Rui Santos na SIC Notícias

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« Última modificação: Setembro 21, 2016, 21:57 pm por Utilizador1987 »
Alguém me pode explicar pq é q este c****** está tão aziado com o plantel do Sporting?

homem pequenino, ou é velhaco ou dançarino!
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BRUNO E JESUS MUDARAM O SPORTING

«Causou impacto a forma como o Sporting se movimentou no mercado. Não foram apenas as vendas de Slimani e João Mário, que produziram receitas destinadas a pagar passivo bancário e a reorganizar melhor as contas e, também, a fazer uma nova ponderação relativamente a reinvestimentos para a sua principal equipa de futebol; foi também a forma como os ‘leões’ chegaram a jogadores altamente improváveis, como Campbell, Markovic ou mesmo Elias. E foi também o ‘braço de ferro’ travado por causa de Adrien e as apostas em jogadores que, não sendo de primeira linha, são alternativas interessantes aos agora ‘titulares’, considerando uma temporada longa e exigente, no plano nacional e no espaço europeu (Champions e, eventualmente, Liga Europa).

Muita coisa mudou desde que Bruno de Carvalho chegou ao Sporting.
Muita coisa mudou, igualmente, desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade.

Não há comparação. O Sporting tinha-se transformado num clube amorfo, muito dependente de forças externas que ali chegaram a construir um recreio para se divertirem, e, por isso, também subserviente. Bruno de Carvalho estava à espreita, como sportinguista militante, sportinguista de base com aspirações presidenciais e gizou um plano para chegar às cúpulas. Esse foi o seu primeiro momento de sucesso. Desbancar (também com a banca e com a importante ajuda da Holdimo) uma ‘cortina de seda’, atrás da qual se escondiam os actores de uma certa linha menos futeboleira, chamemos-lhe assim, incapaz de encontrar o rumo certo para um clube que, mesmo não perdendo representatividade, estava a perder pujança e fulgor e, com isso, a distanciar-se de uma posição cimeira no futebol português.

Bruno de Carvalho ainda não tem 4 anos de presidente do Sporting. É jovem e é um jovem presidente. Desde logo, espetou as garras. Não se trata apenas de um estilo. A idiossincrasia vale muito, claro, mas nesse ‘rugido’ houve muito de estratégia. Bruno de Carvalho quis fazer-se notar, não apenas por mera sede de protagonismo, não apenas porque gosta de notoriedade, mas também, repito, por questões estratégicas. Ele sabia que, mesmo sendo às vezes impopular, excessivo, essa seria a única maneira de fazer passar a mensagem segundo a qual o Sporting não estava condenado a fazer figura de figurante e não aceitava mais ser o segundo ou terceiro ‘grande’ de Portugal. Cometeu muitos erros e excessos, mas é — com o importante desbloqueio de Álvaro Sobrinho, ainda no tempo de Godinho Lopes — o grande obreiro do ‘leão activo’.

Na sua (dele) concepção, era o tempo de cometer excessos, ser criticado por isso e, se possível, persistir e resistir. Arrumou a casa, fez um esforço para equilibrar as contas, contratou treinadores que, à altura da contratação, eram mais do que promessas do futebol nacional (Leonardo Jardim e Marco Silva) e, numa altura sensível de avaliação do seu desempenho presidencial, teve um ‘golpe de mestre’ e investiu na aquisição de um treinador que ele sabia ser capaz de transportar para dentro do terreno toda a ambição plasmada no projecto: Jorge Jesus.

O Sporting tinha finalmente um presidente activo em todas as frentes, ainda incompleto mas disposto a ir à luta num futebol dominado por outras forças e influências, e um treinador capaz de aumentar o rendimento dos jogadores — a especialidade de Jorge Jesus. A época passada não foi a expressão máxima dessa conjugação de esforços (porque não chegou para o título) mas esteve perto disso. A equipa passou a jogar mais e melhor, os jogadores a mostrarem outro rendimento (Slimani, Adrien e João Mário são evidentes casos disso) e Alvalade passou a registar um ambiente completamente diferente.

O Sporting perdeu, neste fecho de mercado, o seu jogador mais decisivo: Slimani. O mais difícil de substituir. Um ponta-de-lança como Slimani deveria ter outra cotação de mercado e, aqui, no meio de tanta (e quase sempre desajustada) inflacção entram outros factores. O Leicester comprou barato e veremos como o Sporting se comporta neste processo de "desslimanização" do seu ataque. A verdade é que fez um esforço de compensação com Bas Dost, Castagnos e André — e ainda garantiu o concurso de Campbell e Markovic. Há muito tempo que não se via o Sporting tão ‘em campo’ e a forma como Bruno de Carvalho geriu o ‘dossiê Adrien’ demonstra firmeza e ideias bem definidas.

Bruno de Carvalho e Jorge Jesus não podem estar sempre de acordo, mas — mesmo na divergência — constituem uma equipa forte. O tempo, as conjunturas e as realidades desgastam as relações, mas um e outro sabem que, depois de uma temporada quase fantástica, esta é a época em que ambos podem ficar na história. O Sporting, internamente, ainda se debate, mas, no exterior, começa a fazer-se respeitar. A capitalização desse salto qualitativo e quantitativo é um jogo de paciência e o plantel, neste momento, pode ser gerido para ter sucesso em várias frentes.

Não tenho dúvidas de que Jorge Jesus vai saber colocar a ‘nova equipa’ a jogar. Em quanto tempo?...»


