Política Internacional

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Estes anti-Trump são os maiores. O Trump nunca disse que tinha havido um ataque terrorista na Suécia portanto parem lá de espalhar mentiras. Ele disse que algo aconteceu na Suécia e de facto é verdade - parece que o governo sueco esteve envolvido na supressão de notícias sobre os índices de criminalidade migratória a fim de proteger os migrantes "vulneráveis" e não transformar o povo sueco contra a política de porta aberta de Estocolmo. Devo confessar que está a ser hilariante ver o Trump a "trollar" os esquerdistas liberais tanto que não se estão a aperceber que estão a fazer exatamente aquilo que ele pretende, ou seja, desmascarar a podridão existente na Suécia. Já se sabe que naquele país alguém que tenha uma visão conservadora e não politicamente correta é completamente ostracizado. Agradeçam ao Trump que ainda vai salvar a vida a muitos suecos!

Win, win, win. Só um mês e a América já está no caminho para a glória. Siga!

O teu poder de interpretação é indiretamente proporcional da tua capacidade de dar a volta ao prego.

Direct Quote

"You look at what's happening in Germany. You look at what's happening last night in Sweden — Sweden — who would believe this? Sweden, they took in large numbers, they are having problems like they never thought possible. You look at what's happening Brussels, you look at what's happening all over the world, take a look at Nice, take a look at Paris"

Portanto, Alemanha (camião), Brussels (Aeroporto), Nice (Camião), Paris (Charlie e Eagles of Death Metal) e depois......Suécia.

Não sei como os comes, mas nós não os comemos com a testa de certeza.


"Epah, oh Zé lembras-te daqueles sítios com areia que atravessámos e que fazia bue calor?
- Quais?
Epah, tão o Sahara, Arabian, Mojave, Patagonia, Costa Alentejana...
- Costa Alentejana?
Então ***, tb tem areia e fez calor de verão.
Sim, visto dessa maneira..."



Mesmo na ínfima hipótese que ele não tenha usado (mais uma vez) notícias falsas para inflamar a opinião pública e argumentar as suas ideias aberrantes, a prémio de gajo burro, bronco e analfabeto ninguém lho tira.
E se isso sao características que se querem na Casa Branca....
"O bom ambiente é sempre necessário, mas só acredito em bons grupos quando existem vitórias. No dia em que existir no Sporting um bom grupo e não existirem vitórias é porque são todos uns bons rapazes e andam aqui a enganar o Clube. Quando não se ganha, as pessoas têm de estar chateadas.

João Benedito
Foi disparada uma bala de borracha para dispersar uma "mob" de 30-50 na zona de Rinkeby (um verdadeiro gueto, que é diferente de no-go zone), partiram os vidros e pilharam algumas lojas nessa zona e deram porrada em 3 pessoas, duas que estavam por lá a passar um dono de uma loja. Como a polícia os dispersou foram brincar ao jogo do gato e do rato com eles e a seguir incendiaram alguns carros. Já vi algumas imagens e não difere muito das ruas de Lisboa durante um Sporting-Benfica... pensando melhor, há mais estragos e pessoas atacadas à porrada no meio da rua num jogo destes que no que aconteceu. Pensem assim: ao pé dos festejos lamps no Marquês há ano e meio atrás isto foi uma brincadeirazinha.

Nada de novo para aquelas bandas e quanto mais pressionarem mais polícia irão ter à perna. De referir que Rinkeby já é assim há décadas, com taxas de desemprego acima de 50% e onde tudo o que são pessoas de estratos sócio-económicos baixos de todas as raças, etnias e nacionalidades estão lá concentrados. Em suma, um bom exemplo do que não se deve fazer em matéria de integração na sociedade.

Agora venha de lá a cassette do islão bla bla multiculturalismo bla bla para afagar o ego dos xenófobos.

Então concordas com os conservadores e libertários de esquerda ou de direita de que há erros na planificação e integração de pessoas num país que não é o seu.

