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Fórum SCP - A Comunidade do Sporting Clube de Portugal Assuntos Desportivos Futebol de Outras Equipas e Selecções (Moderadores: Angel Lion, Stunner) Tópico:

Uefa Nations League

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Autor Tópico: Uefa Nations League (Lida 623 vezes)

Uefa Nations League , « em: Outubro 10, 2013, 17:18 »



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http://www.theguardian.com/football/2013...als-nations-league-friendlies?CMP=twt_gu

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Uefa explores internationals shake-up with Nations League plan
• Idea for league competition to replace friendlies
• Body wants to make international football more attractive

Uefa is considering a radical overhaul of international football that would see national teams playing a new Nations League competition.

The idea, floated at executive committee meetings that preceded the Uefa Congress in Dubrovnik last month, would see Uefa using existing dates for friendlies in the international calendar to launch a new league involving all 54 member nations.

Uefa sources have told the Guardian that the idea was one of several floated at the meeting as part of a discussion about how to improve the attractiveness of international football from 2018 onwards. The Uefa executive committee will now examine the idea in more detail before deciding whether to adopt it.

The new concept, first revealed by Norwegian paper Dagbladet, would see all Uefa's members divided into a series of perhaps nine divisions based on their recent results, with promotion and relegation following each round of matches.

The winner of the first division would be Uefa's Nations League champion and win a substantial prize, with the bottom team in each division being relegated in favour of the winner of the tier below.

The Norwegian FA president, Yngve Hallen, who sits on UEFA's national committee for international tournaments, said: "It is true that a series of games is one of the models being discussed."

The discussions are taking place against a backdrop of concern that the qualifying campaigns for the expanded European Championships from 2016 will prove less attractive because there will be less jeopardy.

In conjunction with other Uefa innovations due to be introduced from 2014 onwards, including its "week of football" in which qualifiers will take place across six days to maximise viewers, the drive from its HQ in Nyon is to boost the profile of the international game.

Uefa has recently taken central control of TV rights for the competitive qualifying matches of all its member nations, promising large underwritten guarantees to the biggest countries. That has increased the pressure on Uefa to bring in funding from TV and commercial partners in order to meet them.

If the Uefa Nations League idea is explored further, then the European governing body would be likely to look to centralise the TV and marketing rights in the same way as it has for the Champions League.

"The success of the Champions League has already inspired the Europa League. This is also something they are trying to look at in connection with the Nations League - how this can sharpen the market. That's what this is largely about," said Hallen.

"But there have been very clear political guidelines from all 54 federations that the focus needs to be on the football/competitive aspect. All countries should have equal opportunities," he added.

"No-one should have to qualify for this tournament - everyone plays from the first game. And then there is also a recognition that tournament form should be easy to understand for most people. All this we need to work out."

The Swedish FA representative Karl-Erik Nilsson told Aftonbladet that "it has been established that it is difficult to get interest around friendlies".

"For 2020 it has been looked at whether it would be possible to combine traditional qualifiers with with this league format, instead of friendlies, to increase interest," he said.

"It is worth looking at but we were clear that it can't have an impact on the qualifiers for the Euro tournaments. The qualifiers are No1 and have the highest priority. There won't be more international games because of this."

He said the initial reaction among the 54 members was that "creating more interest is not something negative".

Nilsson added: "All 54 members were in Croatia and the idea was presented from a perspective of: is this worth looking at? And the overall feeling was: 'let's look at it but don't let it have an impact on the qualifiers'."

He said that one idea included in the presentation was to divide the groups so that clubs next to one another in the Fifa rankings were grouped together, while another version envisaged a geographical structure.

The FA and the other big European associations may be among the most difficult to convince of the merits of the plan, because they would have to give up the possibility of lucrative friendlies against big South American sides.

How the groups might look

First division: Spain, Germany, Holland, Italy, England, Portugal

Second division: Russia, Greece, Croatia, Sweden, France, Bosnia-Herzegovina

Third division: Ukraine, Denmark, Switzerland, Belgium, Hungary, Czech Republic

Fourth division: Ireland, Serbia, Norway, Slovakia, Turkey, Israel

Fifth division: Slovenia, Austria, Romania, Montenegro, Poland, Finland

Sixth division: Scotland, Armenia, Bulgaria, Latvia, Estonia, Belarus

Seventh division: Wales, Northern Ireland, Albania, Iceland, Lithuania, Macedonia

Eighth division: Georgia, Moldova, Azerbaijan, Luxembourg, Cyprus, Kazakhstan

Ninth division: Liechtenstein, Faroe Islands, Malta, Andorra, San Marino,Gibraltar
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #1 em: Outubro 10, 2013, 20:59 »



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http://www.futebolmagazine.com/pre-qualificacao-o-dilema-da-uefa

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Com o anúncio de Michel Platini de que o próximo Europeu recuperará a fórmula utilizada em Mundiais da FIFA de 24 equipas participantes, muitos começam igualmente a questionar a natureza da fase de qualificação. Numa confederação com 53 estados membros, a presença das nações mais pequenas na fase de apuramento tornou-se num dos grandes dilemas da UEFA que sonha com a criação de uma Champions League para selecções nacionais.

O papel das pequenas federações europeias

Quando em 2016 as selecções apuradas para o Europeu de França forem apresentadas na cerimónia inaugural, parece evidente que estados como Malta, São Marino, Andorra, Liecsteinstein, Luxemburgo, Moldávia ou as Ilhas Faroe não vão estar presentes. No entanto, estas sete federações – entre outras – serão parte da complexa fase de apuramento que irá anteceder o torneio.

A UEFA conta com 53 federações oficiais – à espera que Platini diga que sim ou que não à candidatura polémica de Gibraltar – e quase metade dessas federações estarão presentes, com a França, no torneio. Significa isso que a fase de qualificação se transforma num puzzle.

Numa era em que os clubes se queixam, cada vez mais, do excesso de jogos de selecções, poderá Platini ser capaz de desafiar o status quo e arrancar com um sistema inovador que crie duas fases de apuramento numa só e filtre as selecções mais débeis seguindo o modelo de clubes adoptado pela Champions League?

Repensar a fase de qualificação europeia

O formato parece claro.

23 selecções apuradas significam quase a metade de todas as selecções europeias. O modelo actual prevê a possibilidade de formar nove grupos, como sucedeu com o último Europeu. Desses nove grupos podem apurar-se directamente as duas primeiras selecções (18) enquanto as restantes disputariam um play-off da qual ficava automaticamente eliminada a melhor terceira classificada, apurada directamente.

Esse formato clássico permitira à UEFA manter o modelo actual com nove grupos de cinco e seis membros, espaço para todas as federações nacionais e o mesmo ritual de jogos de ida e volta espalhados por temporada e meia. Um modelo conservador, em particular se temos em consideração a arriscada novidade de ampliar o torneio para 24 equipas, com os problemas de apuramento para os Oitavos de Final (como se viveu nos Mundiais, entre 1986 e 1994) que daí derivam.

Ou então, Platini e a sua renovada UEFA, poderiam colocar um ponto final a um tema polémico há vários anos, o do papel de muitas das federações europeias na fase de qualificação.

Entre jogadores, seleccionadores, directivos e adeptos, muitas são as queixas sobre os jogos que terminam, quase invariavelmente, em goleadas, entre as selecções de maior ranking e as pequenas federações da UEFA. Federações que não dão poder ao corpo directivo pela sua pequenês, cujo futebol de clubes já foi reduzido pela própria UEFA à insignificância com as sucessivas pré-eliminatórias de clubes nas suas provas continentais e que nunca conseguem marcar presença nas grandes provas internacionais. Selecções que, aos olhos de muitos, deveriam sofrer na pele o mesmo destino dos seus clubes, uma pré-qualificação para apurar quem disputará com os grandes nomes do continentes as vagas livres.

As duas divisões do futebol europeu

Esse modelo – aplicável tanto para os Europeus como para Mundiais, onde apenas se reduziria de24 a13 os apurados directos – implicaria desde já a divisão do futebol de selecções europeu em dois grupos.

O primeiro grupo passaria por uma dupla etapa de pré-qualificação com base ao ranking UEFA. Seria um total de 28 equipas, dos quais uma primeira ronda a eliminar contaria com as oito selecções com pior ranking, que no caso actual seriam San Marino, Andorra, Ilhas Faroe, Malta, Luxemburgo, Azerbejião, Liecsteinstein e Cazaquistão.

