Lampionices - Parte V

Chrystian10, Green Lantern, FVicente, hlourenco (+ 2 Escondidos) e 16 Visitantes estão a ver este tópico.

Esta entrevista do Gomes é execrável a todos os níveis quanto mais não seja porque de certeza que foi uma encomenda dos rednecks coisa que o quase imediato comunicado dos rednecks a apoiar o Gomes indicia que estavam preparados e sabiam o que aí vinha. Uma vergonha e que só vem revoltar ainda mais os adeptos dos clubes visados. Está oficialmente lançada a campanha de recuperação dos pontos perdidos pelos rednecks rumo ao PETA . Ódio eterno.
   Há 2 anos, o Mestre Rui dos pontapés de saída perdeu 3 vezes consecutivas com o Sporting: Supertaça (1-0 no Algarve), Campeonato (3 secos na Luz) e Taça de Portugal (2-1 em Alvalade), e depois ganhou em Alvalade sem saber ler nem escrever na 2.ª volta por 0-1. Mas claro, agora faz de conta que não foi derrotado 3 vezes pelo "Super Sporting" e reescreve-se a história...

   O ano passado, ganhou na Luz num lance que com video-árbitro seria anulado o golo inaugural e atribuído um penalti ao Sporting (de tão evidente que foi o Pizzi a controlar a bola com os braços), e em Alvalade, depois de entrarem todos borrados no jogo e sofrerem um golo de penalti logo a abrir, lá conseguiram um empate salvador com um livre directo do Lindelof que nunca mais conseguiu fazer nada semelhante, nem nunca tinha feito...

   Portanto, o saldo nos jogos com o Sporting de Jorge Jesus do mestre Rui das aberturas é 3 derrotas, 2 vitórias e 1 empate. E isto com muitos extras e ajudinhas nos jogos que ganhou e empatou. E mesmo o jogo da Supertaça no Algarve, ganho pelo Sporting, começa com um golo de Teo Gutierrez mal anulado pela equipa de arbitragem.

   E vem este gabarolas falar...
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
O tal que nunca falava dos outros. Sonso e falso humilde.
Hoje estava mais contente do que o normal neste momento em que passa uma fase mais complicada com a contestação audível dos grupos organizados. Vá lá, este comunicado do braço direito do slb e o regresso do Xistrema na missa de amanhã são motivos suficientes para apaziguar os ânimos nas hostes dos rabolhos.

Enviado do meu Moto G (4) através de Tapatalk

A única forma de mudar esta trama, é de alguma forma fazer ver a quem está por trás das cortinas, que a sua identidade está perto de ser descoberta.

O Sporting e o Porto, bem podem espernear, que enquanto existirem vieiras e fernandos gomes, colocados estrategicamente em certas posições, porque são reconhecidos trafulhas, por simplesmente serem fáceis de controlar, ou ambos, a brincadeira continua, até os objectivos, sejam eles quais forem, serem atingidos.
Nos anos 90 bipolarizou-se o país, através do futebol e que jeitaço que isso deu... Hoje em dia a receita é a mesma, mas com ingredientes ligeiramente diferentes.

É tão perceptível que as autoridades, que no telejornal das 8 são equiparadas a semi-deuses, em certos assuntos, não passam de seguranças de um sistema, que finge viver de uma dialéctica entre o que chamam esquerda e direita, de um debate constante entre partidos e políticos e de uma agenda que quer estes últimos saibam ou não tem que ser cumprida. Quando se interfere com uma dessas agendas, como é o caso do futebol que mobiliza paixões ao cubo e que pela mesma razão é usado, a justiça deixa de agir, a polícia deixa de intervir, a chantagem institucional passa a ser vista a olho nú e os inimigos na praça política, passam a estar do mesmo lado, esquecendo as divergências muitas vezes fingidas.

Para as coisas mudarem, ou pelo menos acalmarem, os alvos da contestação, não podem ser sempre o vieira, o fernando gomes, ou o pinto da costa, reconhecidos trafulhas, putanheiros, vendidos, corruptos, o quer que seja, mas sim quem pelo menos nesse livro sagrado dos regimes actuais, também eles sagrados, é consagrado como intocável. Esses que são as instituições que fazem as leis e que têm o dever de as fazer cumprir. 

 
É notório. A fanfarrice nesta CI do rui águas é de quem tem as costas quentes.
"With your mind power, your determination, your instinct, and the experience as well, you can fly very high." - Ayrton Senna
A única forma de mudar esta trama, é de alguma forma fazer ver a quem está por trás das cortinas, que a sua identidade está perto de ser descoberta.