Rui Santos, "Pressão Alta", in Record

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BRUNO E JESUS MUDARAM O SPORTING

«Causou impacto a forma como o Sporting se movimentou no mercado. Não foram apenas as vendas de Slimani e João Mário, que produziram receitas destinadas a pagar passivo bancário e a reorganizar melhor as contas e, também, a fazer uma nova ponderação relativamente a reinvestimentos para a sua principal equipa de futebol; foi também a forma como os ‘leões’ chegaram a jogadores altamente improváveis, como Campbell, Markovic ou mesmo Elias. E foi também o ‘braço de ferro’ travado por causa de Adrien e as apostas em jogadores que, não sendo de primeira linha, são alternativas interessantes aos agora ‘titulares’, considerando uma temporada longa e exigente, no plano nacional e no espaço europeu (Champions e, eventualmente, Liga Europa).

Muita coisa mudou desde que Bruno de Carvalho chegou ao Sporting.
Muita coisa mudou, igualmente, desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade.

Não há comparação. O Sporting tinha-se transformado num clube amorfo, muito dependente de forças externas que ali chegaram a construir um recreio para se divertirem, e, por isso, também subserviente. Bruno de Carvalho estava à espreita, como sportinguista militante, sportinguista de base com aspirações presidenciais e gizou um plano para chegar às cúpulas. Esse foi o seu primeiro momento de sucesso. Desbancar (também com a banca e com a importante ajuda da Holdimo) uma ‘cortina de seda’, atrás da qual se escondiam os actores de uma certa linha menos futeboleira, chamemos-lhe assim, incapaz de encontrar o rumo certo para um clube que, mesmo não perdendo representatividade, estava a perder pujança e fulgor e, com isso, a distanciar-se de uma posição cimeira no futebol português.

Bruno de Carvalho ainda não tem 4 anos de presidente do Sporting. É jovem e é um jovem presidente. Desde logo, espetou as garras. Não se trata apenas de um estilo. A idiossincrasia vale muito, claro, mas nesse ‘rugido’ houve muito de estratégia. Bruno de Carvalho quis fazer-se notar, não apenas por mera sede de protagonismo, não apenas porque gosta de notoriedade, mas também, repito, por questões estratégicas. Ele sabia que, mesmo sendo às vezes impopular, excessivo, essa seria a única maneira de fazer passar a mensagem segundo a qual o Sporting não estava condenado a fazer figura de figurante e não aceitava mais ser o segundo ou terceiro ‘grande’ de Portugal. Cometeu muitos erros e excessos, mas é — com o importante desbloqueio de Álvaro Sobrinho, ainda no tempo de Godinho Lopes — o grande obreiro do ‘leão activo’.

Na sua (dele) concepção, era o tempo de cometer excessos, ser criticado por isso e, se possível, persistir e resistir. Arrumou a casa, fez um esforço para equilibrar as contas, contratou treinadores que, à altura da contratação, eram mais do que promessas do futebol nacional (Leonardo Jardim e Marco Silva) e, numa altura sensível de avaliação do seu desempenho presidencial, teve um ‘golpe de mestre’ e investiu na aquisição de um treinador que ele sabia ser capaz de transportar para dentro do terreno toda a ambição plasmada no projecto: Jorge Jesus.

O Sporting tinha finalmente um presidente activo em todas as frentes, ainda incompleto mas disposto a ir à luta num futebol dominado por outras forças e influências, e um treinador capaz de aumentar o rendimento dos jogadores — a especialidade de Jorge Jesus. A época passada não foi a expressão máxima dessa conjugação de esforços (porque não chegou para o título) mas esteve perto disso. A equipa passou a jogar mais e melhor, os jogadores a mostrarem outro rendimento (Slimani, Adrien e João Mário são evidentes casos disso) e Alvalade passou a registar um ambiente completamente diferente.

O Sporting perdeu, neste fecho de mercado, o seu jogador mais decisivo: Slimani. O mais difícil de substituir. Um ponta-de-lança como Slimani deveria ter outra cotação de mercado e, aqui, no meio de tanta (e quase sempre desajustada) inflacção entram outros factores. O Leicester comprou barato e veremos como o Sporting se comporta neste processo de "desslimanização" do seu ataque. A verdade é que fez um esforço de compensação com Bas Dost, Castagnos e André — e ainda garantiu o concurso de Campbell e Markovic. Há muito tempo que não se via o Sporting tão ‘em campo’ e a forma como Bruno de Carvalho geriu o ‘dossiê Adrien’ demonstra firmeza e ideias bem definidas.

Bruno de Carvalho e Jorge Jesus não podem estar sempre de acordo, mas — mesmo na divergência — constituem uma equipa forte. O tempo, as conjunturas e as realidades desgastam as relações, mas um e outro sabem que, depois de uma temporada quase fantástica, esta é a época em que ambos podem ficar na história. O Sporting, internamente, ainda se debate, mas, no exterior, começa a fazer-se respeitar. A capitalização desse salto qualitativo e quantitativo é um jogo de paciência e o plantel, neste momento, pode ser gerido para ter sucesso em várias frentes.

Não tenho dúvidas de que Jorge Jesus vai saber colocar a ‘nova equipa’ a jogar. Em quanto tempo?...»


Rui Santos, "Pressão Alta", in Record
Este gajo é um palhaço. Porque tudo o que ele diz é verdade, excelente análise, mas era verdade ontem, e na semana passada, e há 1 ano; e este palhaço só o diz agora. Situacionista.
O fellatio do Caracolinhos hoje ao benfica faz do Guerra um peso-pluma. Meu deus!  :xock: