos últimos anos.

Se reaprares, são normalmente os filmes que não estão a render o que se esperava nas bilheteiras... se não estão a dar lucro na bilheteira, mais vale passar o mais rápido possível para venda directa para ver se ainda entra mais algum.  :)

Quando falei de poucas semanas estava a comparar com a situcao ha uns 10 anos. Nessa altura varios filmes passavam varios meses em exibicao. Hoje em dia poucos passam umas poucas semanas. Sempre pensei que isso fosse uma decisao tomada em funcao das alteracoes dos gostos dos consumidores.
Saudades do futuro.
Quem diz aí atrás que os filmes facturam pouco na venda directa (até fala em valor residual) sabe pouco do que fala. Basta ires ao Comingsoon.net ou ao RottenTomatoes e veres quanto cada filme factura só nos EUA por semana em vendas de dvd. Aliás, há produções que são directamente lançadas para video pois há quem entenda ser mais vantajoso.

Fui aos dois sites e apenas encontro os valores de 'Box Office', que são os valores de bilheteira de cinema... se me indicares onde estão os valores de venda directa eu gostava de ver para comparar os valores e saber do que estou a falar para a próxima.

E já agora também te desafio a encontrar um grande filme que não tenha passado (e facturado bem) pelas salas de cinema primeiro, já que toda a discussão começa na minha resposta ao romero sobre tudo isto levar ao fim das grandes produções de cinema.


Não me tens que desafiar a nada. A questão aqui passa pelo que consideras um grande filme. Provavelmente falas de um filme com um enorme orçamento e com um elenco conhecido. Aí é óbvio que passa sempre pelo cinema. Agora que há bons filmes directos para dvd não tenhas dúvidas. Segundo a tua lógica aí a receita seria próxima de zero logo não sei para que se iriam dar ai trabalho de fazer o filme.

Quanto aos números das vendas...tens razão. Ambos os sites apenas se limitam a apresentar as posições que os filmes ocupam actualmente, já houve tempos em que davam os números, mas agora não encontro.
Podes vê-los aqui: http://www.the-numbers.com/dvd/charts/weekly/thisweek.php 
Não são valores parecidos aos do Box-Office e ninguém disse que o eram, mas estão muito longe de serem valores residuais. ;)
eu tenho uma politica.


-apenas saco jogos e músicas. Saco as musicas, pois os autores têm concertos, e com isso ganham bem.


- nao saco filme, pois apenas podem ganhar no cinema estes mesmos filmes. -nao sou adepto de pirataria, mas ao mesmo tempo tenho de piratear
Petição Online ----- Lista de Signatários da Petição Refutação à carta aberta enviada ao  Primeiro Ministro pela ACAPOR

http://www.peticaopublica.com/PeticaoLis...=P2009N488
๑۩۞۩๑¥kâr§âñ¥๑۩۞۩๑


http://a.imageshack.us/img691/5996/contra10.jpg
Faz-te sócio do Sporting Clube de Portugal: http://www.sporting.pt/Socios/Inscricao/socios_packsocioinscricao.asp
Com um bom sistema de som, uma televisão decente (cada vez maiores e mais baratas) e a aplicação de 3D nas cadeias televisivas irão fragilizar o cinema. É necessário é um investimento considerável.
Quem diz aí atrás que os filmes facturam pouco na venda directa (até fala em valor residual) sabe pouco do que fala. Basta ires ao Comingsoon.net ou ao RottenTomatoes e veres quanto cada filme factura só nos EUA por semana em vendas de dvd. Aliás, há produções que são directamente lançadas para video pois há quem entenda ser mais vantajoso.

Fui aos dois sites e apenas encontro os valores de 'Box Office', que são os valores de bilheteira de cinema... se me indicares onde estão os valores de venda directa eu gostava de ver para comparar os valores e saber do que estou a falar para a próxima.

E já agora também te desafio a encontrar um grande filme que não tenha passado (e facturado bem) pelas salas de cinema primeiro, já que toda a discussão começa na minha resposta ao romero sobre tudo isto levar ao fim das grandes produções de cinema.


Não me tens que desafiar a nada. A questão aqui passa pelo que consideras um grande filme. Provavelmente falas de um filme com um enorme orçamento e com um elenco conhecido. Aí é óbvio que passa sempre pelo cinema. Agora que há bons filmes directos para dvd não tenhas dúvidas. Segundo a tua lógica aí a receita seria próxima de zero logo não sei para que se iriam dar ai trabalho de fazer o filme.

Quanto aos números das vendas...tens razão. Ambos os sites apenas se limitam a apresentar as posições que os filmes ocupam actualmente, já houve tempos em que davam os números, mas agora não encontro.
Podes vê-los aqui: http://www.the-numbers.com/dvd/charts/weekly/thisweek.php 
Não são valores parecidos aos do Box-Office e ninguém disse que o eram, mas estão muito longe de serem valores residuais. ;)

O 'bom' é completamente subjectivo e até quase que irrelevante quando estamos a falar de receitas de bilheteira.

Quanto aos valores, se não são assim tão residuais então parece que a pirataria não está a fazer grande mossa... 8)
The future is now... and now... and now... and now... and now... and now... and now...