O Sporting e o Porto, bem podem espernear, que enquanto existirem vieiras e fernandos gomes, colocados estrategicamente em certas posições, porque são reconhecidos trafulhas, por simplesmente serem fáceis de controlar, ou ambos, a brincadeira continua, até os objectivos, sejam eles quais forem, serem atingidos.
Nos anos 90 bipolarizou-se o país, através do futebol e que jeitaço que isso deu... Hoje em dia a receita é a mesma, mas com ingredientes ligeiramente diferentes.

É tão perceptível que as autoridades, que no telejornal das 8 são equiparadas a semi-deuses, em certos assuntos, não passam de seguranças de um sistema, que finge viver de uma dialéctica entre o que chamam esquerda e direita, de um debate constante entre partidos e políticos e de uma agenda que quer estes últimos saibam ou não tem que ser cumprida. Quando se interfere com uma dessas agendas, como é o caso do futebol que mobiliza paixões ao cubo e que pela mesma razão é usado, a justiça deixa de agir, a polícia deixa de intervir, a chantagem institucional passa a ser vista a olho nú e os inimigos na praça política, passam a estar do mesmo lado, esquecendo as divergências muitas vezes fingidas.

Para as coisas mudarem, ou pelo menos acalmarem, os alvos da contestação, não podem ser sempre o vieira, o fernando gomes, ou o pinto da costa, reconhecidos trafulhas, putanheiros, vendidos, corruptos, o quer que seja, mas sim quem pelo menos nesse livro sagrado dos regimes actuais, também eles sagrados, é consagrado como intocável. Esses que são as instituições que fazem as leis e que têm o dever de as fazer cumprir.

   Excelente comentário!  :clap:
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
A crónica do Fernando Gomes terá sido escrita por ele ou pelo António Galamba?  :)
A única forma de mudar esta trama, é de alguma forma fazer ver a quem está por trás das cortinas, que a sua identidade está perto de ser descoberta.

O Sporting e o Porto, bem podem espernear, que enquanto existirem vieiras e fernandos gomes, colocados estrategicamente em certas posições, porque são reconhecidos trafulhas, por simplesmente serem fáceis de controlar, ou ambos, a brincadeira continua, até os objectivos, sejam eles quais forem, serem atingidos.
Nos anos 90 bipolarizou-se o país, através do futebol e que jeitaço que isso deu... Hoje em dia a receita é a mesma, mas com ingredientes ligeiramente diferentes.

É tão perceptível que as autoridades, que no telejornal das 8 são equiparadas a semi-deuses, em certos assuntos, não passam de seguranças de um sistema, que finge viver de uma dialéctica entre o que chamam esquerda e direita, de um debate constante entre partidos e políticos e de uma agenda que quer estes últimos saibam ou não tem que ser cumprida. Quando se interfere com uma dessas agendas, como é o caso do futebol que mobiliza paixões ao cubo e que pela mesma razão é usado, a justiça deixa de agir, a polícia deixa de intervir, a chantagem institucional passa a ser vista a olho nú e os inimigos na praça política, passam a estar do mesmo lado, esquecendo as divergências muitas vezes fingidas.

Para as coisas mudarem, ou pelo menos acalmarem, os alvos da contestação, não podem ser sempre o vieira, o fernando gomes, ou o pinto da costa, reconhecidos trafulhas, putanheiros, vendidos, corruptos, o quer que seja, mas sim quem pelo menos nesse livro sagrado dos regimes actuais, também eles sagrados, é consagrado como intocável. Esses que são as instituições que fazem as leis e que têm o dever de as fazer cumprir.

Clube de Bilderberg “a la Tugão”, é o que é.

http://sporting.blogs.sapo.pt/989360.html
E dei com isto porque efectivamente tinha ideia que ela era sportinguista. Deve estar desesperada  ::)
Era sportinguista. Está desesperada.
Qual é a dúvida?
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Quando a piada se faz sozinha... :lol:

Quem é o Rebocho?
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Eu sou #FeitoDeSporting e tu?
@one_o_six

Nunca ouvi falar nessa «Pérola do Seixal»... Joga no Real ou no Barcelona?
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
Não sei se entretanto já tinha aqui sido colocado na integra. Mas aqui fica.

@stick

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É TEMPO DE RESPONDER AOS SINAIS DE ALARME

O mais importante não são os cargos, mas o que fazemos com eles.

A minha recente nomeação para a Comissão Executiva da FIFA, como a vice-presidência da UEFA, é uma oportunidade de Portugal participar na definição de políticas e nas decisões das instâncias do futebol internacional.

