Política Internacional

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Mas que interessa se nos países muçulmanos há separação entre estado e igreja ?

A não ser que estejas a pensar ír viver para um país desses.

Tu sabes que a religião aqui é mera desculpa , o que há aqui e sempre houve foi competição de culturas , que é como o homem sempre se organizou.

Da vez de olhares para as falhas actuais da civilização ocidental , como vês que as populações muçulmanas são mais dinâmicas actualmente , como queres atacá-las , procuras o ponto fraco deles que realmente é ainda a sua ligação fanática à religião.

És capaz de dizer qual é a religião do nosso coelhinho tão inocente que faz miséria na Australia ?

Antes da religião vem as leis da natureza às quais estamos limitados.

A religião não passa de uma construção ideológica para manter a coesão de uma sociedade.

É por causa da religião muçulmana que temos uma taxa de natalidade baixa no ocidente ?

É por imposição da religião muçulmana que temos que aceitar imigrantes vindos dessa área ?

Não podia concordar mais.

Então porquê toda esta protecção ao Islão? Porque não denunciá-lo como ideologia que não deve ter espaço numa cultura ocidental que se quer livre?

Para mim, este é que é o busílis da questão.
   Tu não passas um pano por cima dos crimes dos muçulmanos, mesmo que o fizesses eles não deixavam de existir.

   E o mesmo é válido para os crimes dos romanos.

   E dos gregos.

   E dos cristãos.

   E dos povos meso-americanos.

   Etc

   Os dogmas religiosos não impedem, na prática:

   a) a sua deturpação e até violação, originando crimes vários
   b) que crimes sejam feitos seguindo-os religiosamente à letra

   Portanto, por exemplo, se uma Testemunha de Jeová não receber uma transfusão sanguínea (as quais estão impedidas por doutrina) morre. Aqui neste exemplo o dogma até é mortal para o indivíduo que acredita nele. Mas como todos os monoteístas abrâamicos acreditam na vida depois da morte, a questão é relativa.

   Cada um vê as coisas como quer. O teu dogma é bater nos muçulmanos porque só neles consegues ver o que não vês nos outros.

   Todas as religiões têm dogmas, e um contexto sócio-cultural. Claro que em alguns estados não-laicos a influência da religião é mais vincada, na teoria.

   Mesmo os estados laicos têm dogmas e contexto sócio-cultural. O bloco soviético é teoricamente laico, no entanto foi brutal, por exemplo.

   Mas estados religiosos também são normalmente brutais.

   Portanto, a brutalidade não é exclusivo de ninguém.
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
Mete lá aí o 5:32, e já agora o resto do Corão também... ficarás esclarecido que consta do Corão que não se pode matar outros indivíduos.

Não ficou demonstrado que o islão é uma ideologia de guerra e afronta? Que os verdadeiros muçulmanos são aqueles que guerreiam? Que devem seguir o exemplo de Muhammad?

Por amor de Alá, Paracelsus.

Não era disso que estávamos a falar (se é de guerra ou da paz, do swedistao ou o blabla), mas sim que o islão não admitia que não seguissem os seus dogmas e não sei quê (e que isso é um mal em si mesmo e etc).

Se não admite que não sigam os seus dogmas, por que razão os terroristas muçulmanos não seguem o 5:32 do Corão? A realidade não acompanha a tua teoria.

Pelo contrário Paracelsus, a realidade de facto é demonstrativa das acções dos muçulmanos.

Falas de um verso (e há mais, não muitos, mas há mais) que contradizem o que demonstrei existir também no Corão, porém a confrontação (a guerra, perseguição de infiéis) é de tal forma avassaladora que ultrapassa quaisquer mensagem neutra ou positiva que possa ter. É um livro de tal forma negativo e ortodoxo que por vezes parece um sketch de humor negro.

Não, a realidade demonstra isso sim que os muçulmanos terroristas cagam de alto no Corão e matam por outros motivos que não os religiosos. Caso contrário não matavam porque está expressamente no Corão que matar outra pessoa é como matar toda a Humanidade.

A religião acaba por ser uma desculpa muito boa, mas nem por isso verdadeira ou exacta. O que se passa é que aquelas culturas não conhecem outra realidade que não a da guerra e a de matar gente, gerações atrás de gerações, todos os que têm pensamento mais radical não sabem fazer nem conceber outra coisa.

Da mesma forma que é estupido culpar o cristianismo pelas mortes da colonização de África e América ou fruto da Inquisição. Quem mata são as pessoas, quase sempre motivado pela sede de poder, isso de terem matado em nome da fé cristã é outra balela, mas nem por isso mais verdadeira.
   Outro erro é pensar que as religiões são puras e imaculadas (assim como as ideologias, umas mais que outras, ou em diferentes graus)...

