O que é que lêem, nestas noites...?

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Já acabei o livro 'Herança' de Christopher Paolini e devo dizer que não achei que estivesse nada de especial, andou a tentar colar pontas soltas de forma quase desesperada, final fraquinho para uma história com a qual rejubilei há uns anos. 3/5.

Também já li 'Jerusálem' de Gonçalo M. Tavares e achei-o um real portento. De forma assertiva, incisiva, concisa, o autor retrata e aborda toda uma série de sentimentos muito difíceis de desapegar dos corpos e passar para o papel. Tenho de ler o 'Uma Viagem À Índia' dele, para não falar do resto. 5/5.

Vou-me dedicar ao 'Memorial do Convento' agora a solo. Vou na página 150 e tal e estou a gostar muito. :great:
Já acabei o livro 'Herança' de Christopher Paolini e devo dizer que não achei que estivesse nada de especial, andou a tentar colar pontas soltas de forma quase desesperada, final fraquinho para uma história com a qual rejubilei há uns anos. 3/5.

Também já li 'Jerusálem' de Gonçalo M. Tavares e achei-o um real portento. De forma assertiva, incisiva, concisa, o autor retrata e aborda toda uma série de sentimentos muito difíceis de desapegar dos corpos e passar para o papel. Tenho de ler o 'Uma Viagem À Índia' dele, para não falar do resto. 5/5.

Vou-me dedicar ao 'Memorial do Convento' agora a solo. Vou na página 150 e tal e estou a gostar muito. :great:

Acabei-o há umas semanas. Concordo plenamente com a tua análise. Tanto Eragon como Eldest prometeram (e muito). O Brisingr veio estagnar a história e trouxe-nos monotonia e informação desnecessária. O quarto livro era desnecessário, devia ele ter feito os três como tinha inicialmente previsto...
Já acabei o livro 'Herança' de Christopher Paolini e devo dizer que não achei que estivesse nada de especial, andou a tentar colar pontas soltas de forma quase desesperada, final fraquinho para uma história com a qual rejubilei há uns anos. 3/5.

Também já li 'Jerusálem' de Gonçalo M. Tavares e achei-o um real portento. De forma assertiva, incisiva, concisa, o autor retrata e aborda toda uma série de sentimentos muito difíceis de desapegar dos corpos e passar para o papel. Tenho de ler o 'Uma Viagem À Índia' dele, para não falar do resto. 5/5.

Vou-me dedicar ao 'Memorial do Convento' agora a solo. Vou na página 150 e tal e estou a gostar muito. :great:

Acabei-o há umas semanas. Concordo plenamente com a tua análise. Tanto Eragon como Eldest prometeram (e muito). O Brisingr veio estagnar a história e trouxe-nos monotonia e informação desnecessária. O quarto livro era desnecessário, devia ele ter feito os três como tinha inicialmente previsto...

É o típico caso de:

[youtube=650,535]http://www.youtube.com/watch?v=CSRC6-XgSHo[/youtube]
''You have forgotten who you are and so have forgotten me. Look inside yourself, Simba. You are more than what you have become. You must take your place in the Circle of Life.'' Mufasa, Lion King, 1994

''These are dark times, there is no denying. Our world has perhaps faced no greater threat than it does today. But I say this to our citizenry: We, ever your servants, will continue to defend your liberty and repel the forces that seek to take it from you!'' Rufus Scrimgeour, Minister for Magic


Está a custar terminar este livro. Livros sobre a Alemanha Nazi e a URSS já pouco adicionam ao que já existe no mercado. Além disso, o número de mortos é uma coisa grotesca. 1000 aqui, 20.000 ali, 300.000 a seguir, 800 aqui, mais 500 ali.