Nos últimos anos assistimos a diversas alterações nas principais competições de clubes e seleções, os valores com direitos televisivos e comerciais nunca foram tão elevados e o mercado de transferências movimenta hoje montantes que seriam inimagináveis há poucos anos.

Os desafios que o futebol enfrenta são enormes.

No caso específico da FIFA, trata-se de uma organização que enfrentou um período negro do qual só nos últimos meses começou a sair.

A presença em cargos nas instâncias internacionais é resultado do trabalho que tem sido desenvolvido por toda a equipa federativa, com o apoio dos sócios da Federação Portuguesa de Futebol.

Se na FIFA e UEFA os desafios são enormes, na FPF não são menores.

Há muito para fazer no futebol português.

O ecossistema económico do futebol mundial está a mudar muito depressa e isso levanta desafios enormes aos clubes portugueses, nomeadamente aos que participam nas provas europeias, com repercussões nas nossas competições profissionais. Tenho tido oportunidade de conversar com todos eles sobre estes temas.

Neste contexto, é muito relevante que Portugal consiga ter uma Liga forte.

Para que tal seja possível é necessário que os clubes saibam encontrar pontes de diálogo naquilo que os une – e na minha opinião é muito! – e, de uma vez por todas, deixem de permitir que os seus símbolos, a sua história e a sua força sejam capturados para a apologia do ódio.

Tal como já tive oportunidade de afirmar em diversas ocasiões, o clima que se vive no futebol profissional português é inimigo do crescimento e da afirmação da indústria, quer no plano nacional quer internacionalmente.

É também um péssimo exemplo para os mais jovens e um fenómeno que contribui para afastar o adepto, dos estádios e mesmo da modalidade. E sem adeptos, ‘sem consumidores’, bem se sabe como fica comprometida qualquer evolução positiva de uma indústria, de um ‘negócio’.

Acompanho com particular preocupação o que se passa em dois sectores: a arbitragem e os adeptos.

O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado e com espírito desportivo.

Estas críticas, que muitas vezes são inspiradas em dirigentes com as mais altas responsabilidades, potenciam o ódio e a violência. São, quase sempre, uma forma de tentar esconder insucessos próprios, além de constituírem atos de cobardia.

Esta época, a exemplo do que sucedeu em outras, já houve ações condenáveis que tiveram como alvo os árbitros e que os afetaram a eles e às suas famílias.

Neste contexto, não me surpreenderia se Conselho de Arbitragem e árbitros refletissem profundamente sobre as reais condições que existem, em Portugal, para quem tem a tarefa de dirigir jogos nas competições profissionais.

Que ninguém tenha dúvidas sobre a minha posição: toda a minha força está com os que, diariamente, são obrigados a lidar com insultos, ameaças, insinuações e entraves à tranquilidade que o desempenho das suas funções exige. Nomeadamente os que se expõem na arbitragem e na disciplina, pilares fundamentais deste desporto que amamos.

O clima de ódio tem tido reflexo também entre os adeptos.

Basta olhar semanalmente para o registo disciplinar nas competições profissionais e para as notícias que relatam incidentes – alguns infelizmente com gravidade – entre adeptos de diferentes clubes.

É com profundo lamento que o escrevo: existem sinais de alarme no futebol português.

Os clubes profissionais não podem ignorar estes sinais de alarme.

O Estado não pode ignorar estes sinais de alarme: a arbitragem sob ameaça e constante crítica; a violência entre adeptos; o ódio entre clubes, espalhado por redes sociais e órgãos de comunicação social.

E também o desrespeito de muitos pelas regras que eles próprios aprovaram em Assembleia Geral da Liga.

É uma mistura potencialmente explosiva. Temos de conseguir parar antes que seja tarde de mais.


Em maio de 2016, quando me candidatei ao segundo mandato na FPF, anunciei que me bateria por uma nova lei que punisse de forma mais pesada e efetiva a corrupção desportiva. Após trabalho conjunto e produtivo com a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Direção Nacional da Polícia Judiciária, a nova lei foi discutida na Assembleia da República e aprovada pelos partidos.

A acusação de 27 pessoas no chamado ‘Jogo Duplo’ mostrou que existem instrumentos para investigar e acusar.

O Estado, o Governo, a Assembleia da República, os diferentes responsáveis institucionais devem envolver-se cada vez mais neste objetivo coletivo de combater de forma efetiva as ameaças ao futebol, nas suas diversas vertentes.

A FPF está disponível para colaborar com o Estado em todas estas frentes, nomeadamente na revisão das competências do Conselho Nacional do Desporto, um órgão que poderá desempenhar papel fulcral.

A Federação está a fazer a sua parte e estará sempre do lado das soluções construtivas e pacificadoras.