   Uma religião é em si própria muito mais ambígua e contraditória, muitas vezes, do que nós no nosso senso comum conseguimos abarcar...

   Por exemplo, dizemos sempre monoteísmo. Mas o Deus do Antigo Testamento, comum às três religiões abrâamicas (e não esquecendo todos os sub-textos e doutrinas) é designado por vários nomes na Bíblia, e depois no Alcorão.

   Mas focando o Antigo Testamento, Elohim é plural, o que indica mais do que uma entidade. Querem maior contradição que esta?

   Fala-se até num Deus do Antigo Testamento, e no Deus do Novo Testamento. O Deus do Novo Testamento tem ainda o mistério da Santíssima Trindade.

   O Pai, o Filho e o Espírito Santo.

   Nada contraditória, a Bíblia, portanto. Mas ser contraditória, uma religião, é normal.

   Vulgar, até.
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
Mete lá aí o 5:32, e já agora o resto do Corão também... ficarás esclarecido que consta do Corão que não se pode matar outros indivíduos.

Não ficou demonstrado que o islão é uma ideologia de guerra e afronta? Que os verdadeiros muçulmanos são aqueles que guerreiam? Que devem seguir o exemplo de Muhammad?

Por amor de Alá, Paracelsus.

Não era disso que estávamos a falar (se é de guerra ou da paz, do swedistao ou o blabla), mas sim que o islão não admitia que não seguissem os seus dogmas e não sei quê (e que isso é um mal em si mesmo e etc).

Se não admite que não sigam os seus dogmas, por que razão os terroristas muçulmanos não seguem o 5:32 do Corão? A realidade não acompanha a tua teoria.

Pelo contrário Paracelsus, a realidade de facto é demonstrativa das acções dos muçulmanos.

Falas de um verso (e há mais, não muitos, mas há mais) que contradizem o que demonstrei existir também no Corão, porém a confrontação (a guerra, perseguição de infiéis) é de tal forma avassaladora que ultrapassa quaisquer mensagem neutra ou positiva que possa ter. É um livro de tal forma negativo e ortodoxo que por vezes parece um sketch de humor negro.

Não, a realidade demonstra isso sim que os muçulmanos terroristas cagam de alto no Corão e matam por outros motivos que não os religiosos. Caso contrário não matavam porque está expressamente no Corão que matar outra pessoa é como matar toda a Humanidade.

A religião acaba por ser uma desculpa muito boa, mas nem por isso verdadeira ou exacta. O que se passa é que aquelas culturas não conhecem outra realidade que não a da guerra e a de matar gente, gerações atrás de gerações, todos os que têm pensamento mais radical não sabem fazer nem conceber outra coisa.

Da mesma forma que é estupido culpar o cristianismo pelas mortes da colonização de África e América ou fruto da Inquisição. Quem mata são as pessoas, quase sempre motivado pela sede de poder, isso de terem matado em nome da fé cristã é outra balela, mas nem por isso mais verdadeira.

Ou seja, segundo a tua percepção das coisas, não existem motivações para alguém fazer o quer que seja a não ser pelo facto de serem "maus" ou "bons".

É como dizer que KKK ou os Black Lives Matter/Black Panther não se movem por motivos racistas. É isso?

   (ah, falando a um pouco mais a sério, e numa de contabilistas, quantas mortes causou o Islão no mundo, e quantas mortes causou o Cristianismo? Ou é o bem contra o mal? Maniqueístas, pá...)

E falando mais a sério, quem quer fazer "contabilidade" tem de o fazer por épocas... Ou estamos a contar "mortes cristãs" quando não existia islamismo... e contar os crimes de hoje como se fossem eticamente equivalentes aos de séculos atrás, quando não existia ONU nem declarações dos Direitos Humanos subcritos por todos os países daquela organização...

Detesto os crimes dos cristãos assim que tomaram o poder no Império Romano (dou este exemplo) contra pessoas e bens..., mas isso não é comparável aos crimes dos islamitas radicais de hoje, porque os tempos mudaram e hoje é eticamente intolerável o que há muitos séculos era habitual quando um poder era substituído.

   (ah, falando a um pouco mais a sério, e numa de contabilistas, quantas mortes causou o Islão no mundo, e quantas mortes causou o Cristianismo? Ou é o bem contra o mal? Maniqueístas, pá...)

E falando mais a sério, quem quer fazer "contabilidade" tem de o fazer por épocas... Ou estamos a contar "mortes cristãs" quando não existia islamismo... e contar os crimes de hoje como se fossem eticamente equivalentes aos de séculos atrás, quando não existia ONU nem declarações dos Direitos Humanos subcritos por todos os países daquela organização...