Estou a ler vários livros simultaneamente (dois de não-ficção e um de ficção). Estou adorar este:


Quase a acabar o 10º (e último) volume do excepcional(issimo) "Guerra e Paz".
Traduçao do russo de Nina Guerra e Filipe Guerra.
Edição  de 2010, comemorativa do centenário da morte de Tolstoi (Jornal "Público")
.
Em simultâneo outra obra magnifica: "Middlemarch" de George Eliot, da Relógio de Água.
Escrita viva, riquissima também.
QUERO    UM   SPORTING
CREDÍVEL  -  LIMPO  -  AMBICIOSO

Quase a acabar o 10º (e último) volume do excepcional(issimo) "Guerra e Paz".
Traduçao do russo de Nina Guerra e Filipe Guerra.
Edição  de 2010, comemorativa do centenário da morte de Tolstoi (Jornal "Público")
.
Em simultâneo outra obra magnifica: "Middlemarch" de George Eliot, da Relógio de Água.
Escrita viva, riquissima também.

Guerra e Paz é aquele cume na literatura, hei-de lê-lo! :great:

Quanto a mim, já acabei o Memorial do Convento. Excepcional: 5/5. Aproveitei e li em 45 minutos o Conto da Ilha Desconhecida do mesmo Saramago: 4/5.

Entretanto já comecei - vou na página oitenta e tal - Abraço de José Luís Peixoto. :)
Últimas leituras:



Adiciona muito pouco ao conhecimento dos assuntos abordados na obra. Conhecendo o que existe sobre o assunto em língua portuguesa, recomendo.



Livro que enobrece, ainda mais, a história do nosso país, anunciando a mestria diplomática de alguns reis portugueses, mas também identificando a total burrice de outros. O autor relata acontecimentos cujo desfecho teve impacto em muitos outros países.



Não gostei muito deste livro. Esperava ter acesso ao dia-a-dia de um combatente português no Ultramar, coisa que este livro pouco oferece, porque os acontecimentos situam-se mais na recruta e no que aconteceu quando o autor regressou, por ter sido ferido, a Lisboa.

Continuo a ler estes livros:





Depois de estes dois livros vou ler a biografia política de Salazar (Filipe Ribeiro de Meneses) e começar a leitura de A Fúria dos Reis e O Despertar da Magia (ambos de George R.R Martin).
Conhecem algum site, ao estilo do IMDb, mas de livros?


Amigos, conhecem algum site que seja uma espécie de 'IMDB dos livros? É que às vezes compro livros às cegas que depois me arrependo de ter comprado... Assim já fazia uma melhor triagem...

Goodreads. Existem muitos portugueses conectados a essa plataforma de adeptos da leitura. Tive conhecimento desse site precisamente através de blogues portugueses de leitura.

Por exemplo:

http://www.goodreads.com/book/show/4667024-the-help

Mais de 45.000 reviews só para esse livro. Acho que chega, ou não? :victory: :victory: :beer:

 :great:
"Look, we're basically on earth to shit and fuck. So unless your job's to help people shit or fuck, it's not that important, so relax."
Conhecem algum site, ao estilo do IMDb, mas de livros?

O GoodReads é mais ou menos assim. Tem a vantagem de ser quase como uma rede social em que tu tens amigos, partilhas leituras, comentas os livros que leste etc.

É muito interessante para leitores assíduos.  :great:
Muito obrigado.

Eu não sou um leitor assíduo. Aliás, muito longe disso. É raro eu ler um livro... (só jornais/sites desportivos). Adorava ter gosto pela leitura, como alguns têm... 
Que livros me recomendam ler do Ernest Hemingway?
E já agora da Gertrude Stein?
Merece ser lido em inglês, certo?
Que livros me recomendam ler do Ernest Hemingway?
E já agora da Gertrude Stein?
Merece ser lido em inglês, certo?

Sobre o Hemingway tens vários bons que eu já li e que gostei, embora sejam num estilo próprio e que alguns considerem uma seca, são claramente aquilo a se chamam Clássicos:

O Velho e o Mar
As Verdes Colinas de África
Adeus às Armas - o que mais gostei

Por quem os sinos dobram - nunca li, mas dizem que é o melhor dele.
Entretanto li o Retrato de Gogol, muito bom.
Comecei com The Walking Dead em comics, vou para o issue #49, sendo que há, até agora, 95.
Que livros me recomendam ler do Ernest Hemingway?
E já agora da Gertrude Stein?
Merece ser lido em inglês, certo?