Ninguém pode ficar de fora desta responsabilidade.


Autor: Fernando Gomes

Penso que nas transcrições anteriores (ou a primeira que vi) as partes a bold tinham sido todas cortadas... E são as partes mais interessantes... mmmmm

Nota: Os Orcs andam com o cu apertado e estão a meter a carne toda no assador para se safarem, aquilo que rebente mas rebente de vez e que vá toda a gente de cana, é pressionar os m***** dos jogo duplo para se chibarem dos encornados dando acordos e protecção de testemunhas. Pode estar aqui a chave!!

A partir do momento em que não falam quando o segundo adepto do Sporting é assassinado por um m***** do benfica, não dou qualquer benefício da dúvida ao Fernando Gomes e companhia. Eles que mostrem trabalho feito a meter o Vieira / PdC e associados na prisão, que aí acredito que está a falar a sério. Até lá...
Não sei se entretanto já tinha aqui sido colocado na integra. Mas aqui fica.

@stick

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É TEMPO DE RESPONDER AOS SINAIS DE ALARME

O mais importante não são os cargos, mas o que fazemos com eles.

A minha recente nomeação para a Comissão Executiva da FIFA, como a vice-presidência da UEFA, é uma oportunidade de Portugal participar na definição de políticas e nas decisões das instâncias do futebol internacional.

Nos últimos anos assistimos a diversas alterações nas principais competições de clubes e seleções, os valores com direitos televisivos e comerciais nunca foram tão elevados e o mercado de transferências movimenta hoje montantes que seriam inimagináveis há poucos anos.

Os desafios que o futebol enfrenta são enormes.

No caso específico da FIFA, trata-se de uma organização que enfrentou um período negro do qual só nos últimos meses começou a sair.

A presença em cargos nas instâncias internacionais é resultado do trabalho que tem sido desenvolvido por toda a equipa federativa, com o apoio dos sócios da Federação Portuguesa de Futebol.

Se na FIFA e UEFA os desafios são enormes, na FPF não são menores.

Há muito para fazer no futebol português.

O ecossistema económico do futebol mundial está a mudar muito depressa e isso levanta desafios enormes aos clubes portugueses, nomeadamente aos que participam nas provas europeias, com repercussões nas nossas competições profissionais. Tenho tido oportunidade de conversar com todos eles sobre estes temas.

Neste contexto, é muito relevante que Portugal consiga ter uma Liga forte.

Para que tal seja possível é necessário que os clubes saibam encontrar pontes de diálogo naquilo que os une – e na minha opinião é muito! – e, de uma vez por todas, deixem de permitir que os seus símbolos, a sua história e a sua força sejam capturados para a apologia do ódio.

Tal como já tive oportunidade de afirmar em diversas ocasiões, o clima que se vive no futebol profissional português é inimigo do crescimento e da afirmação da indústria, quer no plano nacional quer internacionalmente.

É também um péssimo exemplo para os mais jovens e um fenómeno que contribui para afastar o adepto, dos estádios e mesmo da modalidade. E sem adeptos, ‘sem consumidores’, bem se sabe como fica comprometida qualquer evolução positiva de uma indústria, de um ‘negócio’.

Acompanho com particular preocupação o que se passa em dois sectores: a arbitragem e os adeptos.

O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado e com espírito desportivo.

Estas críticas, que muitas vezes são inspiradas em dirigentes com as mais altas responsabilidades, potenciam o ódio e a violência. São, quase sempre, uma forma de tentar esconder insucessos próprios, além de constituírem atos de cobardia.

Esta época, a exemplo do que sucedeu em outras, já houve ações condenáveis que tiveram como alvo os árbitros e que os afetaram a eles e às suas famílias.

Neste contexto, não me surpreenderia se Conselho de Arbitragem e árbitros refletissem profundamente sobre as reais condições que existem, em Portugal, para quem tem a tarefa de dirigir jogos nas competições profissionais.

Que ninguém tenha dúvidas sobre a minha posição: toda a minha força está com os que, diariamente, são obrigados a lidar com insultos, ameaças, insinuações e entraves à tranquilidade que o desempenho das suas funções exige. Nomeadamente os que se expõem na arbitragem e na disciplina, pilares fundamentais deste desporto que amamos.

O clima de ódio tem tido reflexo também entre os adeptos.

Basta olhar semanalmente para o registo disciplinar nas competições profissionais e para as notícias que relatam incidentes – alguns infelizmente com gravidade – entre adeptos de diferentes clubes.

É com profundo lamento que o escrevo: existem sinais de alarme no futebol português.

Os clubes profissionais não podem ignorar estes sinais de alarme.

O Estado não pode ignorar estes sinais de alarme: a arbitragem sob ameaça e constante crítica; a violência entre adeptos; o ódio entre clubes, espalhado por redes sociais e órgãos de comunicação social.

E também o desrespeito de muitos pelas regras que eles próprios aprovaram em Assembleia Geral da Liga.

É uma mistura potencialmente explosiva. Temos de conseguir parar antes que seja tarde de mais.


Em maio de 2016, quando me candidatei ao segundo mandato na FPF, anunciei que me bateria por uma nova lei que punisse de forma mais pesada e efetiva a corrupção desportiva. Após trabalho conjunto e produtivo com a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Direção Nacional da Polícia Judiciária, a nova lei foi discutida na Assembleia da República e aprovada pelos partidos.

A acusação de 27 pessoas no chamado ‘Jogo Duplo’ mostrou que existem instrumentos para investigar e acusar.

O Estado, o Governo, a Assembleia da República, os diferentes responsáveis institucionais devem envolver-se cada vez mais neste objetivo coletivo de combater de forma efetiva as ameaças ao futebol, nas suas diversas vertentes.

A FPF está disponível para colaborar com o Estado em todas estas frentes, nomeadamente na revisão das competências do Conselho Nacional do Desporto, um órgão que poderá desempenhar papel fulcral.

A Federação está a fazer a sua parte e estará sempre do lado das soluções construtivas e pacificadoras.

Ninguém pode ficar de fora desta responsabilidade.


Autor: Fernando Gomes

Penso que nas transcrições anteriores (ou a primeira que vi) as partes a bold tinham sido todas cortadas... E são as partes mais interessantes... mmmmm

Nota: Os Orcs andam com o cu apertado e estão a meter a carne toda no assador para se safarem, aquilo que rebente mas rebente de vez e que vá toda a gente de cana, é pressionar os m***** dos jogo duplo para se chibarem dos encornados dando acordos e protecção de testemunhas. Pode estar aqui a chave!!

A partir do momento em que não falam quando o segundo adepto do Sporting é assassinado por um m***** do benfica, não dou qualquer benefício da dúvida ao Fernando Gomes e companhia. Eles que mostrem trabalho feito a meter o Vieira / PdC e associados na prisão, que aí acredito que está a falar a sério. Até lá...

Ora, tal como o anterior presidente da federação este faz exactamente o mesmo papel ver roubar porto e benfica e assobiar para o lado, toda a gente sabe que o tugão é uma vergonha uma mentira pegada que tem conivência do presidente da federação.

Ele fez o que sempre faz desde que está na federação foi hipócrita e a comunicação social que está do lado sujo do tugão tal como sempre esteve colocavas os sacristão nas tv a rezar as missas, o que se vê nos programas como hoje na tvi 24 ao meio dia e na sic noticias da parte da tarde é nojento, onde estavam esses pulhas quando mataram as pessoas onde estavam?


23-03-2013 A noite mais feliz da minha vida como Sportinguista.
A partir de agora mandamos nós e o Sporting terá o seu caminho novamente, quero vos agradecer a todos e dizer claramente para que toda a gente oiça:
Viva o Sporting Clube de Portugal! É nosso outra vez!
Palavras do Presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho. Bem haja Presidente!


4 mongos.
Ela esteve em Alvalade no jogo do dia da mãe...mais um adepto(a) melancia
"Eu posso não ter escrito SPORTINGUISTA na testa mas tenho no coração"
A camisola era para o urso não?



Ps : Não percebo é porque insistem em pendurar a camisola do Pedro Guerra na parede.


Eu nem roupa vermelha tenho, quanto mais pegar numa camisola infecta, vil e repugnante como aquela.
Cruzes canhoto. Vade retro Satanás!
Políticos; admiro-lhes o estômago e a flexibilidade circense, mas causa-me incessante repulsa aquilo que (muitos) são.



Por falar em políticos.... Sintomático.
Cócó, ranheta e facada, sempre de mão dada.
« Última modificação: Ontem às 23:50 por Mentat »
"Não é o Sporting que se orgulha do nosso valor. Nós é que nos devemos sentir honrados por ter esta camisola vestida."
Francisco Stromp
Agradeço todos os dias a Deus por a minha cor favorita ser o verde e a que odeio o vermelho. Em puto decidi-me por aí...

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Amanhã ganham. Sou de Paços e sei bem que não andam a jogar nada, não se enganem. E são amiguinhos das nádegas, é da minha terra  mas é um clube meio vendido a certos interesses.
O sonso cada vez mais a sair da casca.
FORÇA GRANDE BRUNO CARVALHO...