Deste duelo saíram quatro selecções que se juntariam às restantes vinte para uma nova ronda de ida e volta das quais resultariam as doze selecções que se juntariam às 24 pré-qualificadas de forma directa (através do ranking UEFA) para dar lugar a uma fase de grupos reduzida a seis encontros com a composição de nove grupos de quatro selecções cada.

Apuravam-se de forma directa para o torneio os dois primeiros classificados e os quatro melhores terceiros depois de um play-off final (com o melhor apurado directamente), mais de metade dos estados presentes na fase de grupos.

Esta realidade permitiria não só aumentar o número de selecções participantes mas também abrir vagas no calendário internacional que poderiam ser utilizadas pelos clubes para propor a redução da dimensão das suas ligas nacionais ou pelas federações para realizar um maior número de jogos de preparação. Uma fase de qualificação nestes moldes também permite uma maior tranquilidade às principais nações na disputa pelo apuramento o que abre a porta a jogos com menos exigência de jogadores de elite e mais espaço a jogadores jovens na selecção principal.

Contra o futebol mais romântico

Esta decisão, que se estuda nos corredores do poder da UEFA, choca com a influência de federações emergentes, em particular no centro e leste da Europa – que seriam os principais afectados pelo novo sistema, visto que teriam de conformar-se com doze vagas para vinte e oito equipas.

Para os adeptos neutrais e os amantes do futebol mais romântico, é também o golpe definitivo dado aos pequenos países que já foram privados do melhor futebol de clubes pelas sucessivas ratoeiras que os seus clubes sofrem antes de chegar às fases onde o dinheiro começa a fazer-se sentir. Seria o confirmar definitivo no papel da existência de duas divisões dentro do futebol europeu a nível de selecções como já existe a nível de clubes.

Todas as confederações, salvo a sul-americana, composta apenas por dez selecções, contam com várias fases de qualificação para os seus torneios continentais e para o Mundial FIFA. No caso asiático e norte-americano, onde existem menos federações que no caso europeu, existem até três fases distintas de selecção de candidatos a marcar presença no torneio principal. Essa realidade sempre foi um fantasma para o futebol europeu. Algo para que a UEFA caminha há vários anos e que, com este próximo Europeu com 24 selecções, se prepara para abraçar de forma definitiva.
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #2 em: Outubro 10, 2013, 22:06 »



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platini = merrda! so sabe estragar td
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #3 em: Outubro 10, 2013, 22:08 »



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platini = merrda! so sabe estragar td

pior que estas fases actuais de qualificação não seria.

eu acho piada à primeira ideia. achava até piada a uma coisa do género assim para clubes.
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #4 em: Outubro 10, 2013, 22:09 »



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para estes gajos da uefa apenas basta: deixem-se de mer**s
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #5 em: Outubro 10, 2013, 22:13 »



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platini = merrda! so sabe estragar td

pior que estas fases actuais de qualificação não seria.

eu acho piada à primeira ideia. achava até piada a uma coisa do género assim para clubes.

mas mudava tda a magia da competiçao, os resultados surpresa e o estimulo para certos paises competirem com os melhores.
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #6 em: Outubro 10, 2013, 22:33 »



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platini = merrda! so sabe estragar td

pior que estas fases actuais de qualificação não seria.

eu acho piada à primeira ideia. achava até piada a uma coisa do género assim para clubes.

mas mudava tda a magia da competiçao, os resultados surpresa e o estimulo para certos paises competirem com os melhores.


que resultam na maioria em jogos super desinteressantes... competirem com os melhores para equipas como san marino, ilhas faroé, andorra, liechtenstein é conseguir marcar um golo. isto não tem interesse nenhum. de qualquer das maneiras, se percebi a ideia da proposta no primeiro post a ideia não era acabar com as qualificações como estão agora mas sim substituir os amigáveis por um formato competitivo aliciante.
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #7 em: Outubro 11, 2013, 02:15 »



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Preocupado com o que vai sair daqui, quando se inventa muito dá porcaria!

Foi como a historia de alargar o europeu!
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Re: Uefa Nations League , « Resposta #8 em: Outubro 11, 2013, 16:21 »



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Juvenil

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Finalmente uma iniciativa de jeito.

Isto não iria estragar nada, iria apenas substituir os jogos amigáveis que são uns 5 ou 6 por temporada.

As restantes qualificações (europeus e mundiais) continuariam como até aqui.
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