Detesto os crimes dos cristãos assim que tomaram o poder no Império Romano (dou este exemplo) contra pessoas e bens..., mas isso não é comparável aos crimes dos islamitas radicais de hoje, porque os tempos mudaram e hoje é intolerável o que há muitos séculos era habitual quando um poder era substituído.

   "Mortes cristãs" (ou seja, provocadas por ditos cristãos) não dependem da existência ou não do Islamismo. Já agora, as mortes do Comunismo ou do Nazismo não contarão porque Cristo vai descer à Terra e a Paz Mundial vai imperar... se é que me faço entender. Se foram cristãos, e se mataram, então é a eles que têm de ser imputadas.

   É que a discussão foi levada para o enquadramento histórico da origem do Islão, e nesse caso o mesmo é legítimo para o enquadramento histórico do Cristianismo. A Inquisição também é desculpável? Porque foi coisa do passado? Não, isso é ter memória selectiva.

   Quanto às mortes actualmente, quem anda a morrer no Norte de África, no médio Oriente são cristãos ou muçulmanos, na sua maioria?

   As vítimas são maioritariamente muçulmanas. E claro, se mandam europeus para lá, também estão sujeitos ao mesmo destino. Onde há guerras e conflitos, normalmente há baixas.

   Na Europa não há nenhuma guerra, nem na América. Já noutros continentes...
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
 A Inquisição também é desculpável? Porque foi coisa do passado? Não, isso é ter memória selectiva.


Lembro-me de, quando era jovem, detestar a Igreja por causa da Inquisição, mas hoje já não vejo a questão dessa forma... Não se trata de ser "desculpável", mas de entender essa instituição no contexto da luta política durante os séculos em que existiu... Culpar ou Desculpar não tem grande interesse..., e ainda mais para quem não é crente, como é o meu caso, e não tem razão para esperar altos critérios éticos de qualquer Igreja ou organização religiosa ao longo dos séculos...

   

   Por exemplo, dizemos sempre monoteísmo. Mas o Deus do Antigo Testamento, comum às três religiões abrâamicas (e não esquecendo todos os sub-textos e doutrinas) é designado por vários nomes na Bíblia, e depois no Alcorão.

   Mas focando o Antigo Testamento, Elohim é plural, o que indica mais do que uma entidade. Querem maior contradição que esta?

   Fala-se até num Deus do Antigo Testamento, e no Deus do Novo Testamento. O Deus do Novo Testamento tem ainda o mistério da Santíssima Trindade.

   O Pai, o Filho e o Espírito Santo.

   Nada contraditória, a Bíblia, portanto. Mas ser contraditória, uma religião, é normal.

   Vulgar, até.

Alto, aqui estas na minha area  ;D
Tens que perceber o seguinte:
Elohim, nao e de facto mentira o que afirmas, a palavra em si denota um plural masculino na lingua hebraica, mas, teras que perceber o contexto em que a palavra e utilizada, porque a mesma nao serve apenas para se referir a Deus em si, mas tambem a falsos deuses, espiritos sobrenaturais (anjos ou nephilim) e ainda lideres da raca humana (reis, juizes e ate mesmo o messias.)
Sempre que a palavra e utilizada ainda que em plural referindo-se a Deus, e um verbo singular masculino, por exemplo, "Elohim dos elohims", Antigo Testamento : Deuteronomia 10:17 e Salmos 136:2. Antes que me venhas responder que afinal existem outros deuses no sentido que se fala de um que mais Deus que os outros, devo esclarecer que tudo se passa mesmo no contexto da eterna guerra entre Deus e o diabo, pelo que as hordas do segundo tentam ser deuses e usurpar o lugar do verdadeiro, mas Deus, na biblia, seja novo testamento ou velho, so ha um.
Os diferentes nomes que encontras para Deus, referem-se as diferentes traducoes, Elohim, Eloh'a (aqui singular no livro de Job, Antigo testamento), El (nome que os canaanitas davam ao demonio que adoravam, mais conhecido por Ba'all nestes dias e que foi reclamado pelos Judeus depois de os vencerem para o seu proprio Deus, para que nao houvesse comparacoes.), a antiga palavra aramaica Elah tambem e por vezes usada. Em resumo, penso ter-me feito entender, as diferentes variacoes que encontras na palavra sao devido a nao haver uma escrita unificada dos povos da altura, mesmo os proprios judeus, usavam hebraico ou aramaico na sua escrita o que tem ramificacoes gramaticais sem traducao exacta, por exemplo, o antigo testamento quando aparece em grego usa a palavra Ethos, que e singular.

Nao se fala num Deus no antigo testamento e noutro Deus no novo testamento, nem percebo onde foste buscar essa ideia, o que se passa e que os Judeus por exemplo, ao recusarem aceitar Cristo como o Messias, vivem ainda sobre a Lei de Deus, (Dez mandamentos, Deuteronomia, Numeros, Leviticus, etc.), a vinda de Cristo traz uma diferente aproximacao a essa mesma lei e uma forma diferente de viver essas mesmas leis, Cristo para alem de poder redimir os Judeus, traz agora Deus para todas as massas (nao Judeus ou gentis, na lingua deles). O Deus e exactamente o mesmo, Judeus vivem na Lei de Deus, Cristaos vivem na Graca de Deus em Cristo. (Se quiseres que aprofunde...)

Por ultimo, a Santissima Trindade, nao sabendo se escrente ou nao, pode nao fazer muito sentido a primeira leitura, mas trata-se apenas de um ser omnipotente e omnipresente com a capacidade de se dividir a ele mesmo para comunicar com os homens, JC era o filho de Deus, sendo tambem ele Deus (parte da sua essencia dentro do ventre de uma mulher para poder nascer como homem e assim mais facilmente poder passar a sua mensagem, entre outras coisas), aquilo a que se chama o Espirito Santo e teres a mente suficientemente limpa para poderes perceber a mensagem de Deus e viver a tua vida sempre de acordo com a mesma antes de tomares qualquer decisao ou fazeres qualquer coisa, supostamente isso dar-te-a sempre felicidade independentemente da circustancia que possas estar e enfrentar na vida, incluindo a morte.

Passado isto, em relacao ao que tens estado a escrever, percebo completamente o ponto de vista, sou obrigado ate a concordar com muito do que escreves, mas sinceramente, nao me interessa que os cristaos tenham morto milhoes, ou os romanos mais outro tanto, ou se os arabes desde o principio mataram mais, o que me interessa e o que esta a acontecer agora, neste momento, pelas tuas palavras, devemos admitir tudo ao Islao neste momento, pois no passado os outros tambem o fizeram.
Assim sendo, estas tambem tu a enfiar a cabeca na areia...
Just sayin'...
Peace
LEVITICUS-18:22
   Eu não disse que temos de admitir tudo ao Islão. Mas também não temos de admitir tudo ao fundamentalismo cristão, ou judaico.

   É só isso.

   O peso crítico do Islão, em Portugal, não tem nada a ver com essa conotação negativa que fazes dele. Não estou a dizer que não haja fundamentalistas nem terroristas a passar e a circular ou habitar o território nacional, desconheço. O que estou a dizer é que em Portugal o Islão e o Cristianismo são, actualmente (já que se foca tanto o momento actual), completamente pacíficos, de forma geral, e socialmente aceites, coabitando tolerante e tranquilamente. Assim como o Judaísmo.

   Não esquecer que Portugal é um Estado Laico, apesar de a Igreja Católica ter um tratamento privilegiado em relação às outras religiões, já de si com alguns benefícios e excepções, mas tem um acordo específico, a Concordata, que por exemplo lhe dá direitos especiais, e.g. isenção de IMI em todos os seus imóveis, etc.

   Quanto ao mundo ocidental e o impacto do Islão, experimenta fazer o exercício de inverteres a situação e te colocares na pele de um palestiniano, ou sírio, ou iraquiano...

...e também podes experimentar sair do dualismo Cristo-Maomé (Cristianismo-Islão) e colocar-te na pele de um curdo, entre a Turquia, a Síria e o Iraque.

   Perseguições religiosas acontecem e não apenas promovidas por maometanos. Fundamentalismos são sempre geradores de hostilidades. Não é a (querer) ser igual a quem promove o ódio que és diferente. Acredites no que acreditares.

   Quanto ao resto, existe a Velha Aliança no Antigo Testamento, e depois uma Nova Aliança no Novo. Se fosse o mesmo Deus, os Judeus aceitavam o mistério da Santíssima Trindade, mas não aceitam. Porque para eles Cristo não é o Messias, nem o Filho de Deus. Assim como para os muçulmanos não é. Já agora, mais facilmente um muçulmano respeita Cristo enquanto um profeta de relevo da sua religião, do que um Judeu o aceita como tal. E existem mais nomes para Deus citados nas escrituras. Muitos mais.

   Peace. :great:
« Última modificação: Hoje às 02:17 por HULK VERDE »
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
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O lampionismo é a única religião que comprovadamente funciona.

Quando os pontos não são oferecidos por caridade ao Glorioso, os padres celebram as missas e os pontos caem do céu por obra e graça do Senhor. Amém..