Daí que a Suécia ao ter percebido o erro da sua política de multi culturalismo tenha revisto as leis para a entrada de mais refugiados no ano passado. Quando os políticos tentam reverter as suas políticas recentes é um sinal claro do controlo de danos que tentam implementar para suster a fúria dos cidadãos com direito a voto. Sendo políticos acossados pelas evidências, mais do que o interesse público, está em causa a sua reeleição e a manutenção do emprego. Ainda assim, é uma medida no caminho certo.

Aos poucos os votantes de todos os espectros políticos estão a compreender que não é viável integrar pessoas do pé para a mão. E também que antes de aceitar os pobres de outros países há que tratar dos pobres (crianças e adultos, nacionais e nativos) que já existem e precisam de ajuda, política esta, colocada em banho-maria em prol dos estrangeiros. Assim como não é aceitável haver um negócio patrocinado pelo Estado para que alguns enriqueçam à custa da miséria dos outros.

Agora que a política de "portas abertas" nos países falhou e não é possível mascarar o erro colossal que foi feito pelos políticos liberais, falta o resto, expor os responsáveis pelo desastre humanitário dos refugiados:

Ir atrás de Obama, Hillary Clinton, Bush, Tony Blair, Assad, União Europeia, dos EUA e restantes países da NATO por crimes de guerra.

Eventualmente haverá justiça.

Se há erros na planificação e integração das pessoas? Há, claro que há, sempre houve, uns maiores, outros menores. E não apenas para estrangeiros, mesmo para suecos "nativos" de estratos socio-económicos mais baixos. A Suécia é um país com os mesmos problemas de qualquer outro país europeu, Portugal incluído, só que tem mais dinheiro e uma forma culturalmente diferente/própria de os abordar e resolver. Quem fala deste país fala também de outro, cada país tem as suas oportunidades e os seus desafios.

Se foi um erro deixar entrar 160 000 imigrantes em 2015, 29 000 em 2016 e por aí fora de uma só vez? Acho que toda a gente percebeu que não foi pensado de modo ponderado, os próprios suecos e não-suecos sabem que foi um desafio demasiado ambicioso, o sistema educativo, de saúde entre outros estão sem mãos a medir, a rebentar pelas costuras. Os suecos tiveram que recorrer a muitas soluções de "desenrascanço" porque o famoso planeamento habitual deixou de chegar para as encomendas. Os profissionais das mais diferentes áreas estão com uma carga de trabalho excessiva e a começar a causar um fardo a nível de abandonos ou burn-out nas suas profissões algo complicado de resolver. Não é por isso de admirar que os políticos tenham feito marcha-atrás e, depois de verem o falhanço das políticas europeias de redistribuição de refugiados (esse sim, um grande falhanço), trataram de meter o país no nível mínimo no que à recepção de exilados diz respeito e enquanto não for possível ter uma situação mais estável em que o Migrationsverket consiga dar vazão aos pedidos (há malta que espera 7 anos por uma decisão se pode ou não ficar no país... e só depois podem ter emprego segundo a lei) e o mesmo com as restantes instituições estatais, então quase de certeza que a coisa vai ficar onde está.

Tudo isto é um grande desafio... adaptar tanto da estrutura da sociedade sueca em tão pouco tempo é certamente acompanhado de alguns erros e situações menos conseguidas. Agora quando vejo alguns a meterem isto no mesmo saco de "multiculturalismo" no sentido depreciativo do termo e islão radical... enfim... é porque dá jeito às suas agendas políticas, é o que é.
Se há erros na planificação e integração das pessoas? Há, claro que há, sempre houve, uns maiores, outros menores. E não apenas para estrangeiros, mesmo para suecos "nativos" de estratos socio-económicos mais baixos. A Suécia é um país com os mesmos problemas de qualquer outro país europeu, Portugal incluído, só que tem mais dinheiro e uma forma culturalmente diferente/própria de os abordar e resolver. Quem fala deste país fala também de outro, cada país tem as suas oportunidades e os seus desafios.

Se foi um erro deixar entrar 160 000 imigrantes em 2015, 29 000 em 2016 e por aí fora de uma só vez? Acho que toda a gente percebeu que não foi pensado de modo ponderado, os próprios suecos e não-suecos sabem que foi um desafio demasiado ambicioso, o sistema educativo, de saúde entre outros estão sem mãos a medir, a rebentar pelas costuras. Os suecos tiveram que recorrer a muitas soluções de "desenrascanço" porque o famoso planeamento habitual deixou de chegar para as encomendas. Os profissionais das mais diferentes áreas estão com uma carga de trabalho excessiva e a começar a causar um fardo a nível de abandonos ou burn-out nas suas profissões algo complicado de resolver. Não é por isso de admirar que os políticos tenham feito marcha-atrás e, depois de verem o falhanço das políticas europeias de redistribuição de refugiados (esse sim, um grande falhanço), trataram de meter o país no nível mínimo no que à recepção de exilados diz respeito e enquanto não for possível ter uma situação mais estável em que o Migrationsverket consiga dar vazão aos pedidos (há malta que espera 7 anos por uma decisão se pode ou não ficar no país... e só depois podem ter emprego segundo a lei) e o mesmo com as restantes instituições estatais, então quase de certeza que a coisa vai ficar onde está.

Tudo isto é um grande desafio... adaptar tanto da estrutura da sociedade sueca em tão pouco tempo é certamente acompanhado de alguns erros e situações menos conseguidas. Agora quando vejo alguns a meterem isto no mesmo saco de "multiculturalismo" no sentido depreciativo do termo e islão radical... enfim... é porque dá jeito às suas agendas políticas, é o que é.

Exacto, agora que é reconhecido o erro da política de acolhimento de migrantes económicos (ilegal desde sempre) e forçado às populações mascarado de "caridade a refugiados" ao longo dos últimos anos: é necessário parar com a migração o quanto antes e proceder à deportação (ou prisão) de todos os que cometeram crimes, dos que não possuem documentos ou a sua veracidade é questionável, repatriamento dos migrantes económicos, etc.

Findo o desastre humanitário destas políticas promovidas pelos eurocratas/federalistas que nada de bom trouxeram aos países europeus, é tempo de os cidadãos ajudarem os pobres (em Portugal são muitos), que proliferam pelo continente ao invés de apenas darem cobertura aos crimes contra a Humanidade criados pelos políticos pró-violência e pró-guerra como os que mencionei no post anterior.

Felizmente já há sinais claros de que a política está a mudar.

Deixo um video cómico sobre a hipocrisia de muitos dos que apelam ao acolhimento destas pessoas, no entanto quando lhes toca a terem de ajudar ou por outras palavras, terem de ser eles próprios a acolher os migrantes económicos, fogem com o rabo à seringa do refugiado/migrante. Ai não.

« Última modificação: Hoje às 16:25 por HugoN »
Exacto, agora que é reconhecido o erro da política de acolhimento de migrantes económicos (ilegal desde sempre) e forçado às populações mascarado de "caridade a refugiados" ao longo dos últimos anos: é necessário parar com a migração o quanto antes e proceder à deportação (ou prisão) de todos os que cometeram crimes, dos que não possuem documentos ou a sua veracidade é questionável, repatriamento dos migrantes económicos, etc.

Então mas o que é que achas que é feito desde há muito tempo a esta parte? Segundo a estatística do Migrationsverket, apenas cerca de metade costumam ver o seu pedido de asilo concedido. Olha, malta do Afeganistão vai quase toda de volta (e säo muitos milhares), desde que o país saiu do selo de "país em guerra" que tem sido assim. Malta da Síria é quase toda aceite porque o país está ainda em guerra. Quem te lê quase parece que entraram e pronto, já está, que não há avaliacão do pedido de asilo ou então que se mete carimbo sim porque sim quando é exactamente o contrário, cada caso é avaliado individualmente e tem imensas variáveis à luz da lei do estado sueco.