Sobre o Hemingway tens vários bons que eu já li e que gostei, embora sejam num estilo próprio e que alguns considerem uma seca, são claramente aquilo a se chamam Clássicos:

O Velho e o Mar
As Verdes Colinas de África
Adeus às Armas - o que mais gostei

Por quem os sinos dobram - nunca li, mas dizem que é o melhor dele.
Por Quem os Sinos Dobram
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Por Quem os Sinos Dobram (em inglês: For Whom the Bell Tolls) é um romance de 1940 do escritor norte-americano Ernest Hemingway.
O livro narra a história de Robert Jordan, um jovem norte-americano das Brigadas Internacionais. Professor de espanhol que se tornou conhecedor do uso de explosivos, Jordan recebe a missão de explodir uma ponte por ocasião de um ataque simultâneo à cidade de Segóvia.
Hemingway usa como referência sua experiência pessoal como participante voluntário da Guerra Civil Espanhola ao lado dos republicanos e faz uma análise ácida, com críticas à atuação extremamente violenta das tropas de ambos os lados: a direita auxiliada pelo governo fascista italiano e nazista alemão e a esquerda pelas brigadas internacionais e União Soviética. Critica também a burocratização e o panorama de privilégios rapidamente instaurado no lado da República.
Acima de tudo o livro trata, no entanto, da condição humana. O título é referência a um poema do pastor e escritor inglês John Donne que se encontra na obra "Poems on Several Occasions" que em português chama-se "Meditações", e invoca o absurdo da guerra, mormente a guerra civil, travada entre irmãos. "Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade".Em várias passagens do texto os personagens estranham e se estranham desempenhando os papéis bizarros que se viram forçados a assumir durante a guerra, e fraquejam ao ver nos inimigos seres humanos que poderiam estar de qualquer um dos lados da guerra.
Em 1943 um filme homônimo foi feito, tendo nos papéis principais os astros da época, Gary Cooper e Ingrid Bergman, com uma cena famosa na qual o casal usa um mesmo saco de dormir.
Mas o artigo em inglês é mil vezes melhor: http://en.wikipedia.org/wiki/For_Whom_the_Bell_Tolls
Ainda me lembro, apesar de ter sido há uma eternidade, do impacto que o livro me causou. Lembro-me até que achei o final genial.
A Guerra Civil de Espanha era um tabu em Portugal, na época. O governo de então tudo fazia para parecer que não foi o primeiro (e único) a não cumprir o acordado no Tratado de Zamora, séculos antes, quando Portugal se comprometeu a não se imiscuir nos assuntos internos espanhóis. Por isso a intervenção portuguesa foi sempre aparentemente neutra, os combatentes portugueses a favor da monarquia eram, supostamente, voluntários. O líder monárquico veio a Portugal comprar armas, mas o avião caiu, na zona de Cascais, e morreu, deixando a liderança ao genro do patrocinador da rebelião. Pequeno pormenor, na zona de Cascais...
Como o assunto era tabu, até admira ter arranjado o livro, mas a edição era legal, salvo erro da «Livros do Brasil». Como era muito novo, aquilo chocou-me imenso. Ao pé dos relatos que quase se vulgarizaram entre nós a partir de 1974 e se reforçaram (em castelhano) a partir de 1976, e que hoje são vulgares, graças à Internet, até nem é nada de especial, mas na altura em que li o livro esses relatos não existiam, graças à censura.
Não há santos, e os relatos do outro lado fazem crer que pode ter havido alguma reciprocidade, mas só os li quanto a questões políticas (leia-se por exemplo Orwell), não a relatos de atrocidades, como foi o caso do lado monárquico.
(São numerosos os relatos alentejanos dos massacres de Badajoz.)
Mas, atrocidades aparte, trata-se dum livro muito bem escrito, ou não fosse o autor um mestre da prosa.
Também li os outros todos. Recomendo-os.

 
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Qual foi o livro dele que mais te cativou?

Crime e Castigo. É, para mim, o melhor livro dele. Mas gosto de outros como o Jogador e o Duplo.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp